Bruto é enorme. Meu nome é Beatriz, tenho 20 anos, sou de estatura média, cabelo loiro, olhos verdes, tenho um corpo normal; sou do México e isso que vou contar aconteceu comigo há pouco mais de um mês. Conheci o Luis no metrô, na linha que vai de Indios Verdes até Universidad, era uma quarta-feira por volta das 3h30 da tarde e o metrô estava lotadíssimo; para não ir em pé, peguei o metrô desde o terminal de Indios Verdes, então ia confortavelmente sentada do lado do corredor. O metrô estava muito lento e ao chegar na Raza já tinha muita gente esperando; na hora que o metrô abriu as portas, todo mundo se empurrando pra se acomodar no melhor lugar possível; de repente, todos apertados só esperavam o metrô andar. Ele, no meio dos empurrões, ficou parado do meu lado, eu não dei importância até que o metrô parou no meio do túnel; todo mundo desesperado porque não andávamos. Eu ali sentada só olhava as caras de desespero deles, nesse momento virei o olhar pra cima pra ver a cara do cara que estava do meu lado, e o Luis também estava puto olhando pro teto; depois notei que uma senhora que também estava sentada tinha uma cara de choque e tesão, não tirava os olhos do Luis; ele nem tinha percebido, continuava olhando pro teto; eu virei de novo por curiosidade e na frente do meu rosto descobri o que tinha deixado a senhora tão pasma. Era um volume!!, mas que enorme que tava!!! Esse cara me deixou de boca aberta!!!, nunca tinha visto algo assim (às vezes com minhas amigas, só por curiosidade a gente repara nas calças dos homens que passam na rua, e em alguns dá pra ver, mas em pouquíssimos). Mas no Luis!!! Ah, meu Deus!!!; ele não estava com a camisa dobrada, mas a camiseta levantava porque ele estava segurando com os dois braços pra cima. Ele tava usando uma calça jeans azul e, mesmo não sendo justa, o tamanho daquela coisa dele é tão grande que naquela parte a calça parece que vai estourar!!!, estica tudo. A pele dele parecia tão macia!!! Dava pra ver claramente onde começava a cabeça, que é bem grossa, e todo o corpo enorme do pau dele, inclusive as bolas dele dava pra ver!!! Umas bolas enormes!!! Eu não conseguia acreditar (já que não costumo reparar nessa parte dos homens, mas sim nos olhos, não sou tão "safada", até me chamam de beata pelo jeito que me visto) e como não fui discreta, acho que ele percebeu como eu olhava, porque ele baixou a mão e puxou a camisa pra se cobrir; fiquei com vergonha e me fiz de boba; não sei por que não resisti e olhei de novo, mesmo por baixo da camisa dava pra ver!!!! Pensei: "o que tá acontecendo comigo?" "por que tô fazendo isso?" "pareço uma desesperada"; mas a verdade é que aquele tamanho chama a atenção de qualquer um; e outra coisa é que o Luis não parecia o tipo de homem que você imagina ter uma coisa daquelas, porque geralmente eu tinha ouvido que só os negros têm desse tamanho, e eu pensei: "bom, com o quão feios eles são, nem que tivesse cinco metros, é como se fosse com um macaco nojento", ou o clássico que você imagina um cara grandão de tudo; e o Luis é mais baixinho, moreno claro, com uns olhos lindos e uma boca muito bonita; tem uma carinha de menino moderno: bem limpinho e magro, bem arrumadinho, você pensa: "ah, ele é bonitinho", "claro, se você não reparar na coisa dele", porque se reparar, com certeza começa a ter outros pensamentos. Enfim, ele percebeu de novo que eu tava olhando e me encarou meio estranho; eu não sabia o que fazer e só me veio a ideia de falar: "quer ajuda com a mochila?", pra ele pensar que eu só tava com pena dele por ir em pé; aí ele respondeu: "obrigada!, tô bem, não pesa, obrigada" e sorriu, pensei: "nossa, que educado" e na parte do "tô bem" pensei: "claro" e no "não pesa" falei pra mim: "ah, não?" "pelo tamanho parece bem pesado"; depois pensei: "Ufa!, acho que já era"; mas fiquei curiosa pra saber mais sobre ele e não quis perder a oportunidade de conhecê-lo e falei: – Tem certeza? Não me incomoda, te ajudo. Ele disse: – Bom... muito obrigado, que gentil; eu desço em Copilco e você? Quase tive um infarto porque eu também desço em Copilco, perguntei: – Vai pra Universidade? – Sim, pra faculdade de Direito, tenho prova. Nisso um senhor passou entre a galera pra descer e empurrou ele, encostou o pênis enorme dele no meu braço e, mesmo que tenha sido só no braço e por pouco tempo, de verdade senti algo glorioso, um pedaço de carne enorme, muito grosso e muito comprido, embora tenha dado pra notar que não tava muito duro e que tava meio torto, então percebi que não tava ereto e pensei: «Meu Deus» «Não tá de pau duro» «Já imagino», porque eu achava que pelo tamanho ele tava ereto; só passava pela minha cabeça o tamanho que devia ter quando ficasse duro. Nisso ele me disse: – E como você se chama? – Beatriz. E você? – Luis. E onde estuda? – Tô na Química. Quando chegamos em Copilco e saímos na rua, nos despedimos; óbvio que dei meu telefone e combinamos de nos ver no sábado na minha casa pra ir correr no clube e jogar basquete. Esperava ansiosa por esse dia e no sábado ele chegou bem cedo de manhã, minha mãe recebeu ele; eu terminava de tomar banho, quando saí no corredor vi os dois conversando e falei: «já tô quase pronta», ele virou pra me cumprimentar e percebeu que a toalha grudava no meu corpo molhado e meus mamilos apareciam e sorriu; eu baixei o olhar pra ver se o volume dele tava igual àquele dia e percebi que começou a ficar maior e como ele tava usando um moletom de tecido leve, esticou tudo e parecia que tinha um cano enorme lá dentro, minha mãe percebeu como eu olhava e também baixou o olhar e pôde ver a coisa enorme que aparecia com aquele moletom tão leve. Vi a cara da minha mãe e ela ficou olhando como se quisesse pegar ali mesmo, minha mãe tava tão impressionada quanto eu; já ali soube que minha mãe também nunca tinha visto um pau daquele tamanho, também soube que minha Padre, nem de longe o dele era parecido com o do Luis, porque minha mãe ficou tão emocionada e com os olhos tão arregalados que só por isso eu soube. Luis fechou rápido a jaqueta pra não aparecer e acho que também pra minha mãe não pensar mal dele. Mas minha mãe só disse: "Bom, vão se trocar pra ir logo", e eu fui pro meu quarto, me vesti correndo e saí voando pra gente ir. Já no carro esportivo, a gente correu um pouco e parou pra sentar perto de uma árvore pra se proteger do sol; ele tinha uma mochila com a bola, água e um short. Eu perguntei: – Por que você não vestiu o short? – Ah, é pra quando a gente jogar basquete. – Então veste logo, vamos jogar. Ele levantou e começou a abaixar a calça; pensei que ia ver ele de cueca, mas ele tava usando uma legging preta e eu fiquei de boca aberta, porque grudava tanto no corpo que eu podia ver de novo, mas agora perfeitamente, o pau enorme dele; e ele não deu muita importância, embora eu ache que ficou meio sem graça pelo jeito que eu olhava. Não me segurei e perguntei: – Luis, isso é mesmo o seu...? Ele se cobriu e disse: – Bom, sim, espera, deixa eu vestir o short rápido se te incomoda. – Não, não, é que eu nunca vi uma coisa assim. – Por quê? É estranho? Tem alguma coisa errada? – Não, nada, só que... é muito grande, né? – Sei lá, não fico reparando no dos outros. Por quê? – É que eu te falei, nunca conheci um assim. – Bom, pra você não se assustar mais, melhor eu me vestir. – Mesmo assim dá pra ver. – Tá, mas vamos jogar. Jogando, quando eu tava com a bola, virava de costas pro Luis e, quando ele tentava tirar, me dava uns empurrões na bunda que eu não aguentava mais. Num desses, ele tirou a bola, a gente tava de frente e eu dei um tapa supostamente na bola, mas minha mão foi direto no volume dele, e eu deixei ela lá, segurei a cabeça grossa dele e ele só parou e me olhou. Eu desci um pouco a mão pra pegar melhor, mas minha mão não conseguia envolver o pauzão enorme dele. que agora sim, já tava tão dura que quase escapava do short dele, ele falou: «melhor em outro lugar», eu continuei com a mão no pau dele, sem me importar com a galera que tava por ali jogando, falei: «vamos pra minha casa»; porque meus pais também iam sair e naquela hora já deviam ter ido. Quando chegamos em casa, não esperei a gente chegar no meu quarto e falei: «aqui na sala», sentei num sofá e ele veio até mim, baixou o short e a lycra e finalmente pude ver aquele pau que me deixava tão louca; já tinha murchado um pouco e mesmo assim ERA ENORME e ele falou: «É seu», peguei ele com as duas mãos pela base e ainda sobrava um pedaço bom!!!; eu nunca tinha transado, mas sabia mais ou menos como fazer pelas conversas com minhas amigas e porque uma vez a gente viu um filme pornô junto na casa de uma delas; e acreditem, se o cara do filme tinha um pau mais ou menos, o Luis, não sei como ele não virou ator desses filmes, porque o dele é muito melhor; além do tesão que eu já tava, não importava que eu nunca tinha feito aquilo. Só de pegar aquele pauzão com as mãos, ele começou a crescer e pulsar, ficava mais grosso e minhas mãos não conseguiam fechar completamente em volta daquela rola enorme; levei ele até minha boca, mas só entrou um pedaço, o pau dele tava tão quente e lubrificado que eu podia chupar o líquido dele, minha boca tava totalmente aberta e cheia só com um pedaço daquela beleza de pau!!! Peguei ele pelas bolas que são grandes e pesadas, acariciei elas e ele começou a se mexer pra frente e pra trás, tentando enfiar o máximo possível daquele pauzão na minha boca; mesmo já estando babando toda junto com o pau dele por causa da lubrificação e minha saliva, não entrava tudo!!! Sentia como se fosse me engasgar, mas tentava apertar meus lábios pra ele gostar, depois de chupar ele por um bom tempo, ele tirou da minha boca, já tava tão vermelho que me excitava ainda mais, ao ver ele ali na minha frente, Senti pela primeira vez como minha buceta se inundava no meu primeiro orgasmo, fiquei emocionada, soltei um grito de prazer, fechei os olhos, sentia escorrendo entre minhas pernas e beijei seu lindo pau; depois ele colocou entre meus peitos e apertou com eles, começou a se mexer e quando empurrava pra cima o pau dele chegava das tetas até meu nariz e eu podia com minha língua dar umas lambidas que deixavam a cara dele tão feliz; com aquela vergonha entre meus seios imaginava que ele tava metendo na minha buceta, meus peitos já estavam cheios do líquido dele e o pau deslizava tão bem entre minhas tetas. Aí ele parou e falou: «vira»; eu já não aguentava mais e fiquei de quatro, deixei minha bunda do jeito que ele quisesse e minha buceta tão molhada e dilatada, não dava mais pra resistir, falei: «Mete em mim, Luis, mete onde você quiser»; com as mãos ele acariciava minha bunda e meus lábios da buceta; eu continuava falando: «JÁ, Luis, já», nisso senti aquele pauzão entre minhas nádegas, ele tava dando umas batidinhas com o pau e saía mais líquido, ele espalhava na minha bunda e na minha buceta, depois disso senti a cabeçona dele na entrada da minha buceta, devagar ele dava uns empurrõezinhos sem meter o pau e senti que vinha de novo, uns jorros quentíssimos dentro de mim, eu gritava: «LUIS, LUIS», já não aguentava mais; nisso, ele decidiu meter, senti ele me abrindo, CARALHO!!! JÁ TINHA GOZADO DUAS VEZES, tava tão molhada e mesmo assim doeu ATÉ A ALMA!!!! Não lembro direito o que gritava pro Luis, só lembro que ELE ME FEZ GEMIR DE DOR E PRAZER que tava me dando; depois de um tempão que Luis curtiu me penetrando maravilhosamente, reagi e tentei levar minha mão pra trás, pra tocar o pau dele, porque me sentia tão aberta e cheia daquela coisa enorme dele, mas não sentia o corpo dele batendo na minha bunda, então coloquei minha mão atrás e toquei no pau dele, NÃO TAVA METENDO TUDO!!!!, mesmo sentindo a ponta da cabeçona enorme dele bater até o fundo do meu corpo. um pedaço do pau dele ainda estava fora de mim, isso me fez sentir algo que nunca senti, já estava muito excitada, falei: «LUIS, me dá, ME DÁ TUDO», Luis tirou ele de dentro e eu senti que, ao sair de mim, minha buceta ainda ficou aberta, me deixou um cuzão enorme. Ele disse: «você quer aqui» e colocou no meu cu, eu me senti flutuando, porque quando ele colocou lá, soltei outro gemido de prazer, estava ofegante, já não falei nada e ele começou a lubrificar meu cu com o líquido dele, se inclinou e me deu um beijo na minha bunda, me fez sentir maravilhosamente bem e então começou a tentar enfiar no meu cu, empurrava devagar e delicadamente primeiro, adorei pra caralho, depois que não conseguia entrar direito, me sacudiu com umas estocadas tão fortes que SENTI QUE IA ME PARTIR NO MEIO, DOEU TANTO!!!!! GRITEI DE PRAZER!, e ele disse: «Bety, acho que não cabe muito bem» «não quero te machucar»; eu já estava exausta, nem conseguia mais manter a bunda levantada direito, mas ele me pegou pela cintura, levantou minha bunda e voltou pra minha buceta, eu só falava: «JÁ, LUIS, já, já, você vai me matar» e ele continuava metendo maravilhosamente, quando senti que não aguentava mais e que ia gozar como nunca, a porta de casa abriu e era minha mãe, Luis só conseguiu tirar o pau de dentro de mim e ficar parado, eu, de tão fodida que tava, fiquei com a bunda pra cima; minha mãe ao ver a cena ficou surpresa e fixou o olhar em Luis, ao ver aquela coisa grande dele assim natural e tão dura, não dizia nada, não tirava os olhos dele; eu reagi e me levantei, falei: – mãe, me desculpa, não pense que… – Não se preocupa, eu sei, é lógico que você deseja ele, já imaginava que isso ia acontecer, por isso não fui com seu pai. Ela disse pra Luis se vestir e que queria falar com ele, eu só me cobri e esperei minha mãe voltar pra mim, não sei o que aconteceu direito, porque minha mãe levou Luis pra «conversar» no quarto dela, acho que queria ele pra ela pelo jeito que olhava e falava com ele, não acho que tenham só «conversado» no quarto, porque demoraram. como 45 minutos ou mais e o Luis desceu e só me disse: «a gente se vê, eu te ligo ou te mando um e-mail», minha mãe desceu e nem me disse nada além de: «se veste, que vamos sair pra comer». O que me alegra é que com minha mãe ele só ficou 45 minutos, porque eu curti muito mais. O Luis mudou minha forma de ver o sexo, e nesses últimos dias tenho falado com ele por telefone e mandado e-mails, a gente vai se ver no dia 21 de junho, mas ele já me disse que tem namorada e não sei o que fazer, porque fico louca com aquele pauzão dele; o Luis também me disse que já ficou com minha mãe, mas que não importa, porque já ficou com várias mulheres e mesmo assim gosta de ficar comigo. Uma amiga minha já conhece ele e me pede pra eu deixar ele fazer o love nela também; ela diz que seria uma boa ideia e já tá planejando isso com umas amigas, eu insinuei pro Luis e ele diz que não sabe, que talvez; isso me parece estranho, mas me excitaria ver o Luis fazendo isso com outra mulher, até com minha mãe.
Bruto é enorme. Meu nome é Beatriz, tenho 20 anos, sou de estatura média, cabelo loiro, olhos verdes, tenho um corpo normal; sou do México e isso que vou contar aconteceu comigo há pouco mais de um mês. Conheci o Luis no metrô, na linha que vai de Indios Verdes até Universidad, era uma quarta-feira por volta das 3h30 da tarde e o metrô estava lotadíssimo; para não ir em pé, peguei o metrô desde o terminal de Indios Verdes, então ia confortavelmente sentada do lado do corredor. O metrô estava muito lento e ao chegar na Raza já tinha muita gente esperando; na hora que o metrô abriu as portas, todo mundo se empurrando pra se acomodar no melhor lugar possível; de repente, todos apertados só esperavam o metrô andar. Ele, no meio dos empurrões, ficou parado do meu lado, eu não dei importância até que o metrô parou no meio do túnel; todo mundo desesperado porque não andávamos. Eu ali sentada só olhava as caras de desespero deles, nesse momento virei o olhar pra cima pra ver a cara do cara que estava do meu lado, e o Luis também estava puto olhando pro teto; depois notei que uma senhora que também estava sentada tinha uma cara de choque e tesão, não tirava os olhos do Luis; ele nem tinha percebido, continuava olhando pro teto; eu virei de novo por curiosidade e na frente do meu rosto descobri o que tinha deixado a senhora tão pasma. Era um volume!!, mas que enorme que tava!!! Esse cara me deixou de boca aberta!!!, nunca tinha visto algo assim (às vezes com minhas amigas, só por curiosidade a gente repara nas calças dos homens que passam na rua, e em alguns dá pra ver, mas em pouquíssimos). Mas no Luis!!! Ah, meu Deus!!!; ele não estava com a camisa dobrada, mas a camiseta levantava porque ele estava segurando com os dois braços pra cima. Ele tava usando uma calça jeans azul e, mesmo não sendo justa, o tamanho daquela coisa dele é tão grande que naquela parte a calça parece que vai estourar!!!, estica tudo. A pele dele parecia tão macia!!! Dava pra ver claramente onde começava a cabeça, que é bem grossa, e todo o corpo enorme do pau dele, inclusive as bolas dele dava pra ver!!! Umas bolas enormes!!! Eu não conseguia acreditar (já que não costumo reparar nessa parte dos homens, mas sim nos olhos, não sou tão "safada", até me chamam de beata pelo jeito que me visto) e como não fui discreta, acho que ele percebeu como eu olhava, porque ele baixou a mão e puxou a camisa pra se cobrir; fiquei com vergonha e me fiz de boba; não sei por que não resisti e olhei de novo, mesmo por baixo da camisa dava pra ver!!!! Pensei: "o que tá acontecendo comigo?" "por que tô fazendo isso?" "pareço uma desesperada"; mas a verdade é que aquele tamanho chama a atenção de qualquer um; e outra coisa é que o Luis não parecia o tipo de homem que você imagina ter uma coisa daquelas, porque geralmente eu tinha ouvido que só os negros têm desse tamanho, e eu pensei: "bom, com o quão feios eles são, nem que tivesse cinco metros, é como se fosse com um macaco nojento", ou o clássico que você imagina um cara grandão de tudo; e o Luis é mais baixinho, moreno claro, com uns olhos lindos e uma boca muito bonita; tem uma carinha de menino moderno: bem limpinho e magro, bem arrumadinho, você pensa: "ah, ele é bonitinho", "claro, se você não reparar na coisa dele", porque se reparar, com certeza começa a ter outros pensamentos. Enfim, ele percebeu de novo que eu tava olhando e me encarou meio estranho; eu não sabia o que fazer e só me veio a ideia de falar: "quer ajuda com a mochila?", pra ele pensar que eu só tava com pena dele por ir em pé; aí ele respondeu: "obrigada!, tô bem, não pesa, obrigada" e sorriu, pensei: "nossa, que educado" e na parte do "tô bem" pensei: "claro" e no "não pesa" falei pra mim: "ah, não?" "pelo tamanho parece bem pesado"; depois pensei: "Ufa!, acho que já era"; mas fiquei curiosa pra saber mais sobre ele e não quis perder a oportunidade de conhecê-lo e falei: – Tem certeza? Não me incomoda, te ajudo. Ele disse: – Bom... muito obrigado, que gentil; eu desço em Copilco e você? Quase tive um infarto porque eu também desço em Copilco, perguntei: – Vai pra Universidade? – Sim, pra faculdade de Direito, tenho prova. Nisso um senhor passou entre a galera pra descer e empurrou ele, encostou o pênis enorme dele no meu braço e, mesmo que tenha sido só no braço e por pouco tempo, de verdade senti algo glorioso, um pedaço de carne enorme, muito grosso e muito comprido, embora tenha dado pra notar que não tava muito duro e que tava meio torto, então percebi que não tava ereto e pensei: «Meu Deus» «Não tá de pau duro» «Já imagino», porque eu achava que pelo tamanho ele tava ereto; só passava pela minha cabeça o tamanho que devia ter quando ficasse duro. Nisso ele me disse: – E como você se chama? – Beatriz. E você? – Luis. E onde estuda? – Tô na Química. Quando chegamos em Copilco e saímos na rua, nos despedimos; óbvio que dei meu telefone e combinamos de nos ver no sábado na minha casa pra ir correr no clube e jogar basquete. Esperava ansiosa por esse dia e no sábado ele chegou bem cedo de manhã, minha mãe recebeu ele; eu terminava de tomar banho, quando saí no corredor vi os dois conversando e falei: «já tô quase pronta», ele virou pra me cumprimentar e percebeu que a toalha grudava no meu corpo molhado e meus mamilos apareciam e sorriu; eu baixei o olhar pra ver se o volume dele tava igual àquele dia e percebi que começou a ficar maior e como ele tava usando um moletom de tecido leve, esticou tudo e parecia que tinha um cano enorme lá dentro, minha mãe percebeu como eu olhava e também baixou o olhar e pôde ver a coisa enorme que aparecia com aquele moletom tão leve. Vi a cara da minha mãe e ela ficou olhando como se quisesse pegar ali mesmo, minha mãe tava tão impressionada quanto eu; já ali soube que minha mãe também nunca tinha visto um pau daquele tamanho, também soube que minha Padre, nem de longe o dele era parecido com o do Luis, porque minha mãe ficou tão emocionada e com os olhos tão arregalados que só por isso eu soube. Luis fechou rápido a jaqueta pra não aparecer e acho que também pra minha mãe não pensar mal dele. Mas minha mãe só disse: "Bom, vão se trocar pra ir logo", e eu fui pro meu quarto, me vesti correndo e saí voando pra gente ir. Já no carro esportivo, a gente correu um pouco e parou pra sentar perto de uma árvore pra se proteger do sol; ele tinha uma mochila com a bola, água e um short. Eu perguntei: – Por que você não vestiu o short? – Ah, é pra quando a gente jogar basquete. – Então veste logo, vamos jogar. Ele levantou e começou a abaixar a calça; pensei que ia ver ele de cueca, mas ele tava usando uma legging preta e eu fiquei de boca aberta, porque grudava tanto no corpo que eu podia ver de novo, mas agora perfeitamente, o pau enorme dele; e ele não deu muita importância, embora eu ache que ficou meio sem graça pelo jeito que eu olhava. Não me segurei e perguntei: – Luis, isso é mesmo o seu...? Ele se cobriu e disse: – Bom, sim, espera, deixa eu vestir o short rápido se te incomoda. – Não, não, é que eu nunca vi uma coisa assim. – Por quê? É estranho? Tem alguma coisa errada? – Não, nada, só que... é muito grande, né? – Sei lá, não fico reparando no dos outros. Por quê? – É que eu te falei, nunca conheci um assim. – Bom, pra você não se assustar mais, melhor eu me vestir. – Mesmo assim dá pra ver. – Tá, mas vamos jogar. Jogando, quando eu tava com a bola, virava de costas pro Luis e, quando ele tentava tirar, me dava uns empurrões na bunda que eu não aguentava mais. Num desses, ele tirou a bola, a gente tava de frente e eu dei um tapa supostamente na bola, mas minha mão foi direto no volume dele, e eu deixei ela lá, segurei a cabeça grossa dele e ele só parou e me olhou. Eu desci um pouco a mão pra pegar melhor, mas minha mão não conseguia envolver o pauzão enorme dele. que agora sim, já tava tão dura que quase escapava do short dele, ele falou: «melhor em outro lugar», eu continuei com a mão no pau dele, sem me importar com a galera que tava por ali jogando, falei: «vamos pra minha casa»; porque meus pais também iam sair e naquela hora já deviam ter ido. Quando chegamos em casa, não esperei a gente chegar no meu quarto e falei: «aqui na sala», sentei num sofá e ele veio até mim, baixou o short e a lycra e finalmente pude ver aquele pau que me deixava tão louca; já tinha murchado um pouco e mesmo assim ERA ENORME e ele falou: «É seu», peguei ele com as duas mãos pela base e ainda sobrava um pedaço bom!!!; eu nunca tinha transado, mas sabia mais ou menos como fazer pelas conversas com minhas amigas e porque uma vez a gente viu um filme pornô junto na casa de uma delas; e acreditem, se o cara do filme tinha um pau mais ou menos, o Luis, não sei como ele não virou ator desses filmes, porque o dele é muito melhor; além do tesão que eu já tava, não importava que eu nunca tinha feito aquilo. Só de pegar aquele pauzão com as mãos, ele começou a crescer e pulsar, ficava mais grosso e minhas mãos não conseguiam fechar completamente em volta daquela rola enorme; levei ele até minha boca, mas só entrou um pedaço, o pau dele tava tão quente e lubrificado que eu podia chupar o líquido dele, minha boca tava totalmente aberta e cheia só com um pedaço daquela beleza de pau!!! Peguei ele pelas bolas que são grandes e pesadas, acariciei elas e ele começou a se mexer pra frente e pra trás, tentando enfiar o máximo possível daquele pauzão na minha boca; mesmo já estando babando toda junto com o pau dele por causa da lubrificação e minha saliva, não entrava tudo!!! Sentia como se fosse me engasgar, mas tentava apertar meus lábios pra ele gostar, depois de chupar ele por um bom tempo, ele tirou da minha boca, já tava tão vermelho que me excitava ainda mais, ao ver ele ali na minha frente, Senti pela primeira vez como minha buceta se inundava no meu primeiro orgasmo, fiquei emocionada, soltei um grito de prazer, fechei os olhos, sentia escorrendo entre minhas pernas e beijei seu lindo pau; depois ele colocou entre meus peitos e apertou com eles, começou a se mexer e quando empurrava pra cima o pau dele chegava das tetas até meu nariz e eu podia com minha língua dar umas lambidas que deixavam a cara dele tão feliz; com aquela vergonha entre meus seios imaginava que ele tava metendo na minha buceta, meus peitos já estavam cheios do líquido dele e o pau deslizava tão bem entre minhas tetas. Aí ele parou e falou: «vira»; eu já não aguentava mais e fiquei de quatro, deixei minha bunda do jeito que ele quisesse e minha buceta tão molhada e dilatada, não dava mais pra resistir, falei: «Mete em mim, Luis, mete onde você quiser»; com as mãos ele acariciava minha bunda e meus lábios da buceta; eu continuava falando: «JÁ, Luis, já», nisso senti aquele pauzão entre minhas nádegas, ele tava dando umas batidinhas com o pau e saía mais líquido, ele espalhava na minha bunda e na minha buceta, depois disso senti a cabeçona dele na entrada da minha buceta, devagar ele dava uns empurrõezinhos sem meter o pau e senti que vinha de novo, uns jorros quentíssimos dentro de mim, eu gritava: «LUIS, LUIS», já não aguentava mais; nisso, ele decidiu meter, senti ele me abrindo, CARALHO!!! JÁ TINHA GOZADO DUAS VEZES, tava tão molhada e mesmo assim doeu ATÉ A ALMA!!!! Não lembro direito o que gritava pro Luis, só lembro que ELE ME FEZ GEMIR DE DOR E PRAZER que tava me dando; depois de um tempão que Luis curtiu me penetrando maravilhosamente, reagi e tentei levar minha mão pra trás, pra tocar o pau dele, porque me sentia tão aberta e cheia daquela coisa enorme dele, mas não sentia o corpo dele batendo na minha bunda, então coloquei minha mão atrás e toquei no pau dele, NÃO TAVA METENDO TUDO!!!!, mesmo sentindo a ponta da cabeçona enorme dele bater até o fundo do meu corpo. um pedaço do pau dele ainda estava fora de mim, isso me fez sentir algo que nunca senti, já estava muito excitada, falei: «LUIS, me dá, ME DÁ TUDO», Luis tirou ele de dentro e eu senti que, ao sair de mim, minha buceta ainda ficou aberta, me deixou um cuzão enorme. Ele disse: «você quer aqui» e colocou no meu cu, eu me senti flutuando, porque quando ele colocou lá, soltei outro gemido de prazer, estava ofegante, já não falei nada e ele começou a lubrificar meu cu com o líquido dele, se inclinou e me deu um beijo na minha bunda, me fez sentir maravilhosamente bem e então começou a tentar enfiar no meu cu, empurrava devagar e delicadamente primeiro, adorei pra caralho, depois que não conseguia entrar direito, me sacudiu com umas estocadas tão fortes que SENTI QUE IA ME PARTIR NO MEIO, DOEU TANTO!!!!! GRITEI DE PRAZER!, e ele disse: «Bety, acho que não cabe muito bem» «não quero te machucar»; eu já estava exausta, nem conseguia mais manter a bunda levantada direito, mas ele me pegou pela cintura, levantou minha bunda e voltou pra minha buceta, eu só falava: «JÁ, LUIS, já, já, você vai me matar» e ele continuava metendo maravilhosamente, quando senti que não aguentava mais e que ia gozar como nunca, a porta de casa abriu e era minha mãe, Luis só conseguiu tirar o pau de dentro de mim e ficar parado, eu, de tão fodida que tava, fiquei com a bunda pra cima; minha mãe ao ver a cena ficou surpresa e fixou o olhar em Luis, ao ver aquela coisa grande dele assim natural e tão dura, não dizia nada, não tirava os olhos dele; eu reagi e me levantei, falei: – mãe, me desculpa, não pense que… – Não se preocupa, eu sei, é lógico que você deseja ele, já imaginava que isso ia acontecer, por isso não fui com seu pai. Ela disse pra Luis se vestir e que queria falar com ele, eu só me cobri e esperei minha mãe voltar pra mim, não sei o que aconteceu direito, porque minha mãe levou Luis pra «conversar» no quarto dela, acho que queria ele pra ela pelo jeito que olhava e falava com ele, não acho que tenham só «conversado» no quarto, porque demoraram. como 45 minutos ou mais e o Luis desceu e só me disse: «a gente se vê, eu te ligo ou te mando um e-mail», minha mãe desceu e nem me disse nada além de: «se veste, que vamos sair pra comer». O que me alegra é que com minha mãe ele só ficou 45 minutos, porque eu curti muito mais. O Luis mudou minha forma de ver o sexo, e nesses últimos dias tenho falado com ele por telefone e mandado e-mails, a gente vai se ver no dia 21 de junho, mas ele já me disse que tem namorada e não sei o que fazer, porque fico louca com aquele pauzão dele; o Luis também me disse que já ficou com minha mãe, mas que não importa, porque já ficou com várias mulheres e mesmo assim gosta de ficar comigo. Uma amiga minha já conhece ele e me pede pra eu deixar ele fazer o love nela também; ela diz que seria uma boa ideia e já tá planejando isso com umas amigas, eu insinuei pro Luis e ele diz que não sabe, que talvez; isso me parece estranho, mas me excitaria ver o Luis fazendo isso com outra mulher, até com minha mãe.
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