Depois do meu fim de semana estranho com quem salvei de um assalto, nunca mais me senti o mesmo. Fingi pra mim mesmo que tudo não passou de um sonho ou da loucura de uma tarada doida, até pensei que tinha tido visões por causa de alguma parada alucinógena e que, no fim, nada tinha mudado. Mas eu me sentia diferente por dentro e tinha algumas mudanças físicas. Não de forma geral, ainda tinha uma barriguinha, entradas no cabelo e nada de músculo marcado à primeira vista. Mas no lugar do braço onde — será que sonhei? — a cobra tinha me mordido saindo da tatuagem da peitudona, agora eu tinha duas pintinhas marrons. E, pra falar a verdade, meu pau não era mais o mesmo de antes. Diferente pra melhor: agora ele pendia mole e era enorme duro, juro que cresceu pra caralho. Pensei nas palavras do olho gigante e naquela história de que, se alguém entrasse em contato com meu sêmen, ia querer mais ou algo assim. Na real, ele não disse nada concreto (supondo que foi real), mas minha mente não conseguiu interpretar de outro jeito senão que, se alguém tocar meu gozo, vai querer transar comigo.
Quanto mais eu tentava fugir dessa parada toda, mais minha cabeça me levava pra lugares fundos, e eu me fiz um monte de perguntas: como fazer uma mulher entrar em contato com meu sêmen se eu não consigo, de primeira, transar ou ter umas brincadeiras com ela? O que aquela visão quis dizer com "fica avisado do perigo que é usar esse tipo de arte pra benefício próprio"? Será que o castigo é tão pesado assim se eu tentar? E se der certo e eu puder aproveitar essas "ânsias infinitas"? Pensar nisso me deu uma ereção enquanto eu tirava um cochilo, e com meu novo calibre entre as pernas, ele subia quase até o umbigo. Não conseguia dormir. Em parte por estar duro, e também porque ouvia música vindo da casa ao lado. Saí na sacada/terraço pra ver o que era e vi uma coisa linda. A filha do meu vizinho voltou pra casa e... Eu estava ouvindo música e tomando sol de biquíni. Eu a tinha visto quando era mais nova e agora era uma mina de 20/21 anos, rabuda, com uns peitos lindos, uma carinha de safada divina e uns lábios que todas invejavam e todos desejavam.
Antes de chamar a atenção dela, me joguei numa espreguiçadeira e fiquei atrás das toalhas e das roupas penduradas no varal. Bem por um buraco entre a parede e uma toalha, dava pra espiar, quase deitado, a morena gostosa de biquíni, deitada de bruços numa esteira, com a parte de cima do conjunto desabotoada e um copo do que parecia ser alguma bebida alcoólica, com uma caixinha de som numa mesinha do lado. Fiquei olhando muito pra rabeta dela e como a parte de trás do biquíni se enfiava entre as nádegas perfeitas. Minha pica tava pulsando e não consegui evitar de me masturbar, desejando transar com uma mulher daquelas. Quando ela se virou e eu pude ver por uns segundos os peitos lindos dela, gozei. Minha pica explodiu e continuei batendo uma enquanto saíam jorros enormes de um líquido mais grosso que o normal, parecia uma cola. Soltei ela e continuaram saindo jorros, sujando as toalhas e o varal, além das minhas pernas e do chão. Me assustei quando vi que alguns jorros foram pra baixo, mas quando vi, todos caíram do lado do muro pro meu lado. Por mais que eu quisesse negar a realidade do que aconteceu na casa da Maeve, nada do que me aconteceu naqueles dias foi normal, e aquela punheta, a primeira que bati depois daquele fim de semana, também não foi nada normal.
Coloquei uma cueca nova e, enquanto limpava tudo, tocaram a campainha. Quando abri, não podia acreditar no que via: a vizinha veio me pedir um copo de suco ou refrigerante. De biquíni e shortinho jeans, com os bicos dos peitos duros que apareciam através da roupinha. "Coisas que não vão te acontecer na vida de puta", pensei, e gaguejei ao responder. Falei que precisava ver porque moro sozinho. "Eu também tô sozinha porque meu pai foi embora e não comprei nada. Posso entrar e me servir um pouco?" ela perguntou, e a Olhei ela de cima a baixo quando ela se mandou. Mal cruzamos a porta, ela continuou me contando: “Tava tomando um licor de melão, que é a única coisa que aproveitei da bagunça de ontem à noite, mas quando tomei o segundo copo, percebi que tava estranho, tipo uma espuminha grossa, e não gos…” A moreninha interrompeu a história e fixou o olhar no volume da minha cueca. Até o jeito dela falar já tinha deixado minha roça dura pra caralho, dava pra ver até a cabeça marcando. Olhei pra ela, ela ficou vermelha e salvou a situação com um “bom, nada, me oferece algo pra beber, por favor?”
Fomos pra cozinha e pegamos uma latinha de cerveja cada um. Quando abrimos outra, ela derrubou no peito e se molhou toda, reclamando que a lata estava agitada e por isso respingou. Não sei de que jeito eu olhei pra ela, que ela mordeu o lábio inferior e disse "para de me olhar assim... não aguento mais". Eu agarrei ela pela cintura, beijei a boca dela e comecei a beijar o pescoço enquanto segurava a bunda dela. Tirei a parte de cima do biquíni e enfiei a cara entre os peitos dela pra chupar tudo. Ela puxou minha cueca pra baixo e meu pau saltou pra fora, e ela respondeu com um "ah, então é assim" e sorriu antes de se ajoelhar e começar a lamber minhas bolas enquanto me punhetava. Ela fez um dos melhores boquetes da minha vida, chupou com dedicação e intensidade, quase com devoção, pode-se dizer. Passava o pau no rostinho dela e me olhava, dizia que era gostoso, grande, que amava aquele pau e queria espremer ele todinho. E fez isso porque me mamou tão gostoso que gozei pra caralho dentro da boca dela. Ela engasgou e ficou com porra escorrendo pelo canto dos lábios, mas segurava meu pau e apertava pra dentro da garganta. Quando tirei, os fios de saliva e porra caíram nos peitos dela. Eu ainda tava duro e ela, ao me ver assim, arregalou os olhos, tirou o short e disse "Me fode com isso, me fode, por favor".
Na bancada da cozinha com a calcinha fio dental de lado, no sofá da sala de quatro, no chão levantando as pernas dela, boquete no corredor que terminou com espanhola e gozada nos peitos dela, perninhas no ombro e cavalgada na cama, contra a parede do chuveiro com a raba toda ensaboada... Não sei por que, mas consegui foder ela assim sem perder a ereção em nenhum momento. Depois de descansar, chupei a buceta dela até ela gozar e comi o cu dela segurando pelo cabelo. Ela ficou exausta, mas continuava excitada e me bateu uma punheta enquanto dizia que era louca pelo meu pau. Perguntei por que ela tinha tido a ideia de vir tocar minha campainha, e ela me lembrou o motivo. do licor e do gosto azedo repentino, a espuma abundante e a cor branca. Fiquei matutando se poderia ter acontecido de um dos meus jatos, pelo menos uma gota da porra que espirrei enquanto a espiava tomando sol, cair no copo de licor dela. Isso explicava o comportamento da vizinha, por mais inacreditável que fosse. Fiquei viajando nesses pensamentos até que ela me perguntou se ia sujar muito ela, e aí eu explodi e molhei de porra os peitos dela, a barriga, parte das pernas e o cabelo. Ela lambeu das mãos e do meu corpo todo o sêmen e se deitou contra mim até a gente dormir. Quando acordei, descobri que ela tinha ido embora e que tinha tirado fotos da raba no meu celular, onde salvou o número dela com o nome de "Sofi, vizinha head master".
Quanto mais eu tentava fugir dessa parada toda, mais minha cabeça me levava pra lugares fundos, e eu me fiz um monte de perguntas: como fazer uma mulher entrar em contato com meu sêmen se eu não consigo, de primeira, transar ou ter umas brincadeiras com ela? O que aquela visão quis dizer com "fica avisado do perigo que é usar esse tipo de arte pra benefício próprio"? Será que o castigo é tão pesado assim se eu tentar? E se der certo e eu puder aproveitar essas "ânsias infinitas"? Pensar nisso me deu uma ereção enquanto eu tirava um cochilo, e com meu novo calibre entre as pernas, ele subia quase até o umbigo. Não conseguia dormir. Em parte por estar duro, e também porque ouvia música vindo da casa ao lado. Saí na sacada/terraço pra ver o que era e vi uma coisa linda. A filha do meu vizinho voltou pra casa e... Eu estava ouvindo música e tomando sol de biquíni. Eu a tinha visto quando era mais nova e agora era uma mina de 20/21 anos, rabuda, com uns peitos lindos, uma carinha de safada divina e uns lábios que todas invejavam e todos desejavam.
Antes de chamar a atenção dela, me joguei numa espreguiçadeira e fiquei atrás das toalhas e das roupas penduradas no varal. Bem por um buraco entre a parede e uma toalha, dava pra espiar, quase deitado, a morena gostosa de biquíni, deitada de bruços numa esteira, com a parte de cima do conjunto desabotoada e um copo do que parecia ser alguma bebida alcoólica, com uma caixinha de som numa mesinha do lado. Fiquei olhando muito pra rabeta dela e como a parte de trás do biquíni se enfiava entre as nádegas perfeitas. Minha pica tava pulsando e não consegui evitar de me masturbar, desejando transar com uma mulher daquelas. Quando ela se virou e eu pude ver por uns segundos os peitos lindos dela, gozei. Minha pica explodiu e continuei batendo uma enquanto saíam jorros enormes de um líquido mais grosso que o normal, parecia uma cola. Soltei ela e continuaram saindo jorros, sujando as toalhas e o varal, além das minhas pernas e do chão. Me assustei quando vi que alguns jorros foram pra baixo, mas quando vi, todos caíram do lado do muro pro meu lado. Por mais que eu quisesse negar a realidade do que aconteceu na casa da Maeve, nada do que me aconteceu naqueles dias foi normal, e aquela punheta, a primeira que bati depois daquele fim de semana, também não foi nada normal.
Coloquei uma cueca nova e, enquanto limpava tudo, tocaram a campainha. Quando abri, não podia acreditar no que via: a vizinha veio me pedir um copo de suco ou refrigerante. De biquíni e shortinho jeans, com os bicos dos peitos duros que apareciam através da roupinha. "Coisas que não vão te acontecer na vida de puta", pensei, e gaguejei ao responder. Falei que precisava ver porque moro sozinho. "Eu também tô sozinha porque meu pai foi embora e não comprei nada. Posso entrar e me servir um pouco?" ela perguntou, e a Olhei ela de cima a baixo quando ela se mandou. Mal cruzamos a porta, ela continuou me contando: “Tava tomando um licor de melão, que é a única coisa que aproveitei da bagunça de ontem à noite, mas quando tomei o segundo copo, percebi que tava estranho, tipo uma espuminha grossa, e não gos…” A moreninha interrompeu a história e fixou o olhar no volume da minha cueca. Até o jeito dela falar já tinha deixado minha roça dura pra caralho, dava pra ver até a cabeça marcando. Olhei pra ela, ela ficou vermelha e salvou a situação com um “bom, nada, me oferece algo pra beber, por favor?”
Fomos pra cozinha e pegamos uma latinha de cerveja cada um. Quando abrimos outra, ela derrubou no peito e se molhou toda, reclamando que a lata estava agitada e por isso respingou. Não sei de que jeito eu olhei pra ela, que ela mordeu o lábio inferior e disse "para de me olhar assim... não aguento mais". Eu agarrei ela pela cintura, beijei a boca dela e comecei a beijar o pescoço enquanto segurava a bunda dela. Tirei a parte de cima do biquíni e enfiei a cara entre os peitos dela pra chupar tudo. Ela puxou minha cueca pra baixo e meu pau saltou pra fora, e ela respondeu com um "ah, então é assim" e sorriu antes de se ajoelhar e começar a lamber minhas bolas enquanto me punhetava. Ela fez um dos melhores boquetes da minha vida, chupou com dedicação e intensidade, quase com devoção, pode-se dizer. Passava o pau no rostinho dela e me olhava, dizia que era gostoso, grande, que amava aquele pau e queria espremer ele todinho. E fez isso porque me mamou tão gostoso que gozei pra caralho dentro da boca dela. Ela engasgou e ficou com porra escorrendo pelo canto dos lábios, mas segurava meu pau e apertava pra dentro da garganta. Quando tirei, os fios de saliva e porra caíram nos peitos dela. Eu ainda tava duro e ela, ao me ver assim, arregalou os olhos, tirou o short e disse "Me fode com isso, me fode, por favor". Na bancada da cozinha com a calcinha fio dental de lado, no sofá da sala de quatro, no chão levantando as pernas dela, boquete no corredor que terminou com espanhola e gozada nos peitos dela, perninhas no ombro e cavalgada na cama, contra a parede do chuveiro com a raba toda ensaboada... Não sei por que, mas consegui foder ela assim sem perder a ereção em nenhum momento. Depois de descansar, chupei a buceta dela até ela gozar e comi o cu dela segurando pelo cabelo. Ela ficou exausta, mas continuava excitada e me bateu uma punheta enquanto dizia que era louca pelo meu pau. Perguntei por que ela tinha tido a ideia de vir tocar minha campainha, e ela me lembrou o motivo. do licor e do gosto azedo repentino, a espuma abundante e a cor branca. Fiquei matutando se poderia ter acontecido de um dos meus jatos, pelo menos uma gota da porra que espirrei enquanto a espiava tomando sol, cair no copo de licor dela. Isso explicava o comportamento da vizinha, por mais inacreditável que fosse. Fiquei viajando nesses pensamentos até que ela me perguntou se ia sujar muito ela, e aí eu explodi e molhei de porra os peitos dela, a barriga, parte das pernas e o cabelo. Ela lambeu das mãos e do meu corpo todo o sêmen e se deitou contra mim até a gente dormir. Quando acordei, descobri que ela tinha ido embora e que tinha tirado fotos da raba no meu celular, onde salvou o número dela com o nome de "Sofi, vizinha head master".
0 comentários - Deannach Sióg - 004 - Tentação Gostosa