Minha namorada gostosa sendo comida por todos

Fomos passar as férias na casa de uns colegas. Na hora de dormir, no meu quarto, dormíamos eu, minha namorada e um amigo numa cama de casal. Eu sempre dormia no meio, separando meu amigo da minha namorada, pra evitar qualquer coisa.

Mas uma noite, Inês, minha namorada, e eu fomos transar no quarto porque meu amigo tinha saído com o resto do pessoal. Foi uma noite louca. Comi ela como se fosse uma puta, em mil posições, batendo nela pra dar mais tesão, mas sem força, xingando ela, gozando na cara dela, etc. Acabei sujando o pijama dela, então ela deitou só de calcinha e com os peitos de fora: ela era loirinha, baixinha, olhos azuis e uns melões enormes, usava sutiã 120.

Como sujei o pijama dela, ela dormiu só de calcinha e eu pelado, mas não pensamos que quando nosso amigo chegasse, ele nos veria pelados. Foi o que aconteceu. Ele chegou, tão bêbado que deitou de cueca. No começo, não percebeu por causa da escuridão, mas quando se acostumou com a pouca luz, viu que quem estava do lado dele não era eu, mas minha namorada, e ainda por cima só de calcinha.

Eu fingi que estava dormindo pra ver a reação dele. Ele ficou de pau duro e começou a se masturbar olhando os peitos da Inês. Nunca tinha visto eles, eram enormes. Ele se atreveu a apalpar e sentiu que estavam bem durinhos. Eram branquinhos, porque ela não tinha coragem de fazer topless. Ele viu os mamilos, que eram enormes, com uma bola do mamilo grande e dura. Lambeu, mordiscou e continuou apalpando enquanto se masturbava. Eu fingia que tava dormindo e a Inês tava mesmo, parecia não sentir nada. Ele criou mais coragem e levantou a calcinha dela de lado, deixando a buceta à mostra. Era bem peluda e muito escura, parecia uma garota bem higiênica, mas tinha um montão de pelos bem descuidados e bem pretos. Ele começou a tocar, roçou no clitóris, enfiou um dedo, depois outro, até três, e ela se arrepiou, mas continuava dormindo.

Meu amigo olhava pra mim, mas eu fingia que tava dormindo. Minha namorada continuava dormindo. Obrigado aos comprimidos que eu tomava pra dormir bem. Meu amigo puxou o pau pra fora, e eu pude ver: era uns 21 cm e bem grosso. Ele tinha fama entre meus amigos de ser bem dotado, e essa fama era mais que merecida. Já tava bem lubrificado porque tinha se masturbado por uns minutos, e, por causa da bebedeira, resolveu meter de lado na buceta dela. Ele se moveu muito rápido, e percebi que gozou pelo grito final. Virou de lado e dormiu. Eu aproveitei pra tocar a buceta da minha namorada e senti ela toda molhada da porra do meu amigo.

Meu amigo comeu minha namorada na minha cara, e eu tive que levantar e bater uma punheta. Depois cobri ela, e ninguém nunca mais falou sobre aquilo. Minha namorada até pediu desculpas pra ele por dormir quase nua do lado dele a noite toda, e ele respondeu que nem tinha percebido.

Mas meu amigo teve que ir embora depois de alguns dias, e o dono da casa convidou o primo dele, que tinha terminado com a namorada e tava passando muito mal.

Fomos buscá-lo no trem e levamos ele pro chalé. Na praia, ele me contou que, nos dois anos com a namorada, eles não tinham transado, só se masturbado um pro outro, e que, como as coisas começaram a dar errado, ele tava há seis meses sem sexo. Disse que tava há seis meses sem gozar e que ficava duro por qualquer coisa — só de uma garota falar com ele já empurrava, mas, por respeito à ex, não queria se masturbar. Na hora, contei pra minha namorada Inês e pedi pra ela dar uma esquentada nele até ele decidir bater uma. Era só uma iniciação pequena pra ele se sentir à vontade pra se masturbar, descarregar aquela porra toda que tava acumulada nos ovos dele e se sentir melhor. Ela disse que faria de tudo pra ajudar.

Ela falou: "Deixa comigo uma tarde." Eu fingi que tava dormindo e fiquei observando como ela ia fazer. Ela se deitou pra pegar sol, colando a toalha do Jorge — era assim que o cara se chamava — na dela, de um jeito que, se ele virasse a cabeça, ia ficar de frente pra buceta dela. Ela se deitou de bruços pra pegar sol e a parte de baixo do biquíni ficou meio de lado, como se uma onda tivesse mexido; quando meu amigo chegou e se deitou, a buceta da minha namorada ficou bem na cara dele, esticando um pouco o braço dava pra tocar. Ele colocou os óculos escuros pra disfarçar e fingir que não tava olhando, mas via perfeitamente aquela buceta na frente dos olhos dele. É uma buceta bem pretinha, mas com os pelos bem cuidados, e a parte de baixo dela é depilada, de um jeito que quando ela abria um pouco as pernas dava pra ver direitinho os lábios da buceta, totalmente rosadinhos, se mexendo. Ela tinha uns lábios exageradamente grandes e bem rosados, e não dava pra saber se era por causa da água ou dos sonhos molhados dela, mas tavam bem molhadinhos. Percebi que o pau dele começou a endurecer e ele teve que se virar de bruços pra disfarçar a ereção.

Inês, minha namorada, sabendo disso, foi pra água e voltou pra se deitar, pedindo pra ele passar bronzeador nela, já que eu tava supostamente dormindo e ela não queria me acordar. Jorge topou, e ela pediu pra ele passar mais creme na área do decote, porque era uma parte que costumava ficar bem vermelha com o sol, e mostrou as mãos cheias de areia, então ela mesma não conseguia passar o creme. Ela colocou tanta quantidade de creme nas mãos dele pro decote quanto pro resto do corpo, e ele começou a esfregar. Tinha tanto bronzeador nos peitos dela que ele ficou uns 10 minutos massageando o começo dos peitos dela até a pele absorver tudo, mas ela, pra deixar ele ainda mais excitado, afastou um pouco o biquíni dos peitos, pra que quando ele não estivesse prestando atenção, com só um olhadinha mais além, pudesse ver os mamilos dela. Eu, de novo, avistei aquele pauzão enorme dentro do short do meu amigo.

Quando chegamos em casa, todo mundo foi buscar pizza, ficando só meu amigo e minha namorada. Meu amigo entrou no chuveiro e, antes de eu ir buscar as pizzas com o resto da galera no carro, pedi pra ele... entrar pra esquentar ele ainda mais. Foi o que fez, ela se pelou toda e quando ele tava tomando banho pelado, ela viu através do box que ele tava com a pica bem dura e bem grossa, uns 20 cm, era gigante, dava até pra ver o tamanho exagerado daqueles ovoes prestes a estourar de tanto leite acumulado em seis meses. Aí, pelada, ela entrou no chuveiro sem fazer barulho e, com ele de costas, agarrou a pica dele e começou a bater uma rapidinho, falando "vai, gostoso". Meu amigo se virou, e ela fingiu que tinha se confundido, que queria fazer aquilo com o namorado dela, ou seja, comigo. Ela soube interpretar e fez que se cobria um pouco, mas deixando ver perfeitamente agora a buceta peluda e molhada e os peitões enormes, com uns bicos enormes tipo bolacha e de um tom rosado. Fingiu um baita susto ao ver ele e fingiu um escorregão, caindo de joelhos e batendo com a cara na pica toda dura, fazendo ele cair de um jeito que ela ficou deitada em cima da pica dele na posição de chupar. Até aí, ela fingiu tudo muito bem, mais que uma puta, parecia uma mina muito atrapalhada e distraída.

Nessa hora, eu bati na porta sabendo que os dois estavam juntos, e ela fingiu, dizendo que eu ia matar ele se pegasse os dois ali juntos, porque nunca ia acreditar no que realmente tinha acontecido. Então, pediu pra ele ficar naquela posição e quieto por mais um tempo, sem se mexer, até eu me pentear e escovar os dentes pra não perceber nada, embora eu soubesse de tudo e me fizesse de besta.

Ele tava deitado com um pau durasso e, em cima dele, ela agora tava de pé se lavando, de um jeito que a água que caía na cabeça dela descia pelo corpo, passava pela buceta e ia parar na boca dele. Ele não aguentava mais, queria se masturbar ali mesmo. Eu saí, mas outro amigo meu queria entrar no banheiro pra cagar e, sem saber de nada, pediu pra minha mina se podia entrar, que ela sentasse no chão da banheira pra ele não ver ela. Através do box do chuveiro, ela entrou. A situação agora era pior, ela sentou de um jeito que a buceta dela esmagou a pica do Jorge, e ao se abaixar mais ainda, enfiou os peitos na cara dele. Jorge não aguentava mais aqueles seis meses sem gozar e via que a qualquer momento poderia se acabar. Ela fingia que não sabia de nada e que só queria passar por aquela situação chata. Mas isso excitava Jorge ainda mais, ver ela tentando segurar os próprios peitos com as mãos para se cobrir, mas a mão não dava conta e os bicos escapavam entre os dedos, e as tetas escapavam das mãos dela batendo na cara do Jorge.

Meu amigo, o cagão, terminou e fechou a porta. Ela abriu o box, levantou um pouco para espiar se já estavam sozinhos e sentou de novo para avisar meu amigo, que estava mudo e assustado, que já podiam se levantar. Mas ao sentar de novo na pica do meu amigo, sem querer, enfiou um pouco. Ela não esperava por isso e, ao tentar se levantar, escorregou no chuveiro e caiu com todo o peso do corpo, enfiando a pica do meu amigo, de uns 20 cm, naquela buceta toda molhada e lubrificada.

Ela só queria excitá-lo, mas a boa ou má sorte fez com que ela fosse penetrada por aquele pau que, por causa daqueles seis meses de inatividade, não conseguiu evitar de gozar dentro dela. Ela, assustada, nem se mexeu, assim como ele. Ficaram parados, deixando ele gozar dentro dela, soltando aquele esperma guardado por seis meses. Quando minha namorada se levantou, saía porra em borbotões de dentro da buceta dela, como se tivesse tido o chuveiro ligado lá dentro expelindo água. Ela, envergonhada, saiu correndo do chuveiro, e ele ficou deitado mais um tempinho lá, se deliciando com aquela gozada.

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