Anel de Hipnose, Parte 3

Espero que vocês estejam gostando da história, deixem +10 pra eu continuar postando partes nesse ritmo. Depois de comer, comecei a pensar em todas as possibilidades que isso me dava, já não era só foder umas vadias, podia ser algo parecido com um deus, podia ter controle sobre o mundo inteiro, ideias assim não paravam de rodar na minha cabeça. Quando terminei, fui direto pra minha casa, onde tive que esconder o anel de novo. Quando bateu vontade de foder, falei pra minha mãe que ia sair e fui pra casa da vizinha, onde estavam ela, o corno e a filha Alba, uma morena um pouco mais velha que eu, uns 20 anos, com um corpo bem equilibrado e cabelo cacheado. Aí me veio uma ideia, já que a Alba ainda não tava sob meu controle, pensei em como seria dominar alguém fora disso, então fiz com que, sem ela suspeitar de nada — já que supostamente eu tava lá porque os pais dela me contrataram pra carregar umas coisas —, ordenei que o pai dela fosse comprar clorofórmio pra dopar ela. Ele voltou correndo com uma garrafa e eu mandei ele dopar ela. No começo, Alba resistiu, mas em poucos segundos apagou. Quando acordou, o pai dela tava terminando de amarrar ela na cama e eu tava chupando os peitos da mãe dela. Alba não acreditava na situação, por uns momentos achava que era tudo um sonho. Eu tinha vendado o dedo do anel pra ela não cair sob meu controle até eu querer. O corno não demorou pra me avisar que a filha querida já tinha acordado. Cheguei perto dele e dei um soco, ele caiu no chão e comecei a chutar ele, tava dando uma surra de verdade e a filha dele tentando se soltar pra ajudar o pai, mas todo esforço era em vão. Depois de dois minutos, deixei ele levantar e ele só me agradeceu por ter batido nele. Alba não entendia nada e aí comecei a explicar. Eu: "Então, Alba, a partir de agora esse vai ser seu novo mundo, seus pais são meus escravos, tão sob meu controle, vou vir foder sua mãe toda Quantas vezes eu quiser e humilhar os dois como bem entender, e você vai ser mais uma, vai fazer tudo que eu mandar na hora que eu mandar, entendeu?" Tirei a mão da boca dela pra deixar ela falar. Alba: "Vai tomar no cu, seu filho da puta, não sei que pussy você fez com meus pais, mas eu não vou participar disso, aliás vou te denunciar por sequestro e agressão." Não deixei ela terminar a frase e enfiei um pepino na boca dela. Eu: "Pronto, calada você fica bem mais gostosa. Já que não vai colaborar por bem, vou ter que te ensinar quem manda. João! Vira sua filhinha pra ela poder ver essa bunda." O pai dela virou ela e baixou a calça dela. Eu: "Isa, vem cá e usa essas tetas pra me masturbar." Isabel: "Claro, meu dono." Ela começou a fazer um boquete enquanto esfregava os peitos em mim. Quando já tava bem duro, mandei parar. Eu: "Beleza, Alba, já tô pronto pra arrebentar esse seu cu. Me diz, já deu por aí alguma vez?" Alba: "QUE?! MÃE, PAI, PAREM ISSO PELO AMOR DE DEUS, QUE pussy VOCÊS TÃO FAZENDO?" Eu: "HAHAHAHAHA, seus pais são minha propriedade agora, não têm opinião, e se tiverem, não importa. Vão fazer o que eu quiser, e agora eu quero te foder. Já que não respondeu, não vou ter a bondade de usar lubrificante." Mal terminei a frase, enfiei a pica de uma vez no cu dela. Ela começou a gritar pedindo ajuda, mas o pai dela, sem eu falar nada, colocou uma mordaça nela. Comecei a foder ela enquanto tava amarrada na cama e gozei no cu dela depois de vários minutos. Eu: "Beleza, Alba, entendeu o que vai viver daqui pra frente?" Alba, entre lágrimas, só conseguiu dizer que me odiava e que ia se vingar. Vendo que era minha vizinha, pensei que ela podia fazer minha família descobrir tudo, então ordenei pros pais dela deixarem ela amarrada por enquanto, já que não queria controlar ela ainda. Depois disso, fodi um tempo com a Isabel enquanto o marido dela olhava. Ver aquela cena de dominação no corno enquanto a filha chorava pelo que fizeram com ela... Os pais dela me deram uma descarga de adrenalina pela minha superioridade total, então acelerei o ritmo pra gozar na buceta da Isa. Despejei uma porrada de porra dentro dela e falei pro cuck nem pensar em limpar. Assim que ele concordou, comecei a rir enquanto batia nele. Passei uns 10 minutos chutando ele até cansar e deixei ele largado lá na casa dele. Mandei ele falar no trampo que tava doente pra ninguém ver os hematomas e roubei todo o dinheiro que ele tinha na carteira. Antes de ir, enfiei um pepino no cu da Alba e falei pra mãe dela não tirar a noite inteira — ela obedeceu enquanto minha porra escorria da buceta dela. Depois disso, fui pra minha casa.

Assim que cheguei, tratei de mandar uma série de regras no grupo da sala pra todo mundo no colégio:
1. As mulheres têm que ir muito arrumadas pra aula, e a roupa íntima tem que ser lingerie.
2. Amanhã, assim que chegarem, todas as mulheres têm que ficar em fila pra eu classificar por categoria, de acordo com o físico, definindo quem fica em cada sala.
3. As professoras também vão ser avaliadas amanhã.
4. Qualquer pessoa que tenha namorado(a) não pode mais tocar nela, estando os dois dentro do colégio ou mesmo um fora.
5. Todo mundo tem que me mandar fotos das mães, irmãs e namoradas. Se eu gostar, vocês têm que dar um jeito de trazê-las no dia seguinte pra caírem na minha dominação.

Depois de ter certeza de que todo mundo recebeu a mensagem, fui dormir.

Na manhã seguinte, acordei e fui pra aula. Quando cheguei, encontrei todas as mulheres extremamente arrumadas — todas lindas, maquiadas, com roupas que valorizavam muito. A maioria dos caras tava babando, mas obviamente ninguém tinha direito de tocar em nenhuma. Fui avaliando: tinha várias categorias:
– A: as mais gostosas
– B: algumas que tinham algum defeito
– C: as mais feias

Depois de classificar todas, montei meu harém pessoal com as mais gostosas. Tinha 9 alunas e 2 professoras. A partir de agora, elas passariam todas as manhãs me satisfazendo. Pra começar, fiz elas deixarem uma sala só pra mim e meu harém, onde colocaram dois sofás da sala de espera pra eu ficar mais confortável enquanto comia aquelas vadias. Mandei todas ficarem de lingerie e comecei com uma das gostosas mais bonitas do meu colégio, a Andrea. Ela é bem alta, tem dois peitões, é loira e tem uma cara de puta do caralho. Usa óculos e parece atriz pornô.

Só de ver ela de lingerie, já fiquei de pau duro e comecei a meter sem preliminares. Comecei a socar bem forte e via os peitos dela quicando a cada estocada. Tava praticamente realizando um sonho, e ainda tinha outras 11 putas esperando pra serem comidas, incluindo duas das minhas professoras. Eu era a pessoa mais sortuda do mundo e, com tanta excitação, não consegui evitar gozar dentro dela. Ela ficou largada no sofá enquanto meu leite escorria dela.

Como ela não parecia muito cansada pra um segundo round, decidi que era hora de continuar com as outras. Joguei a Andrea no chão e deixei ela lá largada. O resto da manhã fui comendo as outras, menos as professoras — com elas eu tinha planos mais interessantes. Comi a Virgínia, a Natália, a Carmen, a Irene e várias que vocês ainda não conhecem, mas vão ter seu momento de destaque nessa história.

Quando o sinal tocou, fui tomar algo com o dinheiro do corno do Juan. Também comprei umas drogas pra experimentar na próxima vez que transasse. Depois fui pra minha casa, mas antes passei na casa da vizinha. Lá vi a Alba com o cu sangrando por causa do pepino, que ainda tava enfiado. Ela tava amarrada e desmaiada, acho que de dor. O Juan, por outro lado, tava no sofá todo cheio de hematomas e ferimentos da surra que eu dei nele. Ri do quão patético ele era e fui pra minha casa.

Quando cheguei, não tinha mais energia nenhuma e capotei até o dia seguinte. Espero que vocês gostem. Tô pensando em começar outra. série, mas não vou deixar essa de lado

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