Oi, meu nome é Teresa e preciso contar isso porque, na real, foi meu despertar sexual. E claro, porque me deixa com tesão. A verdade é que não sei bem como tudo começou, mas o fato é que sou a "escrava sexual" do porco do meu vizinho, e o pior de tudo é que não sei como evitar, porque ele me tem na mão... vou explicar. Tenho 18 anos recém-completados, meço 1,60, sou bem magrinha, mas Deus me deu os peitos da minha mãe, ou seja, tenho um 90. Até este Natal, minha vida era completamente normal.
As férias de Natal começaram e meus pais foram esquiar, eu fiquei em casa com meu irmão mais velho pra poder ficar mais com minhas amigas e tal.
No dia 21 de dezembro, fui pra festa com minhas amigas pra "comemorar o Natal" hehehe, sempre gostei de me vestir bem e naquele dia coloquei um vestido de lycra preto com uns saltões e decidi que naquele dia eu tinha que pegar o cara que eu gostava. Não sou virgem, mas a verdade é que minhas experiências sexuais foram poucas e nada demais. Indo direto ao ponto, saí naquela noite decidida a foder o Carlos, um cara 3 anos mais velho que eu, amigo do meu irmão, mas o filho da puta não só me ignorou, como ainda pegou uma amiga minha... Isso fez com que eu me dedicasse a beber e me divertir. Então, às 7 da manhã cheguei em casa bem bêbada e, oh! Surpresa, sem chaves, porque uma amiga minha tinha levado elas e ainda por cima sem bateria no celular pra ligar pra ela, meu irmão tinha ido dormir na casa da namorada, então eu tava às 7 da manhã na porta do prédio e sem poder entrar em casa até umas 4 da tarde, quando meu irmão voltasse, e ainda vestida igual uma gostosa. Aí lembrei do Pedro, um vizinho com quem meus pais se davam bem, mas que eu odiava porque era um gordo nojento, que sempre andava meio bêbado desde que a esposa morreu e que toda vez que entrava no elevador comigo me olhava de um jeito horrível, mas era a única alternativa pra eu Deixa eu ficar na sua casa até minha amiga acordar e poder me trazer as chaves. Além disso, pensei, do jeito que eu tô vestida, com certeza ele não vai negar nada do que eu pedir. Então apertei a campainha do Pedro e:
- Oi Teresa, aconteceu alguma coisa?
- Oi Pedro, não, nada, não se preocupa (com voz de anjo) é que minha amiga levou as chaves e meus pais e meu irmão não tão em casa, posso entrar na sua casa e esperar até minha amiga trazer elas?
O corno do Pedro tava de cueca (samba-canção) e uma regata que ia estourar de tão gordo que ele era. E não tirava os olhos de mim, mas pensei, melhor ser encarada por um porco do que ficar na rua, além disso já tava acostumada a ser olhada assim.
- Beleza, entra, entra e fica tranquila que não tem problema
- Valeu Pedro, desculpa, posso ir no banheiro?
- Pode sim, claro, entra, entra
Fui no banheiro e tirei o pouco de speed que tinha sobrado (de vez em quando gosto de usar algo, além disso não podia cair no sono com aquele nojento). Entrei como tava e os nervos por causa dos olhares dele me fizeram esquecer de trancar a porta, e o filho da puta abriu a porta quando ele achou que eu tava mijando...
- Porra, a menininha se cuidando, hein?
- Eeeeee Pedro, não, isso não é o que você tá pensando
- Ah não? E o que é então? Cê tá se drogando? Na minha casa! Vou contar pros seus pais
- Nããão, não, por favor não conta, por favor, por favor
- Vou contar sim!
Não sabia o que fazer, então me abracei nele implorando pra ele não contar, mas de repente senti as mãos nojentas dele na minha bunda:
- Pedro, mas o que cê tá fazendo?
- Teresa, se você não quer que nada aconteça, cala a boca e faz o que eu mandar
- Mas Pedro, o que cê tá fazendo, me solta, não, não, por favor
- Falei pra calar a boca ou quer que eu ligue pros seus pais agora?
Então me resignei e deixei ele apalpar minha bunda, tava de meia que ele não demorou pra rasgar pra roçar os dedos na minha bucetinha, dedos grossos que no começo me davam nojo mas que com as... roças (e sem eu controlar) começaram a me deixar com tesão, será que aquela situação de puta estava me deixando com tesão, porra era um gordo nojento que cheirava mal e estava me deixando muito mas muito puta:
- Porra com a Teresinha, se essa aqui tá molhada, no final vocês são todas iguais, umas vadias
Eu não sabia o que dizer porque a verdade é que estava gostando do jeito que ele me tocava e um gemido escapou, além disso, apertada contra ele, sentia um volume enorme na cueca dele, algo tão grande que nunca tinha visto. De repente ele levantou meu vestido e me deixou de tanga e sutiã, com a meia rasgada e os saltos nos pés, me empurrou pro sofá e disse:
- Você é uma putinha jovem e sabe o que se faz com as vadias??? É meter nelas!!!
- Fica de joelhos, raposinha, e nem pense em negar nada
Dentro de mim eu pensava que era uma situação nojenta, o asqueroso gordo estava me forçando, mas a verdade é que estava ficando com um tesão danado por ele me desejar daquele jeito. Ele sentou numa poltrona e baixou a cueca, porra que pedaço de pau!!! Nunca na minha vida tinha visto um pau daquele, só em algum filme pornô, mas aquele estava na minha frente, eu estava de joelhos e ele me obrigou a chupar. O filho da puta mal cabia na minha boca (lembra que sou pequenininha), minha mão não conseguia rodear aquele pau enorme e o pior, eu estava tão com tesão que só queria chupar ele e depois ser fodida.
Chupei o pau como nunca tinha chupado outro, enquanto ele me puxava pelo cabelo e falava um monte de putaria. O cheiro da virilha dele era nojento, mas isso me deixava super doida, comecei a me dedilhar enquanto
- Devagar, Teresinha, que até sua amiga chegar ainda tem muito tempo e a gente tem muito tempo,
ele me despiu completamente, ele media 1,80 então imaginem como eu era pequena do lado dele, me pegou no colo (deus, como o hálito dele cheirava) e me montou no pau dele, minha buceta era quase virgem e bem apertada, então com aquele pedaço de O cock me machucou tanto que eu gritei e até lágrimas escorreram, mas a cada estocada que ele dava, a dor diminuía e o prazer aumentava, porra, como ele comia. Apoiei numa cômoda e pra conseguir meter o cock, ele teve que levantar a barriga. Enfiou de novo e começou a me foder, enquanto apalpava meus peitos e falava:
- Mas que puta você é, tem os peitos da sua mãe e a cara de puta dela.
- Pedro, porco do caralho, me fode e goza logo, seu porco imundo, viado.
- Viado!!! Sua putinha, se na sua vida te comeram como eu como, desce aqui e vira, foxy, que vou desvirginar esse seu cu pra você lembrar de mim pelo resto da vida.
Desci da cômoda, ele me colocou de quatro na mesa da sala, cuspiu nas mãos, passou no cock, mesmo ele já estando encharcado da minha buceta, e enfiou no meu cu. O que eu pensei que ia ser dor virou prazer, me ver no espelho que tinha ali enquanto aquele nojento me comia me deixou mais tesuda e, sem pensar, falei:
- Seu gordo filho da puta, fode minha bucetinha e deixa meu cu quieto.
Assim que ele enfiou, eu gozei, saiu tanto líquido da minha pussy que parecia que eu tinha mijado.
- Ha ha ha, olha a putinha gozando (sem parar de me foder).
De repente, ele me agarrou pelo cabelo, me jogou no chão e disse: "abre a boca, foxy, que vou encher ela de porra". Eu estiquei a língua e o filho da puta gozou até encher minha boquinha, saiu tanta porra que escorria pelos cantos dos lábios, e eu engoli.
- Olha a menina que virou mulher e engole tudo, vem cá.
Ele me pegou pelo cabelo, me jogou no sofá (eu pensei que aquele cara, velho e gordo do jeito que era, depois da fodida que tinha dado, ia parar, mas não). Abri minhas pernas e ele enfiou o cock de novo, nem sei quantas vezes gozei, só sei que depois de umas duas horas me comendo de todas as formas possíveis, ele gozou de novo, dessa vez na minha cara. Mandou eu me lavar, me vestir, me deu um telefone e disse: liga pra sua amiga e manda ela vir. Liguei pra Paula e quando ela chegou... Me despedi do Pedro e ele só me disse: "Menina, não esquece o que eu sei sobre você, vou te ver de novo".
Nos dias seguintes, eu não sabia bem o que tinha acontecido, botava a culpa no álcool e no speed e não queria acreditar que eu tinha gostado do que rolou. Além disso, minha buceta e meu cu tavam doendo e eu não tava afim de nada. Passei o Natal e comecei o curso, o Pedro não tinha feito mais nada além de me olhar com cara de safado no elevador e olhe lá, na verdade ele quase nem falava mais comigo, o que me deixava bem inquieta.
Um dia precisei subir no depósito pra pegar uns livros e quando entrei no elevador, o Pedro entrou junto. Eu tava de roupa de academia, um coque e camiseta. O Pedro entrou no elevador como sempre, mas naquele dia foi diferente, ele subiu comigo até o depósito (que fica do lado do nosso) mas no meio da escada ele me disse:
-Teresinha, te falei que você ia provar meu pau de novo e agora é a hora.
A verdade é que por um lado eu sentia nojo, mas por outro, confesso que me masturbei pensando naquela noite, me excita pensar naquele pau e no prazer que ele me dava, e principalmente em como ele me desejava e eu fantasiava com a cara de safado dele se masturbando pensando em mim. Sentei na escada, enquanto ele abaixava a calça e tirava aquele membro enorme e, segurando ele, falei: "Vamos, filho da puta, me trata como eu mereço, eu sou sua puta e puta tem que ser fodida"... 20 minutos depois, eu já tava desejando o gozo do Pedro na minha cara.....
As férias de Natal começaram e meus pais foram esquiar, eu fiquei em casa com meu irmão mais velho pra poder ficar mais com minhas amigas e tal.
No dia 21 de dezembro, fui pra festa com minhas amigas pra "comemorar o Natal" hehehe, sempre gostei de me vestir bem e naquele dia coloquei um vestido de lycra preto com uns saltões e decidi que naquele dia eu tinha que pegar o cara que eu gostava. Não sou virgem, mas a verdade é que minhas experiências sexuais foram poucas e nada demais. Indo direto ao ponto, saí naquela noite decidida a foder o Carlos, um cara 3 anos mais velho que eu, amigo do meu irmão, mas o filho da puta não só me ignorou, como ainda pegou uma amiga minha... Isso fez com que eu me dedicasse a beber e me divertir. Então, às 7 da manhã cheguei em casa bem bêbada e, oh! Surpresa, sem chaves, porque uma amiga minha tinha levado elas e ainda por cima sem bateria no celular pra ligar pra ela, meu irmão tinha ido dormir na casa da namorada, então eu tava às 7 da manhã na porta do prédio e sem poder entrar em casa até umas 4 da tarde, quando meu irmão voltasse, e ainda vestida igual uma gostosa. Aí lembrei do Pedro, um vizinho com quem meus pais se davam bem, mas que eu odiava porque era um gordo nojento, que sempre andava meio bêbado desde que a esposa morreu e que toda vez que entrava no elevador comigo me olhava de um jeito horrível, mas era a única alternativa pra eu Deixa eu ficar na sua casa até minha amiga acordar e poder me trazer as chaves. Além disso, pensei, do jeito que eu tô vestida, com certeza ele não vai negar nada do que eu pedir. Então apertei a campainha do Pedro e:
- Oi Teresa, aconteceu alguma coisa?
- Oi Pedro, não, nada, não se preocupa (com voz de anjo) é que minha amiga levou as chaves e meus pais e meu irmão não tão em casa, posso entrar na sua casa e esperar até minha amiga trazer elas?
O corno do Pedro tava de cueca (samba-canção) e uma regata que ia estourar de tão gordo que ele era. E não tirava os olhos de mim, mas pensei, melhor ser encarada por um porco do que ficar na rua, além disso já tava acostumada a ser olhada assim.
- Beleza, entra, entra e fica tranquila que não tem problema
- Valeu Pedro, desculpa, posso ir no banheiro?
- Pode sim, claro, entra, entra
Fui no banheiro e tirei o pouco de speed que tinha sobrado (de vez em quando gosto de usar algo, além disso não podia cair no sono com aquele nojento). Entrei como tava e os nervos por causa dos olhares dele me fizeram esquecer de trancar a porta, e o filho da puta abriu a porta quando ele achou que eu tava mijando...
- Porra, a menininha se cuidando, hein?
- Eeeeee Pedro, não, isso não é o que você tá pensando
- Ah não? E o que é então? Cê tá se drogando? Na minha casa! Vou contar pros seus pais
- Nããão, não, por favor não conta, por favor, por favor
- Vou contar sim!
Não sabia o que fazer, então me abracei nele implorando pra ele não contar, mas de repente senti as mãos nojentas dele na minha bunda:
- Pedro, mas o que cê tá fazendo?
- Teresa, se você não quer que nada aconteça, cala a boca e faz o que eu mandar
- Mas Pedro, o que cê tá fazendo, me solta, não, não, por favor
- Falei pra calar a boca ou quer que eu ligue pros seus pais agora?
Então me resignei e deixei ele apalpar minha bunda, tava de meia que ele não demorou pra rasgar pra roçar os dedos na minha bucetinha, dedos grossos que no começo me davam nojo mas que com as... roças (e sem eu controlar) começaram a me deixar com tesão, será que aquela situação de puta estava me deixando com tesão, porra era um gordo nojento que cheirava mal e estava me deixando muito mas muito puta:
- Porra com a Teresinha, se essa aqui tá molhada, no final vocês são todas iguais, umas vadias
Eu não sabia o que dizer porque a verdade é que estava gostando do jeito que ele me tocava e um gemido escapou, além disso, apertada contra ele, sentia um volume enorme na cueca dele, algo tão grande que nunca tinha visto. De repente ele levantou meu vestido e me deixou de tanga e sutiã, com a meia rasgada e os saltos nos pés, me empurrou pro sofá e disse:
- Você é uma putinha jovem e sabe o que se faz com as vadias??? É meter nelas!!!
- Fica de joelhos, raposinha, e nem pense em negar nada
Dentro de mim eu pensava que era uma situação nojenta, o asqueroso gordo estava me forçando, mas a verdade é que estava ficando com um tesão danado por ele me desejar daquele jeito. Ele sentou numa poltrona e baixou a cueca, porra que pedaço de pau!!! Nunca na minha vida tinha visto um pau daquele, só em algum filme pornô, mas aquele estava na minha frente, eu estava de joelhos e ele me obrigou a chupar. O filho da puta mal cabia na minha boca (lembra que sou pequenininha), minha mão não conseguia rodear aquele pau enorme e o pior, eu estava tão com tesão que só queria chupar ele e depois ser fodida.
Chupei o pau como nunca tinha chupado outro, enquanto ele me puxava pelo cabelo e falava um monte de putaria. O cheiro da virilha dele era nojento, mas isso me deixava super doida, comecei a me dedilhar enquanto
- Devagar, Teresinha, que até sua amiga chegar ainda tem muito tempo e a gente tem muito tempo,
ele me despiu completamente, ele media 1,80 então imaginem como eu era pequena do lado dele, me pegou no colo (deus, como o hálito dele cheirava) e me montou no pau dele, minha buceta era quase virgem e bem apertada, então com aquele pedaço de O cock me machucou tanto que eu gritei e até lágrimas escorreram, mas a cada estocada que ele dava, a dor diminuía e o prazer aumentava, porra, como ele comia. Apoiei numa cômoda e pra conseguir meter o cock, ele teve que levantar a barriga. Enfiou de novo e começou a me foder, enquanto apalpava meus peitos e falava:
- Mas que puta você é, tem os peitos da sua mãe e a cara de puta dela.
- Pedro, porco do caralho, me fode e goza logo, seu porco imundo, viado.
- Viado!!! Sua putinha, se na sua vida te comeram como eu como, desce aqui e vira, foxy, que vou desvirginar esse seu cu pra você lembrar de mim pelo resto da vida.
Desci da cômoda, ele me colocou de quatro na mesa da sala, cuspiu nas mãos, passou no cock, mesmo ele já estando encharcado da minha buceta, e enfiou no meu cu. O que eu pensei que ia ser dor virou prazer, me ver no espelho que tinha ali enquanto aquele nojento me comia me deixou mais tesuda e, sem pensar, falei:
- Seu gordo filho da puta, fode minha bucetinha e deixa meu cu quieto.
Assim que ele enfiou, eu gozei, saiu tanto líquido da minha pussy que parecia que eu tinha mijado.
- Ha ha ha, olha a putinha gozando (sem parar de me foder).
De repente, ele me agarrou pelo cabelo, me jogou no chão e disse: "abre a boca, foxy, que vou encher ela de porra". Eu estiquei a língua e o filho da puta gozou até encher minha boquinha, saiu tanta porra que escorria pelos cantos dos lábios, e eu engoli.
- Olha a menina que virou mulher e engole tudo, vem cá.
Ele me pegou pelo cabelo, me jogou no sofá (eu pensei que aquele cara, velho e gordo do jeito que era, depois da fodida que tinha dado, ia parar, mas não). Abri minhas pernas e ele enfiou o cock de novo, nem sei quantas vezes gozei, só sei que depois de umas duas horas me comendo de todas as formas possíveis, ele gozou de novo, dessa vez na minha cara. Mandou eu me lavar, me vestir, me deu um telefone e disse: liga pra sua amiga e manda ela vir. Liguei pra Paula e quando ela chegou... Me despedi do Pedro e ele só me disse: "Menina, não esquece o que eu sei sobre você, vou te ver de novo".
Nos dias seguintes, eu não sabia bem o que tinha acontecido, botava a culpa no álcool e no speed e não queria acreditar que eu tinha gostado do que rolou. Além disso, minha buceta e meu cu tavam doendo e eu não tava afim de nada. Passei o Natal e comecei o curso, o Pedro não tinha feito mais nada além de me olhar com cara de safado no elevador e olhe lá, na verdade ele quase nem falava mais comigo, o que me deixava bem inquieta.
Um dia precisei subir no depósito pra pegar uns livros e quando entrei no elevador, o Pedro entrou junto. Eu tava de roupa de academia, um coque e camiseta. O Pedro entrou no elevador como sempre, mas naquele dia foi diferente, ele subiu comigo até o depósito (que fica do lado do nosso) mas no meio da escada ele me disse:
-Teresinha, te falei que você ia provar meu pau de novo e agora é a hora.
A verdade é que por um lado eu sentia nojo, mas por outro, confesso que me masturbei pensando naquela noite, me excita pensar naquele pau e no prazer que ele me dava, e principalmente em como ele me desejava e eu fantasiava com a cara de safado dele se masturbando pensando em mim. Sentei na escada, enquanto ele abaixava a calça e tirava aquele membro enorme e, segurando ele, falei: "Vamos, filho da puta, me trata como eu mereço, eu sou sua puta e puta tem que ser fodida"... 20 minutos depois, eu já tava desejando o gozo do Pedro na minha cara.....
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