Já tinham se passado 2 meses desde o que aconteceu com aquele preto na nossa casa e a gente praticamente tinha esquecido, como combinamos eu e minha mãe, em nenhum momento daqueles 2 meses a gente tinha falado sobre o ocorrido nem contado pra mais ninguém, agíamos como se tudo tivesse sido um pesadelo e, embora minha mãe tentasse fingir que nada estava acontecendo, dava pra ver no comportamento dela que algo tinha mudado dentro dela, principalmente na atitude dela comigo, muito mais fria e distante, como se me culpasse por tudo e fosse verdade o que aquele preto tinha dito sobre o ocorrido, que a culpa era toda minha.
Naqueles 2 meses a gente não tinha tido mais notícias do preto e eu nunca comentei com minha mãe que tinha recebido um DVD onde mostrava tudo o que ela tinha tido que fazer com o preto na nossa casa e comigo na frente. Era quarta-feira, o dia em que eu mais lembrava do ocorrido, porque tudo tinha acontecido numa quarta-feira e, como toda quarta-feira, meu pai foi trabalhar e ficamos eu e minha mãe sozinhos por volta das 22:00 da noite, quando, 20 minutos depois de meu pai ter ido trabalhar, ouvi o som da campainha da porta — um arrepio percorreu minhas costas.
Minha mãe estava na cozinha preparando o jantar e não ouviu, então fui eu ver quem tinha chamado. Ao olhar pelo olho mágico, vi um garoto preto de uns 17 anos e minha primeira reação foi me jogar pra trás instintivamente, com um medo terrível e inexplicável. Não sabia quem era nem que porra queria, mas só pela hora que era e pela cor da pele dele, decidi que seria melhor não abrir e esperar que ele pensasse que não tinha ninguém e fosse embora, mas aquele garoto insistiu e chamou mais 3 vezes na campainha.
Dessa vez minha mãe ouviu e saiu no corredor:
"O que foi, Marcos? Por que você não abre a porta?"
As palavras da minha mãe me acalmaram em parte, afinal de contas, não passava de um garoto que não tinha nada a ver com aquele filho da puta, além da mesma cor de pele, então abri a porta e ele... Perguntei o que ele queria naquela hora.
"Boa noite, estava procurando sua mãe" disse o garoto negro.
"Minha mãe? Pra que você quer minha mãe? De onde você conhece ela?" respondi eu, bem desconfiado.
"Eu não conheço ela de nada, mano, mas meu pai sim, e vim buscar ela porque meu pai me disse que ela faz uns boquetes incríveis."
Um segundo antes de o garoto terminar a frase e fechar a boca, o negro que tinha estuprado minha mãe apareceu bem atrás dele. Devia ter se escondido atrás da parede e esperado o momento certo. Como a luz do hall estava apagada, eu nem tinha notado outra presença, só tinha reparado naquele garoto. Instintivamente, tentei fechar a porta, mas o garoto colocou o pé, impedindo que eu a fechasse. Agora que eu via ele bem, era mais alto do que eu esperava quando olhei pelo olho mágico. Ele empurrou a porta e conseguiu me jogar para trás, o que o outro negro aproveitou para ajudar e entrar em casa. Fecharam a porta, e o porra do velho nos cumprimentou educadamente.
"Boa noite, moleque. Vejo que você continua sem aprender educação. Essas são maneiras de tratar um velho amigo? Fechando a porta na minha cara?"
"Cai fora daqui, filho da puta. Cai fora ou eu te mato!" gritei com toda minha raiva.
"Já vi que sim, que você continua sem aprender educação nem bons modos. Vejo que fizemos bem em vir te dar uma nova lição."
Eu me joguei nele, mas o garoto, que tinha ficado parado e calado o tempo todo, me deu um chute e me jogou no chão.
"Você tinha razão, pai. Esse branco não é nada amigável."
Naquele momento, entendi quem era aquele garoto negro que acompanhava o bastardo da outra vez. Mamãe continuava parada e assustada na soleira da porta da cozinha, sem dizer nada.
"Calma, calma, rapaz. Somos amigos, porra. Tem confiança, caralho. Se da outra vez eu comi sua mãe, sou quase seu pai, hahaha. Vou te explicar o que estou fazendo aqui, porque te veio surpreso e também sua mãe que ficou muda, fala menos do que quando tinha meu pau na boca dela, hahaha, bem, vamos ao que interessa, esse aqui é meu filho, pode chamar ele de Mandingo, não é o nome dele mas na quebrada chamam assim, hoje é o aniversário de 18 anos dele e o idiota ainda é virgem, ele me confessou hoje e pensei que um bom pai devia apresentar ele a uma boa mulher que ajude com o problema dele, pensei em levar ele num puteiro mas de repente lembrei da sua mãe então mostrei pra ele aquele vídeo tão bom que a gente gravou outro dia e ele achou muito bom estrear com uma mulher branca gostosa como ela, por isso estamos aqui".
"Esquece, filho da puta, vou te matar" gritei de novo do chão enquanto o filho dele me dava um chute na barriga.
"Que pavio curto, rapaz, que pavio curto, dessa vez vim na paz, olha que nem trouxe minha câmera de vídeo pra vocês verem que quero que isso seja íntimo e fique entre amigos"
"Não vou fazer nada com seu filho, cai fora daqui, seu merda", pela primeira vez minha mãe resolveu falar e foi pra mandar os dois negões pra puta que pariu.
"Senhora, vejo que a senhora também não aprendeu muito da outra vez, vim aqui pra meu filho se divertir com a senhora mas vejo que vou ter que dar uma nova lição também, vou explicar: ou faz o que eu mando ou o DVD que mandei vai estar amanhã na internet e a senhora vai virar rainha do pornô amador"
"DVD? Que DVD, seu filho da puta?"
"Poxa, vejo que seu filhinho não contou nada, que isso, moleque, cê ficou batendo punheta pro DVD que te mandei e não contou nada pra sua mãe? hahaha, que sem-vergonha você é, garoto".
Mamãe me lançou um olhar de ódio que gelou meu sangue enquanto o preto explicava tudo, mamãe sabia perfeitamente que aquele cara tinha gravado tudo então não estranhou o DVD, o preto tinha uma cópia com ele e obrigou mamãe a colocar na sala de casa, mamãe desligou depois de alguns minutos e algumas lágrimas escorriam pelo suas bochechas.
"O que foi, senhora? Não gostou do DVD que meu pai fez pra você? Você sai muito gostosa, principalmente quando aparece de quatro, hehe."
"Bom, como eu disse, viemos numa boa, então dessa vez não vamos amarrar ninguém nem vou ter que ameaçar vocês com uma faca. Mas já que seu filho se comportou muito mal e vi que não aprendeu a lição da outra vez, ele vai ter que ficar pra ver tudo."
Eu me levantei do chão todo ferido e gritei pra eles esquecerem aquilo e saírem da minha casa.
"E se a gente não quiser ir embora, o que que acontece, moleque?"
Não respondi aquilo. Sabia que eles eram maiores e mais fortes que eu, e ainda eram dois. Não tinha chance nenhuma de tirar eles de casa na porrada.
"Tô vendo que você sabe o que é bom pra você, moleque. Fez bem em ficar calado."
Tentei sair de casa, mas quando cheguei perto da porta, o preto falou:
"Onde é que você vai, garoto? Quer nos deixar sozinhos com sua mãe? Tô vendo que você é todo sexy de boca, mas na hora H você caga de medo. Olha só, que filho da puta, não ajuda a mãe, haha."
"Pai, quero que ele fique. Por ser sexy e otário, esse aí tem toda cara de ser um desses branquinhos metidos que se acham superiores aos outros, mas que se não tiverem em grupinho, se mijam todo. Deixa ele ficar e ver como eu vou meter fogo na mãe dele."
"Ouviu meu filho, moleque? Além disso, não confio muito em você. Se eu deixar você ir, pode chamar os vizinhos ou a polícia. Então é melhor você ficar aqui. Mas pra você ver minha boa vontade, não vou te amarrar nem amordaçar."
"Não vou ficar aqui, seus filhos da puta. Me deixem sair."
"Senhora, convença seu filho, porque se ele sair de casa, eu vou postar o vídeo na internet."
Eu falei que tava pouco me fodendo e ameacei abrir a porta, quando aconteceu algo que me surpreendeu mais que tudo: minha mãe chegou perto de mim e me deu um tapa. O segundo em menos de dois meses, e dessa vez ela confirmou todas as minhas suspeitas.
"Senta e fica aqui. Isso tudo é culpa sua, então obedece e cala a boca."
"Faz o que sua mãe tá mandando, moleque." — ele disse. filho
Completamente humilhado, sentei numa cadeira como da outra vez, só que dessa vez não fui amarrado nem amordaçado.
O pai e o filho tiraram a mesinha do centro da sala e colocaram o sofá na minha frente, a uns 3 metros. Começaram a se despir até ficarem completamente nus na minha frente e na da minha mãe. Claro, aqueles dois homens só pareciam pai e filho numa coisa: a pica. Os dois tinham uma pica enorme. Aquele moleque de 18 anos tinha uma até maior que a do filho da puta do pai. De resto, o garoto, diferente do pai, era todo depilado e não era gordo como o pai, mas sim mais definido, com abdômen e músculos do corpo marcados. Os dois sentaram no sofá e o pai disse pra mim:
"Pega nossa roupa e dobra enquanto sua mãe nos atende."
Eu não me mexi do lugar até que minha mãe se virou e, me olhando, só falou:
"Faz."
Tive que pegar a roupa daqueles porcos e dobrar.
"Beleza, senhora. Quero que deixe nossas picas bem duras sem nos tocar. Vamos ver o que você sabe fazer."
Mamãe pareceu entender o que aquele homem queria e começou a se mexer de forma sensual. Sabia que estávamos nas mãos deles: ou fazia o que queriam, ou o vídeo da minha mãe seria publicado pra nossa humilhação, já que no vídeo ela não parecia ser forçada a nada, porque foi editado de um jeito que ela se mostrava uma verdadeira puta faminta de pica.
Minha mãe tirou a camiseta e a calça, ficando só de lingerie no meio da sala.
"Não tem muito ritmo, senhora. Da outra vez, você se saiu melhor com minha pica no seu cu no ritmo de Bob Marley", disse o porco do pai.
"Mostra esses peitos pra gente, senhora", falou o filho.
Mamãe não levantava os olhos do chão e levou as mãos para o fecho do sutiã, mas antes que tirasse, o preto disse:
"Um momento, senhora. Melhor seu filho tirar. Dá uma ajuda."
Dessa vez também não me mexi, mas não precisou. que minha mãe não dissesse nada, um novo olhar bastou pra entender que eu tinha que fazer aquilo, morto de nojo e ódio daqueles dois caras, me levantei da cadeira e desabotoei o sutiã da minha mãe, deixando os peitos dela à vista do pai e do filho.
"Belos peitos, senhora" disse o moleque
"Moleque, agora quero que você peça pro meu filho abaixar a calcinha da sua mãe"
"Vai se foder, filho da puta" eu falei.
"Vejo que não estamos avançando, explique você mesma, senhora"
Com lágrimas nos olhos, minha mãe me olhou de novo com um olhar carregado de rancor e falou claramente.
"Pede pra ele"
"Seja mais clara, senhora, que seu filho é duro de entender"
"Pede pra ele abaixar minha calcinha"
Agora era eu quem, olhando pro chão, falei
"Abaixa a calcinha da minha mãe"
"Com educação, rapaz, com educação" o pai me disse
"Por favor, tira a calcinha da minha mãe"
"Tá feito, moleque"
O tal Mandingo se levantou do sofá e, ajoelhando na frente da minha mãe, pegou a calcinha dela pelos dois lados e bem devagar foi abaixando, parou um instante com a buceta da minha mãe na frente dos olhos dele e a calcinha nos joelhos.
"Anda um pouco com a calcinha nos joelhos, senhora, sem deixar cair no chão"
Minha mãe obedeceu, andando pela sala com a calcinha nos joelhos, parecia um pinguim andando quase pulando e com os peitos balançando por causa dos movimentos ridículos que ela tinha que fazer pra calcinha não descer mais.
Depois Mandingo se ajoelhou de novo na frente da minha mãe e abaixou a calcinha até os tornozelos, tirou ela completamente e jogou na minha cara.
"Guarda isso também, garoto, que sua mãe não vai precisar disso por um bom tempo"
Naquele instante, minha mãe ficou completamente nua na frente daquele pai e do filho, dessa vez minha mãe nem tentou se cobrir e ficou exposta pros dois.
"Nossa, senhora, isso é uma novidade que eu não esperava, você depilou a floresta, por acaso estava nos esperando e essa é sua forma de dar boas-vindas?" disse o pai Eu também não conseguia acreditar. Minha mãe não disse nada, mas quando olhei, pude ver claramente que ela tinha se depilado e deixado só uma tirinha de pelo na buceta dela. Por que ela fez isso?
O filho sentou de novo no sofá, do lado do pai, e o pai disse pra minha mãe:
"Gire, senhora, pro meu filho dar uma olhada na mercadoria."
Mamãe deu umas voltas em si mesma, como se fosse uma boneca, pro filho poder apreciar bem ela.
"Muito bem, senhora. Agora chega perto do meu filho pra ele apalpar um pouco."
Mamãe, de novo sem reclamar, chegou perto do sofá até ficar a pouca distância do rapaz, que se inclinou pra frente no sofá e começou a passar as mãos pelo corpo da minha mãe. A primeira coisa que as mãos dele pegaram foram os peitos da minha mãe. Ele agarrou os dois com as mãos e depois foi descendo as mãos até pegar na bunda de mamãe. Eu podia ver como ele apertava a bunda dela com força, e quando ele tirou as mãos, as nádegas de mamãe estavam meio vermelhas. Depois ele se recostou de novo no sofá.
"E aí, filho, o que achou do seu presente de aniversário?"
"Adorei, pai. É o melhor presente que você já me deu. Essa senhora não está nada mal pra idade dela. Tem uns peitos bem gordos, uma bunda ainda firme pra idade dela, e me excita muito esse cabelinho dela. Sem falar na boceta dela, pai. Mal posso esperar pra meter meu pau dentro dela."
"Ha ha ha, calma, filho, que tudo chega. Fico feliz que você gostou do presente. A senhora, chega aqui um momento."
Mamãe chegou perto do negro, e ele virou ela de costas pra ele e de frente pra mim. Depois ele pediu pra mamãe se curvar pra frente, com as mãos esticadas como se fosse tocar os pés. Mamãe não se mexeu, e, embora eu não tenha visto, ouvi um barulho e, pela cara de mamãe, deduzi que o negro tinha dado um tapa na bunda dela. Depois disso, mamãe obedeceu e se curvou pra frente. Mamãe não conseguia tocar o chão com as mãos, e a flexibilidade dela dava pra chegar até... tocar as próprias espinhas, o negão segurou o quadril da mamãe e aproximou o rosto da bunda dela.
"Antes do meu filho usar, quero provar essa bucetinha nova, sem pelo"
Pela cara da mamãe, deu pra perceber que o negão tava passando a língua inteira na buceta recém-depilada dela, mas por sorte ele chupou só uns segundos e recostou de novo no sofá, igual o filho dele tinha feito.
"Deliciosa, senhora, muito melhor assim, sem pelos. Agora senta aqui e usa as mãos pra levantar nossas rolas"
Mamãe se virou e falou pra eles:
"Me deixem em paz, vou dar dinheiro pra vocês, dou o que quiserem, mas saiam da minha casa agora", implorou minha mãe.
"Só queremos uma coisa da senhora, nada de dinheiro. É questão de respeito e educação, que a senhora não soube ensinar pro seu filhinho. Além disso, a senhora é um presente pro meu filho, e é feio trocar um presente. Mas pra mostrar que sou bonzinho, vou deixar meu filho decidir"
Mamãe implorou pro rapaz deixá-la ir e eles irem embora.
"Podia ser sua mãe, por favor, vou dar dinheiro, mas não façam nada comigo, por favor, você é só um garoto, não me obrigue a fazer isso"
Por um momento, achei que aquele moleque ia atender aos pedidos da minha mãe, até a cara simpática dele enganava, e quando ele fez menção de falar, pensei que o pesadelo tinha acabado, mas o que saiu da boca dele deixou tudo claro.
"Senhora, não tem nada que possa fazer pra eu sair dessa casa sem meter minha rola na sua buceta"
Ele pegou minha mãe pela mão e empurrou ela pra perto dele, forçando ela a sentar quase em cima da rola dele que descansava nas coxas. Tentou beijar minha mãe, mas ela não abria a boca. Vendo a resistência dela, o pai dele pegou um mamilo da minha mãe e beliscou. Quando mamãe gritou, o moleque aproveitou pra meter a língua na boca dela e, por uns segundos, deu um beijão nela, e minha mãe não conseguiu se soltar. Quando a língua do garoto saiu da boca dela, um fio de saliva ligava os dois. os lábios de ambos.
"Agora vou repetir, senhora, use as mãos para levantar os mastros"
O preto se afastou, deixando um espaço no meio entre ele e o filho para minha mãe se sentar entre os dois, e foi isso que ela fez. Sem pronunciar palavra, minha mãe esticou os dois braços e agarrou as picas do pai e do filho, começando a punhetá-los de baixo para cima. Não demorou muito para crescerem nas mãos da minha mãe. Da minha posição, eu podia ver minha mãe, branca como a neve, sentada entre aqueles dois pretos como carvão, com uma rola em cada mão, movendo as mãos como uma máquina, sem parar e num ritmo lento, completamente nua e me encarando fixamente.
"Vai, moleque, traz um par de cervejas pra mim e pro meu filho, já que você vê que sua mãe tá com as mãos ocupadas e não pode ir, haha"
Mais uma vez, obedeci àquele porco e levei duas cervejas para eles.
As picas do pai e do filho já estavam completamente duras, e as mãos da minha mãe só conseguiam abranger um pouco menos da metade do membro. A rola do filho estava em plena ereção quando o pai disse à minha mãe:
"Senhora, ensine ao meu filho como se chupa uma rola direito, como eu ensinei"
Mamãe não respondeu nada. Soltou as picas que tinha nas mãos e se ajoelhou na frente do garoto. Da minha posição, eu via minha mãe de costas, com a cabeça na altura da pica do rapaz. Dá pra deduzir pela cara do moleque o momento em que minha mãe enfiou a rola dele na boca. Ele colocou as mãos nos cabelos dela e começou a mover a cabeça da minha mãe pra cima e pra baixo, tentando fazer ela engolir a pica inteira. Ele tava fodendo a boca dela enquanto o pai incentivava minha mãe.
"Vamos, senhora, tudo pra dentro, como eu ensinei. Faça um boquete profundo no meu filho"
"Porra, pai, ela chupa pra caralho, é uma pena que você não trouxe a câmera de vídeo pra gravar isso"
"Fica tranquilo, filho, que com certeza esse moleque aí nos empresta o celular dele pra tirar umas fotos"
Eu tentei ignorar ele, mas não demorou pra repetir
"Ô moleque, me empresta teu celular, piranha, cê não vê que tua mãe não pode pedir? Ela é educada e sabe que não se fala de boca cheia"
Levantei e dei meu celular pro filho dele
"Valeu, garoto, tua mãe não vai te agradecer porque com meu pau na boca ela não consegue falar, hehe"
"Pô, que distraído sou, acho que quando a gente chegou tua mãe tava preparando o jantar, se quiser pode ir buscar ela e jantar"
Não levantei da cadeira, então o preto abriu a boca de novo
"O que foi, senhora? Seu filho parece que não tá com fome, o que tinha pra jantar?"
Mamãe continuava chupando o pau do filho e não respondeu até que o filho falou pra minha mãe
"A senhora não ouviu minha mãe? Responda ela sem tirar meu pau da boca"
"Saaaaalsichas" respondeu minha mãe com o pau na boca
"Kkkkk então o menu que a gente trouxe é o mesmo que a senhora tava preparando, kkk, bom, moleque, se não quiser, não janta e também não precisa trazer o jantar pra sua mãe porque a gente já dá salsicha pra ela e não se preocupa que sua mãe não vai passar fome e vai comer tudo essa noite"
O garoto começou a tirar fotos da minha mãe enquanto o pai dele pedia pra ele me contar o que tava fotografando, já que de onde eu tava só via a cabeça da minha mãe subindo e descendo.
"Então olha, moleque, sua mãe é uma expert em chupar paus, agora vou tirar uma foto dela com a língua brincando com minhas bolas, agora a língua dela tá percorrendo meu pau da base até a cabeça, tá dando mordidinhas, kkkk, agora sua mãe tenta fechar o punho no meu pau mas é grande demais, kkk, vou tirar umas fotos dela com meu pau na cara dela pra você ver que chega na testa, agora, senhora, pega meu pau e coloca na sua bochecha, olha pra mim e sorri que quero umas fotos assim, muito bem, por enquanto já deu de fotos.
O garoto cruzou as mãos atrás da cabeça e ficando confortável enquanto olhava pro pau dele, disse pra minha mãe:
"É toda sua."
"Fica tranquilo, moleque, que enquanto meu filho se diverte, eu vou te contando pra você não perder detalhe. Sua mãe tá punhetando meu filho enquanto com a língua saboreia a glande dele. Sua mãe não deixa um pedaço do pau sem provar. Agora ela tá chupando a cabecinha dele. Escuta, moleque, é como se sua mãe tivesse um chupeta na boca. Tá ouvindo? Haha."
Num instante, o preto puxou o cabelo da minha mãe e levantou ela do chão, partindo pra mamar as tetas dela. Da minha posição, não dava pra ver, mas eu ouvia aquele moleque chupando os bicos dos peitos da minha mãe com gula. Minha mãe soltava uns gritinhos diante da paixão desenfreada daquele garoto que logo deixaria de ser virgem graças à minha mãe e na minha cara.
"Bom, senhora, vejo que comeu a janta. O que achou da salsicha? Tava boa?"
"Sim, tava boa", respondeu minha mãe dessa vez.
"Fico feliz que tenha gostado da salsicha do meu moleque. Agora vou pra cozinha pra senhora comer a sobremesa."
Enquanto o filho dele mamava as tetas da minha mãe, o pai foi pra cozinha e voltou em menos de um minuto com um sorriso de orelha a orelha.
"Tenho que admitir que a senhora sabe fazer compra. Sempre tem coisas bem oportunas na sua cozinha."
O preto trouxe uma caixa de Super Donut debaixo do braço. É tipo um Donut, mas o dobro do tamanho. Minha mãe compra esses pro café da manhã numa padaria que fica a duas ruas de casa.
"Larga as tetas da senhora, que ela ainda não terminou de jantar, filho."
O moleque se afastou das tetas da minha mãe e ficou na frente dela. O pau dele ainda tava duro, e o pai abriu a caixa e enfiou um donut de chocolate no pau dele pelo buraco.
"Mas pai, que porra é essa?"
"Calado, filho. Olha, senhora, isso é muito fácil. Esse donut é a sua sobremesa, e a senhora tem que comer ele sem deixar cair no chão."
"E o que acontece se cair no chão?", perguntou minha mãe.
"Bom, aí a senhora vai comer outro, mas esse vai ter... por cima uma creminha especial da minha colheita"
Tanto eu quanto minha mãe entendemos a nojeira que aquele bastardo estava dizendo e sabíamos que ele era bem capaz de fazer aquilo. Suponho que por isso, dessa vez, minha mãe nem sequer decidiu implorar pelo perdão dele e se preparou para comer a sobremesa. Ela foi dando mordidas no donut em cima da pica do moleque, que não caía porque a pica impedia o donut de cair no chão, até que chegou um momento em que só restava o círculo do donut com muito pouco bolo. Se minha mãe desse mais uma mordida ao redor, ele cairia no chão. Então, minha mãe só tinha uma opção: comer o que restava de uma vez, e para isso só tinha uma possibilidade.
Mamãe colocou os lábios a meros milímetros da pica do garoto e, abrindo a boca, enfiou a pica na boca. O donut estava na ponta da pica; o pai o tinha colocado sabendo perfeitamente o que minha mãe teria que fazer. Muito devagar, mamãe foi enfiando a pica na boca até chegar a mais da metade. Nesse momento, o filho pediu para ela parar um instante e fotografou novamente minha mãe, que naquele momento estava ajoelhada diante dele com mais de meia pica dentro da boca.
"Essa cena é super excitante, senhora. Olhe nos meus olhos. Adoro ver seus olhinhos de menina boazinha com meu pauzão na sua boca."
Mamãe continuou avançando bem devagar. Ela tinha que dilatar a garganta para engolir aquela pica até o fundo. Faltavam uns 3 ou 4 cm quando mamãe agarrou a bunda daquele garoto e apertou contra a garganta, enfiando toda aquela pica na boca por um segundo que me pareceu eterno. Depois, empurrou ele para trás, e o rapaz quase caiu sentado no sofá. Quando mamãe tirou a pica da boca, também levou o donut nela.
"Muito bem, senhora. A senhora foi fenomenal dessa vez", disse o pai do garoto para mamãe.
"Agora venha aqui e continue chupando, senhora, até eu gozar na sua boca."
"Nada disso, garoto. Você tem que guardar essa porra para outro lugar, porque esta é uma... Ocasião especial", respondeu o pai dele.
Diante disso, o garoto se levantou do sofá e empurrou minha mãe para trás, fazendo ela cair de costas no tapete da sala.
"Então vou foder a senhora, vou foder agora mesmo."
O pai dele disse:
"Se comporte como um cavalheiro, filho. Antes de foder, você tem que dar à senhora o mesmo tratamento que ela te deu. Além disso, você tem sorte porque dessa vez a buceta dela tá raspada, e você vai poder estrear o visual novo sem engasgar."
O garoto entendeu e disse pra minha mãe:
"Vou obedecer meu pai, senhora. Antes de te foder, vou comer essa bucetinha peladinha."
O garoto se deitou, deixando o rosto na altura da buceta da minha mãe. Abriu as pernas dela com facilidade, já que minha mãe não fez nenhuma objeção. Então, o moleque começou a lamber a buceta dela, passando a língua pelos cantos mais profundos da minha mãe, que tentava abafar os gemidos como da outra vez. Eu podia ver os dois deitados no chão, com a boca do garoto colada nas partes íntimas da minha mãe, sem levantar a cabeça nem por um momento.
"Senhora, diga pro meu filho continuar, que não pare."
Pra minha surpresa, minha mãe respondeu quase na hora:
"Come minha buceta, continua chupando."
O garoto manteve a boca na buceta da minha mãe por vários minutos, enquanto ela ofegava e apertava os punhos, até que ele se afastou e começou a meter dois dedos na buceta dela. Minha mãe não parava de se contorcer no tapete.
"Garoto, peça pro meu filho dar à sua mãe o que ela merece."
"Não entendi o que você quer", respondi.
Minha mãe se apressou em responder:
"Ele quer que você peça pro filho dele me foder."
"Eu não vou..."
"FAZ ISSO", gritou minha mãe.
Olhei aquele garoto nos olhos e disse:
"Fode a minha mãe."
"Já era, rapaz", ele respondeu.
O moleque babou a glande dele e passou um pouco na entrada vaginal da próxima vítima, ou seja, minha mãe, e apontou o pau até roçar o clitóris dela. Minha mãe só ficou... abrindo as pernas pro aríete que se apresentava diante dela.
"Aproveita o momento, filho, essa buceta é gloriosa"
O garoto foi se deitando aos poucos sobre a minha mãe, deixando a glande bem na entrada da buceta dela.
"Peça, senhora"
"Mete" respondeu minha mãe, que dessa vez também não demorou nem um segundo pra responder
"Vamos, senhora, me diga até onde quer"
"Até o fundo" ela disse de novo, enquanto eu achava que ela tava só seguindo o jogo deles pra gente se livrar logo.
O garoto começou a meter a glande bem devagar, deixando as paredes da buceta da minha mãe se adaptarem direito à ferramenta que ia receber.
"Tô entrando, senhora, tô entrando na sua buceta"
O garoto foi entrando na minha mãe com cuidado, lento mas firme, aos poucos aquele moleque ia enfiando o pau centímetro por centímetro dentro dela, que cada vez disfarçava menos os gemidos.
"A senhora é maravilhosa, uma deusa, eu adoro"
"Vai devagar, filho, que essa buceta é muito gulosa e pode fazer você gozar num segundo, tem que ter paciência" disse o pai dele
O negão foi avançando os quadris até encher minha mãe por completo, pelo pouco que eu via do ângulo onde tava, percebi que o encaixe era total, a buceta da minha mãe abrigava dentro dela o pau descomunal daquele garoto.
Devagar, o moleque foi tirando o pau de dentro da minha mãe até sacar ele por completo, pra na hora enfiar de novo inteiro de uma só estocada. Ele foi movendo os quadris pra trás e pra frente, uma vez e outra, aumentando a velocidade e a força. As batidas da investida, quando o púbis dele batia no da minha mãe, ecoavam pelas paredes da sala de casa, as estocadas cada vez mais rápidas e profundas até quebrar de vez as barreiras que restavam nela, que foi aumentando os gemidos e gritos a cada vez que o pau Daquele negrão entrando fundo dentro dela, até o mais profundo do seu ser.
"Ummm, ummm, é maior que o do seu pai", dizia minha mãe de olhos fechados. Eu não sabia se ela se referia ao meu pai ou ao do negro, mas a ideia sumiu da minha cabeça na hora quando vi, com nojo, aquele negrão com o pau completamente enterrado dentro da minha mãe, olhando fixamente para ela. Para minha completa repulsa, foi a mamãe quem colocou a língua para fora e aproximou a boca da do negro, que abriu a dela, fazendo com que as línguas dos dois se entrelaçassem. Mamãe cruzou as pernas na cintura do moleque e agarrou com as mãos a bunda do negrão, que a cobria por inteiro. Enquanto o beijava, empurrava com as mãos a bunda do garoto para que ele a fodesse mais fundo.
Vomitei diante daquilo. Minha mãe estava se comportando como uma puta. Tinha sucumbido a um moleque mais novo que o filho dela, que a estava estuprando diante dos meus olhos, e a putinha tinha começado a gozar e esquecido que estava sendo estuprada.
"Ha ha ha, parece que a mamãe finalmente aceitou a verdade: que ela morre de vontade de dar pra um pau preto. Já sabia disso, moleque. Olha que nojento você, vomitar na sala só por ver a mamãe levar uma boa foda. Que fresco você é."
"Filho, não faça a senhora esperar e fode ela como ela merece. Sobe as pernas dela nos seus ombros pra sua pica chegar bem fundo."
O moleque não esperou mais. Pegou minha mãe pelos tornozelos, colocou-os nos ombros e apontou o pau na entrada da buceta dela. Como da outra vez, a buceta da minha mãe engoliu o pau daquele filho da puta por completo, de um jeito que dava pra ouvir as bolas do negrão batendo na bunda dela cada vez que aquela pica enorme entrava toda na minha mãe.
"Chop, chop, chop."
Aquele som me fez entender que a buceta da minha mãe estava molhada por causa do pau daquele moleque que mal era um pivete.
"Vou colocar uma música boa pra essa porra. momento merece e eu já vi no outro dia que vocês não tinham uns discos bons"
O negão colocou um disco no som enquanto o filho dele continuava comendo minha mãe, botou um reggaeton cujo refrão dizia:
Tu queres duro...
(Dá duro, papai!) (Dá mais duro!)
Tu queres duro...
(Dá duro, papai!) (Dá mais duro!)
(Dá duro, papai!) (Dá mais duro!)
Essa noite fode duro
Duro fode no escuro
Duro a gente se pega contra o muro
"Essa música é bem a cara do momento, né, garoto? Com certeza sua mãe gosta e sabe continuar a capela com meu moleque. Vamos, filho, começa você"
"Tu queres duro" dizia o garoto enquanto entrava e saía da buceta lubrificada da minha mãe, aumentando a velocidade e a força das estocadas.
Minha mãe não continuou a música, então o negão repetiu de novo, com um tom um pouco mais autoritário dessa vez, e se aproximou da minha mãe para dar um leve tapinha na bunda dela. Mais uma vez, minha mãe me surpreendeu entrando na brincadeira daqueles dois porcos.
"Dá duro, papai, dá mais duro" continuou minha mãe a música, enquanto os gemidos começavam a sair da garganta dela, com os olhos fechados, aguentando as estocadas do garoto.
"Tu queres duro" respondia o moleque, enquanto começava a meter na minha mãe no ritmo da música.
"Dá duro, papai, dá mais duro" respondia minha mãe de novo, agora segurando os próprios peitos enquanto continuava curtindo a pica do garoto.
"Tu queres duuuuro" respondeu o garoto de novo, enquanto agarrava os quadris da minha mãe e levantava ela a picaços no tapete com uma força do caralho.
"Dá duro, papai, dá mais duuuuro" respondeu minha mãe de novo, ao mesmo tempo que explodia num orgasmo brutal, cujos gritos se misturaram com os do garoto, assim como a pica e a buceta deles tinham feito até aquele momento.
"Vou gozar, vou gozar, senhora"
"Agora sim, filho, enche o tanque da senhora com seu leite, haha"
O moleque soltou o esperma dentro da minha mãe com três ou 4 sacudidas e sem tirar o pau de dentro da mamãe, ele caiu suado em cima dela e começou a beijar ela de novo. Não sei quanto tempo passou, mas pareceu uma eternidade. Minha mãe e o negão se beijavam enquanto ele continuava se movendo devagar com o pau ainda dentro dela, que mais uma vez segurava as nádegas do negão com as mãos, empurrando ele pra dentro pra continuar sentindo aquele pau dentro dela enquanto ele terminava de descarregar as bolas dentro dela até a última gota.
"Tô vendo que no final a senhora gostou da música, hein? A música e todo o resto, haha", riu o pai.
Minha mãe saiu de debaixo do corpo do moleque, que ainda descansava pelado em cima dela, e ficou sentada no tapete, começando a choramingar.
"Não sei o que deu em mim, essa não era eu. Saiam da minha casa de uma vez, já conseguiram o que vieram buscar", disse minha mãe.
"Senhora, claro que a senhora sabe o que aconteceu. O que rolou é que seu marido é um pau mole que não dá o que a senhora precisa, e claro, uns paus como o meu e o do meu moleque acabaram despertando em você algo que estava esquecido há tempos. Com certeza com seu marido a senhora nunca gozou como gozou com meu filho. Além disso, depois do que eu vi, não posso ir embora sem me divertir também, senhora. A senhora tem que entender que me deixou de pau duro vendo ela gozar que nem uma puta debaixo do meu filho."
O negão se aproximou da minha mãe enquanto o filho dele se sentava no tapete, se recuperando da gozada que tinha dado nela, e disse pra minha mãe:
"Vamos lá, senhora, faz uma punheta daquelas boas que a senhora sabe."
Mamãe se ajoelhou na frente do pai e segurou de novo o pau enorme com a mão. A mão dela era pequena comparada com aquele pau, e ela teve que juntar as duas mãos pra cobrir mais o pau. Mesmo assim, ainda sobrava pau. Mamãe começou a mover as mãos rapidamente, e quando o pau ficou duro que nem uma espada, ela continuou movendo as duas mãos no pau a toda velocidade. Eu até vi ela olhando. direto nos olhos do negão.
"Assim que eu gosto, senhora, que me olhe enquanto me bate uma punheta, mas vai mais devagar. E seu filho, me passa o celular desse otário aí, quero tirar umas fotos também."
O filho dele jogou o celular, e o pai pegou, apontando pra minha mãe e começando a fotografar ela.
"Assim, muito bem, me olhe enquanto eu tiro a foto e mexe suas mãos devagarinho na minha pica."
"Agora me dá um beijinho na ponta da pica e mantém seus lábios colados nela enquanto eu tiro a foto. Essa foto é muito boa, moleque, sua mãe beijando minha pica enquanto segura ela com as duas mãos, é como se beijasse a cabeçona de uma anaconda, haha."
O negão separou os lábios da minha mãe do pau dele, desligou a música que ainda tocava no aparelho e sentou de novo no sofá.
"Já vai ter tempo pra outra música mais tarde, mas agora prefiro que não tenha música. Vem aqui de quatro, senhora." ...continua...
Naqueles 2 meses a gente não tinha tido mais notícias do preto e eu nunca comentei com minha mãe que tinha recebido um DVD onde mostrava tudo o que ela tinha tido que fazer com o preto na nossa casa e comigo na frente. Era quarta-feira, o dia em que eu mais lembrava do ocorrido, porque tudo tinha acontecido numa quarta-feira e, como toda quarta-feira, meu pai foi trabalhar e ficamos eu e minha mãe sozinhos por volta das 22:00 da noite, quando, 20 minutos depois de meu pai ter ido trabalhar, ouvi o som da campainha da porta — um arrepio percorreu minhas costas.
Minha mãe estava na cozinha preparando o jantar e não ouviu, então fui eu ver quem tinha chamado. Ao olhar pelo olho mágico, vi um garoto preto de uns 17 anos e minha primeira reação foi me jogar pra trás instintivamente, com um medo terrível e inexplicável. Não sabia quem era nem que porra queria, mas só pela hora que era e pela cor da pele dele, decidi que seria melhor não abrir e esperar que ele pensasse que não tinha ninguém e fosse embora, mas aquele garoto insistiu e chamou mais 3 vezes na campainha.
Dessa vez minha mãe ouviu e saiu no corredor:
"O que foi, Marcos? Por que você não abre a porta?"
As palavras da minha mãe me acalmaram em parte, afinal de contas, não passava de um garoto que não tinha nada a ver com aquele filho da puta, além da mesma cor de pele, então abri a porta e ele... Perguntei o que ele queria naquela hora.
"Boa noite, estava procurando sua mãe" disse o garoto negro.
"Minha mãe? Pra que você quer minha mãe? De onde você conhece ela?" respondi eu, bem desconfiado.
"Eu não conheço ela de nada, mano, mas meu pai sim, e vim buscar ela porque meu pai me disse que ela faz uns boquetes incríveis."
Um segundo antes de o garoto terminar a frase e fechar a boca, o negro que tinha estuprado minha mãe apareceu bem atrás dele. Devia ter se escondido atrás da parede e esperado o momento certo. Como a luz do hall estava apagada, eu nem tinha notado outra presença, só tinha reparado naquele garoto. Instintivamente, tentei fechar a porta, mas o garoto colocou o pé, impedindo que eu a fechasse. Agora que eu via ele bem, era mais alto do que eu esperava quando olhei pelo olho mágico. Ele empurrou a porta e conseguiu me jogar para trás, o que o outro negro aproveitou para ajudar e entrar em casa. Fecharam a porta, e o porra do velho nos cumprimentou educadamente.
"Boa noite, moleque. Vejo que você continua sem aprender educação. Essas são maneiras de tratar um velho amigo? Fechando a porta na minha cara?"
"Cai fora daqui, filho da puta. Cai fora ou eu te mato!" gritei com toda minha raiva.
"Já vi que sim, que você continua sem aprender educação nem bons modos. Vejo que fizemos bem em vir te dar uma nova lição."
Eu me joguei nele, mas o garoto, que tinha ficado parado e calado o tempo todo, me deu um chute e me jogou no chão.
"Você tinha razão, pai. Esse branco não é nada amigável."
Naquele momento, entendi quem era aquele garoto negro que acompanhava o bastardo da outra vez. Mamãe continuava parada e assustada na soleira da porta da cozinha, sem dizer nada.
"Calma, calma, rapaz. Somos amigos, porra. Tem confiança, caralho. Se da outra vez eu comi sua mãe, sou quase seu pai, hahaha. Vou te explicar o que estou fazendo aqui, porque te veio surpreso e também sua mãe que ficou muda, fala menos do que quando tinha meu pau na boca dela, hahaha, bem, vamos ao que interessa, esse aqui é meu filho, pode chamar ele de Mandingo, não é o nome dele mas na quebrada chamam assim, hoje é o aniversário de 18 anos dele e o idiota ainda é virgem, ele me confessou hoje e pensei que um bom pai devia apresentar ele a uma boa mulher que ajude com o problema dele, pensei em levar ele num puteiro mas de repente lembrei da sua mãe então mostrei pra ele aquele vídeo tão bom que a gente gravou outro dia e ele achou muito bom estrear com uma mulher branca gostosa como ela, por isso estamos aqui".
"Esquece, filho da puta, vou te matar" gritei de novo do chão enquanto o filho dele me dava um chute na barriga.
"Que pavio curto, rapaz, que pavio curto, dessa vez vim na paz, olha que nem trouxe minha câmera de vídeo pra vocês verem que quero que isso seja íntimo e fique entre amigos"
"Não vou fazer nada com seu filho, cai fora daqui, seu merda", pela primeira vez minha mãe resolveu falar e foi pra mandar os dois negões pra puta que pariu.
"Senhora, vejo que a senhora também não aprendeu muito da outra vez, vim aqui pra meu filho se divertir com a senhora mas vejo que vou ter que dar uma nova lição também, vou explicar: ou faz o que eu mando ou o DVD que mandei vai estar amanhã na internet e a senhora vai virar rainha do pornô amador"
"DVD? Que DVD, seu filho da puta?"
"Poxa, vejo que seu filhinho não contou nada, que isso, moleque, cê ficou batendo punheta pro DVD que te mandei e não contou nada pra sua mãe? hahaha, que sem-vergonha você é, garoto".
Mamãe me lançou um olhar de ódio que gelou meu sangue enquanto o preto explicava tudo, mamãe sabia perfeitamente que aquele cara tinha gravado tudo então não estranhou o DVD, o preto tinha uma cópia com ele e obrigou mamãe a colocar na sala de casa, mamãe desligou depois de alguns minutos e algumas lágrimas escorriam pelo suas bochechas.
"O que foi, senhora? Não gostou do DVD que meu pai fez pra você? Você sai muito gostosa, principalmente quando aparece de quatro, hehe."
"Bom, como eu disse, viemos numa boa, então dessa vez não vamos amarrar ninguém nem vou ter que ameaçar vocês com uma faca. Mas já que seu filho se comportou muito mal e vi que não aprendeu a lição da outra vez, ele vai ter que ficar pra ver tudo."
Eu me levantei do chão todo ferido e gritei pra eles esquecerem aquilo e saírem da minha casa.
"E se a gente não quiser ir embora, o que que acontece, moleque?"
Não respondi aquilo. Sabia que eles eram maiores e mais fortes que eu, e ainda eram dois. Não tinha chance nenhuma de tirar eles de casa na porrada.
"Tô vendo que você sabe o que é bom pra você, moleque. Fez bem em ficar calado."
Tentei sair de casa, mas quando cheguei perto da porta, o preto falou:
"Onde é que você vai, garoto? Quer nos deixar sozinhos com sua mãe? Tô vendo que você é todo sexy de boca, mas na hora H você caga de medo. Olha só, que filho da puta, não ajuda a mãe, haha."
"Pai, quero que ele fique. Por ser sexy e otário, esse aí tem toda cara de ser um desses branquinhos metidos que se acham superiores aos outros, mas que se não tiverem em grupinho, se mijam todo. Deixa ele ficar e ver como eu vou meter fogo na mãe dele."
"Ouviu meu filho, moleque? Além disso, não confio muito em você. Se eu deixar você ir, pode chamar os vizinhos ou a polícia. Então é melhor você ficar aqui. Mas pra você ver minha boa vontade, não vou te amarrar nem amordaçar."
"Não vou ficar aqui, seus filhos da puta. Me deixem sair."
"Senhora, convença seu filho, porque se ele sair de casa, eu vou postar o vídeo na internet."
Eu falei que tava pouco me fodendo e ameacei abrir a porta, quando aconteceu algo que me surpreendeu mais que tudo: minha mãe chegou perto de mim e me deu um tapa. O segundo em menos de dois meses, e dessa vez ela confirmou todas as minhas suspeitas.
"Senta e fica aqui. Isso tudo é culpa sua, então obedece e cala a boca."
"Faz o que sua mãe tá mandando, moleque." — ele disse. filho
Completamente humilhado, sentei numa cadeira como da outra vez, só que dessa vez não fui amarrado nem amordaçado.
O pai e o filho tiraram a mesinha do centro da sala e colocaram o sofá na minha frente, a uns 3 metros. Começaram a se despir até ficarem completamente nus na minha frente e na da minha mãe. Claro, aqueles dois homens só pareciam pai e filho numa coisa: a pica. Os dois tinham uma pica enorme. Aquele moleque de 18 anos tinha uma até maior que a do filho da puta do pai. De resto, o garoto, diferente do pai, era todo depilado e não era gordo como o pai, mas sim mais definido, com abdômen e músculos do corpo marcados. Os dois sentaram no sofá e o pai disse pra mim:
"Pega nossa roupa e dobra enquanto sua mãe nos atende."
Eu não me mexi do lugar até que minha mãe se virou e, me olhando, só falou:
"Faz."
Tive que pegar a roupa daqueles porcos e dobrar.
"Beleza, senhora. Quero que deixe nossas picas bem duras sem nos tocar. Vamos ver o que você sabe fazer."
Mamãe pareceu entender o que aquele homem queria e começou a se mexer de forma sensual. Sabia que estávamos nas mãos deles: ou fazia o que queriam, ou o vídeo da minha mãe seria publicado pra nossa humilhação, já que no vídeo ela não parecia ser forçada a nada, porque foi editado de um jeito que ela se mostrava uma verdadeira puta faminta de pica.
Minha mãe tirou a camiseta e a calça, ficando só de lingerie no meio da sala.
"Não tem muito ritmo, senhora. Da outra vez, você se saiu melhor com minha pica no seu cu no ritmo de Bob Marley", disse o porco do pai.
"Mostra esses peitos pra gente, senhora", falou o filho.
Mamãe não levantava os olhos do chão e levou as mãos para o fecho do sutiã, mas antes que tirasse, o preto disse:
"Um momento, senhora. Melhor seu filho tirar. Dá uma ajuda."
Dessa vez também não me mexi, mas não precisou. que minha mãe não dissesse nada, um novo olhar bastou pra entender que eu tinha que fazer aquilo, morto de nojo e ódio daqueles dois caras, me levantei da cadeira e desabotoei o sutiã da minha mãe, deixando os peitos dela à vista do pai e do filho.
"Belos peitos, senhora" disse o moleque
"Moleque, agora quero que você peça pro meu filho abaixar a calcinha da sua mãe"
"Vai se foder, filho da puta" eu falei.
"Vejo que não estamos avançando, explique você mesma, senhora"
Com lágrimas nos olhos, minha mãe me olhou de novo com um olhar carregado de rancor e falou claramente.
"Pede pra ele"
"Seja mais clara, senhora, que seu filho é duro de entender"
"Pede pra ele abaixar minha calcinha"
Agora era eu quem, olhando pro chão, falei
"Abaixa a calcinha da minha mãe"
"Com educação, rapaz, com educação" o pai me disse
"Por favor, tira a calcinha da minha mãe"
"Tá feito, moleque"
O tal Mandingo se levantou do sofá e, ajoelhando na frente da minha mãe, pegou a calcinha dela pelos dois lados e bem devagar foi abaixando, parou um instante com a buceta da minha mãe na frente dos olhos dele e a calcinha nos joelhos.
"Anda um pouco com a calcinha nos joelhos, senhora, sem deixar cair no chão"
Minha mãe obedeceu, andando pela sala com a calcinha nos joelhos, parecia um pinguim andando quase pulando e com os peitos balançando por causa dos movimentos ridículos que ela tinha que fazer pra calcinha não descer mais.
Depois Mandingo se ajoelhou de novo na frente da minha mãe e abaixou a calcinha até os tornozelos, tirou ela completamente e jogou na minha cara.
"Guarda isso também, garoto, que sua mãe não vai precisar disso por um bom tempo"
Naquele instante, minha mãe ficou completamente nua na frente daquele pai e do filho, dessa vez minha mãe nem tentou se cobrir e ficou exposta pros dois.
"Nossa, senhora, isso é uma novidade que eu não esperava, você depilou a floresta, por acaso estava nos esperando e essa é sua forma de dar boas-vindas?" disse o pai Eu também não conseguia acreditar. Minha mãe não disse nada, mas quando olhei, pude ver claramente que ela tinha se depilado e deixado só uma tirinha de pelo na buceta dela. Por que ela fez isso?
O filho sentou de novo no sofá, do lado do pai, e o pai disse pra minha mãe:
"Gire, senhora, pro meu filho dar uma olhada na mercadoria."
Mamãe deu umas voltas em si mesma, como se fosse uma boneca, pro filho poder apreciar bem ela.
"Muito bem, senhora. Agora chega perto do meu filho pra ele apalpar um pouco."
Mamãe, de novo sem reclamar, chegou perto do sofá até ficar a pouca distância do rapaz, que se inclinou pra frente no sofá e começou a passar as mãos pelo corpo da minha mãe. A primeira coisa que as mãos dele pegaram foram os peitos da minha mãe. Ele agarrou os dois com as mãos e depois foi descendo as mãos até pegar na bunda de mamãe. Eu podia ver como ele apertava a bunda dela com força, e quando ele tirou as mãos, as nádegas de mamãe estavam meio vermelhas. Depois ele se recostou de novo no sofá.
"E aí, filho, o que achou do seu presente de aniversário?"
"Adorei, pai. É o melhor presente que você já me deu. Essa senhora não está nada mal pra idade dela. Tem uns peitos bem gordos, uma bunda ainda firme pra idade dela, e me excita muito esse cabelinho dela. Sem falar na boceta dela, pai. Mal posso esperar pra meter meu pau dentro dela."
"Ha ha ha, calma, filho, que tudo chega. Fico feliz que você gostou do presente. A senhora, chega aqui um momento."
Mamãe chegou perto do negro, e ele virou ela de costas pra ele e de frente pra mim. Depois ele pediu pra mamãe se curvar pra frente, com as mãos esticadas como se fosse tocar os pés. Mamãe não se mexeu, e, embora eu não tenha visto, ouvi um barulho e, pela cara de mamãe, deduzi que o negro tinha dado um tapa na bunda dela. Depois disso, mamãe obedeceu e se curvou pra frente. Mamãe não conseguia tocar o chão com as mãos, e a flexibilidade dela dava pra chegar até... tocar as próprias espinhas, o negão segurou o quadril da mamãe e aproximou o rosto da bunda dela.
"Antes do meu filho usar, quero provar essa bucetinha nova, sem pelo"
Pela cara da mamãe, deu pra perceber que o negão tava passando a língua inteira na buceta recém-depilada dela, mas por sorte ele chupou só uns segundos e recostou de novo no sofá, igual o filho dele tinha feito.
"Deliciosa, senhora, muito melhor assim, sem pelos. Agora senta aqui e usa as mãos pra levantar nossas rolas"
Mamãe se virou e falou pra eles:
"Me deixem em paz, vou dar dinheiro pra vocês, dou o que quiserem, mas saiam da minha casa agora", implorou minha mãe.
"Só queremos uma coisa da senhora, nada de dinheiro. É questão de respeito e educação, que a senhora não soube ensinar pro seu filhinho. Além disso, a senhora é um presente pro meu filho, e é feio trocar um presente. Mas pra mostrar que sou bonzinho, vou deixar meu filho decidir"
Mamãe implorou pro rapaz deixá-la ir e eles irem embora.
"Podia ser sua mãe, por favor, vou dar dinheiro, mas não façam nada comigo, por favor, você é só um garoto, não me obrigue a fazer isso"
Por um momento, achei que aquele moleque ia atender aos pedidos da minha mãe, até a cara simpática dele enganava, e quando ele fez menção de falar, pensei que o pesadelo tinha acabado, mas o que saiu da boca dele deixou tudo claro.
"Senhora, não tem nada que possa fazer pra eu sair dessa casa sem meter minha rola na sua buceta"
Ele pegou minha mãe pela mão e empurrou ela pra perto dele, forçando ela a sentar quase em cima da rola dele que descansava nas coxas. Tentou beijar minha mãe, mas ela não abria a boca. Vendo a resistência dela, o pai dele pegou um mamilo da minha mãe e beliscou. Quando mamãe gritou, o moleque aproveitou pra meter a língua na boca dela e, por uns segundos, deu um beijão nela, e minha mãe não conseguiu se soltar. Quando a língua do garoto saiu da boca dela, um fio de saliva ligava os dois. os lábios de ambos.
"Agora vou repetir, senhora, use as mãos para levantar os mastros"
O preto se afastou, deixando um espaço no meio entre ele e o filho para minha mãe se sentar entre os dois, e foi isso que ela fez. Sem pronunciar palavra, minha mãe esticou os dois braços e agarrou as picas do pai e do filho, começando a punhetá-los de baixo para cima. Não demorou muito para crescerem nas mãos da minha mãe. Da minha posição, eu podia ver minha mãe, branca como a neve, sentada entre aqueles dois pretos como carvão, com uma rola em cada mão, movendo as mãos como uma máquina, sem parar e num ritmo lento, completamente nua e me encarando fixamente.
"Vai, moleque, traz um par de cervejas pra mim e pro meu filho, já que você vê que sua mãe tá com as mãos ocupadas e não pode ir, haha"
Mais uma vez, obedeci àquele porco e levei duas cervejas para eles.
As picas do pai e do filho já estavam completamente duras, e as mãos da minha mãe só conseguiam abranger um pouco menos da metade do membro. A rola do filho estava em plena ereção quando o pai disse à minha mãe:
"Senhora, ensine ao meu filho como se chupa uma rola direito, como eu ensinei"
Mamãe não respondeu nada. Soltou as picas que tinha nas mãos e se ajoelhou na frente do garoto. Da minha posição, eu via minha mãe de costas, com a cabeça na altura da pica do rapaz. Dá pra deduzir pela cara do moleque o momento em que minha mãe enfiou a rola dele na boca. Ele colocou as mãos nos cabelos dela e começou a mover a cabeça da minha mãe pra cima e pra baixo, tentando fazer ela engolir a pica inteira. Ele tava fodendo a boca dela enquanto o pai incentivava minha mãe.
"Vamos, senhora, tudo pra dentro, como eu ensinei. Faça um boquete profundo no meu filho"
"Porra, pai, ela chupa pra caralho, é uma pena que você não trouxe a câmera de vídeo pra gravar isso"
"Fica tranquilo, filho, que com certeza esse moleque aí nos empresta o celular dele pra tirar umas fotos"
Eu tentei ignorar ele, mas não demorou pra repetir
"Ô moleque, me empresta teu celular, piranha, cê não vê que tua mãe não pode pedir? Ela é educada e sabe que não se fala de boca cheia"
Levantei e dei meu celular pro filho dele
"Valeu, garoto, tua mãe não vai te agradecer porque com meu pau na boca ela não consegue falar, hehe"
"Pô, que distraído sou, acho que quando a gente chegou tua mãe tava preparando o jantar, se quiser pode ir buscar ela e jantar"
Não levantei da cadeira, então o preto abriu a boca de novo
"O que foi, senhora? Seu filho parece que não tá com fome, o que tinha pra jantar?"
Mamãe continuava chupando o pau do filho e não respondeu até que o filho falou pra minha mãe
"A senhora não ouviu minha mãe? Responda ela sem tirar meu pau da boca"
"Saaaaalsichas" respondeu minha mãe com o pau na boca
"Kkkkk então o menu que a gente trouxe é o mesmo que a senhora tava preparando, kkk, bom, moleque, se não quiser, não janta e também não precisa trazer o jantar pra sua mãe porque a gente já dá salsicha pra ela e não se preocupa que sua mãe não vai passar fome e vai comer tudo essa noite"
O garoto começou a tirar fotos da minha mãe enquanto o pai dele pedia pra ele me contar o que tava fotografando, já que de onde eu tava só via a cabeça da minha mãe subindo e descendo.
"Então olha, moleque, sua mãe é uma expert em chupar paus, agora vou tirar uma foto dela com a língua brincando com minhas bolas, agora a língua dela tá percorrendo meu pau da base até a cabeça, tá dando mordidinhas, kkkk, agora sua mãe tenta fechar o punho no meu pau mas é grande demais, kkk, vou tirar umas fotos dela com meu pau na cara dela pra você ver que chega na testa, agora, senhora, pega meu pau e coloca na sua bochecha, olha pra mim e sorri que quero umas fotos assim, muito bem, por enquanto já deu de fotos.
O garoto cruzou as mãos atrás da cabeça e ficando confortável enquanto olhava pro pau dele, disse pra minha mãe:
"É toda sua."
"Fica tranquilo, moleque, que enquanto meu filho se diverte, eu vou te contando pra você não perder detalhe. Sua mãe tá punhetando meu filho enquanto com a língua saboreia a glande dele. Sua mãe não deixa um pedaço do pau sem provar. Agora ela tá chupando a cabecinha dele. Escuta, moleque, é como se sua mãe tivesse um chupeta na boca. Tá ouvindo? Haha."
Num instante, o preto puxou o cabelo da minha mãe e levantou ela do chão, partindo pra mamar as tetas dela. Da minha posição, não dava pra ver, mas eu ouvia aquele moleque chupando os bicos dos peitos da minha mãe com gula. Minha mãe soltava uns gritinhos diante da paixão desenfreada daquele garoto que logo deixaria de ser virgem graças à minha mãe e na minha cara.
"Bom, senhora, vejo que comeu a janta. O que achou da salsicha? Tava boa?"
"Sim, tava boa", respondeu minha mãe dessa vez.
"Fico feliz que tenha gostado da salsicha do meu moleque. Agora vou pra cozinha pra senhora comer a sobremesa."
Enquanto o filho dele mamava as tetas da minha mãe, o pai foi pra cozinha e voltou em menos de um minuto com um sorriso de orelha a orelha.
"Tenho que admitir que a senhora sabe fazer compra. Sempre tem coisas bem oportunas na sua cozinha."
O preto trouxe uma caixa de Super Donut debaixo do braço. É tipo um Donut, mas o dobro do tamanho. Minha mãe compra esses pro café da manhã numa padaria que fica a duas ruas de casa.
"Larga as tetas da senhora, que ela ainda não terminou de jantar, filho."
O moleque se afastou das tetas da minha mãe e ficou na frente dela. O pau dele ainda tava duro, e o pai abriu a caixa e enfiou um donut de chocolate no pau dele pelo buraco.
"Mas pai, que porra é essa?"
"Calado, filho. Olha, senhora, isso é muito fácil. Esse donut é a sua sobremesa, e a senhora tem que comer ele sem deixar cair no chão."
"E o que acontece se cair no chão?", perguntou minha mãe.
"Bom, aí a senhora vai comer outro, mas esse vai ter... por cima uma creminha especial da minha colheita"
Tanto eu quanto minha mãe entendemos a nojeira que aquele bastardo estava dizendo e sabíamos que ele era bem capaz de fazer aquilo. Suponho que por isso, dessa vez, minha mãe nem sequer decidiu implorar pelo perdão dele e se preparou para comer a sobremesa. Ela foi dando mordidas no donut em cima da pica do moleque, que não caía porque a pica impedia o donut de cair no chão, até que chegou um momento em que só restava o círculo do donut com muito pouco bolo. Se minha mãe desse mais uma mordida ao redor, ele cairia no chão. Então, minha mãe só tinha uma opção: comer o que restava de uma vez, e para isso só tinha uma possibilidade.
Mamãe colocou os lábios a meros milímetros da pica do garoto e, abrindo a boca, enfiou a pica na boca. O donut estava na ponta da pica; o pai o tinha colocado sabendo perfeitamente o que minha mãe teria que fazer. Muito devagar, mamãe foi enfiando a pica na boca até chegar a mais da metade. Nesse momento, o filho pediu para ela parar um instante e fotografou novamente minha mãe, que naquele momento estava ajoelhada diante dele com mais de meia pica dentro da boca.
"Essa cena é super excitante, senhora. Olhe nos meus olhos. Adoro ver seus olhinhos de menina boazinha com meu pauzão na sua boca."
Mamãe continuou avançando bem devagar. Ela tinha que dilatar a garganta para engolir aquela pica até o fundo. Faltavam uns 3 ou 4 cm quando mamãe agarrou a bunda daquele garoto e apertou contra a garganta, enfiando toda aquela pica na boca por um segundo que me pareceu eterno. Depois, empurrou ele para trás, e o rapaz quase caiu sentado no sofá. Quando mamãe tirou a pica da boca, também levou o donut nela.
"Muito bem, senhora. A senhora foi fenomenal dessa vez", disse o pai do garoto para mamãe.
"Agora venha aqui e continue chupando, senhora, até eu gozar na sua boca."
"Nada disso, garoto. Você tem que guardar essa porra para outro lugar, porque esta é uma... Ocasião especial", respondeu o pai dele.
Diante disso, o garoto se levantou do sofá e empurrou minha mãe para trás, fazendo ela cair de costas no tapete da sala.
"Então vou foder a senhora, vou foder agora mesmo."
O pai dele disse:
"Se comporte como um cavalheiro, filho. Antes de foder, você tem que dar à senhora o mesmo tratamento que ela te deu. Além disso, você tem sorte porque dessa vez a buceta dela tá raspada, e você vai poder estrear o visual novo sem engasgar."
O garoto entendeu e disse pra minha mãe:
"Vou obedecer meu pai, senhora. Antes de te foder, vou comer essa bucetinha peladinha."
O garoto se deitou, deixando o rosto na altura da buceta da minha mãe. Abriu as pernas dela com facilidade, já que minha mãe não fez nenhuma objeção. Então, o moleque começou a lamber a buceta dela, passando a língua pelos cantos mais profundos da minha mãe, que tentava abafar os gemidos como da outra vez. Eu podia ver os dois deitados no chão, com a boca do garoto colada nas partes íntimas da minha mãe, sem levantar a cabeça nem por um momento.
"Senhora, diga pro meu filho continuar, que não pare."
Pra minha surpresa, minha mãe respondeu quase na hora:
"Come minha buceta, continua chupando."
O garoto manteve a boca na buceta da minha mãe por vários minutos, enquanto ela ofegava e apertava os punhos, até que ele se afastou e começou a meter dois dedos na buceta dela. Minha mãe não parava de se contorcer no tapete.
"Garoto, peça pro meu filho dar à sua mãe o que ela merece."
"Não entendi o que você quer", respondi.
Minha mãe se apressou em responder:
"Ele quer que você peça pro filho dele me foder."
"Eu não vou..."
"FAZ ISSO", gritou minha mãe.
Olhei aquele garoto nos olhos e disse:
"Fode a minha mãe."
"Já era, rapaz", ele respondeu.
O moleque babou a glande dele e passou um pouco na entrada vaginal da próxima vítima, ou seja, minha mãe, e apontou o pau até roçar o clitóris dela. Minha mãe só ficou... abrindo as pernas pro aríete que se apresentava diante dela.
"Aproveita o momento, filho, essa buceta é gloriosa"
O garoto foi se deitando aos poucos sobre a minha mãe, deixando a glande bem na entrada da buceta dela.
"Peça, senhora"
"Mete" respondeu minha mãe, que dessa vez também não demorou nem um segundo pra responder
"Vamos, senhora, me diga até onde quer"
"Até o fundo" ela disse de novo, enquanto eu achava que ela tava só seguindo o jogo deles pra gente se livrar logo.
O garoto começou a meter a glande bem devagar, deixando as paredes da buceta da minha mãe se adaptarem direito à ferramenta que ia receber.
"Tô entrando, senhora, tô entrando na sua buceta"
O garoto foi entrando na minha mãe com cuidado, lento mas firme, aos poucos aquele moleque ia enfiando o pau centímetro por centímetro dentro dela, que cada vez disfarçava menos os gemidos.
"A senhora é maravilhosa, uma deusa, eu adoro"
"Vai devagar, filho, que essa buceta é muito gulosa e pode fazer você gozar num segundo, tem que ter paciência" disse o pai dele
O negão foi avançando os quadris até encher minha mãe por completo, pelo pouco que eu via do ângulo onde tava, percebi que o encaixe era total, a buceta da minha mãe abrigava dentro dela o pau descomunal daquele garoto.
Devagar, o moleque foi tirando o pau de dentro da minha mãe até sacar ele por completo, pra na hora enfiar de novo inteiro de uma só estocada. Ele foi movendo os quadris pra trás e pra frente, uma vez e outra, aumentando a velocidade e a força. As batidas da investida, quando o púbis dele batia no da minha mãe, ecoavam pelas paredes da sala de casa, as estocadas cada vez mais rápidas e profundas até quebrar de vez as barreiras que restavam nela, que foi aumentando os gemidos e gritos a cada vez que o pau Daquele negrão entrando fundo dentro dela, até o mais profundo do seu ser.
"Ummm, ummm, é maior que o do seu pai", dizia minha mãe de olhos fechados. Eu não sabia se ela se referia ao meu pai ou ao do negro, mas a ideia sumiu da minha cabeça na hora quando vi, com nojo, aquele negrão com o pau completamente enterrado dentro da minha mãe, olhando fixamente para ela. Para minha completa repulsa, foi a mamãe quem colocou a língua para fora e aproximou a boca da do negro, que abriu a dela, fazendo com que as línguas dos dois se entrelaçassem. Mamãe cruzou as pernas na cintura do moleque e agarrou com as mãos a bunda do negrão, que a cobria por inteiro. Enquanto o beijava, empurrava com as mãos a bunda do garoto para que ele a fodesse mais fundo.
Vomitei diante daquilo. Minha mãe estava se comportando como uma puta. Tinha sucumbido a um moleque mais novo que o filho dela, que a estava estuprando diante dos meus olhos, e a putinha tinha começado a gozar e esquecido que estava sendo estuprada.
"Ha ha ha, parece que a mamãe finalmente aceitou a verdade: que ela morre de vontade de dar pra um pau preto. Já sabia disso, moleque. Olha que nojento você, vomitar na sala só por ver a mamãe levar uma boa foda. Que fresco você é."
"Filho, não faça a senhora esperar e fode ela como ela merece. Sobe as pernas dela nos seus ombros pra sua pica chegar bem fundo."
O moleque não esperou mais. Pegou minha mãe pelos tornozelos, colocou-os nos ombros e apontou o pau na entrada da buceta dela. Como da outra vez, a buceta da minha mãe engoliu o pau daquele filho da puta por completo, de um jeito que dava pra ouvir as bolas do negrão batendo na bunda dela cada vez que aquela pica enorme entrava toda na minha mãe.
"Chop, chop, chop."
Aquele som me fez entender que a buceta da minha mãe estava molhada por causa do pau daquele moleque que mal era um pivete.
"Vou colocar uma música boa pra essa porra. momento merece e eu já vi no outro dia que vocês não tinham uns discos bons"
O negão colocou um disco no som enquanto o filho dele continuava comendo minha mãe, botou um reggaeton cujo refrão dizia:
Tu queres duro...
(Dá duro, papai!) (Dá mais duro!)
Tu queres duro...
(Dá duro, papai!) (Dá mais duro!)
(Dá duro, papai!) (Dá mais duro!)
Essa noite fode duro
Duro fode no escuro
Duro a gente se pega contra o muro
"Essa música é bem a cara do momento, né, garoto? Com certeza sua mãe gosta e sabe continuar a capela com meu moleque. Vamos, filho, começa você"
"Tu queres duro" dizia o garoto enquanto entrava e saía da buceta lubrificada da minha mãe, aumentando a velocidade e a força das estocadas.
Minha mãe não continuou a música, então o negão repetiu de novo, com um tom um pouco mais autoritário dessa vez, e se aproximou da minha mãe para dar um leve tapinha na bunda dela. Mais uma vez, minha mãe me surpreendeu entrando na brincadeira daqueles dois porcos.
"Dá duro, papai, dá mais duro" continuou minha mãe a música, enquanto os gemidos começavam a sair da garganta dela, com os olhos fechados, aguentando as estocadas do garoto.
"Tu queres duro" respondia o moleque, enquanto começava a meter na minha mãe no ritmo da música.
"Dá duro, papai, dá mais duro" respondia minha mãe de novo, agora segurando os próprios peitos enquanto continuava curtindo a pica do garoto.
"Tu queres duuuuro" respondeu o garoto de novo, enquanto agarrava os quadris da minha mãe e levantava ela a picaços no tapete com uma força do caralho.
"Dá duro, papai, dá mais duuuuro" respondeu minha mãe de novo, ao mesmo tempo que explodia num orgasmo brutal, cujos gritos se misturaram com os do garoto, assim como a pica e a buceta deles tinham feito até aquele momento.
"Vou gozar, vou gozar, senhora"
"Agora sim, filho, enche o tanque da senhora com seu leite, haha"
O moleque soltou o esperma dentro da minha mãe com três ou 4 sacudidas e sem tirar o pau de dentro da mamãe, ele caiu suado em cima dela e começou a beijar ela de novo. Não sei quanto tempo passou, mas pareceu uma eternidade. Minha mãe e o negão se beijavam enquanto ele continuava se movendo devagar com o pau ainda dentro dela, que mais uma vez segurava as nádegas do negão com as mãos, empurrando ele pra dentro pra continuar sentindo aquele pau dentro dela enquanto ele terminava de descarregar as bolas dentro dela até a última gota.
"Tô vendo que no final a senhora gostou da música, hein? A música e todo o resto, haha", riu o pai.
Minha mãe saiu de debaixo do corpo do moleque, que ainda descansava pelado em cima dela, e ficou sentada no tapete, começando a choramingar.
"Não sei o que deu em mim, essa não era eu. Saiam da minha casa de uma vez, já conseguiram o que vieram buscar", disse minha mãe.
"Senhora, claro que a senhora sabe o que aconteceu. O que rolou é que seu marido é um pau mole que não dá o que a senhora precisa, e claro, uns paus como o meu e o do meu moleque acabaram despertando em você algo que estava esquecido há tempos. Com certeza com seu marido a senhora nunca gozou como gozou com meu filho. Além disso, depois do que eu vi, não posso ir embora sem me divertir também, senhora. A senhora tem que entender que me deixou de pau duro vendo ela gozar que nem uma puta debaixo do meu filho."
O negão se aproximou da minha mãe enquanto o filho dele se sentava no tapete, se recuperando da gozada que tinha dado nela, e disse pra minha mãe:
"Vamos lá, senhora, faz uma punheta daquelas boas que a senhora sabe."
Mamãe se ajoelhou na frente do pai e segurou de novo o pau enorme com a mão. A mão dela era pequena comparada com aquele pau, e ela teve que juntar as duas mãos pra cobrir mais o pau. Mesmo assim, ainda sobrava pau. Mamãe começou a mover as mãos rapidamente, e quando o pau ficou duro que nem uma espada, ela continuou movendo as duas mãos no pau a toda velocidade. Eu até vi ela olhando. direto nos olhos do negão.
"Assim que eu gosto, senhora, que me olhe enquanto me bate uma punheta, mas vai mais devagar. E seu filho, me passa o celular desse otário aí, quero tirar umas fotos também."
O filho dele jogou o celular, e o pai pegou, apontando pra minha mãe e começando a fotografar ela.
"Assim, muito bem, me olhe enquanto eu tiro a foto e mexe suas mãos devagarinho na minha pica."
"Agora me dá um beijinho na ponta da pica e mantém seus lábios colados nela enquanto eu tiro a foto. Essa foto é muito boa, moleque, sua mãe beijando minha pica enquanto segura ela com as duas mãos, é como se beijasse a cabeçona de uma anaconda, haha."
O negão separou os lábios da minha mãe do pau dele, desligou a música que ainda tocava no aparelho e sentou de novo no sofá.
"Já vai ter tempo pra outra música mais tarde, mas agora prefiro que não tenha música. Vem aqui de quatro, senhora." ...continua...
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