Recém-casada, virei a putinha do Seu Raúl

Meu nome é Angélica, tenho 24 anos e tô casada com o Ernesto há 10 meses. Ele tem 26 anos, é um homem muito gostoso, por isso casei com ele. Eu sou uma garota magra, tenho 1,65, morena clara, mas dá pra dizer que sou uma garota bonita e de corpo bom: uma bunda empinada e firme, e meus peitos, embora não sejam grandes, são firmes e empinados, além de pernas torneadas e bem durinhas. Lembro que quando eu estudava, não faltava um moleque pra falar alguma coisa sobre minha bunda ou minhas pernas, porque eu adorava usar minissaia. Sempre fui uma garota que gostou de se vestir sexy, sem ser vulgar. Foi por isso que o Ernesto reparou em mim e me fez esposa dele. A gente se conheceu por um amigo dele da faculdade, num rolê que a gente teve, e ele convidou o Ernesto. Depois disso, a gente começou a se falar mais e virou namorados. Bom, o Ernesto é Engenheiro Civil e trabalha numa construtora. Ele tem menos de 1 ano de empresa, então não deu pra gente fazer nenhuma viagem de lua de mel. Depois do casamento, a gente veio morar numa casa que ele alugou pelo trabalho, aliás, uma casa grande com piscina. Ele me comeu naquela noite, e eu me senti muito bem, porque antes de casar a gente não tinha transado, e foi minha primeira vez. Tudo isso me fez muito feliz naquela noite. Desde então até hoje, o Ernesto sempre me come do mesmo jeito, na posição de papai e mamãe, e nunca me propõe sexo oral ou outras coisas, porque ele acha isso obsceno, coisa de prostituta ou mulher fácil. No começo, eu não reclamava, porque me sentia satisfeita e completa com o que ele fazia na cama, e também porque eu não conhecia um mundo novo que agora conheço há dez meses. E é essa história que vou contar pra vocês, que começou há um mês.

O Ernesto, por ser engenheiro de uma construtora e por ter pouco tempo de casa, trabalhava pra caramba. E por causa do cargo dele, viajava muito pra fora. a cidade, e nossa vida de recém-casados era fabulosa no começo, ele me comia todo dia e eu ficava fascinada por ser a mulher do homem dos meus sonhos, mas como falei antes, só fazia na posição de papai e mamãe. Eu, por causa da educação tão rígida que meus pais me deram antes de casar, não tive muita vida social até conhecer meu marido, e ele, assim como eu, se guardou até o casamento pra transar. Tudo ia muito normal, até que uma tarde o Ernesto me falou que precisava emprestar um quartinho que tinha na área de serviço, bem perto da piscina, pra um Mestre de Obras que tinha vindo trabalhar pela construtora na cidade e era muito chegado aos patrões da empresa. Então não tivemos muita escolha, já que praticamente emprestavam a casa e não cobravam muito aluguel por ela.

O cara que o Ernesto trouxe pra casa se chama Raúl, um sujeito de 43 anos, maduro, 1,70 de altura, pele morena e corpo médio, com uma barriguinha e uma cara fechada de poucos amigos, enfim, um cara bem “tanto faz”. E a verdade é que desde que o Seu Raúl, como eu chamava, chegou, me sentia meio desconfortável com um estranho em casa, embora de certa forma não me desagradasse muito a ideia de ter mais alguém morando nessa casa tão grande pra não me sentir tão desprotegida quando o Ernesto viajava. No fim, parecia que meu pai morava em casa.

Os dias foram passando e aos poucos fui deixando de ligar pro fato do Seu Raúl morar na nossa casa, já que quase o dia todo ele tava na obra, só nos fins de semana ficava em casa o dia inteiro, porque ele não era da cidade, e aproveitava pra fazer uns reparos na casa por ordem dos patrões. Então eu sempre via ele indo de um lado pro outro fazendo consertos.

E tudo começou num certo fim de semana de verão, daqueles dias de um calor infernal. Meu marido e eu resolvemos aproveitar a piscina juntos e decidimos convidar uns amigos do trabalho do Ernesto pra Aproveitar uma tarde e fazer um churrasco. Nesse dia, o Ernesto me surpreendeu ao me pedir para usar um biquíni que eu tinha guardado pra nossa lua de mel, e como eu nunca tinha estreado, era a ocasião perfeita. Não era nada demais, mas nele minhas pernas, minha cintura e minha bunda redondinha ficavam perfeitas. Obviamente, entre os convidados estava o seu Raúl, que se ofereceu pra preparar o churrasco. E o que eu ouvi naquela tarde me perturbou pra caramba nos dias seguintes. Enquanto meu marido conversava com os amigos, consegui escutar uma conversa bem pesada, onde se referiam ao seu Raúl como um puta mulherengo, que deixava as mulheres loucas, porque pelo visto ele tinha uma pica de burro, pelo que entendi. A tarde passou e todo mundo se divertiu pra caralho. Já de noite, não consegui evitar de comentar com o Ernesto o que tinha ouvido sobre o seu Raúl, e ele deu uma gargalhada, dizendo:

— Já tá imaginando por que a gente chama ele de burro, né?

Eu fiquei em silêncio e, num tom de pergunta, exclamei: — Ele tem ela bem grande...? E o Ernesto continuou rindo enquanto balançava a cabeça que sim, e disse: — Só espero que você nunca descubra. E soltou mais uma gargalhada. Na minha cabeça, jamais imaginaria trair meu marido, ainda mais com um cara como o seu Raúl.

Na semana seguinte, uma noite, olhando pela janela, vi o seu Raúl chegar acompanhado de uma mulher de uns 30 anos. Assim que vi, falei pro meu marido:

— Que sem-vergonha esse seu Raúl, trouxe uma mulher com ele. E meu marido respondeu:

— Certeza que vai comer ela, daqui a gente vai ouvir os gemidos, já vai ver. E soltou outra gargalhada.

Aquilo me deixou incomodada, e logo em seguida já dava pra ouvir os gemidos daquela mulher. Meu marido só comentou:

— Puta merda, esse seu Raúl é um verdadeiro garanhão, que trepada ele deve estar dando nessa mulher.

Assim os dias foram passando, e o seu Raúl continuou levando mulheres pro quarto dele, até que uma certa noite eu vi que ele chegou com uma garota bem mais nova que ele. É... Mas pude ver que essa mina não passava da minha idade, velho safado, pensei comigo, como era possível uma garota tão nova se deitar com um cara mais velho. Aí me deu curiosidade, aproveitei que aquela noite meu marido não estava em casa e o que fiz depois deu um giro de 360° na minha vida. Resolvi ir além do que via pela janela, desci e fui até o quarto e, ao me aproximar, ouvia cada vez mais os gemidos daquela garota. Cheguei na janela e por uma fresta consegui ver o seu Raul fazendo um oral na menina, vi como ele, com habilidade, chupava e tocava a garota, e ela se contorcia de prazer e gritava cada vez mais. Não sei o que me deu, mas senti um choque no estômago, comecei a suar e meu coração disparou. Eu estava ficando com tesão com aquela cena, mas qual foi minha surpresa quando o seu Raul mandou a garota chupar o pau dele. Ele tirou de dentro da roupa um pau descomunal, não podia acreditar no que via, era o maior e mais grosso que já tinha visto, e via aquela mina adorando chupar e chupar aquele pau que mal cabia na boca dela. Foi aí que saí do transe quando o seu Raul olhou para a janela. Eu só corri e não soube se ele tinha me visto espiando. Já no meu quarto, mais calma e com a cabeça mais fria, me preparei para dormir… foi então… umas 5 da manhã, quando acordei de repente na cama, agitada e com um tesão danado, toda suada, porque estava sonhando com o que nunca imaginei que sonharia. Sonhava que estava na cama com o seu Raul, curtindo um sexo oral gostoso, e que eu mamava o pau dele, só de calcinha fio dental, comendo a rola dele e falando um monte de putaria.

- Chupa essa pica, puta, sabia que você gostava do meu pau, por isso estava me espiando… agora é todo seu, come ele.

E eu adorava chupar aquele pedaço de membro.

Levantei da cama e fui para a cozinha pegar um pouco de água, fiquei lá um tempão. Lembrando daquele sonho, como era possível que eu estava desejando, sonhando em estar no lugar daquela garota chupando a pica daquele cara estranho que me assustou tanto? Como eu pude ter sonhado aquilo? Estava traindo meu marido, mas ao mesmo tempo tinha gostado. Me sentia confusa, não sei o que está acontecendo comigo. Como eu teria sonhado algo que me parecia nojento, mas que agora já não tanto? Porque me excitou e me molhou.

No dia seguinte, quando Ernesto chegou, me disse que teria que sair da cidade por um par de semanas para supervisionar uma obra. E nos dias seguintes, não conseguia tirar da cabeça aquele sonho que tive com seu Raúl, e ficava martelando na minha cabeça a ideia de que ele me viu espiando. Passaram-se alguns dias quando encontrei seu Raúl no quarto de lavanderia. Ele estava terminando de lavar a roupa quando cheguei, e assim que me viu, pegou as coisas dele para sair. Quando passou perto de mim, me disse:

— E você, Angélica, o que achou da garota daquela noite, como ela chupava minha pica? Gostou, por isso me espiava com sua boquinha aberta?

— Fiquei paralisada, não sabia o que responder. Meu coração começou a bater a mil por hora, não sabia o que dizer diante daquela revelação. Fiquei sem palavras.

— O que foi? Não vai dizer nada? Ou será que você não teria gostado de ser aquela garota e aproveitar para chupar toda a minha pica?

— Fiquei muda, mas reagi e dei um basta firme naquelas afirmações.

— O senhor está louco? Quem o senhor pensa que é? E por que acha que sou como suas amiguinhas que traz para o quarto? Me respeite, ou vou contar para o Ernesto.

Nisso, ele começou a abaixar o zíper da calça, e o que vi não podia acreditar. Ele tirou aquele pedaço de carne, grande, grosso e bem duro. Fiquei hipnotizada, não conseguia nem me mexer, sentia o corpo todo paralisado. Finalmente, tinha na minha frente aquela pica com a qual tinha tido tantos sonhos. Devagar, ele foi se aproximando, e quando ficou na minha frente, pegou minha mão e me puxou para perto dele, e com os braços me envolveu com força. cintura e com as mãos grandes começou a apertar minhas nádegas, foi então que senti uma descarga de êxtase por dentro, uma parte de mim já estava excitada com aquele apertão na bunda, mas outra parte se recusava a estar naquela situação, porque eu era uma mulher recém-casada e amava meu marido, não conseguia imaginar trair ele, então falei.

— Por favor, me solta, seu Raul, sou uma mulher casada, me solta...

Seu Raul respondeu...

— Isso não importa, gostosa, você é muito boa, vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica, tá pedindo aos berros, vou te fazer o que o inútil do seu marido não faz.

Logo depois de dizer isso, seu Raul enfiou a cabeça nos meus peitos e, num movimento rápido me dominando, mordeu levemente um deles, dos meus lábios só saiu um gemidinho AAHhh¡¡... Porque ninguém nunca tinha feito algo assim comigo, tudo naquele momento se juntou e foi uma descarga de êxtase que não deu mais pra segurar, eu já estava completamente excitada, tudo tinha se acumulado: meu sonho, aquela cena do seu Raul com a amante e aquela situação em que eu estava, meu sonho estava prestes a se tornar realidade. Seu Raul só me disse:

— Você gostou, gostosa, sabia que ia gostar, dá pra ver que você é uma putinha, de hoje em diante você vai ser minha putinha...

Eu fechei os olhos e seu Raul, como um cachorro faminto, mordia levemente e chupava meus peitos por cima do meu vestido enquanto as mãos dele massageavam ritmicamente minhas duas nádegas e ao mesmo tempo puxava por baixo do meu vestido minha calcinha fio dental, eu estava aproveitando aquela tremenda apalpadela que aquele velho feio estava me dando, não conseguia acreditar como eu podia estar ali daquele jeito e ainda gostando. De repente, senti seu Raul tirar a boca dos meus peitos e, num movimento de mãos, senti ele levantar meu vestido, me deixando só de sutiã, e novamente voltou para meus peitos, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força, eu só soltava uns gemidinhos tipo "ahh, ahh". Depois disso, seu Raul me pegou no colo e entramos pela varanda, e ele me levou para a... Na sala da minha casa, me recostei num sofá e ele continuou com o serviço. De repente, senti as mãos dele se afastarem das minhas nádegas e ele foi subindo meu vestido aos poucos até me despir completamente. Como um reflexo da pouca dignidade e rejeição que ainda me restava, segurei as mãos dele, mas ele mordeu meu peito de repente e fez eu levar as mãos para trás, me recostando no sofá e soltando um gemido. Agora, as mãos dele tinham subido até meus peitos e levantaram meu sutiã, deixando meus peitos ao ar livre.

— Que peitos lindos e gostosos você tem, Angélica. Vou saboreá-los como nunca fizeram com você.

Se don Raúl soubesse que meu marido nunca tinha mordido meus peitos, muito menos chupado...

Eu estava excitadíssima. Ele agarrou meus peitos com as mãos, chupava e lambia eles, e eu sentia que estava aproveitando ao máximo aquela situação. Olhava para ele como uma louca, ele não parava de chupar meus seios, eu estava recostada no sofá, curtindo e gemendo. De repente, don Raúl se afastou dos meus peitos e vi ele olhar para baixo, na direção da minha calcinha fio-dental. Ao ver aquela peça minúscula, exclamou:

— Uau, Sra. Angélica, a senhora é uma fogosa mesmo! Olha que calcinha linda que está usando.

Ele se aproximou da minha buceta e deu um beijo por cima da calcinha, o que me deixou ainda mais excitada. Depois disso, ele se levantou e me disse:

— Agora sim, mamãe, se prepara para gozar como nunca. Vou te meter como nunca, você vai pedir mais. Vou deixar ele bem duro, você não vai resistir a tocar e chupar. Vai cavalgar como uma vaqueira no cio.

Eu só olhei para ele, mas não disse nada. Ele desceu até minha buceta e afastou minha calcinha.

— Hum, está bem depiladinha. Parece que você imaginou que alguém ia chupar seu triângulo hoje, né?

— Não, don Raúl, eu não sou o que o senhor pensa. Ninguém nunca chupou aí.

— Hum, então seu marido, Ernesto, é um grande idiota. Como pode desperdiçar esse banquete? Mas agora vou estrear você. Vou te dar uma chupada que você nunca vai esquecer.

Ele começou a sugar e a meter a língua na minha buceta. Eu gemia e... Com minhas mãos, peguei a cabeça dele e empurrei pra ele continuar chupando mais e mais.

- Ahha, aí, ahhgg, aiii... esses gemidos saíam da minha garganta. Ele ficou assim, me fazendo gozar uns 15 minutos, chupando meus sucos, continuava lambendo.

- Ahaa, que delícia, sabia, Angélica? Você cheira bem, gostosa.

Na hora, ele se afastou de mim e abriu a calça, tirando completamente o pau enorme dele, uns 20 cm, grosso e com a cabeça brilhando por causa do líquido pré-seminal que tinha vazado. Ele me olhou e disse, ao ver aquilo, fiquei mais excitada, imaginando aquela cena, mas agora eu chupando ele.

- Vai, mamãe, agora você vai fazer o que viu a minha amante fazendo. Gostou muito, né? Agora vai chupar igual uma putinha esfomeada que você é.

Senti um pouco de nojo de fazer aquilo, então recusei.

- Não, seu Raul, eu nunca chupei um, não quero.

- Você vai querer, mamãe. Ele pegou minha mão e colocou no pau dele, tava quente. Começou a guiar minha mão pra cima e pra baixo. Eu só olhava pra minha mão ali, grudada naquele pau que não era do meu marido. Ele pegou meus ombros e empurrou pra baixo, eu, sem resistência, me ajoelhei como ele queria. Minha mão já subia e descia sozinha naquela vara. Tava bem na frente daquele pau, senti o cheiro forte dele, ainda me deu um pouco de nojo, mas minha excitação era maior. A situação era muito safada e obscena, algo que eu nunca imaginaria fazer. Então, abri a boca e comecei a chupar. O gosto, naquele momento, estando excitada, não me desagradou. Então, comecei a chupar com força aquele pedaço de carne. Não cabia na minha boca, então não enfiava tudo. Passei minha língua na cabeça do pau dele, foi algo que deu muito prazer pro seu Raul, porque virei pra olhar ele e ele tinha uma cara de prazer e disse:

- Você aprende rápido, putinha. Como chupa bem, e diz que não sabia? Continua chupando assim.

- Assim, mamãe, aí, ahgg, mais rápido, putinha.

Ele acariciava minha cabeça e guiava meus movimentos mais rápidos. Ele só gemia e eu tava chupando, lambendo, sugando aquele pau que, diria eu... marido, se você tivesse me visto ali ajoelhada, só de thong, chupando a pica daquele velho, dando prazer com minha boca, algo que nunca tinha feito com você. Naquele momento, senti um orgasmo, porque aquela pica estava me dando um prazer que nunca imaginei. Então parei de chupar. Dom Raul percebeu e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas para uma mesa. Me fez ficar de quatro, me apoiando na mesa, e ele atrás de mim.

- Que rabo lindo você tem, Angélica, redondinho e empinado. Tenho que te dizer que nunca enfiei num assim, então vou dar uma boa dose de pica nessa sua bunda.

Ele pegou a pica dele dura e começou a dar pequenas batidas nas minhas nádegas, enquanto com a outra mão puxava minha thong para cima. Eu comecei a rebolar em círculos, de leve, mas perceptível. Pareceu que ele gostou, porque começou a bater um pouco mais forte nas minhas nádegas com a pica, e eu jogava minha bunda para trás, tentando encontrar a pica dele ansiosamente. Então saíram da minha boca umas palavras que nunca imaginei:

- Já! Me fode, Dom Raul, por favor. Enfia essa pica, quero sentir ela dentro.

Virei para olhar ele e vi uma careta de triunfo e satisfação, porque ele tinha conseguido o que desde o início disse: que eu pedisse mais. Ele me tinha excitada no estabelecimento dele, de quatro, com uma thong minúscula e meu rabo bem empinado, mostrando tudo. Que espetáculo Dom Raul estava vendo, me tendo assim, uma imagem do contraste dos nossos corpos e peles, com certeza muito excitante para ele e para mim também.

- Sabia que você ia pedir, puta de pica. Claro que vou te enfiar, só deixa eu aproveitar sua bunda um pouco mais.

Senti ele se ajoelhar e senti suas mãos calejadas deslizando pelas minhas nádegas, me causando uma grande excitação. Senti a boca dele dando pequenas mordidas nas minhas nádegas e passando a língua por todas elas. Eu empinei minha bunda, muito excitada, sentindo muito prazer. Ele ficou assim uns 10 minutos, eu estava ansiosa para ele meter. Ele parou com aquilo e se levantou. Espera, Angélica, vou pegar um camisinha. Tenho aqui numa gaveta, porque é sempre aqui que eu como as senhoras famintas de pica igual a você. E é que não quero fazer um filho, já tenho vários espalhados por aí, hahaha. Ele soltou uma risada, e eu fiquei parada, imóvel, empinada, só com uma tanguinha minúscula, com um homem com quem mal tinha trocado palavra naquele dia e já estava prestes a me foder. Virei para olhar ele e vi como abria a camisinha e colocava no pau dele. A camisinha mal cabia, tava bem duro. Ele se aproximou, eu levantei minha bunda e só falei:

- Devagar, seu Raul, vai doer!!

- Não se preocupa, Angélica, vai entrar tudo. Só relaxa a buceta e aproveita.

Com as mãos, ele puxou as alças da minha tanguinha e baixou até o meio da coxa.

- Uau, que rabão você tem, Angélica!! É bem gostosa. Levanta mais, putinha!!!

Deu um tapinha na minha bunda. Que imagem, pensei no que o Ernesto diria se me visse assim. Seu Raul estava prestes a violar minha castidade e minha fidelidade. Eu estava prestes a me tornar infiel pela primeira vez, e com um velho como seu Raul. Senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta, começando a abrir caminho. Fiquei imóvel, esperando ele fazer tudo. Então, aos poucos, ele foi enfiando o membro dentro da minha buceta.

- Aaah, que apertadinha que você é, Angélica. Parece que seu marido tem um bem pequenininho. Que gostoso, aperta meu pau, AHHH. Só falta mais um pouquinho para eu enfiar tudo.

- Eu comecei a sentir uma delícia e a gemer, dando gritinhos. Ele começou a se mexer, até que senti o pau dele de uma vez. Senti como se estivesse me partindo, mas eu gostava, uma mistura de prazer e dor.

- AHHH, seu Raul, você tem um pau muito grande.

- Já era, putinha, você comeu tudo. Você é bem gostosa.

Virei para olhar para baixo, minha tanguinha já estava no chão, porque eu já estava aberta. Ele deixou ali por um tempo, esperando minha buceta se acostumar com aquele pau enorme. Nesse momento, virei para trás e vi como seu Raul me tinha, totalmente exposta para ele. Depois, ele me pegou pelas cadeiras e começou a me foder. lentamente eu acompanhava com os movimentos

- ahh mais gostosa, Angélica

Lá estava aquele velho feio e gordo me comendo, me aproveitando, e eu aproveitando como uma louca, gemendo

- ahh mais, seu Raul, me come assim, me dá mais forte

- ahh, me enlouquece com essa sua pica, mais, mais, mais, mais

- ohhh, seu Raul, meu marido nunca me comeu como você, assim, oohh, ohhh

Seu Raul começou o vai e vem mais rápido e com mais força, e eu também aumentando, empinando minha bunda pra ele pegar bem. Nisso, seu Raul parou os movimentos, agarrou minhas nádegas e começou a mexer ritmadamente em direção ao pau dele, e eu me enfiando sozinha. Virei pra olhar e vi os olhos do seu Raul cravados na minha bunda, com certeza ele tava vendo como o pau dele entrava e saía rápido da minha buceta

- oohh, Angélica, que gostoso você aguenta, ohh, ahh, isso, puta, assim

- se enfia sozinha, igual a puta que você é, aí, que gostoso você fode, ninguém rebola a bunda como você, aí

Assim ficamos uns 20 minutos fodendo com gosto, o lugar tava cheio de gemidos e dos barulhos das batidas da minha bunda na barriga dele. Num movimento, ele pegou meus braços com os dele e puxou pra trás, e nessa pose, talvez a mais excitante que eu podia imaginar

- aí, que bonita você fica assim, aproveitando como uma puta

Eu fiquei assim, e agora era ele quem me comia. Tinha muita força, metia e tirava o pau da minha buceta de um jeito incrível, eu só gemia

- ahh, ahh, ahh, mais, mais, mais, seu Raul, haa, haa, haaa, me parte!! haah, ohhh, aí!!

De repente, meu corpo se convulsionou e eu tive o orgasmo mais gostoso de toda a minha vida - ahhhhh, só saiu esse gemido da minha garganta, e ele parou os movimentos. Seu Raul percebeu isso, senti ele tirar o pau da minha buceta. Eu tava perdida, me recuperando do orgasmo, quando comecei a sentir de novo batidas nas minhas nádegas, do pau dele, agora sem camisinha

- gostou, puta?

- sim, seu Raul, respondi, muito. Ninguém nunca me comeu como o senhor

- viu, puta? Eu te falei que ia Você ia gostar e pedir mais, mas agora é hora de engolir essa porra que tá guardada pra você.

Então eu me puxei pra frente dele, ele fez eu descer a buceta dele ainda dura, parecia que não cansava. Peguei com uma mão e comecei a chupar.

— Mais rápido, puta, mais rápido. Me faz saber que você quer meu leite.

Eu comecei a chupar mais forte e rápido.

— Ohh, ohhh, assim, puta, assim, ahhhhh, mais rápido.

Minhas bochechas já doíam de tanto chupar aquele pau enorme e rápido, até que senti o corpo do velho tremer e ele falar:

— Vou gozar, puta. Abre essa boquinha, jáááá, ahhhhh!!!

Ele tirou o pau e eu abri a boca esperando o sêmen dele. Começaram os jatos de porra, fechei os olhos e senti os esguichos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. Tava tão quente que o que ficou perto da minha boca eu alcancei com a língua e engoli. Eu tinha adorado ele me tratar assim, como uma puta, fazendo coisas que com meu marido eu nunca faria.

— Pronto, aí sim, agora a senhorita Angélica foi bem comida e banhada de porra, como você queria, hahahaha. De hoje em diante, vou te comer quando der na telha. Essa buceta gostosa que você tem agora é minha, então vou fazer ela gozar sempre.

Eu só olhei pra ele com um pouco de vergonha, porque ele tinha razão, eu queria ser comida e banhada de porra dele. Só respondi que sempre estaria disposta a receber aquele pau tão gostoso, e assim começou minha história de infidelidade. A partir daquele momento, virei a puta dele, como ele me chamava.

2 comentários - Recém-casada, virei a putinha do Seu Raúl

Angélica siempre fuiste una puta y te desesperabas por una verga ylo demostraste con el viejo que te desnudo de una y supiste que tu marido no cumple con tus necesidades de puta. Me encanto bebe que te soltaste tal cual sos. Segui asi puta hermosa.