Fechando o negócio

um novo capítulo dessa história


quero agradecer meus leitores
os pontos que me dão
é muito gostoso receber eles
Muito obrigado por me ler.
e espero que vocês curtam muito essa história










Alberto não conseguia acreditar, o Miguel tinha assinado sem ler. Os três se abraçaram e se despediram até sábado. Eu, do jeito que tava, não larguei a cadeira em nenhum momento.


Alberto, viu amor? Conseguimos. Agora acabaram todos os nossos problemas. Teu plano deu resultado pra caralho.


Muito melhor do que você imagina, bebê.


Alberto, vamos brindar, meu céu. Traz um vinho aí.


Bem, meu anjo, mas devagar.


Levantei da cadeira e fui pegar o vinho. Quando voltei, o Alberto me sentou no sofá e serviu duas taças.


Alberto, viu que seu vestido tá manchado?


Ah sim, amor, na segunda vez não me deram tempo de tirar.


Alberto, e essas manchas, o que são? Não te comeram no pelo, né?


Amor, me desculpa, mas eles só queriam me comer como uma puta. Eu implorei pra eles não gozarem dentro, mas eles não me deram bola, falaram que cachorras como eu tinham que ser emprenhadas e, sinceramente, seria um milagre se isso não acontecesse.


A buceta do Alberto explodia por baixo da calça.


Ô amor, olha como você ficou, quer que eu te faça uma punheta?


Alberto, sim, meu amor, mas me conta como essas feras te comeram.


Só se depois você chupar minha buceta.


Alberto, vamos pra cama pra isso.


Entramos no quarto, a cama estava desarrumada e deitamos na mesma cama onde me comeram.


Amor, não deu tempo de trocar elas, eles queriam me comer na nossa cama e eu tinha que satisfazer eles.
 
Alberto se deitou ao meu lado completamente pelado e comecei a punhetar o corno. Me dava muito tesão ver ele todo acabado nos lençóis cheios de porra dos meus machos. Comecei a bater uma pra ele e a contar com todos os detalhes como me comiam e as coisas que falavam, não só sobre mim, mas também sobre ele. Preciso confessar que inventei algumas coisas. O corno gozou por completo e depois me chupou a buceta, pensando que eu tinha tomado banho, mas isso só o deixou mais excitado quando eu disse que ele chupava bem e como ele lambia a porra dos meus machos. Ele quis me comer, mas eu não deixei. O amigo dele, Carlos, e o pai dele tinham me deixado toda arrombada.


Amor, o que a gente faz o fim de semana inteiro no sítio? Certeza que vão querer me comer de novo.


Alberto, não, não, isso já acabou, já conseguimos o que a gente queria, os dois.


E como é que eu vou evitar isso? Pra eles eu já sou a putinha deles, amor. Além disso, pensa: o que eles fariam se eu recusasse? Não, amor, já não tem volta.


Alberto, você quer transar com eles? E se tiver mais?


Tem razão, meu bem, a gente vê isso ali. Além disso, você morre de vontade de me ver dando pra outros, se faz de bêbado e eu deixo você olhar tudo, mas olha só, só olhar mesmo, sem meter a mão.


Alberto, sei lá, acho que é demais. E se forem mais, o que a gente faz?


Aproveitamos a vida, olha como sua bucetinha ficou dura de novo. Que tal se tiver mais e você me ajudar?


Alberto ajudar? Pra quê? Nem fodendo, meu anjo.


Bom, então você deitadinho no sofá vendo todo mundo comer sua mulher, tenho certeza que vai gozar sem nem se tocar, bebê.


Alberto, sei lá, amor, não sei.


Temos que ir, mesmo com o contrato assinado. Quem te garante que eles vão cumprir? Você quer perder tudo? Achou que por ter o contrato assinado eles iam parar de me usar? Que inocente você é, meu amor, caiu na armadilha deles e, mesmo tendo ganhado, não percebe que perdeu, céu. De agora em diante, se quiser continuar tocando esse negócio, vou ser a putinha deles até eles se cansarem de me usar. E sabe de uma coisa? Eu gosto de ser a putinha deles, amor. Quero todas as picas que conseguirem pra mim, meu céu. Você acordou a puta que tava adormecida dentro de mim. Agora, a sua, mal sinto ela, bebê.


Alberto, você sabia que isso ia acontecer e não fez nada pra evitar, já era uma putinha, meu bem.


Viu como você perdeu, corno manso? Mas fica tranquilo, você sabe que eu te amo e, se eu tiver que ser a puta do seu amigo, vou ser só pra você continuar ganhando com esse negócio.


Alberto, valeu, love. Também vou adorar te ver dando pra eles, mas quero que você também dê pra mim.


Pra isso, eu teria que pedir permissão pra eles.


A semana foi quente, embora só tenha deixado o cuck me comer duas vezes. Depois, fui contando as diferenças entre as fodas dele e as deles. Claro que eles eram muito superiores, e mesmo assim o Alberto ficava mais excitado quando eu contava, admirando as picas deles. Na sexta, fomos pro sítio. Carlos e Miguel estavam nos esperando. Quando chegamos, demos de cara com um negão assustador, era o Alfredo, um dos caseiros do sítio. Eu tinha ido de biquíni, então ele não conseguiu evitar de dar uma olhada nas minhas tetas. Percebi que isso já tinha deixado o Alberto de pau duro. Chegamos na casa, e o Alberto foi guardar o carro enquanto eu entrava. Fui recebida pelo Carlos com um beijo e um abraço.


Carlos, você veio preparada, tenho um amigo pra te apresentar.


Tem mais um, papi? Já conheci o Alfredo e ele me deu um pouco de medo.


Carlos Alfredo é a sobremesa dos céus e você tem razão em ter medo, ele já deixou três putas grávidas pra caralho e teve outra que se atreveu a dar o cu pra ele, tiveram que costurar ela, nos puteiros não tem puta que queira dar pra ele.


Tá, nene, meu medo não é por isso, é porque ele tem cara de ser uma fera.


Carlos, te garanto que é, sim. Agora vamos pra piscina.


Ah não, tão rápido não, para aí, e com o Alberto, o que a gente faz?


O Carlos, o Alberto, quem cuida é o meu velho.


Tá com tanta vontade de me comer?


Carlos, do jeito que você tá, até os cachorros querem te pegar.


Nunca fiz isso com um cachorro, não.


Carlos, sempre tem uma primeira vez.


Chegamos na piscina e lá estava o Raul.


Carlos, ele é o Raul, outro amigo meu e do Alberto.


Oi, eu sou a esposa do Alberto.


Raul, bem-vindo. A verdade é que você tava certo, aquele punheteiro deu sorte, olha a mulher que ele tem.
 
O quê, cê já tava falando de mim pra ela? Imagino que não contou tudo, né?


Raul, fica tranquilo. Se quiser que seja segredo, pra mim não tem problema.


Não, não é isso.


Carlão, vamos cair na piscina, a água tá uma delícia.


Dentro da piscina, o Carlos não parava de apalpar meus peitos, e logo o Raul entrou junto.


Carlos, neste fim de semana tu é toda minha.


O que é que seu velho vai dizer, o que é que meu marido vai dizer? Aiiii, mas que porra é essa?


A pica do Raul, pra fora do short, encostada na minha bunda, era uma delícia. Ele não disse nada, só puxou um pouco minha calcinha e encostou a pica na minha buceta.


Ai não, não, ahhh ahhhh é uma gostosaaa pra caralho ahhh ahhhh


Raul não perdeu tempo, começou a me comer na piscina e fazia deliciosamente, sabia manejar muito bem o pau dele, bem maior que o do Alberto, bom, a piroca do meu marido era superada por qualquer um.


Que bem que você fode, filho da puuuta, tá comendo a mulher do seu amigooo


Raul, tô partindo esse otário no meio, e agora vou até arrebentar a bunda dele.


Antes goza dentro de mim, seu filho da puta, quero sentir você forteeee


Ele não ligou, tirou a pica pra fora, usou minha buceta e enfiou no meu cu, entrou fácil e apertado, sentir aquela rola abrindo meu rabo era uma delícia, mesmo doendo um pouco, eu tava adorando. No final, senti o gozo dele dentro do meu cu e um beijo lindamente apaixonado. Os dois me ajudaram a sair da piscina e, quando a gente ia pra casa, vi o Alfredo escondido atrás de uma árvore, tinha certeza que ele viu tudo. Me dava um tesão danado o desafio de ser a puta daquela besta nojenta. Só pisquei um olho pra ele e continuei andando com os dois amigos do meu marido. Chegamos em casa, lá estava ele conversando com o Miguel. Ele me olhou, eu olhei pro Raul e cumprimentei ele com um abraço.


Alberto, já conheceu minha esposa, seu vagabundo? Espero que tenha se comportado direito, não sabia que você ia estar aqui.


Raul, de quem você acha que é a quinta, seu idiota? A comida já tá pronta, mas como é cedo, a gente pode comer um tira-gosto. A piscina me deu fome e assim a gente pode conversar de acordo com o Carlos. Queria ver se tem vaga pra eu entrar. Pelo que me contaram, é uma bombinha, e se você quiser expandir, tenho bons contatos.


Alberto, beleza, é só uma questão de conversar, mas não quero entediar minha esposa.


Fica tranquilo que eu tenho muita coisa pra me divertir.


Foi assim que meu corno foi com o Raul pra expandir o negócio dele, enquanto o Carlos e o Miguel alargavam meus buracos me comendo pela casa toda. O melhor de longe era o Miguel, o velho sabia mesmo comer, pena que não durava muito. Quando fomos almoçar, minha maiô tava toda manchada, então me ajudaram com o banho e por sorte tinha outra maiô na casa. O problema é que ela era pequena demais e mal me cobria. Foi com essa mesma maiô que almoçamos e fomos pra piscina, onde o Alberto não largou do meu lado. A intenção dele era esquentar todo mundo pra conseguir mais benefícios e com certeza tava conseguindo, embora os amigos dele tenham dado muita bebida pra ele. O Raul trouxe bebidas super exclusivas e assim o Alberto já não via mais o que faziam comigo na piscina. Naquela tarde descobri que transar debaixo d'água era muito relaxante. Pena que o Miguel já não podia mais ser meu macho e por isso cuidava do meu corno enquanto o Raul e o Carlos não paravam de me comer até ficarmos exaustos. Então fomos todos pra casa descansar. Quem não conseguiu chegar em casa foi o Alberto, tinha dormido na sombra da meia tenda. Quando acordei, não tava mais com a maiôzinha, tava totalmente pelada e do meu lado um vestidinho que eu tinha trazido. Do jeito que tava, vesti e saí do quarto. No pátio estavam todos e começamos a conversar e continuar bebendo. Vi o Alfredo rondando a casa, minha buceta e meu cu já não aguentavam mais nada, mas me dava muito tesão a ideia de ver se ele era realmente tão bruto e, entre dentes, comentei com o Carlos.


Carlos, amanhã a gente vai deixar você descobrir, mas pelo menos eu não me responsabilizo pelo que rolar.


Ficamos assim batendo papo e o Alberto planejou dar uma volta no sítio no dia seguinte, dava pra ver que ele tava adorando, e foi aí que o Raul propôs


Raul, beleza amigo, esse é um lugar foda pra trampar daqui, se tu quiser pode usar pra isso.


Albert, você tá me dizendo que eu poderia usar isso como minha casa?


Raul, e por que não? Eu só venho nos fins de semana e, além disso, sua mulher adora.


A verdade é que sim, amor, seria um sonho pra mim, pelo menos o verão, céu.


Alberto, com certeza, mas não ia complicar tocar o negócio daqui?


Raul e por quê? Por acaso tem lugar melhor pra fazer reunião de trabalho? Pra isso somos sócios ou não, meu amigo?


Jantamos e eles ficaram um tempão jogando sinuca e depois um pouco de cartas, até que no fim a gente acabou indo pra cama.

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