Deannach Sióg - 003 - Fantasia ou realidade

Acordei abraçado nela, todo carinhoso, quase usando os peitos dela de travesseiro, com um sorrisão na cara e uma ereção matinal. O quarto tava normal, sem as velas nem os acessórios, os lençóis limpos e as tatuagens dela no lugar certo. Será que foi tudo um sonho? Me perguntei. Sexo eu tinha tido, porque me sentia feliz e aliviado. Talvez o que eu vi fosse efeito de algum remédio muito forte ou alguma parada que não tô acostumado. Não quis perguntar muito pra continuar curtindo o momento. Na cama, a gente bateu um papo e ela me contou que chamavam ela de "Mica" de apelido, mas o nome verdadeiro era Maeve, herança da família irlandesa. Disse que tava prestes a viajar pelo mundo com umas amigas, então queria aproveitar bem o tempo.

Trouxe umas torradas com beautiful pra recuperar as energias e, quando pedi algo pra beber, me ofereceu o copo que ela tinha usado na noite anterior pra coletar o sêmen e outros fluidos. Parecia limpo, mas fiquei desconfiado daquele líquido grosso dentro. Ela insistiu com todo carinho e me convenceu, falando que se eu obedecesse, ia poder ter todo o sexo que quisesse. Tomei aquela porra e pareceu um smoothie de banana rançoso e arenoso. Podia ter sido pior, consegui terminar tudo e continuei descansando. Levantei pra ir ao banheiro e, quando voltei, as velas estavam de volta, a luz das chamas refletida e a "Mica" me esperando de bruços. Minhas pernas não aguentavam ir até a beirada da cama pra colocá-la de quatro.
Deannach Sióg - 003 - Fantasia ou realidadeNão entrava na cabeça dela e ela implorava como uma puta gostosa pra eu meter. Não entendia o motivo dessa impossibilidade até que olhei pra pica e ela estava enorme, maior do que em toda a minha vida, tipo uns 30cm. Enfiei os dedos e quando ela ficou bem molhadinha, coloquei tudo pra dentro. De uma vez e até o fundo. Ela gritou de prazer e disse "você tem que gozar rápido e dentro de mim", o que me deixou ainda mais tarado e meti com tudo. Bombeei duríssimo por meia hora e ela se esgoelou toda. Entre gemidos, ela sussurrava a mesma frase "téann do chumhacht i do bhainne" cada vez mais forte até que drenei meu gozo bem dentro dela. As chamas das velas cresceram e o bruxulear dava um estilo fantasmagórico às sombras dos objetos no quarto. "Não tira" ela disse "não vai baixar, me come de novo, por favor, preciso disso, me enche de mais porra" ela pediu. E dito e feito, continuou dura e enorme e comi a ruiva sem piedade até fazer a buceta dela escorrer meu gozo enquanto ela repetia aquela frase.

Tirei meu membro exageradamente grande que continuava duro, entendendo que podíamos descansar um pouco. Maeve estava exausta e o corpo tremia, tinha os olhos lacrimejantes e as pernas todas meladas. Mas se aproximou, me deu um beijo e sussurrou no meu ouvido "Agora pelo cu, a mesma coisa mas pela bunda, preciso disso, seu sêmen, por favor" e segurando na grade da cama, ficou de quatro com a raba bem empinada. Agarrei as nádegas dela e enfiei. Custou a entrar, mas depois que passou a cabeça, consegui meter de uma vez. Ela gritou e gritou, mas pedia pra eu continuar, implorava pra eu meter mais forte e dar uns tapas na bunda. As tetonas dela balançavam no ritmo das minhas picaças e ela já quase não tinha ar pra dizer aquela frase estranha que nunca tive coragem de perguntar. Mas ela disse até eu encher o cu dela de porra e me senti tão poderoso e tesudo que, como a pica também não baixou, meti nela de novo com toda a vontade. Ela chorava e se esgoelava. implorava pra eu dar mais e ao mesmo tempo dizia que sentia ele enorme e que não ia aguentar até o fim. Mas respirou melhor e começou de novo “téann do chumhacht i do bhainne”“téann do chumhacht i do bhainne”“téann do chumhacht i do bhainne”“téann do chumhacht i do bhainne”“téann do chumhacht i do bhainne”“téann do chumhacht i do bhainne” e se mexeu tanto que eu parei e a bunda dela só se movia pra ser macetada. Quando segurei na cintura dela e enfiei tudo de novo me mexendo, uma das tábuas da cama cedeu e rangeu e começou a fazer muito barulho e ela gritou “nathair!” e eu gozei. Saía porra pra fora ainda com meu pau passando sêmen pro buraco da bunda dela. Inacreditavelmente fiquei gozando uns 5 minutos enquanto ela ainda gemia baixinho e o corpo dela tremia.

Depois que terminei de vez, desmaiei e tive o que parecia ser um sonho lúcido. Primeiro porque via tudo preto mas conseguia pensar tentando descobrir o que era aquilo e onde estava. Na minha frente apareceu um olho flamejante que falou comigo e disse com voz grave e solene: “Você foi abençoado pelo feitiço de uma Sióg Gnéis que premiou as boas ações da sua vida. Você vai escolher se entrega sua alma à tentação e aproveita essa bênção em vida ou espera a vida eterna e tem a passagem garantida. Se alguma mulher entrar em contato de qualquer jeito com seu novo líquido doador de vida, ela vai se entregar pra buscar que entre no corpo dela com uma vontade infinita. Mas fica avisado do perigo que é usar esse tipo de arte pra benefício próprio, nathair!”

Acordei e não tinha mais velas nem luzes nem sombras estranhas e “Mica” já estava levantada e trocada. Ela disse que precisava ir e que tinha se atrasado. Entre o cansaço físico e a confusão, de novo, de passar de um mundo onírico pra realidade, demorei pra ficar pronto e quando fiquei, agi no piloto automático até a despedida. Depois do beijo final, fiquei olhando pra ela atônito quando ela tirou algo da carteira. Na sua Mão direita tinha uma tatuagem que eu nunca tinha visto: um olho gigante envolto em chamas. Me viu paralisado e chocado, e se aproximou de mim mais uma vez pra sussurrar no meu ouvido "nathair" e sumir no meio da galera.



peitos grandes

0 comentários - Deannach Sióg - 003 - Fantasia ou realidade