Quando cheguei em casa no dia seguinte, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Mas isso continuou acontecendo semana após semana, mesmo eu me recusando a depilar, usar fio dental ou roupas femininas, José sempre dava um jeito de me convencer e me comia do mesmo jeito, sempre com o mesmo padrão: eu chupava o pau dele até quase me engasgar várias vezes, ele me beijava com força deixando meu rosto arranhado pela barba e vermelho de sufoco, e me mandava comprar camisinha só de fio dental e com o calção de futebol por cima. Darío, o dono do kiosque, no começo achava que eu tava comendo uma vizinha, mas depois começou a desconfiar e soltava umas frases tipo "...que te façam aproveitar..." ou "...manda um abraço pra quem pode ter semanalmente uma coisinha gostosa pra comer..." Eu tentava ignorar, fingindo que não entendia o que ele queria dizer. Mas apesar de José me dar um enema e me comer com força toda semana, ele sempre dava um jeito de me colocar em posições que doíam na penetração: pernas pra cima, de lado, de pirâmide. Fazendo parecer que eu tava sendo comido pela primeira vez a cada vez, embora sempre insistisse, diante das minhas reclamações, que eu só gemesse e afinasse ou afeminasse a voz o máximo possível. Quando perguntei por que ele não comprava as camisinhas junto com o enema, ele disse que adorava me ver descer de fio dental, obediente, pra comprar. Mas uma semana ele mandou eu ir mais cedo, que tinha uma surpresa pra mim. Quando fui de manhã, o Damián, o filho, não estava — tinha ido pra casa da mãe e só voltava no meio da tarde —, mas no lugar dele tinha uma mulher que fazia depilação com cera a domicílio. Então, depois que José me convenceu, me depilei completo da cintura pra baixo. Quando a depiladora foi embora, não passou nem um minuto e eu já tava com o pau dele na boca, me engasgando, enquanto ele curtia e dizia que hoje tinha outra surpresa pra mim. Quando desci pra comprar a camisinha, ele mandou eu comprar o pacote com três. Mas quando entrei no kiosque, o Darío tava acabando de chegar. Ele pediu um momento pra esperar o colega da troca de turno ir embora. Ele se encostou do meu lado e, quando o colega foi embora, Darío perguntou na lata:
Darío: — Posso te perguntar uma coisa? Quem tá te comendo?
Darío era um cara na casa dos vinte, corpo normal, pele branca e pouco pelo corporal.
Eu fiquei chocado com a pergunta que não esperava, mas ele continuou:
Darío: — Fica tranquilo, não conto pra ninguém, mas me faz um "favor".
Eu: — Que favor?
Darío: — E... um blow job não se nega a ninguém, né?
Eu: — Que, você quer que eu chupe sua pica?
Darío: — E sim, claro que você já sabe como faz, e tô morrendo de vontade de saber como você faz.
Com um tom calmo e amigável, ele continuou: — Vem pra cá, deste lado do balcão, que não dá pra ver nada. Essa parte é verdade: não se vê nada do peito pra cima do balconista. Como eu fiquei só olhando pra ele, ele me puxou pela cintura pra trás do balcão e, de fato, cabia uma pessoa em pé e outra de cócoras ou ajoelhada.
Ele já tava se apalpando o volume, e quando baixou um pouco a mão, notei a tanga e ele disse:
Darío: — Uff, meu amor, ainda por cima tá de tanga. Hoje chupa ela, mas na próxima essa bunda minúscula é minha. Enquanto apalpava a raba, ele me encaixava no vão.
Ele puxou a pica pra fora, que era normal e depilada, e sem falar nada, comecei a chupar. Era muito diferente chupar uma pica sem que te enfiassem goela abaixo o tempo todo. Eu percebia que entravam clientes, e ele tentava agir como se nada fosse.
Depois de uns dez minutos ou um pouco mais, Darío sussurrou:
Darío: — Você toma o leite, né?
Eu assenti com a cabeça, depois de todas as vezes que engoli o leite do José. Ele bombou mais algumas vezes e encheu minha boca de porra. Continuei chupando até deixar bem limpinha.
Ele ficou alucinado e disse:
Darío: — Pô, você sempre passa de madrugada? A gente continua mais um pouco?
Eu: — Beleza, beleza.
Subi e o José me perguntou o que tinha rolado. Falei que era troca de turno no mercadinho, que o cara da manhã tinha errado o caixa, então demoraram um pouco na troca. Por sorte ele acreditou, ou pelo menos foi o que pensei.
Ele se jogou no sofá, puxou a pica pra fora e disse:
José: — Toda sua, bebê.
Eu: — Mas se o Damião chegar...
Não terminei a frase:
José: — Fica tranquilo. Me manda uma mensagem quando estiver chegando, então fica só de tanguinha. Eu me ajoelho e começo a chupar ela como sempre, metia até o fundo, lambia ela, chupava os ovos, mas principalmente eu me masturbava. Enquanto isso, passava o gel na minha bunda. Quando me dei conta, ele já tinha me levado pro quarto e a gente fez o ritual de sempre: a lavagem e uma foda violenta que deixou meu cu pulsando. No meio disso, chega uma mensagem do Damião dizendo que ia subir. "Fica aqui no quarto", ele ordena, mas pega umas meias três-quartos tipo rede no criado-mudo e manda eu vestir. Obedeço. Ele vai receber o cara e volta, senta no meio da cama com as costas encostadas na cabeceira, me pede pra ficar de quatro pra chupar ele e me cobre com o edredom, deixando só minha bunda e pernas de fora. Então fico ali, de quatro, chupando a pica dele, uma mão dele na minha nuca e o cu totalmente exposto. Escuto ele chamar o Damião. Quando ele entra no quarto e vê a cena, pergunta: Damião: — Que porra é essa? José: — Tô te falendo há tempos pra relaxar, que você precisa comer um traveco de bunda boa, e aqui arrumei um pra você. Damião: — Mas não dá, já te falei. Se ele falar ou eu ver o rosto dele, vou broxar na hora. José: — Fica tranquilo, filho. Come esse aqui que vai ficar de boca ocupada. Assim, tampadinho, você vê só o que importa. Ele fica pensando um pouco e acaba dizendo: Damião: — Uff, foda-se. Não sei por que te contei que minha fantasia era comer um traveco. Mas não conta nada pro meu amigo, já é estranho eu comer um, ainda mais com meu pai. Se meu amigo descobrir, com o mulherengo que ele é, eu morro. Mas olha que bunda boa, puta merda... José: — Fica tranquilo... Mulherengo... É, hehe... Isso daqui não sai, com um tom de deboche e uma risada disfarçada. E entrega uma camisinha pra ele enquanto eu me afogava na pica, com a mão dele pressionando minha nuca debaixo do colchão. Antes que eu percebesse, o Damião já estava me comendo, achando que eu era um traveco. E pelo visto, ele tinha herdado os genes do pai com o pau. tamanho da pica. O José mantinha o ritmo e era foda quando um afrouxava, o outro bombava. Não sabia se doía mais minha mandíbula ou minha bunda. Depois de um tempo que pareceu infinito, o Damião ficou todo tenso e soltou um suspiro, era claro que tinha acabado e tirou a pica do meu cu dizendo Damião:- uff que gostoso porra, como eu tava precisando disso! Enquanto tirava a camisinha cheia de porra e o José quase na hora fala num tom sério José:- não joga isso em qualquer lugar, hein, nem no vaso nem no lixo, me dá que eu me livro disso. Damião:- mas é uma camisinha cheia de porra e... Mas ele não deixou terminar José:- você me dá e vai tomar um banho. Damião aceitou e assim que foi embora, me destampou José:- que bem que se comportou, bebê, você tinha a maior fantasia de dar pro Damião, né? Enquanto tira a pica da minha boca e passa a camisinha cheia de porra na pica dele e coloca de novo na minha boca e continua dizendo... Agora engole toda a porra dele. E eu fiz. Quando terminei de chupar a pica dele entre engasgos e ânsias. Ele terminou de me foder enquanto dessa vez só consegui gemer e pedir pica como ele sempre gosta, chamando ele de papai e chupei de novo como sempre pra agora engolir a porra dele e termina dizendo José:- bom, oficialmente você é a menina da família. Meu cu pulsava e ardia pra caralho, tinha a mandíbula dolorida de tanto chupar o Dário, depois o José e não podia acreditar que meu amigo de infância tinha me dado uma foda do caralho. José:- bom, a partir de hoje nada de cueca boxer ou slip. Fio dental, tanga e fio dental. Então se vira, hoje chega na sua casa e me manda um vídeo cortando todas as cuecas boxer ou slip que você usava... Que sua era de "pegador" acabou... Com uma risadinha maliciosa e continua... Essa raba vai ter pica até você cagar branco de agora em diante. Enquanto pegava minha cueca boxer e rasgava com puxões e tirava uma calça de futebol rosa, do time do Messi do armário e me fala José:- se acostuma com essa cor que vai ser sua preferida. Quando eu ia embora, me troquei com a fio dental e a calcinha rosa e uma camiseta branca que tinha. levado. Tava indo pra casa, passei no kiosque e o Darío me chamou. Eu já tinha esquecido, só vinha pensando na dor na buceta que tava. Darío: - Vem, entra! Enquanto abre a porta da persiana que naquela hora já tava baixada e continua... Vamo pro banheiro que aqui não vai dar, e me leva pro banheiro apalpando minha bunda e com o pau já durasso, parecendo pedra. Quando chega no banheiro, só fala: Darío: - Encosta no vaso. Enquanto eu abaixo o shortinho, puxo a tanga e meto o dedo de uma vez, e por costume respondi com um gemido. Isso deixou ele louco. E senti na hora a cabeça do pau enfiando no meu cu, mas antes que eu falasse que sem camisinha não, ele já tava me comendo. Darío: - Geme igual agora, mas baixinho, que adorei. Eu gemia mordendo o lábio e isso deixava ele mais tesudo. A bunda não aguentava mais, mas me sentia super entregue. Dava pra ouvir clientes chamando, mas ele nem ligava, continuava metendo. Depois de um tempão, ele ficou todo tenso e pela primeira vez senti a porra dentro do meu cu. Ele tirou o pau do meu cu e sem deixar eu limpar, puxou minha calça pra cima e falou: Darío: - Espera que vou ver se não tem ninguém pra tu sair. Foi, olhou e voltou falando que dava pra sair. Eu: - Pera aí que vou limpar a bunda que tu deixou cheia de porra. Darío: - Pega um pedaço de papel higiênico. Me limpei como deu e ele quase me empurrou pra fora, mas antes falou: Darío: - Passa toda noite que quiser que tenho porra todo dia pra essa bundinha minúscula, hein. E assim fui pra casa com o cu todo arrombado, cheio de leite, com gosto de pau e porra na boca e sabendo que a partir de agora eu seria a putinha do Damião, do José e do Darío, o dono do kiosque.
Darío: — Posso te perguntar uma coisa? Quem tá te comendo?
Darío era um cara na casa dos vinte, corpo normal, pele branca e pouco pelo corporal.
Eu fiquei chocado com a pergunta que não esperava, mas ele continuou:
Darío: — Fica tranquilo, não conto pra ninguém, mas me faz um "favor".
Eu: — Que favor?
Darío: — E... um blow job não se nega a ninguém, né?
Eu: — Que, você quer que eu chupe sua pica?
Darío: — E sim, claro que você já sabe como faz, e tô morrendo de vontade de saber como você faz.
Com um tom calmo e amigável, ele continuou: — Vem pra cá, deste lado do balcão, que não dá pra ver nada. Essa parte é verdade: não se vê nada do peito pra cima do balconista. Como eu fiquei só olhando pra ele, ele me puxou pela cintura pra trás do balcão e, de fato, cabia uma pessoa em pé e outra de cócoras ou ajoelhada.
Ele já tava se apalpando o volume, e quando baixou um pouco a mão, notei a tanga e ele disse:
Darío: — Uff, meu amor, ainda por cima tá de tanga. Hoje chupa ela, mas na próxima essa bunda minúscula é minha. Enquanto apalpava a raba, ele me encaixava no vão.
Ele puxou a pica pra fora, que era normal e depilada, e sem falar nada, comecei a chupar. Era muito diferente chupar uma pica sem que te enfiassem goela abaixo o tempo todo. Eu percebia que entravam clientes, e ele tentava agir como se nada fosse.
Depois de uns dez minutos ou um pouco mais, Darío sussurrou:
Darío: — Você toma o leite, né?
Eu assenti com a cabeça, depois de todas as vezes que engoli o leite do José. Ele bombou mais algumas vezes e encheu minha boca de porra. Continuei chupando até deixar bem limpinha.
Ele ficou alucinado e disse:
Darío: — Pô, você sempre passa de madrugada? A gente continua mais um pouco?
Eu: — Beleza, beleza.
Subi e o José me perguntou o que tinha rolado. Falei que era troca de turno no mercadinho, que o cara da manhã tinha errado o caixa, então demoraram um pouco na troca. Por sorte ele acreditou, ou pelo menos foi o que pensei.
Ele se jogou no sofá, puxou a pica pra fora e disse:
José: — Toda sua, bebê.
Eu: — Mas se o Damião chegar...
Não terminei a frase:
José: — Fica tranquilo. Me manda uma mensagem quando estiver chegando, então fica só de tanguinha. Eu me ajoelho e começo a chupar ela como sempre, metia até o fundo, lambia ela, chupava os ovos, mas principalmente eu me masturbava. Enquanto isso, passava o gel na minha bunda. Quando me dei conta, ele já tinha me levado pro quarto e a gente fez o ritual de sempre: a lavagem e uma foda violenta que deixou meu cu pulsando. No meio disso, chega uma mensagem do Damião dizendo que ia subir. "Fica aqui no quarto", ele ordena, mas pega umas meias três-quartos tipo rede no criado-mudo e manda eu vestir. Obedeço. Ele vai receber o cara e volta, senta no meio da cama com as costas encostadas na cabeceira, me pede pra ficar de quatro pra chupar ele e me cobre com o edredom, deixando só minha bunda e pernas de fora. Então fico ali, de quatro, chupando a pica dele, uma mão dele na minha nuca e o cu totalmente exposto. Escuto ele chamar o Damião. Quando ele entra no quarto e vê a cena, pergunta: Damião: — Que porra é essa? José: — Tô te falendo há tempos pra relaxar, que você precisa comer um traveco de bunda boa, e aqui arrumei um pra você. Damião: — Mas não dá, já te falei. Se ele falar ou eu ver o rosto dele, vou broxar na hora. José: — Fica tranquilo, filho. Come esse aqui que vai ficar de boca ocupada. Assim, tampadinho, você vê só o que importa. Ele fica pensando um pouco e acaba dizendo: Damião: — Uff, foda-se. Não sei por que te contei que minha fantasia era comer um traveco. Mas não conta nada pro meu amigo, já é estranho eu comer um, ainda mais com meu pai. Se meu amigo descobrir, com o mulherengo que ele é, eu morro. Mas olha que bunda boa, puta merda... José: — Fica tranquilo... Mulherengo... É, hehe... Isso daqui não sai, com um tom de deboche e uma risada disfarçada. E entrega uma camisinha pra ele enquanto eu me afogava na pica, com a mão dele pressionando minha nuca debaixo do colchão. Antes que eu percebesse, o Damião já estava me comendo, achando que eu era um traveco. E pelo visto, ele tinha herdado os genes do pai com o pau. tamanho da pica. O José mantinha o ritmo e era foda quando um afrouxava, o outro bombava. Não sabia se doía mais minha mandíbula ou minha bunda. Depois de um tempo que pareceu infinito, o Damião ficou todo tenso e soltou um suspiro, era claro que tinha acabado e tirou a pica do meu cu dizendo Damião:- uff que gostoso porra, como eu tava precisando disso! Enquanto tirava a camisinha cheia de porra e o José quase na hora fala num tom sério José:- não joga isso em qualquer lugar, hein, nem no vaso nem no lixo, me dá que eu me livro disso. Damião:- mas é uma camisinha cheia de porra e... Mas ele não deixou terminar José:- você me dá e vai tomar um banho. Damião aceitou e assim que foi embora, me destampou José:- que bem que se comportou, bebê, você tinha a maior fantasia de dar pro Damião, né? Enquanto tira a pica da minha boca e passa a camisinha cheia de porra na pica dele e coloca de novo na minha boca e continua dizendo... Agora engole toda a porra dele. E eu fiz. Quando terminei de chupar a pica dele entre engasgos e ânsias. Ele terminou de me foder enquanto dessa vez só consegui gemer e pedir pica como ele sempre gosta, chamando ele de papai e chupei de novo como sempre pra agora engolir a porra dele e termina dizendo José:- bom, oficialmente você é a menina da família. Meu cu pulsava e ardia pra caralho, tinha a mandíbula dolorida de tanto chupar o Dário, depois o José e não podia acreditar que meu amigo de infância tinha me dado uma foda do caralho. José:- bom, a partir de hoje nada de cueca boxer ou slip. Fio dental, tanga e fio dental. Então se vira, hoje chega na sua casa e me manda um vídeo cortando todas as cuecas boxer ou slip que você usava... Que sua era de "pegador" acabou... Com uma risadinha maliciosa e continua... Essa raba vai ter pica até você cagar branco de agora em diante. Enquanto pegava minha cueca boxer e rasgava com puxões e tirava uma calça de futebol rosa, do time do Messi do armário e me fala José:- se acostuma com essa cor que vai ser sua preferida. Quando eu ia embora, me troquei com a fio dental e a calcinha rosa e uma camiseta branca que tinha. levado. Tava indo pra casa, passei no kiosque e o Darío me chamou. Eu já tinha esquecido, só vinha pensando na dor na buceta que tava. Darío: - Vem, entra! Enquanto abre a porta da persiana que naquela hora já tava baixada e continua... Vamo pro banheiro que aqui não vai dar, e me leva pro banheiro apalpando minha bunda e com o pau já durasso, parecendo pedra. Quando chega no banheiro, só fala: Darío: - Encosta no vaso. Enquanto eu abaixo o shortinho, puxo a tanga e meto o dedo de uma vez, e por costume respondi com um gemido. Isso deixou ele louco. E senti na hora a cabeça do pau enfiando no meu cu, mas antes que eu falasse que sem camisinha não, ele já tava me comendo. Darío: - Geme igual agora, mas baixinho, que adorei. Eu gemia mordendo o lábio e isso deixava ele mais tesudo. A bunda não aguentava mais, mas me sentia super entregue. Dava pra ouvir clientes chamando, mas ele nem ligava, continuava metendo. Depois de um tempão, ele ficou todo tenso e pela primeira vez senti a porra dentro do meu cu. Ele tirou o pau do meu cu e sem deixar eu limpar, puxou minha calça pra cima e falou: Darío: - Espera que vou ver se não tem ninguém pra tu sair. Foi, olhou e voltou falando que dava pra sair. Eu: - Pera aí que vou limpar a bunda que tu deixou cheia de porra. Darío: - Pega um pedaço de papel higiênico. Me limpei como deu e ele quase me empurrou pra fora, mas antes falou: Darío: - Passa toda noite que quiser que tenho porra todo dia pra essa bundinha minúscula, hein. E assim fui pra casa com o cu todo arrombado, cheio de leite, com gosto de pau e porra na boca e sabendo que a partir de agora eu seria a putinha do Damião, do José e do Darío, o dono do kiosque.
3 comentários - De acompanhante a amante (relato gay) parte 2