Meu nome é Dean, sou um homem muito sortudo. Minha esposa Erika é uma mulher linda e inteligente, de 48 anos, com um visual bem mediterrâneo. Cabelo castanho escuro meio cacheado, pele morena e uns olhos castanhos bem escuros. Alta, acima da média, com um corpo cheio de curvas. Magra, com uns quadris bonitos e um belo par de peitos firmes coroados por uns "chupetinhos" apetitosos. Mesmo depois de dar à luz nossos dois filhos lindos, ela continua mantendo uma figura e aparência maravilhosas.
Já faz quase 20 anos que somos casados e nossa vida sexual ainda é incrível. Quando nos conhecemos, ela ainda era virgem. No entanto, já tinha chupado paus dos namorados e de algum "amigo". Com o tempo, ela ficou muito, mas muito boa na arte de "chupar pica" e adorei comprovar isso.
Sempre lembro da primeira vez. A boca macia dela envolvia minha pica dura, a língua brincava com delicadeza enquanto ela se esforçava pra chupar. Ela enfiava fundo e lentamente engolia quase tudo. O melhor de tudo é que ela curtia a sensação de ter ela presa na boca e saborear o prêmio que sabia que ia chegar. Ela bebia tudo, menos nas poucas vezes que me deixava gozar no rosto dela.
Já casados, nossa relação ficou mais aventureira. Quando namorávamos, ela sempre dizia que nunca deixaria ninguém, nem mesmo eu, aproveitar a bunda dela. No entanto, três anos depois do casamento, enquanto cavalgava em mim como uma amazona num grande prêmio, ela parou, tirou minha pica da buceta encharcada e deslizou com cuidado até a entrada do cuzinho virgem. Lentamente foi enfiando até sentir ela inteira lá dentro. Acelerou ritmicamente e acabou me fodendo como uma possessa. Nós dois fomos tomados por uma avalanche de gemidos, sensações e a explosão final. Nem preciso dizer que eu ganhei a corrida, gozei primeiro. Agora fazemos isso regularmente, a bunda dela está sempre pronta e muitas vezes ela goza enquanto eu mantenho "a calma" por mais tempo. O vestuário foi crescendo em espetacularidade e sensualidade. Inclusive temos um bom armário de roupas fetichistas e um monte de brinquedos.
Durante muitos anos, ela se manteve firme e inflexível em não incluir outros homens ou casais. Às vezes, tentei ver se era outro tabu, como o do cu dela. A resposta dela é sempre a mesma: "Nunca vou fazer isso". Como eu disse, ela tem espírito aventureiro, e de tempos em tempos eu pedia pra ela tentar, mesmo que fosse só uma vez.
Mas depois de tanto tempo, a determinação dela continuava tão firme quanto na primeira vez que mencionei. Ela nunca faria, e ponto final. Eu já tinha desistido e me dedicava a buscar novos jogos ou situações, me ajudando com contos ou vídeos que encontrava navegando na internet.
Num desses vídeos, aparecia uma mulher que, pelo físico e idade, me lembrou a Erika, e isso acendeu minha imaginação de novo. Aquela mulher estava sendo dominada por vários homens que brincavam com ela, submetendo-a a tudo que queriam. Como seria ver a Erika usada como uma boneca, a buceta dela, o cu dela, a boca dela, tudo ao mesmo tempo?
Comecei a ficar realmente obcecado com essa fantasia e não conseguia parar de pensar em como realizá-la. Finalmente, decidi que queria concretizar isso, mas também sabia que ela nunca faria, pelo menos não por vontade própria. Eu precisava forçar uma situação onde a firmeza dela fosse vencida. Talvez um sequestro ou um assalto em casa, pra que ela pudesse ser o centro da putaria dos captores. Comecei a planejar como fazer.
Tinha uns colegas que poderiam me ajudar. Os três eram sócios de uma empresa de reformas domésticas: Victor e Dan, irmãos, e Alex, um negão enorme. Eram caras legais e eu os conhecia há muito tempo. Sabia das escaramuças sexuais deles em algumas casas onde tinham trabalhado com aquelas esposas que ficam sozinhas com eles.
Por causa do nosso relacionamento, eles conheciam a Erika de uns reparos que tinham feito pelo bairro. Não hesitei em ligar pra eles e pedir umas pequenas reformas na minha casa. casa. O que eles não sabiam é que a reforma principal seria para minha esposa.
Durante as obras, eu tinha visto eles secando minha mulher enquanto trabalhavam em várias ocasiões. Num dos intervalos, enquanto tomavam umas cervejas, ouvi eles comentarem "como a Erika era gostosa" e suas "possibilidades". Me juntei a eles com um sorrisão que deixou claro que eu tinha ouvido os comentários deles. Brinquei e confirmei a boa forma da minha mulher, lancei a isca.
.-Então vocês tinham que ver ela por inteiro. Além disso, é uma grande amazona.
Dan se apressou a perguntar: .-Isso é verdade? Eu não tenho medo de dizer. Adoraria ficar com ela. – sorrindo de forma maliciosa.
.-E seria um momento que você lembraria. – respondi na hora – Se acontecesse, você veria que ela adora uma rola, curte chupar e fica louca pra ter a buceta e o cu cheios. – queria me gabar da deusa do sexo com quem eu tinha casado e acender os instintos deles ao mesmo tempo – Além disso. – continuei com meu plano – Mais de uma vez ela comentou uma das fantasias dela. – eles estavam vidrados nas minhas palavras – Mas... não devo continuar falando de... – emudeci de repente, com o olhar perdido no chão.
Os três se olharam com espanto e um certo nervosismo. Victor se levantou e se inclinou perto de mim: .-Não vai nos deixar na curiosidade agora? Olha como esses dois estão. – soltando uma gargalhada que os outros acompanharam, não sem uma ponta de curiosidade.
.-Não sei se devo. É muito pessoal e acho que já falei demais. – respondi pro Victor.
Alex, que até então tinha ficado calado: .-Somos homens e falamos de coisas de homem. Não se acanhe agora, tudo fica entre nós. – enquanto apoiava uma das mãos enormes no meu ombro.
Eu tinha eles onde queria, na expectativa. Bom, não exatamente, na expectativa pela minha mulher através das minhas palavras. Mas funcionou.
Com dificuldade, minhas palavras começaram a sair. Pelo menos era assim que eu queria que parecesse.
.-A Erika sempre... uma vez ou outra... não sei como dizer… Ela adoraria se sentir controlada e usada por vários homens. Não como um estupro, não, não é isso. Contra a suposta vontade dela, sim. Mas com certos detalhes. Não sei como explicar.
Era uma mentira total, mas sabia que eles nunca fariam o que eu estava dizendo, a menos que acreditassem em algum tipo de consentimento da Erika.
— Adoraria aproveitar essa bunda — soltou Alex sem rodeios.
— Tá me dizendo que ela adoraria ter todos os buracos dela cheios? — não se segurou Dean em comentar.
— Tem certeza disso? — perguntou Victor.
— Ok, ok, galera, isso tá ficando complicado. Não devia ter falado nada. Voltem a trabalhar e parem de fantasiar com a minha esposa, ou vou ter que mandar seus traseiros pra rua! — falei com uma irritação meio fingida.
Mas enquanto me afastava, sorri para mim mesmo: a semente tinha sido plantada. O desejo estava ali.
Eu não queria que essa fantasia, minha fantasia, acontecesse na nossa casa. Tinha a sensação de que, depois que a Erika fosse comida por esses três caras, ela mudaria de ideia sobre trocas de casais, ménages, orgias... mas se não... não queria que nossa casa pudesse trazer lembranças ruins pra ela.
Precisava encontrar um lugar que, além de ser seguro e isolado, pudéssemos evitar no futuro caso as coisas não saíssem como eu queria. Então esperei e esperei. Passaram-se várias semanas e comecei a achar que nunca ia rolar. Até que uma noite vi a oportunidade.
Estávamos jantando e a Erika comentou que a melhor amiga dela, a Emily, precisava viajar e queria que ela vigiasse a casa dela por uns dias.
— Sei que é meio estranho, amor — disse ela — Mas ela tá muito preocupada com o ex-marido. Tem medo que, na ausência dela, ele entre pra bisbilhotar e até leve algumas coisas que perdeu no divórcio, como você já sabe. — comentou — Vai ser só uns dias, duas noites, e minha mãe pode cuidar das crianças, então você não precisa se preocupar.
— Bom, você vai fazer de... Chacha para a Emily. Eu posso ir e brincar de senhorzinho e empregada. —brinquei.
—Nem pense nisso. —protestou— É a casa da minha melhor amiga. O que ela pensaria se um dia descobrisse? Não posso fazer isso lá, querido. —com altivez e firmeza.
Talvez não seja eu quem vai te foder, pensei sujo, mas alguém vai foder nessa casa, na verdade três vão. Era a oportunidade perfeita que eu estava esperando. Ela estaria sozinha, numa casa que não é a nossa, sem crianças, e eu poderia botar a culpa nos amigos malucos do ex-marido da amiga dela. Além disso, talvez eu pudesse gravar. Era exatamente o que eu estava procurando. Só tinha uma semana, então comecei a fazer os preparativos.
Primeiro, convidei o Dan e os sócios dele pra tomar umas cervejas. Fui bem direto na conversa, aproveitando o papo que tivemos durante as reformas da minha casa.
—De jeito nenhum!!! —disse o Dan, meio puto— Ela quer ser estuprada? É a fantasia dela?
—Sim, e quer que sejam vocês. —falei.
—Por que a gente, por que não outros? —Víctor, surpreso.
—Porque ela conhece vocês. Porque pra essa "brincadeira" ela precisa de uma certa proteção —respondi— Vocês estiveram na nossa casa, são quase amigos, e ela se sente mais segura assim. Mas não se preocupem. Se não quiserem… posso continuar procurando.
—Não, não, não, todo mundo topa. —interrompeu o Alex— Já fantasiei com aquela bunda. Me diz, —continuou, me encarando— Ela já provou uma pica preta? Sabe, depois que provar minha anaconda, não vai querer outra coisa.
—Não tô preocupado com isso. —ri— Ela nunca esteve com um "irmão" antes. Só quer experimentar.
A tensão tinha aliviado um pouco. Por uns longos segundos, o silêncio e os olhares trocados entre os quatro se sucediam sem parar. Eu não conseguia discernir qual seria o resultado. Nenhum deles mostrava a decisão pros outros, se é que tinham tomado alguma. Por isso, joguei a última carta. Fiz eles acreditarem que eu achava que tinham aceitado.
—Beleza, agora vamos pensar. nos detalhes. –quebrando o silêncio de vez.
Passamos a hora seguinte e mais algumas cervejas revisando o plano. O endereço, o layout da casa, que horas eles deveriam entrar… Conforme íamos detalhando as ações, eu via eles cada vez mais dispostos. Decidi que faríamos na segunda noite que a Erika dormisse na casa da Emily. Também decidimos que usariam capuzes. Isso era pra manter a fantasia, convenci eles, mas a real era pra que a Erika pudesse saber quem são.
Expliquei que ela iria resistir e lutar com todas as forças. Era o desejo dela. Que eu tinha tanta certeza que, mesmo se ela quisesse parar, eles deveriam forçá-la sem machucar. Tinha que ser o mais real possível. Uma vez iniciado o ataque, não tinha volta. A Erika queria lutar, chorar, gemir enquanto eles comiam ela.
Isso fez o Dan recuar, muito cético com tudo que eu tinha dito. Mas consegui convencer ele de que tudo era parte da fantasia. Ela precisava sentir que era real e que estava sendo estuprada pelos três invasores.
A primeira noite da Erika na casa da Emily foi tranquila. Ela me ligou umas 11:30 da noite quando ia dormir. A gente conversou um pouco e se despediu como dois apaixonados perfeitos.
Eu não conseguia parar de pensar, amanhã a essa hora três caras já vão ter fodido ela.
A manhã seguinte foi incrivelmente longa. Falei com o Dan umas 4 da tarde pra garantir que estavam todos prontos. Eles tinham combinado de se encontrar às 8 só pra tomar uma dose e acalmar os nervos. Iriam pra casa umas 9.
Cheguei alguns minutos antes deles. Queria garantir que aparecessem na hora e que não viessem bêbados. Se fosse o caso, podia dar merda e eu não queria que minha esposa acabasse machucada.
Subi as escadas e me espiei por uma varanda de onde dava pra ver a Erika na sala de estar vendo TV. Ela pegou o telefone e, pra minha surpresa, ouvi ela deixar um recado na secretária eletrônica. de casa. Bem nessa hora a caminhonete do Dan estacionou perto do portão. Desci rápido sem fazer barulho pra me juntar com eles.
- Bom, vamos começar sua fantasia. – falei como saudação – O melhor jeito é ir pro quarto do fundo. Vocês vão andando pelo corredor até a sala onde ela tá vendo TV. Com algum objeto, façam um pouco de barulho. Certeza que ela vai levantar pra ver o que tá rolando. Quando ela estiver no corredor, vocês capturam ela. Certifiquem-se de ir os três encapuzados e não esqueçam o capuz pra ela. Quero poder ver tudo.
- Já pegamos ela, irmão. Isso sim me deixa duro. – disse Alex me mostrando o quarto capuz.
Ele parecia ansioso demais, e isso me deixou meio nervoso.
- Escutem, caras. – tentando acalmá-los – Somos amigos, mas tô dando um passo enorme, assim como a Erika, ao fazer isso. Se vocês perderem o controle, vou chamar a polícia e negar que conversei com vocês sobre isso. Ficou claro?
- Claro. – disseram todos.
- OK, vamos nela. – respondi.
Eles foram pra parte dos fundos da casa, enquanto eu pegava a câmera de vídeo que tinha trazido do meu carro. Isso era algo que eu não queria perder. Subi as escadas de novo pra me espiar pela sacadinha bem na hora de ouvir algum objeto quebrar. A Erika levantou os olhos da TV, olhando pro corredor de onde vinha o barulho. Ela se levantou e começou a andar pelo corredor.
Tudo começou muito rápido.
- Quem diabos são vocês? – ouvi a Erika gritar – Saiam daqui!
- Bem, bem, bem, o que temos aqui? – zoou o Dan.
Eles se moviam devagar em direção a ela, fazendo ela recuar pra sala. A Erika tava com um roupão branco bem curto que cruzava os peitos dela, realçando eles. Dava pra ver que ela só tava de calcinha. Ela tava tão gostosa que os três intrusos mostraram a excitação deles.
- Parece que encontramos a puta da casa sozinha. – disse o Victor.
- Mmmmm, eu não como uma puta branca desde que saí da cadeia. Tô procurando enfiar minha cobra numa bunda branca gostosa. -detalhe bonito do Alex, pensei.
A Erika já estava encurralada entre a parede e uma mesinha que segurava um abajur de metal bem pesado. Ela se virou, arrancou o fio da tomada e jogou o abajur no cara que estava mais perto dela. Era o Víctor. A velocidade do ataque pegou todo mundo de surpresa, inclusive eu. O Víctor desviou no último segundo, o que provavelmente salvou a cabeça dele, mas o abajur acertou com tudo no ombro dele.
.-ARRGGGgg sua PUTA MERDA!!! –gritou o Víctor.
O Dan avançou nela, mas foi rechaçado pelos balanços fortes que a Erika dava com o abajur.
.-SAIAM DESTA CASA!!! –gritou furiosa.
A Erika mal conseguia manter o Dan longe com o abajur pesado e não viu o Alex chegar por trás, que pulou nela e a jogou no chão. A queda não foi nada suave. Ela largou o abajur e perdeu o fôlego. Caiu no chão surpresa, de olhos bem abertos.
.-Vamos comer essa puta de graça. Tragam as cordas. –disse o Dan-. Levem ela pra mesa.
O Alex agarrou minha esposa e a levantou com força do chão. Isso tava começando a ficar pesado, mas eu mantive firme meu desejo. Ela tentava escapar, mas ainda tava sem ar. Não conseguia juntar força suficiente pra isso. O Víctor chegou com as cordas que tinham trazido e jogou pro Dan. Ainda tava massageando o ombro dolorido.
.-Não deixem ela mexer as pernas. –gritou o Dan.
O Víctor segurou as pernas da Erika e imobilizou o máximo que pôde. O Dan aproveitou pra amarrar os tornozelos dela nas pernas da mesa. Agora ela tava na posição perfeita pra oferecer a buceta e o cu.
.-ME SOLTEM, SEUS PORCOS, JURO QUE VOU MATAR VOCÊS!! –ela juntou as forças que tinha pra atacar o Alex, que tava besta olhando pra buceta rosada dela. Ele não percebeu que a Erika ainda tinha as mãos livres. Foi um tapa de gata que acertou ele, marcando três arranhões fundos no antebraço. .-¡Maldita puta! Vou te ensinar, vou te dar uma lição – afastando o braço ao notar as unhas afiadas.
Dan se moveu rápido e segurou a mão de Alex. Ela já descia para acertar na cara da minha esposa.
.-NÃO! Você conhece as regras! – ele repreendeu.
.-Mas olha meu braço! Resistir até vai, mas isso é outra coisa! – muito nervoso.
.-Regras? De que porra vocês estão falando? Têm regras pra roubar? – Erika quase sem acreditar no que acabara de ouvir.
Dan e Alex se olharam.
.-Ah, vamos fazer mais do que roubar nessa casa de puta. – Victor sorrindo sadicamente – Vamos pegar tudo que quisermos e agora o que mais queremos é você. – dando um tapa forte numa das nádegas dela.
Naquele momento, Erika entendeu seu destino. Esses homens tinham entrado pra roubar a casa, mas tinham um novo objetivo na mente. Pretendiam estuprar ela todos de uma vez. Erika começou a gritar.
.-Socorro! SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDE! SOCOR... mmmphhh! – Victor calou os gritos dela enfiando uma mordaça de bola que rapidamente ajustou com umas tiras que cruzavam a cabeça dela. Puxou com força e Erika emudeceu, interrompida pela bola que ocupava o interior da boca.
Victor, segurando os braços dela, sussurrou pra Alex.
.-Agora mesmo acabo com essa puta. Toda a luta dela só me deixou mais tesudo. Tô pronto pra foder essa puta.
.-NÃO, POR FAVOR, NÃO! – tentou gritar, ninguém entendeu.
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Eu não lembrava de ter ficado tão excitado. Ver minha esposa amarrada, amordaçada e pronta pra ser fodida era, no mínimo, emocionante.
Dan foi o primeiro a se aproximar. Nem Victor nem Alex protestaram, então supus que tinham combinado antes. Conforme se aproximava de Erika, começou a desabotoar as calças até deixá-las cair no chão. Ela tentou gritar de novo através da mordaça. Só conseguiu que a baba escorresse pelos cantos da boca.
.-É Hora de começar a lição, putinha. Você nos ferrou um pouco, mas agora nós vamos te foder a noite inteira. – ameaçou Dan. Cuspiu na mão, passou no pau e apoiou na entrada da buceta dela.
– Agora, – continuou Dan – se você tivesse sido uma putinha boazinha e não tivesse acertado meu amigo com o abajur, isso seria muito mais fácil pra você, mas já que você gosta de jogar pesado, a gente vai te satisfazer. – enfiando o pau violentamente na buceta da minha esposa – Uuuhhg!!! Toma, putinha!!! – Erika arqueou as costas de dor. Dan meteu de uma só vez. Não era enorme, mas não ajudou nada o fato de o único lubrificante ser a própria saliva dele.
– UNH, UNH, UNH, isso, gostosa, UNH. – Dan começou a socar a buceta de Erika enquanto ela lutava pra escapar. Tentava pegar no cabelo dele, na camisa… qualquer coisa que as mãos pudessem agarrar pra tentar parar aquela invasão – Alguém segura as mãos dela. – gritou Dan.
Victor e Alex mantinham os braços dela firmes sobre a cabeça enquanto ela era estuprada.
– Ah... ah, merda... essa buceta é como seda, Unh… Unh… Ah, sim… sinto tão gostoso pra caralho. Merda, quase vou gozar. Espero que você tome pílula porque vou gozar dentro da sua buceta. – Erika começou a lutar ainda mais, se é que era possível, e gritava mais alto apesar da mordaça. Mas Victor e Alex seguravam ela. – MMMPPHH! Isso, ah, isso… vou gozar… UNH, UNH, uuunnnhhhhhh! AAAAAaaaaaaaa!! Dan se esvaziou dentro dela.
Os ombros de Erika tremiam e eu percebi que ela tinha começado a chorar. Queria parar aquilo, mas me contive. Não tinha como eu fazer isso agora. Como vou explicar que eu estava ali desde o começo e não tentei impedir? Além disso, Victor e Alex iam reclamar por quebrar o pacto. E se eles contassem tudo? Não, já não dava mais pra parar, tinha que continuar. Além disso, a dureza que eu sentia dentro da calça me mandava seguir.
– Próximo. – tirando o pau da buceta dela.
– Essa agora é minha!! – gritou Victor, tirando as calças e se posicionando entre aquelas coxas que Dan acabara de largar. A pica do Victor era maior que a do Dan, tanto em comprimento quanto em grossura. Erika, mesmo já tendo sido submetida por um estranho, continuava lutando, e lutando com força. Agora eram Alex e Dan que faziam de tudo pra manter os braços dela atrás da cabeça, pra que Victor pudesse foder ela. Ele meteu com tanta força quanto Dan, ou até mais.
– Mmmmmmm. Que buceta gostosa essa putinha tem. – agarrando ela pela cintura e batendo mais rápido, mais forte e mais fundo que Dan – Ooooh que fodida. Ooooh gata, toma essa pica, é toda sua, UNnnhh, isso! – ele tava metendo tão forte que a mesa ia deslizando devagar. A cada estocada, Erika parecia ficar mais quente. Comecei a notar que os braços do Dan e do Alex não seguravam ela com tanta força como antes.
– Ah, merda, uhg, ohoohh. Acho que ela tem a buceta mais apertada, tá me prendendo. – disse Victor entre ofegos.
Olhei com atenção os quadris de Erika. Eles pendiam levemente pra fora da mesa e se contorciam um pouco a cada investida do Victor. Ela tava começando a sentir o primeiro orgasmo.
– Ah, merda, isso, isso, isso, a buceta dela tá apertando cada vez mais forte. Acho que essa vagabunda tá começando a gostar. – Victor encarou isso como um sinal pra recomeçar a foder com toda a força que tinha. A cada estocada, a mesa se movia, arrastada pelo peso dele. Tava claro que minha esposa tava prestes a explodir. Mesmo tendo virado a cabeça pra longe dos olhos do Victor, quase sem querer, ela levantou os quadris pra receber ele melhor.
– Ah, isso, isso, é isso, gostosa, é toda sua, monta na minha pica! Já foi, já foi, ah isso, UNH, UNH, ah merda, merda, aperta mais minha pica. Você consegue.
Victor segurou firme a cintura de Erika e empurrou até juntar os quadris deles. A cara dele era uma careta, sabia que tava gozando. Victor se esvaziava bem na hora que Erika explodia. misturando seus fluidos com os de Victor.
Erika estava chorando claramente. Seu corpo a havia traído e ela sucumbiu a um estranho. Era a primeira vez que tinha um orgasmo com alguém que não era eu. Ao ver isso, Victor parou e se deitou em cima da minha esposa, exausto. Ela respirava com dificuldade e tiraram a mordaça. Parecia mais relaxada.
Era óbvio que Victor era bruto na foda. Mas a noite e sua terrível experiência estavam longe de acabar.
— Beleza, irmão, jogada finalizada, touchdown! — eufórico — Vamos ver o que você sabe fazer com ela… “negrinha”. — soltou entre gargalhadas para Alex.
Agora era a vez dele, o terceiro. Começou tirando as calças. Minha mulher, ao ouvir, virou-se e abriu os olhos bem na hora em que ele tirava a cueca. Realmente, ele não mentia sobre sua “cobra” preta. Sua anaconda, como ele dizia. Era enorme, passava fácil dos 28 ou 29 cm e de uma grossura brutal. Os olhos de Erika se arregalaram desmedidamente enquanto olhava para aquela pica que já estava na frente dela.
Ela começou a tentar escapar de novo, mas quase sem forças e com os quatro braços que a seguravam, acabou se rendendo.
— NÃO, NÃO, NÃO, POR FAVOR, É MUITO GRANDE, Essa… COISA não vai caber em mim. VAI ME RACHAR. — Alex caiu na risada:
— Bom, vamos ver quanto você aguenta. Você já nos mostrou o quão puta pode ser. Vou te empalar com minha “mamba negra”. — parecia que Alex tinha um repertório inteiro de cobras entre as pernas.
Erika começou a se debater de novo com força, obrigando Dan e Victor a segurá-la novamente. Apertou os joelhos para impedir que Alex se aproximasse. Mas as mãos poderosas dele sobre os joelhos a forçaram a abrir as pernas de novo, mostrando sua buceta já mais do que dilatada. O sêmen das duas gozadas anteriores escorria sobre o tapete.
— Não se preocupa, gostosa, vou bem devagar pra você se acostumar com minha pica. Você vai se sentir cheia daqui a pouco. — dizia Alex, esfregando a pica na buceta exposta. — da Erika: Você tá toda molhada. Isso vai facilitar tudo. — avançando para dentro da minha esposa.
Os olhos dela se arregalam enquanto o míssil enorme se abre caminho, dilatando ao máximo a buceta dela.
— Ai, Deus, É... É GRANDE DEMAIS... POR FAVOR... PARA... NÃO AGUENTO...!! — a pica do Alex desaparecia devagar. Ela respirava ofegante enquanto os quadris e as pernas se tensionavam. Devagar, bem devagar, o Alex se movia cada vez mais fundo no buraquinho molhado dela, mais longe do que qualquer um tinha ido antes.
Eu observei pasmo como o Alex conseguiu enterrar completamente a pica dura na minha linda Erika.
— Huh, huh, aiiii Deus, ai Deus, é... é enorme, ai... por favor... — Erika ofegava, tentando recuperar o fôlego e se esforçando pra relaxar pra poder receber aquele monstro que a atravessava.
O Alex puxou devagar mais da metade pra fora, pra recomeçar a exploração na mesma hora. Ele recuava lentamente e sumia de novo. O ritmo foi acelerando aos poucos, sem pressa. Ele bombeava pra dentro e pra fora, dentro e fora. O ritmo acelerou. É como um martelo que não desiste do objetivo. Metódico, implacável. A velocidade aumentava mantendo o ritmo.
— Mmmm, issooo... adoro bucetinhas brancas. Sempre tão limpinhas e apertadas. Mmm issooo... bucetas brancas. — O Alex invadia a Erika por completo, mas tava sendo surpreendentemente delicado com ela. Só de vez em quando batia com força nos quadris dela, fazendo ela sumir na hora. Toda vez que fazia isso, a Erika ficava sem ar e quase levitava em cima da mesa.
O Alex bateu mais uma vez e, enquanto recuava devagar, a Erika soltou um gemido bem forte. Ele empurrou de novo, e dessa vez os quadris da Erika se ergueram, igual já tinham feito com o Victor e o Dan.
Ela soltou um gemido ainda mais forte. — AAAAAAAIIIIIII — se mexendo freneticamente a cada estocada do Alex. — AAAAAAAIIIIIII, Mmmmmmmmm, AAAAAAAHHHHHHH
— Porra, sua puta! — exclamou o Alex.
— O quê? — disse o Dan. — O que foi?
— Essa puta acabou de me apertar com força. Tá segurando meu pau com a buceta dela. -disse Alex.
.-É, ela vai gozar igual já fez comigo. -soltou Victor.
.-Porra, não aguento mais!! -Alex segurando as coxas da minha esposa e aumentando o ritmo bruscamente.
Agora ele tava montando a Erika com força.
.-UNH, UNH, AH SIM, AH DEUS POR FAVOR... -disse Erika.
.-Por favor? O quê, puta. -perguntou Alex.
.-Por favor... por favor... por favor... ME COME!!!! AH DEUS. Desculpa, desculpa –ela sussurrava, o corpo já não obedecia a cabeça. -ME COME, ME COME!!!
Erika chorou. Eles tinham conseguido. Tinham quebrado ela e agora ela tava pronta pra tudo que eles quisessem. Alex continuava com as estocadas frenéticas. Não demorou muito e ela começou a gritar.
.-AH SIM. Sim, AH DEUS. Tô gozandooooo. AAAAIIIIEEEEEE, OOOOHHHHHHHHHHH! -Erika explodiu num orgasmo como nunca tinha tido.
.-OH, OH, OH OH MMmmmmm -Erika ainda tava mergulhada no prazer e Alex continuou sem parar até os gemidos dela começarem a diminuir e o corpo dela ficar imóvel. A cabeça da minha mulher virou pra janela onde eu tava vendo tudo. Não sei dizer se ela conseguia me ver, se sabia que eu tava ali ou se simplesmente já não ligava mais.
Alex tirou devagar o pau comprido da buceta dela. Ainda não tinha gozado e claramente tinha algo em mente. Ele se deitou no tapete. Naquela posição, o mastrão dele dava medo.
.-Desamarrem ela. É hora da festa começar de verdade.
Victor e Dan começaram a desatar as cordas que ainda prendiam as pernas dela. Ela não fez nada pra resistir. Ainda tava ofegante e mal tinha consciência do que tava rolando.
.-Agora desçam essa branquela até meu pau. -disse do chão.
Victor e Dan, que já tinham se recuperado pra uma segunda rodada, colocaram ela em posição e apertavam pra ela se abaixar. Erika começou a murmurar.
.-Chega, por favor, chega... por favor não... -um último empurrão e Alex empalou ela de novo.
.-Aaahhh, não... não pode ser... ai, Deus... tô cheia... –murmurava. Ela estava em cima dele, de joelhos, com a bunda bem empinada e os peitos esmagados no peito do Alex, que a abraçava.
.- Só espera um pouco, putinha, você vai se sentir cheia de verdade. –disse Victor com um tubo de lubrificante nas mãos.
Erika sacou na hora o que ia rolar. Não era a primeira vez que ia dar a bunda. Já tínhamos feito isso mais de uma vez, até já tínhamos fodido com um vibrador enfiado nela. Mas dessa vez ia ser diferente. Tinha uma porra de uma pica preta enorme enchendo a buceta castigada dela.
Victor deu um tapa sonoro na bunda dela enquanto lubrificava a pica dele e o buraco que ia profanar.
.- NÃO! NÃO! NÃO AGUENTO OS DOIS. POSSO FODER A NOITE INTEIRA, MAS OS DOIS NÃO! –implorava.
.- Quem disse que são só dois? –falou Dan. Ela não tinha percebido que Dan estava na frente dela, bem na cara dela.
.- Quê??? Não! Os três…? –gemeu– Não consigo… mmmmpphh… –os pedidos de Erika foram interrompidos quando Dan enfiou a pica na boca dela. Victor, como se fosse um sinal, fez a dele desaparecer no cu dela.
.- AAAIIYyeee… –grunhiu como pôde. Dan, segurando a cabeça dela, acabou enterrando a pica até a garganta, abafando as palavras dela.
Ali estava. Minha fantasia estava se realizando naquele momento. Ver minha linda, inteligente e amada esposa sendo usada por três caras ao mesmo tempo. Cada um enchendo os buracos dela com as picas deles. A minha estava tão dura que achei que ia rasgar minha calça jeans.
Eles começaram a ação em uníssono. Victor, se segurando firme nos quadris dela, conseguiu enterrar tudo no cu dela, enquanto Dan bombava na boca dela. Alex, que tinha ficado parado dando tempo pros outros se ajeitarem, começou um vai e vem aumentando o ritmo devagar. Os três começaram a trabalhar num compasso sincronizado. Penetravam ela sem parar como se fosse uma verdadeira máquina de foder. Erika estava como que paralisada, dura, mas a cada investida na buceta ou no cu dela parecia mais relaxada, mais excitada. O corpo dela voltava a tomar o controle, desafiando a cabeça dela.
- MMMM chupa meu pau, assim, chupa bem. - Dan gemia. Sabia que ela tava usando a língua do mesmo jeito que fazia comigo, com maestria. A mão dele começou a acariciar as bolas dele. Por sua vez, Victor e Alex tinham pegado o ritmo certinho. Eles se alternavam nas metidas. Victor enfiava o pau dele até o fundo do cu, enquanto Alex tirava o dela quase por completo da buceta. E repetiam uma e outra vez. Enquanto Victor se retirava, Alex se perdia dentro dela. Ela se sentia cheia. Começou a gemer com a porra da foda. Erika agora tava mexendo a cintura dela pra cima e pra baixo nos dois paus que a empalavam. Parecia que ela tomava o controle e obrigava eles a entrar mais fundo. Eles se deixavam levar, não sem certa surpresa. Dan já não precisava segurar a cabeça dela. Continuou trabalhando os três paus com a boca, buceta e cu. Mal precisavam se mexer. Agora era a Erika que tava fazendo todo o trabalho. Era ela que tava fodendo aqueles três. Minha esposa tava curtindo o primeiro gangbang dela com quem ela achava que eram desconhecidos. Agora ela tava fodendo e chupando com todos os desejos dela. Isso foi demais pro Dan, que tirando o pau da boca dela, começou a se masturbar furiosamente em cima da cara da minha esposa. Erika abriu a boca pra receber a gozada do Dan, mas ele esvaziou tudo na cara dela. O pouco que a boca dela recebeu, ela engoliu.
- Ah, sim, sim, me dá mais. Quero provar mais! - Enquanto esfregava o pau do Dan na cara dela, pegando com ele parte da gozada que tinha recebido. Depois lambeu e limpou. Repetiu várias vezes o processo até absorver todo o sêmen que escorria pela cara dela. Em seguida, acariciou o pau com os lábios e a língua. Foi incrível. Até aquele dia, eu era o único homem do qual ela tinha provado o gosto. E agora pedia mais enquanto os outros dois continuavam perfurando ela. Ela tava se comportando como uma puta de verdade.
—Ah, merda, de novo ela tá apertando minha pica com a buceta dela. Ela vai gozar de novo — disse Alex. O corpo de Erika tinha começado a tremer e a sacudir igual no último orgasmo dela.
—Mmmmmmmm — gemeu de olhos fechados enquanto tentava continuar chupando a pica do Dan. Jogou a cabeça pra trás enquanto o corpo se contorcia com uma onda atrás da outra de um orgasmo violento.
—SIM, SIM, SIM! AI MEU DEUS, AI MEU DEUS, MEEEEU DEEEEEUS oooooohhhhhh DEMAIS... eu tô... UUUUUUMMMMM! ¡¡¡¡¡¡¡¡¡" O corpo de Erika se sacudia violentamente, batendo os quadris com mais força nas picas que perfuravam o cu e a buceta dela.
—Ah, não... aguento... mais não — exclamou Victor — Vou gozaaaaar... aaah, aah, aaahh, AAAAAAHHHHHH! — Victor explodiu enchendo o cu da minha mulher com várias descargas. Os quadris dele tremiam a cada disparo enquanto bombeava o cu dela sem parar. Alex não aguentou mais.
—Mmmm puta — berrou Alex — Se prepara que agora é minha vez... ¡¡Oohhhh!! — enterrando o mais fundo que podia.
Ela tinha sido fodida por três homens ao mesmo tempo. Na última hora, a cobra preta do Alex tinha batido na buceta macia dela. As nádegas vermelhas de tanto ataque do Victor. E a boca dela cheia dos sabores do Dan. Erika tinha gozado várias vezes. Mas nenhuma igual à última.
Ainda tremendo, continuava gemendo.
—Sim, ah sim, enche meu cu, minha buceta... ai meu deus não aguento... — a cada palavra a voz dela sumia. Acabou desabando em cima do Alex, exausta igual ele. Victor tirou a pica do cu dela e se apoiou nas costas dela, enquanto o Dan já descansava num dos sofás.
Era o primeiro gangbang dela e tinha curtido apesar das circunstâncias. Tava destruída e desabou vítima do cansaço. Sonolenta, viu meus cúmplices se vestirem e sumirem igual eu.
Enquanto dirigia de volta pra casa, me perguntei se ela ia me ligar de manhã. E se ligasse, o que ia me dizer? Será que ia contar sobre o estupro que Ela tinha sofrido naquela noite ou manteria isso em segredo? Será que ela confessaria que, apesar da dureza com que foi tratada, tinha gostado como eu sabia? Que ela adorava ter várias picas de uma vez para ela?
Seria uma ligação interessante, mas eu sabia de uma coisa com certeza. Tinha sido a primeira experiência dela com vários homens, mas não seria a última.
Da próxima vez, eu vou ser um deles!
Já faz quase 20 anos que somos casados e nossa vida sexual ainda é incrível. Quando nos conhecemos, ela ainda era virgem. No entanto, já tinha chupado paus dos namorados e de algum "amigo". Com o tempo, ela ficou muito, mas muito boa na arte de "chupar pica" e adorei comprovar isso.
Sempre lembro da primeira vez. A boca macia dela envolvia minha pica dura, a língua brincava com delicadeza enquanto ela se esforçava pra chupar. Ela enfiava fundo e lentamente engolia quase tudo. O melhor de tudo é que ela curtia a sensação de ter ela presa na boca e saborear o prêmio que sabia que ia chegar. Ela bebia tudo, menos nas poucas vezes que me deixava gozar no rosto dela.
Já casados, nossa relação ficou mais aventureira. Quando namorávamos, ela sempre dizia que nunca deixaria ninguém, nem mesmo eu, aproveitar a bunda dela. No entanto, três anos depois do casamento, enquanto cavalgava em mim como uma amazona num grande prêmio, ela parou, tirou minha pica da buceta encharcada e deslizou com cuidado até a entrada do cuzinho virgem. Lentamente foi enfiando até sentir ela inteira lá dentro. Acelerou ritmicamente e acabou me fodendo como uma possessa. Nós dois fomos tomados por uma avalanche de gemidos, sensações e a explosão final. Nem preciso dizer que eu ganhei a corrida, gozei primeiro. Agora fazemos isso regularmente, a bunda dela está sempre pronta e muitas vezes ela goza enquanto eu mantenho "a calma" por mais tempo. O vestuário foi crescendo em espetacularidade e sensualidade. Inclusive temos um bom armário de roupas fetichistas e um monte de brinquedos.
Durante muitos anos, ela se manteve firme e inflexível em não incluir outros homens ou casais. Às vezes, tentei ver se era outro tabu, como o do cu dela. A resposta dela é sempre a mesma: "Nunca vou fazer isso". Como eu disse, ela tem espírito aventureiro, e de tempos em tempos eu pedia pra ela tentar, mesmo que fosse só uma vez.
Mas depois de tanto tempo, a determinação dela continuava tão firme quanto na primeira vez que mencionei. Ela nunca faria, e ponto final. Eu já tinha desistido e me dedicava a buscar novos jogos ou situações, me ajudando com contos ou vídeos que encontrava navegando na internet.
Num desses vídeos, aparecia uma mulher que, pelo físico e idade, me lembrou a Erika, e isso acendeu minha imaginação de novo. Aquela mulher estava sendo dominada por vários homens que brincavam com ela, submetendo-a a tudo que queriam. Como seria ver a Erika usada como uma boneca, a buceta dela, o cu dela, a boca dela, tudo ao mesmo tempo?
Comecei a ficar realmente obcecado com essa fantasia e não conseguia parar de pensar em como realizá-la. Finalmente, decidi que queria concretizar isso, mas também sabia que ela nunca faria, pelo menos não por vontade própria. Eu precisava forçar uma situação onde a firmeza dela fosse vencida. Talvez um sequestro ou um assalto em casa, pra que ela pudesse ser o centro da putaria dos captores. Comecei a planejar como fazer.
Tinha uns colegas que poderiam me ajudar. Os três eram sócios de uma empresa de reformas domésticas: Victor e Dan, irmãos, e Alex, um negão enorme. Eram caras legais e eu os conhecia há muito tempo. Sabia das escaramuças sexuais deles em algumas casas onde tinham trabalhado com aquelas esposas que ficam sozinhas com eles.
Por causa do nosso relacionamento, eles conheciam a Erika de uns reparos que tinham feito pelo bairro. Não hesitei em ligar pra eles e pedir umas pequenas reformas na minha casa. casa. O que eles não sabiam é que a reforma principal seria para minha esposa.
Durante as obras, eu tinha visto eles secando minha mulher enquanto trabalhavam em várias ocasiões. Num dos intervalos, enquanto tomavam umas cervejas, ouvi eles comentarem "como a Erika era gostosa" e suas "possibilidades". Me juntei a eles com um sorrisão que deixou claro que eu tinha ouvido os comentários deles. Brinquei e confirmei a boa forma da minha mulher, lancei a isca.
.-Então vocês tinham que ver ela por inteiro. Além disso, é uma grande amazona.
Dan se apressou a perguntar: .-Isso é verdade? Eu não tenho medo de dizer. Adoraria ficar com ela. – sorrindo de forma maliciosa.
.-E seria um momento que você lembraria. – respondi na hora – Se acontecesse, você veria que ela adora uma rola, curte chupar e fica louca pra ter a buceta e o cu cheios. – queria me gabar da deusa do sexo com quem eu tinha casado e acender os instintos deles ao mesmo tempo – Além disso. – continuei com meu plano – Mais de uma vez ela comentou uma das fantasias dela. – eles estavam vidrados nas minhas palavras – Mas... não devo continuar falando de... – emudeci de repente, com o olhar perdido no chão.
Os três se olharam com espanto e um certo nervosismo. Victor se levantou e se inclinou perto de mim: .-Não vai nos deixar na curiosidade agora? Olha como esses dois estão. – soltando uma gargalhada que os outros acompanharam, não sem uma ponta de curiosidade.
.-Não sei se devo. É muito pessoal e acho que já falei demais. – respondi pro Victor.
Alex, que até então tinha ficado calado: .-Somos homens e falamos de coisas de homem. Não se acanhe agora, tudo fica entre nós. – enquanto apoiava uma das mãos enormes no meu ombro.
Eu tinha eles onde queria, na expectativa. Bom, não exatamente, na expectativa pela minha mulher através das minhas palavras. Mas funcionou.
Com dificuldade, minhas palavras começaram a sair. Pelo menos era assim que eu queria que parecesse.
.-A Erika sempre... uma vez ou outra... não sei como dizer… Ela adoraria se sentir controlada e usada por vários homens. Não como um estupro, não, não é isso. Contra a suposta vontade dela, sim. Mas com certos detalhes. Não sei como explicar.
Era uma mentira total, mas sabia que eles nunca fariam o que eu estava dizendo, a menos que acreditassem em algum tipo de consentimento da Erika.
— Adoraria aproveitar essa bunda — soltou Alex sem rodeios.
— Tá me dizendo que ela adoraria ter todos os buracos dela cheios? — não se segurou Dean em comentar.
— Tem certeza disso? — perguntou Victor.
— Ok, ok, galera, isso tá ficando complicado. Não devia ter falado nada. Voltem a trabalhar e parem de fantasiar com a minha esposa, ou vou ter que mandar seus traseiros pra rua! — falei com uma irritação meio fingida.
Mas enquanto me afastava, sorri para mim mesmo: a semente tinha sido plantada. O desejo estava ali.
Eu não queria que essa fantasia, minha fantasia, acontecesse na nossa casa. Tinha a sensação de que, depois que a Erika fosse comida por esses três caras, ela mudaria de ideia sobre trocas de casais, ménages, orgias... mas se não... não queria que nossa casa pudesse trazer lembranças ruins pra ela.
Precisava encontrar um lugar que, além de ser seguro e isolado, pudéssemos evitar no futuro caso as coisas não saíssem como eu queria. Então esperei e esperei. Passaram-se várias semanas e comecei a achar que nunca ia rolar. Até que uma noite vi a oportunidade.
Estávamos jantando e a Erika comentou que a melhor amiga dela, a Emily, precisava viajar e queria que ela vigiasse a casa dela por uns dias.
— Sei que é meio estranho, amor — disse ela — Mas ela tá muito preocupada com o ex-marido. Tem medo que, na ausência dela, ele entre pra bisbilhotar e até leve algumas coisas que perdeu no divórcio, como você já sabe. — comentou — Vai ser só uns dias, duas noites, e minha mãe pode cuidar das crianças, então você não precisa se preocupar.
— Bom, você vai fazer de... Chacha para a Emily. Eu posso ir e brincar de senhorzinho e empregada. —brinquei.
—Nem pense nisso. —protestou— É a casa da minha melhor amiga. O que ela pensaria se um dia descobrisse? Não posso fazer isso lá, querido. —com altivez e firmeza.
Talvez não seja eu quem vai te foder, pensei sujo, mas alguém vai foder nessa casa, na verdade três vão. Era a oportunidade perfeita que eu estava esperando. Ela estaria sozinha, numa casa que não é a nossa, sem crianças, e eu poderia botar a culpa nos amigos malucos do ex-marido da amiga dela. Além disso, talvez eu pudesse gravar. Era exatamente o que eu estava procurando. Só tinha uma semana, então comecei a fazer os preparativos.
Primeiro, convidei o Dan e os sócios dele pra tomar umas cervejas. Fui bem direto na conversa, aproveitando o papo que tivemos durante as reformas da minha casa.
—De jeito nenhum!!! —disse o Dan, meio puto— Ela quer ser estuprada? É a fantasia dela?
—Sim, e quer que sejam vocês. —falei.
—Por que a gente, por que não outros? —Víctor, surpreso.
—Porque ela conhece vocês. Porque pra essa "brincadeira" ela precisa de uma certa proteção —respondi— Vocês estiveram na nossa casa, são quase amigos, e ela se sente mais segura assim. Mas não se preocupem. Se não quiserem… posso continuar procurando.
—Não, não, não, todo mundo topa. —interrompeu o Alex— Já fantasiei com aquela bunda. Me diz, —continuou, me encarando— Ela já provou uma pica preta? Sabe, depois que provar minha anaconda, não vai querer outra coisa.
—Não tô preocupado com isso. —ri— Ela nunca esteve com um "irmão" antes. Só quer experimentar.
A tensão tinha aliviado um pouco. Por uns longos segundos, o silêncio e os olhares trocados entre os quatro se sucediam sem parar. Eu não conseguia discernir qual seria o resultado. Nenhum deles mostrava a decisão pros outros, se é que tinham tomado alguma. Por isso, joguei a última carta. Fiz eles acreditarem que eu achava que tinham aceitado.
—Beleza, agora vamos pensar. nos detalhes. –quebrando o silêncio de vez.
Passamos a hora seguinte e mais algumas cervejas revisando o plano. O endereço, o layout da casa, que horas eles deveriam entrar… Conforme íamos detalhando as ações, eu via eles cada vez mais dispostos. Decidi que faríamos na segunda noite que a Erika dormisse na casa da Emily. Também decidimos que usariam capuzes. Isso era pra manter a fantasia, convenci eles, mas a real era pra que a Erika pudesse saber quem são.
Expliquei que ela iria resistir e lutar com todas as forças. Era o desejo dela. Que eu tinha tanta certeza que, mesmo se ela quisesse parar, eles deveriam forçá-la sem machucar. Tinha que ser o mais real possível. Uma vez iniciado o ataque, não tinha volta. A Erika queria lutar, chorar, gemir enquanto eles comiam ela.
Isso fez o Dan recuar, muito cético com tudo que eu tinha dito. Mas consegui convencer ele de que tudo era parte da fantasia. Ela precisava sentir que era real e que estava sendo estuprada pelos três invasores.
A primeira noite da Erika na casa da Emily foi tranquila. Ela me ligou umas 11:30 da noite quando ia dormir. A gente conversou um pouco e se despediu como dois apaixonados perfeitos.
Eu não conseguia parar de pensar, amanhã a essa hora três caras já vão ter fodido ela.
A manhã seguinte foi incrivelmente longa. Falei com o Dan umas 4 da tarde pra garantir que estavam todos prontos. Eles tinham combinado de se encontrar às 8 só pra tomar uma dose e acalmar os nervos. Iriam pra casa umas 9.
Cheguei alguns minutos antes deles. Queria garantir que aparecessem na hora e que não viessem bêbados. Se fosse o caso, podia dar merda e eu não queria que minha esposa acabasse machucada.
Subi as escadas e me espiei por uma varanda de onde dava pra ver a Erika na sala de estar vendo TV. Ela pegou o telefone e, pra minha surpresa, ouvi ela deixar um recado na secretária eletrônica. de casa. Bem nessa hora a caminhonete do Dan estacionou perto do portão. Desci rápido sem fazer barulho pra me juntar com eles.
- Bom, vamos começar sua fantasia. – falei como saudação – O melhor jeito é ir pro quarto do fundo. Vocês vão andando pelo corredor até a sala onde ela tá vendo TV. Com algum objeto, façam um pouco de barulho. Certeza que ela vai levantar pra ver o que tá rolando. Quando ela estiver no corredor, vocês capturam ela. Certifiquem-se de ir os três encapuzados e não esqueçam o capuz pra ela. Quero poder ver tudo.
- Já pegamos ela, irmão. Isso sim me deixa duro. – disse Alex me mostrando o quarto capuz.
Ele parecia ansioso demais, e isso me deixou meio nervoso.
- Escutem, caras. – tentando acalmá-los – Somos amigos, mas tô dando um passo enorme, assim como a Erika, ao fazer isso. Se vocês perderem o controle, vou chamar a polícia e negar que conversei com vocês sobre isso. Ficou claro?
- Claro. – disseram todos.
- OK, vamos nela. – respondi.
Eles foram pra parte dos fundos da casa, enquanto eu pegava a câmera de vídeo que tinha trazido do meu carro. Isso era algo que eu não queria perder. Subi as escadas de novo pra me espiar pela sacadinha bem na hora de ouvir algum objeto quebrar. A Erika levantou os olhos da TV, olhando pro corredor de onde vinha o barulho. Ela se levantou e começou a andar pelo corredor.
Tudo começou muito rápido.
- Quem diabos são vocês? – ouvi a Erika gritar – Saiam daqui!
- Bem, bem, bem, o que temos aqui? – zoou o Dan.
Eles se moviam devagar em direção a ela, fazendo ela recuar pra sala. A Erika tava com um roupão branco bem curto que cruzava os peitos dela, realçando eles. Dava pra ver que ela só tava de calcinha. Ela tava tão gostosa que os três intrusos mostraram a excitação deles.
- Parece que encontramos a puta da casa sozinha. – disse o Victor.
- Mmmmm, eu não como uma puta branca desde que saí da cadeia. Tô procurando enfiar minha cobra numa bunda branca gostosa. -detalhe bonito do Alex, pensei.
A Erika já estava encurralada entre a parede e uma mesinha que segurava um abajur de metal bem pesado. Ela se virou, arrancou o fio da tomada e jogou o abajur no cara que estava mais perto dela. Era o Víctor. A velocidade do ataque pegou todo mundo de surpresa, inclusive eu. O Víctor desviou no último segundo, o que provavelmente salvou a cabeça dele, mas o abajur acertou com tudo no ombro dele.
.-ARRGGGgg sua PUTA MERDA!!! –gritou o Víctor.
O Dan avançou nela, mas foi rechaçado pelos balanços fortes que a Erika dava com o abajur.
.-SAIAM DESTA CASA!!! –gritou furiosa.
A Erika mal conseguia manter o Dan longe com o abajur pesado e não viu o Alex chegar por trás, que pulou nela e a jogou no chão. A queda não foi nada suave. Ela largou o abajur e perdeu o fôlego. Caiu no chão surpresa, de olhos bem abertos.
.-Vamos comer essa puta de graça. Tragam as cordas. –disse o Dan-. Levem ela pra mesa.
O Alex agarrou minha esposa e a levantou com força do chão. Isso tava começando a ficar pesado, mas eu mantive firme meu desejo. Ela tentava escapar, mas ainda tava sem ar. Não conseguia juntar força suficiente pra isso. O Víctor chegou com as cordas que tinham trazido e jogou pro Dan. Ainda tava massageando o ombro dolorido.
.-Não deixem ela mexer as pernas. –gritou o Dan.
O Víctor segurou as pernas da Erika e imobilizou o máximo que pôde. O Dan aproveitou pra amarrar os tornozelos dela nas pernas da mesa. Agora ela tava na posição perfeita pra oferecer a buceta e o cu.
.-ME SOLTEM, SEUS PORCOS, JURO QUE VOU MATAR VOCÊS!! –ela juntou as forças que tinha pra atacar o Alex, que tava besta olhando pra buceta rosada dela. Ele não percebeu que a Erika ainda tinha as mãos livres. Foi um tapa de gata que acertou ele, marcando três arranhões fundos no antebraço. .-¡Maldita puta! Vou te ensinar, vou te dar uma lição – afastando o braço ao notar as unhas afiadas.
Dan se moveu rápido e segurou a mão de Alex. Ela já descia para acertar na cara da minha esposa.
.-NÃO! Você conhece as regras! – ele repreendeu.
.-Mas olha meu braço! Resistir até vai, mas isso é outra coisa! – muito nervoso.
.-Regras? De que porra vocês estão falando? Têm regras pra roubar? – Erika quase sem acreditar no que acabara de ouvir.
Dan e Alex se olharam.
.-Ah, vamos fazer mais do que roubar nessa casa de puta. – Victor sorrindo sadicamente – Vamos pegar tudo que quisermos e agora o que mais queremos é você. – dando um tapa forte numa das nádegas dela.
Naquele momento, Erika entendeu seu destino. Esses homens tinham entrado pra roubar a casa, mas tinham um novo objetivo na mente. Pretendiam estuprar ela todos de uma vez. Erika começou a gritar.
.-Socorro! SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDE! SOCOR... mmmphhh! – Victor calou os gritos dela enfiando uma mordaça de bola que rapidamente ajustou com umas tiras que cruzavam a cabeça dela. Puxou com força e Erika emudeceu, interrompida pela bola que ocupava o interior da boca.
Victor, segurando os braços dela, sussurrou pra Alex.
.-Agora mesmo acabo com essa puta. Toda a luta dela só me deixou mais tesudo. Tô pronto pra foder essa puta.
.-NÃO, POR FAVOR, NÃO! – tentou gritar, ninguém entendeu.
.
Eu não lembrava de ter ficado tão excitado. Ver minha esposa amarrada, amordaçada e pronta pra ser fodida era, no mínimo, emocionante.
Dan foi o primeiro a se aproximar. Nem Victor nem Alex protestaram, então supus que tinham combinado antes. Conforme se aproximava de Erika, começou a desabotoar as calças até deixá-las cair no chão. Ela tentou gritar de novo através da mordaça. Só conseguiu que a baba escorresse pelos cantos da boca.
.-É Hora de começar a lição, putinha. Você nos ferrou um pouco, mas agora nós vamos te foder a noite inteira. – ameaçou Dan. Cuspiu na mão, passou no pau e apoiou na entrada da buceta dela.
– Agora, – continuou Dan – se você tivesse sido uma putinha boazinha e não tivesse acertado meu amigo com o abajur, isso seria muito mais fácil pra você, mas já que você gosta de jogar pesado, a gente vai te satisfazer. – enfiando o pau violentamente na buceta da minha esposa – Uuuhhg!!! Toma, putinha!!! – Erika arqueou as costas de dor. Dan meteu de uma só vez. Não era enorme, mas não ajudou nada o fato de o único lubrificante ser a própria saliva dele.
– UNH, UNH, UNH, isso, gostosa, UNH. – Dan começou a socar a buceta de Erika enquanto ela lutava pra escapar. Tentava pegar no cabelo dele, na camisa… qualquer coisa que as mãos pudessem agarrar pra tentar parar aquela invasão – Alguém segura as mãos dela. – gritou Dan.
Victor e Alex mantinham os braços dela firmes sobre a cabeça enquanto ela era estuprada.
– Ah... ah, merda... essa buceta é como seda, Unh… Unh… Ah, sim… sinto tão gostoso pra caralho. Merda, quase vou gozar. Espero que você tome pílula porque vou gozar dentro da sua buceta. – Erika começou a lutar ainda mais, se é que era possível, e gritava mais alto apesar da mordaça. Mas Victor e Alex seguravam ela. – MMMPPHH! Isso, ah, isso… vou gozar… UNH, UNH, uuunnnhhhhhh! AAAAAaaaaaaaa!! Dan se esvaziou dentro dela.
Os ombros de Erika tremiam e eu percebi que ela tinha começado a chorar. Queria parar aquilo, mas me contive. Não tinha como eu fazer isso agora. Como vou explicar que eu estava ali desde o começo e não tentei impedir? Além disso, Victor e Alex iam reclamar por quebrar o pacto. E se eles contassem tudo? Não, já não dava mais pra parar, tinha que continuar. Além disso, a dureza que eu sentia dentro da calça me mandava seguir.
– Próximo. – tirando o pau da buceta dela.
– Essa agora é minha!! – gritou Victor, tirando as calças e se posicionando entre aquelas coxas que Dan acabara de largar. A pica do Victor era maior que a do Dan, tanto em comprimento quanto em grossura. Erika, mesmo já tendo sido submetida por um estranho, continuava lutando, e lutando com força. Agora eram Alex e Dan que faziam de tudo pra manter os braços dela atrás da cabeça, pra que Victor pudesse foder ela. Ele meteu com tanta força quanto Dan, ou até mais.
– Mmmmmmm. Que buceta gostosa essa putinha tem. – agarrando ela pela cintura e batendo mais rápido, mais forte e mais fundo que Dan – Ooooh que fodida. Ooooh gata, toma essa pica, é toda sua, UNnnhh, isso! – ele tava metendo tão forte que a mesa ia deslizando devagar. A cada estocada, Erika parecia ficar mais quente. Comecei a notar que os braços do Dan e do Alex não seguravam ela com tanta força como antes.
– Ah, merda, uhg, ohoohh. Acho que ela tem a buceta mais apertada, tá me prendendo. – disse Victor entre ofegos.
Olhei com atenção os quadris de Erika. Eles pendiam levemente pra fora da mesa e se contorciam um pouco a cada investida do Victor. Ela tava começando a sentir o primeiro orgasmo.
– Ah, merda, isso, isso, isso, a buceta dela tá apertando cada vez mais forte. Acho que essa vagabunda tá começando a gostar. – Victor encarou isso como um sinal pra recomeçar a foder com toda a força que tinha. A cada estocada, a mesa se movia, arrastada pelo peso dele. Tava claro que minha esposa tava prestes a explodir. Mesmo tendo virado a cabeça pra longe dos olhos do Victor, quase sem querer, ela levantou os quadris pra receber ele melhor.
– Ah, isso, isso, é isso, gostosa, é toda sua, monta na minha pica! Já foi, já foi, ah isso, UNH, UNH, ah merda, merda, aperta mais minha pica. Você consegue.
Victor segurou firme a cintura de Erika e empurrou até juntar os quadris deles. A cara dele era uma careta, sabia que tava gozando. Victor se esvaziava bem na hora que Erika explodia. misturando seus fluidos com os de Victor.
Erika estava chorando claramente. Seu corpo a havia traído e ela sucumbiu a um estranho. Era a primeira vez que tinha um orgasmo com alguém que não era eu. Ao ver isso, Victor parou e se deitou em cima da minha esposa, exausto. Ela respirava com dificuldade e tiraram a mordaça. Parecia mais relaxada.
Era óbvio que Victor era bruto na foda. Mas a noite e sua terrível experiência estavam longe de acabar.
— Beleza, irmão, jogada finalizada, touchdown! — eufórico — Vamos ver o que você sabe fazer com ela… “negrinha”. — soltou entre gargalhadas para Alex.
Agora era a vez dele, o terceiro. Começou tirando as calças. Minha mulher, ao ouvir, virou-se e abriu os olhos bem na hora em que ele tirava a cueca. Realmente, ele não mentia sobre sua “cobra” preta. Sua anaconda, como ele dizia. Era enorme, passava fácil dos 28 ou 29 cm e de uma grossura brutal. Os olhos de Erika se arregalaram desmedidamente enquanto olhava para aquela pica que já estava na frente dela.
Ela começou a tentar escapar de novo, mas quase sem forças e com os quatro braços que a seguravam, acabou se rendendo.
— NÃO, NÃO, NÃO, POR FAVOR, É MUITO GRANDE, Essa… COISA não vai caber em mim. VAI ME RACHAR. — Alex caiu na risada:
— Bom, vamos ver quanto você aguenta. Você já nos mostrou o quão puta pode ser. Vou te empalar com minha “mamba negra”. — parecia que Alex tinha um repertório inteiro de cobras entre as pernas.
Erika começou a se debater de novo com força, obrigando Dan e Victor a segurá-la novamente. Apertou os joelhos para impedir que Alex se aproximasse. Mas as mãos poderosas dele sobre os joelhos a forçaram a abrir as pernas de novo, mostrando sua buceta já mais do que dilatada. O sêmen das duas gozadas anteriores escorria sobre o tapete.
— Não se preocupa, gostosa, vou bem devagar pra você se acostumar com minha pica. Você vai se sentir cheia daqui a pouco. — dizia Alex, esfregando a pica na buceta exposta. — da Erika: Você tá toda molhada. Isso vai facilitar tudo. — avançando para dentro da minha esposa.
Os olhos dela se arregalam enquanto o míssil enorme se abre caminho, dilatando ao máximo a buceta dela.
— Ai, Deus, É... É GRANDE DEMAIS... POR FAVOR... PARA... NÃO AGUENTO...!! — a pica do Alex desaparecia devagar. Ela respirava ofegante enquanto os quadris e as pernas se tensionavam. Devagar, bem devagar, o Alex se movia cada vez mais fundo no buraquinho molhado dela, mais longe do que qualquer um tinha ido antes.
Eu observei pasmo como o Alex conseguiu enterrar completamente a pica dura na minha linda Erika.
— Huh, huh, aiiii Deus, ai Deus, é... é enorme, ai... por favor... — Erika ofegava, tentando recuperar o fôlego e se esforçando pra relaxar pra poder receber aquele monstro que a atravessava.
O Alex puxou devagar mais da metade pra fora, pra recomeçar a exploração na mesma hora. Ele recuava lentamente e sumia de novo. O ritmo foi acelerando aos poucos, sem pressa. Ele bombeava pra dentro e pra fora, dentro e fora. O ritmo acelerou. É como um martelo que não desiste do objetivo. Metódico, implacável. A velocidade aumentava mantendo o ritmo.
— Mmmm, issooo... adoro bucetinhas brancas. Sempre tão limpinhas e apertadas. Mmm issooo... bucetas brancas. — O Alex invadia a Erika por completo, mas tava sendo surpreendentemente delicado com ela. Só de vez em quando batia com força nos quadris dela, fazendo ela sumir na hora. Toda vez que fazia isso, a Erika ficava sem ar e quase levitava em cima da mesa.
O Alex bateu mais uma vez e, enquanto recuava devagar, a Erika soltou um gemido bem forte. Ele empurrou de novo, e dessa vez os quadris da Erika se ergueram, igual já tinham feito com o Victor e o Dan.
Ela soltou um gemido ainda mais forte. — AAAAAAAIIIIIII — se mexendo freneticamente a cada estocada do Alex. — AAAAAAAIIIIIII, Mmmmmmmmm, AAAAAAAHHHHHHH
— Porra, sua puta! — exclamou o Alex.
— O quê? — disse o Dan. — O que foi?
— Essa puta acabou de me apertar com força. Tá segurando meu pau com a buceta dela. -disse Alex.
.-É, ela vai gozar igual já fez comigo. -soltou Victor.
.-Porra, não aguento mais!! -Alex segurando as coxas da minha esposa e aumentando o ritmo bruscamente.
Agora ele tava montando a Erika com força.
.-UNH, UNH, AH SIM, AH DEUS POR FAVOR... -disse Erika.
.-Por favor? O quê, puta. -perguntou Alex.
.-Por favor... por favor... por favor... ME COME!!!! AH DEUS. Desculpa, desculpa –ela sussurrava, o corpo já não obedecia a cabeça. -ME COME, ME COME!!!
Erika chorou. Eles tinham conseguido. Tinham quebrado ela e agora ela tava pronta pra tudo que eles quisessem. Alex continuava com as estocadas frenéticas. Não demorou muito e ela começou a gritar.
.-AH SIM. Sim, AH DEUS. Tô gozandooooo. AAAAIIIIEEEEEE, OOOOHHHHHHHHHHH! -Erika explodiu num orgasmo como nunca tinha tido.
.-OH, OH, OH OH MMmmmmm -Erika ainda tava mergulhada no prazer e Alex continuou sem parar até os gemidos dela começarem a diminuir e o corpo dela ficar imóvel. A cabeça da minha mulher virou pra janela onde eu tava vendo tudo. Não sei dizer se ela conseguia me ver, se sabia que eu tava ali ou se simplesmente já não ligava mais.
Alex tirou devagar o pau comprido da buceta dela. Ainda não tinha gozado e claramente tinha algo em mente. Ele se deitou no tapete. Naquela posição, o mastrão dele dava medo.
.-Desamarrem ela. É hora da festa começar de verdade.
Victor e Dan começaram a desatar as cordas que ainda prendiam as pernas dela. Ela não fez nada pra resistir. Ainda tava ofegante e mal tinha consciência do que tava rolando.
.-Agora desçam essa branquela até meu pau. -disse do chão.
Victor e Dan, que já tinham se recuperado pra uma segunda rodada, colocaram ela em posição e apertavam pra ela se abaixar. Erika começou a murmurar.
.-Chega, por favor, chega... por favor não... -um último empurrão e Alex empalou ela de novo.
.-Aaahhh, não... não pode ser... ai, Deus... tô cheia... –murmurava. Ela estava em cima dele, de joelhos, com a bunda bem empinada e os peitos esmagados no peito do Alex, que a abraçava.
.- Só espera um pouco, putinha, você vai se sentir cheia de verdade. –disse Victor com um tubo de lubrificante nas mãos.
Erika sacou na hora o que ia rolar. Não era a primeira vez que ia dar a bunda. Já tínhamos feito isso mais de uma vez, até já tínhamos fodido com um vibrador enfiado nela. Mas dessa vez ia ser diferente. Tinha uma porra de uma pica preta enorme enchendo a buceta castigada dela.
Victor deu um tapa sonoro na bunda dela enquanto lubrificava a pica dele e o buraco que ia profanar.
.- NÃO! NÃO! NÃO AGUENTO OS DOIS. POSSO FODER A NOITE INTEIRA, MAS OS DOIS NÃO! –implorava.
.- Quem disse que são só dois? –falou Dan. Ela não tinha percebido que Dan estava na frente dela, bem na cara dela.
.- Quê??? Não! Os três…? –gemeu– Não consigo… mmmmpphh… –os pedidos de Erika foram interrompidos quando Dan enfiou a pica na boca dela. Victor, como se fosse um sinal, fez a dele desaparecer no cu dela.
.- AAAIIYyeee… –grunhiu como pôde. Dan, segurando a cabeça dela, acabou enterrando a pica até a garganta, abafando as palavras dela.
Ali estava. Minha fantasia estava se realizando naquele momento. Ver minha linda, inteligente e amada esposa sendo usada por três caras ao mesmo tempo. Cada um enchendo os buracos dela com as picas deles. A minha estava tão dura que achei que ia rasgar minha calça jeans.
Eles começaram a ação em uníssono. Victor, se segurando firme nos quadris dela, conseguiu enterrar tudo no cu dela, enquanto Dan bombava na boca dela. Alex, que tinha ficado parado dando tempo pros outros se ajeitarem, começou um vai e vem aumentando o ritmo devagar. Os três começaram a trabalhar num compasso sincronizado. Penetravam ela sem parar como se fosse uma verdadeira máquina de foder. Erika estava como que paralisada, dura, mas a cada investida na buceta ou no cu dela parecia mais relaxada, mais excitada. O corpo dela voltava a tomar o controle, desafiando a cabeça dela.
- MMMM chupa meu pau, assim, chupa bem. - Dan gemia. Sabia que ela tava usando a língua do mesmo jeito que fazia comigo, com maestria. A mão dele começou a acariciar as bolas dele. Por sua vez, Victor e Alex tinham pegado o ritmo certinho. Eles se alternavam nas metidas. Victor enfiava o pau dele até o fundo do cu, enquanto Alex tirava o dela quase por completo da buceta. E repetiam uma e outra vez. Enquanto Victor se retirava, Alex se perdia dentro dela. Ela se sentia cheia. Começou a gemer com a porra da foda. Erika agora tava mexendo a cintura dela pra cima e pra baixo nos dois paus que a empalavam. Parecia que ela tomava o controle e obrigava eles a entrar mais fundo. Eles se deixavam levar, não sem certa surpresa. Dan já não precisava segurar a cabeça dela. Continuou trabalhando os três paus com a boca, buceta e cu. Mal precisavam se mexer. Agora era a Erika que tava fazendo todo o trabalho. Era ela que tava fodendo aqueles três. Minha esposa tava curtindo o primeiro gangbang dela com quem ela achava que eram desconhecidos. Agora ela tava fodendo e chupando com todos os desejos dela. Isso foi demais pro Dan, que tirando o pau da boca dela, começou a se masturbar furiosamente em cima da cara da minha esposa. Erika abriu a boca pra receber a gozada do Dan, mas ele esvaziou tudo na cara dela. O pouco que a boca dela recebeu, ela engoliu.
- Ah, sim, sim, me dá mais. Quero provar mais! - Enquanto esfregava o pau do Dan na cara dela, pegando com ele parte da gozada que tinha recebido. Depois lambeu e limpou. Repetiu várias vezes o processo até absorver todo o sêmen que escorria pela cara dela. Em seguida, acariciou o pau com os lábios e a língua. Foi incrível. Até aquele dia, eu era o único homem do qual ela tinha provado o gosto. E agora pedia mais enquanto os outros dois continuavam perfurando ela. Ela tava se comportando como uma puta de verdade.
—Ah, merda, de novo ela tá apertando minha pica com a buceta dela. Ela vai gozar de novo — disse Alex. O corpo de Erika tinha começado a tremer e a sacudir igual no último orgasmo dela.
—Mmmmmmmm — gemeu de olhos fechados enquanto tentava continuar chupando a pica do Dan. Jogou a cabeça pra trás enquanto o corpo se contorcia com uma onda atrás da outra de um orgasmo violento.
—SIM, SIM, SIM! AI MEU DEUS, AI MEU DEUS, MEEEEU DEEEEEUS oooooohhhhhh DEMAIS... eu tô... UUUUUUMMMMM! ¡¡¡¡¡¡¡¡¡" O corpo de Erika se sacudia violentamente, batendo os quadris com mais força nas picas que perfuravam o cu e a buceta dela.
—Ah, não... aguento... mais não — exclamou Victor — Vou gozaaaaar... aaah, aah, aaahh, AAAAAAHHHHHH! — Victor explodiu enchendo o cu da minha mulher com várias descargas. Os quadris dele tremiam a cada disparo enquanto bombeava o cu dela sem parar. Alex não aguentou mais.
—Mmmm puta — berrou Alex — Se prepara que agora é minha vez... ¡¡Oohhhh!! — enterrando o mais fundo que podia.
Ela tinha sido fodida por três homens ao mesmo tempo. Na última hora, a cobra preta do Alex tinha batido na buceta macia dela. As nádegas vermelhas de tanto ataque do Victor. E a boca dela cheia dos sabores do Dan. Erika tinha gozado várias vezes. Mas nenhuma igual à última.
Ainda tremendo, continuava gemendo.
—Sim, ah sim, enche meu cu, minha buceta... ai meu deus não aguento... — a cada palavra a voz dela sumia. Acabou desabando em cima do Alex, exausta igual ele. Victor tirou a pica do cu dela e se apoiou nas costas dela, enquanto o Dan já descansava num dos sofás.
Era o primeiro gangbang dela e tinha curtido apesar das circunstâncias. Tava destruída e desabou vítima do cansaço. Sonolenta, viu meus cúmplices se vestirem e sumirem igual eu.
Enquanto dirigia de volta pra casa, me perguntei se ela ia me ligar de manhã. E se ligasse, o que ia me dizer? Será que ia contar sobre o estupro que Ela tinha sofrido naquela noite ou manteria isso em segredo? Será que ela confessaria que, apesar da dureza com que foi tratada, tinha gostado como eu sabia? Que ela adorava ter várias picas de uma vez para ela?
Seria uma ligação interessante, mas eu sabia de uma coisa com certeza. Tinha sido a primeira experiência dela com vários homens, mas não seria a última.
Da próxima vez, eu vou ser um deles!
2 comentários - Gangbang pra minha esposa