Seguimos negociando

ontem deixei a introdução e a primeira parte dessa história
hoje deixo pra vocês a segunda parte, ainda mais quente
espero que vocês curtam muito ela


OBRIGADO POR ME LER


PELOS PONTOS


E PELOS SEUS COMENTÁRIOS










Quando o Carlos foi embora, o Alberto entrou na sala logo em seguida. Não tinha muito o que esconder, eu já estava sentada tomando uma cerveja, minha aparência dizia tudo.


Alberto, no final você convenceu ele, meu bem, e pelo visto você curtiu pra caralho.


Você esteve me espionando?


Alberto tava morrendo de vontade de ver como ele te comia, mas eu me segurei, só vi quando vocês conversavam, então sábado tá tudo definido, amor. Parece que ele foi embora mais tarado do que chegou, ou é impressão minha?


Você sabe que no sábado acaba a parada do negócio, mas começa outro caminho, não é verdade?


Alberto, é pelo bem de nós dois, amor. E sério, você passou mal? Porque se for assim, a gente dá um jeito de outro jeito.


Tá, pai, agora não tem mais volta, nem eu nem você queremos que tenha, não me diz que não te deixou com tesão ver seu amigo me possuir, dava pra ver sua excitação, amor. Cê sabe, sábado não é só o Carlos que vai me comer de novo, o pai dele também vai. Nunca fiz com dois homens ao mesmo tempo e tô mais que ansiosa, céu. Também sabe que nunca dei a bunda pra ninguém, nem pra você, bebê. Bom, sábado não escapo de entregar ela, vou ser muito mais puta do que hoje, corno.


Alberto, e como é que você pretende fazer isso? Imagino que não na minha frente, porque você não gosta que eu veja o quão piranha você pode ser.


Tem meu corno lindo, que divino. Por enquanto você não vai ver como seu amigo se saiu melhor que você na cama, então assim que o acordo estiver fechado, você vai sair do seu advogado pra buscar o contrato pra eles lerem e assinarem. Claro, você vai passar a tarde toda fora, me deixando sozinha com o Carlos e o pai dele, entregue de bandeja. E no domingo você faz um churrasco comemorando o triunfo do seu grande negócio com seus amigos mais próximos, e aí sim eu deixo você ver como eles me possuem e me comem na nossa cama de casal enquanto você bate uma siririca da sua vida. Você gostou dessa ideia?


Alberto, você já pensou em tudo, não é, amorzinho? Olha como você me deixou, céu. Vamos pra cama, bebê.


Que fofo o chifrezinho, mas você vai só bater uma punheta sozinho enquanto eu conto o que o Carlos fez comigo. A partir de agora, você só transa comigo quando eu mandar e, como eu não gosto de ficar trepando com corno e perdedor, cai na real de que agora é só punheta, bebê.


Levei ele pra cama e fui contando tudo bem devagar, enquanto ele ia se punhetando e eu fazia o mesmo. Não demorou muito pra ele soltar um jato de porra e, depois, pra continuar contando, mandei ele chupar minha buceta. Isso sim foi estranho: por um lado, eu adorava como meu marido me fazia gozar na boquinha dele; por outro, me dava um tesão do caralho sentir que, enquanto me chupava, ele tava comendo os restos de porra que o amiguinho dele tinha deixado em mim um tempo atrás. Isso me deu uns dois orgasmos. Durante aquela semana, a gente não transou de novo; eu me preparava pra comer o Carlos e o pai dele ao mesmo tempo. Naqueles dias, só queria saber de trepar com eles, sem me importar com as consequências. Foi assim que, naquele sábado, tentei não me vestir feito uma puta — já não precisava mais mostrar minha bunda pra deixar eles excitados. Essa foi ideia do Alberto: ele tava certo de que os dois iam chegar cheios de tesão e morrendo de vontade de me comer. Se eu dificultasse, mais fácil seria fechar o negócio. Foi ideia dele, o otário achava que o Carlos era tão tarado que faria qualquer coisa só pra transar comigo. O Alberto nunca imaginou que ele já tinha me comido e que, desde aquele momento, eu tinha deixado de ser a esposa do amigo dele pra ser a puta dele o tempo todo. Quando eles chegaram, já era fim de tarde. O Alberto cumprimentou eles, eu também, e sentamos na sala de jantar. Servi café pra eles. Minha roupa era de dona de casa normal: só um vestido largo e decotado. Mesmo assim, o Carlos não parava de me olhar, descaradamente, apesar do Alberto estar ali. Quando fui pegar uns biscoitos, ele me seguiu.


Para de me olhar assim na frente do meu marido.


Carlos, qual é, te incomoda? Não consigo evitar de olhar pras suas tetas igual meu pai, você não percebeu?


Alberto é cuck, mas não é otário.


Carlos, nós dois sabemos disso, mas se ele quer o negócio, sabe que vai ter que dar alguma coisa em troca.


Sim, claro, mas não tão descarado assim, tenta ser um pouco mais discreto.


Carlão passou a semana toda esperando por esse momento.


Eu também, mas não na frente dele, espera ele ir pegar o contrato.


Carlos, então vamos fechar agora e que ela vá dar uma voltinha.


Espero que ela volte à noite, agora vamos com as bolachinhas


Quando voltamos pro salão, pra nossa surpresa, o acordo já tava fechado. Miguel, o pai do Carlos, tava todo empolgado, claramente o negócio era uma mina de ouro e valia a pena. Nem deram tempo da gente sentar.


Miguel, beleza. Alberto, agora só falta ver o contrato pra assinar, cê tem ele aí?


O Alberto tá com o meu contador, se quiser vou buscar agora.


Carlos é muito longe?


Alberto já deu conta do recado, mas não queria fazer ele gozar de novo.


Ah sim, meu bem, vai, eu cuido disso, até porque tenho uns assuntos pra resolver com o Carlos e principalmente com o Miguel. Você vai devagar no volante.


Sentia os olhos dos dois cravados nas minhas tetas e o Alberto percebeu, meu plano tava saindo perfeito. O Alberto levantou, me deu um beijo e eu acompanhei ele até a porta, onde antes de ir embora ele me deu um tapão e falou


Alberto, toma cuidado e cuida bem deles. Troca esse vestido, tá manchado.


Assim que ela saiu, eu falei pro Carlos.


Sério que ele me falou pra trocar de vestido porque tá manchado?


Carlos, vamos que eu te ajudo.


Entramos no quarto e enquanto eu tirava o vestido, o Carlos já puxou a rola pra fora. Sentei na cama e enfiei na boca — que piroca linda, comprida, grossa e cabeçuda.


É isso que eu esperava.


Carlos, eu quero devorar essas tetas, sua puta.


Me jogo na cama e ele começa a chupar elas, em segundos já tinha tirado do sutiã, não são gigantes, são mais pequenininhas. Carlos metia tudo na boca e fazia meu corpo tremer. De repente, sinto alguém tirar minha calcinha fio dental, era Miguel, que já começou a chupar minha buceta. Ali estava eu, sendo mimada pelos dois ao mesmo tempo, não consegui evitar gemer igual uma gata no cio e o orgasmo veio na hora.


Carlos, você gosta disso, sua puta, adora, não é mesmo? Você não sabe o que é meu velho te comendo.


Não consegui responder, já tinha o Miguel em cima de mim com o pau dele nos lábios da minha buceta. Por instinto, abri mais as pernas, a verdade é que eu já queria o pau dele dentro e assim ele foi enfiando. Senti ele abrindo minha buceta, o velho estava me partindo ao meio. Ele me comia com força, tanto que me fazia tremer e não pude evitar outro orgasmo doloroso.


Miguel Carlos me disse que você era uma gata na cama, mas nunca imaginei que fosse tão puta.


Quis falar algo, mas não consegui, tava com a pica do Carlos na boca, o safado queria meter tudo, e eu, mesmo tentando engolir, não conseguia. Ficamos assim um tempão até que o Carlos falou pro Miguel.


Carlos, vira pra cá que quero provar a buceta dessa puta.


Por favor, devagar, essa buceta nem o Alberto usa.


O velho me colocou em cima dele sem tirar o pau de dentro, Carlos abriu minhas nádegas e enquanto lubrificava me disse


Essa bunda aqui é quase virgem, hoje você se forma como puta, vai doer um pouco, mas vai ver como você vai gostar.


Ahhh ahhhh tiraaa não entraaa, ahhhh ahhhh aiii aiiii filho da putaaa aiiii cê tá me matandooo, é pica é muito grandeee


Carlão tá esperando a da minha véiaaaaa


Me arrombava o cu literalmente, sentia como a cada pau que entrava meu cu se rasgava, a dor era tremenda mas o prazer que o pau do Miguel dava na minha buceta aberta me fazia gozar, ali estava eu sendo comida por dois paus e adorava, pensei no Alberto e seus chifres que já chegavam no céu


Me quebra todinha, siiiim, assim, assiiim, arrebenta a esposa do teu amigo porque ela é muito piranha e o otário nem come ela, ahhh ahhhh ahhhh, não goza dentro não, véi, tu vai me engravidar


Miguel, vou te engravidar como uma puta suja, e depois quem vai criar é o corno do teu marido.


Carlos, esse aí também vou fazer virar viado.


Que divinoooo ahhh ahhhh ahhh, faz isso, filho da puta, no punheteiro


O velho me encheu de porra e logo tomou conta da minha bunda. O Carlos tinha toda razão, a pica dele era bem maior e, mesmo com o cu arrombado, o velho tava destruindo tudo. Eu não parava de gemer, apesar da dor que aquelas duas picas dentro de mim causavam. Perdi a conta de quantos orgasmos tive, e tudo terminou quando os dois gozaram dentro de mim. Nós três ficamos exaustos. Como pude, saí da cama e vesti o vestido.


Vou preparar uma cerveja pra vocês.


Carlos, vai fundo assim, depois a gente continua.


Assim que levei as cervejas pra mesa, eles já estavam sentados lá. Miguel deu um gole e foi pro banheiro.


Sério que tu quer continuar transando? E tua patroa não vai perceber?


Carlos, nem pensei nisso. Além disso, ela saiu da casa da mãe e amanhã eu vou pra lá, então nem fica sabendo.


E o seu coroa?


Carlos, o seguro tá queimado, talvez mais uma vez depois da cerveja, a gente tem que repetir, você gozou como nunca, isso tu não pode negar.


É minha estreia sendo piranha e, pra ser sincera, essa é a minha vida apesar do Alberto, mas você faz isso por mim ou por curtir a derrota dele?


Carlos, não te entendo.


É simples, pra mim entre vocês dois sempre teve competição e essa parada de pegar a mulher dele é uma vitória pra você.


Carlos, a verdade é que sim, embora desde que te vi, quis te fazer minha. Alberto sempre foi um vencedor em tudo, menos com as mulheres.


Isso eu já sei, pra ele só importa competir e o negócio que ele montou é um sucesso, você sabe disso, por isso seu velho tá de acordo.


Carlos e muito mais se vingando das minhas derrotas pra ele.


E em que eu te derroto?


Carlos fica perdendo tempo com besteiras, por isso pro meu velho é tão importante ter você.


Bom, pra mim ela tá garantida se assinar o contrato com o Alberto, isso é fato.


Carlos, o contrato é assinado hoje, assim, desse jeito.


Miguel saiu do banheiro e me abraçou por trás.


Miguel, você não vai tomar banho?


De jeito nenhum, quero que hoje à noite o corno sinta o cheiro de macho que deixaram em mim, e se me engravidaram, melhor ainda.


Miguel, pra ter certeza disso, a gente tem que repetir então.


E aí, o que estamos esperando? Vamos fazer isso antes do Alberto chegar, mas dessa vez mais devagar, me deixaram toda quebrada.


Voltamos pro quarto, o Miguel não se cansava de brincar com meus peitos. Dessa vez nem me deram tempo de tirar o vestido, só arrancaram minha calcinha fio-dental e a gente voltou a transar igual coelho. Claro que ignoraram meu pedido, literalmente me detonaram de tanta pica, a ponto de quando foram embora me deixaram na cama com o corpo todo tremendo. Eles se lavaram — tomar banho era pra não levantar suspeitas — e quando o Alberto chegou, a gente já tava tomando um café.


Alberto, desculpa pela demora, aí está o contrato, tava faltando umas paradas. Leiam e, se estiverem de acordo, amanhã a gente assina.


Miguel, não o Alberto, não precisa, quero acabar logo com esse negócio, o contrato é uma bobagem, vamos lá, me dá, pronto, já tá assinado, mas isso a gente tem que comemorar, sábado que vem espero vocês no sítio.

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