Era real, não era um sonho. Eu tinha os peitos enormes e macios da minha garota resgatada apertando meu rosto. Em segundos ficamos quase sem roupa e nos beijando furiosamente, minhas mãos percorrendo suas tatuagens, meus lábios chupando seus mamilos perfeitos e meu pau duro como nunca sentindo o calor e a umidade entre as pernas dela. Ela me lambia como um animal com sede lambendo sua comida suculenta, passava a língua por todo o meu corpo e me babava do pescoço até chegar nas minhas bolas. Gemendo timidamente, tirou a calcinha fio-dental e começou a me chupar devagarzinho, mas sem parar e cada vez mais rápido. Meu pau se sentia cada vez mais carregado e pulsava todo babado por aquela mulher linda que pedia por ele desesperadamente. Quando pensei que ia explodir, ela colocou ele entre os peitos, apertou com as mãos e fez um boobs fuck, tocando com a ponta da língua a cabeça do meu pau que aparecia entre as tetas dela. Uma e outra vez repetia o movimento de subir e descer, me masturbando com aquelas tetonas, e eu não aguentava mais. "Vou explodir", falei, e ela me olhou e sorriu sem dizer nada. "Não aguento mais", repeti pra avisar, e ela começou a gemer mais alto e fechou os olhos até que eu gozei com força, enchendo de muitos jatos de porra as tetas enormes dela e respingando na cara. Ela me olhou enquanto eu terminava e se lambeu enquanto suspirava de alívio e molhava a cama toda. Vi o rosto dela e tinha manchas de sangue porque o curativo tinha soltado. Pedi desculpas por isso, mas ela nem ligou: pegou um lenço preto, passou entre as pernas e com ele mesmo limpou o sêmen dos peitos e o sangue do rosto. Torceu o lenço num copo que estava na mesinha de cabeceira e bebeu tudo de um gole. Como se nada tivesse acontecido, me disse que o banho estava pronto pra eu me lavar.
Tomei banho, troquei o curativo e voltei nu pro quarto. Quando entrei, me surpreendi ao ver o quarto iluminado com velas e o efeito estranho que a luz fazia ao refletir no espelho e em vários enfeites brilhantes ao redor. Ela estava Na cama, nua e de pernas abertas, me esperando. "Me come, por favor, preciso que você faça isso", ela disse, e eu tentei achar um preservativo nas minhas coisas, mas ela me parou e balançou a cabeça que não. O fogo brilhava nos olhos dela, cheios de tesão, os lábios e o cabelo pareciam mais vermelhos do que nunca. Subi no corpinho macio dela e a penetrei com vontade até o fundo. Ela gritou e pediu que eu a comesse, quase implorando, enquanto eu enfiava meu pau na buceta depilada e encharcada dela uma e outra vez. Uma e outra vez, fazendo os peitos dela balançarem, eu a fiz gemer e gritar de prazer. Com os olhos lacrimejando e me segurando pelo cabelo, ela sussurrou no meu ouvido para eu tirar e gozar na pele dela, e sem parar, me meter de novo. Não sei como ela esperava que eu fizesse isso, porque depois de gozar ia broxar, mas não. Gozei na barriguinha e nos peitos dela, e meu pau continuou enorme, pulsando e bem grosso. Ela implorou com uma voz de putinha que eu metesse de novo, e eu comi com raiva até gozar bem dentro dela, jorrando porra. A buceta dela pulsava e expelia um pouco da minha porra. Ela passou um lenço entre as pernas e também limpou o resto do corpo onde eu tinha acabado de gozar. Sem que eu dissesse nada, ela me jogou na cama e começou a chupar meu pau de novo.
Me deixou muito excitado poder ver no espelho aquela bunda enorme e redonda dela enquanto me chupava. As tatuagens dela na luz das velas davam um clima especial pra que era a melhor noite de sexo que eu tinha em anos. Olhando na minha cara, ela começou a me bater uma punheta forte e pareceu sussurrar algo perto do meu pau antes de me fazer gozar pedindo com aquela mesma vozinha. Enchi a cara dela com meu esperma, que dessa vez tava grosso quase como cola, e não parava de sair e sair. De novo, ela continuou firme e, com a cara toda lambuzada, sentou em cima de mim, engolindo até o fundo com os lábios de baixo dela. Ela se molhava toda e babava com a língua pra fora feito uma puta enquanto cavalgava meu pau sem parar um segundo. Senti que de tanto quicar e apertar, eu abri ela um pouco por dentro e consegui ir mais fundo. Naquela hora, ela deu um grito ensurdecedor e olhou pro teto, entrando tipo num transe sem parar de se mexer em cima de mim e sussurrando de novo uma frase que não consegui entender. As chamas balançaram como se um vento as chicoteasse, e no espelho eu vi que a tatuagem de cobra que ela tinha no braço agora tava nas costas dela, e antes que eu pudesse pensar no estranho disso e de tudo que tava rolando, vi o desenho se mexer até os peitos dela e se enrolar no pescoço dela.
Os sussurros viraram gritos e ela exclamou várias vezes "téann do chumhacht i do bhainne" como se fosse um mantra, até que num momento ela voltou a si e me disse num castelhano argentino perfeito: "me come, filho da puta, me dá uns tapas na bunda e me come que eu quero a porra do gozo". E ela cavalgou mais rápido na minha pica quando eu bati naquela bunda linda que a ruiva gostosa tinha. Quando eu estava prestes a jorrar tudo dentro dela, ela voltou ao transe e repetiu "téann do chumhacht i do bhainne", "téann do chumhacht i do bhainne", "téann do chumhacht i do bhainne", "téann do chumhacht i do bhainne" sem parar. Eu estava prestes a explodir, mas não consegui até que ela, no meio do mantra sexual e sem parar de rebolar com minha pica dentro, gritou "nathair!" e a tatuagem no pescoço dela se moveu de novo. Subiu pela garganta e sumiu, dando lugar a uma cobra corpórea e real que mordeu meu ferimento enfaixado e desapareceu debaixo da cama pra nunca mais voltar. Eu não conseguia mais me mexer, e ela parecia ter parado, mas dava pra sentir o interior dela sugando meu pau até que em questão de segundos eu gozei muito forte e enchi ela de porra. Levei vários minutos pra dar tudo, e escorreu pelos lados de tanto que foi. Ela pegou o lenço dela, limpou o rosto e passou na buceta, e também limpou a ponta da minha pica com ele. Torceu o lenço e colocou no copo, do qual ela bebeu. Me deu um beijo e eu dormi extasiado. A última coisa que vi antes de fechar os olhos foram os olhos da cobra nos dela.
Tomei banho, troquei o curativo e voltei nu pro quarto. Quando entrei, me surpreendi ao ver o quarto iluminado com velas e o efeito estranho que a luz fazia ao refletir no espelho e em vários enfeites brilhantes ao redor. Ela estava Na cama, nua e de pernas abertas, me esperando. "Me come, por favor, preciso que você faça isso", ela disse, e eu tentei achar um preservativo nas minhas coisas, mas ela me parou e balançou a cabeça que não. O fogo brilhava nos olhos dela, cheios de tesão, os lábios e o cabelo pareciam mais vermelhos do que nunca. Subi no corpinho macio dela e a penetrei com vontade até o fundo. Ela gritou e pediu que eu a comesse, quase implorando, enquanto eu enfiava meu pau na buceta depilada e encharcada dela uma e outra vez. Uma e outra vez, fazendo os peitos dela balançarem, eu a fiz gemer e gritar de prazer. Com os olhos lacrimejando e me segurando pelo cabelo, ela sussurrou no meu ouvido para eu tirar e gozar na pele dela, e sem parar, me meter de novo. Não sei como ela esperava que eu fizesse isso, porque depois de gozar ia broxar, mas não. Gozei na barriguinha e nos peitos dela, e meu pau continuou enorme, pulsando e bem grosso. Ela implorou com uma voz de putinha que eu metesse de novo, e eu comi com raiva até gozar bem dentro dela, jorrando porra. A buceta dela pulsava e expelia um pouco da minha porra. Ela passou um lenço entre as pernas e também limpou o resto do corpo onde eu tinha acabado de gozar. Sem que eu dissesse nada, ela me jogou na cama e começou a chupar meu pau de novo.
Me deixou muito excitado poder ver no espelho aquela bunda enorme e redonda dela enquanto me chupava. As tatuagens dela na luz das velas davam um clima especial pra que era a melhor noite de sexo que eu tinha em anos. Olhando na minha cara, ela começou a me bater uma punheta forte e pareceu sussurrar algo perto do meu pau antes de me fazer gozar pedindo com aquela mesma vozinha. Enchi a cara dela com meu esperma, que dessa vez tava grosso quase como cola, e não parava de sair e sair. De novo, ela continuou firme e, com a cara toda lambuzada, sentou em cima de mim, engolindo até o fundo com os lábios de baixo dela. Ela se molhava toda e babava com a língua pra fora feito uma puta enquanto cavalgava meu pau sem parar um segundo. Senti que de tanto quicar e apertar, eu abri ela um pouco por dentro e consegui ir mais fundo. Naquela hora, ela deu um grito ensurdecedor e olhou pro teto, entrando tipo num transe sem parar de se mexer em cima de mim e sussurrando de novo uma frase que não consegui entender. As chamas balançaram como se um vento as chicoteasse, e no espelho eu vi que a tatuagem de cobra que ela tinha no braço agora tava nas costas dela, e antes que eu pudesse pensar no estranho disso e de tudo que tava rolando, vi o desenho se mexer até os peitos dela e se enrolar no pescoço dela.
Os sussurros viraram gritos e ela exclamou várias vezes "téann do chumhacht i do bhainne" como se fosse um mantra, até que num momento ela voltou a si e me disse num castelhano argentino perfeito: "me come, filho da puta, me dá uns tapas na bunda e me come que eu quero a porra do gozo". E ela cavalgou mais rápido na minha pica quando eu bati naquela bunda linda que a ruiva gostosa tinha. Quando eu estava prestes a jorrar tudo dentro dela, ela voltou ao transe e repetiu "téann do chumhacht i do bhainne", "téann do chumhacht i do bhainne", "téann do chumhacht i do bhainne", "téann do chumhacht i do bhainne" sem parar. Eu estava prestes a explodir, mas não consegui até que ela, no meio do mantra sexual e sem parar de rebolar com minha pica dentro, gritou "nathair!" e a tatuagem no pescoço dela se moveu de novo. Subiu pela garganta e sumiu, dando lugar a uma cobra corpórea e real que mordeu meu ferimento enfaixado e desapareceu debaixo da cama pra nunca mais voltar. Eu não conseguia mais me mexer, e ela parecia ter parado, mas dava pra sentir o interior dela sugando meu pau até que em questão de segundos eu gozei muito forte e enchi ela de porra. Levei vários minutos pra dar tudo, e escorreu pelos lados de tanto que foi. Ela pegou o lenço dela, limpou o rosto e passou na buceta, e também limpou a ponta da minha pica com ele. Torceu o lenço e colocou no copo, do qual ela bebeu. Me deu um beijo e eu dormi extasiado. A última coisa que vi antes de fechar os olhos foram os olhos da cobra nos dela.
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