Negociando a Buceta

Mais uma das histórias que escrevi nas minhas férias.
Espero que vocês aproveitem bastante.




OBRIGADO POR ME LER


OBRIGADO PELOS PONTOS
















Tudo começou com a visita do Carlos, o amigo do punheteiro do Alberto, meu marido. Ele é o completo oposto. Percebi na hora que a parada era séria e que eu acabaria dando pra ele. O plano do meu marido não ia dar certo. Ele precisava negociar com o Carlos uma entrevista com um comerciante poderoso pra fechar um negócio, e a melhor ideia que teve foi me deixar bem gostosa pra amolecer o Carlos. O que eu nunca imaginei é que o Carlos seria tão gostoso.


Alberto, olha, você tem que esquentar ele de qualquer jeito, não importa o quanto custe, esse é um negócio vital pra nós dois e a gente tem que fechar. Eu sei o que o Carlos gosta, então não veste outra coisa que não seja uma saia curta.


Então tenho que ir fundo?


Alberto, claro, amor, você tem que ser a mais sedutora do mundo. Eu vou te dar espaço pra que aconteça o que tiver que acontecer.


Tá falando sério comigo? E se ela quiser tudo, vai deixar ela comer tudo?


Alberto, tenho certeza que ela vai gostar, tudo depende de você, bebê.


Amor, cê tá me dizendo pra te trair com seu amigo por causa de um negócio?


Alberto é muito mais que um negócio, bebê, cê não entende? E sim, se o Carlos quisesse, seria o melhor, amor, assim você teria ele na mão e você, mais que ninguém, sabe como fazer isso.


E aí, você vai me ver dando pro seu amigo? Vai bater uma punheta da boa ou vai ficar de broxa?


Alberto, como se fosse a primeira vez.


E quando você me viu dando pra outro?


Alberto, te ver, mas sei que não seria sua primeira vez. E dessa vez não seria por prazer, é negócio, amor.


E se você conseguir ter a audiência que


Alberto, a gente tocou o céu, gata. Aquele velho tarado, tu come ele cru, amor.


E aí, o que eu ganho com isso?


Alberto é fera em tudo que faz, cê acha pouco?


Não, bebê, me dá um pouquinho mais, afinal de contas quem bota a buceta sou eu, meu céu.


Alberto, a buceta, a bundinha e os peitinhos, céus, você tem razão, 60 40 fica melhor?


Ahhh, então a parada é completa


Alberto com o velho tem que ser outra parada.


Também tenho que comer o velho?


Alberto, nãooo, o velho tu tem que conquistar como se fosse uma grande madame.


Isso tá me agradando mais, que chifres lindos você vai exibir depois, bebê. Imagina seus parceiros descobrindo que você é o maior corno manso, aff, olha como ficou durinho, céu. Acho que isso deixa meu punheteiro bem excitado.


Alberto, pra ser sincero, se ele beber, eu já tô explodindo.


Beleza, então me dá uma graninha porque preciso comprar umas roupas pra ficar gostosa pro teu amigo Carlos, quando é que ele vem?


Alberto, na sexta à noite, convidei ele pra jantar, bebê.


E vem sozinho? Não tem mulher? Que estranho.


Alberto sim, sim, ele tem, mas é um jantar de negócios e por isso ele vem sozinho. Além disso, o Carlos sempre quis me superar em tudo.


Que bebê lindo, como é que vai perder, meu céu? O maior trunfo pra sua competição, isso ninguém tira dele.


Alberto e bom, pra ganhar tem que saber perder, bebê


E você vai perder como o melhor amor, só espero que curta e que o Carlos tenha a pica maior que a sua.








Com a grana dele, comprei umas roupinhas novas, um par de regatas e duas saias curtinhas, além de um conjunto bem sexy. Deixei o Alberto escolher a roupa que eu ia usar pra receber o amigo dele, Carlos. Não tinha muita opção — com qualquer uma das duas, eu parecia uma putinha de rua. O Alberto saiu de casa sabendo que naquela noite os chifres dele iam crescer pra caralho. Tanto ele quanto eu sabíamos que meu marido já era cuck há um tempão. O Alberto desconfiava, e agora ia confirmar, embora eu não gostasse muito da ideia de ele nos ver. Então combinamos que ele ia fingir que tava dormindo ou passando mal, e eu ia tomar conta da situação.

Foi assim que o Alberto chegou em casa junto com o Carlos. O primeiro olhar dele pra mim foi de admiração, mas não de desejo — era óbvio que ele não tava se mostrando um tarado. Na hora, servi umas cervejas pra eles e fui pra cozinha pegar uma tábua de frios. Voltei com vários pratos. O Alberto começou a comer na mesma hora, mas o Carlos se ofereceu pra me ajudar a trazer o resto. Ele vinha atrás de mim, e eu sabia que o olhar dele tava grudado na minha bunda — isso já tinha me deixado toda molhada. Me apoiei na bancada e me estiquei, tentando abrir o armário de cima pra pegar uma travessa, fazendo o impossível pra mostrar pro Carlos que eu não alcançava. Minha atuação deu resultado na hora. Eu tava com a bunda bem empinada pra trás. Na mesma hora, senti um volume enorme e duro se esfregando no meu rabo. Que delícia que era — tanto que eu não só deixei ele fazer, como também comecei a rebolar no ritmo dele e soltei um gemidinho baixinho. Levei uns dois minutos pra pegar a travessa. Enchi ela e, junto com a outra, levei pra sala de jantar.

O Alberto soube disfarçar quando viu a ereção do Carlos na volta. Na hora, eles começaram a conversar sobre o passado deles. O Carlos, de vez em quando, olhava de lado pros meus peitões. Levantei pra pegar mais cerveja e consegui ouvir o Alberto...



Alberto, e aí, o que você acha da minha mulher?


Carlos, sinceramente muito bem, gostosa demais pra você kkkkkk


Alberto, para de encher o saco, ela é muito gostosa.


Carlos, a verdade é que sim, não falta nada nela.

Alberto, as aparências enganam. Pra mim não tem problema ela andar assim em casa, ela diz que fica confortável. Além disso, já tô acostumado a ver ela desse jeito.


Carlos, imagino que sim, e então, do que você queria falar comigo?


Servi mais cerveja pra eles e, claro, não me meti na conversa. O assunto era o Carlos conseguir uma entrevista com o pai dele pra apoiar um negócio e, assim, chegar nos clientes do velho. Antes de responder, Carlos pediu licença pra ir ao banheiro. Eu acompanhei ele, mostrando o caminho pelo corredor. Quando chegamos na porta, me inclinei demais pra abrir, deixando ele ver minha calcinha fio dental. Ele entrou. Sabia que ele ia ficar de pau duro. Esperei ele do outro lado da porta, criei coragem e entrei. Lá estava o Carlos, parado com o pau na mão. Era o dobro do pau do Alberto. Carlos me olhou assustado. Fiz sinal de silêncio pra ele, me ajoelhei e chupei ele sem falar nada. Não deixei ele gozar. Agora só queria que ele me comesse. Levantei e saí do banheiro. Fomos os dois pra sala de jantar e, quando chegamos, fiz um sinal pro Alberto.


Alberto... perdão, Carlos, não sei o que tá rolando comigo, deve ser o nervosismo. Vou dar uma relaxada aqui, já volto.


Alberto se levantou segurando a barriga.


Tá bem, amor?


Alberto, pra ser sincero, não.


Ajudei ele a ir pra cama e, enquanto arrumava meu marido, deixei meu cu quase inteiro à mostra pro Carlos. Fechei a porta e fomos pro jantar. Assim que chegamos, Carlos me abraçou.


Carlos Alberto é meu amigo, mas tu é muito puta.


Assim que senti teu pau no meu rabo, soube que ia acabar assim. Tomara que o Alberto fosse que nem tu.


Depois disso, as palavras sobraram. Chupei ele de novo. Carlos tinha medo que Alberto acordasse e tentava convencê-lo de que não ia rolar por um bom tempo. Ele me levou pro sofá, me inclinou e puxou minha tanga. Eu sabia que ia rolar o que eu tanto queria, e no fim aconteceu. Senti o pau dele entrando na minha pussy empapada, doía, mas me enchia de prazer. Aquela vara fazia estragos, entrando e saindo do meu corpo.


carlos, você gosta de putaria, é uma gostosa do caralho, tá se cuidando, não é mesmo? desde que te vi, soube que ia te comer.


e eu tambémmmm me enche todaaa que pau que você tem meu céuuuu ahhh ahhh


enquanto me comia, ele apalpava meus peitos, isso me fazia gozar igual uma puta, não queria que parasse nem fazer muito barulho, mas não consegui evitar gemer quando finalmente o Carlos gozou dentro de mim


Tomamos mais uma cerveja e seguimos, meu marido ainda tem lenha pra queimar.


Carlos, você tá pronto pra aguentar a noite toda, pena que não posso, minha esposa tá me esperando.


mesmo que seja só mais uma vez, tua pica é linda


Carlos, beleza, manda mais uma cerveja aí e a gente vê.


O que a gente faz com o Alberto? O negócio é bom e você pode convencer o seu pai.


Carlos sim, eu consigo, mas seria muito mais fácil se a gente convencer ele juntos. O que você acha da gente se encontrar os três e conversar sobre isso?


Só bater papo? Mas eu nunca fiz nada assim, bom, que tal sábado?


Carlos por mim tá perfeito, mas o que a gente faz com o Alberto?


Deixa que eu cuido disso.

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