O Halloween sempre me lembra da única vez que minha esposa deixou um dos nossos vizinhos transar com ela. Aconteceu quando a gente morava numa cidade lá pro Sul, onde nessa época faz calor. No nosso bairro, um grupo de vizinhos decidiu se reunir e fazer uma festa à fantasia com churrasco. Minha esposa já tinha decidido do que ia se fantasiar. Escolheu uma fantasia que, se não fosse Halloween, poderia ter feito ela ser presa por atentado ao pudor.
A fantasia dela era composta por sapatos pretos de salto bem alto e meia-calça preta de arrastão até o meio da coxa, presas por ligas pretas. A calcinha também era preta, mas enfeitada com uma fileira de babadinhos vermelhos. O tecido da calcinha era bem fininho e meio transparente. Acho que ela devia ter usado algo mais discreto por baixo daquela calcinha, mas não usou.
A fantasia era estilo dançarina de saloon do Velho Oeste, sem mangas, bem curtinha, cheia de babados e rendas, mas com pouquíssimo pano no vestido. Mal cobria a calcinha preta e qualquer movimento mínimo já mostrava tudo. A blusa era tomara que caía, estilo corpete, era mais como uma plataforma onde os peitos dela ficavam expostos, mostrando a pele branca e leitosa entre o bronzeado e os biquinhos quase aparecendo. Acho que tinha mais peito de fora do que coberto.
Uma fileira de botões vermelhos descia no centro pra segurar o vestido. As fitas vermelhas davam brilhos extras no cetim preto do vestido. Ela também usava uma gargantilha preta no pescoço com um laço vermelho pequeno de um lado. Luvas pretas longas de renda sem dedos completavam o visual. O verdadeiro segredo da sensualidade daquele look era o jeito que ela andava com aqueles saltos altos. O quadril dela girava num rebolado que fazia a bunda balançar gostoso e os peitos mexerem como dois montes de gelatina.
A maioria das outras mulheres também estava Vestidas de um jeito meio provocante, mas nenhuma mostrava tanta pele naquela noite quente quanto minha esposa. Enquanto isso, eu parecia ser o homem invisível, mas confesso que fiquei totalmente impressionado com toda a atenção que minha esposa tava causando.
Um dos outros maridos começou a comentar comigo sobre as fantasias das outras mulheres. Nós dois concordamos que queria que elas se vestissem assim mais vezes. A gente falou de cada mulher e das fantasias delas. Eu disse que adoraria passar um tempo com a dona da fantasia de Sininho, a fada do Peter Pan, verde clarinho, bem justinha no corpo dela e cheia de lantejoulas. Ela era loira, com um cabelo e umas pernas longas que fariam qualquer modelo passar vergonha. Parecia um pouco mais sensual que minha esposa. Pode ser que fosse só a fantasia, mas, pô, eu curto peitos pequenos.
Quando ele começou a comentar sobre a fantasia da minha esposa, percebi um tom extra de safadeza na voz dele. Era o suficiente pra ter certeza de que, se eu olhasse pra baixo, ia achar uma barraca armada na calça de Superman dele. Ele disse que, se pudesse escolher qualquer mulher, a escolha dele seria a minha esposa. Eu concordei que ela tava absolutamente gostosa naquela fantasia. Ele respondeu que ela sempre achava ela gostosa. Aí ele se inclinou pra mim, num tom de segredo, e disse que muitas vezes fantasia com a minha esposa enquanto transa com a dele.
Em casa, depois da festa, quando eu e minha esposa estávamos na cama, resolvi contar pra ela o que o admirador dela tinha dito. Falei que um dos convidados da festa tinha fantasias com ela. Ela não acreditou em mim. Quando eu disse que ele pensa nela enquanto transa com a esposa dele, ela falou que eu tava inventando tudo.
Uma semana depois, minha esposa mencionou aquela festa de Halloween e como tinha sido divertido ter todos os homens, e umas duas mulheres, admirando ela na fantasia dela. Aí ela me perguntou sobre o cara que eu Achava que ele a deseava. Mas antes que eu pudesse responder, ela disse: "Não, espera, não me conta, quero continuar imaginando quem é meu admirador secreto."
Uns dias depois, cheguei em casa tarado, peguei ela nos braços e a inclinei pra trás na minha melhor versão de um beijo romântico de cinema. Enquanto nos beijávamos, coloquei a mão por baixo da saia dela e descobri que a calcinha estava encharcada. Ela disse que já estava tão pronta pro sexo quanto eu. Então perguntei por que ela tinha ficado tão molhada.
"É meu amante de fantasia, tenho pensado muito nele ultimamente" — Ela me olhou bem séria e disse — "A gente tem que fazer alguma coisa pra eu parar de pensar nele o tempo todo."
"Por que você não convida ele e vocês se divertem juntos?" — perguntei.
"Isso não daria certo" — ela disse — "Ele não conseguiria olhar nos olhos da esposa sem se sentir culpado. Além disso, não tenho certeza se quero transar com ele, talvez só ficar pelados ou algo assim."
Depois de muita conversa, a gente bolou um plano. Eu convidava ele e ela o seduzia e, claro, ele a veria nua. Aí a gente poderia se masturbar junto. As condições eram que o admirador dela poderia tocar em qualquer parte do corpo, mas não poderia penetrar. Ele teria que tomar um banho caprichado e vir sem nenhum cheiro de perfume. Não poderia dizer uma palavra porque ela reconheceria a voz dele. Se ele topasse, ela o receberia de olhos vendados, mas completamente nua.
Pra ser sincero, não sei qual de nós estava mais animado com o encontro com o vizinho.
Nos dias seguintes, me certifiquei de falar com ele todo dia e, sempre que conversava, dava um jeito de mencionar alguma coisa sobre a festa de Halloween. Esperava que ele dissesse algo sobre minha esposa. Um dia, comentei que ainda pensava na mulher fantasiada de Sininho e ele confessou que também pensava muito na minha esposa. Quando falei que poderia arranjar um pequeno... show privado, ele pareceu bem interessado.
Expliquei as condições e que o mais importante era que ele permanecesse completamente desconhecido para ela. Ele concordou com as regras e marcamos a data para a terça-feira seguinte à noite. Na noite desse dia, ele costumava chegar tarde do trabalho, e assim eu não precisaria inventar nenhuma história pra contar pra minha esposa.
Durante alguns dias, minha esposa ficou nervosa, mas muito excitada. A gente transava quando eu chegava em casa, antes de dormir e antes de eu levantar da cama de manhã. A expectativa dela estava fazendo maravilhas pela minha vida sexual.
Finalmente chegou a terça-feira à noite. O plano era eu encontrá-lo num estacionamento e levá-lo de volta pra nossa casa. Enquanto isso, minha esposa preparava o quarto de hóspedes e nos esperaria de olhos vendados, deitada na cama do quarto de hóspedes. Nós entraríamos escondidos pela garagem, com ela lá em cima nos esperando.
Quando cheguei com o vizinho, a casa estava tranquila e parecia vazia. Eu o fiz entrar na sala de estar e esperar no sofá. Fui rapidamente verificar se estava tudo pronto; minha esposa já estava nua e deitada na cama. Coloquei a venda nos olhos dela e conferimos que ela não conseguia ver nada.
Voltei com nosso vizinho e disse que estava tudo pronto, mas que ele precisava se despir. Ele ficou meio relutante em tirar a roupa até ver que eu também estava me despindo. Lembrei a ele da obrigação do silêncio e me certifiquei de que ele não estava usando nenhum perfume que minha esposa pudesse reconhecer.
Minutos depois, fomos para o quarto de hóspedes, abri a porta e convidei nosso vizinho com sinais da mão. Ao entrar, ele soltou um grito abafado, mas perfeitamente audível. Coloquei um dedo nos lábios e lembrei ele novamente de ficar em silêncio. Obviamente, minha esposa já sabia que estávamos no quarto.
Ela estava deitada de costas, com os lençóis completamente puxados pro lado. Ela estava com as As pernas dela estavam abertas e a buceta dela parecia bem molhada. Os braços dela estavam esticados pros lados da cama de casal pequena. A única coisa que cobria ela era a venda preta nos olhos.
Fiz um sinal pro vizinho ir pra um lado da cama e eu fui pro outro. Me ajoelhando na beirada da cama, fiz sinal pra ele fazer o mesmo. Depois coloquei meu pau na mão esquerda da minha esposa e ele colocou o membro dele na mão direita. Os dois eram parecidos em tamanho e fiquei me perguntando quanto tempo minha esposa ia levar pra saber quem era quem. Ela agarrou nossas rolas e começou a acariciar elas. Olhei pro nosso vizinho, que tava sorrindo de orelha a orelha e apontou pros peitinhos bonitos e pequenos dela. Concordei com a cabeça enquanto estendi a mão pra beliscar o mamilo duro dela entre o polegar e o indicador. Ele seguiu meu exemplo e ela gemeu um pouco enquanto aumentava a velocidade que tava nos masturbando.
Minha esposa mexia a cabeça de um lado pro outro. Entendi que ela tava tentando descobrir quem era quem. Aí ela puxou o pau do vizinho até ele se deitar na cama. Vi um sorriso no rosto dela quando ela virou a cabeça e levou o pau dele na boca. Eu tava bem certo de que ela já tinha sacado quem era quem só de ter nossas rolas nas mãos dela.
Nos dias antes, a gente tinha discutido o que ela ia fazer e ela tinha insistido que não ia deixar ele meter o pau dentro dela. Eu tinha assumido que ela não queria nem masturbação nem chupada. Mas com a minha mulher, duas ou três cervejas mudam tudo.
De novo fiz sinal pro nosso vizinho garantir que ele ficasse quieto. Depois me arrastei entre as pernas dela e comecei a lamber a buceta molhada dela. Mal tinha começado quando ela teve o primeiro orgasmo da noite. As coxas dela tremiam e depois se apertaram em volta da minha cabeça.
Me levantei e olhei pro nosso vizinho, apontando pra ele e depois pra buceta da minha esposa. Ele se Arrastrou-se até ficar entre as pernas dela e começou a chupar o clitóris dela. Ela esticou as mãos e agarrou o cabelo dele com cada uma, fazendo a cabeça dele se mover pra frente e pra trás exatamente onde ela queria. Muito rápido, o corpo dela começou a tremer de novo, e as pernas também tremeram, quando ela teve o segundo orgasmo da noite.
Dei um passo pra colocar meu pau na boca da minha esposa, que começou uma refeição lenta. Vi ela prender as pernas em volta da cabeça e dos ombros do nosso vizinho. Trocamos de lugar algumas vezes e demos a ela vários orgasmos a mais com sexo oral. Fiquei um pouco surpreso numa das trocas quando, em vez de colocar o pau na boca dela, ele começou a beijá-la, chupar os peitos dela e chupar a língua dela.
Aí decidi mudar um pouco as coisas e me arrastei entre as pernas dela, pressionando meu pau contra a buceta molhada dela. Fodemos daquele jeito por um tempo enquanto nosso vizinho nos olhava e ela chupava o pau dele de novo. Decidi que não queria gozar dentro dela, então saí e ofereci a buceta pro vizinho. Ele se arrastou entre as pernas dela, mas antes que pudesse meter, ela lembrou ele do acordo de que não tinha penetração. Nosso vizinho, que é um cavalheiro, se segurou e só ficou esfregando a ponta do pau no clitóris e em volta dos lábios da buceta. E assim, segurando o pau duro dele com a mão, ia esfregando a cabeça do pau no broto macio do clitóris brilhante da minha esposa. Quanto mais ele esfregava, mais ela me chupava. Aí as pernas dela começaram a tremer de novo enquanto ela tinha um orgasmo.
Olhei pro vizinho e depois perguntei pra minha esposa se a gente podia gozar na buceta dela. A resposta dela foi bem simples, ela não parava de repetir a palavra—Sim.
Aí coloquei meu pau bem perto da buceta dela, ela abriu as pernas bronzeadas com os joelhos no ar no que eu gosto de chamar de "a pose dos arcos dourados". Depois usou as mãos pra separar os lábios rosados da buceta dela e abrir. O túnel do amor dela virou um alvo perfeito. Olhei pro nosso vizinho, que tava esfregando a pica com tudo no peito direito dela. Os olhos dele estavam fixos na buceta rosada da minha esposa, com aquela caverninha escura em forma de amêndoa no meio. Uns segundos depois, eu joguei minha carga quente de porra na buceta dela. Mais ou menos metade escorria pelo canal vaginal dela. Quando terminei, ela mexeu os quadris pra apontar a buceta já coberta de porra pro lado da cama onde o nosso vizinho tava. Ele se aproximou, de novo esfregando a cabeça da pica na buceta dela coberta pelos sucos dela e pela minha porra. Acho que ele podia ter enfiado a cabeça inteira da pica dentro dela, mas nada além disso porque não teve movimento de empurrar. Além disso, ela não falou nada, então assumi que o que ele tava fazendo tava de boa pra ela. Daí ele recuou uns dois centímetros, mais ou menos, enquanto gozava em cima da buceta dela. Enquanto ele tava gozando, ela manteve os lábios abertos o máximo possível, separando eles com as mãos. Quando um pouco da porra dele começou a escorrer pro cu dela, ela usou os dedos pra pegar e levar de volta pro ninho do amor dela. Quando ele terminou, acho que ela já tinha colocado toda a porra de volta na bucetinha dela. Aí, deixamos passar uns minutos pra nossa respiração voltar ao normal.
—Bom, galera —ela disse— essa é uma oferta única: se alguém quiser preparar outro lote de creme quente pra mim, agora é a hora.
Olhei pro nosso vizinho, que tava acariciando a pica meio dura pra outra rodada. Falei pra ela que o admirador secreto dela tava trabalhando numa segunda carga. Ela sorriu e disse— Eu adoraria que ele colocasse a pica grande dele contra minha buceta de novo —e completou— Se isso ajudar.
O vizinho se ajoelhou entre as pernas dela e empurrou o pau endurecido contra a buceta dela enquanto ela continuava mantendo a buceta aberta pra ele. Minha esposa começou a usar os dedos indicadores para esfregar a cabeça da rola dele, guiando ela em volta do buraquinho do prazer dela. Quando a rola do vizinho atingiu o potencial máximo, a mão direita dela acariciava a cabeça da rola e os dedos da mão esquerda formavam um "V" pra manter a buceta dela aberta. Enquanto ela acariciava, ficava girando e girando a cabeça do pau dele bem na entrada do túnel vaginal dela, na real, a ponta roxa inchada da rola dele esfregava as paredes da entrada da buceta dela. Quando o corpo dela endureceu enquanto começava a gozar, ele enfiou o pau com força, pressionando a mão dela contra as dobras dos lábios da buceta da minha esposa, que ofegou e, respirando fundo, soltou um gemido prolongado—Ahhhh.
Dessa vez ela não precisou fazer nada pra manter toda a porra dentro dela. Depois que ele terminou de gozar na buceta dela, ela segurou firme a rola dele. Não sei o quão fundo ele tava dentro dela, mas só a parte do pau que os dedos dela cobriam não tava dentro, entre as paredes da buceta apertada da minha esposa.
Depois que o vizinho foi embora, eu deitei com a minha esposa e a gente conversou sobre a experiência. Ela disse que achava que era a coisa mais safada e gostosa que já tinha feito na vida. E que não saber quem era tinha deixado tudo mais picante. Perguntei se ela queria fazer de novo, mas ela recusou, dizendo que por mais gostoso que tivesse sido, sentiu falta da experiência visual de ver o corpo inteiro dele e de ver a cara dele quando ele tava gozando.
A gente morou naquele bairro por mais ou menos um ano antes de ser transferido. Eu conversava com o vizinho direto e ele sempre lembrava como tinha sido bom com a minha esposa e como queria repetir.
Aquela experiência teve um efeito duradouro: desse dia em diante, minha esposa nunca mais perdeu nenhuma festa dos vizinhos. E depois de cada festa, ela sempre ficava muito excitada. Ela me disse que saber que alguém ali A festa sabia mais dela do que ela sabia dele, e isso a excitava pra caralho. A calcinha dela tava sempre encharcada quando a gente chegava em casa. Uma vez ela me disse que pensava direto no admirador misterioso e que já tinha se masturbado imaginando todos os caras da vizinhança nas fantasias dela. Tentei usar a excitação que ela sentia pra convencê-la a transar mais de olhos vendados, mas ela nunca mais topou.
A fantasia dela era composta por sapatos pretos de salto bem alto e meia-calça preta de arrastão até o meio da coxa, presas por ligas pretas. A calcinha também era preta, mas enfeitada com uma fileira de babadinhos vermelhos. O tecido da calcinha era bem fininho e meio transparente. Acho que ela devia ter usado algo mais discreto por baixo daquela calcinha, mas não usou.
A fantasia era estilo dançarina de saloon do Velho Oeste, sem mangas, bem curtinha, cheia de babados e rendas, mas com pouquíssimo pano no vestido. Mal cobria a calcinha preta e qualquer movimento mínimo já mostrava tudo. A blusa era tomara que caía, estilo corpete, era mais como uma plataforma onde os peitos dela ficavam expostos, mostrando a pele branca e leitosa entre o bronzeado e os biquinhos quase aparecendo. Acho que tinha mais peito de fora do que coberto.
Uma fileira de botões vermelhos descia no centro pra segurar o vestido. As fitas vermelhas davam brilhos extras no cetim preto do vestido. Ela também usava uma gargantilha preta no pescoço com um laço vermelho pequeno de um lado. Luvas pretas longas de renda sem dedos completavam o visual. O verdadeiro segredo da sensualidade daquele look era o jeito que ela andava com aqueles saltos altos. O quadril dela girava num rebolado que fazia a bunda balançar gostoso e os peitos mexerem como dois montes de gelatina.
A maioria das outras mulheres também estava Vestidas de um jeito meio provocante, mas nenhuma mostrava tanta pele naquela noite quente quanto minha esposa. Enquanto isso, eu parecia ser o homem invisível, mas confesso que fiquei totalmente impressionado com toda a atenção que minha esposa tava causando.
Um dos outros maridos começou a comentar comigo sobre as fantasias das outras mulheres. Nós dois concordamos que queria que elas se vestissem assim mais vezes. A gente falou de cada mulher e das fantasias delas. Eu disse que adoraria passar um tempo com a dona da fantasia de Sininho, a fada do Peter Pan, verde clarinho, bem justinha no corpo dela e cheia de lantejoulas. Ela era loira, com um cabelo e umas pernas longas que fariam qualquer modelo passar vergonha. Parecia um pouco mais sensual que minha esposa. Pode ser que fosse só a fantasia, mas, pô, eu curto peitos pequenos.
Quando ele começou a comentar sobre a fantasia da minha esposa, percebi um tom extra de safadeza na voz dele. Era o suficiente pra ter certeza de que, se eu olhasse pra baixo, ia achar uma barraca armada na calça de Superman dele. Ele disse que, se pudesse escolher qualquer mulher, a escolha dele seria a minha esposa. Eu concordei que ela tava absolutamente gostosa naquela fantasia. Ele respondeu que ela sempre achava ela gostosa. Aí ele se inclinou pra mim, num tom de segredo, e disse que muitas vezes fantasia com a minha esposa enquanto transa com a dele.
Em casa, depois da festa, quando eu e minha esposa estávamos na cama, resolvi contar pra ela o que o admirador dela tinha dito. Falei que um dos convidados da festa tinha fantasias com ela. Ela não acreditou em mim. Quando eu disse que ele pensa nela enquanto transa com a esposa dele, ela falou que eu tava inventando tudo.
Uma semana depois, minha esposa mencionou aquela festa de Halloween e como tinha sido divertido ter todos os homens, e umas duas mulheres, admirando ela na fantasia dela. Aí ela me perguntou sobre o cara que eu Achava que ele a deseava. Mas antes que eu pudesse responder, ela disse: "Não, espera, não me conta, quero continuar imaginando quem é meu admirador secreto."
Uns dias depois, cheguei em casa tarado, peguei ela nos braços e a inclinei pra trás na minha melhor versão de um beijo romântico de cinema. Enquanto nos beijávamos, coloquei a mão por baixo da saia dela e descobri que a calcinha estava encharcada. Ela disse que já estava tão pronta pro sexo quanto eu. Então perguntei por que ela tinha ficado tão molhada.
"É meu amante de fantasia, tenho pensado muito nele ultimamente" — Ela me olhou bem séria e disse — "A gente tem que fazer alguma coisa pra eu parar de pensar nele o tempo todo."
"Por que você não convida ele e vocês se divertem juntos?" — perguntei.
"Isso não daria certo" — ela disse — "Ele não conseguiria olhar nos olhos da esposa sem se sentir culpado. Além disso, não tenho certeza se quero transar com ele, talvez só ficar pelados ou algo assim."
Depois de muita conversa, a gente bolou um plano. Eu convidava ele e ela o seduzia e, claro, ele a veria nua. Aí a gente poderia se masturbar junto. As condições eram que o admirador dela poderia tocar em qualquer parte do corpo, mas não poderia penetrar. Ele teria que tomar um banho caprichado e vir sem nenhum cheiro de perfume. Não poderia dizer uma palavra porque ela reconheceria a voz dele. Se ele topasse, ela o receberia de olhos vendados, mas completamente nua.
Pra ser sincero, não sei qual de nós estava mais animado com o encontro com o vizinho.
Nos dias seguintes, me certifiquei de falar com ele todo dia e, sempre que conversava, dava um jeito de mencionar alguma coisa sobre a festa de Halloween. Esperava que ele dissesse algo sobre minha esposa. Um dia, comentei que ainda pensava na mulher fantasiada de Sininho e ele confessou que também pensava muito na minha esposa. Quando falei que poderia arranjar um pequeno... show privado, ele pareceu bem interessado.
Expliquei as condições e que o mais importante era que ele permanecesse completamente desconhecido para ela. Ele concordou com as regras e marcamos a data para a terça-feira seguinte à noite. Na noite desse dia, ele costumava chegar tarde do trabalho, e assim eu não precisaria inventar nenhuma história pra contar pra minha esposa.
Durante alguns dias, minha esposa ficou nervosa, mas muito excitada. A gente transava quando eu chegava em casa, antes de dormir e antes de eu levantar da cama de manhã. A expectativa dela estava fazendo maravilhas pela minha vida sexual.
Finalmente chegou a terça-feira à noite. O plano era eu encontrá-lo num estacionamento e levá-lo de volta pra nossa casa. Enquanto isso, minha esposa preparava o quarto de hóspedes e nos esperaria de olhos vendados, deitada na cama do quarto de hóspedes. Nós entraríamos escondidos pela garagem, com ela lá em cima nos esperando.
Quando cheguei com o vizinho, a casa estava tranquila e parecia vazia. Eu o fiz entrar na sala de estar e esperar no sofá. Fui rapidamente verificar se estava tudo pronto; minha esposa já estava nua e deitada na cama. Coloquei a venda nos olhos dela e conferimos que ela não conseguia ver nada.
Voltei com nosso vizinho e disse que estava tudo pronto, mas que ele precisava se despir. Ele ficou meio relutante em tirar a roupa até ver que eu também estava me despindo. Lembrei a ele da obrigação do silêncio e me certifiquei de que ele não estava usando nenhum perfume que minha esposa pudesse reconhecer.
Minutos depois, fomos para o quarto de hóspedes, abri a porta e convidei nosso vizinho com sinais da mão. Ao entrar, ele soltou um grito abafado, mas perfeitamente audível. Coloquei um dedo nos lábios e lembrei ele novamente de ficar em silêncio. Obviamente, minha esposa já sabia que estávamos no quarto.
Ela estava deitada de costas, com os lençóis completamente puxados pro lado. Ela estava com as As pernas dela estavam abertas e a buceta dela parecia bem molhada. Os braços dela estavam esticados pros lados da cama de casal pequena. A única coisa que cobria ela era a venda preta nos olhos.
Fiz um sinal pro vizinho ir pra um lado da cama e eu fui pro outro. Me ajoelhando na beirada da cama, fiz sinal pra ele fazer o mesmo. Depois coloquei meu pau na mão esquerda da minha esposa e ele colocou o membro dele na mão direita. Os dois eram parecidos em tamanho e fiquei me perguntando quanto tempo minha esposa ia levar pra saber quem era quem. Ela agarrou nossas rolas e começou a acariciar elas. Olhei pro nosso vizinho, que tava sorrindo de orelha a orelha e apontou pros peitinhos bonitos e pequenos dela. Concordei com a cabeça enquanto estendi a mão pra beliscar o mamilo duro dela entre o polegar e o indicador. Ele seguiu meu exemplo e ela gemeu um pouco enquanto aumentava a velocidade que tava nos masturbando.
Minha esposa mexia a cabeça de um lado pro outro. Entendi que ela tava tentando descobrir quem era quem. Aí ela puxou o pau do vizinho até ele se deitar na cama. Vi um sorriso no rosto dela quando ela virou a cabeça e levou o pau dele na boca. Eu tava bem certo de que ela já tinha sacado quem era quem só de ter nossas rolas nas mãos dela.
Nos dias antes, a gente tinha discutido o que ela ia fazer e ela tinha insistido que não ia deixar ele meter o pau dentro dela. Eu tinha assumido que ela não queria nem masturbação nem chupada. Mas com a minha mulher, duas ou três cervejas mudam tudo.
De novo fiz sinal pro nosso vizinho garantir que ele ficasse quieto. Depois me arrastei entre as pernas dela e comecei a lamber a buceta molhada dela. Mal tinha começado quando ela teve o primeiro orgasmo da noite. As coxas dela tremiam e depois se apertaram em volta da minha cabeça.
Me levantei e olhei pro nosso vizinho, apontando pra ele e depois pra buceta da minha esposa. Ele se Arrastrou-se até ficar entre as pernas dela e começou a chupar o clitóris dela. Ela esticou as mãos e agarrou o cabelo dele com cada uma, fazendo a cabeça dele se mover pra frente e pra trás exatamente onde ela queria. Muito rápido, o corpo dela começou a tremer de novo, e as pernas também tremeram, quando ela teve o segundo orgasmo da noite.
Dei um passo pra colocar meu pau na boca da minha esposa, que começou uma refeição lenta. Vi ela prender as pernas em volta da cabeça e dos ombros do nosso vizinho. Trocamos de lugar algumas vezes e demos a ela vários orgasmos a mais com sexo oral. Fiquei um pouco surpreso numa das trocas quando, em vez de colocar o pau na boca dela, ele começou a beijá-la, chupar os peitos dela e chupar a língua dela.
Aí decidi mudar um pouco as coisas e me arrastei entre as pernas dela, pressionando meu pau contra a buceta molhada dela. Fodemos daquele jeito por um tempo enquanto nosso vizinho nos olhava e ela chupava o pau dele de novo. Decidi que não queria gozar dentro dela, então saí e ofereci a buceta pro vizinho. Ele se arrastou entre as pernas dela, mas antes que pudesse meter, ela lembrou ele do acordo de que não tinha penetração. Nosso vizinho, que é um cavalheiro, se segurou e só ficou esfregando a ponta do pau no clitóris e em volta dos lábios da buceta. E assim, segurando o pau duro dele com a mão, ia esfregando a cabeça do pau no broto macio do clitóris brilhante da minha esposa. Quanto mais ele esfregava, mais ela me chupava. Aí as pernas dela começaram a tremer de novo enquanto ela tinha um orgasmo.
Olhei pro vizinho e depois perguntei pra minha esposa se a gente podia gozar na buceta dela. A resposta dela foi bem simples, ela não parava de repetir a palavra—Sim.
Aí coloquei meu pau bem perto da buceta dela, ela abriu as pernas bronzeadas com os joelhos no ar no que eu gosto de chamar de "a pose dos arcos dourados". Depois usou as mãos pra separar os lábios rosados da buceta dela e abrir. O túnel do amor dela virou um alvo perfeito. Olhei pro nosso vizinho, que tava esfregando a pica com tudo no peito direito dela. Os olhos dele estavam fixos na buceta rosada da minha esposa, com aquela caverninha escura em forma de amêndoa no meio. Uns segundos depois, eu joguei minha carga quente de porra na buceta dela. Mais ou menos metade escorria pelo canal vaginal dela. Quando terminei, ela mexeu os quadris pra apontar a buceta já coberta de porra pro lado da cama onde o nosso vizinho tava. Ele se aproximou, de novo esfregando a cabeça da pica na buceta dela coberta pelos sucos dela e pela minha porra. Acho que ele podia ter enfiado a cabeça inteira da pica dentro dela, mas nada além disso porque não teve movimento de empurrar. Além disso, ela não falou nada, então assumi que o que ele tava fazendo tava de boa pra ela. Daí ele recuou uns dois centímetros, mais ou menos, enquanto gozava em cima da buceta dela. Enquanto ele tava gozando, ela manteve os lábios abertos o máximo possível, separando eles com as mãos. Quando um pouco da porra dele começou a escorrer pro cu dela, ela usou os dedos pra pegar e levar de volta pro ninho do amor dela. Quando ele terminou, acho que ela já tinha colocado toda a porra de volta na bucetinha dela. Aí, deixamos passar uns minutos pra nossa respiração voltar ao normal.
—Bom, galera —ela disse— essa é uma oferta única: se alguém quiser preparar outro lote de creme quente pra mim, agora é a hora.
Olhei pro nosso vizinho, que tava acariciando a pica meio dura pra outra rodada. Falei pra ela que o admirador secreto dela tava trabalhando numa segunda carga. Ela sorriu e disse— Eu adoraria que ele colocasse a pica grande dele contra minha buceta de novo —e completou— Se isso ajudar.
O vizinho se ajoelhou entre as pernas dela e empurrou o pau endurecido contra a buceta dela enquanto ela continuava mantendo a buceta aberta pra ele. Minha esposa começou a usar os dedos indicadores para esfregar a cabeça da rola dele, guiando ela em volta do buraquinho do prazer dela. Quando a rola do vizinho atingiu o potencial máximo, a mão direita dela acariciava a cabeça da rola e os dedos da mão esquerda formavam um "V" pra manter a buceta dela aberta. Enquanto ela acariciava, ficava girando e girando a cabeça do pau dele bem na entrada do túnel vaginal dela, na real, a ponta roxa inchada da rola dele esfregava as paredes da entrada da buceta dela. Quando o corpo dela endureceu enquanto começava a gozar, ele enfiou o pau com força, pressionando a mão dela contra as dobras dos lábios da buceta da minha esposa, que ofegou e, respirando fundo, soltou um gemido prolongado—Ahhhh.
Dessa vez ela não precisou fazer nada pra manter toda a porra dentro dela. Depois que ele terminou de gozar na buceta dela, ela segurou firme a rola dele. Não sei o quão fundo ele tava dentro dela, mas só a parte do pau que os dedos dela cobriam não tava dentro, entre as paredes da buceta apertada da minha esposa.
Depois que o vizinho foi embora, eu deitei com a minha esposa e a gente conversou sobre a experiência. Ela disse que achava que era a coisa mais safada e gostosa que já tinha feito na vida. E que não saber quem era tinha deixado tudo mais picante. Perguntei se ela queria fazer de novo, mas ela recusou, dizendo que por mais gostoso que tivesse sido, sentiu falta da experiência visual de ver o corpo inteiro dele e de ver a cara dele quando ele tava gozando.
A gente morou naquele bairro por mais ou menos um ano antes de ser transferido. Eu conversava com o vizinho direto e ele sempre lembrava como tinha sido bom com a minha esposa e como queria repetir.
Aquela experiência teve um efeito duradouro: desse dia em diante, minha esposa nunca mais perdeu nenhuma festa dos vizinhos. E depois de cada festa, ela sempre ficava muito excitada. Ela me disse que saber que alguém ali A festa sabia mais dela do que ela sabia dele, e isso a excitava pra caralho. A calcinha dela tava sempre encharcada quando a gente chegava em casa. Uma vez ela me disse que pensava direto no admirador misterioso e que já tinha se masturbado imaginando todos os caras da vizinhança nas fantasias dela. Tentei usar a excitação que ela sentia pra convencê-la a transar mais de olhos vendados, mas ela nunca mais topou.
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