Frambu e seu coquetel de vida XX

No capítulo de hoje: papo com minhas amigas, revelação da acompanhante do Rodrigo, contar a verdade pro Eze e a "surpresa" dele. Preparação pra festa de formatura e um presente extra... Parecia meio irreal, mesmo a gente só tendo transado com camisinha, no hotel também não rolou nada demais, mas eu meio que tentava pensar que era coisa da minha imaginação perversa, e não algo que realmente tinha acontecido. Eram marcas superficiais que eu não achava que já de tarde ou de noite iam sumir. Coloquei meu moletom pra dormir e vi que no grupo das amigas tinha muita conversa sobre a mina que tava acompanhando o porta-bandeira, e fui ler com calma todas as mensagens. Elas tavam falando de mim e do Rodrigo, que tinham visto ele naquele restaurante acompanhado por uma mulher, que depois viram eles se beijando e saindo juntos do lugar. Era uma novidade porque finalmente o Rodrigo tava com alguém, mas ninguém sabia quem era a acompanhante, só que era uma gatinha nova, da idade dele...

Eu: - Oi, meninas...
Nati: - Que que a vovó tá fazendo acordada?
Eu: - Sua burra! Acabei de voltar de... um jantar - menti.
Emma: - Melhor dizer que foi de uma sessão da meia-noite...
Rosário: - Voltou de uma serenata?
Todas rimos.
Eu: - Isso é coisa dos moleques, ou melhor, dos caras quando tão na farra...
Ingrid: - Onde você se meteu? Tava com a tornozeleira no modo parental?
Eu: - Sua sem vergonha... já conto. Fui jantar com meus pais num lugar muito bonito e o Rodrigo também tava lá...
Jasmin: - Ele te cumprimentou? Vocês conversaram? Voltaram a ser amigos?
Eu: - Sim, ele me cumprimentou e eu respondi, sim, a gente também dançou e conversou muito e sim... somos amigos de novo...
Nati: - Mas então com quem o Rodri tava era com você!!! Ah, sua sem vergonha... você ficou com o porta-bandeira??
Eu: - Calma... calma... que?
Emma: - Meu primo viu o Rodri se beijando com uma mina muito gostosa e novinha, ele me contou porque conhece ele, vão pro clube juntos. Então... seu uruguaio virou touro. — Falo pelos chifres... todas riram.
Eu: — Ai não... não me lembrem disso...
Ingrid: — Conta, Fran... o que rolou com o Rodri... pelo amor de Deus...
Eu: — Isso não pode sair daqui, hein... sim, fiquei com o Rodrigo, a gente se beijou, ficamos bem juntinhos no carro dele e ele me fez um boquete foda... teve um pouco de touch and go... a gente transou de camisinha, mas ele é um anjo do jeito que beija... do jeito que me olha...
Nati: — Nossa, que filha da puta...
Emma: — Ai, Fran... — ela ria sem parar.
Jazmin: — Uauuu... não sabia que você tava nessa vibe foxy, sua desgraçada!
Rosario: — Eeeey, Flaca... isso quem ia falar era eu... não sabia que você era uma filha da puta com o teu uruguaio! Mas que onda... conta mais... só transaram no carro? Não pagou um motel o ratão?
Eu: — Sim, sim, fomos pra um motel...
Rosario: — Aí você esqueceu teu nome e sobrenome, sua filha da puta... foi bom?
Emma: — Ele te deu como... como é que era aquele ditado?
Jazmin: — Ele te deu massa!
Ingrid: — Ele te deu bomba, bomba!
Emma: — Não, não, outro... que a Nati fala às vezes...
Nati: — O abandeirado deu na escolta dele... meteram forte como gaveta que não fecha!!!
Todas caímos na risada de novo sem parar.
Eu: — Então, Rodrigo e eu tivemos nosso momento, mas já falei pra ele que foi a primeira e única vez que vai rolar algo entre a gente, pelo bem do meu Eze.
Emma: — Nunca diga nunca...
Nati: — É verdade... nunca diga nunca... porque a vida é uma roda e...
Rosario: — Ô, suas velhas, deixem a Fran em paz. O que passou, passou!
Jazmin: — Mas você sabia que o Rodrigo gostava ou era apaixonado por você?
Eu: — Não, não sabia, ele confessou pra mim, naquela noite no Brasil e me falou de novo hoje, ele me amou em segredo, ele me amou desde a terceira série...
Nati: — Ou seja, desde que ele apareceu no nosso colégio! Acho que os pais dele vieram de Córdoba e assim que ele entrou, se apaixonou por você... a verdade é que é algo de não acreditar...
Jazmin: — É verdade...
Emma: — Você tem um magnetismo pra pegar os caras...
Eu: — Bom, vou dormir...
Nati: — Me escuta, Frambu... amanhã ou mais tarde, a gente... Juntamos pra ir comprar os vestidos pra recepção...
Eu: - Ok... me avisa... vou dormir... tô cansada...
Rosário: - O porta-bandeira te comeu gostoso e sem dó, já não aguenta mais?
Ela deu uma gargalhada de sádica.
Eu: - Tchau, turma de doidas...
Nati: - Tchau, arrombada... que o gado não se junte em você.
Eu ri e desliguei a chamada. Vi também que tinha mensagens do Ezequiel, li com atenção:
"Oi, meu amorzinho mais lindo"
"Oi, gostosa... como você tá, linda?"
"O que você anda fazendo que não me mandou nem uma mensagem?"
"Graças a Deus que nossos pais são amigos, fiquei sabendo que você ficou numa festa. Bom, que se divirta..."
"Oi, minha Fran... tô com saudade. Como diz uma música: não faço outra coisa senão pensar em você... e no que você tá fazendo. Te amo"
Fiquei na dúvida se respondia ou escrevia, e me decidi: escrevi:
"Oi, love... sim, fui numa festa ou algo assim que organizaram onde fomos jantar com meus pais e fiquei um pouco porque encontrei um amigo e a gente ficou lá... me diverti. Mando muitos beijos"
Na hora ele me ligou, meu coração batia louco e atendi.
Eze: - Oi, meu love...
Eu: - Oiiii... como você tá?
Eze: - Agora que te ouço, tô mais tranquilo... como você tá?
Eu: - Sim... bem
Eze: - O que houve, love...?? Aconteceu alguma coisa? Tô sentindo sua voz diferente... é impressão minha ou não?
Eu: - Deve ser cansaço e só isso... fica tranquilo
Eze: - Ah... ok. Sabe? Entre amanhã ou depois de amanhã vou estar aí porque passei em todas as provas muito bem e já tô no último ano da faculdade e quero passar todo o tempo que for possível com você, porque tô morrendo de saudade, sinto sua falta e queria te ver e a gente ficar juntinho, love... bebê... - eu soluçava e limpava minhas lágrimas - meu amor... o que você tem? Vamos, linda... me diz... aconteceu alguma coisa?
Eu: - É que... quando você vier, preciso te confessar uma coisa...
Eze: - Ah... já... já imaginava... Você voltou com seu ex?
Eu: - O quê?? Não não... não tem nada a ver com aquele cara...
Eze: - E então?? Por favor, linda, Sê franca e me diz a verdade, igual a gente falou com seu pai lá no hotel: é mais difícil descobrir a verdade de um jeito brusco e melhor falar na hora...
Eu: - É que... é que eu... eu fiquei com alguém...
Eze: - O quê?? Como?? Por favor, gostosa... me explica...
Eu: - Não, não consigo te contar por aqui o que eu fiz, mas tô muito arrependida
Eze: - Você transou com alguém? Foi... foi com aquele seu amigo?
- Eu fiz uma pausa porque não tinha coragem de dizer que sim
- Fran... por favor... me fala a verdade, o que foi que...???
Eu: - Juro que nunca pensei que fosse fazer uma coisa dessas... porque quando tava com você, não tava totalmente apaixonada pelo Blas, mas com meu amigo... foi coisa do momento. Sempre deixei claro que eu te amo, que o único que eu amo é você... e a gente só transou de camisinha no carro dele e... Eze? Eze, love... cê tá aí..??
Eze: - Tô, Fran... tô aqui... tô te ouvindo como sempre fiz e sempre vou fazer...
Eu: - Só quero que você saiba que tô muito arrependida do que fiz... eu te amo, sempre te amei
- Dava pra ouvir do outro lado ele assoando o nariz e engolindo seco
- e isso eu queria que a gente conversasse... porque não quero te machucar nem fazer de novo...
Eze: - Mas... você quer que a gente termine...?
Eu: - Não, não, claro que não... e você?
Eze: - Então, não sei... dar um tempo e pensar se a gente quer ou consegue ficar junto apesar da distância. Porque talvez isso te faça pensar se você tá preparada ou não pra ficar comigo... Eu desde o primeiro momento te amei, não me importei se você tinha namorado, faria qualquer coisa pra ficar contigo, mas talvez eu tenha feito errado...
Eu: - Não, não... você fez tudo certo, respeitou meu tempo e meus desejos e sempre te falei que achei muito fofo e muito bom você ter sido assim comigo
Eze: - Então não te entendo, gostosa... por que você ficou com seu amigo? Ele te forçou? Por que vocês ficaram juntos?
Eu: - É que é longo pra contar, mas juro que sempre deixei claro que eu te amo que só tenho olhos pra você... Eze: - Olha, gostosa... como te falei, hoje ou amanhã vou aí e queria que você fosse sincera comigo e me contasse toda a verdade. Eu: - Tá bom, vou te contar tudo e também tô com saudade de você... Eze: - Ok, gostosa... descansa... Eu: - Te amo. Eze: - Eu também... - e desligou. Quando desligou daquele jeito, eu comecei a chorar. Fui pegando no sono. Quando acordei perto das 9, vi que meu celular tava tocando e era a Nati. Nati: - Ei, Bela Adormecida... vamos, acorda... tô a caminho da sua casa... Eu: - Oi, Naranjita... ok, já vou levantar e a gente vai... Nati: - Daqui a pouquinho tô aí! Desligamos o telefone, fui tomar café, meus pais já não estavam mais, e tomei um chocolate gelado com um pedaço de pasta frola que minha mãe tinha feito, enquanto olhava no celular alguns modelos de vestido que eu tinha gostado. Quando a Nati chegou, eu já tava quase terminando, abri a porta e deixei ela entrar. Nati: - Nossa... que mudança linda... Eu: - É... viu?? Minha mãe é demais... também mudou a cor do meu quarto! Nati: - Sério, dá os parabéns pra ela... e você tava vendo algum vestido em especial? A gente ficou olhando enquanto eu terminava de comer e ela me acompanhava comendo um pedaço de pasta frola. Fui me trocar e a gente saiu. Escolhemos uns vestidos longos: o meu era tomara que caia, sem mangas e na cor bege. Já o da Nati era com uma manga só e azul marinho. As outras já tinham escolhido antes, a gente tava indecisa, mas finalmente decidimos. Passamos numa loja de sapatos e escolhemos umas sandálias lindas, pretas e prateadas. Quando voltei pra casa com a mãe da Nati, vi que meus pais ainda não tinham chegado, então entrei e levei minhas coisas pro quarto, e tava quase mandando mensagem pra eles, quando ouvi alguém chegar, era meu pai. Pai: - Oi... tem alguém em casa? Eu: - Oi, pai... sou eu. Já vou aí. Pai: - Ok, coelhinho... Fui pra cozinha e quando cheguei, vi ele parado: o Ezequiel. Eu fiquei paralisada na hora, mas tentei reagir rápido. Eu: - Nossa... que surpresa... Eze: —Oi, love...
—chegou perto, acariciou minha bochecha e me deu um beijo suave nos lábios

Pai: —Vou deixar vocês, porque tenho que buscar um pedido que sua mãe fez e já volto...

Meu pai saiu e eu abracei o Ezequiel com força, chorando. Ele só me abraçava e me acariciava devagar.

Eze: —Calma... tá? Já passou...

Eu: —É que... não consigo acreditar que você tá aqui... que você veio... e... depois do que te contei, que você... que você tá aqui...

Eze: —É que não consegui dormir... não consegui porque fiquei pensando nisso tudo... será que eu fiz algo errado? Fui ruim com você?

Eu: —Não, love... não... é que já te falei, aconteceram coisas que eu não achei que fossem acontecer...

Eze: —Por favor... me conta... quero saber toda a verdade...

Fomos pro meu quarto e fui contando desde minha viagem pro Brasil até ontem à noite, o que rolou com Rodrigo. Em alguns momentos, eu chorava sem parar, e o Eze me olhava e acariciava minha mão.

Quando terminei, ele sentou perto de mim e me deu um abraço forte. Eu retribuí e a gente se fundiu num abraço apertado, enquanto ele passava a mão devagar nas minhas costas e beijava meus ombros.

Eze: —Eu te amo, linda... você não faz ideia do quanto te amo... mas quero saber se você quer continuar comigo ou... dar um tempo.

Eu: —Eu te amo muito, Eze... não, não quero dar tempo nenhum, quero ficar com você pra sempre, até a gente parar de se amar ou de se gostar...

Eze: —Mas... e seu amigo?

Eu: —Meu amigo é meu amigo, só isso... meus olhos são só pra você...

Eze: —Mas... e seu corpo?
—passou a mão na minha perna — posso ser o único dono de tocar e fazer o que a gente fez no Uruguai e aqui...?

Eu: —Sempre devia ter sido assim... vai ser só seu... até você se apaixonar por outra...

Eze: —Nunca vai ter outra, meu love... eu sou só seu e você... é só minha?

Eu: —Siiim...

Eze: —Sim, o quê?

Eu: —Eu sou só sua e você é todo meu!
—Ele me acariciava e olhava nos meus olhos, sorria e passava a mão no meu pescoço, nas minhas bochechas e tinha... Esse olhar penetrante com esses olhos cor de mel que me fazia corar. Ele me dava beijos suaves e curtos nos lábios enquanto acariciava minhas bochechas. Eu abria mais a boca e ele acariciava minhas costas, me apertando mais contra o corpo dele. Ele me sentou no colo dele e eu abri as pernas como se estivesse abraçando ele, e a gente se beijava igual uns loucos.
Eu: — Me perdoa...??
Eze: — Por que eu tinha ficado bravo..?? Já foi, linda... percebi que o que você me disse era verdade porque você olhou pra mim, nos olhos... — Com o nariz dele, ele batia no meu e balançava a cabeça devagar, e a gente se sorria — além disso, como não vão me invejar com uma namorada tão gostosa que eu tenho, que outros caras te desejam e querem ocupar meu lugar, mas aqui eu planto minha bandeira, que você é só minha! — Eu ri.
Eu: — Ai, meu Deus... você me faz rir...
Eze: — Te amo por isso... e por tudo! E por muitas outras coisas... — Ele afastava os fios do meu cabelo do meu rosto.
Eu: — Ah, é... — Eu me mexia pra frente e pra trás, num vai e vem.
Eze: — Uff... se você se mexer assim... vou ter que te comer...
Eu: — Ah, é??? Muito??
Ele me ajustou bem contra o corpo dele, sentindo a dureza do pau dele por cima da roupa, e acariciava minhas costas e beijava meus ombros, e eu me mexia contra ele.
Eze: — Vamos pra outro lugar e quero te comer e te fazer toda minha...
Eu: — Acho que minha mãe deixou o carro dela... a gente podia ir no dela.
Eze: — Sério? E você sabe dirigir?
Eu: — Claro que sim...
Peguei as chaves e a gente saiu no carro da minha mãe e fomos ver o pôr do sol onde ontem eu estava com Rodrigo no cruzamento das ruas, e entramos no carro, reclinamos o banco do carona até o fundo e eu sentei em cima dele. Eu não tinha colocado meu sutiã, então quando tirei minha camiseta, meus peitos saíram livres e ele apertava e chupava igual um louco, enchia eles de babas enquanto a gente só seguia com nossos jeans e roupas íntimas. A gente se desabotoou e ele pegou do bolso dele várias camisinhas e colocou uma, e eu me apoiei no pau dele e comecei a cavalgar... eu fazia devagar e me aproximava, e a gente se beijava muito apaixonado. Ela me apertava com força, enfiando minha bunda contra o corpo dela, e a gente gemia sem parar. Ela me endireitou pra sentir melhor, quando vejo pelo lado um carro e ele me pareceu familiar, acho que era o do Rodrigo. Eu tentava me concentrar, mas olhei e era ele, certeza que me viu. Aí voltei a me abaixar pra gozar com o Eze.

Eze: - Aaaaaggghhhhh Fran... aggggghhhh meu amor... vou gozar...
Eu: - Uffffff... eu também... eu também...
O carro balançava muito, igual a gente, no nosso ritmo.
- Ai meu amooooor.. se agarra em mim e me morde.... ai sim....

Ezequiel sentia que jorrava vários jatos fortes de sêmen, e da minha pussy saía muito fluxo. Levantei devagar e ele tirou o pau pra remover a camisinha.

Eze: - Por Deus... olha... você me deixou muito cheio...
Toquei a perna dele.
- Nãooo, vou querer de novo e... não sei se o carro da sua mãe aguenta tanto!
Eu: - Então vamos pra um motel...
Eze: - Perdão, mas o que é...?
Eu: - Um motel, um hotel pra casais...
Eze: - Tá bom... deixa eu dirigir e vamos...

Fomos no mesmo que fui com o Rodrigo, e nos deram o 15, o mesmo quarto que a gente ficou. Assim que entramos, eu tentava apagar a lembrança do Rodrigo e me joguei na porta, queria que o Ezequiel me apertasse, me tocasse muito pra me foder e me chupar. Ele me viu com uma cara de tesão do caralho, se jogou pra me beijar, morder meus peitos e chupá-los. Quando fechei os olhos, vinham na mente os momentos que tive com o Rodrigo. Eu levantava o rosto do Ezequiel pra olhar ele e ter certeza de que era com ele que eu tava. Ele chupava meu pescoço igual um desesperado, e eu anunciei:

Eu: - Ayyyy vou gozar...
Eze: - Vamos pra cama...
Eu: - Não, não... quero aqui...
Ele, sem reclamar, se abaixou e começou a me chupar enquanto saía toda minha excitação. Eu não parava de gemer e de gozar.

Quando terminei, Ezequiel se aproximou e me olhou nos olhos. Eu sorri pra ele, e ele se jogou pra me beijar, me levantou contra o corpo dele e me levou pra cama. Caímos juntos, e ele desabotoou a camisa, tirou ela, e quando ficou de joelhos, eu... terminei de me despir, enquanto ele tirava os sapatos, a calça e a cueca cinza dele. Ele meteu a mão no bolso da calça e tirou uma camisinha e colocou. Eu olhava ele atentamente enquanto respirava ofegante. Ele foi beijando minhas pernas enquanto eu sentia um tesão danado, levantou elas pros ombros dele, enquanto descia pra minha buceta, lambia e dava mordidinhas suaves nas minhas pernas, eu tava numa excitação total e apertava o travesseiro com a boca e gemia sem parar e vinha na minha cabeça o momento que passei no carro com o Rodrigo que eu parei de repente pra olhar pro Ezequiel. Eu: - Vem... vem... Eze: - Tá bem... Ele se aproximou e foi me beijando pela barriga passando a língua e brincou um pouco com meus peitos e me lambia o pescoço e se ajeitou e começou a meter devagar o pau dele nos lábios da minha buceta e enquanto me beijava e lambia meus ombros e meu pescoço, quando me olhou eu sorri pra ele e fecho os olhos como se tivesse aliviada. Ele segurou minha bunda com as mãos, apertando e me puxando mais contra ele e se mexia de um jeito incrível. Eu gemia sem parar. Eu: - Aaaaaaiiiii.... mmmmmmmmmm... love... aaaaggggghhhh... uffff Eze: - Você é linda, minha Fran... é maravilhosa... te amo... uffffff... meu love... Eu: - Mmmmmmmmmmmm... Aaaagggghhhh... ayyyyyyy... - com minhas pernas eu apertava ele bem forte e sentia como se tudo saísse e ele continuava se movendo devagar enquanto me deixava recuperar, me beijava devagar nos lábios e soltou uma mão da minha bunda e se apoiou na cama enquanto se mexia devagar, tirando só deixando a pontinha e voltava a me penetrar de novo e me olhava de vez em quando com aquele sorriso cúmplice e se movia lento. Num momento eu olhei pra ele e ele sorriu pra mim e eu ri. Ele caiu em cima de mim e começou a rir também. Eze: - Se você ri assim... não consigo me concentrar e te mostrar o quanto eu sentia sua falta... Eu: - Desculpa... mas... - ri de novo - é que fazia tempo que eu queria fazer isso de poder ficar assim com você. Me sinto tão bem, tão relaxada. que... desculpa... já me recomponho. E... me conta uma coisa.. Eze:- O que você quer saber, meu amor? Eu:- Quem é a Âmbar, aquela garota, mulher, menina que comentou na nossa foto? Porque... me chamou a atenção! Eze:- Ah... Âmbar é minha irmã, a mais nova. É uma chata. Sempre tenta estragar minhas fotos, me fala umas coisas assim... Eu:- Bom, minha irmã comigo é igual... uma chata Eze:- Exato... - a gente riu junto - e então... minha linda... tava com tanta saudade de estar assim com você... - enquanto acariciava meu rosto e afastava os fios do meu cabelo - deixa eu te olhar... mmmmmmmmm... você ainda tem aquele encanto e aquele olhar lindo que me fez me apaixonar por você... aquele olhar safado, doce e meigo de uma menina... Eu:- Mas eu já não sou mais uma menina... já sou uma mulher... Eze:- Eu queria muito uma coisa... não sei o que você acha... Eu:- Fala... me conta... Eze:- Eu quero que você seja minha mulher, minha esposa... - eu me endireitei e ele puxou o pau dele e sentou do meu lado Eu:- Não, não... é que eu ainda não tô preparada pra algo assim... eu te quero e te amo, mas não... casar ainda não... Eze:- Tá bom... vamos ser namorados, mas quero que você saiba que eu queria de todo coração que você fosse minha esposa, minha mulher... Eu:- É... talvez mais pra frente... desculpa... mas não tô preparada pra algo assim Eze:- Tá bom, linda... desculpa, só pensei que você ia gostar já que a gente se ama e... mas tudo bem... a gente vê depois, né? Eu:- É... é... preciso ir no banheiro... Eze:- Tá bom... vai tomar banho? Eu:- Não... não vou pra outra coisa... Fui no banheiro e quando terminei me olhei no espelho enquanto tentava ver como tava meu corpo e escuto o Eze bater na porta Eze:- Meu amor... posso entrar? Eu:- Pode... pode... já tô saindo... Eze:- Ia pedir alguma coisa pra comer, mas queria te perguntar se você acha uma boa ou não - Abri a porta e vi ele só de cueca me esperando lá fora sem me apressar - o que você acha? Eu:- Simmm simmm tá bom Eze:- Peço pelo cardápio ou como é que pede? Eu:- Liga pelo telefone pro número que aparece e eles te atendem... Ezequiel foi até o telefone, enquanto eu ia pra cama me deitar de novo e me cobrir. Ele pediu uma pizza, uma cerveja, um refrigerante e outra caixa de camisinhas.
Eze: — Tomara que você goste da minha escolha, mesmo sendo parecido com o que a gente comeu lá no bar do Uruguai.
Ele pegou a carteira, pagou o pedido e guardou de volta.
Eu: — Siiim... obrigada... gostei da sua escolha.
Eze: — E eu lembro dos seus gostos... vamos ver como é a pizza daqui.

Pouco tempo depois, trouxeram o pedido. Ele tava sentado na borda da cama, enquanto eu tava coberta porque ainda tava completamente nua, e a gente comia se olhando, enquanto um sorria ou fazia piada.

Terminamos de comer e deixamos tudo de lado. Eu ouvi que tinha várias mensagens e, como achei que podia ser da minha mãe por causa do carro, fui ler. Tinha várias mensagens na minha rede social, do Rodrigo:
"Oi Fran... como cê tá, gostosa?"
"Não sei se suas amigas te contaram ou se você leu no grupo do colégio, a gente vai entrar junto. Vamos ser par na recepção, eu tô mais que feliz."
"Oi Fran. Tava voltando da casa dos meus tios e acho que te vi... juro que meu coração se partiu em mil pedaços, sabendo que cê devia tá com seu namorado no carro da sua mãe. Mas eu teria parado só pra te ver, tenho certeza que era você..."

E primeiro eu escrevi pra minha mãe pra ela ficar tranquila que eu tava com o carro dela:
"Oi mãe. Saí com o Ezequiel e eu tô com seu carro, fica tranquila que a gente tá cuidando bem dele. Te amo e obrigada."

E na hora respondi pro Rodrigo:
"Oi, tudo bem? Ah, olha... não, não sabia dessa história de ser par na recepção, tomara que você se comporte comigo e não vá falar ou fazer algo fora do lugar, porque minha família e meu namorado vão estar lá. E sobre a outra coisa: sim, tô com meu namorado. A gente se vê esses dias no colégio pra recepção."

Ezequiel se aproxima e passa a mão nas minhas costas.
Eze: — Tudo bem, meu amor..?
Eu: — Sim, sim... tava respondendo umas mensagens.
Eze: — E... você Parece que a gente fica mais um pouquinho??
Eu: - Nem sei que horas são...
Eze: - É a hora de ficarmos juntos! - Ele se jogou em cima de mim e me deitou na cama enquanto me beijava sem parar no rosto todo e nos lábios. Começou a me beijar e eu larguei o celular, que ficou na cama enquanto eu e o Ezequiel nos beijávamos sem parar. Não sei se foi a mão dele ou a minha que ligou o celular, e no meio daquela bagunça, mandou um áudio pro último cara com quem eu tava falando, que era o Rodrigo. Entre nossas risadas e gemidos, ele se apertava e mandava áudios curtos até que meu celular caiu no chão, quando o Ezequiel me ajeitava pra gente se deitar de novo na cama. Ele tava de novo em cima de mim e me beijava igual um louco no meu pescoço e nos meus peitos, e aí o telefone do quarto tocou pra avisar que o horário tava acabando, se a gente ia ficar pra pernoitar ou se íamos embora daqui a pouco.
Eze: - O que você quer fazer, love... a gente fica juntinho?
Eu: - Mas... devia avisar meus pais... mas sim... a gente podia ficar!
Eze: - Valeu, meu love... - Ele avisou que ia pegar o pernoite, foi pro banheiro, se lavou e voltou mais fresquinho. Colocou uma camisinha e veio na minha direção igual um tigre que quer atacar a presa, e eu olhava pra ele sorrindo enquanto ele fingia rugir e se aproximava de quatro entre minhas pernas em cima da cama.
Eze: - Grrrrr...
Eu: - Uiii... um tigre faminto vai me comer...
Eze: - Mmmmmmmm... vejo uma gostosa gazela pro meu jantar e vou devorar ela! - E ficava chupando meu pescoço sem parar.
Do jeito que deu, fiz ele virar pra eu aproveitar dele - ufffff minha gazela gostosa vai comer o predador dela.
Eu: - O caçador, caçado! - Eu me mexia devagar em cima dele e ele apertava meus peitos sem parar enquanto eu me mexia devagar em cima dele, e ele acariciava minha barriga e as mãos dele pararam na minha cintura e me mexia mais e mais com ele.
Passamos uma noite incrível, cheia de muito sexo com meu namorado, como há tempos a gente queria e não tinha feito.
No dia seguinte, acordei muito feliz, mas tipo... Safada por ter trazido o Ezequiel pro mesmo hotel que fiquei com o Rodrigo. Levantei com cuidado, o Ezequiel ainda tava dormindo quando vi meu celular piscando a luz de mensagem, peguei ele do chão e levei comigo pro banheiro. Abaixei o volume total e consegui ouvir os áudios que tinha mandado pro Rodrigo, dava pra ouvir a gente transando com o Ezequiel, como a gente se beijava e se mostrava amor. O Rodrigo me escreveu: "Fran, não precisava dos áudios, eu vi vocês transando no carro e agora quer me deixar de pau duro de inveja vendo como seu namorado te come, tô com o pau durasso e queria ser eu quem te comesse e passasse a vida toda com você" "Oi Ro... Desculpa. Não sei o que apertou que sem querer te mandei uns áudios... já vou apagar. Me perdoa" Ele respondeu na hora "Não, não me incomodam seus áudios, me incomoda não ser eu quem te come assim... com toda essa doçura, esse amor que você tem pelo seu uruguaio. Te amo tanto, garota, minha garota linda!" "E eu também te amo, bobão" Respondi. Vi se tinha mensagem de algum dos meus pais e não. Pensei: "Me surpreende porque sempre eles, quando não tô em casa, se preocupam, me mandam mensagem perguntando onde tô e com quem, como meu pai sabe que tava com o Eze, deve ser por isso..." Ao abrir a porta, vejo o Ezequiel parado me esperando. Eu: - Oi, bom dia... Eze: - Que acordada cedo, meu amor... bom dia... - me deu um beijo suave na boca - posso entrar? Eu: - Te incomoda se eu ficar e olhar? Eze: - Eeepaaa... o que mais você quer ver? Se já sabe como é e é toda sua... Eu: - Quero te ver fazendo suas coisas... Eze: - Ah, Fran... - riu - você é terrível! Entrou e fez em pé, e eu olhava atentamente cada movimento dele e ele sorria pra mim sem tirar o olho do "amigo" dele e quando terminou, jogou a água fora e veio me pegar, me beijando devagar - Vamos tomar banho? Eu: - Siiim... adoraria - Ele foi pegar as toalhas e eu, enquanto isso, testava a água e entrei no chuveiro enquanto ele voltava com as duas toalhas - Vem, que a água tá uma delícia... Entrou e me ergueu pra ele enquanto me beijava sem parar. Me encostou na parede e foi me movendo devagar, sentindo o pau dele duríssimo lá fora, nos lábios da minha buceta que já começava a molhar. Com uma mão me segurou e a outra passava no pau dele rápido porque queria meter assim mesmo. Eze:
— Cê deixa eu te comer assim... assim sem nada...??
Eu:
— Uuuuffff... siiiim... mas não goza dentro de mim...
Eze:
— Não, meu amor... igual da outra vez: gozo fora...
E ele se mexia mais e mais até que entrou tudo. Sentia o pau dele pelado e me excitava muito, e a gente se mexia devagarinho, mas eu tava tão quente que mexia mais rápido.
Eu:
— Aghhhh... mmmmmmmmmmmm... uuuuufffff... ai amor...
Eze:
— Ufffff bebê... calma... agggghhhh... cê tá me enlouquecendo assim... não quero gozar tão rápido...
Eu:
— Mmmmmmmmmmmmm— apertava ele com força entre minhas pernas e meus peitos balançavam igual doidas, e ele segurou um e lambia e chupava. De novo tive uma sensação que ia explodir— aggggghhhh amor... ayyyyyyyy... ufffff..
Eze:
— Ai Fran... ai meu amor...— tirou o pau de dentro e eu sentia jorros fortes de porra nos nossos ventres— agggghhhh... mmmmmmmmm
Eu:
— Como eu gosto de te ver assim...
Eze:
— Gostou, bebê?— enquanto acariciava o pau dele tirando os restos. Desci de cima dele, me agachei pra chupar e passar a língua, ele gemia— Ai minha preciosa... pelo amor de deus...
Eu:
— Mmmmmmmmmm... cê gosta?— continuei chupando o pau dele e ele me endireitou. Me beijou igual louco, abrindo minha boca toda e nossas línguas se mexendo igual doidas, e era incrível.
Terminamos de tomar banho e saímos, fomos pro quarto nos secar e fomos nos vestindo. Na janelinha onde ontem à noite tinha passado o pedido da nossa janta, tinha um menu de café da manhã disponível. Quando Ezequiel viu, se aproximou e, enquanto lia, me perguntou:
Eze:
— O que cê acha? A gente toma café aqui ou vai pra outro lugar?
Eu:
— Vamos comer algo aqui, se você quiser...
Eze:
— Tá bom, escolhe o que quiser e a gente come algo... eu já tenho meu café da manhã, almoço e Lista de cenas! — Eu me toquei no meu cu, eu sorri pra ele. Fizemos o pedido, ele pagou pela diária e o café da manhã. Quando terminamos, nos trocamos e fomos pra minha casa. Minha mãe e meu pai estavam tomando café com a minha irmã. Quando me viu, a Guille veio me cumprimentar:
Guille: — Oi, bobinha...
Eu: — Oi, tontinha...
Guille: — Tipo... cê tá com uma cara boa...
Eu: — Por que você tá falando assim?
Guille: — Tipo... é assim que eu sempre falei... mó nada a ver o teu, hein...
Eu: — Você vai continuar sendo a mesma esquisita de sempre!!!
Ela chegou perto do meu ouvido e falou:
Guille: — E você, a casada, punheteira!
Ela se aproximou, cumprimentou o Eze com educação:
Guille: — Oi... como cê tá?
Eze: — Bem, bem... e você?
Guille: — Bem... — chegou perto do Eze — cê tem certeza que sabe no que tá se metendo?
Eze: — Sua irmã é uma deusa... eu amo ela!
Guille: — Mó... dizem que o amor é cego... tipo... por isso cê se apaixonou pela Fran!
Eles riram enquanto eu cumprimentava meus pais:
Eu: — Bom dia...
Pai: — Coelhinho... bom dia! Como cê tá?
Eu: — Bem, bem... e você?
Pai: — Feliz de te ver... passaram bem?
Eu: — Sim, sim... oi mãe... bom dia
Mãe: — Oi, amor, bom dia... tudo bem?
Eu: — Sim, sim... tudo muito bem... obrigada pelo carro, depois eu coloco gasolina...
Pai: — Não, não se preocupa... — meu pai se levantou e foi cumprimentar o Eze com carinho — Eze... querido...
Eze: — Martin, bom dia... oi, bom dia, Ana...
Mãe: — Bom dia... crianças, já tomaram café?
Eu: — Sim, sim, tomamos um café com medialunas...
Pai: — Que estranho você, coelhinho... cê é mais de torrada do que essas coisas...
Eu: — É que lá não vendia... ou a gente não pediu...
Eze: — Não, não vendia torrada, só o que vendem num... — Eu coloquei minha mão na boca dele
Guille: — Onde vocês foram?
Eu: — Não posso falar... Você é de menor...
Guille: — Para de se achar a mais velha, esquisita... tipo... cê parece mais uma velha, você...
Eu: — O ar de Buenos Aires te fez mal?
Guille: — Cê é uma punheteira...
Mãe: — Bom... bom... já chega...
Pai: — Calma as duas... Francesca... Guillermina... por favor... estamos com o Ezequiel
Eu: — Desculpa Pai: - Bom... pronto, coelhinho... já tá! Certo? A gente tem de novo aquele café batido que você gosta... Quer que eu prepare?
Eu: - Nossa, que bom, mas eu mesma preparo... obrigada, papai - olhando pro Ezequiel - quer um também?
Eze: - Claro, sim, pode ser, mas deixa eu te ajudar.

Fomos os dois pra cozinha preparar e de vez em quando trocávamos olhares cúmplices e aquelas risadas contagiante.
Eu: - Quer que eu bata e você coloca a cum?
Eze: - Adoraria... mas acho que vou bater pra ficar bem espumoso.
A gente ria e ele me roubava beijos.

Levamos pra mesa e minha mãe ficou me encarando.
Mãe: - Me lembram tanto eu quando tava namorando seu pai...
Pai: - É... você era e continua sendo tão linda - meus pais se beijaram.
Guille: - Ah, chegou a hora dos melosos... prefiro tomar café no meu quarto...
Pai: - Não, não Guille... tamo todo mundo aqui, você fica também aqui...
Guille: - Mas tentem evitar fazer essas cenas vocês e a Fran... tipo, a gente tá tomando café... sei lá... não cola...
Eu: - Ok... desculpa, bebê...

Terminamos de tomar café os cinco e o Ezequiel foi com meu pai pro escritório e sala que ele tinha em casa enquanto eu arrumava minhas roupas, porque aquela noite era o grande dia, nossa recepção. Minha mãe bateu na porta do meu quarto.
Mãe: - Fran, love... posso entrar?
Eu: - Claro, claro, mãe... entra...
Mãe: - Nossa... que modelito lindo que você escolheu... e já sabe que penteado vai fazer? Porque consegui horário numa cabeleireira pra nós três...
Eu: - Ah, é? Eu lavo o cabelo aqui e elas cuidam do...?
Mãe: - Não, não, você só toma banho e elas vão lavar seu cabelo, secar e cuidar do resto.
Eu: - Sério?
Mãe: - Sim, sim... como você tá? Tá nervosa?
Eu: - Tô sim... é que... aconteceu uma coisa e... acho que preciso te contar.
Mãe: - Claro, fala.

Fechei bem a porta e fui contando o que tinha rolado com Rodrigo naquela noite do jantar, e ela me olhava atenta sem falar nada. Uma palavra só.
Eu: — Então, tô nervosa por causa disso... imagina se ele passa dos limites comigo, bem na hora que a gente tiver que entrar ou descer junto... tô angustiada.
Mãe: — Calma... quer que eu fale com sua orientadora pra ver se dá pra trocar?
Eu: — Não, acho que não dá. Já tá tudo certo assim... mas tomara que ele se comporte...
Mãe: — E o Ezequiel sabe o que aconteceu com seu amigo ou colega?
Eu: — Sabe, sim... contei tudo... não dava pra esconder uma parada dessas... ele me perdoou e a gente passou a noite juntos num hotel.
Mãe: — Ezequiel é igual ao seu pai: tem aquela personalidade de ursinho de pelúcia, mas é tão forte, tão decidido, tão...
Eu: — Tão especial! Por isso mesmo que desde o começo, quando tava com meu amigo, deixei bem claro, mas não consegui resistir por... sei lá se foi o álcool ou por me sentir desejada... juro, mãe, que me sinto uma puta...
Mãe: — Não, não fala isso... todo mundo erra, e você logo reconheceu e conversou na hora. Isso mostra como você é boa pessoa e mulher, minha filha! Você é um anjo, igual seu pai fala!
Eu: — Valeu, mãe... e você já decidiu o que vai vestir?
Fomos pro quarto dos meus pais e vi um macacão lindo na cor terracota e umas sandálias do mesmo tom, com salto alto, e uma bolsa pequena combinando. Também tava pendurado o terno do meu pai, e iam ficar lindos juntos! A manhã foi passando entre arrumar tudo, buscar meus avós que vinham de Buenos Aires. Almoçamos todos juntos: com minha irmã, meu namorado, meus pais e meus avós.
De tarde, meu pai levou eu, minha irmã e minha mãe pra cabeleireira, e foi incrível como cuidaram do meu cabelo: cortaram um pouco as pontas, fizeram um tratamento pra deixar bem sedoso e fizeram uma trança só, costurada com brilhos e detalhes de flores na trança, da mesma cor do meu vestido. Minha mãe fez uns cachos nas pontas e prenderam com grampos invisíveis e brilhos pra deixar solto e pra trás. Minha irmã, como tinha os cachos dela, alisou e ia de cabelo liso. solto A gente se via muito bem as três, a estilista tirou umas fotos da gente e foi uma mudança danada nos nossos visuais. Vieram me buscar meu pai junto com o Eze e quando viram a gente, ficaram de queixo caído.
Pai: - Nossa... verdade, as três tão lindonas!!!
Eze: - Demais!! Cê tá linda, amor! Você, sua irmã e sua mãe tão maravilhosas!!
Guille: - Valeu...
Mãe: - Muito obrigada...
Eu: - Ah, obrigada... obrigada pra vocês dois!

A gente foi pra casa, e quando chegamos, terminamos de trocar de roupa e nos arrumar. Coloquei o vestido e fui botando meus acessórios: uns anéis, pulseiras e minha correntinha. Me olhei no espelho e não acreditava como o vestido ficava lindo em mim com tudo, calcei minhas sandálias e me senti muito mais gostosa e esbelta. Batem de leve na porta.
Eze: - Amor... como cê tá? - abri a porta e sorri pra ele - Nossa, meu amor... cê tá linda demais... muito, muito gostosa...
Meu pai passou arrumando a gravata.
Pai: - Ah, filha... como cê tá linda, meu coelhinho!!
Eu: - Obrigada...
Eze: - Ainda bem que sou alto, porque com a altura dos seus saltos eu ia ficar baixinho do seu lado, senão... - a gente riu junto
Eu: - E precisa se trocar, amor?
Eze: - Sim, é que queria te pedir, se podia me trocar aí no seu quarto
Eu: - Claro, fica à vontade...

Antes de deixar ele entrar, dei um beijo na porta, e ele entrou enquanto eu saí.
Pai: - Vem cá, coelhinho... tenho uma coisa pra você. Bom, é um presente de todo mundo, de todos, inclusive do Ezequiel, seu namorado... mas assim que ele sair, quero te entregar.
Eu: - Nossa, pai... morro de vontade de chorar, mas não posso porque a maquiagem vai borrar.
Pai: - Tá bom, mas se prepara pra uma coisa linda.

Quando o Ezequiel saiu do meu quarto, eu vi ele lindo igual àquela primeira vez, mas de terno preto, com um lenço bege no bolso, parecido com a cor do meu vestido.
Eu: - Nossa... cê tá lindo, Eze.
Eze: - Não, não... você é a estrela mais linda da noite. Você brilha e vai brilhar muito mais que eu. Te amo, minha linda...
Eu: - E eu também te amo... - ia dar um beijo nele, quando chega mais perto, papai. Papai: - Bom, Eze querido... vem, vem... agora sim... - fomos nós três para a sala onde estavam minha irmã, minha mãe, meus três avós e minhas tias - chegou a hora de fazer a entrega para minha filha, minha menina mais velha, um presente muito especial que é como uma retribuição por tudo que ela tem sido para mim, a grande companheira e minha ajudante no trabalho, o quanto é dedicada e responsável nos estudos, a pessoa boa e maravilhosa que é com a família e os mais velhos, a grande mulher em que você se tornou... sua avó lá em cima estaria orgulhosa de quem você se tornou e... - meu pai já estava chorando de emoção - Tomara que você goste e curta muito esse presente! - ele me entregou uma caixa CONTINUA... (O final dessa história está se aproximando)

1 comentários - Frambu e seu coquetel de vida XX