Miriam Caballero, minha esposa foi compartilhada

Miriam Caballero, minha esposa foi compartilhadaMiriam Caballero foi compartilhada

Eu, Alberto, e minha mulher, Miriam Caballero, estávamos de férias em Ibiza, era a primeira vez que a gente ia. Nós dois temos 27 anos e nos mantemos em forma, principalmente ela, graças à aeróbica, e eu, à natação.

Decidimos sair na primeira noite que chegamos lá, fazia tempo que não tínhamos uma noite de farra juntos. Minha mulher se vestiu como não fazia há tempos, com uma minissaia e um decidaço, igual quando a conheci, e ela estava espetacular. Cabelo preto liso que quase batia na cintura, uns peitões grandes e bem empinados, e o melhor, uma bunda de infarto de dar inveja, que era o orgulho dela.

Antes de chegar a um pub grande, a gente já tinha comido e bebido bastante pelos arredores. Entramos lá, pagamos uma entrada cara cada um, e começamos a beber como não fazíamos há muito tempo.

Uma hora, saindo do banheiro, vi que enquanto ela me esperava, estava paquerando um cara de uns 25 anos, forte e bonitão. Os dois estavam conversando, e ele olhava descaradamente pra ela, ela mais tímida, mas sorria o tempo todo enquanto falavam. Cheguei perto rápido, e ele sumiu no meio da galera. Ela percebeu, ficou meio corada e me sorriu.

— Ah, que bobo você é, a gente só tava conversando, nada mais.

— Tá, tá, mas eu conheço esse seu sorriso, e não gosto que você flerte com ninguém, e você sabe disso.

— Que bobinho, amor, você sabe que eu não deixaria ninguém me tocar.

Num dado momento, enquanto ela tava no banheiro feminino, o cara jovem chegou perto de mim e perguntou:

— Ei, quer comer ela?

— O quê? — falei, com cara de surpreso.

— Isso mesmo, eu posso fazer você comer ela hoje, se quiser — respondeu ele, sorrindo.

— Claro que vou comer ela, é minha mulher.

— Ah, tá, achei que você tinha conhecido ela hoje, então de boa — e ele se afastou.

Fiquei pensativo e segurei ele pelo braço antes que fosse embora.

— Por que você disse isso?

— Olha, eu tenho uns comprimidinhos, você vai fazer o que quiser com ela, sabe?

— O que eu quiser?

— Isso mesmo, ela vai ficar tão... Dormida que não ia acordar, você podia fazer tudo o que ela nunca deixou fazer, cê me entende, né?

- Mas podia ser perigoso, não? Não vão machucar ela.

- Claro que não, cara, ela nem vai saber, no dia seguinte acorda como se nada tivesse acontecido, dura umas 7 horas mais ou menos, tempo de sobra pra pegar ela e dar um banho, não acha?

- Mas ela não vai sentir nada, nada mesmo?

- Nada de nada, não. O corpo dela vai reagir, o que dorme é só a mente. Olha, vou te contar, eu já comi metade das mulheres que você vê dançando aqui, sabia? E elas até gozam, e no dia seguinte como se nada tivesse rolado, hahaha. Vamos, não pensa duas vezes, se esbalda com ela, esse corpanzil que ela tem tá sendo desperdiçado se você não comer ela como Deus manda.

- Adoraria saber se é verdade, mas...

- Olha, me chamo Raul e venho muito aqui, se tiver qualquer problema é só vir amanhã que a gente conversa.

- Tá bom, me dá uma pra hoje à noite...

Quando minha mulher chegou, aquele cara já tinha ido embora e eu tinha colocado o comprimido no cuba que se desfez rapidinho, minha mulher pegou e bebeu enquanto rebolava na minha frente. Por um momento, me arrependi pra caralho e quase tirei dela, mas já era tarde. Pelo que ele me explicou, não fazia efeito de uma vez, mas aos poucos ia dando sono. Então fiquei esperando, e meia hora depois os efeitos começaram. Ela disse que tava exausta e que a gente fosse pro apartamento. Saímos de táxi e quando tava entrando pela porta, ela já tava quase desabando em cima de mim. Deitei ela na cama, a gente se beijou e ela disse que não aguentava mais, fechou os olhos e a respiração dela mudou na hora, tava completamente apagada.

No começo fiquei nervoso e não tinha certeza se tinha funcionado ou se era por causa da bebida que ela tinha tomado bastante. Então esperei um bom tempo, depois me aproximei e comecei a mexer nela e a tocar, mas nada, tava completamente à minha disposição, não conseguia acreditar.

Avancei nela e comecei a beijar a boca dela com força, depois tirei a Peitos pra fora do vestido e fiquei lambendo eles, ela não se mexia nada, mas os bicos estavam duros, então fiquei chupando eles por um bom tempo até deixar os peitos dela todos babados.

De repente, me deu na telha de filmar a câmera e gravar ela, nunca tinha deixado antes. Gravei ela de cima a baixo, ainda vestida mas com os peitos de fora, alternava vídeos e fotos do celular por todo o corpo dela. Me despi e fiquei colocando a pica em tudo quanto é lugar enquanto gravava, e no fim enfiei na boca dela. Ela nunca queria fazer oral e hoje ia engolir até as bolas. Tirei um monte de fotos assim, com minha pica na boca dela, e também gravei em vídeo, ela fazendo como se tivesse fodendo a boca dela. Era um prazer danado, não só físico, mas porque finalmente tava comendo ela do meu jeito, sem ela poder reclamar de nada e protestar, embora não pudesse mesmo com a boca cheia.

Aí, sem nem ter tirado a roupa dela, decidi foder ela. Tirei a calcinha fio dental que ela tava usando e enfiei na boca dela. Montei em cima, levantei a saia dela até a cintura, cuspi na ponta da minha pica e enfiei na buceta dela, que tava sem depilar, mas tinha pouco pelo, então adorei do jeito que tava. Fiquei empurrando forte por um tempo, tava seco e doía, mas não queria parar. Então fiquei chupando a cara e os peitos dela enquanto empurrava forte. Ela fazia uma careta ou outra de dor, mas tava completamente dormindo. Nunca tinha tido coragem de xingar ela, então aproveitei pra falar todo tipo de insulto gritando enquanto fodía ela.

— TOMA, gostosa.
— Piranha, SENTE MINHA PICA DENTRO.
— TÁ DOENDO, SUA PORCA NOJENTA, VOU LAVAR ESSA buceta DE PORRA.

Até que gozei dentro, dando um gemido alto:

— AAAAAAAAHHHHH SIM, PUTAAAAAA

Quando terminei de escorrer tudo dentro, já que ela tomava pílula e não podia engravidar, decidi que era hora de comer a bunda dela, já que nunca tinha se atrevido antes. Fui no banheiro e peguei o pote de creme. Virei ela de costas e coloquei o travesseiro debaixo pra levantar bem a Culão que ela tinha. Abri as duas bandas da bunda dela e chupei o cuzinho dela por um bom tempo, enfiava a língua inteira. Depois comecei a besuntar a bunda dela, primeiro enfiando um dedo, e com o creme logo meti dois e fiquei um tempão abrindo o olho do cu dela, aproveitando cada segundo. Aí peguei a câmera de vídeo e o celular e me distraí mais um pouco enfiando os dedos e gravando e tirando fotos o tempo todo. Como fazia dois dias que ela não cagava, tava completamente limpinho.

Quando decidi que já tava pronta, passei um baita jato na ponta da pica, me coloquei por cima, mirei no buraco de trás dela e empurrei forte. No começo, nada de nada, mesmo com o creme, custava a enterrar o bicho lá dentro. Tava muito apertada, e fiquei com medo de rachar o cu dela e ter que levar pro hospital, então tirei e fiquei mais um tempão abrindo com os dedos. Quando achei que tava pronta de novo, me coloquei por cima e empurrei forte por um bom tempo. Ela só gemia cada vez mais alto enquanto meu pau ia entrando um pouco mais, e lembrei do que o Raul me disse, que dava pra sentir tudo, desde o prazer até a dor, e dessa vez devia estar queimando o olho do cu dela de dor.

Com a pressão que mantive depois de 20 minutos, o pau inteiro entrou. O mais difícil já era, e o prazer era máximo, enquanto a cara dela se torcia em caretas de agonia.

- "ISSO, TOMA, VADIA, ESSE CU FINALMENTE É MEU"

Tava solto, com a bebedeira que eu tinha depois de muitos copos, não tava nem aí pra gritar e ser ouvido fora do apartamento.

- "TOMA, PUTA, ENGole MINHA PICA, FINALMENTE TÔ TE ABRINDO POR ONDE EU QUERIA, VOU DEIXAR TEU CU IGUAL A UMA buceta"

Consegui enfiar a pica inteira dentro da bunda dela, depois de meia hora empurrando, enquanto minha pobre e indefesa mulher só dava pequenos gemidos de dor a cada estocada, já que mesmo dormindo sentia cada empurrão e eu tava dando tudo que podia, com o pau mais inchado do que nunca e o roçar do cu apertado dela. Cu era a melhor coisa que tinha me acontecido na vida.

- Tá doendo, né? Por não ter se deixado antes. Agora vai sofrer o triplo, vagabunda.

Depois de um bom tempo metendo por trás, decidi tirar toda a roupa dela. Sabia que ia demorar pra gozar, porque bêbado como eu tava, costumava demorar muito. Então queria continuar aproveitando minha esposa do jeito que sempre quis.

Tirei toda a roupa dela e a coloquei na cama de bruços, com os joelhos no chão. Assim, com a bunda pra cima, enfiei de novo com um único empurrão, que doeu de novo, mas foi um prazer enorme. E fiquei mais um tempão metendo forte.

- TOMA, TOMA E TOMA, POR TER ESSA BUNDA DE PUTA BARATA E NÃO ME DEIXAR USAR ANTES.

- UFF, se dói em mim por você ser tão apertada, imagina em você, sua putinha!

Comecei a bater forte nela. Quando uma nádega ficava vermelha, passava pra outra.

- ASSIM, SUA VAGABUNDA, POR SE COMPORTAR MAL. AMANHÃ VOCÊ NEM VAI CONSEGUIR SENTAR.

Com cada tapa, ela dava um pulo, o que me dava ainda mais prazer e apertava mais ainda minha pica. A pobre bunda dela tava sofrendo pra caralho, tava bem vermelha, o que me excitava ainda mais. Tirei de novo pra filmar a câmera e comecei a dar tapas enquanto gravava.

- PLASH – AGH – PLAASH – AAGH – PLAAASH – AAAGH

Cada tapa era um gemido de dor, e ela tinha o rosto vermelho de aguentar aquele tormento, igual as nádegas. Mas isso me deixava cada vez mais tarado. Tentei enfiar de novo, mas só de ficar um tempo fora, já fechava de novo.

- Então seu cuzinho tá resistindo, é? Vou ter que ensinar sua bunda a engolir a pica do seu marido de novo.

Passei mais um montão de creme e empurrei pra dentro de novo, sem perder nenhum detalhe com a câmera de vídeo. Tirei ela inteira de novo e tirei fotos com o celular.

- Porra, vou ter material pra me masturbar pro resto da vida com isso, sua gostosa. Muito obrigado.

E dei um beijo nas nádegas dela. Peguei a câmera e coloquei em cima de uma mesa que tinha ao lado da cama pra gravar cada trepada da noite, que ia ser longa. pra ela e a bunda pobre dela. Me coloquei de novo atrás e enfiei, dessa vez de uma vez, e ela gemeu de novo. Eu adorava ver ela sofrer. Agarrei os peitos dela e apertei forte, beliscando eles enquanto perfurava a bunda linda dela. Depois, fiquei beliscando as nádegas dela sem parar de abrir o cu dela com as estocadas.

Aí decidi colocar ela na cama de barriga pra cima. Coloquei uma perna dela em cada ombro e comecei a penetrar ela pelo cu de novo. Queria ver a carinha dela enquanto fazia isso. Minha pobrezinha só apertava a mandíbula e ficava vermelha de aguentar o suplício da forte fodida de cu que tava levando. Agora eu beliscava a buceta dela enquanto metia, abria os lábios dela o máximo que podia com as mãos e beliscava o clitóris dela com força.

De repente, a campainha tocou. Peguei uma toalha, coloquei na cintura e fui correndo abrir a porta, cambaleando ainda com o efeito do morango. Nem me preocupei em tapar minha mulher. Na verdade, me deu tesão pensar em abrir a porta e verem ela toda pelada na cama de pernas abertas. Então abri a porta de uma vez pra todo mundo ver.

Qual não foi minha surpresa ao ver o cara que me vendeu aquela pastilha tão cara, mas que tava dando um resultado foda. Raul rapidamente passou de me olhar pra olhar atrás de mim, sem nem disfarçar, olhando pra minha mulher.

— Vejo que a pastilha funcionou bem, hein?

— Eh, Raul, né?

Sem dizer mais nada, ele entrou rápido pra dentro sem me dar tempo de parar ele. Fechei a porta e fui atrás dele. Os olhos dele percorriam minha mulher de cima a baixo, parando finalmente na buceta dela que, com as pernas totalmente abertas, mostrava tudo. Da buceta dela saía o sêmen que eu tinha descarregado antes, e do cu dela, um pouco de creme.

— Ufa, que pedaço de gostosa, amigo. Que sorte a sua.

— Pois é. Agora mesmo tava dando pra ela no cu. Como sabia onde eu tava?

— Te segui, sabe? Queria ver se tava tudo bem e, bom, ouvi os gritos daqui. Fora do apartamento, era fácil saber que você tava aqui dentro com sua mulherzinha, metendo bem forte, dá pra te ouvir na rua inteira, hahaha.

- Então dá pra ouvir na rua? Melhor eu queria ver a cara dos vizinhos amanhã quando a gente for tomar café no bar da piscina, vão achar que foi uma noite louca e minha mulher, sem nem saber, não vai perceber nada.

- Vamos fazer um trato: me deixa olhar e te dou metade do dinheiro.

- Como?

- Olhar você comendo ela, que diferença faz? Já vi ela toda pelada, me deixa olhar, vou ficar aqui.

Ele subiu na cama e se colocou de lado. Eu, mesmo sem acreditar na situação, tava tão duro e com tanta vontade que a situação me excitou pra caralho e, sem falar nada, me posicionei em cima da minha mulher e fui perfurar de novo o cuzinho apertado dela.

- Segura essa perna dela enquanto eu meto.

Ele rapidamente segurou a perna direita da minha mulher pelo joelho, enquanto eu mantinha a outra perna aberta com uma mão e com a outra segurava minha pica e a direcionei primeiro pra bucetinha dela, pra lubrificar um pouco mais com meu próprio esperma que tava saindo a jorros de toda a grande primeira gozada da noite. Penetrei e soltei um suspiro fundo. Raul, aos poucos, deslizava a mão dele pela coxa e, a cada momento, se atrevia a tocar mais e mais, apalpava aquela coxa cada vez mais forte enquanto os olhos dele iam tanto pra bucetinha quanto pros peitos dela. Já não só segurava, mas acariciava a coxa inteira, descendo até a bunda e apertando a nádega cada vez mais forte, enquanto eu reparava na puta ereção que ele tinha debaixo da calça.

Depois de um tempo, decidi empalar ela de novo pelo cu. Então joguei outro jato de creme na bunda dela e empalei. Custou pra caralho, porque tava apertada de novo, mas o prazer valia a pena, já que ela apertava cada milímetro da minha cabeça ao passar pelo cuzinho dela. A cara dela, mesmo dormindo, fazia caretas de dor a cada nova estocada, o que me excitava ainda mais.

Depois de estar tudo dentro, comecei uma fodida cada vez mais forte, segurando eu as duas pernas dela agora e fechando os olhos de prazer que ela tava me dando. Quando abri os olhos, vi que o Raul tinha pegado nos peitos da minha mulher e apertava e olhava com luxúria, ia falar algo mas uma vez chegando ali deixei passar, o prazer e o tesão eram maiores. O Raul depois de um tempo começou a chupar os bicos dela, que tavam totalmente duros, porque o corpo dela tava sentindo todas as sensações e ela tava muito excitada pelo visto, ele chupava e apalpava os peitos dela, quando de repente parou e se pelou em segundos, deixando ver uma grande ereção num pedaço de pau, maior que o meu que já era bem grande por sinal, eu tava super tarado enquanto via que enquanto ele chupava um bico começou a se punhetar sem se importar que eu tava na frente, isso só fez minhas estocadas serem ainda mais fortes, sabia que ia demorar pra gozar então empurrava com toda força, quando a mão direita dele foi até a buceta da minha mulher e começou a apalpar, cuspiu na mão e começou a esfregar o clitóris dela enquanto eu penetrava pelo cu, e ele chupava os bicos dela, mesmo estando dormida ela começou a gemer, bem baixinho, mas já não eram gemidos de dor, o corpo dela tava curtindo todas aquelas carícias, resolvi deixar ela gozar e curtir também.

- Vai, goza sua puta, molha essa buceta, geme como a gostosa que você é.

Eu comecei a tirar e meter a pica toda, vendo como o cu dela já tava bem aberto, enfiava de novo de uma só vez e assim depois de um bom tempo curtindo enfiei o mais fundo possível e comecei a mexer sem tirar quase, batendo minhas bolas na bunda dela, ela gemeu forte e gozou, dando espasmos, senti na pica como ela apertava forte com o cu, senti cada movimento do cuzinho abrindo e apertando e aí não aguentei mais e gozei dentro do intestino dela, soltando provavelmente a maior gozada da minha vida, deixando escorrer tudo pra dentro, quando o Raul de repente se punhetou e soltou um jato enorme de porra nos peitos dela. Peitos da minha mulher, peguei o celular e comecei a tirar várias fotos novas dela, com os peitos escorrendo porra de um cara que a gente nem conhecia direito, e depois ela passou as mãos e espalhou tudo pelos peitos dela.

Ela deu um suspiro fundo e me encarou.

— Tem um novo trato.

— O quê?

— Quero comer ela, e te devolvo todo o dinheiro que você me deu, que diferença faz.

— Mas...

Sem esperar resposta, ele virou ela na cama, colocou ela de bruços e se posicionou por cima. Eu ainda estava muito tarado e não sei por que me excitava tanto ver aquele cara comendo ela, imaginar como com aquele pedaço de pau ele abria a buceta dela foi algo que me deixou ainda mais tesudo e eu nem me mexi, só fiquei tirando mais e mais fotos com o celular. Primeiro ele apalpou a rabuda da minha mulher, abrindo pra ver bem a bucetinha e o cu dela, depois cuspiu na ponta do pauzão e foi se enterrando devagar, sumindo a ponta inteira entre as bandas da minha mulher, que de bruços, voltou a gemer a putinha.

Depois de um tempo, olhei o rosto dela, vi que estava de novo com cara de dor enquanto gemia, imaginei que era pelo tamanho do pau do garoto. Raul ficou um bom tempo metendo, uns 20 minutos sem parar, enquanto minha mulher continuou gemendo com cara de dor. Cheguei mais perto, abri os glúteos dela e vi que o filho da puta tinha metido no cu dela. Tudo bem que já estava meio aberto por minha causa, e estava escorrendo porra e creme, mas aquele pau podia ter destruído ela com aquela cabeça que era bem mais grossa que a minha.

— Mas o que você fez!

— Relaxa, olha como a putinha engoliu tudo, é uma expert. Olha que cu, foi feito pra ser comido, é de atriz pornô sem dúvida, olha como engole.

— Não vai arrebentar ela!

— Ufa, como aperta a porca, parece que quer pressão, então toma pressão PORCAAAAAA.

Ele começou uma metida forte de vai e vem, uma vez que o pau chegava até o fundo. Eu ainda não podia acreditar que ele conseguia meter um pedaço de carne daquele tamanho dentro, mas ela aguentou e sua O cu dele também, a cara dela era só dor, ela apertava o rosto inteiro aguentando a cavalgada que tavam dando nela.

- SIMMMM, TOMA!
Desde que vi ela no pub sabia que ia comer ela, aquela carinha de menina boazinha mas no fundo uma putinha das piores.

Sem saber porque, peguei a cara dela, abri a boca dela e cuspi dentro, depois meti o pau inteiro de novo que, ao entrar, começou a crescer de novo. Raul me olhava e sorria, eu só tirava mais fotos com o celular enquanto imaginava o vídeo que a câmera devia estar fazendo e as punhetas que eu ia bater quando visse aquilo.

- Porra, mano, cê não tem ideia como ela aperta, ela tá espremendo minha pica com a bunda da sua mulherzinha que é um gosto, que puta foda gostosa, meu Deus!

Raul tirou a pica completamente e abriu o cu da minha mulher com toda a força. Eu peguei o celular de novo e tirei mais várias fotos do olho do cu dela que já não parecia mais o dela, tava bem aberto e dava pra ver um baita buraco preto cheio de porra, era inacreditável que poucas horas antes aquele buraco tava tão fechado que teria custado a enfiar um dedo e agora cabia a pica inteira do Raul. Raul apontou com o membro dele de novo, colocou a cabeçona na entrada e de uma vez descarregou todo o peso, ficou 10 segundos apoiado em cima pressionando o cuzinho dela sem entrar até que engoliu a cabeça toda aos poucos e, uma vez que a ponta entrou, entrou tudo de uma vez até o fundo, batendo as bolas na bucetinha da mulher. Ele repetiu isso mais várias vezes enquanto ria pra caralho.

- Kkkk, porra, como ela engole, que cu mais guloso, é inacreditável, que desperdício de mulher, que puta gostosa ela teria sido, cê viu???

Ele repetia a operação mais várias vezes, a cara da minha mulher se contorcia toda vez que ele fazia isso, mas já não me dava mais pena, pelo contrário, me deixava super tarado ver como ela contraía os músculos da cara toda vez que ele apoiava a pica no cuzinho dela enquanto entrava devagar e como soltava todo o ar de uma vez quando conseguia enfiar aquele monstro no olho de trás dela que até pouco tempo era virgem. Eu me punhetava de novo. Gravar com o celular pra ver como ela fazia, e às vezes gravava a cara dela pra ver como se contorcia e gemia de dor.

Cada vez que eu fazia, saía creme pra fora, esguichando, e eu me encarreguei de foder mais creme. Raul abriu de novo e eu joguei um jorrinho grande de creme outra vez. Tava com o olho do cu todo vermelho, mas pelo menos não tinha nada rasgado. Raul se jogou por cima de novo.

- Vamo lá de novo, viadão, lá vou eu.

Ele se jogou por cima e fodeu ela mais forte do que nunca. As nádegas dela quicavam a cada estocada e os ovos dele batiam forte na bucetinha dela. Ele tava fodendo como nunca, dava pra ver que esse Raul era todo um expert em sexo.

Minha mulher começou a gemer de prazer de novo e se contorcia com a fodida do Raul.

- Porra, minha mulher, parece que vai gozar pelo cu.

- Isso, toma, puta porca, é isso que você quer, goza, aperta minha pica com teu cu, puta engole-pau.

Eu meti a mão por baixo e comecei a masturbar o clitóris dela, que tava ensopado de fluidos. Ela gemeu forte de novo e o corpo dela se contorceu enquanto gozava numa fodida anal, enquanto me deixava a mão toda cheia de fluidos. Eu não podia acreditar, ela gostava de ser fodida pelo cu e o corpo dela não mentia.

- UFFFFF, MEU DEUS, toma porra pro teu cuzão, tô regando teu cu por dentro.

Ele jogou 6 descargas potentes lá dentro dos intestinos dela, depois ficou exausto em cima dela até esvaziar tudo que tinha nos ovos. Ele se separou dela e fez um PLOF, de todo o líquido que tinha dentro de duas grandes gozadas e o creme. Segurou ela pelos tornozelos e levantou, colocando ela de ponta-cabeça e deixou assim por um tempinho.

- Não quero que nem uma gota da minha porra escape dessa bunda hoje, quero que chegue o mais fundo possível, que essa noite ela durma bem regada por dentro com minha porra e que amanhã ela cague se quiser, hahahaha.

Ele colocou ela de barriga pra cima de novo e esfregou na boca dela todo o membro dele, limpando restos de leite e um pouco de creme. Tentou meter na boca dela, mas já tava difícil. que minha mulher tinha a boca muito pequena, mas no final, com os lábios bem abertos, já que ele pegou ela pelo queixo, ela começou a engolir aquela porra enorme que minutos antes estava dentro do cu dela.

- Vamos, limpa essa porra pra mim, tem gosto do teu cu, sabia? Então não reclama, boquinha pequena.

Eu já estava gravando de novo com o celular, enquanto com a outra mão eu me masturbava. Raul continuava tentando enfiar o pau inteiro, mas só a cabeça já enchia toda a boca dela, então ele se contentou em enfiar até a metade e puxar, porque minha mulher dava uns engasgos, ele tava enchendo a garganta dela de carne. No final, deixou a metade dentro e começou a bater uma bem forte.

- Engole, puta, engole esse leite de pica gostosa que você adora, amanhã você vai ter esse gosto o dia inteiro na boca.

Eu também continuei a mil, e deixei ele fazer o que quisesse, embora no começo ele só tivesse pedido uma transa. Ele já tinha gozado uma vez nos peitos dela, uma dentro do cu e agora ia soltar na boca dela, ou melhor, na garganta, porque ia bater até nas amígdalas.

- UUFFF, TOMA, PUTINHA BARATA, toma leitezinho.

E descarregou de novo dentro da minha mulher, ficando exausto, sem tirar o pau, espremendo com as mãos pra não deixar nem uma gota sem ir parar no estômago dela.

- Pronto, da minha parte já terminei, e gostei pra caralho, sei que ela também gostou, então estamos quites.

Ele fechou a boca dela com as mãos pra ela não cuspir a porra e tapou o nariz dela, então depois de se debater por um segundo, ela começou a engolir tudo o que já não tinha engolido.

- Assim, minha putinha, engole tudo, esse leitezinho que você tomou hoje é saudável.

- Ei, cuidado, você vai sufocar ela!

- É um truque, deixando ela sem respirar pelo nariz, ela engole tudo rápido e respira pela boca, eu sempre faço isso quando elas tão dormindo, sabe?

Ela ficou vermelha e começou a engolir pela garganta até que Raul abriu a boca dela e conferiu que não tinha sobrado nenhum resto da gozada.

Eu Tava um tesão danado, cheguei perto dela e comecei a passar a mão na buceta toda, pegava o fluxo da gozada e enfiava na boca dela.

- Assim você vai saber a que gostosa você sabe, puta.

- Agora a gente devia dar um banho nela, assim tiramos todo o creme e tudo, senão ela vai perceber.

Nós dois pegamos ela e levamos pro banheiro, ele entrou dentro, enquanto eu segurava ela, sentou ela na borda da banheira com a bunda pra dentro, como se tivesse mijando lá dentro, e o Raul com água dava no cu e na buceta dela, com um jato forte, depois pegou sabão e começou a esfregar as partes íntimas, enfiando os dedos até o fundo e tirando sêmen e creme que ainda tinha, ficou um tempão esfregando e limpando, depois limpou os peitos dela do mesmo jeito pra tirar toda a porra seca que tinha em cima. Depois colocou ela com ele no chuveiro e tomaram banho juntos enquanto ele passava a mão nela toda.

- Escovamos os dentes dela?

- Não, quero que minha mulher acorde com gosto de porra na boca.

- Tá bom, amigo.

Depois secamos ela com umas toalhas e um secador de cabelo.

Enquanto eu limpava o banheiro pra ela não perceber que a gente tinha usado, o Raul levou ela de volta pra cama.

Antes de terminar de arrumar o banheiro, ouvi a cama gemer de novo com o movimento, espiei e vi que o filho da puta tava fodendo ela de novo, tinha uma resistência impressionante, dessa vez pela buceta, ela tava de barriga pra cima e ele tava dando uma metida forte, beijava a boca dela, enfiando a língua toda, chupava os lábios, o pescoço, depois apoiou os braços e montou nela mais rápido, os peitos dela balançavam a cada estocada que ele dava, quando de repente ela começou a gemer de novo de prazer.

Não acreditei, ela ia gozar de novo com aquele porco dentro, tinha os dois braços pra cima e era um espetáculo ver aqueles peitos se mexendo no ritmo da foda, a respiração dela ficava cada vez mais forte, até que gemeu mais alto ainda e gozou de novo, a putinha, o Raul sorria vendo como a puta Minha mulher gozou de novo, e ele começou a gemer de prazer.

- AGH, tô gozando de novo, seu único buraco que me restava, sua putinha.

Ele deu várias enfiadas e parou o ritmo de novo.

- UF, parece que sua buceta e meu pau se gostaram, hein.

- EH, já tínhamos limpado ela.

- Queria que ela dormisse com meu gozo dentro, sabe, diz pra ela quando acordar que você comeu ela, ela não vai saber de quem é o sêmen. Além disso, essa foda eu vou pagar já que não tava no acordo.

Ele tirou o pau e ficou esfregando ele um pouco nos poucos pelinhos que ela tinha na xota, depois pegou a carteira e jogou o dinheiro do comprimido em cima do corpo da minha mulher, e aí completou:

- E isso pela última foda.

E enfiou mais 20 euros pela buceta da minha mulher.

- Como é uma putinha barata e aproveitou, só vou pagar o que uma vadia de rua barata cobra.

Raul começou a se vestir enquanto eu colocava a calcinha fio dental na minha mulher pra ela descansar de uma vez, já que, mesmo dormindo, devia estar exausta de tantos movimentos.

- Bom, amigo, vou nessa. Se quiser me ver de novo, já sabe, vou estar no mesmo pub toda noite, e podemos repetir quantas vezes quiser. Sua mulher aperta bem os paus, ela deve gostar bastante.

- Bom, Raul, tchau. Não sei se a gente vai poder se ver de novo.

- Ah, ia esquecendo, pega esse creme. Comprei na farmácia do puteiro que fica aqui embaixo, passa na sua mulher nos buracos dela, a coitada tá com eles bem irritados e doloridos. Assim amanhã ela mal vai perceber. Comprei assim que ouvi seus gritos pela porta, sabia que hoje ia arrebentar o cu dessa preciosidade.

Ele saiu pela porta dando gargalhadas e bateu a porta com força.

Eu me deitei ao lado da minha mulher e fiquei acariciando ela um tempo. Ela tava linda. A coitada ia acordar com uma dor anal e vaginal, ia ter que dizer que a gente transou, mas a do cu não teria explicação. Espero que o creme do Raul funcionasse bem. Ela também tava com as nádegas vermelhas das palmadas que eu dei. Vou dizer que ela Caí no chão enquanto mijava na rua e pronto.

Eu puxei a tanga dela de novo e comecei a passar o creme da farmácia na buceta dela, que já tava começando a vazar porra do Raul. Depois virei ela de novo, abri bem e passei mais creme no cu dela — mesmo mais aberto, já tava voltando a parecer aquele olhinho virgem de horas atrás. Virei ela de novo de barriga pra cima e, com a excitação da lembrança do dia e das últimas esfregadas, bati uma punheta na frente da cara dela. Quando ia gozar, abri a boca dela e joguei três jatos dentro, e mais dois nos lábios e no nariz. Queria que hoje, mesmo que só hoje, ela dormisse com o gosto da minha porra na boca, já que nunca quis provar acordada. Deitei ela de lado e deixei descansar.

Amanhã vou falar pra ela que me chupou num 69 e que gozei sem dar tempo de tirar. Assim ela vai ficar puta, mas vou adorar ver ela humilhada mais um pouco, e dessa vez acordada.

De repente lembrei da câmera. Ainda bem que tinha várias horas de gravação de vídeo no cartão. Gravei a cara dela com minha gozada, desliguei e escondi — não queria que ela visse por acidente. Depois fui procurar o celular e não achei. Quando de repente caiu a ficha: aquele porco tinha roubado enquanto eu limpava o banheiro. Tinha mais de 100 fotos da minha mulher em todas as posições possíveis, com duas rolas diferentes — na buceta, no cu, nos peitos e na boca. Aquele porco podia mostrar pra qualquer um. Decidi na hora que tinha que ir ver ele amanhã. E enquanto olhava minha mulher dormindo de bruços, com minha porra escorrendo na carinha dela e um pouco saindo pelo canto dos lábios, decidi também que amanhã ela seria minha de novo — minha e com certeza do Raul.

Miriam Caballero, minha mulher, foi acordando aos poucos na cama. Tava exausta e de ressaca. Passou horas sendo enfiada por mim e por um homem que conheceu naquela mesma noite, e que ainda tinha um pau enorme — o que fez ela ter que abrir. Os buracos dela até o limite, todos os buracos dela, boca, cu e buceta foram abertos ao máximo brutalmente, primeiro por mim e depois pelo Raul, que também furou ela brutalmente, humilhando ela o máximo possível enquanto fazia isso.

Ela não lembrava de nada da noite anterior, e ficou puta comigo, achando que eu tinha me aproveitado da bebedeira dela pra meter forte.

Saímos pra piscina comunitária do apartamento, que tava cheia, e quase todos os vizinhos que estavam mais perto do nosso apartamento cochicharam entre si quando nos viram passar. Todo mundo ficou olhando pra ela, porque ontem nossos gritos deviam ter sido ouvidos nos apartamentos ao redor, e de dois homens comendo ela pelo cu, nada menos. Percebi que, ao passar entre eles, todos olhavam pra bunda dela, que ainda tava vermelha, e riam imaginando ela sendo fodida com força.

Se soubessem que foi sem o consentimento dela.amador

 
 

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