Minha irmãzinha tem como mentora a melhor chupa-rola que pode ter, minha vizinha infiel. Quem não viu a primeira parte, aqui vai o link: http://www.poringa.net/posts/relatos/5755671/Mi-degenere-Mi-Hermana.html Um dia em que minha irmã tava me chupando a rola, os dentes dela machucaram minha cabeça, mas mesmo ela se desculpando, vi a oportunidade perfeita pra fazer algo foda. Edu: caralho, anã, agora doeu pra caralho. Lili: me desculpa, é que me empolguei e ainda não manjo disso. Edu: acho que foi rápido demais deixar você me dar um boquete. Ela me olhou com medo e apertou minha rola com a mão, começou a passar a mão, batendo uma punheta muito boa. Não entendia como ela conseguia chupar minhas bolas e me masturbar tão bem, mas pros boquetes ainda faltava prática. Dias depois, apareci na casa da minha vaca peituda, que já tava recuperada da enrabada que eu tinha dado. O marido dela abriu a porta, surpreso, e sem falar nada entrei na sala e sentei no sofá. cuck: Edu, tu tu tu tu tu, o que cê tá fazendo aqui? Edu: puta, vem aqui agora. Ela tava na cozinha e, quando ouviu que eu tava lá, correu pra me dar as boas-vindas do jeito que eu gosto. Martha: oi, meu macho, pensei que já tinha esquecido da sua puta. Subiu em cima de mim e a gente se beijou, a língua dela tava ansiosa por mim, minhas mãos foram pro rabo dela, ela tava só com um vestido leve, esperando por mim. Edu: que leveza, hein, puta. Martha: esperava o dia em que você viesse buscar sua puta. Minhas mãos levantaram o vestido dela e meus dedos foram pro cu dela, que me surpreendeu com um plug anal, minha rola deu um pulo, ficou dura pra caralho. cuck: Edu, amor, mas o Oscar vai chegar logo e... Edu: então pensa rápido, porque não como minha puta há um tempo e hoje vou dar no cu dela de novo. Martha: amor, ufff, que rola dura o Edu tem, amor, quero sentir ela dentro de mim, já ouviu, amor? Ele quer me dar no bum e você me ajudou pra não machucar tanto dessa vez. Sem ouvir mais nada que o cuck falava, Peguei minha vaca e me levantei. Fomos nos beijando até o quarto da minha puta. Assim que entramos, ouvimos o moleque entrando em casa e cumprimentando o corno. Martha: não pode ser, que azar, Edu. Edu: Daqui não saio sem esvaziar minhas bolas, além disso vim por algo mais.
Sem falar nada, peguei minha calça e enfiei meu pau até a garganta dela. O menino tentou entrar no quarto, mas a Marta estava bem encostada na porta.
Marta: Filho, tô ocupada com o Edu, vai com seu pai que a gente já sai.
Oscar: Sim, mãe.
Edu: Uff, sua puta, seus boquetes são os melhores... Ela tentou falar algo, mas não deixei. Coloquei minhas mãos na nuca dela e apertei.
— Olha, sua vadiazinha, tenho uma nova puta que se entregou pra mim. Ela até que é boa puxando meu pau e chupando minhas bolas, mas precisa que uma puta ensine ela a mamar do jeito que eu gosto. — Enfiei meu pau nos peitões dela e comecei a mexer ritmado.
Martha: ahhhhhh uf siiiii Edu, e me diz, ela te ajudou a esvaziar os ovos?
Edu: Não só ela, também minha pitufina, minha namorada e minha puta Karina.
Martha: e me diz, qual você prefere?
Edu: não se comparam com a melhor puta que eu tenho, você, minha vaca peituda, por isso quero que você ensine ela a ser uma verdadeira puta na cama.
Martha: ufff, quando eu estudava na faculdade, tive uma diversão lésbica, mas ela não vai se assustar?
Edu: te decepcionei na vez que arrebentei teu cu, como a gente se divertiu, no restaurante, na balada, como te surpreendi com nossos convidados, até a submissão do teu marido.
Martha: ufff siiiii Edu, essa foi sem dúvida a melhor noite da minha vida, por mim, adoraria.
Edu: é hora da sua puta de porra, me mostra que você continua sendo a melhor engolidora de leite. Acelero o ritmo da siririca que ela tava fazendo em mim, e cada vez que minha pica chegava na boca dela, eu beijava, passava a língua até apontar minha pica direto na cara dela.
Edu: Você é minha melhor puta uffff minha raposa, minha vadiiiiinha. Não só deixei minha gozada na cara dela, nos peitos dela, no cabelo dela, ficou tudo manchado, com o dedo ela pegou o que deu e levou pro rosto, pegou minha pica pra limpar.
Saí de lá com ela sem que ela se limpasse, com dificuldade ela ajeitou o vestido, cumprimentei o filho dela e levei o corno até a porta.
Edu: Escuta, por que você cuidou da minha puta? Vou deixar você gozar na cara dela e foder ela até cansar.
Corno: Edu, eu queria falar sobre o que aconteceu da última vez.
Edu: Quer que eu pare tudo?
Corno: Não, não, não, não. Martha, nunca a vi tão feliz e cheia de vida, mesmo estando dolorida. O que eu quero é que você dê permissão pra ela me contar o que aconteceu antes de chegar em casa. Perguntei, mas ela disse que o macho dela precisa autorizar.
Edu: Hahahaha, é assim mesmo. Mas vou te dar uma escolha, você decide qual quer: ou ela te conta tudo e você só bate uma sozinho, ou você nunca sabe o que aconteceu, mas come ela hoje e amanhã.
Corno: Edu, por favor, não me faz isso. Quero fazer amor com sua puta.
Edu: Escolhe uma.
Quando cheguei em casa, minha mãe estava cozinhando e usava um shortinho jeans bem curto, uma blusa branca transparente, o cabelo preso e bagunçado, estava descalça e mesmo assim estava espetacular. Fiquei besta olhando pra ela.
Mãe: Ah, oi, querido. A comida vai ficar pronta. Sua irmã ainda não chegou.
Edu: E a que devemos essa honra?
Mãe: Bom, filho, é que me ligaram da escola e disseram que você não arrumou problemas e que ainda vai participar do clube de debate.
Edu: É verdade, esqueci disso.
Me aproximei dela pra ter uma visão melhor das pernas. Quando ela se virou e ficou de frente pra mim, vi que não estava usando sutiã e dava pra ver um pouco dos peitos dela, dava pra ver o mamilo rosado. Fiquei besta olhando não só os peitos dela, mas o rosto com os óculos. Deus, por isso que eu gostava da Karen, ela parecia um pouco com a minha mãe, só que sem os atributos desenvolvidos.
Mãe: Você nunca fica em silêncio. Ainda tá com enxaqueca?
Edu: Menos, mas ainda dói de vez em quando.
Mãe: Você sabe que se doer é só me falar que eu ajudo.
"*Se eu te disser que minha pica tá doendo, você também me ajudaria a espremer a porra que tenho pra você? Por você, eu largo todas as minhas vadias. mãe. Eu te comeria a todo momento*" Mãe: no que você tá pensando tanto? Edu: tô pensando que você é a mulher mais gostosa que existe Mãe: e sua namorada? Edu: ela é bonitinha, mas você é muito mais Mãe: por que você não se meteu em encrenca? é por causa da sua namorada? Edu: não são encrencas, tava defendendo minha irmã e você das fofocas que os caras soltavam. Mãe: uma mulher gosta de ser defendida, mas não de você brigar a toda hora com gente que nem nos conhece. De tarde, quando minha mãe voltou pro escritório, minha irmã já tava entre minhas pernas com os peitos lindos e redondos pra fora, puxando minha rola e chupando minhas bolas. Edu: anã, cê vai ver, vou ser um irmão ainda melhor conseguindo que minha puta te ensine como ela chupa minha rola. Lili: que essa puta, cê já viu ela de novo? Edu: é minha melhor amante, e se você quer ser também, tem que aprender, e quem melhor que ela pra te ensinar? Lili: e se eu disser que não? Edu: fica sem minha rola, e pelo visto você gosta, não gosta? Lili: mas e se ela contar pra alguém? Edu: calma, já tenho tudo planejado, só não fala pra ela não te reconhecer. Só de pensar nisso, eu gozo uma porra enorme, banhando ela toda no meu leite, e ela adorava, porque não tirava, esperava secar na pele. Dois dias depois, minha mãe só chegaria em casa de noite, então não teria problema, mas eu queria fazer algo ainda mais interessante. Levei minha irmã com uma máscara de látex que só tinha abertura na boca, mas a parte dos olhos era tampada, mas quem usasse enxergava claramente. Combinando, ela vestia uma saia jeans curta demais, como geralmente chamam de putissaia, com uma tanga vermelha, uma blusa branca de alcinha transparente sem sutiã, e um tênis vermelho combinando com a tanga e o batom vermelho putão. Por cima de tudo, uma gabardina tampava essa roupa tão indecente. Sem bater na porta, entrei em casa com minhas próprias chaves, tranquei a porta atrás de mim, peguei minha irmã e, colocando a máscara nela, tirei a gabardina. Lili: nossa, já Até chave da casa da puta você tem -. Puxei ela pelo cabelo, segurando as bochechas dela com a mão, apertando o suficiente pra ela parar de falar -. Edu: que parte de ficar calada você não entendeu, lembra que ninguém pode ouvir sua voz. Lili: você tem medo que descubram que come a própria irmã? -. perguntou a sem-vergonha. Edu: pelo contrário, se souberem, acredite que seria ainda mais excitante, mas ainda não é a hora. Pegando ela pela mão, fui pro quarto da minha vaca peituda, que já nos esperava com um conjunto de baby doll branco, meia-calça até a metade da coxa, saltos altos finos e maquiagem de puta. Martha: Oi, meu amor, e olha que beleza te acompanha -. ela se aproximou, me deu um beijo na boca e na minha irmã também. Edu: oi, minha puta, que gostosa você tá -. respondi o cumprimento. Martha: quando você disse que ia ensinar uma garota a chupar sua pika, não pensei que seria uma mina tão linda. Minha irmã só sorriu e parecia ter ficado envergonhada. Deitamos na cama, nós três, eu no meio, óbvio, abraçando elas enquanto passavam a mão no meu corpo. Martha: linda, o Edu é um amante incrível, nem eu resisti à pika dele. Edu: mas pra você não foi difícil me chupar toda, você é uma engolidora de porra natural, por isso quero que minha nova putinha veja como você chupa minha pika, como eu fodo sua boca, como você faz um russo com essas tetonas, como eu gosto que você chupe minhas bolas. Martha: uff, o repertório todo e tão pouco tempo. Edu: que horas o corno vai chegar? Martha: ele chega perto das 7 da noite. Martha e minha irmã tiraram minha calça, deixando minha pika dura na frente delas. Edu: bem, putas, hora de ficar de joelhos e começar a me dar prazer como as vadias que são. Sem dizer mais nada, elas se ajoelharam. Minha vaca foi explicando como eu gostava que chupassem minhas bolas, como chupar minha glande. Minha irmã, atenta às instruções, só balançava a cabeça concordando. Martha: os dentes podem machucar a pika do seu macho, então esconde eles bem com os lábios. Lábios, os engasgos são o principal a tratar. Você precisa aprender a abrir mais a garganta pra não ser dominada pelos engasgos, e lembra: quanto mais seus olhos chorarem, mais satisfação você vai sentir. Coloca as mãos nas pernas pra você ter o controle, pra quando pegar um homem que não sabe dominar, diferente do Edu. Depois, ela cedeu o lugar pra minha irmã e foi colocando em prática o que minha vaca ensinou. Edu: ufff, você aprende rápido, slutty. uffff, assim, assim, uffffff. Martha começou a me beijar, a percorrer meu corpo com as mãos. ufff, já tava bem excitada, queria pegar ela e foder do jeito que a gente gostava. Martha: agora você vai ver como ele gosta de chupar a rola das putas dele. Ela tomou o lugar da minha irmã, colocou as mãos nas costas dele, aproximou a boca da minha rola e começou a usar a língua na minha cabeça. Enquanto ela fazia isso, minha irmã, do lado, se tocava no clitóris. Edu: ufff, slut, você manda bem, mas é hora da minha slutty ver como eu trato uma puta e decidir se ainda quer ser minha slutty. Martha: achei que nunca ia me pedir, lindo. Num movimento só, o nariz dela encostou no meu abdômen, a língua roçou minhas bolas. ufff, sentia tudo tão excitante. Segurei a nuca dela, apertei, não deixei ela se afastar. Edu: ufff, isso, slut, assim, ufff, mostra que você é a melhor puta que eu posso ter. Peguei ela pela nuca com as duas mãos e comecei a foder a boca dela. Só se ouvia os engasgos, as lágrimas começaram a aparecer e a desmaquiar ela. Tirei minha rola e comecei a passar na cara toda dela, cheia de babas.
Edu: vem cá, foxy, vamos ver se você tem o suficiente pra ser aceita como minha putinha-. Peguei ela pelo rabo de cavalo e arrastei até deixar ela na minha frente, e de uma vez enfiei a pica até o talo. Martha: vai, sua vadiazinha, mostra pro meu macho que você também pode ser a putinha dele. A baba dela logo escorreu pela camisa, que começou a deixar as tetas dela transparentes, Martha começou a despir ela, levantou ela, mas eu não deixei ela parar de chupar minha pica nem por um segundo, minha irmãzinha tinha uma boca de chupadora nata. Edu: ufff, você ensinou bem ela, primeiro teste passado-. Quando tirei, pude ver os olhos dela cheios de tesão, ela sorriu pra mim. Lili: mmmmmmmm. Martha: agora você vai ver como meu macho fica intenso. Ela se deitou na cama com a cabeça pendurada, colocou a língua pra fora, ufff, sabia como me deixar feito um touro, cheguei perto dela, coloquei minhas bolas na cara dela enquanto acariciava as tetonas dela, comecei a beliscar aqueles bicos que me desafiavam no contato, ficando duríssimos, me inclinei e comecei a chupar eles, morder, enfiava o máximo que dava aquelas tetas gordas na minha boca, já tava excitado pra caralho.
Voltei a ver minha irmã, que de cócoras se tocava. Edu: vem, quero que veja de perto como eu gosto de comer a boca de uma puta, quero que veja bem, porque se não fizer igual, vai levar um castigo; pega no meu pau, sente como ele tá duro, que me deixaram assim, esfrega minhas bolas pra ver como tão cheias de porra, não comi ninguém nesses dois dias, então sabe que tô carregado de leite. Se aprendeu direitinho, vai receber toda a minha porra pra você, mas sei que vou acabar dando pra minha puta vizinha, porque você vai ser castigada, já que vai me dar esse prazer também, né, putinha. Minha irmã, ao me ouvir dizer que queria castigá-la, meteu meu pau na boca na hora, dobrada um pouco pra baixo, entrava pouco, mas o suficiente pro meu prazer. Martha: foxy, deixa meu macho meter a vara gorda dele em você, puta. Minha irmã mal olhou pra ela, eu me deixei levar, uff, fiquei surpreso com o avanço da minha irmã, parecia que, com a tesão que tava, eu poderia pervertê-la do meu jeito. Tirei meu pau da boca dela. Edu: minha puta tá com a boca seca, ajuda ela, putinha, a ficar molhada como eu gosto. Lili se aproximou da minha puta vizinha e deixou cair toda a baba que tinha guardado, minha puta não me decepcionou, pegou minha irmã e se fundiram num beijo excitante.
Comecei a apalpar minha irmãzinha, minhas mãos percorreram os peitos dela, que não eram como os da minha vaca, mas estavam bem postos, ufff. Fiz ela se inclinar mais, puxei a calcinha dela, super molhada, joguei no chão, aproximei meu pau da buceta dela, que estava como uma fonte, e comecei a passar meu pau por toda ela sem penetrar. Ela ainda era virgem, então não seria a primeira vez ali. Quando já tinha meu pau todo molhado dos sucos dela, quis me afastar sutilmente da minha puta, mas elas estavam completamente entregues, passando toda a baba possível, quem diria. Dei uma palmada em cada uma. Edu: "Chega, putas, quando eu terminar com vocês, podem se beijar à vontade." Peguei minha irmã pelo rabo de cavalo, virei ela e comecei a dar tapas na cara, isso só fez ela gozar num grande orgasmo. Martha: "Que puta que sempre foi a pirralha, vem, meu macho, sua puta está com fome, quer seu pau." Edu: "São um par de putas, como eu adoro as duas." Me aproximei da minha puta vizinha, ela parecia tão vadia com a maquiagem borrada, os peitos de fora e se dedando. Edu: "Adoro como você fica toda putinha, mas é hora de foder essa boca de chupadora que você tem." Enfiei o pau de uma vez, e ela me agarrou pelas nádegas, empurrando também para que entrasse o máximo possível, sentia a garganta dela apertando meu pau, ufff, a baba escorrendo pelo rosto dela. Tirei o pau e comecei a bater na cara dela, uffff, ela e eu já estávamos bem excitados. De repente, senti minha irmã começando a chupar minhas bolas, ufff, que delícia. Enfiei meu pau de novo na boca da minha puta. Sentia que ia gozar a qualquer momento, mas ainda faltava minha irmãzinha, então me afastei a contragosto. Coloquei minha irmãzinha ao lado da minha puta. Edu: "É hora de me mostrar se aguenta meu pau, espero que não, porque quero muito te castigar por ser tão putinha." Lili: "Mmmmmm." Martha: "Edu, amor, espera, vou buscar a câmera para tirar fotos e imortalizar esse momento." Lili: "Ufff, irmãozinho, não. Pensa que essa puta é tão boa de boca que não é à toa que te deixou todo traumatizado – falou num sussurro pra mim. Edu: te falei que você ia aprender com a melhor, e vou te comer igual como como ela. Lili: então já tem algo planeado, né? Edu: me conhece bem demais, tenho uma surpresa preparada que você vai amar. Só se deixa levar como até agora e vai curtir muito. Lili: me diz, vou ser comida? Edu: hoje não. Sábado a nossa mãe vai viajar a trabalho e volta só segunda. Não trabalho nesse fim de semana, então já sabe o que te espera. Martha voltou com a câmera e se posicionou igual a Liliana antes, atrás de mim, debaixo das minhas bolas. Martha: Pronto, já peguei a câmera. Uma pena você estar com essa máscara, queria ver sua cara toda enquanto seus olhos reviram de prazer. Edu: não perde nenhum detalhe, puta, entendeu? Martha: o que você mandar, meu macho. Comecei devagar a meter e tirar minha pica da minha irmãzinha. Uff, cada vez que minha pica entrava inteira na boca dela, a língua e os lábios apertavam o máximo que podiam meu pau.
Não sei quantas fotos minha puta tirou, mas o tesão venceu e ela começou a chupar minhas bolas. Sentia o nariz dela perto do meu cu e, de vez em quando, a língua dela roçava também. Isso me desconcentrou um pouco, e ela percebeu, porque se levantou e foi melhor lamber a buceta da minha irmãzinha, que, ao sentir a língua da minha puta, gozou de novo. Quando senti isso, me afastei pra ela poder gritar. Quando me aproximei de novo, comecei a foder ela com toda força e dureza que achei que ela aguentaria. Ela resistiu uns minutos antes de começar a vomitar. Que bom que mandei ela não comer. Eu já tava fora de mim, então peguei minha puta vizinha. "Edu, sua puta, é hora de usar meu depósito de porra." Dei um tapa forte na bunda dela, dois tapas na cara e comecei a foder ela. Só queria gozar dentro dela, não aguentei muito tempo e gozei. Martha: "Uff, siiiiiiiii, como sentia falta do seu gozo, ufffffff siiiii, tô gozando!!!!" Edu: "Você é minha puta, minha puta, minha raposa. Vou te foder até cansar de você, puta!!!" Gritando, os dois gozamos juntos e ficamos jogados na cama, uff. Olhei a hora e só tinha passado uma hora e meia. Edu: "Vem cá, raposa. Como eu disse, vou te castigar por não aguentar meu pau, mas como gostei do seu avanço, vou deixar você provar meu gozo." Peguei ela pelo rabo de cavalo, ela tentou levantar. "Aonde vai? As cachorras vão de quatro." E, com dois tapas fortes na bunda, levei ela como uma puta junto com minha vaca peituda, que entendeu o que eu queria fazer e só abriu as pernas, pronta pra receber a língua da minha irmãzinha. Lili resistiu um pouco, não queria chupar a buceta da minha puta, mas não liguei. Esfreguei a cara toda dela e, depois, ela começou a lamber a boceta sozinha, sem se desgrudar mais. Martha: "Uff, assim, cachorra, assim, uff, que língua você tem, putinha. Não para, não para, assim, assim, uff. Não sei, Edu, talvez ela tenha dificuldade pra chupar seu pau, mas que ela gosta do seu gozo, gosta. Não quer deixar nada na minha bucetinha de puta." Minha puta vizinha gritou forte, deixando claro que estava gozando. Tinha corrido com a língua nas minhas irmãzinhas, deixando as duas exaustas. Deitei junto com elas, já tinha me recuperado, agora era hora de ver em primeira fila como eu ia comer minha puta peituda. Lili: "quero usar o banheiro" — minha irmãzinha falou baixinho. Edu: "tá lá, entra, tem 5 minutos porque vem um puta espetáculo". Assim que minha irmã entrou no banheiro, a Marta correu apressada pro armário. Marta: "cê curte cuck, o espetáculo todo?" Carlos: "ufff, sim, love, cê é muito boa mesmo chupando pica". Marta: "vê como cê tá excitado, cê gosta de ver sua esposa sendo puta ou gostou de ver aquela novinha putinha?" Carlos: "as duas, amor, as duas são umas vadias". Tava com a pica dura, o cuck, e parecia que já tinha batido umas punhetas, ainda lembro quando falei que ele podia ver eu comendo a mulher dele e ver como uma novinha é pervertida, ele ficou tão animado, a única coisa que tinha que fazer era ficar quieto. Carlos: "sei que não vai ser só isso, né, cê tem algo mais planejado?" Edu: "cê já tá aprendendo, tô sendo bonzinho contigo, não faz eu me arrepender, se a puta que eu trouxer perceber que cê tá aqui, poupa a vergonha de perguntar pra sua esposa sobre o que ela faz quando a gente sai, mas se tudo der certo, vou deixar uma das minhas amigas novinhas pra cê fazer o que quiser com elas". Carlos: "ufff, sério?? Digo, não é que eu não ame a Marta, ela me excita pra caralho, mas uma novinha uff seria um sonho, pode contar comigo, faço tudo que cê disser, mas que minha esposa não saiba, por favor". Edu: "não se preocupa com a minha puta, ela não vai fazer nada, cê pode trair ela na cara dela, ela até vai te ajudar, confia em mim". Aqui termina essa segunda parte, é meio longa, mas sei que vale a pena ler.
Sem falar nada, peguei minha calça e enfiei meu pau até a garganta dela. O menino tentou entrar no quarto, mas a Marta estava bem encostada na porta. Marta: Filho, tô ocupada com o Edu, vai com seu pai que a gente já sai.
Oscar: Sim, mãe.
Edu: Uff, sua puta, seus boquetes são os melhores... Ela tentou falar algo, mas não deixei. Coloquei minhas mãos na nuca dela e apertei.
— Olha, sua vadiazinha, tenho uma nova puta que se entregou pra mim. Ela até que é boa puxando meu pau e chupando minhas bolas, mas precisa que uma puta ensine ela a mamar do jeito que eu gosto. — Enfiei meu pau nos peitões dela e comecei a mexer ritmado.
Martha: ahhhhhh uf siiiii Edu, e me diz, ela te ajudou a esvaziar os ovos? Edu: Não só ela, também minha pitufina, minha namorada e minha puta Karina.
Martha: e me diz, qual você prefere?
Edu: não se comparam com a melhor puta que eu tenho, você, minha vaca peituda, por isso quero que você ensine ela a ser uma verdadeira puta na cama.
Martha: ufff, quando eu estudava na faculdade, tive uma diversão lésbica, mas ela não vai se assustar?
Edu: te decepcionei na vez que arrebentei teu cu, como a gente se divertiu, no restaurante, na balada, como te surpreendi com nossos convidados, até a submissão do teu marido.
Martha: ufff siiiii Edu, essa foi sem dúvida a melhor noite da minha vida, por mim, adoraria.
Edu: é hora da sua puta de porra, me mostra que você continua sendo a melhor engolidora de leite. Acelero o ritmo da siririca que ela tava fazendo em mim, e cada vez que minha pica chegava na boca dela, eu beijava, passava a língua até apontar minha pica direto na cara dela.
Edu: Você é minha melhor puta uffff minha raposa, minha vadiiiiinha. Não só deixei minha gozada na cara dela, nos peitos dela, no cabelo dela, ficou tudo manchado, com o dedo ela pegou o que deu e levou pro rosto, pegou minha pica pra limpar.
Saí de lá com ela sem que ela se limpasse, com dificuldade ela ajeitou o vestido, cumprimentei o filho dela e levei o corno até a porta. Edu: Escuta, por que você cuidou da minha puta? Vou deixar você gozar na cara dela e foder ela até cansar.
Corno: Edu, eu queria falar sobre o que aconteceu da última vez.
Edu: Quer que eu pare tudo?
Corno: Não, não, não, não. Martha, nunca a vi tão feliz e cheia de vida, mesmo estando dolorida. O que eu quero é que você dê permissão pra ela me contar o que aconteceu antes de chegar em casa. Perguntei, mas ela disse que o macho dela precisa autorizar.
Edu: Hahahaha, é assim mesmo. Mas vou te dar uma escolha, você decide qual quer: ou ela te conta tudo e você só bate uma sozinho, ou você nunca sabe o que aconteceu, mas come ela hoje e amanhã.
Corno: Edu, por favor, não me faz isso. Quero fazer amor com sua puta.
Edu: Escolhe uma.
Quando cheguei em casa, minha mãe estava cozinhando e usava um shortinho jeans bem curto, uma blusa branca transparente, o cabelo preso e bagunçado, estava descalça e mesmo assim estava espetacular. Fiquei besta olhando pra ela.
Mãe: Ah, oi, querido. A comida vai ficar pronta. Sua irmã ainda não chegou.
Edu: E a que devemos essa honra?
Mãe: Bom, filho, é que me ligaram da escola e disseram que você não arrumou problemas e que ainda vai participar do clube de debate.
Edu: É verdade, esqueci disso.
Me aproximei dela pra ter uma visão melhor das pernas. Quando ela se virou e ficou de frente pra mim, vi que não estava usando sutiã e dava pra ver um pouco dos peitos dela, dava pra ver o mamilo rosado. Fiquei besta olhando não só os peitos dela, mas o rosto com os óculos. Deus, por isso que eu gostava da Karen, ela parecia um pouco com a minha mãe, só que sem os atributos desenvolvidos.
Mãe: Você nunca fica em silêncio. Ainda tá com enxaqueca?
Edu: Menos, mas ainda dói de vez em quando.
Mãe: Você sabe que se doer é só me falar que eu ajudo.
"*Se eu te disser que minha pica tá doendo, você também me ajudaria a espremer a porra que tenho pra você? Por você, eu largo todas as minhas vadias. mãe. Eu te comeria a todo momento*" Mãe: no que você tá pensando tanto? Edu: tô pensando que você é a mulher mais gostosa que existe Mãe: e sua namorada? Edu: ela é bonitinha, mas você é muito mais Mãe: por que você não se meteu em encrenca? é por causa da sua namorada? Edu: não são encrencas, tava defendendo minha irmã e você das fofocas que os caras soltavam. Mãe: uma mulher gosta de ser defendida, mas não de você brigar a toda hora com gente que nem nos conhece. De tarde, quando minha mãe voltou pro escritório, minha irmã já tava entre minhas pernas com os peitos lindos e redondos pra fora, puxando minha rola e chupando minhas bolas. Edu: anã, cê vai ver, vou ser um irmão ainda melhor conseguindo que minha puta te ensine como ela chupa minha rola. Lili: que essa puta, cê já viu ela de novo? Edu: é minha melhor amante, e se você quer ser também, tem que aprender, e quem melhor que ela pra te ensinar? Lili: e se eu disser que não? Edu: fica sem minha rola, e pelo visto você gosta, não gosta? Lili: mas e se ela contar pra alguém? Edu: calma, já tenho tudo planejado, só não fala pra ela não te reconhecer. Só de pensar nisso, eu gozo uma porra enorme, banhando ela toda no meu leite, e ela adorava, porque não tirava, esperava secar na pele. Dois dias depois, minha mãe só chegaria em casa de noite, então não teria problema, mas eu queria fazer algo ainda mais interessante. Levei minha irmã com uma máscara de látex que só tinha abertura na boca, mas a parte dos olhos era tampada, mas quem usasse enxergava claramente. Combinando, ela vestia uma saia jeans curta demais, como geralmente chamam de putissaia, com uma tanga vermelha, uma blusa branca de alcinha transparente sem sutiã, e um tênis vermelho combinando com a tanga e o batom vermelho putão. Por cima de tudo, uma gabardina tampava essa roupa tão indecente. Sem bater na porta, entrei em casa com minhas próprias chaves, tranquei a porta atrás de mim, peguei minha irmã e, colocando a máscara nela, tirei a gabardina. Lili: nossa, já Até chave da casa da puta você tem -. Puxei ela pelo cabelo, segurando as bochechas dela com a mão, apertando o suficiente pra ela parar de falar -. Edu: que parte de ficar calada você não entendeu, lembra que ninguém pode ouvir sua voz. Lili: você tem medo que descubram que come a própria irmã? -. perguntou a sem-vergonha. Edu: pelo contrário, se souberem, acredite que seria ainda mais excitante, mas ainda não é a hora. Pegando ela pela mão, fui pro quarto da minha vaca peituda, que já nos esperava com um conjunto de baby doll branco, meia-calça até a metade da coxa, saltos altos finos e maquiagem de puta. Martha: Oi, meu amor, e olha que beleza te acompanha -. ela se aproximou, me deu um beijo na boca e na minha irmã também. Edu: oi, minha puta, que gostosa você tá -. respondi o cumprimento. Martha: quando você disse que ia ensinar uma garota a chupar sua pika, não pensei que seria uma mina tão linda. Minha irmã só sorriu e parecia ter ficado envergonhada. Deitamos na cama, nós três, eu no meio, óbvio, abraçando elas enquanto passavam a mão no meu corpo. Martha: linda, o Edu é um amante incrível, nem eu resisti à pika dele. Edu: mas pra você não foi difícil me chupar toda, você é uma engolidora de porra natural, por isso quero que minha nova putinha veja como você chupa minha pika, como eu fodo sua boca, como você faz um russo com essas tetonas, como eu gosto que você chupe minhas bolas. Martha: uff, o repertório todo e tão pouco tempo. Edu: que horas o corno vai chegar? Martha: ele chega perto das 7 da noite. Martha e minha irmã tiraram minha calça, deixando minha pika dura na frente delas. Edu: bem, putas, hora de ficar de joelhos e começar a me dar prazer como as vadias que são. Sem dizer mais nada, elas se ajoelharam. Minha vaca foi explicando como eu gostava que chupassem minhas bolas, como chupar minha glande. Minha irmã, atenta às instruções, só balançava a cabeça concordando. Martha: os dentes podem machucar a pika do seu macho, então esconde eles bem com os lábios. Lábios, os engasgos são o principal a tratar. Você precisa aprender a abrir mais a garganta pra não ser dominada pelos engasgos, e lembra: quanto mais seus olhos chorarem, mais satisfação você vai sentir. Coloca as mãos nas pernas pra você ter o controle, pra quando pegar um homem que não sabe dominar, diferente do Edu. Depois, ela cedeu o lugar pra minha irmã e foi colocando em prática o que minha vaca ensinou. Edu: ufff, você aprende rápido, slutty. uffff, assim, assim, uffffff. Martha começou a me beijar, a percorrer meu corpo com as mãos. ufff, já tava bem excitada, queria pegar ela e foder do jeito que a gente gostava. Martha: agora você vai ver como ele gosta de chupar a rola das putas dele. Ela tomou o lugar da minha irmã, colocou as mãos nas costas dele, aproximou a boca da minha rola e começou a usar a língua na minha cabeça. Enquanto ela fazia isso, minha irmã, do lado, se tocava no clitóris. Edu: ufff, slut, você manda bem, mas é hora da minha slutty ver como eu trato uma puta e decidir se ainda quer ser minha slutty. Martha: achei que nunca ia me pedir, lindo. Num movimento só, o nariz dela encostou no meu abdômen, a língua roçou minhas bolas. ufff, sentia tudo tão excitante. Segurei a nuca dela, apertei, não deixei ela se afastar. Edu: ufff, isso, slut, assim, ufff, mostra que você é a melhor puta que eu posso ter. Peguei ela pela nuca com as duas mãos e comecei a foder a boca dela. Só se ouvia os engasgos, as lágrimas começaram a aparecer e a desmaquiar ela. Tirei minha rola e comecei a passar na cara toda dela, cheia de babas.
Edu: vem cá, foxy, vamos ver se você tem o suficiente pra ser aceita como minha putinha-. Peguei ela pelo rabo de cavalo e arrastei até deixar ela na minha frente, e de uma vez enfiei a pica até o talo. Martha: vai, sua vadiazinha, mostra pro meu macho que você também pode ser a putinha dele. A baba dela logo escorreu pela camisa, que começou a deixar as tetas dela transparentes, Martha começou a despir ela, levantou ela, mas eu não deixei ela parar de chupar minha pica nem por um segundo, minha irmãzinha tinha uma boca de chupadora nata. Edu: ufff, você ensinou bem ela, primeiro teste passado-. Quando tirei, pude ver os olhos dela cheios de tesão, ela sorriu pra mim. Lili: mmmmmmmm. Martha: agora você vai ver como meu macho fica intenso. Ela se deitou na cama com a cabeça pendurada, colocou a língua pra fora, ufff, sabia como me deixar feito um touro, cheguei perto dela, coloquei minhas bolas na cara dela enquanto acariciava as tetonas dela, comecei a beliscar aqueles bicos que me desafiavam no contato, ficando duríssimos, me inclinei e comecei a chupar eles, morder, enfiava o máximo que dava aquelas tetas gordas na minha boca, já tava excitado pra caralho.
Voltei a ver minha irmã, que de cócoras se tocava. Edu: vem, quero que veja de perto como eu gosto de comer a boca de uma puta, quero que veja bem, porque se não fizer igual, vai levar um castigo; pega no meu pau, sente como ele tá duro, que me deixaram assim, esfrega minhas bolas pra ver como tão cheias de porra, não comi ninguém nesses dois dias, então sabe que tô carregado de leite. Se aprendeu direitinho, vai receber toda a minha porra pra você, mas sei que vou acabar dando pra minha puta vizinha, porque você vai ser castigada, já que vai me dar esse prazer também, né, putinha. Minha irmã, ao me ouvir dizer que queria castigá-la, meteu meu pau na boca na hora, dobrada um pouco pra baixo, entrava pouco, mas o suficiente pro meu prazer. Martha: foxy, deixa meu macho meter a vara gorda dele em você, puta. Minha irmã mal olhou pra ela, eu me deixei levar, uff, fiquei surpreso com o avanço da minha irmã, parecia que, com a tesão que tava, eu poderia pervertê-la do meu jeito. Tirei meu pau da boca dela. Edu: minha puta tá com a boca seca, ajuda ela, putinha, a ficar molhada como eu gosto. Lili se aproximou da minha puta vizinha e deixou cair toda a baba que tinha guardado, minha puta não me decepcionou, pegou minha irmã e se fundiram num beijo excitante.
Comecei a apalpar minha irmãzinha, minhas mãos percorreram os peitos dela, que não eram como os da minha vaca, mas estavam bem postos, ufff. Fiz ela se inclinar mais, puxei a calcinha dela, super molhada, joguei no chão, aproximei meu pau da buceta dela, que estava como uma fonte, e comecei a passar meu pau por toda ela sem penetrar. Ela ainda era virgem, então não seria a primeira vez ali. Quando já tinha meu pau todo molhado dos sucos dela, quis me afastar sutilmente da minha puta, mas elas estavam completamente entregues, passando toda a baba possível, quem diria. Dei uma palmada em cada uma. Edu: "Chega, putas, quando eu terminar com vocês, podem se beijar à vontade." Peguei minha irmã pelo rabo de cavalo, virei ela e comecei a dar tapas na cara, isso só fez ela gozar num grande orgasmo. Martha: "Que puta que sempre foi a pirralha, vem, meu macho, sua puta está com fome, quer seu pau." Edu: "São um par de putas, como eu adoro as duas." Me aproximei da minha puta vizinha, ela parecia tão vadia com a maquiagem borrada, os peitos de fora e se dedando. Edu: "Adoro como você fica toda putinha, mas é hora de foder essa boca de chupadora que você tem." Enfiei o pau de uma vez, e ela me agarrou pelas nádegas, empurrando também para que entrasse o máximo possível, sentia a garganta dela apertando meu pau, ufff, a baba escorrendo pelo rosto dela. Tirei o pau e comecei a bater na cara dela, uffff, ela e eu já estávamos bem excitados. De repente, senti minha irmã começando a chupar minhas bolas, ufff, que delícia. Enfiei meu pau de novo na boca da minha puta. Sentia que ia gozar a qualquer momento, mas ainda faltava minha irmãzinha, então me afastei a contragosto. Coloquei minha irmãzinha ao lado da minha puta. Edu: "É hora de me mostrar se aguenta meu pau, espero que não, porque quero muito te castigar por ser tão putinha." Lili: "Mmmmmm." Martha: "Edu, amor, espera, vou buscar a câmera para tirar fotos e imortalizar esse momento." Lili: "Ufff, irmãozinho, não. Pensa que essa puta é tão boa de boca que não é à toa que te deixou todo traumatizado – falou num sussurro pra mim. Edu: te falei que você ia aprender com a melhor, e vou te comer igual como como ela. Lili: então já tem algo planeado, né? Edu: me conhece bem demais, tenho uma surpresa preparada que você vai amar. Só se deixa levar como até agora e vai curtir muito. Lili: me diz, vou ser comida? Edu: hoje não. Sábado a nossa mãe vai viajar a trabalho e volta só segunda. Não trabalho nesse fim de semana, então já sabe o que te espera. Martha voltou com a câmera e se posicionou igual a Liliana antes, atrás de mim, debaixo das minhas bolas. Martha: Pronto, já peguei a câmera. Uma pena você estar com essa máscara, queria ver sua cara toda enquanto seus olhos reviram de prazer. Edu: não perde nenhum detalhe, puta, entendeu? Martha: o que você mandar, meu macho. Comecei devagar a meter e tirar minha pica da minha irmãzinha. Uff, cada vez que minha pica entrava inteira na boca dela, a língua e os lábios apertavam o máximo que podiam meu pau.
Não sei quantas fotos minha puta tirou, mas o tesão venceu e ela começou a chupar minhas bolas. Sentia o nariz dela perto do meu cu e, de vez em quando, a língua dela roçava também. Isso me desconcentrou um pouco, e ela percebeu, porque se levantou e foi melhor lamber a buceta da minha irmãzinha, que, ao sentir a língua da minha puta, gozou de novo. Quando senti isso, me afastei pra ela poder gritar. Quando me aproximei de novo, comecei a foder ela com toda força e dureza que achei que ela aguentaria. Ela resistiu uns minutos antes de começar a vomitar. Que bom que mandei ela não comer. Eu já tava fora de mim, então peguei minha puta vizinha. "Edu, sua puta, é hora de usar meu depósito de porra." Dei um tapa forte na bunda dela, dois tapas na cara e comecei a foder ela. Só queria gozar dentro dela, não aguentei muito tempo e gozei. Martha: "Uff, siiiiiiiii, como sentia falta do seu gozo, ufffffff siiiii, tô gozando!!!!" Edu: "Você é minha puta, minha puta, minha raposa. Vou te foder até cansar de você, puta!!!" Gritando, os dois gozamos juntos e ficamos jogados na cama, uff. Olhei a hora e só tinha passado uma hora e meia. Edu: "Vem cá, raposa. Como eu disse, vou te castigar por não aguentar meu pau, mas como gostei do seu avanço, vou deixar você provar meu gozo." Peguei ela pelo rabo de cavalo, ela tentou levantar. "Aonde vai? As cachorras vão de quatro." E, com dois tapas fortes na bunda, levei ela como uma puta junto com minha vaca peituda, que entendeu o que eu queria fazer e só abriu as pernas, pronta pra receber a língua da minha irmãzinha. Lili resistiu um pouco, não queria chupar a buceta da minha puta, mas não liguei. Esfreguei a cara toda dela e, depois, ela começou a lamber a boceta sozinha, sem se desgrudar mais. Martha: "Uff, assim, cachorra, assim, uff, que língua você tem, putinha. Não para, não para, assim, assim, uff. Não sei, Edu, talvez ela tenha dificuldade pra chupar seu pau, mas que ela gosta do seu gozo, gosta. Não quer deixar nada na minha bucetinha de puta." Minha puta vizinha gritou forte, deixando claro que estava gozando. Tinha corrido com a língua nas minhas irmãzinhas, deixando as duas exaustas. Deitei junto com elas, já tinha me recuperado, agora era hora de ver em primeira fila como eu ia comer minha puta peituda. Lili: "quero usar o banheiro" — minha irmãzinha falou baixinho. Edu: "tá lá, entra, tem 5 minutos porque vem um puta espetáculo". Assim que minha irmã entrou no banheiro, a Marta correu apressada pro armário. Marta: "cê curte cuck, o espetáculo todo?" Carlos: "ufff, sim, love, cê é muito boa mesmo chupando pica". Marta: "vê como cê tá excitado, cê gosta de ver sua esposa sendo puta ou gostou de ver aquela novinha putinha?" Carlos: "as duas, amor, as duas são umas vadias". Tava com a pica dura, o cuck, e parecia que já tinha batido umas punhetas, ainda lembro quando falei que ele podia ver eu comendo a mulher dele e ver como uma novinha é pervertida, ele ficou tão animado, a única coisa que tinha que fazer era ficar quieto. Carlos: "sei que não vai ser só isso, né, cê tem algo mais planejado?" Edu: "cê já tá aprendendo, tô sendo bonzinho contigo, não faz eu me arrepender, se a puta que eu trouxer perceber que cê tá aqui, poupa a vergonha de perguntar pra sua esposa sobre o que ela faz quando a gente sai, mas se tudo der certo, vou deixar uma das minhas amigas novinhas pra cê fazer o que quiser com elas". Carlos: "ufff, sério?? Digo, não é que eu não ame a Marta, ela me excita pra caralho, mas uma novinha uff seria um sonho, pode contar comigo, faço tudo que cê disser, mas que minha esposa não saiba, por favor". Edu: "não se preocupa com a minha puta, ela não vai fazer nada, cê pode trair ela na cara dela, ela até vai te ajudar, confia em mim". Aqui termina essa segunda parte, é meio longa, mas sei que vale a pena ler.
1 comentários - Minha degenerada, minha irmã aprende a chupar rola.