Corria o ano de 1956, o filho da puta do meu pai tinha acabado de largar eu e minha mãe, nos trocou por uma putinha do escritório dele que o enganou e até planos de casamento eles tinham. Minha mãe descobriu a parada toda e quando encarou o sem-vergonha, ele só disse que a minha mãe tinha pedido por isso porque não dava mais atenção pra ele na cama como ele merecia. Tudo isso ela me contou com a voz embargada pelo choro, já que o covarde nem teve coragem de me falar na cara, eu, a filha dele, Lorena, de 19 anos, estudante de taquigrafia. Nunca me dei bem com ele, mas depois do que ele fez com a gente, vou odiar ele pelo resto da minha vida. Minha mãe, sem o apoio da família dela e sem ter como se sustentar, ficou desamparada e não conseguiu processar ele. Assim, o bastardo nos deixou na merda. Tivemos que procurar outra casa, já que não dava mais pra pagar o aluguel daquela onde morei a vida inteira, tive que me despedir do bairro e de todas as lembranças que ficavam lá. A gente tava desesperada pra achar outro lar antes de acabar o último mês de aluguel pago, tive que largar os estudos pra procurar um apartamento decente, mas com a nossa grana era impossível alugar até o pior barraco de Aguascalientes. Minha mãe me surpreendeu um dia, do nada, dizendo que já tinha encontrado um apartamento baratíssimo, bem parecido com o que a gente tinha. Eu suspirei aliviada, mas notei uma expressão agridoce no rosto dela, devia ter alguma desvantagem naquele lugar novo. Perguntei, mas ela só me enganou até conseguir disfarçar bem a aflição e agir com uma falsa alegria. Contratamos a mudança e, depois de dois dias corridos, finalmente conseguimos descansar um pouco no nosso aparente novo lar. Tava feliz com o bairro novo, parecia seguro e os vizinhos eram quase todas mães solteiras e casais jovens, não parecia ter vizinho encrenqueiro, embora me chamasse a atenção que a maioria dos inquilinos era mulher, no máximo Eu tinha visto 3 homens num prédio de 12 apartamentos. Resumindo, as mães solteiras eram Sônia (minha mãe), Laura, Esmeralda, Celia, Helvira e Yolanda; as casadas eram Alejandra, Letícia, Gabriela, Diana, Natália e Berenice. Com o passar dos dias, acho que me toquei do problema que o prédio novo tinha: é que Fermín, o proprietário, morava no térreo, num quartinho que mais parecia depósito. Era um velho grisalho, uns 55 anos, desleixado, careca, vulgar e, sem dúvida, depravado. Eu via ele sentado numa cadeira de praia do lado do corredor de entrada do prédio, na frente do quartinho. Dali ele tinha uma vista total da entrada e, se levantasse a vista, conseguia ver pelos vãos das escadas. Ficava ali, sem tirar os olhos de todas as mulheres que entravam e saíam, especialmente olhando pra bunda delas. Nem preciso dizer quando minha mãe me levou pra conhecê-lo: o velho me despia com os olhos e era um mão-leve com ela. Enquanto a gente conversava, ele tocava no ombro dela, passava o braço na cintura e chegava o rosto perto do dela de um jeito nojento. Achei que ele estava se passando com ela, mas, pra minha surpresa, não notei minha mãe incomodada. Pelo contrário, ela ria das besteiras dele e entrava na conversa. Fazia tempo que eu não a via gargalhar tanto, na verdade. Então não falei nada, mas, no fundo, não confiava naquele sujeito. Com o tempo, vi, alarmada, que Fermín agia igual com todas as donas de casa, até com as casadas, e nenhuma reclamava. Cheguei a ver uma vez, descendo as escadas, o velhote pegar descaradamente uma nádega da Esmeralda e apalpar com luxúria enquanto ela só ria. Incrédula, não entendia por que aquelas mulheres deixavam o velho tratá-las daquele jeito. Um dia, quando saí pra fazer uma compra no mercado perto, enquanto comprava, minha mãe me ligou pedindo pra eu ir buscar uma vasilha na capital. Levaria umas hora e meia andando, pensei. Nisso, ouvi dois senhores... Os inquilinos batiamam um papo: —Pô mano, cada dia tá mais foda, não faz nem um mês que a gente mora aqui e minha mulher já foi trampar como vendedora de Shelo ou Chelo, um bagulho assim, de cosméticos e essas tranqueiras, ela disse que queria me ajudar com as contas, cê acha?— —Pois é, as mina de hoje em dia não ficam mais quietas como antigamente, e fazer o quê, a gente não pode mais reclamar porque a situação tá cada vez mais osso. Então ela tá vendendo agora?— —É, tá dando uns rolés por toda a vila, tentando a sorte, por quê?— —Fica esperto e fala pra ela não ir na unidade do Fermín, com todo respeito tua mina é gostosa e cê sabe que aquele velho filho da puta é mão leve com as mulheres, principalmente se sabe que são casadas— —Hahaha, para de falar merda Mario, minha mulher sabe se cuidar, além disso, se eu descobrir que ele encostou nela, quebro a cara daquele cachorro na hora, ou de qualquer um que tentar algo contra ela— —É que esse é o problema, o mais certo é que cê não fique sabendo até ele já ter metido a rola, aquele Fermín comeu várias esposas de outros trabalhadores daqui, e os cornos não sabiam até as minas engravidarem, ou pior, até os boatos de que ele tava comendo elas já serem fortes— —Para de falar groselha, vai me dizer que aquele cara fedido e feio pra caralho é um garanhão, sedutor e que nenhuma resiste, hahaha, vai tomar no cu— —Não mano, sem zoeira, não tô mentindo, por isso nunca deixei minha mulher e muito menos minhas filhas chegarem perto daquele filho da puta, e claro que não são as minas que dão mole, aquele velho é um desses fazendeiros arrombados, tenho certeza que até é protegido por algum cartel porque empresta as terras dele pros negócios deles, praticamente intocável, por isso ninguém se atreve a enfrentar ele e por isso ele se aproveita e pega qualquer mulher que ele gosta, não tem família mas tem filhos espalhados por todo o município— —Não me fode que com o Cartel do Golfo, e se tudo isso for verdade, você sabe por experiência própria ou o quê?
— —Já te falei que conheci vários coitados que foram corneados, mas uns quatro anos atrás vinha uma senhora com a filha dela vender verduras, a garota era muito linda e educada, não tinha nada daquela putaria que já se nota em algumas de cara. Pois é, o maldito do Fermín deu em cima dela em poucos dias e um dia que fui nos armazéns encontrei os dois, o filho da puta tinha ela pelada e inclinada sobre uns caixotes enquanto metia por trás. A pobre menina tinha os olhos cheios de lágrimas e o velho tapava a boca dela pra não gritar enquanto lambia a orelha dela. Na hora pensei em matar aquele filho da puta, mas me caguei de medo porque sabia que os patrões dele matariam eu e minha família inteira. Saí de lá e, embora elas continuassem vendendo por umas semanas, o ânimo da garota estava terrível, ela implorava pra mãe delas irem embora daqui e de um dia pro outro nunca mais vi elas. Teve outra vez que fui abastecer o colégio da minha filha com mantimentos e enquanto descarregava as coisas do caminhão com os rapazes, deu vontade de mijar. No caminho pro banheiro, ouço uns gemidos e uns gritos abafados, o som me levou a uma sala fechada onde estava uma das professoras de pernas abertas em cima da mesa e no meio delas o Fermín enfiando a vara na buceta dela. Era uma professora nova, recém-contratada, ele tinha rasgado as roupas dela e ela lutava pra se soltar daquele velho filho da puta, de novo não pude fazer nada, nem eu nem minha família viveremos em paz com esse filho da puta vivo— —Que besta, caralho, mas como pode esse filho da puta ainda estar vivo, um dia ele vai ter o que merece e nada de papinho de inferno, ele vai receber o castigo em vida, disso tenho certeza. Mas olha, valeu por me avisar, compadre, vou cuidar da minha esposa, sorte que só tive filho homem com ela, senão agora eu estaria louco— —Fala sério, qualquer coisa tô por aqui, maninho, a gente se ajuda— Eu tava Atônita com o que ouvia, pensando onde a gente tinha se metido e com quem, a gente precisava sair dali logo. Eu tinha que encontrar minha mãe rápido e contar tudo que escutei, agora entendia por que as mulheres eram tão permissivas com aquele velho filho da puta, ele era um criminoso e um estuprador. Voltei na hora pro prédio, atenta pra ver se via o Fermín e evitar ele a todo custo. Não vi ele no quartinho dele e fui ligeira até meu apartamento. Abri a porta e, pra minha má sorte, não encontrava ela em lugar nenhum. Já muito desesperada, liguei pra ela, mas não atendia. Fui pro quarto dela procurar alguma pista sobre onde ela estava, deixei a porta entreaberta e tava procurando alguma anotação na agenda dela quando ouço abrirem a porta. Achei que era ela, então tava quase abrindo a porta quando escutei que ela não vinha sozinha: —Que bonito você arrumou seu apê, rabuda, mas a única coisa que me importa é ver qual cama a gente vai usar, chegou a hora de dar seu sinal do aluguel, haha— —Sim, eu sei, seu moço, mas olha, eu insisto: se o senhor esperar, posso dar 8 mil reais por este mês, a gente só vai ficar um mês aqui, por favor, pense bem— disse minha mãe com voz baixinha. —Shhh, não quero ouvir mais enrolação, já te falei que dinheiro não me interessa e você sabia no que ia se meter desde que aceitou se mudar pra cá, todas as suas vizinhas pagam o aluguel do mesmo jeito, não fica se sentindo mal, hahaha— —Po… pelo amor de Deus, seu moço, vê a situação que eu tava, não tinha outra opção, eu sei que a gente pode negociar de outro jeito— —Se quer negociar, não tem que me convencer, tem que convencer ele— disse o velho enquanto abaixava as calças, liberando o pênis enrugado e nojento dele, que começou a balançar vulgarmente. O homem tirou as calças e os sapatos enquanto minha mãe ficava imóvel, com o olhar perdido. Eu não sabia o que fazer depois do que ouvi: se eu saísse agora e a gente matasse ele juntas, quem sabe que consequências a gente ia ter. O velhote se aproximou semidespido da minha mãe e abraçou ela, com as mãos indo direto pra bunda dela, que ele começou a apalpar. Vilmente, ele enfiou a mão por baixo da saia rodada dela pra acariciar a pele da bunda dela. —Fica calma, rabuda, se tratar bem meu pau nunca vai faltar teto, nem comida, nem roupa, pra sua filha também não, hein. Enquanto isso, abre essa boquinha— disse o velho enquanto acariciava o queixo da minha mãe. Ela obedeceu e o homem meteu a língua na boca dela com safadeza, começando uma série interminável de beijos babados, que minha mãe retribuía com dificuldade. O velho aproveitou pra começar a despir ela, desabotoou a blusa e ela, dócil, esticou os braços pra ele tirar. Depois puxou o sutiã dela e, num movimento ágil, ele caiu no chão, liberando os peitos durinhos dela. O velho parou de beijar ela e começou a apalpar: —Mamacita, tem os peitos do jeito que eu gosto, redondinhos, macios e com as auréolas grandes, isso sim é manjar— disse enquanto apertava e amassava as tetas dela com força. Depois começou a chupar e lamber como um possesso, mordiscando os bicos e cuspindo no meio deles, deixou tudo bem besuntado de saliva. Foi aí que ele sentou no nosso sofá. —Poucas velhas têm umas tetas tão bonitas, mas deixa eu ver se você sabe usar, puta— disse o homem enquanto abria as pernas e balançava o pau. Minha mãe entendeu o recado e se ajoelhou no meio delas, com os peitos babados, enrolou o pau e, apertando como um torno, esfregou em volta da vara com frenesi. O homem sorriu satisfeito e levantava o quadril pra aumentar o atrito, o pau deslizava como manteiga entre aqueles dois montes de carne, e quando ela parava, o pau sumia no meio, só a ponta da glande aparecia. Esse velho ainda era um pinto pequeno. —Ahhh, espera aí, vai me fazer gozar sem nem ter te comido. Melhor mostrar essas petecas que você carrega, já faz uns dias aqui e parece que não desfez de toda a bagagem, haha— Minha mãe entendeu a indireta e se levantou, virando de costas. Ela desabotoou a saia e com as duas mãos começou a puxá-la para baixo. —Não, não, não, mas primeiro arqueia bem, minha rainha, mostra essa bunda pra mim feito puta de esquina, haja— ordenou. —M-mas eu não sei de que jeito o senhor quer que...— retrucou minha mãe —Vamos, não se faz de sonsa, empina essa raba pra mim, deixa ela gostosa, toda fêmea sabe fazer isso por instinto, hahaha— declarou. Os olhos da minha mãe se encheram de lágrimas, ela arqueou as costas e deixou a saia cair até os tornozelos, aparecendo uma calcinha branca com estampa de lírios. —Hahaha, que porra é essa de calcinha, mulher? Nem minha avó usava troço tão velho, vou te dar umas que valorizem esses peitões como Deus manda, mas agora deixa eu ver que buraquinhos tem por trás desse pano— minha mãe, tremendo de medo, começou a tirar a calcinha e quando as intimidades dela iam se mostrar pra aquele velho filho da puta, eu não tive coragem de continuar olhando. Desviei o olhar da porta e sentei no chão, encostada na parede atrás da porta, tampei os ouvidos com as palmas das mãos e fechei os olhos. Não sei quanto tempo fiquei assim até os murmúrios pararem. Então espiei e vi minha mãe, completamente nua, indo pro banheiro, provavelmente pra tomar banho, ela tava com as nádegas vermelhas, a virilha brilhando e da buceta dela escorriam restos de algum fluido; o delineador e a pouca maquiagem que ela usava estavam borrados, assim como o cabelo dela. Quando ela entrou no chuveiro, eu ouvi ela soluçar. Fiz barulho com a tranca da porta pra fingir que tinha acabado de chegar e minha mãe gritou assustada, perguntando quem era de dentro do chuveiro, eu disse quem era e senti que ela retomou a compostura como se nada tivesse acontecido, e assim aquele dia passou. No dia seguinte, acordei cedo e mal conseguia olhar nos olhos da minha mãe, eu me sentia impotente, não podia ajudá-la com minhas próprias forças, precisava de apoio, era óbvio que a gente tinha que se livrar daquele velho filho da puta de uma vez por todas, eliminar ele da face da terra. Se eu fosse matar ele, tinha que ser o mais discreta, esperta e sorrateira possível, não podia deixar nenhuma pista, eu tinha que disfarçar como se ele tivesse morrido de velhice, então pensei em envenená-lo, o problema era como administrar o veneno. Falei pra mamãe que ia sair pra ver uma amiga, mas na verdade ia buscar o veneno com um amigo da faculdade que era daqueles dealers típicos, aquele mano conseguia qualquer químico que você pedisse. Enquanto descia as escadas, vi que o Fermín tava dentro do quartinho dele, então tentei não fazer barulho. Nessa hora, alguém bateu na porta da frente, o Fermín saiu pra abrir e eu tive que voltar uns degraus pra não ser vista. Quando ele abriu a porta, do outro lado tinha uma mulher de no máximo 30 anos pedindo licença pra vender produtos da Shelo. Senti um nó na garganta porque imaginei que era a esposa do locatário anônimo do outro dia. O Fermín convidou ela pra entrar e, assim que ela virou as costas, ele olhou pra bunda dela e sorriu igual um sátiro. — A senhora é nova por aqui, né, mocinha? — perguntou ele. — Sim, sim, eu e minha família acabamos de chegar por aqui e, como vê, somos gente honesta, caso o senhor esteja preocupado. — Ah, não, como é que a senhora acha que eu tô com maldade? É que morei aqui a vida inteira e sei reconhecer caras novas. — Ai, desculpa! É que do lugar de onde viemos, a gente sofreu maltrato de gente que nem vale a pena mencionar, acho que ainda tô na defensiva. — Não se preocupe, e falando em Shelo, eu uso um creme pra pele diabética, acho que de caracol ou algo assim, a senhora não tem desse? — Hmm, não sei bem qual o senhor quer, acho que essa marca não tem creme pra diabético. — Ué, que estranho, mas te garanto que tenho ele lá em casa. — Então me mostra, que eu vejo se acho no catálogo. — Claro, vem comigo, por ali a senhora conhece a unidade, temos um apartamento vago, caso se interesse em trazer a família, tão bem baratos. — Ah, é? Me diz mais ou menos a faixa de preço. — Aqui tenho os papéis no meu escritório, sou o dono desse prédio, tô às ordens, mocinha. — Desgraçado tinha convencido ela a acompanhá-lo até o quartinho dele, fiquei com medo que tentasse algo com ela, então me aproximei na surdina quando ele fechou a porta atrás da mulher. Pela janela ouvi eles conversando sobre os benefícios de alugar no prédio, e quase que o velho filho da puta convence ela, a mulher concordou em discutir com o marido e voltou ao assunto do tal creme, aí Fermín parou na porta do quarto e revelou as intenções podres dele: —Olha, gostosa, a verdade é que não uso nada dessas suas tranqueiras, e como você é a nova moradora, tenho que explicar como as coisas funcionam por aqui— disse Fermín mudando o tom de voz de amigável para severo. —O quê? Olha, senhor, não vai falar assim comigo não, me deixa sair ou eu grito, viu, não vou repetir— —Pode gritar à vontade, agora só tem mulher aqui e nenhuma vai te ajudar— —Velho maluco, socorro! Socorro!...— gritou ela até quase perder a voz, ninguém ia ajudar ela, nem eu podia fazer nada. —Já terminou? Vai me deixar falar ou não?— —Não tenho medo de você, não, e não chega perto porque mesmo que me mate, não vou deixar você sair sem um arranhão— —Você é muito faladeira, mulher, dá pra ver que nunca te ensinaram modos. Me escuta direito, isso aqui é território de cartel, só que a gente tá em paz porque eu sou o benfeitor deles. Como sou dono de quase toda a cidade, deixo eles fazerem o serviço deles à vontade e forneço uma boa infraestrutura, em troca eles me protegem e me fazem uns favores— —E eu com isso? O que isso tem a ver comigo?— —Digamos que eu sou tipo o imperador daqui, não sou só dono dos prédios, mas também de toda mulher que põe os pés no meu território. Claro que nem todas servem pra foder, mas as que eu gosto têm que me satisfazer na cama, não podem negar sexo quando eu peço e têm que saber que os corpos delas me pertencem. Essa é minha residência principal por enquanto, já que não cobro aluguel abrindo a carteira dos meus inquilinos Sino abrindo as pernas das minhas inquilinas kkkkk — — O quê?, seu velho tarado, sai de perto de mim, quando meu marido vier me buscar você vai ver — — Você não ouviu o que eu falei?, basta uma ordem simples e meus homens vão dar uma surra daquelas no seu marido, vão deixar ele quase morto, seus dois filhos vão ser recrutados e você de qualquer jeito vou te fazer minha, só que não vai ser na boa — — Não é verdade, não acredito em nada seu velho maluco, já me deixa sair daqui! — — Quer mesmo me testar, putinha? Não tenho problema nenhum em te estuprar aqui mesmo, por mais que você resista, no final uns bons tapas vão te fazer ceder, já tive que fazer isso poucas vezes e não gosto nada, seria melhor pra nós dois se você cooperar sem reclamar tanto. Pode gritar à vontade, mas como eu falei, só tem mulher aqui e todas já sabem seu lugar — — Já falei que não tenho medo seu velho filho da puta!, quero ver você tentar pra ver se é tão machão assim — — Talvez isso te mostre que não estou brincando — disse o velho maliciosamente enquanto tirava de uma gaveta do criado-mudo uma pasta de elástico e um frasco enorme de vidro amarelo transparente. O velho jogou o frasco sem muita força no chão, a mulher se afastou pensando que ele ia jogar nela, e o vidro se estilhaçou no impacto. O conteúdo se espalhou pelo chão, era um líquido transparente que continha dedos, orelhas e até paus cortados. — Meu Deus, o que é isso?! — disse a mulher com cara de pavor. — São os restos dos pobres coitados que quiseram passar dos limites comigo ou que simplesmente não deixaram eu comer as mulheres deles de boa kkkk — — Não!, é mentira seu maluco do caralho, essas coisas são de borracha ou algo assim, são falsas… não sou nenhuma idiota — — Problema seu se não acredita, mas cala a boca que não terminei, putinha, olha só o que tenho aqui — Fermín abriu a pasta e mostrou pra mulher cópias de documentos, acho que consegui ver carteira de motorista, título de eleitor, cartão de banco e até certificado de serviço militar. — Não pode ser… Não… como é que ele conseguiu isso?— imaginei que os documentos fossem cópias dos do marido dela e um arrepio percorreu meu corpo, com que recursos contava aquele velho filho da puta? —Sei tudo sobre o seu Francisco, os horários dele, o endereço, os filhos, o trabalho, blá blá blá. Nada entra ou sai dessa cidade sem que eu seja notificado, ok— —Não… impossível… você não pode fazer isso com a gente, por favor— —Agora vai me implorar? nah, olha, vou ser bem claro: se você não quiser que a gente dê um sumiço em algum dos seus filhos ou no seu maridinho, no seu lugar eu já ia tirando a roupa— consternada, os olhos da mulher ficaram vidrados de lágrimas que começavam a escorrer, e ela se lamentava em voz alta enquanto cobria o rosto com as mãos, a situação a dominava. —Não chora, lindona, presta atenção em mim: sua família vai viver sossegada aqui. Como eu disse, a cidade tá sob a proteção dos meus parceiros, não precisa se preocupar com a insegurança, vou garantir que seu marido nunca fique sem trampo; o mesmo vale pros seus filhos, se precisar de uma ajuda financeira pros estudos ou qualquer outra coisa, é só me avisar. Em troca, você só precisa entregar seu corpo, vou te fazer minha, e você vai ser submissa, prestativa e obediente comigo, ou seja, com seu macho; como toda mulher deveria ser. Você tem sorte de não ter filhas, porque senão teria que entregar elas também, quando estivessem bem crescidas, claro, não sou nenhum pedófilo hahaha— —Você é um monstro, não pode fazer isso com a gente, quem você pensa que é? Não tem medo de Deus? Talvez eu não faça nada, mas um dia você vai receber o que merece, seu velho de merda, todo mundo colhe o que planta e você…— a mulher foi interrompida por um tapa violento que levou na maçã do rosto direita. Com o impacto, ela quase caiu, mas só cambaleou e cobriu o rosto com os dois braços, com medo de outro golpe. —Não gosto de bater nas minhas mulheres, mas você já tava passando dos limites. Até agora fui educado com você, mas tenho que te adestrar como uma puta Cachorra que você é, com mão dura— —Não… espera, por favor… não me machuca, não seja cruel, por favor…— suplicou a mulher com a bochecha vermelha do tapa e com um pedaço do lábio inferior quase estourando. —Então de agora em diante você vai me obedecer sem reclamar e vai me chamar de “amo” sempre com o devido respeito, também, só vai abrir a boca quando eu autorizar; se você se comportar bem, vou te tratar como minha mulher com as deferências que você merece e nunca mais vou te bater, pelo contrário, vou ser carinhoso e até te dar uns agradinhos. Entendeu?— —N… não me faça isso, a… amo, o que vai fazer comigo? eu não quero trair meu marido, eu amo ele e além disso não sou nenhuma puta pra…— Fermín fez um punho com uma mão, a mulher percebeu e calou a boca olhando pro chão. —Olha, não leva outro tapa porque você tá muito folgada, e sobre o resto, tudo a seu tempo, linda, agora quero te ver como Deus te trouxe ao mundo— disse o homem dessa vez com um olhar lascivo, se aproximou da mulher e rodeou a cintura dela com um braço. Com o outro, começou a levantar a blusa de ombros descobertos que ela usava, a mão dele ia direto pra apertar os peitos dela. Levou a boca ao pescoço da mulher e encheu de beijos efusivos no lado direito, chegando a mordiscar com os lábios o lóbulo da orelha. Os olhos da mulher começaram a se encher de lágrimas, mas ela suspirou resignada, fazendo uma careta muito sofrida, e ergueu os braços pra Fermín tirar a blusa. A mulher sabia que, mesmo que todo o seu ser odiasse aquilo, não tinha outra opção naquele momento senão obedecer ao velho, tinha que entregar o corpo, e o pior de tudo; temia receber a pica daquele velhote dentro dela. A expressão de Fermín ficou completamente selvagem, era a de um canalha desumano que até me aterrorizou. Isso aconteceu no instante em que os peitos da mulher balançaram graciosamente quando ele puxou a blusa pra cima. Com um movimento rápido, Fermín rasgou o tecido frágil que unia as taças do sutiã sem alças, o que balançou um pouco o par de seios redondos e bem formados que a mulher tinha, talvez levemente caídos por ter amamentado dois filhos. Fermín tratou eles igual aos da mãe, lambuzando-os completamente de saliva e mordiscando os bicos dos peitos. A mulher só fechava os olhos e reprimia os gemidos. Depois, já sem nenhum pudor, as mãos de Fermín foram direto pra bunda da mulher, enfiou por baixo da calça jeans pra poder apalpar com gosto. —Tira os sapatos e as meias, meu amor; fica tranquila, uma vizinha acabou de passar pano no chão, haha— ordenou Fermín. A mulher, sem dizer uma palavra e com algumas lágrimas escorrendo pelas bochechas, desamarrou os tênis de sola grossa e tirou eles junto com as meias. Depois de descalça, Fermín se agachou de modo que o rosto dele ficou na altura da bunda da mulher. Desabotoou a calça dela e puxou o zíper devagar. Aí, com as duas mãos, começou a baixar a calça, revelando aos poucos uma calcinha brasileira branca que era a única coisa que ainda protegia a nudez total da mulher daquele depravado. Fermín continuou descendo a calça até que a mulher, por conta própria, levantou as pernas pra facilitar o serviço. Já com total liberdade, Fermín apalpava as pernas dela, tocava até a sola dos pés como se um médico examinasse a paciente. Naturalmente, deu mais atenção à bunda, primeiro enchendo as nádegas de beijos e chupões, depois dando umas palmadas leves pra fazer os glúteos balançarem bastante. Mais cedo do que tarde, Fermín segurou o elástico da calcinha com as duas mãos e começou a puxar devagar. Quando o cu da mulher estava quase aparecendo, ela instintivamente apertou as nádegas e moveu o quadril pra frente pra proteger os buracos. —E ainda tá de frescura, porra, já tá toda pelada e mesmo assim tem vergonha de me mostrar seus buracos, não fode, haha. Levanta bem essa bunda e fica quietinha, não quero repetir, hein— A mulher, mais uma vez, fez uma dolorosa gesto de resignação e arqueou um pouco as costas pra colocar a bunda pra cima. Fermín continuou abaixando a calcinha, deixando exposto um cu que parecia estreitíssimo, ligeiramente mais moreno que o resto do corpo, e uma buceta de lábios grossos em formato de tulipa com poucos pelinhos na monte de Vênus. —Mmm, mamita gostosa, olha só que buceta bonita que você tem— dizia Fermín cheio de tesão enquanto acariciava com devoção a buceta e o clitóris, depois cuspiu nos dedos e lambuzou toda a buceta de saliva, deixando até os pelinhos viscosos. —Então olha, minha rainha, hoje vou te estrear só metendo na sua buceta, outro dia você vai me dar uns boquetes e mais tarde vou te furar bem gostoso o cuzinho. Você vai vir aqui bem arrumadinha e perfumada uma vez por mês, vou te avisar a data exata, e se não puder por doença ou besteiras assim, no mês seguinte te fodo em dobro. Não preciso repetir o que vai acontecer se você não aparecer quando eu mandar, né?— —Não, amo, m... mas vai usar camisinha, né?— perguntou a mulher. —hahaha, claro que não, boneca, isso é coisa de viado, te prometo que não peguei nenhuma doença apesar de todos os cuzinhos que já comi, por isso nem chego perto das vadias que com certeza já tão cheias de bichos. Por isso prefiro virgens ou casadas, com elas posso garantir minha saúde haha. E além disso, te lembro que a partir de hoje você é minha nova mulher e como tal vai receber meu leite bem dentro da sua bucetinha, meu amor, considera que é nossa noite de núpcias haha— —N... não, por favor, senhor... digo, amo, se ainda tem um pouco de humanidade em você, imploro que não faça isso comigo. Faço tudo que quiser, menos...— —Shhhhh, para com essas frescuras, cala a boca de uma vez.—O homem se levantou, desamarrou o cordão da calça de moletom e tirou ela rapidamente, na cueca dele tinha uma abertura no meio por onde ele puxou o pau com tudo e os ovos. A mulher olhou praquele pau com desprezo e como se segurasse o enjoo que ele causava. —Olha bem pra ele, minha rainha porque a partir de agora você tem que se dar muito bem com ela, ela se chama a corneadora e te aviso que é bem brincalhona, adora se meter em buracos molhados e quentinhos pra dar cambalhotas neles até esvaziar toda a porra que carrega, me diz, você acha que consegue ajudar ele? — S…Sim — Maravilhoso, não acha ela linda? Acaricia ela sem medo, a corneadora gosta de sentir pele nova — a mulher estava paralisada, Fermín segurou um pulso da mulher e levou a mão dela pro pau dele, em seguida fez o mesmo com a outra e ela, relutante, começou a masturbar ele. Fermín esboçou um sorriso diabólico e lambeu alguns dedos da mão, que levou até a entreperna da mulher começando a esfregar a buceta inteira dela, já que a mulher não estava lubrificando por razões óbvias, Fermín tentava umedecer a ppk dela o melhor que podia, talvez pra que ela não sofresse tanto na penetração, devia ser a pouca humanidade que ainda restava nele. — Mmm, olha o que eu encontrei, corneadora, um buraco lindo, bem macio e com pouco pelo, do tipo que você mais gosta, quer ver se também é bonito por dentro? — dizia Fermín como um maluco enquanto um dos dedos dele já explorava o interior da mulher, que fazia o possível pra segurar seus impulsos violentos. Fermín se moveu pra um canto do quarto onde tirou uma manta que cobria algum tipo de aparelho. — Deita no potro vermelho que você vê ali e abre bem as pernas pra mim — a mulher andou devagar até um potro de amor coberto de veludo vermelho que, pra piorar, tinha umas manchas de porra espalhadas e vai saber que outros fluidos de usos anteriores. Ela se deitou de costas e ficou na posição perfeita pra um papai-e-mamãe, Fermín se aproximou brandindo o pau dele como uma arma e segurou as panturrilhas da mulher, depois puxou ela levemente de modo que da cintura pra baixo ela ficou suspensa fora do potro. Fermín abriu devagar as pernas da mulher, que lutaram um pouco pra ficarem juntas. Ele apontou o pau dele pra buceta besuntada de cuspe da mulher. —Olha só essa corna, que bucetinha bonita você encontrou— dizia o velho nojento enquanto esfregava a glande pra cima e pra baixo. Em seguida, o velho soltou um último cuspe no clitóris que escorreu até molhar a glande que já estava pronta pra começar a enfiada. —Mmmm, parece que você já achou a entrada, vamos ver como ela tá acolhedora— dito isso, Fermín deu a primeira estocada, mas a glande foi rejeitada; só na quarta estocada o esfíncter da mulher cedeu e a glande intrusa desapareceu dentro dela. Apesar de estar sofrendo um completo ultraje, a mulher mantinha o olhar altivo, embora preferisse fechar os olhos. —Ahhh, siiiim, que gostosa, corna, mais uma bucetinha pra você se hospedar, vamos explorar até o fundo— disse Fermín ao empurrar o resto do pau, até que os próprios pelos pubianos dele roçaram nos pelos finos da mulher. Fermín começou então um vai-e-vem devagar, como se estivesse saboreando cada centímetro do interior da mulher. —Ahhh, sim, mamãe gostosa, ahhh— a cara do velho se deformava de êxtase e aos poucos ele foi aumentando o vigor e a velocidade das estocadas, isso balançava o corpo inteiro da mulher, especialmente os peitos, que balançavam sensualmente no ritmo de cada enfiada. A mulher não conseguiu mais se segurar e soltou gemidos baixinhos que ela mesma não sabia se eram de prazer ou sofrimento. Hipnotizado pelos peitos dançantes da mulher, Fermín começou a apertá-los, enquanto ela se esforçava pra sustentar o corpo e não cair do cavalete com a força das estocadas. —Ahhh, não me fode, meu amor, você tem uma bucetinha bem apertada, e olha que você teve seus filhos de parto normal, não vejo nenhuma cicatriz de cesárea na sua barriga. Não tão te dando pica direito ou o quê?— perguntou Fermín, mas a mulher ficou muda. Fermín, com cara de puto, tirou o pau e sentou na outra ponta do cavalete. —Já que você não quer falar, é hora de botar essas cadeironas pra trabalhar, bebê, vem cá— Enfiar você mesma sozinha— a mulher se endireitou e foi até Fermín, montou nele de pernas abertas e, com a dor na alma, apontou a rola para sua buceta já molhada, por onde deslizou agora com muita facilidade; e começou um vai e vem gradual de quadril que encharcava o pau de fluidos vaginais. Fermín sorriu satisfeito e se deliciava apalpando as nádegas e as costas da mulher, cujo rosto agora estava na frente do dele, quis dar um beijo nela, mas a mulher virou o rosto, então Fermín partiu para chupar os peitos dela de novo enquanto o corpo inteiro dela tremia com as sentadas. Vários minutos se passaram até que, numa certa sentada, o pau escorregou para fora da buceta, revelando que já estava encharcado de fluidos, e a vulva da mulher também tinha alargado com a atividade sexual. —Mmmm, corna, que banho gostoso você tomou nessa caverninha, mas já tá com vontade de encher ela de porra, né?— a mulher fez cara de susto ao ouvir isso. —Me faça o favor, senhorita, de ficar de quatro e abrir bem as nádegas— Os dois se levantaram e a mulher se posicionou como Fermín queria, deixando ele com uma vista sublime dos encantos indefesos dela, Fermín deu umas palmadas nela e, ao aproximar o quadril, o pau perfurou aquela buceta escorrendo como se fosse por atração magnética. Esses eram os últimos ataques, pois Fermín concentrou toda a força em investir contra a já maltratada mulher, que balançava inteira cada vez que o púbis do homem batia nas nádegas dela, produzindo um barulho de palmas que deixa as mãos ardendo. O cabelo da mulher já estava bagunçado com as sacudidas violentas, e Fermín segurou uma boa parte dele com um punho para usar como apoio e não diminuir a velocidade da penetração. —Aaahh, puta linda, vou gozar ahhh— Fermín soltou o cabelo dela, e a mulher ficou de cabeça baixa, sabendo o que a esperava, mas levou um baita susto quando sentiu o pau sair de dentro dela e, ao levantar a cabeça, já o tinha Enfrente. Fermín apertava a uretra para adiar a ejaculação e, assim que viu a mulher abrir um pouco a boca pra falar alguma coisa, deixou escapar vários jatos de sêmen que banharam o rosto e o cabelo da mulher surpresa, que, mesmo se apressando pra fechar os olhos e os lábios, provavelmente não conseguiu evitar que entrasse alguma gota de porra. —Hahaha, você devia ter visto a sua cara, não sou tão desumano a ponto de te engravidar, pelo menos não por enquanto, gostosa, embora eu adorasse que você passasse esse corpaço pra alguma das minhas futuras filhas, haha— disse o homem com malícia. A mulher tossia e se contorcia enquanto limpava o sêmen com os antebraços e com o que tivesse por perto. —Bem feito, gostosa, você deixou a corna encantada com sua buraquinha, mas ainda tem dois buracos que ela quer provar, haha, isso fica pra outra ocasião mais propícia. Já pode ir se quiser, mas antes de se vestir, deixa sua calcinha na mesa e escreve seu nome no quadro da parede— De fato, havia um quadro branco desses de caneta. —E depois disso já posso ir?— perguntou a mulher. —Sim, ah, e não tenta ir pra polícia ou espalhar o que rola aqui fora da cidade, porque aí sim você vai me conhecer puto da vida e até você vai ficar em pedacinhos.— A mulher ficou paralisada por um momento e depois se apressou pra se vestir sem calcinha e escrever "Teresa" com uma caneta vermelha. Enquanto isso, eu estava tão absorto olhando pra eles que não reparei nos pequenos sons de passos de alguém descendo as escadas, até que vi uma sombra se aproximando, então rapidamente me escondi agachada ao lado da escada, não era difícil me ver ali, mas não tinha outra opção. A figura de uma mulher vestida só com sandálias e um roupão de banho descia as escadas, carregando uma bandeja com tampa de alumínio como se fosse garçonete; passou na minha frente sem me notar e bateu na porta do quartinho. Fermín abriu. —Yolanda, querida, entra, quero que conheça nossa recém-chegada Teresa, tenho certeza de que vão se dar bem— Então Era a Yolanda, a vizinha, e isso parecia piorar. Ela entrou e Fermín fechou a porta. Não ousei fazer o menor movimento; em poucos minutos, Teresa saiu batendo a porta, andando depressa e visivelmente perturbada. Dessa vez, quis dar uma última olhada pela janela. Espiei às escondidas e vi Fermín e Yolanda se beijando de língua com gosto; ele abriu o roupão e foi tirando devagar, enquanto Yolanda correspondia aos beijos sem reclamar. Quando o roupão caiu no chão, a nudez de Yolanda era total. — O que você trouxe pra eu comer hoje, meu amor? — disse Fermín num tom meloso. — Preparei um bife à milanesa com salada e o chipotle que o senhor gosta — respondeu Yolanda num tom afável. — Nossa, você sabe mesmo me fazer sorrir, mas de sobremesa eu queria comer dois pãezinhos bem recheados, o que você acha? — disse Fermín enquanto apalpava as nádegas dela. Depois, Yolanda, toda nua, arrumou a mesa pra Fermín comer e sentou do lado dele como se fosse uma empregada. Eu já não aguentava mais ver aquilo; aquele velho filho da puta tinha que morrer. Saí do prédio na surdina e fui pro encontro com meu amigo no parque onde a gente se conheceu há muitos anos. E repito: assim que eu conseguir o veneno, a questão vai ser como fazer ele tomar.
— —Já te falei que conheci vários coitados que foram corneados, mas uns quatro anos atrás vinha uma senhora com a filha dela vender verduras, a garota era muito linda e educada, não tinha nada daquela putaria que já se nota em algumas de cara. Pois é, o maldito do Fermín deu em cima dela em poucos dias e um dia que fui nos armazéns encontrei os dois, o filho da puta tinha ela pelada e inclinada sobre uns caixotes enquanto metia por trás. A pobre menina tinha os olhos cheios de lágrimas e o velho tapava a boca dela pra não gritar enquanto lambia a orelha dela. Na hora pensei em matar aquele filho da puta, mas me caguei de medo porque sabia que os patrões dele matariam eu e minha família inteira. Saí de lá e, embora elas continuassem vendendo por umas semanas, o ânimo da garota estava terrível, ela implorava pra mãe delas irem embora daqui e de um dia pro outro nunca mais vi elas. Teve outra vez que fui abastecer o colégio da minha filha com mantimentos e enquanto descarregava as coisas do caminhão com os rapazes, deu vontade de mijar. No caminho pro banheiro, ouço uns gemidos e uns gritos abafados, o som me levou a uma sala fechada onde estava uma das professoras de pernas abertas em cima da mesa e no meio delas o Fermín enfiando a vara na buceta dela. Era uma professora nova, recém-contratada, ele tinha rasgado as roupas dela e ela lutava pra se soltar daquele velho filho da puta, de novo não pude fazer nada, nem eu nem minha família viveremos em paz com esse filho da puta vivo— —Que besta, caralho, mas como pode esse filho da puta ainda estar vivo, um dia ele vai ter o que merece e nada de papinho de inferno, ele vai receber o castigo em vida, disso tenho certeza. Mas olha, valeu por me avisar, compadre, vou cuidar da minha esposa, sorte que só tive filho homem com ela, senão agora eu estaria louco— —Fala sério, qualquer coisa tô por aqui, maninho, a gente se ajuda— Eu tava Atônita com o que ouvia, pensando onde a gente tinha se metido e com quem, a gente precisava sair dali logo. Eu tinha que encontrar minha mãe rápido e contar tudo que escutei, agora entendia por que as mulheres eram tão permissivas com aquele velho filho da puta, ele era um criminoso e um estuprador. Voltei na hora pro prédio, atenta pra ver se via o Fermín e evitar ele a todo custo. Não vi ele no quartinho dele e fui ligeira até meu apartamento. Abri a porta e, pra minha má sorte, não encontrava ela em lugar nenhum. Já muito desesperada, liguei pra ela, mas não atendia. Fui pro quarto dela procurar alguma pista sobre onde ela estava, deixei a porta entreaberta e tava procurando alguma anotação na agenda dela quando ouço abrirem a porta. Achei que era ela, então tava quase abrindo a porta quando escutei que ela não vinha sozinha: —Que bonito você arrumou seu apê, rabuda, mas a única coisa que me importa é ver qual cama a gente vai usar, chegou a hora de dar seu sinal do aluguel, haha— —Sim, eu sei, seu moço, mas olha, eu insisto: se o senhor esperar, posso dar 8 mil reais por este mês, a gente só vai ficar um mês aqui, por favor, pense bem— disse minha mãe com voz baixinha. —Shhh, não quero ouvir mais enrolação, já te falei que dinheiro não me interessa e você sabia no que ia se meter desde que aceitou se mudar pra cá, todas as suas vizinhas pagam o aluguel do mesmo jeito, não fica se sentindo mal, hahaha— —Po… pelo amor de Deus, seu moço, vê a situação que eu tava, não tinha outra opção, eu sei que a gente pode negociar de outro jeito— —Se quer negociar, não tem que me convencer, tem que convencer ele— disse o velho enquanto abaixava as calças, liberando o pênis enrugado e nojento dele, que começou a balançar vulgarmente. O homem tirou as calças e os sapatos enquanto minha mãe ficava imóvel, com o olhar perdido. Eu não sabia o que fazer depois do que ouvi: se eu saísse agora e a gente matasse ele juntas, quem sabe que consequências a gente ia ter. O velhote se aproximou semidespido da minha mãe e abraçou ela, com as mãos indo direto pra bunda dela, que ele começou a apalpar. Vilmente, ele enfiou a mão por baixo da saia rodada dela pra acariciar a pele da bunda dela. —Fica calma, rabuda, se tratar bem meu pau nunca vai faltar teto, nem comida, nem roupa, pra sua filha também não, hein. Enquanto isso, abre essa boquinha— disse o velho enquanto acariciava o queixo da minha mãe. Ela obedeceu e o homem meteu a língua na boca dela com safadeza, começando uma série interminável de beijos babados, que minha mãe retribuía com dificuldade. O velho aproveitou pra começar a despir ela, desabotoou a blusa e ela, dócil, esticou os braços pra ele tirar. Depois puxou o sutiã dela e, num movimento ágil, ele caiu no chão, liberando os peitos durinhos dela. O velho parou de beijar ela e começou a apalpar: —Mamacita, tem os peitos do jeito que eu gosto, redondinhos, macios e com as auréolas grandes, isso sim é manjar— disse enquanto apertava e amassava as tetas dela com força. Depois começou a chupar e lamber como um possesso, mordiscando os bicos e cuspindo no meio deles, deixou tudo bem besuntado de saliva. Foi aí que ele sentou no nosso sofá. —Poucas velhas têm umas tetas tão bonitas, mas deixa eu ver se você sabe usar, puta— disse o homem enquanto abria as pernas e balançava o pau. Minha mãe entendeu o recado e se ajoelhou no meio delas, com os peitos babados, enrolou o pau e, apertando como um torno, esfregou em volta da vara com frenesi. O homem sorriu satisfeito e levantava o quadril pra aumentar o atrito, o pau deslizava como manteiga entre aqueles dois montes de carne, e quando ela parava, o pau sumia no meio, só a ponta da glande aparecia. Esse velho ainda era um pinto pequeno. —Ahhh, espera aí, vai me fazer gozar sem nem ter te comido. Melhor mostrar essas petecas que você carrega, já faz uns dias aqui e parece que não desfez de toda a bagagem, haha— Minha mãe entendeu a indireta e se levantou, virando de costas. Ela desabotoou a saia e com as duas mãos começou a puxá-la para baixo. —Não, não, não, mas primeiro arqueia bem, minha rainha, mostra essa bunda pra mim feito puta de esquina, haja— ordenou. —M-mas eu não sei de que jeito o senhor quer que...— retrucou minha mãe —Vamos, não se faz de sonsa, empina essa raba pra mim, deixa ela gostosa, toda fêmea sabe fazer isso por instinto, hahaha— declarou. Os olhos da minha mãe se encheram de lágrimas, ela arqueou as costas e deixou a saia cair até os tornozelos, aparecendo uma calcinha branca com estampa de lírios. —Hahaha, que porra é essa de calcinha, mulher? Nem minha avó usava troço tão velho, vou te dar umas que valorizem esses peitões como Deus manda, mas agora deixa eu ver que buraquinhos tem por trás desse pano— minha mãe, tremendo de medo, começou a tirar a calcinha e quando as intimidades dela iam se mostrar pra aquele velho filho da puta, eu não tive coragem de continuar olhando. Desviei o olhar da porta e sentei no chão, encostada na parede atrás da porta, tampei os ouvidos com as palmas das mãos e fechei os olhos. Não sei quanto tempo fiquei assim até os murmúrios pararem. Então espiei e vi minha mãe, completamente nua, indo pro banheiro, provavelmente pra tomar banho, ela tava com as nádegas vermelhas, a virilha brilhando e da buceta dela escorriam restos de algum fluido; o delineador e a pouca maquiagem que ela usava estavam borrados, assim como o cabelo dela. Quando ela entrou no chuveiro, eu ouvi ela soluçar. Fiz barulho com a tranca da porta pra fingir que tinha acabado de chegar e minha mãe gritou assustada, perguntando quem era de dentro do chuveiro, eu disse quem era e senti que ela retomou a compostura como se nada tivesse acontecido, e assim aquele dia passou. No dia seguinte, acordei cedo e mal conseguia olhar nos olhos da minha mãe, eu me sentia impotente, não podia ajudá-la com minhas próprias forças, precisava de apoio, era óbvio que a gente tinha que se livrar daquele velho filho da puta de uma vez por todas, eliminar ele da face da terra. Se eu fosse matar ele, tinha que ser o mais discreta, esperta e sorrateira possível, não podia deixar nenhuma pista, eu tinha que disfarçar como se ele tivesse morrido de velhice, então pensei em envenená-lo, o problema era como administrar o veneno. Falei pra mamãe que ia sair pra ver uma amiga, mas na verdade ia buscar o veneno com um amigo da faculdade que era daqueles dealers típicos, aquele mano conseguia qualquer químico que você pedisse. Enquanto descia as escadas, vi que o Fermín tava dentro do quartinho dele, então tentei não fazer barulho. Nessa hora, alguém bateu na porta da frente, o Fermín saiu pra abrir e eu tive que voltar uns degraus pra não ser vista. Quando ele abriu a porta, do outro lado tinha uma mulher de no máximo 30 anos pedindo licença pra vender produtos da Shelo. Senti um nó na garganta porque imaginei que era a esposa do locatário anônimo do outro dia. O Fermín convidou ela pra entrar e, assim que ela virou as costas, ele olhou pra bunda dela e sorriu igual um sátiro. — A senhora é nova por aqui, né, mocinha? — perguntou ele. — Sim, sim, eu e minha família acabamos de chegar por aqui e, como vê, somos gente honesta, caso o senhor esteja preocupado. — Ah, não, como é que a senhora acha que eu tô com maldade? É que morei aqui a vida inteira e sei reconhecer caras novas. — Ai, desculpa! É que do lugar de onde viemos, a gente sofreu maltrato de gente que nem vale a pena mencionar, acho que ainda tô na defensiva. — Não se preocupe, e falando em Shelo, eu uso um creme pra pele diabética, acho que de caracol ou algo assim, a senhora não tem desse? — Hmm, não sei bem qual o senhor quer, acho que essa marca não tem creme pra diabético. — Ué, que estranho, mas te garanto que tenho ele lá em casa. — Então me mostra, que eu vejo se acho no catálogo. — Claro, vem comigo, por ali a senhora conhece a unidade, temos um apartamento vago, caso se interesse em trazer a família, tão bem baratos. — Ah, é? Me diz mais ou menos a faixa de preço. — Aqui tenho os papéis no meu escritório, sou o dono desse prédio, tô às ordens, mocinha. — Desgraçado tinha convencido ela a acompanhá-lo até o quartinho dele, fiquei com medo que tentasse algo com ela, então me aproximei na surdina quando ele fechou a porta atrás da mulher. Pela janela ouvi eles conversando sobre os benefícios de alugar no prédio, e quase que o velho filho da puta convence ela, a mulher concordou em discutir com o marido e voltou ao assunto do tal creme, aí Fermín parou na porta do quarto e revelou as intenções podres dele: —Olha, gostosa, a verdade é que não uso nada dessas suas tranqueiras, e como você é a nova moradora, tenho que explicar como as coisas funcionam por aqui— disse Fermín mudando o tom de voz de amigável para severo. —O quê? Olha, senhor, não vai falar assim comigo não, me deixa sair ou eu grito, viu, não vou repetir— —Pode gritar à vontade, agora só tem mulher aqui e nenhuma vai te ajudar— —Velho maluco, socorro! Socorro!...— gritou ela até quase perder a voz, ninguém ia ajudar ela, nem eu podia fazer nada. —Já terminou? Vai me deixar falar ou não?— —Não tenho medo de você, não, e não chega perto porque mesmo que me mate, não vou deixar você sair sem um arranhão— —Você é muito faladeira, mulher, dá pra ver que nunca te ensinaram modos. Me escuta direito, isso aqui é território de cartel, só que a gente tá em paz porque eu sou o benfeitor deles. Como sou dono de quase toda a cidade, deixo eles fazerem o serviço deles à vontade e forneço uma boa infraestrutura, em troca eles me protegem e me fazem uns favores— —E eu com isso? O que isso tem a ver comigo?— —Digamos que eu sou tipo o imperador daqui, não sou só dono dos prédios, mas também de toda mulher que põe os pés no meu território. Claro que nem todas servem pra foder, mas as que eu gosto têm que me satisfazer na cama, não podem negar sexo quando eu peço e têm que saber que os corpos delas me pertencem. Essa é minha residência principal por enquanto, já que não cobro aluguel abrindo a carteira dos meus inquilinos Sino abrindo as pernas das minhas inquilinas kkkkk — — O quê?, seu velho tarado, sai de perto de mim, quando meu marido vier me buscar você vai ver — — Você não ouviu o que eu falei?, basta uma ordem simples e meus homens vão dar uma surra daquelas no seu marido, vão deixar ele quase morto, seus dois filhos vão ser recrutados e você de qualquer jeito vou te fazer minha, só que não vai ser na boa — — Não é verdade, não acredito em nada seu velho maluco, já me deixa sair daqui! — — Quer mesmo me testar, putinha? Não tenho problema nenhum em te estuprar aqui mesmo, por mais que você resista, no final uns bons tapas vão te fazer ceder, já tive que fazer isso poucas vezes e não gosto nada, seria melhor pra nós dois se você cooperar sem reclamar tanto. Pode gritar à vontade, mas como eu falei, só tem mulher aqui e todas já sabem seu lugar — — Já falei que não tenho medo seu velho filho da puta!, quero ver você tentar pra ver se é tão machão assim — — Talvez isso te mostre que não estou brincando — disse o velho maliciosamente enquanto tirava de uma gaveta do criado-mudo uma pasta de elástico e um frasco enorme de vidro amarelo transparente. O velho jogou o frasco sem muita força no chão, a mulher se afastou pensando que ele ia jogar nela, e o vidro se estilhaçou no impacto. O conteúdo se espalhou pelo chão, era um líquido transparente que continha dedos, orelhas e até paus cortados. — Meu Deus, o que é isso?! — disse a mulher com cara de pavor. — São os restos dos pobres coitados que quiseram passar dos limites comigo ou que simplesmente não deixaram eu comer as mulheres deles de boa kkkk — — Não!, é mentira seu maluco do caralho, essas coisas são de borracha ou algo assim, são falsas… não sou nenhuma idiota — — Problema seu se não acredita, mas cala a boca que não terminei, putinha, olha só o que tenho aqui — Fermín abriu a pasta e mostrou pra mulher cópias de documentos, acho que consegui ver carteira de motorista, título de eleitor, cartão de banco e até certificado de serviço militar. — Não pode ser… Não… como é que ele conseguiu isso?— imaginei que os documentos fossem cópias dos do marido dela e um arrepio percorreu meu corpo, com que recursos contava aquele velho filho da puta? —Sei tudo sobre o seu Francisco, os horários dele, o endereço, os filhos, o trabalho, blá blá blá. Nada entra ou sai dessa cidade sem que eu seja notificado, ok— —Não… impossível… você não pode fazer isso com a gente, por favor— —Agora vai me implorar? nah, olha, vou ser bem claro: se você não quiser que a gente dê um sumiço em algum dos seus filhos ou no seu maridinho, no seu lugar eu já ia tirando a roupa— consternada, os olhos da mulher ficaram vidrados de lágrimas que começavam a escorrer, e ela se lamentava em voz alta enquanto cobria o rosto com as mãos, a situação a dominava. —Não chora, lindona, presta atenção em mim: sua família vai viver sossegada aqui. Como eu disse, a cidade tá sob a proteção dos meus parceiros, não precisa se preocupar com a insegurança, vou garantir que seu marido nunca fique sem trampo; o mesmo vale pros seus filhos, se precisar de uma ajuda financeira pros estudos ou qualquer outra coisa, é só me avisar. Em troca, você só precisa entregar seu corpo, vou te fazer minha, e você vai ser submissa, prestativa e obediente comigo, ou seja, com seu macho; como toda mulher deveria ser. Você tem sorte de não ter filhas, porque senão teria que entregar elas também, quando estivessem bem crescidas, claro, não sou nenhum pedófilo hahaha— —Você é um monstro, não pode fazer isso com a gente, quem você pensa que é? Não tem medo de Deus? Talvez eu não faça nada, mas um dia você vai receber o que merece, seu velho de merda, todo mundo colhe o que planta e você…— a mulher foi interrompida por um tapa violento que levou na maçã do rosto direita. Com o impacto, ela quase caiu, mas só cambaleou e cobriu o rosto com os dois braços, com medo de outro golpe. —Não gosto de bater nas minhas mulheres, mas você já tava passando dos limites. Até agora fui educado com você, mas tenho que te adestrar como uma puta Cachorra que você é, com mão dura— —Não… espera, por favor… não me machuca, não seja cruel, por favor…— suplicou a mulher com a bochecha vermelha do tapa e com um pedaço do lábio inferior quase estourando. —Então de agora em diante você vai me obedecer sem reclamar e vai me chamar de “amo” sempre com o devido respeito, também, só vai abrir a boca quando eu autorizar; se você se comportar bem, vou te tratar como minha mulher com as deferências que você merece e nunca mais vou te bater, pelo contrário, vou ser carinhoso e até te dar uns agradinhos. Entendeu?— —N… não me faça isso, a… amo, o que vai fazer comigo? eu não quero trair meu marido, eu amo ele e além disso não sou nenhuma puta pra…— Fermín fez um punho com uma mão, a mulher percebeu e calou a boca olhando pro chão. —Olha, não leva outro tapa porque você tá muito folgada, e sobre o resto, tudo a seu tempo, linda, agora quero te ver como Deus te trouxe ao mundo— disse o homem dessa vez com um olhar lascivo, se aproximou da mulher e rodeou a cintura dela com um braço. Com o outro, começou a levantar a blusa de ombros descobertos que ela usava, a mão dele ia direto pra apertar os peitos dela. Levou a boca ao pescoço da mulher e encheu de beijos efusivos no lado direito, chegando a mordiscar com os lábios o lóbulo da orelha. Os olhos da mulher começaram a se encher de lágrimas, mas ela suspirou resignada, fazendo uma careta muito sofrida, e ergueu os braços pra Fermín tirar a blusa. A mulher sabia que, mesmo que todo o seu ser odiasse aquilo, não tinha outra opção naquele momento senão obedecer ao velho, tinha que entregar o corpo, e o pior de tudo; temia receber a pica daquele velhote dentro dela. A expressão de Fermín ficou completamente selvagem, era a de um canalha desumano que até me aterrorizou. Isso aconteceu no instante em que os peitos da mulher balançaram graciosamente quando ele puxou a blusa pra cima. Com um movimento rápido, Fermín rasgou o tecido frágil que unia as taças do sutiã sem alças, o que balançou um pouco o par de seios redondos e bem formados que a mulher tinha, talvez levemente caídos por ter amamentado dois filhos. Fermín tratou eles igual aos da mãe, lambuzando-os completamente de saliva e mordiscando os bicos dos peitos. A mulher só fechava os olhos e reprimia os gemidos. Depois, já sem nenhum pudor, as mãos de Fermín foram direto pra bunda da mulher, enfiou por baixo da calça jeans pra poder apalpar com gosto. —Tira os sapatos e as meias, meu amor; fica tranquila, uma vizinha acabou de passar pano no chão, haha— ordenou Fermín. A mulher, sem dizer uma palavra e com algumas lágrimas escorrendo pelas bochechas, desamarrou os tênis de sola grossa e tirou eles junto com as meias. Depois de descalça, Fermín se agachou de modo que o rosto dele ficou na altura da bunda da mulher. Desabotoou a calça dela e puxou o zíper devagar. Aí, com as duas mãos, começou a baixar a calça, revelando aos poucos uma calcinha brasileira branca que era a única coisa que ainda protegia a nudez total da mulher daquele depravado. Fermín continuou descendo a calça até que a mulher, por conta própria, levantou as pernas pra facilitar o serviço. Já com total liberdade, Fermín apalpava as pernas dela, tocava até a sola dos pés como se um médico examinasse a paciente. Naturalmente, deu mais atenção à bunda, primeiro enchendo as nádegas de beijos e chupões, depois dando umas palmadas leves pra fazer os glúteos balançarem bastante. Mais cedo do que tarde, Fermín segurou o elástico da calcinha com as duas mãos e começou a puxar devagar. Quando o cu da mulher estava quase aparecendo, ela instintivamente apertou as nádegas e moveu o quadril pra frente pra proteger os buracos. —E ainda tá de frescura, porra, já tá toda pelada e mesmo assim tem vergonha de me mostrar seus buracos, não fode, haha. Levanta bem essa bunda e fica quietinha, não quero repetir, hein— A mulher, mais uma vez, fez uma dolorosa gesto de resignação e arqueou um pouco as costas pra colocar a bunda pra cima. Fermín continuou abaixando a calcinha, deixando exposto um cu que parecia estreitíssimo, ligeiramente mais moreno que o resto do corpo, e uma buceta de lábios grossos em formato de tulipa com poucos pelinhos na monte de Vênus. —Mmm, mamita gostosa, olha só que buceta bonita que você tem— dizia Fermín cheio de tesão enquanto acariciava com devoção a buceta e o clitóris, depois cuspiu nos dedos e lambuzou toda a buceta de saliva, deixando até os pelinhos viscosos. —Então olha, minha rainha, hoje vou te estrear só metendo na sua buceta, outro dia você vai me dar uns boquetes e mais tarde vou te furar bem gostoso o cuzinho. Você vai vir aqui bem arrumadinha e perfumada uma vez por mês, vou te avisar a data exata, e se não puder por doença ou besteiras assim, no mês seguinte te fodo em dobro. Não preciso repetir o que vai acontecer se você não aparecer quando eu mandar, né?— —Não, amo, m... mas vai usar camisinha, né?— perguntou a mulher. —hahaha, claro que não, boneca, isso é coisa de viado, te prometo que não peguei nenhuma doença apesar de todos os cuzinhos que já comi, por isso nem chego perto das vadias que com certeza já tão cheias de bichos. Por isso prefiro virgens ou casadas, com elas posso garantir minha saúde haha. E além disso, te lembro que a partir de hoje você é minha nova mulher e como tal vai receber meu leite bem dentro da sua bucetinha, meu amor, considera que é nossa noite de núpcias haha— —N... não, por favor, senhor... digo, amo, se ainda tem um pouco de humanidade em você, imploro que não faça isso comigo. Faço tudo que quiser, menos...— —Shhhhh, para com essas frescuras, cala a boca de uma vez.—O homem se levantou, desamarrou o cordão da calça de moletom e tirou ela rapidamente, na cueca dele tinha uma abertura no meio por onde ele puxou o pau com tudo e os ovos. A mulher olhou praquele pau com desprezo e como se segurasse o enjoo que ele causava. —Olha bem pra ele, minha rainha porque a partir de agora você tem que se dar muito bem com ela, ela se chama a corneadora e te aviso que é bem brincalhona, adora se meter em buracos molhados e quentinhos pra dar cambalhotas neles até esvaziar toda a porra que carrega, me diz, você acha que consegue ajudar ele? — S…Sim — Maravilhoso, não acha ela linda? Acaricia ela sem medo, a corneadora gosta de sentir pele nova — a mulher estava paralisada, Fermín segurou um pulso da mulher e levou a mão dela pro pau dele, em seguida fez o mesmo com a outra e ela, relutante, começou a masturbar ele. Fermín esboçou um sorriso diabólico e lambeu alguns dedos da mão, que levou até a entreperna da mulher começando a esfregar a buceta inteira dela, já que a mulher não estava lubrificando por razões óbvias, Fermín tentava umedecer a ppk dela o melhor que podia, talvez pra que ela não sofresse tanto na penetração, devia ser a pouca humanidade que ainda restava nele. — Mmm, olha o que eu encontrei, corneadora, um buraco lindo, bem macio e com pouco pelo, do tipo que você mais gosta, quer ver se também é bonito por dentro? — dizia Fermín como um maluco enquanto um dos dedos dele já explorava o interior da mulher, que fazia o possível pra segurar seus impulsos violentos. Fermín se moveu pra um canto do quarto onde tirou uma manta que cobria algum tipo de aparelho. — Deita no potro vermelho que você vê ali e abre bem as pernas pra mim — a mulher andou devagar até um potro de amor coberto de veludo vermelho que, pra piorar, tinha umas manchas de porra espalhadas e vai saber que outros fluidos de usos anteriores. Ela se deitou de costas e ficou na posição perfeita pra um papai-e-mamãe, Fermín se aproximou brandindo o pau dele como uma arma e segurou as panturrilhas da mulher, depois puxou ela levemente de modo que da cintura pra baixo ela ficou suspensa fora do potro. Fermín abriu devagar as pernas da mulher, que lutaram um pouco pra ficarem juntas. Ele apontou o pau dele pra buceta besuntada de cuspe da mulher. —Olha só essa corna, que bucetinha bonita você encontrou— dizia o velho nojento enquanto esfregava a glande pra cima e pra baixo. Em seguida, o velho soltou um último cuspe no clitóris que escorreu até molhar a glande que já estava pronta pra começar a enfiada. —Mmmm, parece que você já achou a entrada, vamos ver como ela tá acolhedora— dito isso, Fermín deu a primeira estocada, mas a glande foi rejeitada; só na quarta estocada o esfíncter da mulher cedeu e a glande intrusa desapareceu dentro dela. Apesar de estar sofrendo um completo ultraje, a mulher mantinha o olhar altivo, embora preferisse fechar os olhos. —Ahhh, siiiim, que gostosa, corna, mais uma bucetinha pra você se hospedar, vamos explorar até o fundo— disse Fermín ao empurrar o resto do pau, até que os próprios pelos pubianos dele roçaram nos pelos finos da mulher. Fermín começou então um vai-e-vem devagar, como se estivesse saboreando cada centímetro do interior da mulher. —Ahhh, sim, mamãe gostosa, ahhh— a cara do velho se deformava de êxtase e aos poucos ele foi aumentando o vigor e a velocidade das estocadas, isso balançava o corpo inteiro da mulher, especialmente os peitos, que balançavam sensualmente no ritmo de cada enfiada. A mulher não conseguiu mais se segurar e soltou gemidos baixinhos que ela mesma não sabia se eram de prazer ou sofrimento. Hipnotizado pelos peitos dançantes da mulher, Fermín começou a apertá-los, enquanto ela se esforçava pra sustentar o corpo e não cair do cavalete com a força das estocadas. —Ahhh, não me fode, meu amor, você tem uma bucetinha bem apertada, e olha que você teve seus filhos de parto normal, não vejo nenhuma cicatriz de cesárea na sua barriga. Não tão te dando pica direito ou o quê?— perguntou Fermín, mas a mulher ficou muda. Fermín, com cara de puto, tirou o pau e sentou na outra ponta do cavalete. —Já que você não quer falar, é hora de botar essas cadeironas pra trabalhar, bebê, vem cá— Enfiar você mesma sozinha— a mulher se endireitou e foi até Fermín, montou nele de pernas abertas e, com a dor na alma, apontou a rola para sua buceta já molhada, por onde deslizou agora com muita facilidade; e começou um vai e vem gradual de quadril que encharcava o pau de fluidos vaginais. Fermín sorriu satisfeito e se deliciava apalpando as nádegas e as costas da mulher, cujo rosto agora estava na frente do dele, quis dar um beijo nela, mas a mulher virou o rosto, então Fermín partiu para chupar os peitos dela de novo enquanto o corpo inteiro dela tremia com as sentadas. Vários minutos se passaram até que, numa certa sentada, o pau escorregou para fora da buceta, revelando que já estava encharcado de fluidos, e a vulva da mulher também tinha alargado com a atividade sexual. —Mmmm, corna, que banho gostoso você tomou nessa caverninha, mas já tá com vontade de encher ela de porra, né?— a mulher fez cara de susto ao ouvir isso. —Me faça o favor, senhorita, de ficar de quatro e abrir bem as nádegas— Os dois se levantaram e a mulher se posicionou como Fermín queria, deixando ele com uma vista sublime dos encantos indefesos dela, Fermín deu umas palmadas nela e, ao aproximar o quadril, o pau perfurou aquela buceta escorrendo como se fosse por atração magnética. Esses eram os últimos ataques, pois Fermín concentrou toda a força em investir contra a já maltratada mulher, que balançava inteira cada vez que o púbis do homem batia nas nádegas dela, produzindo um barulho de palmas que deixa as mãos ardendo. O cabelo da mulher já estava bagunçado com as sacudidas violentas, e Fermín segurou uma boa parte dele com um punho para usar como apoio e não diminuir a velocidade da penetração. —Aaahh, puta linda, vou gozar ahhh— Fermín soltou o cabelo dela, e a mulher ficou de cabeça baixa, sabendo o que a esperava, mas levou um baita susto quando sentiu o pau sair de dentro dela e, ao levantar a cabeça, já o tinha Enfrente. Fermín apertava a uretra para adiar a ejaculação e, assim que viu a mulher abrir um pouco a boca pra falar alguma coisa, deixou escapar vários jatos de sêmen que banharam o rosto e o cabelo da mulher surpresa, que, mesmo se apressando pra fechar os olhos e os lábios, provavelmente não conseguiu evitar que entrasse alguma gota de porra. —Hahaha, você devia ter visto a sua cara, não sou tão desumano a ponto de te engravidar, pelo menos não por enquanto, gostosa, embora eu adorasse que você passasse esse corpaço pra alguma das minhas futuras filhas, haha— disse o homem com malícia. A mulher tossia e se contorcia enquanto limpava o sêmen com os antebraços e com o que tivesse por perto. —Bem feito, gostosa, você deixou a corna encantada com sua buraquinha, mas ainda tem dois buracos que ela quer provar, haha, isso fica pra outra ocasião mais propícia. Já pode ir se quiser, mas antes de se vestir, deixa sua calcinha na mesa e escreve seu nome no quadro da parede— De fato, havia um quadro branco desses de caneta. —E depois disso já posso ir?— perguntou a mulher. —Sim, ah, e não tenta ir pra polícia ou espalhar o que rola aqui fora da cidade, porque aí sim você vai me conhecer puto da vida e até você vai ficar em pedacinhos.— A mulher ficou paralisada por um momento e depois se apressou pra se vestir sem calcinha e escrever "Teresa" com uma caneta vermelha. Enquanto isso, eu estava tão absorto olhando pra eles que não reparei nos pequenos sons de passos de alguém descendo as escadas, até que vi uma sombra se aproximando, então rapidamente me escondi agachada ao lado da escada, não era difícil me ver ali, mas não tinha outra opção. A figura de uma mulher vestida só com sandálias e um roupão de banho descia as escadas, carregando uma bandeja com tampa de alumínio como se fosse garçonete; passou na minha frente sem me notar e bateu na porta do quartinho. Fermín abriu. —Yolanda, querida, entra, quero que conheça nossa recém-chegada Teresa, tenho certeza de que vão se dar bem— Então Era a Yolanda, a vizinha, e isso parecia piorar. Ela entrou e Fermín fechou a porta. Não ousei fazer o menor movimento; em poucos minutos, Teresa saiu batendo a porta, andando depressa e visivelmente perturbada. Dessa vez, quis dar uma última olhada pela janela. Espiei às escondidas e vi Fermín e Yolanda se beijando de língua com gosto; ele abriu o roupão e foi tirando devagar, enquanto Yolanda correspondia aos beijos sem reclamar. Quando o roupão caiu no chão, a nudez de Yolanda era total. — O que você trouxe pra eu comer hoje, meu amor? — disse Fermín num tom meloso. — Preparei um bife à milanesa com salada e o chipotle que o senhor gosta — respondeu Yolanda num tom afável. — Nossa, você sabe mesmo me fazer sorrir, mas de sobremesa eu queria comer dois pãezinhos bem recheados, o que você acha? — disse Fermín enquanto apalpava as nádegas dela. Depois, Yolanda, toda nua, arrumou a mesa pra Fermín comer e sentou do lado dele como se fosse uma empregada. Eu já não aguentava mais ver aquilo; aquele velho filho da puta tinha que morrer. Saí do prédio na surdina e fui pro encontro com meu amigo no parque onde a gente se conheceu há muitos anos. E repito: assim que eu conseguir o veneno, a questão vai ser como fazer ele tomar.
0 comentários - Fermín, o caseiro tarado