Mary continuava visitando Roy, e Timmy continuava assistindo aos vídeos. O véu caiu, e Roy, casualmente, continuava mencionando Timmy e mostrava abertamente novos ângulos de filmagem, como boquetes e papai-e-mamãe, mostrando pra Mary que ele realmente estava gravando. Não havia mais segredo algum. Não teve drama. Todo mundo sabia que, todo sábado, Mary vinha pra ser comida por Roy, e ele filmava tudo pro Timmy ver em casa... Uma relação disfuncional entre mãe e filho, no mínimo, eles se deixaram levar pelos acontecimentos. Mas, na nona semana, as coisas iam mudar de novo. Quando a mãe do Timmy chegou em casa, juntou as mãos e caminhou devagar até ele, como se fosse dizer algo importante. —"Querido? Tenho uma pergunta pra te fazer..." — disse com uma expressão estranha e preocupante. —"Sim…? O que é?" Timmy olhou pra ela. —"Olha... Roy vai ter visitas na casa dele semana que vem. Então... Não vamos poder fazer nosso encontro na casa dele... Ele me perguntou se tudo bem a gente fazer nosso encontro... Bom, aqui. Em casa... - Você topa isso?" Timmy ficou paralisado, os olhos arregalados, as mãos tremendo... "Vocês dois... Vão fazer aqui?" —"Sim..." Timmy sentiu algo estranho se formando dentro dele... Ver Roy e a mãe juntos... Pessoalmente? Cara a cara? Não por vídeo? O lado racional dele se quebrou, ele voltou à realidade e confirmou que isso não é normal... Você não deveria QUERER ver isso. Mas nesse ponto já tava gravado em pedra, que Timmy tinha curiosidade de observar a mãe dele... A mente dele disparou e o estômago embrulhou só de pensar em testemunhar isso ao vivo... —"Hum... Claro, tudo bem..." Timmy assentiu, sem responder com confiança. Só queria quebrar o silêncio constrangedor. —"Ah-ah, bom, obrigada, querido." Disse Mary com um sorriso. —"N-Não tem problema, mãe." Ele sentiu como se tivesse tomado a decisão mais terrível... Mas uma que não conseguiu evitar por alguma razão estranha. paralisante. —"Sabe, se algum dia você começar a se sentir desconfortável com isso, pode me falar". Mary falou timidamente do canto. —"Tá bom. Valeu, mãe". —"... Boa noite, querido. Bons sonhos". —"Boa noite, mãe". As palavras da mãe não o acalmaram. Só fizeram ele se sentir ainda pior, e ainda mais culpado. Tudo até o próximo sábado parecia um borrão. Tudo o que Timmy conseguia pensar estava coberto por imagens da bunda gorda da mãe sendo bombada e respingada de porra. Um nó quente e agitado se apertava mais nas entranhas dele a cada dia. E naquele sábado fatídico, Timmy e Mary estavam no sofá quando bateram na porta. Tanto Mary quanto Timmy se viraram para olhar sem dizer nada... Mary se levantou, foi devagar e abriu a porta para revelar ninguém menos que Roy. O próprio filho da puta. A pele escura dele contrastando com a luz forte do dia atrás fazia ele parecer uma sombra escura alta e imponente, da perspectiva do Timmy. E era exatamente isso que Timmy via de qualquer jeito. Um monstro. Ele esboçou um sorriso malicioso, olhando pra Mary, depois pro Timmy e de novo pra Mary. Estendendo a mão por trás dela, agarrou e apertou um pouco da bunda gorda de Mary, dando uma palmadinha depois. —"Mmm." Mary gemeu baixinho, mas não se afastou. Ela só sorriu com hesitação e se afastou pra deixar ele entrar. — E aí, Timmy? — disse Roy enquanto dava uma olhada na casa. O mundo não podia ficar mais quieto depois que Roy entrou. A presença dele na casa de Mary e Timmy mudou tudo. Chegando perto do sofá, ele olhou direto pra Timmy com um sorriso. "Sai daí, vou sentar". A atitude casual de Roy deixou tudo ainda mais constrangedor. Timmy se levantou sem jeito e saiu do caminho, sem tentar fazer contato visual. Nesse último segundo, a ansiedade dele atingiu o pico, todas as vozes na cabeça dele gritando pra ele vazar daqui, e que isso era uma má ideia! "... Na verdade, ia pro meu quarto de qualquer jeito". —"Quê? Não, não, relaxa. Fica e curte com a gente, Tim. É sua casa, né?" —"... T-Tá... Beleza..." Timmy gaguejou e congelou, enquanto se sentava devagar de novo na frente do sofá. Ele odiava ouvir o Roy, nem conseguia processar direito por causa do medo paralisante que tava sentindo. —"Valeu por me chamar. Acho que vai ser divertido". —disse Timmy, olhando pra mãe enquanto dava uma espiada de lado pro Roy—. Mary olhou pro Timmy com uma hesitação leve... Sabia que naquele momento o Timmy tava gostando de olhar, mas o lado racional dela também apareceu, trazendo a razão de volta. —"Querido... Tem certeza que quer ficar? Não vai pro seu quarto?" —falou, quase esperando que o Timmy caísse na real e fosse embora... Mas, ai! —"... N-Não. Tô de boa". —disse Timmy baixinho—. Mary suspirou. Não tinha mais desculpa nem argumento pra adiar o inevitável. Andou sem jeito de um lado pro outro, olhando pro chão entre o Timmy e o Roy, até que finalmente começou a tirar devagar a gola alta. A blusa não saía fácil, grudava no peito da Mary como se fosse pra sempre enquanto levantava os peitos enormes dela. Conforme ela se aproximava, os olhos do Roy e do Timmy grudaram nela. E quando soltou, as tetas da Mary caíram com o peso do mundo. Dois montes macios, gigantes, cor de leite, maiores que a cabeça dela. Só com a saia longa, pantufas e sutiã, Mary respirou fundo e levou a mão pra trás pra soltar o fecho devagar. Linda e imponente, os peitos perfeitamente maduros e levemente caídos dela caíram livres. Roy tava com um olhar de satisfação e admiração, e o Timmy simplesmente congelou. Não acreditava que tava realmente vendo as tetas da mãe! O sutiã caiu e os enormes globos pálidos balançaram no lugar. Os mamilos escuros dela estavam durinhos e empinados. Timmy sentiu o pau Heslava o sangue, já que a mente dele tava nublada com a ideia de que isso era real... Que o corpo nu da mãe dele tava na frente dele... —"Sua mãe tem umas tetas muito boas, Timmy. Porra!" Roy soltou uma risadinha. Timmy não sabia o que fazer de si mesmo. Continuava olhando fixo e não conseguia se mexer... Tava de boca aberta e olhos bem arregalados. Mary sorriu envergonhada, enquanto colocava as mãos sobre os peitos. Tentou disfarçar um pouco. —"Ah- Ahh, si-sim." Timmy gaguejou, incapaz de tirar os olhos dela. —Quer me ver chupar essas tetas? —perguntou Roy com um sorriso, olhando pra Timmy. —Uh... —a mente de Timmy tava indecisa—. Não sabia se devia aceitar ou não. Não tava pensando, só tava balançando a cabeça. "Sim.." —"Hhn, mm, hnnn." Mary gemeu baixinho, enquanto as mãos dela eram empurradas, e Roy agarrou um dos peitos dela. A língua dele percorreu o mamilo enquanto sugava de leve. Os lábios grandes de Roy se fecharam e envolveram o mamilo de Mary. —"Ahhh~" Ela gemeu e os joelhos dela fraquejaram. Timmy observou aquilo, e sentiu a garganta seca. Queria falar e mandar eles pararem. Isso não tava certo! Não devia estar acontecendo! Mas as palavras não saíam... Ele queria isso... Roy moveu a mão e amassou o peito dela, e a boca dele se abriu, pegando um pedaço maior da teta dela dentro da boca. —"Aaahhhh, oh, hnnn!" Mary gemeu, enquanto os dedos dela apertavam a cabeça dele. A respiração de Timmy ficou mais pesada e as mãos dele tremeram... Mary olhou pra baixo e viu o próprio filho vendo ela ser chupada... A humilhação e a vergonha encheram a mente dela. O rosto dela tava vermelho e ela queria se cobrir, mas não ousava. Os sons de sucção ficaram mais altos. E os gemidos de Mary viraram lamentos. A outra mão de Roy desceu e começou a puxar a saia longa de Mary. —"Vamos, deixa eu ver essa bunda." O coração de Mary deu um pulo. Ela sabia que ia rolar, os instintos dela mandavam resistir, mas ela não fez! Sua cintura se inclinou pra baixo pra esmagar a bunda gordinha dela, mostrando a bochecha pálida se mexendo de leve. —"Caralhooooo!" Roy falou, puxando a saia ainda mais pra baixo, e um pouco da bunda pálida, macia e grossa dela ficou exposta. Ele tirou o peito da boca dela, notando a calcinha de renda preta que Mary tava usando! —"Você veio preparada, hein?" —"S-Sim..." —"Olha essa porra, mano. Sua mãe tem uma calcinha sexy, fica bem gostosa nessa merda! Não é?" Timmy concordou com a cabeça, os olhos fixos na pequena parte da bunda da mãe que tava aparecendo. Ele tava com o rosto vermelho. Roy levantou o olhar e sorriu, as mãos dele foram pra parte de baixo das nádegas dela e apertaram. —"Porra, essa buceta é uma delícia". —"Ahh, espera". —Mary exclamou. Roy ignorou ela, mantendo os olhos em Timmy. —"Timmy, quantas vezes você ficou maluco vendo eu comer ela?" O coração de Timmy deu um pulo com a pergunta. "H-Hã..." Mary ficou vermelha e olhou pro filho com uma cara de pena. Ela não tinha nada pra dizer, nem motivo pra falar. Todo mundo sabia o que tava rolando, que mais tinha pra falar? —"Ah, cara, não acredito que a gente tá fazendo isso". Roy caiu na risada. "Como você tá se sentindo?" —"Eu-... Hmm..." Timmy levantou o olhar. Ele nem conseguia descrever a confusão de sentimentos que tava passando por ele. —"... Ele tá nervoso, querido. Devíamos ir com calma". Mary, com o rosto vermelho, falou timidamente pras mãos de Roy que tavam apalpando a bunda dela. —"Não, não é só isso... Você parece animado demais... Talvez você queira sentir sua mãe?" Timmy congelou de medo. O corpo inteiro dele ficou duro e o coração disparou. Os olhos dele se arregalaram, enquanto o cérebro tentava processar o que ele tinha acabado de ouvir. —"Já chega, querido..." Ela respondeu um pouco mais alto. Ela não ia deixar ele zoar mais o filho dela. Queria ter a sensibilidade pra parar tudo aquilo de vez... Mas ela precisava disso. Ela e todos os outros sabiam. Roy agarrou a cintura dela com as duas mãos e rapidamente puxou toda a saia dela de uma vez. O baque suave do tecido batendo no chão era tudo que se ouvia, já que os dois estavam atordoados em silêncio. A bunda enorme, pálida e voluptuosa dela estava nua e exposta, e só a calcinha preta de renda estava no caminho. As coxas dela com uma leve celulite, as bochechas pálidas e a bunda gorda, macia e rechonchuda estavam à mostra, enquanto Roy a segurava pelos quadris e afundava os dedos na carne flácida. —"Mmm!" Mary gemeu baixinho, e a mão dela tapou a boca, os peitões balançando como pêndulos. Timmy não acreditava no que via. A bunda gorda da mãe dele estava bem na cara dele. A calcinha dela estava apertada, e as bochechas da bunda praticamente transbordavam pelos lados. —"A bunda da sua mãe é enorme pra caralho, mano. Vai, bruh, você nunca viu o povo olhando pra bunda da sua mãe? Nunca imaginou um estranho querendo comer sua mãe?" Timmy não respondeu... —"Isso aqui é enorme, Timmy. Olha. Pega." Timmy ficou paralisado no começo, sentiu o calor crescendo dentro dele. Depois de ver todos aqueles vídeos... Depois de prestar tanta atenção nas bochechas macias e ondulantes da bunda da mãe dele... Agora ele tinha a chance de ver de perto. Ele se levantou devagar do assento, as mãos tremendo enquanto estendia os braços. Ele tinha medo de fazer isso. Quanto mais perto chegava, mais as mãos tremiam. Mas quando as mãos finalmente tocaram, uma sensação quente tomou conta do corpo dele. As pontas dos dedos roçaram levemente a bunda dela, e o calor era intenso. Ele sentiu a carne macia e gordurosa sob as pontas dos dedos. Devagar, pouco a pouco e com cuidado, ele colocou as mãos completamente sobre as bochechas. Eram macias e pesadas. —"oh~" Mary gemeu. Os olhos de Timmy se arregalaram com o som, quando ele percebeu que a tinha feito gemer... Roy sorriu. — O que você acha? Timmy ficou em silêncio, o coração acelerado. — "Sua mãe tem a melhor bunda, né? Olha pra ela. Olha como ela é gorda". Roy rápido e bruscamente afastou a mão esquerda de Timmy para acompanhar seu discurso com um belo tapa na bunda dela, o que fez Mary se contorcer um pouco, soltando um gritinho gostoso. Timmy ficou paralisado, olhando a gordura ondulante da bunda dela em câmera lenta... Não conseguia pensar em nada pra dizer, só ficou ali, com a mão na bunda dela. — "... Agora me olha, porra". Roy arrancou a fantasia e o prazer das mãos de Tim, enquanto puxava Mary pela cintura, pra ficar de pé ao lado de Roy na posição.
—"O-oh!~" Ela ofegou e gemeu, enquanto a calcinha dela era puxada pro lado, e a piroca preta e grossa do Roy aparecia! Era tão comprida e larga quanto nos vídeos, mas de alguma forma parecia mais assustadora agora que ele via pessoalmente. Timmy ficou de boca aberta, já que a fantasia tinha sido arrancada e substituída pela realidade. A realidade de que uma piroca preta enorme estava prestes a destruir a sua... antes inocente, sagrada e preciosa mãe... A cabeça da piroca do Roy roçou na buceta da mãe dele. Era uma visão que ele nunca esqueceria, enquanto as pernas dela tremiam e a cabeça dela caía pra trás. —"Aaaai!~ Ai, meu Deus!~" Ela gemeu e grunhiu enquanto descia devagar na piroca. Esticou ela, e os sons molhados da buceta apertada ecoaram no quarto. "Ahh! Aaaahhhh!~" Timmy mal conseguia ouvir a voz da mãe, tudo que ele escutava eram os barulhos lascivos saindo da buceta dela. O coração dele disparou, e a mente ficou em branco, os olhos fixos na bunda dela, e a imagem da buceta da mãe dele aguentando uma piroca era algo que ele nunca pensou que veria de frente. As pernas da Mary tremeram e ela gritou com uma mistura de dor e prazer, enquanto as entranhas dela se esticavam pra acomodar a piroca gigante dentro dela. Timmy não conseguia desviar o olhar da cena, mas o corpo dele não ficava parado, enquanto ele se sentava de novo, a ereção dele era óbvia e pulsante. Roy agarrou ela pelas ancas largas e empurrou devagar pra baixo até que as 9 polegadas dele estavam enfiadas dentro dela. Os dedos do pé da Mary se curvaram e o corpo inteiro dela tremia. Ela tinha lágrimas nos olhos enquanto se segurava atrás do Roy e olhava pra ele. "Ai, Deus, ai, meu Deus, sim, sim, sim, sim!~ Roy sorriu. – Chega mais, Timmy. Olha como eu tô comendo ela". Timmy não acreditava no que tava ouvindo, mas se viu balançando a cabeça e se inclinando pra frente pra olhar. Os lábios grossos da buceta dela estavam abertos, e a buceta rosada, molhada e apertada da mãe dele se agarrava à impressionante circunferência venosa de Roy. —"Ahhh, oh, ahh, ahh, oh, ahhhh~" Mary gemia e chorava, e a buceta dela se esticava e se enchia até a borda, a cada segundo que passava. Roy sorriu e segurou firme nos quadris largos dela. Começou a levantá-la e empurrá-la, deixando o pau dele sair e mergulhar de novo lá dentro. —"Fala. Fala pelo Timmy. Você adora pica preta, né? Fala". Mary olhou devagar por cima do ombro, em meio a todo aquele sobe e desce. Olhou para o Timmy, o próprio filho dela, com uma expressão de pena, chorosa, envergonhada e cheia de tesão. —"Q-Querido, eu,-E-Emmh!" Roy deu um tapa na bunda dela, fazendo o rabo tremer. "Vai, fala!" —"... Ahh! T-Timmy, querido, eu- Ooohh!~ eu-eu, -amo- Ahhhh, oohh, ahh, ahhh!~" —"Você gosta de quê? Você ama essa pica preta grande? Hein? Hein?!" —"Oooohhh, Sim!~ Eu amo o seu, grande, preto - Ahhh!~" O sangue de Timmy ferveu. O estômago dele revirou. —"Timmy, você tem que ser homem, mano. Olha como um homem de verdade trata uma mulher". De repente, Roy envolveu a cintura de Mary com os braços, puxando ela para baixo, apoiando ela no peito dele. A bunda dela ficou encostada na pélvis dele, levemente suspensa no ar, enquanto Roy empurrava e metia pra cima repetidamente naquele rabão enorme que se mexia!
—"Ahhh! Ahhh!~ Ai, meu Deus! Ai, meu Deus!" Essa nova posição era tão cruel, tão rápida, tão boa, que derreteu completamente a mente da Mary. Ela soltou o prazer bem alto enquanto o ponto G dela era destruído numa velocidade recorde! —"Aahh! Oohh, ah, ahhh, ahhhh, ahh, aahhh, o-oooohhh!~" Os olhos da Mary reviraram enquanto a língua babava e a mente dela ficava tomada pelo puro e desenfreado prazer! —"Vagabunda, fala pro seu filho! Fala pro seu filho olhar como um homem de verdade faz!" Mary mal conseguia ouvir as palavras. A mente dela estava nublada e nebulosa, mas o instinto respondeu. "Timmy, é-é assim que um h-homem de verdade faz, o-ooohhh!~" Timmy observou, sem palavras e chocado, enquanto a bunda gorda da mãe dele quicava e balançava a cada estocada poderosa. Era quase hipnótico. —"Assim que um homem faz o quê?! Assim que um homem faz o quê?!" Ele latiu enquanto começava a açoitar a bunda dela sem piedade por cima dos gemidos guturais profundos! —"Aahhh!~ Ah, ahh, a-aahh, é assim que um h-homem de verdade faz, caralho!~" As mãos do Roy seguravam firme a cintura dela enquanto os quadris dele subiam, o pau entrando e saindo da buceta molhada dela, os sons molhados ecoando no quarto, enquanto a bunda da Mary batia forte contra a pélvis dele — CLAP-CLAP-CLAP-CLAP-CLAP! —"Isso, ai meu Deus! Olha como um homem de verdade faz, T-Timmy, amor! oh~ Ai, meu Deus!" Timmy ficou pasmo com o quanto a buceta da mãe dele estava apertada. Nunca tinha visto ou ouvido algo assim antes. Foi uma experiência surreal, ver um pau grosso entrando e saindo da buceta dela numa velocidade tão assustadora, e ouvir os sons obscenos que vinham junto. Aquilo quase parecia perigoso. O pau estranhamente enorme dele mergulhava dentro e fora tão rápido, abusando do buraco apertado dela de um jeito tão brutal que Timmy quase jurou que aquilo podia deixar algum dano duradouro! —"Tá vendo como eu como ela, Tim? Hã?" Roy zoou com um respiração profundamente ofegante, combinando com a performance de maratona olímpica que ele tava fazendo na buceta da mãe do Timmy. —"S-Sim..." —"Tá vendo como eu destruo ela?! O-Olha pra ela. Olha a bunda dela. Ela ama isso." —"Mãe..." —"Diz pra ele como usa essa pica! Cê gosta de ver como tão fodendo a sua mamãe? Cê gosta de ver a bunda suculenta dela quicando e se mexendo?" —"S-Sim..." Mary ofegava e gemia, com a cabeça jogada pra trás bem ao lado da cabeça do Roy. Os olhos dela estavam revirados e a boca aberta. Ela não conseguia controlar a língua pra fora nem a baba escorrendo. Os peitões enormes dela balançavam violentamente no ritmo do resto do corpo, mesmo quando ficavam no lugar, apertados contra o peito do Roy. A mente dela tava numa neblina. Tudo era tão avassalador. A única coisa em que ela conseguia pensar era no prazer da pica preta gigante que tava arrasando a buceta dela. Ela tava por cima, mas era ela que tava sendo fodida como uma puta. A buceta dela tava se despedaçando. Era uma bagunça completa e absoluta. —"Fala pra ele, Timmy! Ela vai te ouvir!" Timmy não fazia ideia do porquê, mas as palavras saíram sem ele pensar. "Eu gosto de ver você foder, mãe." —"Fala que cê gosta de ver ela rebolar a bunda!" —"Eu gosto de ver sua bunda quicando..." —"Fala que cê quer ver ela montando em mim!" —"M-Mãe... Eu quero a pica preta dela." Mary mal conseguia entender o que o filho tava dizendo. A mente dela tava nublada e a buceta dela tava sendo estuprada além de tudo que ela já tinha experimentado até agora. A pica dele se movia tão forte a cada estocada que quase começou a parecer falsa! Tipo um filme de CGI! —"Porraaaaaaaaa! Porra, porra, porra, porra, ahhhhhh meu DEUS!~" —"O-Olha, Timmy! Olha como eu to fodendo ela! A puta já não consegue mais falar!" Roy se gabou orgulhoso de como ele ia arrancar o vocabulário do cérebro da Mary. Ele fodeu a mãe do Timmy tão forte que ela começou a virar uma casca vazia. Um organismo que só responde com grunhidos e gemidos da forma mais primitiva de estímulos: a pica do Roy. Era o oxigênio dela, a água, o sangue.
Timmy ficou chocado e em silêncio diante da visão perturbadora... A mãe dele estava praticamente morta para ele. —"Vamos! Chora pela mamãe! Vai em frente!" — Roy zoou Timmy, enquanto continuava metendo no cu da mãe dele. —"Nn- Não-... P-Para, chega..." — Timmy disse com a voz trêmula. Não aguentava mais ver aquilo. —"Você não quer que a mamãe volte ao normal? Acha que ela vai ser a mesma de antes? Vamos, fala!" Timmy olhou, sem palavras. Só saíam gemidos e gemidos da boca dela. O cérebro da mãe dele estava fritando na frente dos olhos dele... Roy tinha razão. Na real, ele queria a mãe dele de volta. O cérebro tarado dele clareou e ele voltou à realidade, percebendo que SIM, ele queria que as coisas voltassem a ser como antes. Ele queria a mãe preciosa e inocente dele de volta! Queria que Roy nunca tivesse entrado na vida deles! Isso não é bom, isso é passar dos limites! —"Fala com ela ou sua mãe não vai te responder, mano!" — Roy gritou mais alto enquanto enfiava a buceta dela com a mesma violência do grito, tentando abafar a voz do Tim com o som rápido das estocadas fortes. —"M-Mãe! P-Por favor... M-MÃE! P-Para! Chega!" Mas ela nunca respondeu. Mal dava pra ouvir o Timmy por cima do som das palmadas no cu da mãe dele. —"Fala, putinha! Não tô te ouvindo! Vamos, seja homem!" —"M-Mãe! Mãe, pelo amor de Deus, para, para! N-não!" Timmy se aproximou, caiu de joelhos, vendo o cu destruído da mãe dele a centímetros do rosto. Timmy estava implorando e chorando agora. Mas os sons ficaram mais altos e violentos. —"Mãe! Mãe, por favor! PELO AMOR DE DEUS! Sou eu, Timmy! Mãe!" Timmy ouvia o próprio coração batendo nos ouvidos. Era ensurdecedor e o mundo ao redor estava embaçado. Ele sentiu as lágrimas escorrendo pelo rosto. —"Mãe! Não, por favor! Eu imploro! Não me abandona!" Mas foi em vão... Os gritos do Timmy caíram em ouvidos surdos. Surdos. Roy caiu na gargalhada. —"Ela não consegue ouvir! Você chegou tarde demais, ela já era! Sua mãe agora é uma puta idiota pro meu pau, não tem volta! Não tem como consertar essa merda!" —"Mamãe, por favor! Eu te amo! P-Por favor!" E naquele exato momento, Mary finalmente soltou palavras vagamente familiares: "M-Meu, pequenininho~" A voz de Mary saía quebrada e rouca. —"Que porra foi essa? Enfia meu pau nessa sua bunda gorda, puta idiota!" Os quadris de Roy balançavam selvagemente pra cima, enquanto Mary era empurrada pra baixo, a cara e os peitos esmagados contra o sofá. A bunda dela ficava no ar enquanto levava porrada e tapa. —"M-Mamãe! Por favor, para!" O coração de Timmy disparou ao testemunhar a profanação brutal da própria mãe. —"Já te falei, sua mãe não existe mais! Ela não vai voltar. Ela é uma puta idiota pro meu pau agora. Não tem como salvar ela!" Timmy cobriu os olhos, o corpo todo tremendo... Será que era verdade? Ela não tava só cansada ou confusa? Por favor, não... —"Olha, e escuta bem. Puta, o que você ama mais? Seu filho ou meu pau? Fala!" Os olhos de Mary reviraram. Não acreditava que tava sendo perguntada aquilo, mas a mente dela já tinha sido frita e religada numa puta pra um pau preto gigante, não tinha volta... Ela já tinha admitido pro filho que amava esse pau. E tava muito perto de gozar. Muito perto... —"Seu pau Rooooy… Ahhh, aahh, oohh, ooohhh, oh, ahh, aaaahhh!~" Roy sorriu, olhando pro Timmy com um sorriso de vitória. "Tá vendo? Sua mãe já não liga mais pra você! Hahaha!" As lágrimas de Timmy continuavam escorrendo pelo rosto. Ele tava destruído e arrasado, mas o pau dele tava duro que nem pedra e a ponta vazava líquido pré-gozo. Roy não parava de dar tapas na bunda de Mary. Ela já nem parecia mais a mãe do Timmy. Era só um monte de carne grande, gigante, avermelhada, pra foder e estuprar sem parar. Um teste pra ver o quão brutalmente forte dá pra foder alguma coisa. Timmy não Não conseguia se mexer. Seu corpo tremia e seu coração acelerava. Não podia fazer nada além de ficar parado vendo a bunda da mãe dele quicar e balançar. —"Vadia, sabe quem é o Timmy? Quem é, vadia?" Maria mal estava lúcida. Os olhos revirados e a língua babando. "A-Ahhh, oh, a-ahhhh, oh~" —"Fala, porra!" —"Eu-eu, ahhh, n-não, eu- eu não- oh, mmmmhhhh… não sei~" Os olhos de Timmy se arregalaram e sua mandíbula caiu. A verdade foi revelada, ela tinha se perdido. Sua mãe não estava mais ali, só uma casca vazia. Ela realmente tinha virado a puta do Roy. Timmy não podia fazer nada além de olhar e chorar. Timmy não conseguiu fazer nada além de ver o que era essencialmente o cadáver da mãe dele sendo fodido. Aquela mulher grande, peituda e voluptuosa feita de carne, estava sendo esticada e abusada. Uma bunda enorme e gorda sendo destruída e fudida de um jeito cruel e desumano. Roy usou a respiração ofegante para rir do choro de Timmy. —"Vadia, diz pra esse moleque que você é louca por mim." Mary mal conseguia formar uma frase, a língua babando e a voz trêmula. —"OHHHH MEU DEUS!~ Ah, ahh, a-ahh, v-você… T-Timmy... Timmy! Q-Querido, me desculpa, eu- me desculpa, mas ele… Mmmmm~" O cérebro de Mary ainda reconhecia o filho o suficiente pra dar essa mensagem final. Timmy tremeu ao ouvir o que seriam essencialmente as últimas palavras da mãe dele. —"O quê, vadia?!" —"O Roy vai cruzar comigo! Ahhh!~" —"Cê tá pronto pra isso, Timmy?" Timmy observou com espanto e horror enquanto Roy agarrava as nádegas dela com força, como se estivesse tentando seriamente rasgá-las, e as abria bem. Ele começou a empurrar mais forte e mais rápido, e a buceta dela se apertou com força. —"Aaaaah, Timmy ficou de boca aberta e os olhos arregalados, sem palavras. Ele a observou com espanto, e então, com uma estocada final, Roy estremeceu e grunhiu com maldade, e Mary soltou um gemido profundo. Timmy nunca ouviu a mãe falar num tom diferente. Era como se até as cordas vocais dela mudassem. —"AaaaAhnnn..." —"Oooooohhh, ahhh, ahhhh, oh, oooh, h-hhhh." Mary ficou completamente imóvel contra o ombro de Roy, os peitos dela pressionando contra o peito dele, as pernas ainda abertas. Os dois deixaram os peitos subirem e descerem em sincronia, enquanto recuperavam o fôlego. Timmy podia sentir o pau dele pulsando e escorrendo, e o nó no estômago dele estava queimando. Não podia ser pior que isso... Será que podia? Ele mal conseguia respirar naquele momento. Se sentia quase tão entorpecido e morto quanto a mãe naquela hora. Roy sorriu e tirou o pau de debaixo dela, deixando-a de lado, levantando-se e apontando o pau para o rosto de Mary. O pau dele ainda estava duro, brilhante e reluzente por baixo da camada cremosa e suja da buceta de Mary. —"Chupa, puta. Limpa isso." Mary estava pálida, com os olhos fechados e o corpo imóvel. Mas os instintos dela a forçaram, já que a mão dela se estendeu e agarrou o pau grosso. Os lábios lindos e macios que ela tinha usado para beijar a bochecha do Timmy tantas vezes, agora se abriram e se envolveram em volta da ponta do pau enorme do assediador dela, enquanto chupava devagar a cabeça. —"Nem terminei ainda, ainda vou sujar sua cara, puta." Mary respirava pelo nariz e tinha a boca ocupada. Os olhos dela continuavam fechados, enquanto movia a cabeça devagar pra frente e pra trás, a boca e a língua esfregando e lambendo o pau grande, comprido e preto. —"Puta, olha aqui. Olha pra mim." Os olhos de Mary se abriram fracamente pra olhar com luxúria pro Roy, com a boca ainda em volta do eixo gigante dele. —"Fala pra ele. Fala que você ama esse pau preto." Mary olhou pro Timmy e os olhos dela se arregalaram. Ela se afastou do pau e tapou a boca com as mãos. Timmy sentiu algo estranho borbulhando dentro dele. Não disse nada e não sabia o que fazer. —"Puta, fala. Fala que você ama esse pau." —"... Timmy, querido... Eu Verdade, adoro o pauzão preto dele." — "Agora diz pra ele que vou gozar na sua cara." — "... T-Timmy, querido, o Roy vai... gozar na minha cara..." — "Vadia, não fica de frescura, todo mundo sabe que você é uma gostosa. Fica de joelhos agora." Mary se ajoelhou devagar. Olhou pro filho com uma expressão dolorida, os olhos foram se fechando aos poucos e a boca ficou aberta, os peitões enormes balançando e os bicos durinhos, o rosto todo corado. O coração de Timmy disparou e ele não conseguiu evitar de esfregar a ereção dura e pulsante. Roy segurou o queixo dela e inclinou a cabeça pra cima, enquanto acariciava o pau e apontava direto pra cara dela. — "Olha isso, Timmy. Você vai me ver gozar por toda a carinha bonita da sua mãe." Os olhos de Mary estavam fechados e a boca ainda aberta. Timmy não conseguia desviar o olhar daquela cena. Tão chocado e horrorizado, o cérebro dele entrou em modo de controle de danos. Ele compensou a visão horrível tentando se lembrar de todas as boas memórias. Todas as imagens lindas da mãe dele. Ela vestindo a blusa branca de botão, o cardigã soltinho e a calça jeans justa, sorrindo de braços abertos pra dar um abraço, buscando ele nos primeiros dias de escola. O cabelo ondulado balançando ao vento como uma atriz de Hollywood arrumada. — "Oi, meu amor! Teve um bom dia na escola? Fez amigos novos? Vem cá ~" Ela se vestiu como a princesa linda do videogame favorito dele, quando ele pediu pra ela combinar com a fantasia dele num Halloween. As luvas brancas até o cotovelo, segurando a mão dele com carinho, andando pela rua à noite pra pedir doces. — "Vamos passar na casa do Jason aqui! Sei que ele tem barras de chocolate tamanho família! Esse vai ser o nosso melhor butim até agora!~" ... Nunca mais. Agora, ela estava nua, de joelhos, de boca aberta pro valentão dele. Suada por inteiro, com vários fios de cabelo grudados no rosto por causa do suor. Então, com uns Gemidos finais, Roy grunhiu e soltou o que parecia uma carga interminável no rosto de Mary. Seus jatos quentes de porra caindo por toda parte. Ela tinha a boca cheia, o esperma escorrendo da testa, até o nariz e os olhos, o que fazia ela dar uma leve careta de dor e relaxamento. Jato após jato, Timmy observava cada respingo de torta de porra leitosa e esbranquiçada colorindo o rosto vermelho e corado da mãe dele, como uma pintura delicada. Ali estava a mãe de Timmy, com a cara coberta de porra. Os olhos dela continuavam fechados e a boca aberta, enquanto o esperma escorria lentamente dos lábios dela e sobre os peitos enormes, macios, carnudos e voluptuosos dela. —"Porra, essa é uma imagem bem foda. Agora, olha pro teu filho". Mary virou a cabeça devagar e olhou pra Timmy. Ele estava de olhos bem abertos e boca escancarada. —"Dá tchau pro teu filho, puta. A gente vai embora, acho que vou dividir ela com uns amigos meus". Ele ficou quieto com uma risadinha maldosa. —"...-Tchau, querido..." Timmy ficou sentado, catatônico, enquanto Mary se equilibrava pra levantar o corpanzil gordo dela, e Roy escoltou ela até a porta da frente. Ela nem se deu ao trabalho de se vestir ou se limpar; Mary seguiria as instruções do Roy à risca, completamente hipnotizada que nem um zumbi. Nunca aquela mulher se veria saindo na rua pelada, e ainda por cima suja. Se Mary soubesse que isso ia acontecer com ela desde o começo, ela teria ficado petrificada. Mas ali estava ela, não era mais a mesma mulher de antes. Com a mente quebrada, ela não tava nem aí pra mostrar o corpo nu coberto de porra suja pro mundo. O moleque só conseguia olhar, enquanto Roy fechava a porta devagar atrás deles. E a última imagem que Timmy veria da mãe dele pessoalmente, seria a bunda gorda dela, vermelha e machucada, escorrendo uma quantidade enorme de porra que saía da buceta carnuda e judiada dela, já que ela nem se deu ao trabalho de olhar pro filho pela última vez. Vez... (BATENDO A PORTA) Timmy encarou a porta fechada pelo que pareceu uma eternidade. O silêncio da casa era ensurdecedor. Acabou. O mundo de Timmy desabou. A mãe dele tinha ido embora pra sempre. Semanas depois, Mary ainda não tinha voltado pra casa. Timmy tropeçava pela casa que nem um idiota, esperando a mãe voltar. E, no entanto, ela nunca voltaria. Timmy sabia disso no fundo. Mas era um sonho bonitinho... Ela também não respondia às mensagens de texto dele. Timmy tentou ligar pro trabalho dela, e até os colegas não sabiam nada sobre ela... Ela realmente se transformou numa pessoa completamente diferente. Jogou fora a vida dela, o papel de mãe. O jeito mais próximo de conexão que Timmy ainda teria era através de um site. Um que Roy tinha mandado pra ele...
REAL AMATEUR MILF BBC GANGBANG PARTE 7' Era o título do vídeo em que o Timmy clicava. Uma vez, e outra, e outra... -Fim-
—"O-oh!~" Ela ofegou e gemeu, enquanto a calcinha dela era puxada pro lado, e a piroca preta e grossa do Roy aparecia! Era tão comprida e larga quanto nos vídeos, mas de alguma forma parecia mais assustadora agora que ele via pessoalmente. Timmy ficou de boca aberta, já que a fantasia tinha sido arrancada e substituída pela realidade. A realidade de que uma piroca preta enorme estava prestes a destruir a sua... antes inocente, sagrada e preciosa mãe... A cabeça da piroca do Roy roçou na buceta da mãe dele. Era uma visão que ele nunca esqueceria, enquanto as pernas dela tremiam e a cabeça dela caía pra trás. —"Aaaai!~ Ai, meu Deus!~" Ela gemeu e grunhiu enquanto descia devagar na piroca. Esticou ela, e os sons molhados da buceta apertada ecoaram no quarto. "Ahh! Aaaahhhh!~" Timmy mal conseguia ouvir a voz da mãe, tudo que ele escutava eram os barulhos lascivos saindo da buceta dela. O coração dele disparou, e a mente ficou em branco, os olhos fixos na bunda dela, e a imagem da buceta da mãe dele aguentando uma piroca era algo que ele nunca pensou que veria de frente. As pernas da Mary tremeram e ela gritou com uma mistura de dor e prazer, enquanto as entranhas dela se esticavam pra acomodar a piroca gigante dentro dela. Timmy não conseguia desviar o olhar da cena, mas o corpo dele não ficava parado, enquanto ele se sentava de novo, a ereção dele era óbvia e pulsante. Roy agarrou ela pelas ancas largas e empurrou devagar pra baixo até que as 9 polegadas dele estavam enfiadas dentro dela. Os dedos do pé da Mary se curvaram e o corpo inteiro dela tremia. Ela tinha lágrimas nos olhos enquanto se segurava atrás do Roy e olhava pra ele. "Ai, Deus, ai, meu Deus, sim, sim, sim, sim!~ Roy sorriu. – Chega mais, Timmy. Olha como eu tô comendo ela". Timmy não acreditava no que tava ouvindo, mas se viu balançando a cabeça e se inclinando pra frente pra olhar. Os lábios grossos da buceta dela estavam abertos, e a buceta rosada, molhada e apertada da mãe dele se agarrava à impressionante circunferência venosa de Roy. —"Ahhh, oh, ahh, ahh, oh, ahhhh~" Mary gemia e chorava, e a buceta dela se esticava e se enchia até a borda, a cada segundo que passava. Roy sorriu e segurou firme nos quadris largos dela. Começou a levantá-la e empurrá-la, deixando o pau dele sair e mergulhar de novo lá dentro. —"Fala. Fala pelo Timmy. Você adora pica preta, né? Fala". Mary olhou devagar por cima do ombro, em meio a todo aquele sobe e desce. Olhou para o Timmy, o próprio filho dela, com uma expressão de pena, chorosa, envergonhada e cheia de tesão. —"Q-Querido, eu,-E-Emmh!" Roy deu um tapa na bunda dela, fazendo o rabo tremer. "Vai, fala!" —"... Ahh! T-Timmy, querido, eu- Ooohh!~ eu-eu, -amo- Ahhhh, oohh, ahh, ahhh!~" —"Você gosta de quê? Você ama essa pica preta grande? Hein? Hein?!" —"Oooohhh, Sim!~ Eu amo o seu, grande, preto - Ahhh!~" O sangue de Timmy ferveu. O estômago dele revirou. —"Timmy, você tem que ser homem, mano. Olha como um homem de verdade trata uma mulher". De repente, Roy envolveu a cintura de Mary com os braços, puxando ela para baixo, apoiando ela no peito dele. A bunda dela ficou encostada na pélvis dele, levemente suspensa no ar, enquanto Roy empurrava e metia pra cima repetidamente naquele rabão enorme que se mexia!
—"Ahhh! Ahhh!~ Ai, meu Deus! Ai, meu Deus!" Essa nova posição era tão cruel, tão rápida, tão boa, que derreteu completamente a mente da Mary. Ela soltou o prazer bem alto enquanto o ponto G dela era destruído numa velocidade recorde! —"Aahh! Oohh, ah, ahhh, ahhhh, ahh, aahhh, o-oooohhh!~" Os olhos da Mary reviraram enquanto a língua babava e a mente dela ficava tomada pelo puro e desenfreado prazer! —"Vagabunda, fala pro seu filho! Fala pro seu filho olhar como um homem de verdade faz!" Mary mal conseguia ouvir as palavras. A mente dela estava nublada e nebulosa, mas o instinto respondeu. "Timmy, é-é assim que um h-homem de verdade faz, o-ooohhh!~" Timmy observou, sem palavras e chocado, enquanto a bunda gorda da mãe dele quicava e balançava a cada estocada poderosa. Era quase hipnótico. —"Assim que um homem faz o quê?! Assim que um homem faz o quê?!" Ele latiu enquanto começava a açoitar a bunda dela sem piedade por cima dos gemidos guturais profundos! —"Aahhh!~ Ah, ahh, a-aahh, é assim que um h-homem de verdade faz, caralho!~" As mãos do Roy seguravam firme a cintura dela enquanto os quadris dele subiam, o pau entrando e saindo da buceta molhada dela, os sons molhados ecoando no quarto, enquanto a bunda da Mary batia forte contra a pélvis dele — CLAP-CLAP-CLAP-CLAP-CLAP! —"Isso, ai meu Deus! Olha como um homem de verdade faz, T-Timmy, amor! oh~ Ai, meu Deus!" Timmy ficou pasmo com o quanto a buceta da mãe dele estava apertada. Nunca tinha visto ou ouvido algo assim antes. Foi uma experiência surreal, ver um pau grosso entrando e saindo da buceta dela numa velocidade tão assustadora, e ouvir os sons obscenos que vinham junto. Aquilo quase parecia perigoso. O pau estranhamente enorme dele mergulhava dentro e fora tão rápido, abusando do buraco apertado dela de um jeito tão brutal que Timmy quase jurou que aquilo podia deixar algum dano duradouro! —"Tá vendo como eu como ela, Tim? Hã?" Roy zoou com um respiração profundamente ofegante, combinando com a performance de maratona olímpica que ele tava fazendo na buceta da mãe do Timmy. —"S-Sim..." —"Tá vendo como eu destruo ela?! O-Olha pra ela. Olha a bunda dela. Ela ama isso." —"Mãe..." —"Diz pra ele como usa essa pica! Cê gosta de ver como tão fodendo a sua mamãe? Cê gosta de ver a bunda suculenta dela quicando e se mexendo?" —"S-Sim..." Mary ofegava e gemia, com a cabeça jogada pra trás bem ao lado da cabeça do Roy. Os olhos dela estavam revirados e a boca aberta. Ela não conseguia controlar a língua pra fora nem a baba escorrendo. Os peitões enormes dela balançavam violentamente no ritmo do resto do corpo, mesmo quando ficavam no lugar, apertados contra o peito do Roy. A mente dela tava numa neblina. Tudo era tão avassalador. A única coisa em que ela conseguia pensar era no prazer da pica preta gigante que tava arrasando a buceta dela. Ela tava por cima, mas era ela que tava sendo fodida como uma puta. A buceta dela tava se despedaçando. Era uma bagunça completa e absoluta. —"Fala pra ele, Timmy! Ela vai te ouvir!" Timmy não fazia ideia do porquê, mas as palavras saíram sem ele pensar. "Eu gosto de ver você foder, mãe." —"Fala que cê gosta de ver ela rebolar a bunda!" —"Eu gosto de ver sua bunda quicando..." —"Fala que cê quer ver ela montando em mim!" —"M-Mãe... Eu quero a pica preta dela." Mary mal conseguia entender o que o filho tava dizendo. A mente dela tava nublada e a buceta dela tava sendo estuprada além de tudo que ela já tinha experimentado até agora. A pica dele se movia tão forte a cada estocada que quase começou a parecer falsa! Tipo um filme de CGI! —"Porraaaaaaaaa! Porra, porra, porra, porra, ahhhhhh meu DEUS!~" —"O-Olha, Timmy! Olha como eu to fodendo ela! A puta já não consegue mais falar!" Roy se gabou orgulhoso de como ele ia arrancar o vocabulário do cérebro da Mary. Ele fodeu a mãe do Timmy tão forte que ela começou a virar uma casca vazia. Um organismo que só responde com grunhidos e gemidos da forma mais primitiva de estímulos: a pica do Roy. Era o oxigênio dela, a água, o sangue.
Timmy ficou chocado e em silêncio diante da visão perturbadora... A mãe dele estava praticamente morta para ele. —"Vamos! Chora pela mamãe! Vai em frente!" — Roy zoou Timmy, enquanto continuava metendo no cu da mãe dele. —"Nn- Não-... P-Para, chega..." — Timmy disse com a voz trêmula. Não aguentava mais ver aquilo. —"Você não quer que a mamãe volte ao normal? Acha que ela vai ser a mesma de antes? Vamos, fala!" Timmy olhou, sem palavras. Só saíam gemidos e gemidos da boca dela. O cérebro da mãe dele estava fritando na frente dos olhos dele... Roy tinha razão. Na real, ele queria a mãe dele de volta. O cérebro tarado dele clareou e ele voltou à realidade, percebendo que SIM, ele queria que as coisas voltassem a ser como antes. Ele queria a mãe preciosa e inocente dele de volta! Queria que Roy nunca tivesse entrado na vida deles! Isso não é bom, isso é passar dos limites! —"Fala com ela ou sua mãe não vai te responder, mano!" — Roy gritou mais alto enquanto enfiava a buceta dela com a mesma violência do grito, tentando abafar a voz do Tim com o som rápido das estocadas fortes. —"M-Mãe! P-Por favor... M-MÃE! P-Para! Chega!" Mas ela nunca respondeu. Mal dava pra ouvir o Timmy por cima do som das palmadas no cu da mãe dele. —"Fala, putinha! Não tô te ouvindo! Vamos, seja homem!" —"M-Mãe! Mãe, pelo amor de Deus, para, para! N-não!" Timmy se aproximou, caiu de joelhos, vendo o cu destruído da mãe dele a centímetros do rosto. Timmy estava implorando e chorando agora. Mas os sons ficaram mais altos e violentos. —"Mãe! Mãe, por favor! PELO AMOR DE DEUS! Sou eu, Timmy! Mãe!" Timmy ouvia o próprio coração batendo nos ouvidos. Era ensurdecedor e o mundo ao redor estava embaçado. Ele sentiu as lágrimas escorrendo pelo rosto. —"Mãe! Não, por favor! Eu imploro! Não me abandona!" Mas foi em vão... Os gritos do Timmy caíram em ouvidos surdos. Surdos. Roy caiu na gargalhada. —"Ela não consegue ouvir! Você chegou tarde demais, ela já era! Sua mãe agora é uma puta idiota pro meu pau, não tem volta! Não tem como consertar essa merda!" —"Mamãe, por favor! Eu te amo! P-Por favor!" E naquele exato momento, Mary finalmente soltou palavras vagamente familiares: "M-Meu, pequenininho~" A voz de Mary saía quebrada e rouca. —"Que porra foi essa? Enfia meu pau nessa sua bunda gorda, puta idiota!" Os quadris de Roy balançavam selvagemente pra cima, enquanto Mary era empurrada pra baixo, a cara e os peitos esmagados contra o sofá. A bunda dela ficava no ar enquanto levava porrada e tapa. —"M-Mamãe! Por favor, para!" O coração de Timmy disparou ao testemunhar a profanação brutal da própria mãe. —"Já te falei, sua mãe não existe mais! Ela não vai voltar. Ela é uma puta idiota pro meu pau agora. Não tem como salvar ela!" Timmy cobriu os olhos, o corpo todo tremendo... Será que era verdade? Ela não tava só cansada ou confusa? Por favor, não... —"Olha, e escuta bem. Puta, o que você ama mais? Seu filho ou meu pau? Fala!" Os olhos de Mary reviraram. Não acreditava que tava sendo perguntada aquilo, mas a mente dela já tinha sido frita e religada numa puta pra um pau preto gigante, não tinha volta... Ela já tinha admitido pro filho que amava esse pau. E tava muito perto de gozar. Muito perto... —"Seu pau Rooooy… Ahhh, aahh, oohh, ooohhh, oh, ahh, aaaahhh!~" Roy sorriu, olhando pro Timmy com um sorriso de vitória. "Tá vendo? Sua mãe já não liga mais pra você! Hahaha!" As lágrimas de Timmy continuavam escorrendo pelo rosto. Ele tava destruído e arrasado, mas o pau dele tava duro que nem pedra e a ponta vazava líquido pré-gozo. Roy não parava de dar tapas na bunda de Mary. Ela já nem parecia mais a mãe do Timmy. Era só um monte de carne grande, gigante, avermelhada, pra foder e estuprar sem parar. Um teste pra ver o quão brutalmente forte dá pra foder alguma coisa. Timmy não Não conseguia se mexer. Seu corpo tremia e seu coração acelerava. Não podia fazer nada além de ficar parado vendo a bunda da mãe dele quicar e balançar. —"Vadia, sabe quem é o Timmy? Quem é, vadia?" Maria mal estava lúcida. Os olhos revirados e a língua babando. "A-Ahhh, oh, a-ahhhh, oh~" —"Fala, porra!" —"Eu-eu, ahhh, n-não, eu- eu não- oh, mmmmhhhh… não sei~" Os olhos de Timmy se arregalaram e sua mandíbula caiu. A verdade foi revelada, ela tinha se perdido. Sua mãe não estava mais ali, só uma casca vazia. Ela realmente tinha virado a puta do Roy. Timmy não podia fazer nada além de olhar e chorar. Timmy não conseguiu fazer nada além de ver o que era essencialmente o cadáver da mãe dele sendo fodido. Aquela mulher grande, peituda e voluptuosa feita de carne, estava sendo esticada e abusada. Uma bunda enorme e gorda sendo destruída e fudida de um jeito cruel e desumano. Roy usou a respiração ofegante para rir do choro de Timmy. —"Vadia, diz pra esse moleque que você é louca por mim." Mary mal conseguia formar uma frase, a língua babando e a voz trêmula. —"OHHHH MEU DEUS!~ Ah, ahh, a-ahh, v-você… T-Timmy... Timmy! Q-Querido, me desculpa, eu- me desculpa, mas ele… Mmmmm~" O cérebro de Mary ainda reconhecia o filho o suficiente pra dar essa mensagem final. Timmy tremeu ao ouvir o que seriam essencialmente as últimas palavras da mãe dele. —"O quê, vadia?!" —"O Roy vai cruzar comigo! Ahhh!~" —"Cê tá pronto pra isso, Timmy?" Timmy observou com espanto e horror enquanto Roy agarrava as nádegas dela com força, como se estivesse tentando seriamente rasgá-las, e as abria bem. Ele começou a empurrar mais forte e mais rápido, e a buceta dela se apertou com força. —"Aaaaah, Timmy ficou de boca aberta e os olhos arregalados, sem palavras. Ele a observou com espanto, e então, com uma estocada final, Roy estremeceu e grunhiu com maldade, e Mary soltou um gemido profundo. Timmy nunca ouviu a mãe falar num tom diferente. Era como se até as cordas vocais dela mudassem. —"AaaaAhnnn..." —"Oooooohhh, ahhh, ahhhh, oh, oooh, h-hhhh." Mary ficou completamente imóvel contra o ombro de Roy, os peitos dela pressionando contra o peito dele, as pernas ainda abertas. Os dois deixaram os peitos subirem e descerem em sincronia, enquanto recuperavam o fôlego. Timmy podia sentir o pau dele pulsando e escorrendo, e o nó no estômago dele estava queimando. Não podia ser pior que isso... Será que podia? Ele mal conseguia respirar naquele momento. Se sentia quase tão entorpecido e morto quanto a mãe naquela hora. Roy sorriu e tirou o pau de debaixo dela, deixando-a de lado, levantando-se e apontando o pau para o rosto de Mary. O pau dele ainda estava duro, brilhante e reluzente por baixo da camada cremosa e suja da buceta de Mary. —"Chupa, puta. Limpa isso." Mary estava pálida, com os olhos fechados e o corpo imóvel. Mas os instintos dela a forçaram, já que a mão dela se estendeu e agarrou o pau grosso. Os lábios lindos e macios que ela tinha usado para beijar a bochecha do Timmy tantas vezes, agora se abriram e se envolveram em volta da ponta do pau enorme do assediador dela, enquanto chupava devagar a cabeça. —"Nem terminei ainda, ainda vou sujar sua cara, puta." Mary respirava pelo nariz e tinha a boca ocupada. Os olhos dela continuavam fechados, enquanto movia a cabeça devagar pra frente e pra trás, a boca e a língua esfregando e lambendo o pau grande, comprido e preto. —"Puta, olha aqui. Olha pra mim." Os olhos de Mary se abriram fracamente pra olhar com luxúria pro Roy, com a boca ainda em volta do eixo gigante dele. —"Fala pra ele. Fala que você ama esse pau preto." Mary olhou pro Timmy e os olhos dela se arregalaram. Ela se afastou do pau e tapou a boca com as mãos. Timmy sentiu algo estranho borbulhando dentro dele. Não disse nada e não sabia o que fazer. —"Puta, fala. Fala que você ama esse pau." —"... Timmy, querido... Eu Verdade, adoro o pauzão preto dele." — "Agora diz pra ele que vou gozar na sua cara." — "... T-Timmy, querido, o Roy vai... gozar na minha cara..." — "Vadia, não fica de frescura, todo mundo sabe que você é uma gostosa. Fica de joelhos agora." Mary se ajoelhou devagar. Olhou pro filho com uma expressão dolorida, os olhos foram se fechando aos poucos e a boca ficou aberta, os peitões enormes balançando e os bicos durinhos, o rosto todo corado. O coração de Timmy disparou e ele não conseguiu evitar de esfregar a ereção dura e pulsante. Roy segurou o queixo dela e inclinou a cabeça pra cima, enquanto acariciava o pau e apontava direto pra cara dela. — "Olha isso, Timmy. Você vai me ver gozar por toda a carinha bonita da sua mãe." Os olhos de Mary estavam fechados e a boca ainda aberta. Timmy não conseguia desviar o olhar daquela cena. Tão chocado e horrorizado, o cérebro dele entrou em modo de controle de danos. Ele compensou a visão horrível tentando se lembrar de todas as boas memórias. Todas as imagens lindas da mãe dele. Ela vestindo a blusa branca de botão, o cardigã soltinho e a calça jeans justa, sorrindo de braços abertos pra dar um abraço, buscando ele nos primeiros dias de escola. O cabelo ondulado balançando ao vento como uma atriz de Hollywood arrumada. — "Oi, meu amor! Teve um bom dia na escola? Fez amigos novos? Vem cá ~" Ela se vestiu como a princesa linda do videogame favorito dele, quando ele pediu pra ela combinar com a fantasia dele num Halloween. As luvas brancas até o cotovelo, segurando a mão dele com carinho, andando pela rua à noite pra pedir doces. — "Vamos passar na casa do Jason aqui! Sei que ele tem barras de chocolate tamanho família! Esse vai ser o nosso melhor butim até agora!~" ... Nunca mais. Agora, ela estava nua, de joelhos, de boca aberta pro valentão dele. Suada por inteiro, com vários fios de cabelo grudados no rosto por causa do suor. Então, com uns Gemidos finais, Roy grunhiu e soltou o que parecia uma carga interminável no rosto de Mary. Seus jatos quentes de porra caindo por toda parte. Ela tinha a boca cheia, o esperma escorrendo da testa, até o nariz e os olhos, o que fazia ela dar uma leve careta de dor e relaxamento. Jato após jato, Timmy observava cada respingo de torta de porra leitosa e esbranquiçada colorindo o rosto vermelho e corado da mãe dele, como uma pintura delicada. Ali estava a mãe de Timmy, com a cara coberta de porra. Os olhos dela continuavam fechados e a boca aberta, enquanto o esperma escorria lentamente dos lábios dela e sobre os peitos enormes, macios, carnudos e voluptuosos dela. —"Porra, essa é uma imagem bem foda. Agora, olha pro teu filho". Mary virou a cabeça devagar e olhou pra Timmy. Ele estava de olhos bem abertos e boca escancarada. —"Dá tchau pro teu filho, puta. A gente vai embora, acho que vou dividir ela com uns amigos meus". Ele ficou quieto com uma risadinha maldosa. —"...-Tchau, querido..." Timmy ficou sentado, catatônico, enquanto Mary se equilibrava pra levantar o corpanzil gordo dela, e Roy escoltou ela até a porta da frente. Ela nem se deu ao trabalho de se vestir ou se limpar; Mary seguiria as instruções do Roy à risca, completamente hipnotizada que nem um zumbi. Nunca aquela mulher se veria saindo na rua pelada, e ainda por cima suja. Se Mary soubesse que isso ia acontecer com ela desde o começo, ela teria ficado petrificada. Mas ali estava ela, não era mais a mesma mulher de antes. Com a mente quebrada, ela não tava nem aí pra mostrar o corpo nu coberto de porra suja pro mundo. O moleque só conseguia olhar, enquanto Roy fechava a porta devagar atrás deles. E a última imagem que Timmy veria da mãe dele pessoalmente, seria a bunda gorda dela, vermelha e machucada, escorrendo uma quantidade enorme de porra que saía da buceta carnuda e judiada dela, já que ela nem se deu ao trabalho de olhar pro filho pela última vez. Vez... (BATENDO A PORTA) Timmy encarou a porta fechada pelo que pareceu uma eternidade. O silêncio da casa era ensurdecedor. Acabou. O mundo de Timmy desabou. A mãe dele tinha ido embora pra sempre. Semanas depois, Mary ainda não tinha voltado pra casa. Timmy tropeçava pela casa que nem um idiota, esperando a mãe voltar. E, no entanto, ela nunca voltaria. Timmy sabia disso no fundo. Mas era um sonho bonitinho... Ela também não respondia às mensagens de texto dele. Timmy tentou ligar pro trabalho dela, e até os colegas não sabiam nada sobre ela... Ela realmente se transformou numa pessoa completamente diferente. Jogou fora a vida dela, o papel de mãe. O jeito mais próximo de conexão que Timmy ainda teria era através de um site. Um que Roy tinha mandado pra ele...
REAL AMATEUR MILF BBC GANGBANG PARTE 7' Era o título do vídeo em que o Timmy clicava. Uma vez, e outra, e outra... -Fim-
3 comentários - Milf corrompida pelo bully do filho - Parte 3 (Final)