Uns anos atrás, comecei a trabalhar numa balada como cozinheiro. Embora o trampo tenha me deixado com distúrbios de sono, problemas com comida e uma experiência ruim com a equipe administrativa, teve um lado bom: Camila.
Camila é uma mulher pequena, não passa de 1,60m, de corpo médio, com uma bunda enorme e uns peitos que fazem uma cubana e russa juntas. Ela tem um gênio ruim em público, mas é uma cachorrinha no privado. Cara de quem não presta, mas um olhar de puta que hipnotiza e faz você pensar nas coisas mais sujas e depravadas que dá vontade de fazer com ela. Vale destacar que ela tem um relacionamento com outro cara há anos.
No começo, quando entrei nesse trampo, ela não me chamou a atenção (no início, porque eu tava de olho em outra garçonete). Mas com o passar dos meses, fui mudando de ideia por causa do jeito provocante que ela agia comigo. E digo comigo porque notei que com os outros ela era diferente, não tão carinhosa quanto comigo.
Depois de alguns meses, a provocação era entre nós dois, tipo uma guerra sem trégua. Sempre que podia, ela passava rebolando aquela bunda enorme, ou quando entrava na cozinha, encostava a raba em mim. Às vezes, ela mesma fazia pressão pra sentir mais o roçado do meu pau nela. A primeira vez que rolou algo além do contato físico foi no transporte que levava a gente pra casa de madrugada. Lembro claramente daquela noite: entre risadas e cansaço, saímos do local e subimos no transporte praticamente por último. Óbvio que deixei ela subir primeiro pra admirar a vista. Já nos nossos lugares, fecharam a porta do transporte, apagaram as luzes e começamos a viagem. Notei que, desde que sentou, ela ficou quieta por um tempo. Achei que tava cansada do expediente e fiquei mexendo no celular. Pra minha surpresa, ela fala: "Ei", e tira uma das minhas mãos do celular pra colocar no peito esquerdo dela. Surpreso com a situação inesperada, olho pra ela confuso. Pela rapidez de tudo, ela percebe, se aproxima de mim e fala baixinho: "Tô ovulando e quando tô assim sou uma puta no cio, cê me atrai e quero que você meta a mão em mim até se satisfazer". E como bom jovem que sou, meu neurônio de macaco que adora peito pensou "puta, que ofertão", e o resto do caminho passei a mão e brinquei com os peitos dela, que parecem, sem exagero, os mais macios que já toquei na vida. Uns mamilos e auréolas médios, cor de chocolate, que, uff, o paraíso pros amantes de peitos. Depois disso, sempre que dava, chupava os peitos no caminho e a masturbava por cima da roupa, repetindo isso várias vezes na semana durante os últimos 3 meses de trabalho até eu pedir demissão.
Depois que saí do local, mantivemos contato e, alguns meses depois, finalmente pude provar o gosto daquela puta no cio. Lembro que foi uma quarta-feira à tarde quando nos vimos pela primeira vez em meses num hotel no centro da cidade. Ela estava de leggings cinza justos que realçavam o tamanho daquele rabão, com uma blusa de flanela que delineava perfeitamente a magnitude dos peitos dela.
Nos encontramos direto na porta do hotel, só trocamos um "oi", um beijo e um abraço, e fomos direto pro quarto. Quando a porta fechou, não trocamos palavras (vale destacar que naquele dia eu tava trabalhando e só tínhamos uma hora e meia antes do horário dela entrar, mas pela vontade que a gente tava, foi assim mesmo) e começamos a nos beijar como animais no cio. Não teve preliminar, não teve aquecimento, o tempo era curto e a gente tinha que aproveitar cada minuto. Calculo que ficamos nos beijando uns 3-5 minutos até que joguei ela na cama de bruços, abaixei os leggings com a calcinha dela e fui de cabeça pra lamber aquela buceta que, mesmo sem preliminar, tava uma cachoeira. Agora lembrando, quando abaixei a calcinha, veio um fio de fluidos... Que delícia de mulher. Continuando com o oral, só se ouvia minhas lambidas, como se um cachorro tivesse bebendo água. e seus gemidos baixinhos abafados pelo travesseiro, além disso, naquela posição, ela indiretamente me oferecia o cuzinho rosado, ao que não resisti e comecei a chupar com mais luxúria do que no início, e enfiei dois dedos dentro da buceta dela com movimentos intercalados entre minha boca e os dedos, causando tanto prazer que meus dedos pareciam estar numa lagoa. Fiquei assim por um tempo até que, num momento, só ouvi: "mete, mete, meee-teee-aaaaa" no auge do primeiro orgasmo dela da sessão.
Não passaram mais de 20 segundos desde que ela falou até eu tirar toda a roupa e enfiar na entrada da buceta dela, e só deslizei suavemente; sentia cada centímetro, minha cabeça abrindo caminho entre aquelas paredes estreitas, sentia como ia esticando elas, tão quente quanto o inferno, e junto com os gemidos dela, com só duas enfiadas, eu já tava quase gozando, e eu não queria isso. Saí, respirei e peguei uma camisinha, coloquei e penetrei de novo, devagar no começo, tateando o ponto, e quando achei, me deixei cair com todo o meu peso, fazendo ela tremer de prazer e gemer como uma puta, gritando "dá duro, papai", ao que eu obedeci e comecei a meter duro e rápido, puxando ela pelo cabelo e falando no ouvido que ela era minha puta, meu saco de esperma, que ia deixar ela cheia de porra pra trabalhar a noite inteira com esperma dentro dela, e quando chegasse em casa, o marido dela ia engolir minha porra com os fluidos dela. Ela tava tão excitada que teve o segundo orgasmo.
Deixei ela descansar 5 minutos pra se recuperar, e ela diz: "tira e me deixa cheia de porra, papai", com uma cara de puta que ama a porra dos outros enquanto o namorado espera em casa. Aqui eu pergunto: o que vocês teriam feito? Eu só tirei a camisinha, coloquei ela de costas na beirada da cama, tirei a camisa e o sutiã dela, coloquei ela de quatro e enfiei até minhas bolas baterem nela (tem uma hora que o homem, por causa da adrenalina, suponho, pode comer sem medo de gozar). Naquele momento foi ali, bem ali que percebi que a surra de buceta que eu ia dar nela ia deixar ela toda quebrada. No começo, fui como um martelo hidráulico, tirava até a entrada e enfiava fundo uma, outra e outra vez, só dava pra ouvir os gemidos dela e nossos corpos se chocando. Aos poucos, fui aumentando a intensidade das estocadas até começar a meter mais ritmo, puxando ela pelo cabelo e com a outra mão enfiando o polegar no cu dela, preparando pra arrebentar. Os gritos dela me davam mais energia pra perfurar ela, fiquei assim uns 10 minutos. Tirei, a buceta dela tava cremosa e meu pau também, fiz ela chupar tudo com a cremita, depois coloquei ela de papo pra cima e dei minhas últimas estocadas como um demônio. Quando ia gozar, falei: "De agora em diante, você é minha putinha, vou te dar a honra de ser meu depósito de porra pessoal". Ela adorou, porque na mesma hora que eu deixava a gozada dentro, ela começou a tremer e virou os olhos, tendo o terceiro e último orgasmo dela. Ficou um tempão tremendo, sem conseguir falar, só balbuciando e tremendo.
Depois de um tempo, ela se recompôs, tomou banho, vestiu o uniforme e, quando estava subindo a calça, falou: "Olha, bem como você disse, aqui está sua porra". Ela puxou a calcinha de lado e tirou um pouco da minha gozada nos dedos. Lambeu, saímos do hotel e acompanhei ela até o ponto de ônibus.
Hoje em dia, ela é mãe de dois, não tivemos mais encontros, mas ela sempre me manda fotos. Tô convencendo ela a vender fotos, mas ela recusa porque não se acha gostosa. Deem moral nos comentários pra ver se convenço ela a abrir um Only ou algo assim. A verdade é que ela tá mais gostosa desde que teve o bebê há uns meses.
PS: Deem moral nela.
Camila é uma mulher pequena, não passa de 1,60m, de corpo médio, com uma bunda enorme e uns peitos que fazem uma cubana e russa juntas. Ela tem um gênio ruim em público, mas é uma cachorrinha no privado. Cara de quem não presta, mas um olhar de puta que hipnotiza e faz você pensar nas coisas mais sujas e depravadas que dá vontade de fazer com ela. Vale destacar que ela tem um relacionamento com outro cara há anos.
No começo, quando entrei nesse trampo, ela não me chamou a atenção (no início, porque eu tava de olho em outra garçonete). Mas com o passar dos meses, fui mudando de ideia por causa do jeito provocante que ela agia comigo. E digo comigo porque notei que com os outros ela era diferente, não tão carinhosa quanto comigo.
Depois de alguns meses, a provocação era entre nós dois, tipo uma guerra sem trégua. Sempre que podia, ela passava rebolando aquela bunda enorme, ou quando entrava na cozinha, encostava a raba em mim. Às vezes, ela mesma fazia pressão pra sentir mais o roçado do meu pau nela. A primeira vez que rolou algo além do contato físico foi no transporte que levava a gente pra casa de madrugada. Lembro claramente daquela noite: entre risadas e cansaço, saímos do local e subimos no transporte praticamente por último. Óbvio que deixei ela subir primeiro pra admirar a vista. Já nos nossos lugares, fecharam a porta do transporte, apagaram as luzes e começamos a viagem. Notei que, desde que sentou, ela ficou quieta por um tempo. Achei que tava cansada do expediente e fiquei mexendo no celular. Pra minha surpresa, ela fala: "Ei", e tira uma das minhas mãos do celular pra colocar no peito esquerdo dela. Surpreso com a situação inesperada, olho pra ela confuso. Pela rapidez de tudo, ela percebe, se aproxima de mim e fala baixinho: "Tô ovulando e quando tô assim sou uma puta no cio, cê me atrai e quero que você meta a mão em mim até se satisfazer". E como bom jovem que sou, meu neurônio de macaco que adora peito pensou "puta, que ofertão", e o resto do caminho passei a mão e brinquei com os peitos dela, que parecem, sem exagero, os mais macios que já toquei na vida. Uns mamilos e auréolas médios, cor de chocolate, que, uff, o paraíso pros amantes de peitos. Depois disso, sempre que dava, chupava os peitos no caminho e a masturbava por cima da roupa, repetindo isso várias vezes na semana durante os últimos 3 meses de trabalho até eu pedir demissão.
Depois que saí do local, mantivemos contato e, alguns meses depois, finalmente pude provar o gosto daquela puta no cio. Lembro que foi uma quarta-feira à tarde quando nos vimos pela primeira vez em meses num hotel no centro da cidade. Ela estava de leggings cinza justos que realçavam o tamanho daquele rabão, com uma blusa de flanela que delineava perfeitamente a magnitude dos peitos dela.
Nos encontramos direto na porta do hotel, só trocamos um "oi", um beijo e um abraço, e fomos direto pro quarto. Quando a porta fechou, não trocamos palavras (vale destacar que naquele dia eu tava trabalhando e só tínhamos uma hora e meia antes do horário dela entrar, mas pela vontade que a gente tava, foi assim mesmo) e começamos a nos beijar como animais no cio. Não teve preliminar, não teve aquecimento, o tempo era curto e a gente tinha que aproveitar cada minuto. Calculo que ficamos nos beijando uns 3-5 minutos até que joguei ela na cama de bruços, abaixei os leggings com a calcinha dela e fui de cabeça pra lamber aquela buceta que, mesmo sem preliminar, tava uma cachoeira. Agora lembrando, quando abaixei a calcinha, veio um fio de fluidos... Que delícia de mulher. Continuando com o oral, só se ouvia minhas lambidas, como se um cachorro tivesse bebendo água. e seus gemidos baixinhos abafados pelo travesseiro, além disso, naquela posição, ela indiretamente me oferecia o cuzinho rosado, ao que não resisti e comecei a chupar com mais luxúria do que no início, e enfiei dois dedos dentro da buceta dela com movimentos intercalados entre minha boca e os dedos, causando tanto prazer que meus dedos pareciam estar numa lagoa. Fiquei assim por um tempo até que, num momento, só ouvi: "mete, mete, meee-teee-aaaaa" no auge do primeiro orgasmo dela da sessão.
Não passaram mais de 20 segundos desde que ela falou até eu tirar toda a roupa e enfiar na entrada da buceta dela, e só deslizei suavemente; sentia cada centímetro, minha cabeça abrindo caminho entre aquelas paredes estreitas, sentia como ia esticando elas, tão quente quanto o inferno, e junto com os gemidos dela, com só duas enfiadas, eu já tava quase gozando, e eu não queria isso. Saí, respirei e peguei uma camisinha, coloquei e penetrei de novo, devagar no começo, tateando o ponto, e quando achei, me deixei cair com todo o meu peso, fazendo ela tremer de prazer e gemer como uma puta, gritando "dá duro, papai", ao que eu obedeci e comecei a meter duro e rápido, puxando ela pelo cabelo e falando no ouvido que ela era minha puta, meu saco de esperma, que ia deixar ela cheia de porra pra trabalhar a noite inteira com esperma dentro dela, e quando chegasse em casa, o marido dela ia engolir minha porra com os fluidos dela. Ela tava tão excitada que teve o segundo orgasmo.
Deixei ela descansar 5 minutos pra se recuperar, e ela diz: "tira e me deixa cheia de porra, papai", com uma cara de puta que ama a porra dos outros enquanto o namorado espera em casa. Aqui eu pergunto: o que vocês teriam feito? Eu só tirei a camisinha, coloquei ela de costas na beirada da cama, tirei a camisa e o sutiã dela, coloquei ela de quatro e enfiei até minhas bolas baterem nela (tem uma hora que o homem, por causa da adrenalina, suponho, pode comer sem medo de gozar). Naquele momento foi ali, bem ali que percebi que a surra de buceta que eu ia dar nela ia deixar ela toda quebrada. No começo, fui como um martelo hidráulico, tirava até a entrada e enfiava fundo uma, outra e outra vez, só dava pra ouvir os gemidos dela e nossos corpos se chocando. Aos poucos, fui aumentando a intensidade das estocadas até começar a meter mais ritmo, puxando ela pelo cabelo e com a outra mão enfiando o polegar no cu dela, preparando pra arrebentar. Os gritos dela me davam mais energia pra perfurar ela, fiquei assim uns 10 minutos. Tirei, a buceta dela tava cremosa e meu pau também, fiz ela chupar tudo com a cremita, depois coloquei ela de papo pra cima e dei minhas últimas estocadas como um demônio. Quando ia gozar, falei: "De agora em diante, você é minha putinha, vou te dar a honra de ser meu depósito de porra pessoal". Ela adorou, porque na mesma hora que eu deixava a gozada dentro, ela começou a tremer e virou os olhos, tendo o terceiro e último orgasmo dela. Ficou um tempão tremendo, sem conseguir falar, só balbuciando e tremendo.
Depois de um tempo, ela se recompôs, tomou banho, vestiu o uniforme e, quando estava subindo a calça, falou: "Olha, bem como você disse, aqui está sua porra". Ela puxou a calcinha de lado e tirou um pouco da minha gozada nos dedos. Lambeu, saímos do hotel e acompanhei ela até o ponto de ônibus.
Hoje em dia, ela é mãe de dois, não tivemos mais encontros, mas ela sempre me manda fotos. Tô convencendo ela a vender fotos, mas ela recusa porque não se acha gostosa. Deem moral nos comentários pra ver se convenço ela a abrir um Only ou algo assim. A verdade é que ela tá mais gostosa desde que teve o bebê há uns meses.
PS: Deem moral nela.

2 comentários - A melhor buceta da minha vida