Conheci ela como amiga de uma gatinha que eu tava saindo.
Quando vi ela, já me atraiu. E ela me cumprimentou com um beijo na bochecha que me deixou ainda mais a fim.
Uns meses depois, já tendo terminado com a amiga, vejo ela num bar/sinuca que eu tava. E ela, sentada sozinha num canto de uma das mesas. No começo achei que tava com quem jogava sinuca, mas quando eles foram embora e ela ficou onde tava, percebi que tava sozinha, então resolvi chegar.
- Oi, morena?
- Cinthia, me chamo. respondeu antes de me ver.
- Já sei, sua puta. falei.
- Ahhhh oooolá, obrigada pelo elogio.... tudo bem?
- Melhor que você, pelo visto.......
- Mmmm sim sim, hahaha, o que vai ser.....
- Deixa eu melhorar sua noite, se você topar.....
- Como assim, vamos ver?
- Aqui embaixo dessa calça, tenho o pau bem duro pra te foder toda
- Hahaha, igual a Bren.....
- Depois de chupar ele inteiro, senão não te como
- Vou pensar e te aviso, tá? disse se levantando
- Vai no banheiro se tocar? falei segurando a mão dela e me colocando na frente da boca dela
- Vou, volto já
- Pensa nesse aqui. falei, fazendo ela pegar no meu pau por cima da calça, não teve resistência nenhuma, pegou na hora e bem forte
- Brenda te contou umas coisas pelo visto.
- Se aguentar esse pau que você não solta, vou te comer de quatro até encher seu cu de porra. Do jeito que você gosta, com a calcinha enfiada na boca, sua puta linda.
- Aiiii.... disse enquanto apertava mais forte meu pau, mordendo o lábio de leve.... já volto, falou. E foi pro banheiro.
Depois de uns minutos, voltou, mas dessa vez sentou do lado da mesa onde eu tava jogando, não onde tava antes.
- Terminou, vamos?
- Bora, sim sim. respondeu na hora com um sorriso.
Olhei pra ela, não tinha percebido que tava de minissaia e umas botinhas de couro, tudo preto, e a blusa branca. Não tem peitos, são pequenininhos, mas tem umas pernas e uma bunda linda.
Num momento cheguei perto e passei a mão no cabelo dela, muito lindo e comprido, passando metade das suas costas onduladas abaixo da metade das costas, uma boca grande com lábios normais.
- tenho uma surpresa pra você......
- é? o que será? eu disse
com o punho fechado, ele enfiou no meu bolso esquerdo.........quando coloquei a mão no bolso, sorri e falei
- se for o que eu tô pensando, quando você subir no carro não vou te perdoar
ele sorriu e quis saber
- acho que você não se divertiu assim com a bren
- com você vou me divertir, sua puta comedora de porra. falei no ouvido dela.
- galera, vou nessa. falei pros caras
- se precisar de algo, é só falar, tiro manu.
não respondi
Caminamos quase dois quarteirões e subimos no carro. Ela sentou e na hora eu falei:
- Que cor é?
- Branca, papi, e bem pequenininha.
Tirei do bolso, baixei a calça e a cueca de uma vez e enrolei na cock.
- Vem aqui, slut, chupa a cock. E babaca toda, assim eu seco ela na sua calcinha.
Ela tentou vir de lado, e eu falei... não, não. Assim. E apontei pra ela se deitar, mas olhando pra trás, e levantar a perna esquerda apoiando o pé no apoio de braço da porta, de forma que ficasse de pernas abertas. Mal fez isso, a minissaia subiu, deixando a pussy à mostra, pronta pra eu meter a mão enquanto ela já tava chupando minha cock. Tenho a cock grande, cabeçuda. Ela não falou nada, começou chupando a cabeça, com a mão direita apoiada na minha perna esquerda. Eu esfregava a pussy dela sem penetrar, e ela mexia a cintura. Eu dava tapas na pussy e ela se mexia mais. Ela agarrou minha cock apertando forte. Apoiei a mão esquerda na cabeça dela e falei:
- Vamos, slut... abre essa boca, chupapija.
Meti dois dedos na pussy dela e empurrei a cock e a cabeça ao mesmo tempo. Ela engasgou um pouco.
- Come ela toda...
Nessa altura, já tava acabando com a pussy dela, toda molhada, com dois dedos.
- Que aguento você tem, slut.
Ela já tava há vários segundos com a cock inteira na boca, passando a língua. Eu já não tinha mais a mão na cabeça dela, e ela continuava lá. Então ela saiu, toda babada, e me disse:
- Como me excita você me tratar assim.
- É assim que você gosta, slut?
Ela tava batendo uma forte pra mim. Eu tinha meus dedos bem dentro da pussy dela, mexendo, mas sem comer ela, apertando. Ela aguentava de boa, não gemia, não reclamava, e continuava batendo uma...
- Aiii simmmm, você vai me comer?
Tirei os dedos da pussy dela e, enquanto dava tapas fortes na pussy, falei:
- A boca que vou foder, continua chupando.
E ela comeu, meia cock... então, sem avisar, me movendo rápido, enfiei tudo e ela veio. o vômito
- ahhhggggg ......pppffff pfpfffff,
respiro, ofegante, lambo minha cabeça e coloco as duas mãos cruzadas nas costas dela, entregue........ ela me olha e pergunta
- e a goz........
segurando ela pelo cabelo, ela entendeu e voltou a chupar, voltei a me mexer e quando a tinha inteira bem dentro, segurando com a mão esquerda não deixei ela sair e assim, no fundo, bati três ou quatro vezes a pica na garganta dela fazendo ela cuspir em cada vez muita, muita baba.
- assim puta assim. e soltei ela. ela limpou a boca com a mão e enquanto fazia isso
- me dá a calcinha, falei
ela tirou da minha pica, toda encharcada de baba como estava, me deu e com a mão direita, passei ela na buceta, nos olhamos e nos beijamos de boca. enquanto nos beijávamos, ela aproximou a mão dela da minha, tirou a calcinha de mim e parei de beijar pra olhar e ver, como ela roçava ela na buceta
- onde você vai meter a goz??
sem falar nada, segurei ela pelo pescoço e balançando a cabeça ela fez que não e surpresa, pegou a calcinha e mordeu
- se continuar falando assim comigo e chupar ela quando eu tirar do cu, bem dentro da buceta
e enquanto olhava ela passar a língua na calcinha, fechei
- é isso que você quer......
ela balançava a cabeça que sim e perguntei se tinha camisinha. sorrindo negou com a cabeça enquanto continuava brincando com a calcinha, agora de novo me masturbando com força e devagar enquanto apertava o peito dela com a mão direita e com a esquerda puxava o cabelo dela, fazendo ela inclinar só um pouco a cabeça pra trás........
- quero que você me coma de quatro
- e a goz puta, - agora puxei o cabelo mais forte-
- chupo toda papai, gozei toda.....
mal ouvi ela, enfiei dois dedos na buceta dela e ao tirar foram direto pra boca, na boca dela. ela enfiava eles sozinha, e acompanhei com pouca força até que veio o engasgo e um novo refluxo de baba. caiu no meu peito, manchando toda a minha camisa....
- aii desculpa papai.....desculpa.
e sozinha veio se sentar sobre mim, fico olhando fixo quando paro ela na frente...
- quero te comer essa buceta gostosa, todinha na ppk...
- vamos pra casa. soltei ela enquanto acompanhava com a mão no ombro dela até o assento. ela me olhou, fazendo biquinho, e disse me encarando
- quero seu pau dentro de mim
A viagem foi curta, entramos direto e enquanto terminava de fechar o portão basculante, ela quis vir de novo sentar em cima. assim que mexeu, abri minha porta e desci, falei "vamos".
Ela desceu apressada, ajeitando a minissaia e o top, com a fio dental na mão, enfiou entre a pele e a minissaia, do lado direito na altura da cintura, e veio andando até os degraus, depois subiu os 4 num trotezinho, até parar na frente da porta. Eu estava uns passos atrás e falei
- levanta a mini, assim fica com a buceta no ar, vai.
- assim? respondeu, deixando como um cinto daqueles largos e fez uma espécie de dancinha, tipo o que hoje chamariam de twerk, mas com a cintura sempre na mesma altura, nunca abaixou. com o controle remoto destravei a porta, que soltou do ímã, e falei "entra" ao mesmo tempo que dei um tapa forte na bunda dela. ela reclamou, de leve, mais de prazer do que de bronca na verdade, e abraçando ela com meu antebraço na altura da barriga, parei ela e, virando de lado, dei mais uns tapas na bunda, vendo o vermelho começar a aparecer na nádega. ela ficou quietinha, aguentou, e quando soltei falei "sobe". Já no quarto, ela tirou o top e pedi pra deixar as botinhas que tava usando. sempre obediente, deitou na cama enquanto eu me despia, brincava com as pernas mexendo elas e apertava os peitos até que ficou de quatro, apoiando os peitos/pescoço/queixo no colchão, com a raba levantada e as duas pernas apoiadas nos joelhos. fiquei atrás dela e dei duas palmadas na parte interna da coxa direita dela, fazendo abrir as pernas, e já parado do lado esquerdo dela, comecei a massagear com a palma da mão direita a buceta dela. Comecei sem penetrá-la e apoiei a mão esquerda no meio das costas dela, pressionando, porque ela tentou se levantar e não era isso que eu queria.
— Fica aí — falei e dei um tapa forte na buceta dela.
— Ahhhhh, papai.
Dei mais dois tapas, umas palmadas, e digo:
— Cala a boca, puta, e chupa até engolir toda a porra — falei enquanto me deitava ao lado dela e a puxava pra cima de mim pra começar um 69.
Ela já estava entregue, mas deixou as pernas quase juntas.
— Abre — dois tapas, fortes dessa vez.
— Sim, papai — respondeu.
E assim que comecei a chupar a buceta dela, as pernas tremeram de um jeito que pensei que ia melar minha boca toda, mas não. Senti muita umidade na buceta, então continuei chupando bem forte enquanto ela tremia e, com as duas mãos apertando a nuca dela, fiz ela chupar o pau inteiro e segurei assim, com dois ou três empurrões senti a cabeça do pau batendo na garganta dela, fazendo ela soltar muita baba. Ela aguentou como uma rainha, se segurando firme nas minhas pernas com as duas mãos por trás das coxas.
— Aperta o pau — pedi.
Ela fechou a boca, aguentando, e com mais um empurrão de pau, dessa vez veio um vômito profundo, com um som gutural... "guoooooooj" — com toda aquela baba e fluidos, sujou minha perna direita inteira, que foi pra onde ela apontou quando soltei a cabeça dela e ela virou o rosto pra escapar.
Interrompi a chupada forte na buceta que eu ainda dava pra dizer:
— Aguentou, puta, hein...
— Uhhhhhh (respira fundo) — me come, vagabundo, vai, tô com a buceta explodindo — disse enquanto se masturbava.
— Depois que engolir a porra, vou te comer o cu, puta. Volta a chupar.
— Ayyyy, filho da puta... — reclamou enquanto sentiu eu enfiar dois dedos no cu dela.
E aprendeu, porque agora, sem eu precisar segurar, ela mesma cruzou as duas mãos nas costas e engoliu o pau inteiro de novo, e ficou ali, com os lábios bem apertados, passando a língua. língua na cock bem metida inteira na boca e assim ficou enquanto eu me esfregava, usando a pussy na boca, fodendo ao mesmo tempo o rabo com os dedos indicador e médio esquerdos enfiados como eu tinha.
O que faltava eram os tapas que comecei a dar no rabo com a mão direita, a mão bem aberta e fazendo aquele cu estalar gostoso. Até parar e transformar o próximo tapa que nunca veio porque deixei minha mão quieta e apertei a nádega direita dela, bem forte, e ela entendeu na perfeição que o leite ia jorrar, porque o boquete que tinha começado uns segundos antes voltou a afundar na cock e com duas empurradas com a cock batendo no fundo, fiz ela explodir toda a cum e sem abrir a boca, depois de engolir tudo, voltou a mamar, soltando as mãos e levando-as para ajudar a arrumar um pouco o cabelo e segurar minha cock. Tirei os dedos do rabo dela e cuspi na pussy, ela desmontou e nos levantamos, ficando de frente, ela disse:
– Olha como me deixou, afogada, os olhos lacrimejando, cheia de cum, o rabo bem aberto e a pussy arruinada, filha da puta.
Segurei o rabo dela apertando bem forte e disse:
– De agora em diante, a única coisa que você vai abrir a boca é para comer essa cock e para gritar como uma puta quando eu meter no seu rabo. Entendeu? Puta comedora de cum.
Ela balançou a cabeça, dizendo que sim, com minha mão apoiada no ombro dela, ela se ajoelhou e voltou a chupar... ficando só na cabeça, de forma suave, segurando minha cock com a mão.
– Não, não, assim não... assim.
Falei, apertando a cabeça dela e fazendo ela engasgar, com o nariz colado no meu corpo umas duas ou três vezes, e com a cock toda bem dentro, mexi em círculos e para cima e para baixo com minhas pernas, até ela vomitar...
– Assimmmmmm, suja, assimmmmm. Mais uma e eu fodo seu rabo.
E fizemos de novo, agora deixei ela mamar um pouco antes de fazer outra vez. Dessa vez senti a cabeça da cock apertada quando atravessou a boca dela. Dentro da garganta.
Ela tava com a carinha toda chorada e cheia de babas, toda suada. Como o vômito não vinha e ela continuava ali, aguentando as empurradas e os sobe e desce da minha pika sempre com a cabeça dela apertada contra mim, e tava começando a doer a cabeça da pika na garganta dela, com a mão livre comecei a bater na que segurava a cabeça dela, tipo martelando, e depois de umas quantas, aí sim, veio o segundo vômito, dessa vez mais amarelado, de baba mais grossa e mais quantidade que antes. Soltei ela... e ela não se mexeu, ficou assim até se mover pra voltar a mamar, cabeça bolas cabeça, encaixei minhas duas mãos entrelaçando os dedos atrás da minha própria cabeça e curti
— Como tu gosta de chupar, puta... assimiiiiii, assimiiii, puta... vai...
Abri as pernas (mandei e na hora ela fez, ficando muuuuito aberta com a buceta quase colada no chão)
E assim continuou mamando, de ponta a ponta. Depois de uns minutos, comentei
— Já tá dura, bem durinha como tu gosta
Ela parou de chupar, e enquanto eu batia uma, perguntou
— E aí?
Peguei na mão dela que tava batendo uma pra levantar ela, e de pé com as pernas abertas, ela apoiou as duas palmas das mãos na parede espelho e eu me agachei pra cuspir no buraco do cu dela, encostei a cabeça da pika e quando ela tentou enfiar no cu, dei um tapa na bunda enquanto sentia a pika abrindo caminho no cu dela e falei:
— Quero ver tua cara enquanto eu rasgo teu cu. E quero que tu se veja com cara de puta e falando sujo pra mim — falei enquanto enrolei o cabelo preto comprido dela na minha mão direita —
E enquanto puxava a cabeça dela pra trás com o cabelo enrolado na minha mão, fazendo a orelha direita dela ficar do lado da minha boca, falei
— Entendeu?
— Aaaaiii, siiiim. Rasga minha raba
— Rasga você mesma, puta
— Vai me encher de leite, pai?
Ela tava se dando meia pika, então tive que agir. De uma vez, enfiei tudo e bati na bunda dela de um jeito que parecia um tapa, senti que ela molhou a pika perna........tava se mijando......
- cê tá molhando minha perna toda......
E o que veio depois...... Foi selvagem, foi uma sentada no cu brutal, não parava de comer ele, de cabeça a bolas, bolas batendo na pussy, enquanto se mijava.....e falava
- goza papai
- por favor
- me come, siiiiii................., me come
- a pussy papai, a pussy, a pussy me dá....me dá
Coloquei a cara dela no espelho, ela começou a chupar.....não conseguia parar de comer o cu dela, e não conseguia gozar.
- agggj agggjjjjj ujfff ujfffff jmmmm jmmmm......
assim ela gemia a cada metida que parecia ir mais fundo no cu
- que boa puta de cu......agora cê vai chupar
- sim papai....
E rapidamente tirou o pau e se ajoelhou bem aberta
- sem tocar, eu falei
E enfiou na boca, depois de chupar e agarrar, apertar forte e bater uma, eu falei
- que puta desobediente que cê é
- sou uma puta mesmo papai.......cê adora meu cu pequeno papai
- nem fudendo, tem um cu do caralho, tão puta assim não é
- hahahaha, por queeeee
- continua chupando e cala a boca..........
de novo, com a mão empurrei a cock bem pra dentro até o talo, outro empurrão e segurei ela lá, pra aguentar bem fundo. ela bateu na minha coxa mas não teve piedade.
- éeeeeee issooooo, chora puta de cock .........assiiiiiii
falei e ela ficou, quietinha, gargarejando, tossindo
- agora siiiiii, assim siiiii. come cock vai........então cê é uma puta mesmo?
e soltei. ela respirou fundo, tinha a carinha toda molhada, de lágrimas e suor. arrotou, forte, tossiu e quando abriu os olhos, me olhou........sorriu
- quer mais? perguntei
- bouaaaaaac puaaaajjjj
vomitou, muito.
Ver ela assim, de quatro, pernas abertas, olhando pro chão, o próprio vômito, as costas encharcadas, azar ter deixado o celular no carro. dei uns passos pra trás e peguei a calcinha fio dental que tinha caído, quando voltei e parei de novo na frente dela, que continuava na mesma posição recuperando o fôlego, falei
- essa fica aqui.
Nem me olhei, fui pra cama e me deitei. Limpei a pica com a calcinha fio dental e deixei ela na mesa de cabeceira. Ela ainda estava ali, então perguntei:
- Tá bem? Continuamos?
- Goza, filho da puuuuta
- Assim, fala assim, boca suja... que puta mole que você é no final, hein... pega uma pica de verdade e não aguenta.
- Por enquanto não te como mais, então se quiser ser a puta do gozo, vai ter que dar bem dada.
- Ou quer que eu vá e deixe sua buceta igual ao cu, bem aberta e cheia de porra...
Enquanto eu falava essas coisinhas, ela continuava na mesma posição, no mesmo lugar, mas agora tava se tocando, batendo uma.
- Para de se tocar e vem te foder, puta, vai, traz essa buceta pro papai.
Ela se levanta, me olha rindo e fala:
- Tava entediada e ia embora - e apoiando o joelho direito na cama e a palma da mão esquerda, do meu lado, com o cabelo caindo pro mesmo lado, pegou minha pica com a mão direita e completou - e olha, apareceu a sorte em forma de pica...
A imagem, ver ela abrir as pernas pra se empalar, descer de uma vez engolindo tudo e sentir a umidade, meus olhos fixos na buceta com minha pica abrindo ela, bem aberta, apesar da facilidade com que fez, senti ela apertada. Com um pequeno movimento das minhas pernas e quadril, começou uma cavalgada suave, gostosa, que serviu pra ela se acomodar e acostumar a buceta, passar o cabelo pra trás e quando senti que acelerava pra frente e pra trás o quadril e ao mesmo tempo a respiração, apertei os dois peitos dela. Nesse momento, amortecendo com os joelhos, agora sim começou a se bombear inclinada pra frente, soltei o peito direito e, agarrando ela pelo pescoço, puxei pra minha boca pra beijar. Amava como estávamos fodendo, como ela tava se fodendo na real, sozinha e por conta própria. Já depois de umas quantas idas e vindas, ela começou a gozar...
- ahhhhh, ahhhhhh, ahhhhhhhhh
Com as pernas quase tremendo, ela ficou. quieta, respirando na minha boca
— outra gozada, amor? perguntei
— aaaaiii papai...........como você me deixou a buceta........
— continua, puta, vai. desafiei ela.....
ela desmontou virando pra minha esquerda, ficando de barriga pra cima e meio de pernas abertas enquanto me dizia
— nãooo papai não aguento mais, me perdoa. não consegui tirar sua gozada..........
— não mamãe, a gozada você vai tirar de mim
me acomodei sobre ela e com minhas mãos levei as pernas dela até os ombros e falei:
— me olha, puta
e enfiei a pica na buceta. apoiando a ponta dos pés e as palmas das mãos no colchão enquanto ela segurava as próprias pernas, obediente me olhava e viu, como a pica entrou de uma vez
— aaaaiiiiiii que filho da puuuuuuuta
e com a mesma falta de piedade que tive desde que começou o negócio, desde a primeira bombada até encher a buceta de gozo foi meter e meter sentindo o calor da buceta dela na minha pica, mantendo o olhar que se cortou quando ela fechou os olhos ao sentir o primeiro jato de gozo lá dentro....
— siiiiiim siiiiiim siiiiiim siiiiiim....................
cada um, correspondia a uma metida desde que comecei a gozar. continuei bombando ela mais umas duas vezes quando já tinha terminado de gozar até que parei, ficando dentro dela respirando os dois muito ofegantes. beijei ela e quando comecei de novo a bombar, soltou
— não papai, não papai.....
— que é, bebezinha......
— tá doendo minha buceta, papai.........
sem dizer palavra me deitei enquanto agarrava ela pelo cabelo e trouxe pra chupar de novo minha pica, de lado. Tava meio branca, mistura da baba da buceta dela e da gozo que esmagamos e mais pra dentro a picaçadas depois de acabar nela e falei
— tudo, hein
e sim, custou, mas com um esforcinho conseguiu comer ela inteira e segurei ela ali
— se aguentar uma chupada de buceta, traz ela aqui, puta.
mas não fez, então empurrei a pica batendo e batendo até que cuspiu ela deixando a baba escorrer ao abrir a boca, sem nunca deixar ela subir, depois da segunda engasgada, soltei. Ela foi tirando da boca aos poucos enquanto segurava com a mão direita e, ao se erguer, com as pernas flexionadas apoiando a bunda nos calcanhares, limpou a boca com a mão esquerda e, me olhando, confessou:
- não aguento mais..........
- olha como eu tô de cock!! você monta ou eu te como? falta você engolir a porra toda
- faz meia hora que você tá me comendo e não goza..........
eu tava com a cock duríssima e toda molhada, molhada de pussy. Vi a calcinha fio dental jogada entre nós dois, no meio da cama, e peguei ela, enxuguei a cock e falei enquanto me posicionava por cima, levantando as pernas dela
- segura as pernas, puta, e abre a boca, vê se tira minha porra
e com a mão esquerda enfiei a calcinha na boca dela e dei um tapa leve. Já segurando as pernas, ela tava indefesa e só ouvi quando encostei a glande no buraco do cu
- mmm mmmm
e mexeu o quadril o quanto pôde pra se ajeitar, enquanto fazia isso, eu reto como uma tábua, apoiado nos cotovelos e antebraços na frente e nas pontas dos pés embaixo, me deixei cair enfiando a cock no cu dela, olhando pra ela, e ela sem parar de me olhar gemeu e, quando cheguei no choque das bolas, cuspiu a calcinha.
Rapidamente peguei ela e enfiei de novo na boca e falei
- não, puta, a calcinha na boca. vou foder teu cu até você tirar minha porra, entendeu?
ela concordou com a cabeça e não parou de gemer, nos dois ou três minutos que devem ter durado as bombadas, sempre batendo as bolas nela, embalando cada estocada até o momento em que me reajustei, fiquei de joelhos e agora com as mãos livres, apertei os peitos dela e quando retomei a bombada, acabou tudo, sujando nós dois
- siiiiiii puta gostosa siiiiii, assimmm
ela cuspiu a calcinha de novo quando saíram dois jatos de porra bem dentro do cu. as pernas tremeram e ela virou de leve pro lado direito Movimento que freio, voltei a bombar ela, com a mesma fúria de antes. Nesse momento, ela se soltou e com a mão direita pegou a tanga e colocou na minha mão direita enquanto virava, ficando deitada de barriga pra cima, vindo com a boca até meu pau pra chupar. Foi me chupando sem tocar, enquanto com a tanga eu ia secando o gozo dela e depois secando ela, passando a tanga pela pussy e meti dois dedos. Ela tava com a pussy explodida, e eu tirei os dedos melados com o fluxo dela. Pedi pra ela abrir as pernas e, sem nunca parar de me chupar, ela não fez. Então dei um tapa forte na pussy dela.
— Essa é minha! — falei, com voz firme. Agora sim ela obedeceu e respirou fundo...
— Que foda que você me deu, papai... Vou tomar um banho, tá?
— Pode ir. — respondi.
Fiquei olhando ela enquanto caminhava, ainda com o pau duro. Ia ter que continuar, pensei...
Quando vi ela, já me atraiu. E ela me cumprimentou com um beijo na bochecha que me deixou ainda mais a fim.
Uns meses depois, já tendo terminado com a amiga, vejo ela num bar/sinuca que eu tava. E ela, sentada sozinha num canto de uma das mesas. No começo achei que tava com quem jogava sinuca, mas quando eles foram embora e ela ficou onde tava, percebi que tava sozinha, então resolvi chegar.
- Oi, morena?
- Cinthia, me chamo. respondeu antes de me ver.
- Já sei, sua puta. falei.
- Ahhhh oooolá, obrigada pelo elogio.... tudo bem?
- Melhor que você, pelo visto.......
- Mmmm sim sim, hahaha, o que vai ser.....
- Deixa eu melhorar sua noite, se você topar.....
- Como assim, vamos ver?
- Aqui embaixo dessa calça, tenho o pau bem duro pra te foder toda
- Hahaha, igual a Bren.....
- Depois de chupar ele inteiro, senão não te como
- Vou pensar e te aviso, tá? disse se levantando
- Vai no banheiro se tocar? falei segurando a mão dela e me colocando na frente da boca dela
- Vou, volto já
- Pensa nesse aqui. falei, fazendo ela pegar no meu pau por cima da calça, não teve resistência nenhuma, pegou na hora e bem forte
- Brenda te contou umas coisas pelo visto.
- Se aguentar esse pau que você não solta, vou te comer de quatro até encher seu cu de porra. Do jeito que você gosta, com a calcinha enfiada na boca, sua puta linda.
- Aiiii.... disse enquanto apertava mais forte meu pau, mordendo o lábio de leve.... já volto, falou. E foi pro banheiro.
Depois de uns minutos, voltou, mas dessa vez sentou do lado da mesa onde eu tava jogando, não onde tava antes.
- Terminou, vamos?
- Bora, sim sim. respondeu na hora com um sorriso.
Olhei pra ela, não tinha percebido que tava de minissaia e umas botinhas de couro, tudo preto, e a blusa branca. Não tem peitos, são pequenininhos, mas tem umas pernas e uma bunda linda.
Num momento cheguei perto e passei a mão no cabelo dela, muito lindo e comprido, passando metade das suas costas onduladas abaixo da metade das costas, uma boca grande com lábios normais.
- tenho uma surpresa pra você......
- é? o que será? eu disse
com o punho fechado, ele enfiou no meu bolso esquerdo.........quando coloquei a mão no bolso, sorri e falei
- se for o que eu tô pensando, quando você subir no carro não vou te perdoar
ele sorriu e quis saber
- acho que você não se divertiu assim com a bren
- com você vou me divertir, sua puta comedora de porra. falei no ouvido dela.
- galera, vou nessa. falei pros caras
- se precisar de algo, é só falar, tiro manu.
não respondi
Caminamos quase dois quarteirões e subimos no carro. Ela sentou e na hora eu falei:- Que cor é?
- Branca, papi, e bem pequenininha.
Tirei do bolso, baixei a calça e a cueca de uma vez e enrolei na cock.
- Vem aqui, slut, chupa a cock. E babaca toda, assim eu seco ela na sua calcinha.
Ela tentou vir de lado, e eu falei... não, não. Assim. E apontei pra ela se deitar, mas olhando pra trás, e levantar a perna esquerda apoiando o pé no apoio de braço da porta, de forma que ficasse de pernas abertas. Mal fez isso, a minissaia subiu, deixando a pussy à mostra, pronta pra eu meter a mão enquanto ela já tava chupando minha cock. Tenho a cock grande, cabeçuda. Ela não falou nada, começou chupando a cabeça, com a mão direita apoiada na minha perna esquerda. Eu esfregava a pussy dela sem penetrar, e ela mexia a cintura. Eu dava tapas na pussy e ela se mexia mais. Ela agarrou minha cock apertando forte. Apoiei a mão esquerda na cabeça dela e falei:
- Vamos, slut... abre essa boca, chupapija.
Meti dois dedos na pussy dela e empurrei a cock e a cabeça ao mesmo tempo. Ela engasgou um pouco.
- Come ela toda...
Nessa altura, já tava acabando com a pussy dela, toda molhada, com dois dedos.
- Que aguento você tem, slut.
Ela já tava há vários segundos com a cock inteira na boca, passando a língua. Eu já não tinha mais a mão na cabeça dela, e ela continuava lá. Então ela saiu, toda babada, e me disse:
- Como me excita você me tratar assim.
- É assim que você gosta, slut?
Ela tava batendo uma forte pra mim. Eu tinha meus dedos bem dentro da pussy dela, mexendo, mas sem comer ela, apertando. Ela aguentava de boa, não gemia, não reclamava, e continuava batendo uma...
- Aiii simmmm, você vai me comer?
Tirei os dedos da pussy dela e, enquanto dava tapas fortes na pussy, falei:
- A boca que vou foder, continua chupando.
E ela comeu, meia cock... então, sem avisar, me movendo rápido, enfiei tudo e ela veio. o vômito
- ahhhggggg ......pppffff pfpfffff,
respiro, ofegante, lambo minha cabeça e coloco as duas mãos cruzadas nas costas dela, entregue........ ela me olha e pergunta
- e a goz........
segurando ela pelo cabelo, ela entendeu e voltou a chupar, voltei a me mexer e quando a tinha inteira bem dentro, segurando com a mão esquerda não deixei ela sair e assim, no fundo, bati três ou quatro vezes a pica na garganta dela fazendo ela cuspir em cada vez muita, muita baba.
- assim puta assim. e soltei ela. ela limpou a boca com a mão e enquanto fazia isso
- me dá a calcinha, falei
ela tirou da minha pica, toda encharcada de baba como estava, me deu e com a mão direita, passei ela na buceta, nos olhamos e nos beijamos de boca. enquanto nos beijávamos, ela aproximou a mão dela da minha, tirou a calcinha de mim e parei de beijar pra olhar e ver, como ela roçava ela na buceta
- onde você vai meter a goz??
sem falar nada, segurei ela pelo pescoço e balançando a cabeça ela fez que não e surpresa, pegou a calcinha e mordeu
- se continuar falando assim comigo e chupar ela quando eu tirar do cu, bem dentro da buceta
e enquanto olhava ela passar a língua na calcinha, fechei
- é isso que você quer......
ela balançava a cabeça que sim e perguntei se tinha camisinha. sorrindo negou com a cabeça enquanto continuava brincando com a calcinha, agora de novo me masturbando com força e devagar enquanto apertava o peito dela com a mão direita e com a esquerda puxava o cabelo dela, fazendo ela inclinar só um pouco a cabeça pra trás........
- quero que você me coma de quatro
- e a goz puta, - agora puxei o cabelo mais forte-
- chupo toda papai, gozei toda.....
mal ouvi ela, enfiei dois dedos na buceta dela e ao tirar foram direto pra boca, na boca dela. ela enfiava eles sozinha, e acompanhei com pouca força até que veio o engasgo e um novo refluxo de baba. caiu no meu peito, manchando toda a minha camisa....
- aii desculpa papai.....desculpa.
e sozinha veio se sentar sobre mim, fico olhando fixo quando paro ela na frente...
- quero te comer essa buceta gostosa, todinha na ppk...
- vamos pra casa. soltei ela enquanto acompanhava com a mão no ombro dela até o assento. ela me olhou, fazendo biquinho, e disse me encarando
- quero seu pau dentro de mim
A viagem foi curta, entramos direto e enquanto terminava de fechar o portão basculante, ela quis vir de novo sentar em cima. assim que mexeu, abri minha porta e desci, falei "vamos".
Ela desceu apressada, ajeitando a minissaia e o top, com a fio dental na mão, enfiou entre a pele e a minissaia, do lado direito na altura da cintura, e veio andando até os degraus, depois subiu os 4 num trotezinho, até parar na frente da porta. Eu estava uns passos atrás e falei
- levanta a mini, assim fica com a buceta no ar, vai.
- assim? respondeu, deixando como um cinto daqueles largos e fez uma espécie de dancinha, tipo o que hoje chamariam de twerk, mas com a cintura sempre na mesma altura, nunca abaixou. com o controle remoto destravei a porta, que soltou do ímã, e falei "entra" ao mesmo tempo que dei um tapa forte na bunda dela. ela reclamou, de leve, mais de prazer do que de bronca na verdade, e abraçando ela com meu antebraço na altura da barriga, parei ela e, virando de lado, dei mais uns tapas na bunda, vendo o vermelho começar a aparecer na nádega. ela ficou quietinha, aguentou, e quando soltei falei "sobe". Já no quarto, ela tirou o top e pedi pra deixar as botinhas que tava usando. sempre obediente, deitou na cama enquanto eu me despia, brincava com as pernas mexendo elas e apertava os peitos até que ficou de quatro, apoiando os peitos/pescoço/queixo no colchão, com a raba levantada e as duas pernas apoiadas nos joelhos. fiquei atrás dela e dei duas palmadas na parte interna da coxa direita dela, fazendo abrir as pernas, e já parado do lado esquerdo dela, comecei a massagear com a palma da mão direita a buceta dela. Comecei sem penetrá-la e apoiei a mão esquerda no meio das costas dela, pressionando, porque ela tentou se levantar e não era isso que eu queria.
— Fica aí — falei e dei um tapa forte na buceta dela.
— Ahhhhh, papai.
Dei mais dois tapas, umas palmadas, e digo:
— Cala a boca, puta, e chupa até engolir toda a porra — falei enquanto me deitava ao lado dela e a puxava pra cima de mim pra começar um 69.
Ela já estava entregue, mas deixou as pernas quase juntas.
— Abre — dois tapas, fortes dessa vez.
— Sim, papai — respondeu.
E assim que comecei a chupar a buceta dela, as pernas tremeram de um jeito que pensei que ia melar minha boca toda, mas não. Senti muita umidade na buceta, então continuei chupando bem forte enquanto ela tremia e, com as duas mãos apertando a nuca dela, fiz ela chupar o pau inteiro e segurei assim, com dois ou três empurrões senti a cabeça do pau batendo na garganta dela, fazendo ela soltar muita baba. Ela aguentou como uma rainha, se segurando firme nas minhas pernas com as duas mãos por trás das coxas.
— Aperta o pau — pedi.
Ela fechou a boca, aguentando, e com mais um empurrão de pau, dessa vez veio um vômito profundo, com um som gutural... "guoooooooj" — com toda aquela baba e fluidos, sujou minha perna direita inteira, que foi pra onde ela apontou quando soltei a cabeça dela e ela virou o rosto pra escapar.
Interrompi a chupada forte na buceta que eu ainda dava pra dizer:
— Aguentou, puta, hein...
— Uhhhhhh (respira fundo) — me come, vagabundo, vai, tô com a buceta explodindo — disse enquanto se masturbava.
— Depois que engolir a porra, vou te comer o cu, puta. Volta a chupar.
— Ayyyy, filho da puta... — reclamou enquanto sentiu eu enfiar dois dedos no cu dela.
E aprendeu, porque agora, sem eu precisar segurar, ela mesma cruzou as duas mãos nas costas e engoliu o pau inteiro de novo, e ficou ali, com os lábios bem apertados, passando a língua. língua na cock bem metida inteira na boca e assim ficou enquanto eu me esfregava, usando a pussy na boca, fodendo ao mesmo tempo o rabo com os dedos indicador e médio esquerdos enfiados como eu tinha.
O que faltava eram os tapas que comecei a dar no rabo com a mão direita, a mão bem aberta e fazendo aquele cu estalar gostoso. Até parar e transformar o próximo tapa que nunca veio porque deixei minha mão quieta e apertei a nádega direita dela, bem forte, e ela entendeu na perfeição que o leite ia jorrar, porque o boquete que tinha começado uns segundos antes voltou a afundar na cock e com duas empurradas com a cock batendo no fundo, fiz ela explodir toda a cum e sem abrir a boca, depois de engolir tudo, voltou a mamar, soltando as mãos e levando-as para ajudar a arrumar um pouco o cabelo e segurar minha cock. Tirei os dedos do rabo dela e cuspi na pussy, ela desmontou e nos levantamos, ficando de frente, ela disse:
– Olha como me deixou, afogada, os olhos lacrimejando, cheia de cum, o rabo bem aberto e a pussy arruinada, filha da puta.
Segurei o rabo dela apertando bem forte e disse:
– De agora em diante, a única coisa que você vai abrir a boca é para comer essa cock e para gritar como uma puta quando eu meter no seu rabo. Entendeu? Puta comedora de cum.
Ela balançou a cabeça, dizendo que sim, com minha mão apoiada no ombro dela, ela se ajoelhou e voltou a chupar... ficando só na cabeça, de forma suave, segurando minha cock com a mão.
– Não, não, assim não... assim.
Falei, apertando a cabeça dela e fazendo ela engasgar, com o nariz colado no meu corpo umas duas ou três vezes, e com a cock toda bem dentro, mexi em círculos e para cima e para baixo com minhas pernas, até ela vomitar...
– Assimmmmmm, suja, assimmmmm. Mais uma e eu fodo seu rabo.
E fizemos de novo, agora deixei ela mamar um pouco antes de fazer outra vez. Dessa vez senti a cabeça da cock apertada quando atravessou a boca dela. Dentro da garganta.
Ela tava com a carinha toda chorada e cheia de babas, toda suada. Como o vômito não vinha e ela continuava ali, aguentando as empurradas e os sobe e desce da minha pika sempre com a cabeça dela apertada contra mim, e tava começando a doer a cabeça da pika na garganta dela, com a mão livre comecei a bater na que segurava a cabeça dela, tipo martelando, e depois de umas quantas, aí sim, veio o segundo vômito, dessa vez mais amarelado, de baba mais grossa e mais quantidade que antes. Soltei ela... e ela não se mexeu, ficou assim até se mover pra voltar a mamar, cabeça bolas cabeça, encaixei minhas duas mãos entrelaçando os dedos atrás da minha própria cabeça e curti
— Como tu gosta de chupar, puta... assimiiiiii, assimiiii, puta... vai...
Abri as pernas (mandei e na hora ela fez, ficando muuuuito aberta com a buceta quase colada no chão)
E assim continuou mamando, de ponta a ponta. Depois de uns minutos, comentei
— Já tá dura, bem durinha como tu gosta
Ela parou de chupar, e enquanto eu batia uma, perguntou
— E aí?
Peguei na mão dela que tava batendo uma pra levantar ela, e de pé com as pernas abertas, ela apoiou as duas palmas das mãos na parede espelho e eu me agachei pra cuspir no buraco do cu dela, encostei a cabeça da pika e quando ela tentou enfiar no cu, dei um tapa na bunda enquanto sentia a pika abrindo caminho no cu dela e falei:
— Quero ver tua cara enquanto eu rasgo teu cu. E quero que tu se veja com cara de puta e falando sujo pra mim — falei enquanto enrolei o cabelo preto comprido dela na minha mão direita —
E enquanto puxava a cabeça dela pra trás com o cabelo enrolado na minha mão, fazendo a orelha direita dela ficar do lado da minha boca, falei
— Entendeu?
— Aaaaiii, siiiim. Rasga minha raba
— Rasga você mesma, puta
— Vai me encher de leite, pai?
Ela tava se dando meia pika, então tive que agir. De uma vez, enfiei tudo e bati na bunda dela de um jeito que parecia um tapa, senti que ela molhou a pika perna........tava se mijando......
- cê tá molhando minha perna toda......
E o que veio depois...... Foi selvagem, foi uma sentada no cu brutal, não parava de comer ele, de cabeça a bolas, bolas batendo na pussy, enquanto se mijava.....e falava
- goza papai
- por favor
- me come, siiiiii................., me come
- a pussy papai, a pussy, a pussy me dá....me dá
Coloquei a cara dela no espelho, ela começou a chupar.....não conseguia parar de comer o cu dela, e não conseguia gozar.
- agggj agggjjjjj ujfff ujfffff jmmmm jmmmm......
assim ela gemia a cada metida que parecia ir mais fundo no cu
- que boa puta de cu......agora cê vai chupar
- sim papai....
E rapidamente tirou o pau e se ajoelhou bem aberta
- sem tocar, eu falei
E enfiou na boca, depois de chupar e agarrar, apertar forte e bater uma, eu falei
- que puta desobediente que cê é
- sou uma puta mesmo papai.......cê adora meu cu pequeno papai
- nem fudendo, tem um cu do caralho, tão puta assim não é
- hahahaha, por queeeee
- continua chupando e cala a boca..........
de novo, com a mão empurrei a cock bem pra dentro até o talo, outro empurrão e segurei ela lá, pra aguentar bem fundo. ela bateu na minha coxa mas não teve piedade.
- éeeeeee issooooo, chora puta de cock .........assiiiiiii
falei e ela ficou, quietinha, gargarejando, tossindo
- agora siiiiii, assim siiiii. come cock vai........então cê é uma puta mesmo?
e soltei. ela respirou fundo, tinha a carinha toda molhada, de lágrimas e suor. arrotou, forte, tossiu e quando abriu os olhos, me olhou........sorriu
- quer mais? perguntei
- bouaaaaaac puaaaajjjj
vomitou, muito.
Ver ela assim, de quatro, pernas abertas, olhando pro chão, o próprio vômito, as costas encharcadas, azar ter deixado o celular no carro. dei uns passos pra trás e peguei a calcinha fio dental que tinha caído, quando voltei e parei de novo na frente dela, que continuava na mesma posição recuperando o fôlego, falei
- essa fica aqui.
Nem me olhei, fui pra cama e me deitei. Limpei a pica com a calcinha fio dental e deixei ela na mesa de cabeceira. Ela ainda estava ali, então perguntei:
- Tá bem? Continuamos?
- Goza, filho da puuuuta
- Assim, fala assim, boca suja... que puta mole que você é no final, hein... pega uma pica de verdade e não aguenta.
- Por enquanto não te como mais, então se quiser ser a puta do gozo, vai ter que dar bem dada.
- Ou quer que eu vá e deixe sua buceta igual ao cu, bem aberta e cheia de porra...
Enquanto eu falava essas coisinhas, ela continuava na mesma posição, no mesmo lugar, mas agora tava se tocando, batendo uma.
- Para de se tocar e vem te foder, puta, vai, traz essa buceta pro papai.
Ela se levanta, me olha rindo e fala:
- Tava entediada e ia embora - e apoiando o joelho direito na cama e a palma da mão esquerda, do meu lado, com o cabelo caindo pro mesmo lado, pegou minha pica com a mão direita e completou - e olha, apareceu a sorte em forma de pica...
A imagem, ver ela abrir as pernas pra se empalar, descer de uma vez engolindo tudo e sentir a umidade, meus olhos fixos na buceta com minha pica abrindo ela, bem aberta, apesar da facilidade com que fez, senti ela apertada. Com um pequeno movimento das minhas pernas e quadril, começou uma cavalgada suave, gostosa, que serviu pra ela se acomodar e acostumar a buceta, passar o cabelo pra trás e quando senti que acelerava pra frente e pra trás o quadril e ao mesmo tempo a respiração, apertei os dois peitos dela. Nesse momento, amortecendo com os joelhos, agora sim começou a se bombear inclinada pra frente, soltei o peito direito e, agarrando ela pelo pescoço, puxei pra minha boca pra beijar. Amava como estávamos fodendo, como ela tava se fodendo na real, sozinha e por conta própria. Já depois de umas quantas idas e vindas, ela começou a gozar...
- ahhhhh, ahhhhhh, ahhhhhhhhh
Com as pernas quase tremendo, ela ficou. quieta, respirando na minha boca
— outra gozada, amor? perguntei
— aaaaiii papai...........como você me deixou a buceta........
— continua, puta, vai. desafiei ela.....
ela desmontou virando pra minha esquerda, ficando de barriga pra cima e meio de pernas abertas enquanto me dizia
— nãooo papai não aguento mais, me perdoa. não consegui tirar sua gozada..........
— não mamãe, a gozada você vai tirar de mim
me acomodei sobre ela e com minhas mãos levei as pernas dela até os ombros e falei:
— me olha, puta
e enfiei a pica na buceta. apoiando a ponta dos pés e as palmas das mãos no colchão enquanto ela segurava as próprias pernas, obediente me olhava e viu, como a pica entrou de uma vez
— aaaaiiiiiii que filho da puuuuuuuta
e com a mesma falta de piedade que tive desde que começou o negócio, desde a primeira bombada até encher a buceta de gozo foi meter e meter sentindo o calor da buceta dela na minha pica, mantendo o olhar que se cortou quando ela fechou os olhos ao sentir o primeiro jato de gozo lá dentro....
— siiiiiim siiiiiim siiiiiim siiiiiim....................
cada um, correspondia a uma metida desde que comecei a gozar. continuei bombando ela mais umas duas vezes quando já tinha terminado de gozar até que parei, ficando dentro dela respirando os dois muito ofegantes. beijei ela e quando comecei de novo a bombar, soltou
— não papai, não papai.....
— que é, bebezinha......
— tá doendo minha buceta, papai.........
sem dizer palavra me deitei enquanto agarrava ela pelo cabelo e trouxe pra chupar de novo minha pica, de lado. Tava meio branca, mistura da baba da buceta dela e da gozo que esmagamos e mais pra dentro a picaçadas depois de acabar nela e falei
— tudo, hein
e sim, custou, mas com um esforcinho conseguiu comer ela inteira e segurei ela ali
— se aguentar uma chupada de buceta, traz ela aqui, puta.
mas não fez, então empurrei a pica batendo e batendo até que cuspiu ela deixando a baba escorrer ao abrir a boca, sem nunca deixar ela subir, depois da segunda engasgada, soltei. Ela foi tirando da boca aos poucos enquanto segurava com a mão direita e, ao se erguer, com as pernas flexionadas apoiando a bunda nos calcanhares, limpou a boca com a mão esquerda e, me olhando, confessou:
- não aguento mais..........
- olha como eu tô de cock!! você monta ou eu te como? falta você engolir a porra toda
- faz meia hora que você tá me comendo e não goza..........
eu tava com a cock duríssima e toda molhada, molhada de pussy. Vi a calcinha fio dental jogada entre nós dois, no meio da cama, e peguei ela, enxuguei a cock e falei enquanto me posicionava por cima, levantando as pernas dela
- segura as pernas, puta, e abre a boca, vê se tira minha porra
e com a mão esquerda enfiei a calcinha na boca dela e dei um tapa leve. Já segurando as pernas, ela tava indefesa e só ouvi quando encostei a glande no buraco do cu
- mmm mmmm
e mexeu o quadril o quanto pôde pra se ajeitar, enquanto fazia isso, eu reto como uma tábua, apoiado nos cotovelos e antebraços na frente e nas pontas dos pés embaixo, me deixei cair enfiando a cock no cu dela, olhando pra ela, e ela sem parar de me olhar gemeu e, quando cheguei no choque das bolas, cuspiu a calcinha.
Rapidamente peguei ela e enfiei de novo na boca e falei
- não, puta, a calcinha na boca. vou foder teu cu até você tirar minha porra, entendeu?
ela concordou com a cabeça e não parou de gemer, nos dois ou três minutos que devem ter durado as bombadas, sempre batendo as bolas nela, embalando cada estocada até o momento em que me reajustei, fiquei de joelhos e agora com as mãos livres, apertei os peitos dela e quando retomei a bombada, acabou tudo, sujando nós dois
- siiiiiii puta gostosa siiiiii, assimmm
ela cuspiu a calcinha de novo quando saíram dois jatos de porra bem dentro do cu. as pernas tremeram e ela virou de leve pro lado direito Movimento que freio, voltei a bombar ela, com a mesma fúria de antes. Nesse momento, ela se soltou e com a mão direita pegou a tanga e colocou na minha mão direita enquanto virava, ficando deitada de barriga pra cima, vindo com a boca até meu pau pra chupar. Foi me chupando sem tocar, enquanto com a tanga eu ia secando o gozo dela e depois secando ela, passando a tanga pela pussy e meti dois dedos. Ela tava com a pussy explodida, e eu tirei os dedos melados com o fluxo dela. Pedi pra ela abrir as pernas e, sem nunca parar de me chupar, ela não fez. Então dei um tapa forte na pussy dela.
— Essa é minha! — falei, com voz firme. Agora sim ela obedeceu e respirou fundo...
— Que foda que você me deu, papai... Vou tomar um banho, tá?
— Pode ir. — respondi.
Fiquei olhando ela enquanto caminhava, ainda com o pau duro. Ia ter que continuar, pensei...
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