O Bully do Meu Filho VI (O Cinema)

E aí?"
Pergunta Fabiola com o olhar fixo no filho, o sangue começa a ferver de raiva que cresce dentro dela, mais do que o nervosismo inicial. De alguma forma, já tinha bolado como se livrar de qualquer coisa que o filho pudesse ter visto na noite, exceto pelo que aconteceu no quarto dele.

"Tô te ouvindo."
Ela solta, estacionando na beira de uma calçada vazia, ligando o pisca-alerta e desligando o carro. Cruzou os braços sem tirar os olhos de Juan.

"Mã... mãe, hmmm... você... ehh... trairia o papai?"
Solta gaguejando Juan, sabendo que desde criança sempre conseguiu se expressar sem problemas com ela, embora desejasse que não fosse assim, que a mãe não fosse infiel. Um pensamento muito safado e quente atravessa a mente dele e ele sente a cabeça do pau pinicar a calça (porque você pode ser infiel comigo, se quiser, mãe).

Ela balança os dedos no volante assim que descruza os braços, embora chame a atenção dela que o filho não tirou o moletom de cima da virilha.

"De onde veio essa pergunta?"
(Com certeza me viu ontem à noite saindo e desconfia de algo, ou quando eu tava dormindo?) pensa ela sem parar de olhar pra ele, bolando opções pra se livrar.

"Sei lá, mãe, só tô perguntando... me desculpa se tô duvidando de você, mas tô curioso."
De novo, a mente dele vê ela, mas agora saindo do quarto dele, coberta pelo roupão e com o cabelo bagunçado. Será que o novo chefe dela comeu ela na casa dele? Será que ela foi uma puta na cama onde dorme com o pai? Ele balança a cabeça pra dissipar essa imagem e as dúvidas.

"E olha, você não tá confirmando nem negando nada, mãe?"
Ele olha nos olhos dela, suplicante, e embora perceba que ela tá furiosa, sustenta o olhar pra descobrir a verdade.

"Tem alguma coisa que eu deveria saber, mãe?"

Ela solta um suspiro enquanto sustenta o olhar dele.

"Claro que não, Juanito, eu amo e respeito muito seu pai. Se de vez em quando saio e chego tarde, é porque vou com minhas amigas tomar um drink, ou só me distrair, bater papo, tomar um café, mas... Nada mais, tá claro? Como você pode me julgar assim?

O olhar dela ainda solta fogo, mas a voz ao responder fica mais suave.

Desculpa, mãe, sério.

Solta João, cheio de remorso.

Não devia ter duvidado de você, me desculpa, me perdoa, você tem razão, de agora em diante vou confiar 100% na sua palavra.

Ele sente o coração acelerar de culpa por duvidar da mãe, e a ereção vai murchando, talvez foi o pensamento tarado dele que fez ele falar aquelas merdas.

Você é minha mamãe e eu sei que nunca vai me decepcionar.

(Minha mamãe como uma puta, em que diabos eu tava pensando? Meu Deus! Aquele preto de merda tava enfiando coisas na minha cabeça por ter falhado em tentar pegar minha mãe e ela ter dado um fora nele, por isso ele falou essas coisas por vingança.)

Me perdoa, mamãe! Você é a melhor mãe que um filho poderia ter... você é jovem, gostosa, refinada, madura, gentil, carinhosa, doce (cê é bem gostosa, mamãe) e acima de tudo sempre cuida de mim, mesmo que... eu já seja grande.

Fabiola faz caretas enquanto ouve e vê ele tirando as mãos da virilha, talvez fosse coisa da cabeça dela, mas será que João ficava excitado em pensar na mãe dando? Ela balança a cabeça negando.

Acho que ir ao cinema já não é tão boa ideia.

Ela exclama desanimada.

Pode ir no parque com seus amigos se quiser, ou jogar videogame, tanto faz, não tô me sentindo bem.

Ela bufa e liga o carro de novo.

Olha só, pensando que eu tava de putaria... que triste!

João olha pra ela surpreso ao ouvir ela falar essa palavra, ele nunca disse isso literalmente, mas pensou, e ficou ainda mais remorso porque tinha se masturbado no chuveiro imaginando ela assim, com o chefe novo, com um desconhecido e... com ele, enquanto Fabiola se sentia aliviada, porque embora fosse verdade, ele não tinha nenhuma prova dos atos dela, e isso a tranquilizava.

Mãe, não, por favor, vamos ao cinema, mãe.

João suplica, se sentindo culpado.

Vou ficar tranquilo, você vai ver... vou te obedecer em tudo, vamos, mamãe, vamos, vamos sim.

Já, já, já.

Ela exclama, ainda meio irritada.

Coloca o cinto e vamos, mas cada um vai ver o seu. o que você quiser e fica quieta

Ela faz um sinal de silêncio, colocando o dedo na vertical sobre os lábios, enquanto João acena com a cabeça. Ele dá a partida de novo, indo para o cinema

— Já, mãe, tá bom… vou te obedecer em tudo

Exclama João sorrindo (minha mãe ficou muito brava, não a via assim desde que meu pai decidiu por conta própria ir para o exterior) pensa ele, imerso no silêncio e ciente de que, se quer ver a mãe feliz, de agora em diante deve obedecer em tudo

Ao chegar na praça, eles caminham lado a lado. Parece que a aura da Fabíola vai se acalmando, e isso tranquiliza o filho. A paz não durou muito, pois no cinema havia filas enormes para comprar ingressos e guloseimas, o que faz os dois bufarem de decepção ao mesmo tempo. Então perceberam que era a estreia de vários filmes esperados

— Temos que nos apressar, mãe, senão não vamos conseguir mais ingressos

João tenta pegar a mão da mãe, mas ela se vira para revirar a bolsa

— Pode escolher o filme que quiser, eu vou ver um por minha conta

Ela diz e se vira para dar o dinheiro

— Toma, aqui tem grana pra sua entrada e sua pipoca, te vejo aqui daqui a umas duas horas, beleza?

No entanto, João recusa o dinheiro

— Não, mãe, não faz assim, por favor… já entendi, sim, vou ser bonzinho, mãe

Exclama ele, implorando para a mãe, que cruza os braços

— Vamos fazer a Booty… (te fazer a Booty na minha cama, mãe)… entrar na fila juntos e ver o mesmo filme, juntos, sim, mãe, por favor

Fabíola estende a mão, meio sem vontade, para que o filho a pegue e caminhem juntos até a fila

— Vamos então, só não faz bagunça

João a guia até a fila, feliz por poder sentir a mão dela, quente e macia como ele sempre lembra. No entanto, também se sente furioso consigo mesmo (ela ainda me trata como bebê, mesmo tendo dito que não ia mais fazer isso, mas acho que mereço por ficar pensando que ela tava de puta. Deus! Tenho que parar de pensar nisso, melhor focar em curtir o filme e a companhia da minha mãe)

João fica na frente da mãe na A fila está enorme, maior do que o normal. Atrás deles chega um grupo de moleques da idade do Juan, mas diferente dele, esses eram mais espertos, ligados e meio sacanas. Ficam brincando entre si enquanto de vez em quando olham pro quadril, pras bundas da Fabiola, a silhueta dela e o cabelo caindo nas costas.

Tem uma confusão na frente da fila, empurrões e gritos, o que faz a fila recuar uns passos. Juan cola na mãe enquanto ela dá passos curtos com as mãos pra trás, abertas, tampando a bunda dela, até que esbarra num dos moleques que aproveita a chance e encosta a bagaça nela. Ela sente e vira pra olhar. Pra ela, foi sem querer, já que a fila recuou de repente.

— Foi mal, garoto.

Fala sorrindo pra ele enquanto põe as mãos nos ombros do Juaninho.

— Que fila, hein, meu amor.

Exclama, mas sente pelas costas quatro pares de olhos varrendo ela.

— Hummm, é, que fila.

Solta o Juan balançando a cabeça, ainda firme na mente de não desobedecer ela, com o olhar fixo na frente. A confusão continuava e parecia que a espera ia ser mais longa que o normal. De novo a fila recua e a Faby bate no moleque de novo e se desculpa outra vez.

— Não se preocupa, mocinha.

Fala ele enquanto vira pra conversar com os amigos. A Faby se sente aliviada, mas aí sente um leve roçar entre as nádegas. Sente eles esfregando de leve, apalpando ela. Sente um calor e aperta as pernas enquanto tenta de novo pôr as mãos na bunda pra cobrir.

Ela não vira pra olhar. As bochechas ficam vermelhas. Então põe uma mão no ombro do filho pra ele não desviar o olhar e com a outra cobre o que dá da bunda. Atrás dela, os três moleques fazem um semicírculo perfeito pra esconder o quarto deles, que tava mais que aproveitando as carícias que dava na mulher por cima. suas calças justas
(Se mexe, se mexe) ela pensa desesperada, meio nervosa, Juan vira pra olhar pra ela e ela sorri apertando os lábios, ele retribui o gesto e volta a olhar pra frente enquanto sente um toque suave da mãe no ombro, isso o alivia

Solta o ombro de Juan e com as duas mãos tenta sentir de novo o que está roçando nela, então percebe que é um volume, um volume que ela já conhece, não é tão grande quanto o do Nelson, mas com certeza supera o do marido dela, sente as roçadas dele e como ele se esfrega entre as nádegas dela, ela só fica mais vermelha e tenta parar o garoto

Tô falando sério, galera

Diz o moleque que está se esfregando nela, fingindo conversar com os amigos, bem coberto por eles enquanto se roça contra ela

Esse filme vai ser bom pra caralho! já dá pra sentir

Os amigos dele riem enquanto escutam o amigo e veem como ele se delicia com a bunda da Fabiola, era um belo espetáculo pra eles e ela ainda não entendia por que não parava aquilo

Olha pra frente, querido

Fala pra Juan enquanto continua tateando e sentindo tudo que rola atrás dela, até mexe os quadris pra se soltar, mas ao invés disso, acontece o contrário (não devia ser tão bom, mas é muito, muito bom) ela pensa enquanto se concentra com os olhos fixos na frente e mantendo Juan na mesma posição

Não perde a fila, pai

Exclama quase gemendo enquanto morde os lábios pra segurar, mas Juan não consegue evitar ouvir e, embora estranhe um pouco, também deduz que a mente dela continua tendo pensamentos tarados, porque ao ver a mãe, ela está totalmente parada com os olhos no burburinho da frente

Vai ser um filme bom, acreditem, dá pra ver como é boa

O garoto continua se expressando com duplo sentido pros amigos e o volume dele ainda endurece e cresce só mais um pouco, aponta entre as nádegas de Fabiola e com as mãos segura a cintura dela e dá um par de punterazos que solta gargalhadas entre os amigos É, dá pra ver que é gostosa pelo trailer Responde um deles Só espero que o roteiro tenha um bom “arco” dramático hehe, tipo, que o “arco” dela seja bom Diz outro soltando mais gargalhadas entre todos, então Faby sente uma mão pousar nas suas costas e tentar incliná-la, sente como se quisesse que ela levantasse a bunda, a mente dela não consegue evitar pensar nas vezes que Nelson a inclinou assim e de novo morde os lábios para não gemer com a lembrança Então ela segura Juan pelos ombros pra mantê-lo firme que nem um soldadinho de chumbo com o olhar pra frente, permitindo o garoto agora sim tocar ela à vontade e roçar o volume entre as nádegas dela, Juan não fazia ideia do que rolava com a mãe atrás dele, porque ainda achava que os gemidinhos que ela soltava eram imaginação dele e o volume dele começava a crescer na frente dele, então colocou as mãos ali, pra ninguém perceber, enquanto ela, sem ele ver, levanta um pouco a bunda com firmeza e abre levemente as pernas, bem discretamente Que demora, né amor? Ela exclama enquanto tenta se segurar naquela posição, mordendo o dedo devagar, Juan não diz nada, só acena enquanto cobre o volume e tenta não encostar na garota na frente dele, não quer problema e que a mãe ache que ele é um tarado A sensação da noite na balada, no quarto do Juan, volta à mente de Fabíola que sente as pernas tremerem um pouco, é como se ela quisesse repetir aquele momento de novo mas agora com o volume que está atrás dela, de novo aquela mulher que mora dentro dela quer sair, então sente o garoto enfiar algo no bolso de trás da calça jeans dela O ruim é que hoje é domingo e vocês sabem que os ingressos são caros, mas pelo quão boa deve ser a “peli” sei que vale cada centavo O garoto exclama enquanto dá um tapinha na bunda dela, como quem incentiva a pegar o que ele colocou Ele enfiou no bolso dela, ela pega e percebe que é dinheiro, o garoto estava pagando ela?

Sabe, meu amor, tô morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas acho que não trouxe papel

Ela diz acariciando o cabelo de Juan enquanto rebola a cintura pro garoto, levantando o bolso atrás dela

Se pelo menos tivesse umas folhas, já me bastava

Juan escuta ela. Pra que ela quer papel se os banheiros do cinema têm? ele pensa, mas não sabe se deve comentar ou guardar pra si. No entanto, Fabiola lembra do negão da balada e como ele ofereceu muito mais grana do que esse garoto, e ela recusou, mesmo com um certo tesão acendendo nela. Apesar disso, ela abaixa a cintura como quem nega a insinuação

O garoto enfia não 2, nem 3, mas 4 notas iguais no bolso dela e faz questão de que ela sinta como ele crava as 4 notas. Aí, de novo, dá um tapinha suave nela

Se quiser ir ao banheiro, mãe, vou esperar aqui na fila, não se preocupa

Responde Juan enquanto pensa que não aguenta mais. Assim que a mãe for pro banheiro, ele vai correr pra lá também pra bater uma punheta, não resiste mais à tentação. Vai pedir pra mina da frente guardar o lugar e ir quando a mãe não estiver mais

Sim, meu amor, é que não aguento mais a vontade. Por favor, pega, toma conta

Fabiola entrega a bolsa de mão pro filho, onde já tinha guardado o dinheiro que o garoto deu

Se chegar na frente, pede os ingressos e pede na bombonière o que quiser, tá?

Completa e beija a bochecha dele enquanto caminha discretamente pro banheiro, sorrindo pra Juan. Abre a porta e procura de canto de olho o garoto, não vê ele, só vê o grupo de amigos dele. Suspira meio aliviada ao saber que talvez o garoto tenha desistido e ido se esconder. Mas aí, sente um puxão na mão que a joga pra dentro do banheiro rapidamente

Comprem os ingressos, vou ali fora, tô morrendo de vontade de ver ela! Porra, que gostosa deve ser!

O garoto exclama enquanto se adianta, de forma furtiva e silenciosa. Ela entra no banheiro feminino, confere se não tem ninguém lá dentro e pega uma placa que diz "fora de serviço", coloca na porta. Vê Fabiola chegando, nervosa e corada pela situação, mas também percebe que ela não esconde o tesão e a sacanagem de fazer ali com ele. Ela entra e, segundos depois, vê a mina parada lá, procurando por ele, e puxa ela rapidamente pra dentro do banheiro.

— Oi, você tá muito gostosa — exclama o cara, olhando ela dos pés à cabeça e trancando a porta pra ninguém entrar. Nesse momento, João, sem ver a mãe, pede pra mina da frente guardar o lugar dele e corre direto pro banheiro masculino. Antes de entrar, lê que o banheiro feminino tá fora de serviço e comemora, porque isso vai dar mais tempo pra ele bater uma, já que a mãe dele deve ter ido procurar outro banheiro. Ele entra de boa, enquanto a mente já viaja pensando em quem a mamãe dele vai dar agora na imaginação dele.

Fabiola olha pro cara, mordendo o lábio, toda ofegante, com tesão, e sorri pra ele de um jeito provocante.

— Valeu, vamos ver se esse filme te agrada, garoto — fala ela, começando a se pelar na frente dele, tirando a blusa e deixando o sutiã cair pra os peitos ficarem balançando soltos. Desabotoa a calça jeans enquanto tira os Converse, vira de costas, mostrando a raba pro cara, e desce a calça junto com a calcinha fio dental.

— Por que você não entra e pega seu lugar na sala? — diz ela, de um jeito safado, abrindo a buceta em pé na frente dele enquanto passa a língua nos lábios.

— Uffff, que filmaço! Porra, que trama boa! — exclama o cara, sorrindo, enquanto segura ela pelo cabelo e começa a beijar ela na boca, enfiando a língua na dela e começando a brincar com a língua dela, lambendo e chupando a saliva dela, e dando a dele pra ela beber. Ao mesmo tempo, aproveita pra passar as mãos no corpo firme e liso da Fabiola, ter ela pelada na frente dele já tinha deixado ele com muito tesão.

— Ufff, você é bem puta, hein — fala ele, ofegante.

— Nem sempre. um cara tromba uma puta VIP na fila do cinema, mas você…

Ele continua beijando e acariciando ela enquanto ela tira a camiseta dele e abre a calça, liberando o pau duro dele, já ereto e firme

… pelo visto você gosta do seu trabalho, princesa

Ele continua beijando ela, beijando o pescoço dela, lambendo e dando mordidinhas suaves enquanto não parava de apalpar ela

Fabíola ofega, deixando o garoto pegar ela sem reservas, ao ouvir ele falar assim, a cabeça dela se enche de perguntas de novo (como assim puta VIP? eu não sou uma puta, bom… talvez agora seja porque ele me pagou por isso, mas eu não fico me oferecendo por aí, então… como assim puta VIP? será que devo perguntar?)

Do que você tá falando, garoto?

Ela pergunta meio nervosa entre ofegos, nervosa e com tesão, sentindo ele lamber o pescoço dela e beijar à vontade

Ele não escuta e continua descendo pela pele dela até chegar nos peitos dela, onde os mamilos já estão totalmente duros e eretos, ele começa a chupar o mamilo direito, fazendo ela soltar gemidos, ela mordia os lábios tentando segurar, mas era inútil porque o outro peito ele apalpava com muita luxúria e desejo, ela sentia a saliva do garoto molhar o mamilo dela e depois ele ia para o outro chupar do mesmo jeito enquanto agora a mão dele massageava o peito cheio de saliva

Você gosta? ahhhh você gosta da puta VIP?

Ela exclama ofegando sem parar ele, até levanta mais os peitos com as mãos para ele poder apalpar e chupar melhor (Meu Deus! O que você tá fazendo, o que tá dizendo? Faby, para, talvez… talvez o Juanito tenha razão e eu seja uma puta… mas é que isso é tão gostoso) ela solta o peito que ele não está chupando e com essa mão, desce até a buceta dela que está sensível e quente e começa a se esfregar, sente ela molhada e com vontade de pau

Claro que eu gosto! já comi umas putas mas nenhuma tão gostosa quanto você

Responde o garoto rindo, ao ver ela começar a se tocar na buceta, ele sorri e olha pra você sem parar de lamber seus peitos

E pelo visto você gosta do seu trabalho Que delícia!
Diz empolgado e deixa cair a calça e a cueca, mas antes tira a carteira e pega uma camisinha, abre e começa a colocar no pau dele, totalmente duro, ereto e quente, sem parar de lamber a pele dela toda e os peitos. Assim que termina de colocar, aponta pra entrada da buceta dela e começa a meter dentro, fazendo ela gemer e ofegar de prazer. Ela sente como aquele pau do garoto desconhecido, de quem nem sabe o nome, penetra fundo nela, a vagina dela molhada e quente, totalmente lubrificada pela sacanagem do momento.

Ahhh sim, assiiim
Fabiola ofega enquanto começa a se deitar no chão em cima das roupas dela, sem que ele pare de meter. Já deitada no chão, mantém as pernas abertas pra um garoto desconhecido que tá comendo ela gostoso e tesudo do jeito que ela gosta, enquanto se apoia nos cotovelos.

Precisava da camisinha, amor?
Pergunta pro jovem que mete nela com vontade enquanto segura as bochechas dela e olha nos olhos dela, sem parar de soltar gemidos de prazer a cada metida de pau que ele dá.

Claro, putinha, como não... não quero que você acabe grávida de mim
Responde o garoto, ofegando de prazer.

Mas se quiser, gozo na sua boca, bebê
Completa enquanto fode ela com mais força no chão do banheiro, revirando as roupas deles debaixo, sentindo como a buceta dela apertava mais o pau dele e ele continuava lambendo o suor na pele dela, nos ombros, no pescoço, no peito, nos peitos dela.

Tira e goza na minha boca! Borrifa meus peitos! Como você me come gostoso, Deus!
Os gemidos da Fabiola aumentam de volume enquanto sente todo o prazer que essa penetração gostosa causa. Sente a vagina mais molhada e quente, sente como suga o pau igual uma ventosa.

Mete tudo, bebê! Tudo! Como é gostoso ser sua putinha!
Ela ofega cheia de prazer causado pelas metidas de pau cada vez mais fortes e constantes que o garoto dá, e pelas chupadas e lambidas que sente nos peitos e na pele. Se sente tão fácil. exposta mas ao mesmo tempo se sente yummy (só dessa vez e pronto, só dessa vez e já era, além disso… nos pagaram pra ser putas Faby… e é tão tasty) pensa invadida de prazer

Juan no banheiro masculino ouve como tão comendo no banheiro feminino, isso o motiva ainda mais, se sentia sortudo e mudou sua fantasia, já não era ele e sua mamãe fodendo na sala do cinema, agora algo novo acendeu nele, agora era sua mamãe comendo com um homem maduro e preto no banheiro feminino, o melhor é que a puta soava igual à sua mãe, isso deixou o pau dele mais duro e ele se masturbou com gosto ouvindo o casal transar

Assim mamãe assimiiii, come esse negão mamãe

Diz sussurrando e parando a punheta toda vez que alguém entra no banheiro, então, quando fica sozinho de novo, cansado de ser interrompido, sai e vê a placa de fora de serviço, pendura na entrada do banheiro (por isso que colocaram) pensa olhando por um instante a do feminino e entra trancando a porta

Agora sim mamãe, me dá o show e deixa ser comida como uma puta VIP por esse negão

Diz Juan sorrindo enquanto abre uma apresentação das fotos da mãe no celular pra olhar enquanto imagina a cena da mãe sendo fodida de quatro por aquele negão gordo ouvindo os gemidos da mulher e vendo a cara nas fotos da mãe, tava no paraíso

Me passa seu número foxy, que tenho amigos que vão querer uma puta boa igual você

Rosna o garoto sem parar de comer Fabíola

Vão pagar igual eu

Diz rindo

Você vale, pela puta que é

Ofega enquanto sente o pau chegar no útero dela, ela sente que esse pau tá duro e quente, embora não seja tão grande quanto o do Nelson, parecia que já tinha se acostumado a ter sexo frenético e um bom pau preto

caralho como você tá aberta, te meteram forte

Bufa o garoto rindo

Mas ainda aperta gostoso pra caralho

Rosna sem parar a penetração, segurando ela pelas nádegas pra abrir com as duas mãos enquanto ele apalpa e aperta elas Me curte... e no final te dou o que você pede Responde ela, cada vez mais extasiada, ofegante com saliva escorrendo pelo canto dos lábios (sério Faby? vai se prostituir por dinheiro? vai aceitar dar por notas? combinou que era a última vez, mas... é super gostosa, sem dúvida, mesmo sem pagar eu não negaria essa raba... sentia tanta falta de transar, de dar desse jeito gostoso) a cabeça de Fabiola se esvaziava de dúvidas e se deixava encher pelo gozo e prazer do momento Quer minha buceta, neném? Quer provar? Pergunta sentindo as mãos do garoto percorrendo suas nádegas Vou deixar você me encher de porra por lá como um bônus pro meu primeiro cliente do dia, bebê, quer? Ela não para de gemer de tanto prazer enquanto o filho continua a masturbação no outro banheiro ouvindo as putarias que ela fala, pensando que é uma vagabunda qualquer (que porra é essa, Fabiola? já para, bom, já, já... aproveita e acaba logo... e nem pense em dar seu número) pensa cada vez mais envolvida pela sua puta interior do que pela mulher recatada que é Que puta gostosa você é... vale cada nota Exclama ofegante o garoto enquanto tira o pau da buceta dela, segura ela pelo cabelo e a faz girar para que se apoie na pia enquanto levanta as nádegas dela e abre suas pernas, tira a camisinha totalmente banhada nos sucos da buceta de Fabiola e joga no lixo perto Pra te comer pelo cu não preciso disso, puta Solta animado e começa a enterrar o pau de uma vez, forte e totalmente ereto, Fabiola sente a carne dura abrindo seu cu de uma porrada, sente cada veia marcada nele enquanto se agarra na pia ofegante e sentindo os pés se segurando nas pontas dos dedos, sente as nádegas se abrindo e o cu cedendo ao ataque e se rasgando, dando sensações de fricção quente Assiiim, assim, puta! Porra! Que gostosa você é! Rosna o garoto enquanto ela Segura na pia, se agarrando e ouvindo o garoto socar forte a pelvis dele contra as nádegas dela, os olhos dela se chocam com os do reflexo no espelho, totalmente pelada e sendo penetrada por um garoto que poderia ser filho dela, o filho dela que esperava na fila enorme do cinema, um pensamento fugaz atravessa a mente dela, por um instante imagina o doce Juanito dela metendo no cu dela e depois muda pro Nelson fodendo a bunda dela enquanto Juanito olha eles com o pau duro batendo uma de um canto.

Os dois pensamentos são tão curtos mas batem forte nela que o corpo dela se deixa levar pela sensação gostosa, aquela imagem gostosa faz a buceta dela escorrer excitada e quente, embora o garoto seja bom comendo, só o Nelson poderia deixar ela no ponto do clitóris dela brotar todo durinho e encharcado dos fluidos dela, no entanto ela sente escorrer e como a buceta dela dissolve os sucos entre as pernas dela, percorrendo entre elas e pingando até a ponta dos dedos dos pés dela, molhando o chão.

Assim bebe, assim! Mete todo o teu pau na tua puta!
Grita ofegante Fabiola banhada em suor e com o corpo tremendo, entregando as nádegas pra um garoto desconhecido por dinheiro (como a puta que você é Fabiola) pensa enquanto continua envolta em chamas de prazer e luxúria.

Juan ao ouvir os gritos e exclamações do garoto e da puta vindo do banheiro feminino acelera a punheta, ofega entregue à morbidez dele, na mente dele, um preto gordo e maduro tá arrombando a bunda da mamãe dele, ela é a puta que grita pedindo pau desesperadamente pro preto e isso deixa ele louco.

Porra mamãe, dá a tua bunda pro teu novo chefe mamãe, adoro que você seja uma puta mamãe.
Diz Juan sem parar a punheta cada vez mais intensa enquanto olha as fotos da mãe dele na praia, na praça, na escola dele, no cinema, olha ela sorrindo enquanto o pau duro dele esfrega na mão dele loucamente.

Que puta você é mamãe.
Solta Juan sem remorso enquanto. Pensa no sortudo que ele foi por pelo menos ouvir aquele par de tarados transando no banheiro vizinho e, melhor ainda, a puta ter a voz idêntica à da mãe dele.

Porra, puta! Vou gozar!

Rosna o garoto enquanto continua bombando forte e duro contra ela. Sente o gostoso, o cheiro de sexo no ar. Segura firme a cintura da Fabiola com uma mão e com a outra uma das tetas dela pra se agarrar mais e enfiar o pau duro mais fundo. Parece que vão quebrar a pia de tanta intensidade.

As nádegas da Fabiola estavam totalmente vermelhas do impacto duro da pélvis do garoto, fazendo um barulho parecido com palmas rápidas, acompanhado de leves pingos de umidade numa poça. Ela abre as torneiras da pia pra que o barulho da água caindo disfarce um pouco o escândalo dos gritos e gemidos de prazer dela. O garoto não aguenta mais, e ela morde os lábios sabendo o que vem. Sente ele se tensar atrás dela e como ele investe mais forte, encaixando toda a carne dura e quente dentro dela. Sente ele se agarrar mais nela, deixando o pau duro dentro do cu dela.

Sente os tiros quentes e grossos de sêmen dentro do cu dela. Sente o garoto começar a soltar jatos de esperma na bunda dela. Sente ele empurrar o máximo que pode dentro dela enquanto se agarra ao corpo suado e trêmulo dela, enchendo ela de porra viscosa e quente.

Uff, assim, puta... tem que te comer pelo cu e gozar dentro como a puta que você é.

Rosna o garoto, totalmente agarrado a ela, enquanto lambe o suor do corpo que emana dela e sente o tremor dos corpos unidos.

Ahhh, meu amor! Assiiim, me enche como a rabuda que eu sou.

Solta ela, ofegando quente, sentindo o garoto lamber a pele dela subindo pelas costas e pelo pescoço. Vira pra olhar ele, pra que os lábios e o hálito quente se encontrem antes de beijá-lo cheia de luxúria. Sente ele gozar dentro dela e todo o esperma quente invade pelo cu, enchendo ela até o estômago, como aquele gozo quente e grosso enche ela enquanto ela continua beijando ele com paixão e luxúria, o garoto puxa ela pelo cabelo e arqueia ela, fazendo ela gemer mais e enterrando um pouco mais fundo o pau dele nela, então beija ela de novo enquanto as línguas molhadas brincam dentro das bocas deles, fazendo os dois escorrerem saliva pelos cantos.

O garoto pensa em como ele é sortudo enquanto beija ela, a sorte que tem de ter fodido uma gostosa daquelas, de aproveitar ela, de apesar de ser só mais um dos centenas de amantes que ela com certeza tem, ela ter dado um dos melhores momentos da vida dele, mesmo já tendo transado, nunca uma mulher tinha feito ele sentir aquela vontade de comer ela sem camisinha, de encher a buceta dela, de usar ela sempre que ele quisesse, tinha valido cada centavo, tinha valido a pena pagar pelos serviços de uma gostosa daquelas.

Enquanto isso, no banheiro masculino, João joga o esperma no rosto da mãe dele, ao ouvir que os dois amantes terminaram de foder, ele solta o gozo na cara da mamãe dele, no rosto das fotos do celular dele.

Te amo, mamãe.

Ele diz tremendo, soltando o último jato enquanto olha pra foto dela e na mente dele a mãe beija luxuriosamente o preto gordo e maduro que não tira o pau da buceta dela, descarregando até a última gota dentro dela.

João então, com um pouco de papel e água, limpa o gozo do celular dele e joga tudo no lixo, se apressa pra sair, mas antes tira a placa da entrada, volta pro lugar dele e a garota que tinha guardado o lugar já estava perto, só a alguns metros de comprar os ingressos, felizmente, a mãe dele ainda não tinha voltado.

Ele corre e agradece a garota pelo gesto de guardar o lugar, ela sorri docemente enquanto diz que não foi nada, e volta a olhar pra frente, ele chega, compra os bilhetes e se forma na fila da bombonière enquanto assobia uma música (agora sim, mamãe já tá demorando) ele pensa enquanto ela Procura na multidão, de qualquer jeito, a fila pra comida também é enorme, então espera paciente até ela voltar.

Do banheiro feminino, o garoto sai rapidinho e olha em volta. Ao perceber que ninguém tá olhando pra onde ele está, abre a porta e enfia a cara.

Já pode sair, linda.

Fabiola termina de arrumar a roupa e o cabelo. As bochechas dela tão vermelhas pelo esforço danado que acabou de fazer, e ela tá meio ofegante. Passa um pouco de maquiagem com o nécessaire que guarda pra emergências fora da bolsa e, depois de cobrir os vestígios do sexo, deixa o banheiro o mais limpo e arrumado que dá. Sai e, num pedaço de papel higiênico, escreve o número com batom, dobra e entrega pro garoto.

Tá aqui, gato, me liga.

Ela fala pro garoto, beijando a bochecha dele e guardando o papelzinho no bolso da calça dele. Depois de se certificar de que ninguém tá olhando e que ninguém suspeita de nada do que rolou dentro do banheiro, ela anda natural, rebolando suave e solta, mais leve e com a buceta cheia de porra (acho que não vai me ligar, hahaha... tomara) pensa, enquanto fica meio nervosa. Procura o filho com o olhar, ele já não tá mais na fila dos ingressos. Cadê que ele se meteu? Ela sente o garoto olhando com tesão pra raba dela (Pô, Faby, ainda rouba suspiros e provoca paixões... e paus também, pelo visto) ri quieta, se divertindo com o pensamento.

Pô, Promíscua.

Exclama o garoto atrás dela.

Esse teu filho te paga pra te trazer no cinema, né, puta?

Fala se divertindo, enquanto ainda olha pra ela com tesão.

Que jeito bom de jogar dinheiro fora numa prostituta gostosa como você, devia te ter o dia inteiro num hotel, não sabe tirar proveito.

Completa enquanto continua rindo do lado dela. Fabiola vira ao ouvir as palavras dele e encara com raiva.

É meu filho, imbecil.

Ela exclama, segurando o olhar dele com raiva e, então, com determinação, enfia a mão. Mano, ele enfia a mão no bolso da calça dele pra pegar o papelzinho com o número dela.

Com licença.

Ela fala, tentando tirar a mão, mas o garoto segura o pulso dela com força.

Qual é, putinha?

Ele diz de forma debochada, enquanto segura a mão dela dentro do bolso dele. Pela aparência jovem da roupa dela e o corpo nada descuidado, todo mundo pensa que são dois jovens apaixonados brigando, brincando, então ninguém se mete.

Sério que é seu filho? Não pode ser.

Ela exclama perto do ouvido dele, agarrada pelo pulso.

Puta que pariu, vadia! Você pega caras da idade do seu filhinho.

Ele solta uma risada enquanto se gruda mais nela, que ainda tenta tirar a mão do bolso da calça dele.

Com certeza você dá aula de sexo pros coleguinhas de classe dele, talvez até tenha um grupo de WhatsApp onde eles trocam suas fotos e marcam o dia que vão te comer, rabuda.

Ela fica horrorizada ao ouvir aquilo, enquanto ele zomba na cara dela.

Que vadia você é! Com certeza faz tudo o que pedem.

Ele sorri pra ela como quem ganhou um prêmio, enquanto agora a abraça por trás, segurando a cintura dela sem soltar o pulso.

Me solta.

Fabiola responde, ainda tentando tirar a mão e balançando a cabeça, horrorizada com as acusações do garoto. (Se esse moleque soubesse que só um me fez sentir mulher… e esse foi o Nelson, o melhor amigo do meu filho, e mesmo tendo feito umas loucuras, ninguém nunca vai saber. O Nelson é um bom garoto, ele nunca contaria essas coisas sobre mim.) Ela pensa, enquanto imagina o Nelson sorrindo pra ela na bancada da cozinha, comendo pizza com ela e o Juan, uma lembrança gostosa.

Para de falar merda. Se eu deixei você me comer, foi por dinheiro. Por prazer, ninguém ia te dar a bunda.

Ela solta, cheia de raiva.

Agora me solta, por favor!

Ela sente o pulso começar a doer com a pressão da mão do garoto. (Foi uma ideia de merda, Faby. Você sabia e mesmo assim fez. Olha só a merda que você arrumou…) Nem Juan nem Nelson podem te salvar, nem pensar que o Beto conseguiria, esse aí nem lembra que sou esposa dele) pensa enquanto a raiva vai virando impotência e tristeza, fechando os olhos, sentindo umas lágrimas pequenas brotando nas pálpebras.

Se você é mãe dele, então acho que esse pivete não ia gostar de saber que puta você é.

Diz o garoto rindo, olhando ela se render e ceder ao aperto dele.

Acho que já sei como guardar seu segredinho sujo.

Fala maliciosamente, se aproximando pra sussurrar no ouvido dela.

Você vai ter que ser uma mamãe boazinha pra mim… vai ter que trabalhar bem gostoso pra…

O garoto não termina a frase, sente alguém mais forte e mais alto segurando ele pelo ombro por trás, um aperto forte, mas ele se faz de valentão.

Ei! Isso não é da sua conta…

Cala a boca!

O garoto não conclui a frase com a interrupção do outro cara, claramente mais forte que ele.

Faby, Faby, sou eu… Nelson. Você tá bem? Aconteceu alguma coisa? Esse imbecil tá te enchendo o saco?

Nelson fala com força e preocupação pra Fabiola, que ao ouvir a voz dele, abre os olhos e sorri ao ver ele atrás do garoto, fazendo ele soltar ela pra que possa se livrar.

Nelson… é você.

Exclama emocionada.

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