Os 12 dias seguintes que me restavam da minha quarentena por causa do meu suposto COVID foram meio repetitivos, onde fui usada à vontade desses velhos depravados.
Meu dia começava depois que meus pais saíam às 6h30 da manhã, eles entravam em casa, várias vezes eu continuava dormindo, quando me acordavam eles já estavam no meu quarto nus com seus paus eretos, me faziam chupá-los todas as manhãs e misturavam a porra deles com meu café da manhã, me obrigando a comer tudo, depois ficavam em casa até meio-dia, enquanto isso eu tinha que atendê-los, me faziam vestir salto alto e só uma fio dental, outras vezes fio dental e tops, minha roupa de colegial com a qual os conheci, vestido de enfermeira, e o que eles mais gostavam que independente da roupa não podia faltar era um plug metálico que tinha na base um diamante rosa, esse eu tinha que usar no meu cuzinho debaixo da minha fio dental, não importava a roupa que mandassem eu vestir, então se eu não quisesse ser castigada ou açoitada tinha que usar tudo que pedissem, e sempre de salto alto.
Depois que me davam meu café da manhã, eu tinha que preparar o deles, então esquentava comida ou fazia alguma coisa. Depois que comiam, sentavam no sofá pra ver TV e eu ficava de joelhos chupando os paus moles e fedorentos deles, até deixarem duros. Depois disso, me comiam onde quisessem, mas o lugar favorito deles era na cama dos meus pais.Me comiam o meu cu, a minha buceta, depois alternavam de buraco, depois os dois ao mesmo tempo, me enchendo de porra.
Ao gozar, eu ficava toda melada e era proibido me limpar, então tinha que ficar assim enquanto eles estivessem em casa. Eles adoravam me ver coberta de porra deles, com minha baba escorrendo quando me afogavam com os paus deles, com a maquiagem borrada por todos os meus olhos e bochechas. Diziam que eu era o depósito de sêmen deles e que só tinha nascido pra servir aos homens e dar prazer com meus buracos. Cuspiam na minha boca e davam palmadas na minha bunda pequena.
Eles revistavam as coisas da casa, checavam tudo o que tinha, gavetas, móveis, papéis, até debaixo da cama revistavam. Também adoravam me fazer vestir com a roupa da minha mãe, me faziam colocar as calcinhas fio dental dela, os vestidos dela, e assim, com a roupa vestida, me comiam na cama me chamando pelo nome da minha mãe e falando o quão puta ela era, o quanto queriam arrebentar o cu dela.
Quando me deixavam descansar um pouco, depois eu voltava às minhas tarefas de chupar a pica deles ou me masturbar em cima da minha mesa fazendo um show pra eles. Eles adoravam me colocar de quatro em cima da mesa da cozinha, com a cara colada na mesa e a minha bunda levantada, e eles ficavam atrás de mim e começavam a enfiar os dedos na minha bucetinha. Quando já estavam molhados, colocavam na minha boca pra eu lamber, diziam que eu tinha que comer os sucos da minha ppk. Bacal gostava de fazer a mesma coisa, mas no meu cuzinho, enfiava o dedo no meu cu e depois colocava na minha boca. Eu ficava com um pouco de nojo, mas ele me dizia que não tinha problema, e além disso, se eu não fizesse, ele me dava uns tapas bem fortes e eu já não queria mais apanhar, então obedecia em tudo.
Já antes de ir, tipo umas 5-6 da tarde mais ou menos, me levavam pro banheiro, falavam que iam me limpar, que iam limpar a putinha deles, a putinha da Janice, e me faziam ajoelhar no box do chuveiro e levantar a cara, e eles mijavam em cima de mim, rosto, meus peitos, minha bunda, tudo ficava banhado, depois me faziam chupar eles de novo, eu tinha que deixar tudo limpinho pra amanhã.
Eles riam de mim e me diziam coisas pra me humilhar, me perguntavam – "você gosta que a gente te molhe, né vadia?" Ou "que delícia você fica assim toda molhadinha, uma putinha recém-banhada, não esquece de dar muitos abraços na mamãe pra você passar seu cheiro de vadia nela", ou enquanto mijavam em mim me faziam repetir uma frase várias vezes enquanto continuavam me molhando, me disseram que eu tinha que falar "eu sou a Janice e sou uma vadia, muito obrigada por me deixarem ser a vadia de vocês, obrigada senhores, me molhem mais".
Foi assim praticamente por mais de 10 dias, todo o tempo que o médico me pediu para ficar de repouso.
Já tinham se passado os 14 dias, e finalmente eu voltaria pro rancho pra trabalhar com meus pais. Tava contente, porque ir pro rancho é uma coisa que eu gosto muito, tanto pra ajudar quanto só pra passear. Além disso, tava feliz porque hoje eu não ia ver o Bacal nem o Cochino. Me sentia bem, porque achava que tudo ia voltar ao normal, que não iam mais me comer nem nada. Pensava que, no máximo, iam me ver por videochamada ou algo assim, ou, sendo ainda mais otimista, que já tinham me usado o suficiente e que eu tinha ganhado o direito de ficarem em paz comigo.
Me levantei cedo, vesti um top branco, pequeno, um short jeans, uma tanga porque já só tinha esse tipo de roupa íntima e uma camisa de manga comprida aberta sem abotoar, uns tênis e meias. Me sentia bem animada, subi na caminhonete na parte de trás, na caçamba, já que levavam várias coisas e eu tinha que ver se não caíam. Fomos embora rumo ao rancho e, ao sair da cidade, vejo a blitz, tinha esquecido completamente que o suposto amigo dos meus pais e meu, o policial, tinha me visto no primeiro dia que saí com os velhos pervertidos, meu coração batia muito rápido e senti bastante medo, meu pai parou na blitz exatamente como sempre, meu pai o cumprimentou e conversaram uns segundos, depois ele perguntou o que tinha atrás e passou para "vistoriar", olhando só para mim, direto nos meus olhos, e me dizendo – "oi Janice, fazia tempo que não te via" e eu respondi – "é, é que eu fiquei doente e tinha que ficar de repouso", e o policial me diz – "ah é!!, me contaram sim, você estava doente, mas vejo que todas aquelas injeções que te deram te curaram rápido, né!!", dizendo isso enquanto tinha um sorriso estranho que eu podia sentir e ver mesmo com a máscara dele posta, e me diz de novo – "mas com uma voz mais baixa, – "que gostoso é te ver de novo, pena que você não tá com a roupinha da outra vez, Janice" eu não sabia o que dizer, só olhei para baixo e disse obrigada, ainda não sei por que falei isso, acho que foram os nervos, nisso ele volta a falar com meus pais e, falando com um tom mais alto para eu ouvir, diz para minha mãe – "da próxima vez que ela ficar doente e precisarem de alguém pra aplicar injeção, me avisem, a gente aprende na polícia a dar primeiros socorros e aplicar injeções, com todo prazer a gente aplica o que a Janice precisar" dizendo isso por último enquanto me encarava fixamente, e meus pais, sem pensar mal nem entender, minha mãe responde – "ah, muito obrigada, não sabíamos, então de agora em diante quando ela estiver doente, a gente te avisa pra você injetar, muito obrigada, que gentileza", e Eles se despedem dele e seguimos a viagem, eu estava nervosa, mas conforme a gente vai andando, vou me acalmando. Ao chegar no rancho, vejo que tudo continua do mesmo jeito bonito de sempre, tudo verde, com árvores frutíferas, com as áreas verdes pro gado, o lago, os currais, a casa antiga do rancho, eu me sentia contente. Cumprimentei os empregados que tinha, embora agora com um pouco mais de desconfiança, já que as pessoas que eu achava que eram amigas ou que me viam normal, descobri que sempre me olharam com tesão e fantasiaram em me comer, então fiquei pensando se eles são iguais também, se todos que eu conheço me veem do mesmo jeito que o Bacal e o Cochino.
Enquanto pensava nisso, olhava as horas, eram 10h da manhã e na minha mente lembrava: “a essa hora, já teriam me dado meu café da manhã e eu estaria com certeza já montando nas picas deles” e nisso me escapou um suspiro, quando me toquei pensei: “Meu Deus, o que está acontecendo, por que eu penso nessas coisas, sou louca, aquilo que faziam comigo não é certo” dizia pra mim mesma.
Me sentia muito, mas muito envergonhada comigo mesma, e também com raiva, como é que eu podia pensar naquilo e suspirar, o que estava acontecendo comigo!!, tentei pensar em outra coisa, mas conforme o tempo passava e cada vez que eu olhava meu relógio, era inevitável pra mim pensar no que estariam fazendo comigo naquela hora ou no que faziam comigo naquela hora no dia anterior, chegou um ponto que eu não conseguia parar de pensar naquilo e isso fez meu corpo sentir muito calor, sentia meus bicos ficarem duros, tão duros que dava pra notar através do meu top, sentia minha buceta ficando molhada e só pensava – "não pode ser que eu esteja me sentindo assim por aqueles dois porcos" tentava lembrar das coisas ruins que faziam comigo, que praticamente era tudo, fazia isso pra me acalmar, dizia pra mim mesma "não, se acalma, Janice, lembra que aqueles porcos te vestiam como uma puta, roubaram sua casa e humilham meus pais com o que fazem comigo, além de me estuprar por todos os lados, cospem em mim, me obrigam a comer o esperma deles na minha comida, cospem na minha boca, mijam em mim e roubaram minhas redes sociais, então se acalma, são uns velhos malditos e a gente odeia eles" eu dizia todas essas coisas pra tentar sentir raiva deles e me acalmar, e no começo até funcionou, mas quanto mais eu repetia o que faziam comigo, mais molhada eu começava a me sentir, então percebi que só piorava tudo, e falei em voz alta, -"não pode ser, talvez eu seja uma puta mesmo", me sentia confusa, graças a deus me distraí completamente quando vi chegar os cachorros do meu avô no rancho, é um pastor alemão e um labrador, se chamam negro e roky, comecei a acariciar e brincar com eles, então me senti bem de novo, comecei a correr com eles, a única parte ruim foi que quando minha buceta ficou molhada acho que eles sentiram algo porque os dois tentavam me cheirar entre as pernas ou por trás, então foi meio desconfortável porque alguns trabalhadores me viam tentando acalmá-los. Finalmente eles saíram correndo em direção aos meus pais e se esqueceram de mim.
Já eram 6 da tarde e a gente precisava voltar, tinha sido um dia bom, tranquilo, me sentia bem em voltar pra minha rotina de sempre.
Ao chegar em casa, vi meu celular e tinha mensagens da escola com deveres e pendências. Mas tinha uma mensagem deles, fiquei com medo de abrir, e quando vejo, dizia o seguinte – “muito bem, sua putinha, você se comportou direitinho, merece um prêmio, essa é a nova senha do seu Facebook, entra, mas lembra que a gente tem ela, se você não se comportar vai perder, continua nos dando prazer, Janice, e a gente vai ser bonzinho com você, sua vadiazinha”.
Eu me senti muito contente, entrei na hora e, para minha felicidade, a senha funcionou. Ao abrir, vi as conversas com meus amigos, que eles tinham feito se passando por mim. Também vi que tinham mudado informações pessoais, mas estava tudo oculto, só pra eu ver. No trabalho, tinham colocado "puta profissional", no lugar de origem puseram "a buceta dos meus machos", coisas assim. A única parte boa é que estava tudo oculto, então só eu podia ver. Eu ia mudar, mas pensei: "pra que vou fazer isso, não quero incomodar eles". Até passou pela minha cabeça a ideia de que talvez eles não fossem tão ruins quanto eu pensava, e me senti grata.
No dia seguinte a recuperar meu Facebook, acordei super feliz, pronta pra ir pro sítio. Procurei minhas roupas e o que levaria, me troquei e me olhei no espelho, e sem pensar em nada que me lembrasse deles, veio um pensamento na minha cabeça, era como se eu pudesse ouvir a voz dos dois, e era o que tinham me mandado na mensagem na noite anterior: "se você não se comportar bem, vai perder, continua nos satisfazendo, Janice, e seremos bons com você, vadia." Lembrei na hora que eles pediam que eu sempre tivesse meu plug anal colocado de manhã, e não sei por que pensei: "eles foram bons comigo ao me devolver meu face, melhor eu me comportar bem mesmo que eles não estejam aqui." Então tirei minha roupa, passei um pouco de creme e coloquei meu plug, depois me vesti de novo e estava pronta pra ir pro sítio, já com a consciência mais tranquila.







Meu dia começava depois que meus pais saíam às 6h30 da manhã, eles entravam em casa, várias vezes eu continuava dormindo, quando me acordavam eles já estavam no meu quarto nus com seus paus eretos, me faziam chupá-los todas as manhãs e misturavam a porra deles com meu café da manhã, me obrigando a comer tudo, depois ficavam em casa até meio-dia, enquanto isso eu tinha que atendê-los, me faziam vestir salto alto e só uma fio dental, outras vezes fio dental e tops, minha roupa de colegial com a qual os conheci, vestido de enfermeira, e o que eles mais gostavam que independente da roupa não podia faltar era um plug metálico que tinha na base um diamante rosa, esse eu tinha que usar no meu cuzinho debaixo da minha fio dental, não importava a roupa que mandassem eu vestir, então se eu não quisesse ser castigada ou açoitada tinha que usar tudo que pedissem, e sempre de salto alto.
Depois que me davam meu café da manhã, eu tinha que preparar o deles, então esquentava comida ou fazia alguma coisa. Depois que comiam, sentavam no sofá pra ver TV e eu ficava de joelhos chupando os paus moles e fedorentos deles, até deixarem duros. Depois disso, me comiam onde quisessem, mas o lugar favorito deles era na cama dos meus pais.Me comiam o meu cu, a minha buceta, depois alternavam de buraco, depois os dois ao mesmo tempo, me enchendo de porra.
Ao gozar, eu ficava toda melada e era proibido me limpar, então tinha que ficar assim enquanto eles estivessem em casa. Eles adoravam me ver coberta de porra deles, com minha baba escorrendo quando me afogavam com os paus deles, com a maquiagem borrada por todos os meus olhos e bochechas. Diziam que eu era o depósito de sêmen deles e que só tinha nascido pra servir aos homens e dar prazer com meus buracos. Cuspiam na minha boca e davam palmadas na minha bunda pequena.
Eles revistavam as coisas da casa, checavam tudo o que tinha, gavetas, móveis, papéis, até debaixo da cama revistavam. Também adoravam me fazer vestir com a roupa da minha mãe, me faziam colocar as calcinhas fio dental dela, os vestidos dela, e assim, com a roupa vestida, me comiam na cama me chamando pelo nome da minha mãe e falando o quão puta ela era, o quanto queriam arrebentar o cu dela.
Quando me deixavam descansar um pouco, depois eu voltava às minhas tarefas de chupar a pica deles ou me masturbar em cima da minha mesa fazendo um show pra eles. Eles adoravam me colocar de quatro em cima da mesa da cozinha, com a cara colada na mesa e a minha bunda levantada, e eles ficavam atrás de mim e começavam a enfiar os dedos na minha bucetinha. Quando já estavam molhados, colocavam na minha boca pra eu lamber, diziam que eu tinha que comer os sucos da minha ppk. Bacal gostava de fazer a mesma coisa, mas no meu cuzinho, enfiava o dedo no meu cu e depois colocava na minha boca. Eu ficava com um pouco de nojo, mas ele me dizia que não tinha problema, e além disso, se eu não fizesse, ele me dava uns tapas bem fortes e eu já não queria mais apanhar, então obedecia em tudo.
Já antes de ir, tipo umas 5-6 da tarde mais ou menos, me levavam pro banheiro, falavam que iam me limpar, que iam limpar a putinha deles, a putinha da Janice, e me faziam ajoelhar no box do chuveiro e levantar a cara, e eles mijavam em cima de mim, rosto, meus peitos, minha bunda, tudo ficava banhado, depois me faziam chupar eles de novo, eu tinha que deixar tudo limpinho pra amanhã.
Eles riam de mim e me diziam coisas pra me humilhar, me perguntavam – "você gosta que a gente te molhe, né vadia?" Ou "que delícia você fica assim toda molhadinha, uma putinha recém-banhada, não esquece de dar muitos abraços na mamãe pra você passar seu cheiro de vadia nela", ou enquanto mijavam em mim me faziam repetir uma frase várias vezes enquanto continuavam me molhando, me disseram que eu tinha que falar "eu sou a Janice e sou uma vadia, muito obrigada por me deixarem ser a vadia de vocês, obrigada senhores, me molhem mais".
Foi assim praticamente por mais de 10 dias, todo o tempo que o médico me pediu para ficar de repouso.
Já tinham se passado os 14 dias, e finalmente eu voltaria pro rancho pra trabalhar com meus pais. Tava contente, porque ir pro rancho é uma coisa que eu gosto muito, tanto pra ajudar quanto só pra passear. Além disso, tava feliz porque hoje eu não ia ver o Bacal nem o Cochino. Me sentia bem, porque achava que tudo ia voltar ao normal, que não iam mais me comer nem nada. Pensava que, no máximo, iam me ver por videochamada ou algo assim, ou, sendo ainda mais otimista, que já tinham me usado o suficiente e que eu tinha ganhado o direito de ficarem em paz comigo.
Me levantei cedo, vesti um top branco, pequeno, um short jeans, uma tanga porque já só tinha esse tipo de roupa íntima e uma camisa de manga comprida aberta sem abotoar, uns tênis e meias. Me sentia bem animada, subi na caminhonete na parte de trás, na caçamba, já que levavam várias coisas e eu tinha que ver se não caíam. Fomos embora rumo ao rancho e, ao sair da cidade, vejo a blitz, tinha esquecido completamente que o suposto amigo dos meus pais e meu, o policial, tinha me visto no primeiro dia que saí com os velhos pervertidos, meu coração batia muito rápido e senti bastante medo, meu pai parou na blitz exatamente como sempre, meu pai o cumprimentou e conversaram uns segundos, depois ele perguntou o que tinha atrás e passou para "vistoriar", olhando só para mim, direto nos meus olhos, e me dizendo – "oi Janice, fazia tempo que não te via" e eu respondi – "é, é que eu fiquei doente e tinha que ficar de repouso", e o policial me diz – "ah é!!, me contaram sim, você estava doente, mas vejo que todas aquelas injeções que te deram te curaram rápido, né!!", dizendo isso enquanto tinha um sorriso estranho que eu podia sentir e ver mesmo com a máscara dele posta, e me diz de novo – "mas com uma voz mais baixa, – "que gostoso é te ver de novo, pena que você não tá com a roupinha da outra vez, Janice" eu não sabia o que dizer, só olhei para baixo e disse obrigada, ainda não sei por que falei isso, acho que foram os nervos, nisso ele volta a falar com meus pais e, falando com um tom mais alto para eu ouvir, diz para minha mãe – "da próxima vez que ela ficar doente e precisarem de alguém pra aplicar injeção, me avisem, a gente aprende na polícia a dar primeiros socorros e aplicar injeções, com todo prazer a gente aplica o que a Janice precisar" dizendo isso por último enquanto me encarava fixamente, e meus pais, sem pensar mal nem entender, minha mãe responde – "ah, muito obrigada, não sabíamos, então de agora em diante quando ela estiver doente, a gente te avisa pra você injetar, muito obrigada, que gentileza", e Eles se despedem dele e seguimos a viagem, eu estava nervosa, mas conforme a gente vai andando, vou me acalmando. Ao chegar no rancho, vejo que tudo continua do mesmo jeito bonito de sempre, tudo verde, com árvores frutíferas, com as áreas verdes pro gado, o lago, os currais, a casa antiga do rancho, eu me sentia contente. Cumprimentei os empregados que tinha, embora agora com um pouco mais de desconfiança, já que as pessoas que eu achava que eram amigas ou que me viam normal, descobri que sempre me olharam com tesão e fantasiaram em me comer, então fiquei pensando se eles são iguais também, se todos que eu conheço me veem do mesmo jeito que o Bacal e o Cochino.
Enquanto pensava nisso, olhava as horas, eram 10h da manhã e na minha mente lembrava: “a essa hora, já teriam me dado meu café da manhã e eu estaria com certeza já montando nas picas deles” e nisso me escapou um suspiro, quando me toquei pensei: “Meu Deus, o que está acontecendo, por que eu penso nessas coisas, sou louca, aquilo que faziam comigo não é certo” dizia pra mim mesma.
Me sentia muito, mas muito envergonhada comigo mesma, e também com raiva, como é que eu podia pensar naquilo e suspirar, o que estava acontecendo comigo!!, tentei pensar em outra coisa, mas conforme o tempo passava e cada vez que eu olhava meu relógio, era inevitável pra mim pensar no que estariam fazendo comigo naquela hora ou no que faziam comigo naquela hora no dia anterior, chegou um ponto que eu não conseguia parar de pensar naquilo e isso fez meu corpo sentir muito calor, sentia meus bicos ficarem duros, tão duros que dava pra notar através do meu top, sentia minha buceta ficando molhada e só pensava – "não pode ser que eu esteja me sentindo assim por aqueles dois porcos" tentava lembrar das coisas ruins que faziam comigo, que praticamente era tudo, fazia isso pra me acalmar, dizia pra mim mesma "não, se acalma, Janice, lembra que aqueles porcos te vestiam como uma puta, roubaram sua casa e humilham meus pais com o que fazem comigo, além de me estuprar por todos os lados, cospem em mim, me obrigam a comer o esperma deles na minha comida, cospem na minha boca, mijam em mim e roubaram minhas redes sociais, então se acalma, são uns velhos malditos e a gente odeia eles" eu dizia todas essas coisas pra tentar sentir raiva deles e me acalmar, e no começo até funcionou, mas quanto mais eu repetia o que faziam comigo, mais molhada eu começava a me sentir, então percebi que só piorava tudo, e falei em voz alta, -"não pode ser, talvez eu seja uma puta mesmo", me sentia confusa, graças a deus me distraí completamente quando vi chegar os cachorros do meu avô no rancho, é um pastor alemão e um labrador, se chamam negro e roky, comecei a acariciar e brincar com eles, então me senti bem de novo, comecei a correr com eles, a única parte ruim foi que quando minha buceta ficou molhada acho que eles sentiram algo porque os dois tentavam me cheirar entre as pernas ou por trás, então foi meio desconfortável porque alguns trabalhadores me viam tentando acalmá-los. Finalmente eles saíram correndo em direção aos meus pais e se esqueceram de mim.
Já eram 6 da tarde e a gente precisava voltar, tinha sido um dia bom, tranquilo, me sentia bem em voltar pra minha rotina de sempre.
Ao chegar em casa, vi meu celular e tinha mensagens da escola com deveres e pendências. Mas tinha uma mensagem deles, fiquei com medo de abrir, e quando vejo, dizia o seguinte – “muito bem, sua putinha, você se comportou direitinho, merece um prêmio, essa é a nova senha do seu Facebook, entra, mas lembra que a gente tem ela, se você não se comportar vai perder, continua nos dando prazer, Janice, e a gente vai ser bonzinho com você, sua vadiazinha”.
Eu me senti muito contente, entrei na hora e, para minha felicidade, a senha funcionou. Ao abrir, vi as conversas com meus amigos, que eles tinham feito se passando por mim. Também vi que tinham mudado informações pessoais, mas estava tudo oculto, só pra eu ver. No trabalho, tinham colocado "puta profissional", no lugar de origem puseram "a buceta dos meus machos", coisas assim. A única parte boa é que estava tudo oculto, então só eu podia ver. Eu ia mudar, mas pensei: "pra que vou fazer isso, não quero incomodar eles". Até passou pela minha cabeça a ideia de que talvez eles não fossem tão ruins quanto eu pensava, e me senti grata.
No dia seguinte a recuperar meu Facebook, acordei super feliz, pronta pra ir pro sítio. Procurei minhas roupas e o que levaria, me troquei e me olhei no espelho, e sem pensar em nada que me lembrasse deles, veio um pensamento na minha cabeça, era como se eu pudesse ouvir a voz dos dois, e era o que tinham me mandado na mensagem na noite anterior: "se você não se comportar bem, vai perder, continua nos satisfazendo, Janice, e seremos bons com você, vadia." Lembrei na hora que eles pediam que eu sempre tivesse meu plug anal colocado de manhã, e não sei por que pensei: "eles foram bons comigo ao me devolver meu face, melhor eu me comportar bem mesmo que eles não estejam aqui." Então tirei minha roupa, passei um pouco de creme e coloquei meu plug, depois me vesti de novo e estava pronta pra ir pro sítio, já com a consciência mais tranquila.







3 comentários - Chantageada após roubo na minha casa 5
Pero está cool al igual que las fotos 😘