Meu nome é Javi, sou loiro de cabelo comprido e traços meio femininos. Conheci a Maria quando a gente tinha 15 anos no colégio e ficamos muito amigos, e acabei entrando no grupo dela de 7 amigas, eu era o único cara. Eu tinha um segredo: gostava de me vestir de mulher com as roupas das minhas irmãs, e era tanta confiança que eu tinha com ela que acabei contando. — Maria, se eu te contar um segredo meu, você promete que não vai contar pra ninguém? — Pode confiar em mim, o que é? — Como te explico isso... eu gosto de me vestir de mulher na intimidade. — Como assim, você gosta de se vestir de mulher? — É, isso mesmo, gosto de usar saia, vestido, bom, tudo que vocês meninas usam. Ela ficou me olhando pensativa. — Então você é gay. — Não, eu gosto de meninas, mas sei lá, sempre gostei das roupas de vocês. — Bom, então tudo bem pra mim. — Não acha estranho? — Não, e eu adoraria te ver vestido de mulher. — Sério? — Sim, e se você quiser, amanhã, sábado, vem na minha casa à tarde e se veste. — Beleza. Naquele sábado eu me vesti com ela e ela conheceu a Inês, meu nome de mulher. Ela me maquiou, coisa que eu nunca tinha feito, e a gente se divertiu pra caralho. Isso foi se repetindo umas duas vezes por mês. Chegou meu aniversário em dezembro e a Maria me deu um salto rosa, porque ela sabia que ia me deixar feliz, já que era a única coisa que eu não conseguia usar — os dela eram pequenos pra mim — e ela ia guardar os meus na casa dela. Chegou o ano novo e no meio do mês começaram a falar do carnaval, que ia ser daqui a um mês. Depois de muitas ideias, decidiram se fantasiar de Barbie e eu seria o Ken. A Maria disse que cuidava de tudo, pra eu não me preocupar. Chegou o dia do carnaval e fui no começo da tarde pra casa da Maria, ainda sem saber o que ia vestir. Fomos direto pro quarto dela. — Tira a roupa que vou preparar a fantasia. Fiquei só de cueca. — Tira a cueca e veste isso. Ela me deu uma calcinha de renda rosa. — Calcinha pra quê? — Faz parte da fantasia de Barbie. — Eu não ia de Ken. — É isso que você vai ser. decidiu e esperam que elas também, mas eu quero que você vá de Barbie como todas. — eu até gostaria, mas não tenho coragem de sair assim na rua. — não tem problema, é carnaval. Depois de discutir um pouco, ela me convenceu de que seria uma experiência legal sair na rua vestido de garota e eu aceitei. Coloquei a calcinha, um sutiã combinando, ela colocou dois peitos falsos que tinha comprado numa loja de artigos de brincadeira, minissaia rosa no meio da coxa, camiseta branca de manga comprida que na altura do peito dizia Barbie em letras rosa e meus saltos rosa. Depois me sentou na frente do espelho e com um modelador arrumou meu cabelo loiro comprido e por último me maquiou, ficando visível no espelho a imagem de uma garota. Depois ela se vestiu igual a mim, me entregou uma bolsa rosa. Ao sair do quarto e passar pela sala de jantar, a mãe dela nos viu e disse que eu estava muito gostosa. Às 5 da tarde saímos para o ponto de encontro com as outras garotas. Saí bem nervoso e com vergonha, nos primeiros minutos foi difícil andar de salto na rua, mas aos poucos fui ganhando confiança até chegar onde as outras estavam. Maria me disse para não falar nada pra ver se me reconheciam. Quando cheguei, fiquei um pouco nervoso e de novo envergonhado, e baixei a cabeça na frente delas. Todas estavam vestidas como a gente. Maria deu dois beijos em cada uma e na sequência: — Meninas, apresento minha amiga Inês. Elas me olharam e duas ao mesmo tempo: — Javi. — Sim — respondi. — Bom, hoje é a Barbie Inês. — Bem-vinda, Inês — disse uma. Ela se aproximou e me deu dois beijos, e depois as outras. — O que acham? Ela ficou muito gostosa, a Inês, e parece uma garota, né, meninas? Todas concordaram e Maria explicou que tinha sido ideia dela eu vir assim, e que eu estava até de calcinha rosa igual a todas, o que fez elas darem umas risadas, me deixando vermelho. — Que tal irmos ao boliche tomar alguma coisa? — disse uma. — Beleza. Chegamos ao boliche depois de andar uns 20 minutos. Minutos e me senti à vontade andando entre elas e me sentindo uma delas. A gente ia conversando umas com as outras e uma me disse que, como garota, eu era muito gostosa. Já na pista de boliche, pedimos uns refrigerantes e ficamos quase uma hora. Antes de ir embora, falaram em ir ao banheiro. Eu tava com vontade de ir, mas não tinha coragem de entrar no banheiro dos caras assim. Mas nem precisei. Pra não ficar sozinha esperando, fui com elas e pensei em esperar na porta. Só que a Maria, na porta, me agarrou pelo braço e me puxou pra dentro do banheiro feminino com elas. Ela me arrastou até um dos boxes, entrou comigo e fechou a porta. Primeiro, ela mijou na minha frente — coisa que a gente já tá acostumada a fazer junto na casa dela quando eu me visto com ela. Depois, eu fiz o mesmo: levantei a saia, abaixei a calcinha e sentei como uma garota. Quando me visto, sempre faço sentada. Daí fomos pra rua.
Depois da rua, fomos comer uns sanduíches e eu me senti tão à vontade entre elas que falei: — Meninas, tô adorando com vocês e preciso contar um segredo, mas que fique entre a gente: é que eu gosto de me vestir de garota. A Maria já sabe há um tempo e eu me visto na casa dela. Elas ficaram meio surpresas, e depois vieram um monte de perguntas que eu respondi. Seguimos conversando até a hora de ir pro baile, onde a gente dançou a noite toda até voltar pra casa da Maria, onde eu ia dormir. Já no quarto dela, ela me deu uma camisola branca cheia de corações vermelhos pra dormir. Tinha sido minha primeira vez saindo como garota e ia ser minha primeira noite dormindo de camisola e calcinha. A gente só tinha 5 horas pra dormir porque de manhã cedo a gente ia sair pra rua matinal. A noite passou rápido, e a manhã também. Depois de almoçar na casa dela, me troquei pra voltar pra minha.
Desde aquele dia, se organizavam uma noite de garotas na casa de alguém, ao chegar lá eu me transformava na Inês pra ser mais uma garota. E todo ano, no carnaval, a Inês voltava a sair na rua. Os anos foram passando... O grupo foi se separando aos poucos, foram arrumando namorado, eu tive umas duas namoradas, mas a gente ainda se via de vez em quando. Eu e María continuávamos nos encontrando na casa dela, e eu me vestia com as roupas dela. Quando a gente tinha 21 anos, Susana, uma das meninas, ia casar com o namorado e organizaram a despedida de solteira, onde eu fui convidada como Inês. Era um restaurante com balada, e as meninas reservaram um salão privativo só pra gente. Eu fui vestida com um vestido preto curto, justo, até a metade da coxa. Depois do jantar, elas contrataram um stripper que se apresentou vestido de policial. Ele começou a dançar no fundo do salão, e a gente sentou na frente dele. — Oi, meninas, sou o Marco. Quem é a noiva sortuda? — Susana! — gritaram as meninas, apontando pra ela. Ele se aproximou dela pra puxar pro show, mas não teve jeito de fazê-la sair. — Vou ter que escolher eu a menina que foi malvada... e já sei quem é. Quem será? Ele foi olhando pra todas e tocando na nossa bochecha enquanto passava na nossa frente. Passou reto de onde eu estava, de oito meninas eu era a quinta. Quando chegou na última, deu a volta e parou na minha frente. — Você foi uma menina má. — Não, o que você tá dizendo? Eu não. — Eu acho que sim. Ele me agarrou pelo braço, puxando. — Que não, me solta. Na mesma hora, uma das meninas gritou meu nome e todas se juntaram: — Inês! Inês! Inês! Quando me dei conta, já estava de pé com os braços algemados nas costas, e ele me levou pra frente. Fiquei de pé na frente de uma cadeira que ele tinha colocado lá. Ele colocou música, começou a dançar na minha frente, roçando o corpo dele no meu e me tocando com as mãos. Levantou um pouco meu vestido e, num movimento rápido, puxou minha calcinha preta de renda até os tornozelos e me fez sentar, terminando de tirá-la. As meninas gritavam e riam feito loucas. Ele continuou dançando ao meu redor e, de um puxão, tirou a camisa, deixando ver uns peitorais bem definidos de academia. Continuou dançando e aproximava o peito e a barriga de meu rosto se afastou um metro e ele arrancou a calça de uma vez, ficando só de cueca bem apertada marcando um belo volume, e voltou a se aproximar de mim dançando e passando aquele volume a meros centímetros do meu rosto. Eu virava a cabeça, mas ele segurava e não deixava. Uns dois minutos depois, com o volume a um palmo do meu rosto, num movimento rápido a cueca sumiu e apareceu uma cock enorme que quase me acertou. No meio, vi um argola e logo entendi o que era: escondida debaixo, pendurada na argola, estava a chave das algemas. — Inês, sabe o que é isso? — Sim. — Pra tirar as algemas, você precisa pegar a chave. — Não, isso eu não faço. — Então vai ficar algemada. As meninas começaram a gritar meu nome de novo. — Não consigo fazer isso. — Consegue sim. Vou facilitar: vou puxar um pouco mais. — Não vou meter essa cock na boca. — Bom, então vou me despedir e vazar. — Não, você não pode me deixar assim. — Pega a chave e te solto. As meninas tentavam me convencer, falando coisas. — É que não consigo. — Claro que consegue, vou puxar mais um pouco. Agora estava na altura da glande, e o Marco segurava a cock a um palmo do meu rosto. Sem pensar, fechei os olhos, me aproximei e meti na boca, agarrando a argola com os lábios e puxei. As meninas gritavam eufóricas. — Viu? Não foi tão difícil. Agora vou tirar. Ele agradeceu, pediu uma salva de palmas pra mim e me convidou a voltar pro meu lugar. — Pode me devolver a calcinha? — Senta primeiro, depois te devolvo. Ele começou a dançar, se aproximando da primeira menina, ofereceu a cock e deu umas chupadas nela. Fez isso com todas, algumas só deram um beijo rápido. Quando chegou em mim, me pulou e foi a vez da Maria, que deu uma boa chupada, até a última, e então veio até mim. — Oi, Inês, imagino que queira a calcinha de volta. — Sim. — Vou facilitar: só precisa me dar uma chupada um pouco mais longa que Suas amigas até eu dizer chega. — Não, isso não, de novo não. — Então não devolvo e você vai sem calcinha, e acho que não vai ser muito confortável carregar aquilo pendurado. — Me devolve, por favor. — Ganhe elas. Ele colocou uma mão na minha cabeça e me aproximou do pau, parando a poucos centímetros. — Vai, Inês, não tem problema, todas nós já fizemos isso. — disse a Maria. Olhei pra ela e ela fez um sinal com a cabeça me incentivando, não sei por quê, mas me aproximei e comecei a chupar ele enquanto ele segurava minha cabeça pra eu não tirar, ficou um minuto e tirou da minha boca. — Aqui está sua calcinha, senhorita. Peguei e fiquei com ela na mão até ele ir embora, aí coloquei. Dali fomos pra balada, depois de dançar um pouco fui pedir um cuba e vi o Marco num lado do balcão, e eu fui pro outro. Tava esperando pra pedir quando alguém colou em mim por trás, me virei e lá estava o Marco. — O que vai tomar, gostosa? Eu pago. — Não precisa. — Quero te pagar. — Tá bom. Enquanto esperava o drink, senti uma mão na minha bunda. — Para, por favor. — Não gostou? — Não. Serviram a bebida e voltei pras minhas amigas, mas em menos de um minuto o Marco tava atrás de mim dançando. Daí a pouco me agarrou pela cintura e me puxou pra perto dele dançando, me afastei e mandei ele parar, mas ele insistiu de novo e eu parei de novo, até que depois de umas tentativas continuei dançando colada nele, agarrada por trás pela cintura com uma mão e minha bunda encostada nele. Tentei me soltar um tempo depois, mas ele não deixou e logo começou a passar a mão na minha bunda com a outra mão. — Para, por favor. Ele parou, mas não demorou a voltar, umas três ou quatro vezes, até que sem saber por quê a situação tava me excitando e pra parar resolvi sair. — Vou lá fora fumar um cigarro. — Lá fora tá frio, te levo pra um lugar melhor. — Não, obrigada. Mas ele me agarrou pela cintura enquanto eu andava e me enfiou por uma porta, no fundo entramos numa sala que tinha um sofá e uma mesinha. — Aqui. pode fumar tranquila sem passar frio, pode sentar. Acendi um cigarro e sentei no sofá. - ei gata, você usa. - de vez em quando. - quer uma carreira. - tá bom. Fez duas carreiras, cheirou uma e depois eu cheirei a minha, quando me abaixei na mesa pra cheirar, minha bunda ficou à disposição dela e ela colocou uma mão começando a apalpar, quando levantei quis me afastar, mas ela me agarrou forte pela bunda e me puxou pra perto, me beijando na boca, me senti confusa na hora, mas deixei me beijar enquanto uma das mãos dela era dona da minha bunda, eu tinha uma mão no ombro dela e outra no peito, ela pegou a minha mão do peito e levou pra baixo, colocando no pau dela que já tava pra fora, quis afastar, mas ela me segurava com força, me fazendo acariciar, entre o beijo que ela tava me dando enquanto me apalpava a bunda, eu tava ficando com tesão e acabei segurando o pau dela. - já te peguei onde queria, sabia que essa noite você seria minha. Ela me beijou de novo enquanto continuava apalpando minha bunda com o vestido levantado e a mão por cima da calcinha. - agora você vai terminar o que começou antes. Ela empurrou minha cabeça pra baixo e sem resistir, me ajoelhei e comecei a chupar. - mmmm sim, assim mesmo, sua putinha. Eu não sabia se tava fazendo direito ou não, eu ia chupando e ela falava de tudo, putinha, vagabunda, gostosa, puta e isso me excitava. - um pouco mais rápido, puta, que vou gozar, sim assim, uffff, vou gozar. Fui tirar da boca, mas a mão dela na minha cabeça não deixou, empurrando e fazendo entrar até o fundo, descarregando todo o leite na minha boca, engasguei umas duas vezes, mas aguentei toda a descarga. - você foi maravilhosa, putinha. Eu ouvi, processando o que tinha acontecido, ainda ajoelhada. - te convido pra mais uma. Fez duas carreiras e quando eu tava cheirando, senti de novo uma mão na minha bunda, levantando meu vestido, quis me levantar, mas ela não deixou, empurrando com a outra mão minhas costas. - tava tão certo que ia te ver de novo e tocar sua Calcinha quando te devolvi. Continuo passando a mão na minha bunda, me deu um tapa forte. - Eu curto muito os travestis. Me puxa e me deita no sofá, eu era uma marionete, me deixava fazer tudo. Ele se sentou do meu lado e começou a me beijar enquanto continuava com a minha bunda. Afasto a calcinha pro lado e paro de me tocar por um momento, quando senti a mão dele na bunda de novo, notei algo molhado e de repente um dedo entrou de uma vez. - Para, isso não. - Shiiii, calma, relaxa, não vai me deixar na metade. - Não, por favor. Ele colou os lábios nos meus e começou a me beijar com força, e eu me deixei levar. Enquanto me beijava, o dedo entrava e saía da minha bunda, sentia uma pressão estranha, como uma dor suave e uma certa dose de prazer. Depois de um bom tempo assim, ele se levantou e fez mais duas carreiras. Quando cheirei a minha, já estava de novo de quatro, com a bunda empinada e ele tocando, com a calcinha de lado. Ele colocou uma mão nas minhas costas e eu me apoiei na mesa, e sem avisar, senti algo abrindo caminho na minha bunda, com uma dor forte. - Não, para, por favor, não sou gay, isso foi um erro. - Relaxa, slutty. - Não, para, tá doendo. - Calma, relaxa, daqui você sai bem comida e feliz. - Não, ahhh, dói, para. Marco continuou com o propósito dele, bem agarrado na minha cintura, começou a bombar cada vez mais rápido. Dos gritos de dor, passei aos poucos pra gemidos de prazer, e já me entreguei completamente pra ele. - Mmmm, minha slutty parece que tá gostando. Eu só gemia e dava pequenos gritinhos de prazer. Ele acelerou os movimentos, e eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda. - Vou gozar. - Dentro não, por favor. - Calma, tô de camisinha. Quando ele tirou, fiquei apoiada na mesa com as pernas tremendo por um tempo. Quando consegui me levantar, ele me agarrou pela cintura e me beijou na boca. - Você gostou, né, slutty? - Sim. - Naquela gaveta tem lenços umedecidos pra você se limpar um pouco, enquanto eu faço mais duas carreiras. Me limpei com os lenços, que ficaram manchados de sangue. misturada com marromzinho, ajeitei bem a calcinha e o vestido, guardei o meu, fumamos um cigarro e voltamos pra balada, ele foi pedir bebida e eu voltei pras minhas amigas. - cadê você, tava te procurando. - disse a Maria. - fui fumar um cigarro e me distraí conversando com o Marco. - eu saí lá fora e você não tava. - é que o Marco me levou pra uma sala onde dá pra fumar. Tava falando com ela quando o Marco chega e me traz um cuba livre pra mim, dou um gole e deixo numa prateleira e continuo falando com a Maria, o Marco me agarra pela cintura e me dá um beijão na boca na frente dela, que eu correspondi. Quando ele parou de me beijar, a Maria me agarrou pelo braço, puxou e me levou direto pro banheiro. - que porra foi aquele beijo com o Marco. - não sei, não esperava, me pegou de surpresa. - pois eu vi que você se deixou beijar, por algum motivo foi. - tá bom, fui fumar com ele num reservado, ele me chamou pra transar e começou a me apalpar a bunda e a me beijar, e eu me deixei levar, e quando me toquei, tava de joelhos chupando o pau dele e depois ele me comeu. - pera, tô alucinando, vocês transaram. - sim. - não acredito, mas ele te forçou, me fala a verdade. - não. - tô curiosa, você gostou. - sim. - não sei mais o que dizer, tô chocada. - me dá um abraço, preciso. A gente se abraçou forte por um tempo e umas lágrimas escaparam, voltamos pra pista de dança e eu dei um baita gole no cuba livre, larguei de novo, agarrei o pescoço do Marco e beijei ele na boca, ele me pegou pela cintura, fez eu pegar o cuba livre e me levou de novo pra sala, me convidou de novo e sentados no sofá começamos a nos beijar, tirei o pau dele e comecei a masturbar, ele começou a crescer na minha mão e quando tava bem duro, desci pra chupar, me ajoelhando de quatro no sofá, ele enfiou uma mão dentro da calcinha e começou a meter um dedo em mim, daí a pouco avisou que ia gozar, mas continuei no serviço até engolir todo o leite dele e deixar bem limpinho, tirei da minha boca e ia subir. - continua chupando, putinha, deixa ela dura de novo. Quando tava bem durinha, eu deito de barriga pra cima. - abre as pernas, promíscua. Ele colocou uma camisinha e começou a meter. - olha nos meus olhos enquanto eu te como. Eu olhava nos olhos dele enquanto ele ia entrando, mas quando começou a me socar, desviei o olhar. - não tira os olhos da minha cara, eu gosto de ver a cara de safada que vocês fazem. Depois de um tempo, ele gozou, levantou sem falar nada, eu me limpei e voltamos pra pista. Ele ficou no bar e eu fui com minhas amigas. Depois de um tempo, vi que ele não vinha e fui procurar. Peguei ele pela cintura, e ele tirou minha mão. - o que foi? Não vai dançar? - não, vai curtir com suas amigas. - o que houve? - nada, só me deixa. - me passa seu celular. - não, já vai. - mas o que houve pra ficar assim? - vou ser claro: pra mim você foi só mais uma puta, então vaza. Saí chorando, não esperava que ele dissesse isso. Fim.
Depois da rua, fomos comer uns sanduíches e eu me senti tão à vontade entre elas que falei: — Meninas, tô adorando com vocês e preciso contar um segredo, mas que fique entre a gente: é que eu gosto de me vestir de garota. A Maria já sabe há um tempo e eu me visto na casa dela. Elas ficaram meio surpresas, e depois vieram um monte de perguntas que eu respondi. Seguimos conversando até a hora de ir pro baile, onde a gente dançou a noite toda até voltar pra casa da Maria, onde eu ia dormir. Já no quarto dela, ela me deu uma camisola branca cheia de corações vermelhos pra dormir. Tinha sido minha primeira vez saindo como garota e ia ser minha primeira noite dormindo de camisola e calcinha. A gente só tinha 5 horas pra dormir porque de manhã cedo a gente ia sair pra rua matinal. A noite passou rápido, e a manhã também. Depois de almoçar na casa dela, me troquei pra voltar pra minha.
Desde aquele dia, se organizavam uma noite de garotas na casa de alguém, ao chegar lá eu me transformava na Inês pra ser mais uma garota. E todo ano, no carnaval, a Inês voltava a sair na rua. Os anos foram passando... O grupo foi se separando aos poucos, foram arrumando namorado, eu tive umas duas namoradas, mas a gente ainda se via de vez em quando. Eu e María continuávamos nos encontrando na casa dela, e eu me vestia com as roupas dela. Quando a gente tinha 21 anos, Susana, uma das meninas, ia casar com o namorado e organizaram a despedida de solteira, onde eu fui convidada como Inês. Era um restaurante com balada, e as meninas reservaram um salão privativo só pra gente. Eu fui vestida com um vestido preto curto, justo, até a metade da coxa. Depois do jantar, elas contrataram um stripper que se apresentou vestido de policial. Ele começou a dançar no fundo do salão, e a gente sentou na frente dele. — Oi, meninas, sou o Marco. Quem é a noiva sortuda? — Susana! — gritaram as meninas, apontando pra ela. Ele se aproximou dela pra puxar pro show, mas não teve jeito de fazê-la sair. — Vou ter que escolher eu a menina que foi malvada... e já sei quem é. Quem será? Ele foi olhando pra todas e tocando na nossa bochecha enquanto passava na nossa frente. Passou reto de onde eu estava, de oito meninas eu era a quinta. Quando chegou na última, deu a volta e parou na minha frente. — Você foi uma menina má. — Não, o que você tá dizendo? Eu não. — Eu acho que sim. Ele me agarrou pelo braço, puxando. — Que não, me solta. Na mesma hora, uma das meninas gritou meu nome e todas se juntaram: — Inês! Inês! Inês! Quando me dei conta, já estava de pé com os braços algemados nas costas, e ele me levou pra frente. Fiquei de pé na frente de uma cadeira que ele tinha colocado lá. Ele colocou música, começou a dançar na minha frente, roçando o corpo dele no meu e me tocando com as mãos. Levantou um pouco meu vestido e, num movimento rápido, puxou minha calcinha preta de renda até os tornozelos e me fez sentar, terminando de tirá-la. As meninas gritavam e riam feito loucas. Ele continuou dançando ao meu redor e, de um puxão, tirou a camisa, deixando ver uns peitorais bem definidos de academia. Continuou dançando e aproximava o peito e a barriga de meu rosto se afastou um metro e ele arrancou a calça de uma vez, ficando só de cueca bem apertada marcando um belo volume, e voltou a se aproximar de mim dançando e passando aquele volume a meros centímetros do meu rosto. Eu virava a cabeça, mas ele segurava e não deixava. Uns dois minutos depois, com o volume a um palmo do meu rosto, num movimento rápido a cueca sumiu e apareceu uma cock enorme que quase me acertou. No meio, vi um argola e logo entendi o que era: escondida debaixo, pendurada na argola, estava a chave das algemas. — Inês, sabe o que é isso? — Sim. — Pra tirar as algemas, você precisa pegar a chave. — Não, isso eu não faço. — Então vai ficar algemada. As meninas começaram a gritar meu nome de novo. — Não consigo fazer isso. — Consegue sim. Vou facilitar: vou puxar um pouco mais. — Não vou meter essa cock na boca. — Bom, então vou me despedir e vazar. — Não, você não pode me deixar assim. — Pega a chave e te solto. As meninas tentavam me convencer, falando coisas. — É que não consigo. — Claro que consegue, vou puxar mais um pouco. Agora estava na altura da glande, e o Marco segurava a cock a um palmo do meu rosto. Sem pensar, fechei os olhos, me aproximei e meti na boca, agarrando a argola com os lábios e puxei. As meninas gritavam eufóricas. — Viu? Não foi tão difícil. Agora vou tirar. Ele agradeceu, pediu uma salva de palmas pra mim e me convidou a voltar pro meu lugar. — Pode me devolver a calcinha? — Senta primeiro, depois te devolvo. Ele começou a dançar, se aproximando da primeira menina, ofereceu a cock e deu umas chupadas nela. Fez isso com todas, algumas só deram um beijo rápido. Quando chegou em mim, me pulou e foi a vez da Maria, que deu uma boa chupada, até a última, e então veio até mim. — Oi, Inês, imagino que queira a calcinha de volta. — Sim. — Vou facilitar: só precisa me dar uma chupada um pouco mais longa que Suas amigas até eu dizer chega. — Não, isso não, de novo não. — Então não devolvo e você vai sem calcinha, e acho que não vai ser muito confortável carregar aquilo pendurado. — Me devolve, por favor. — Ganhe elas. Ele colocou uma mão na minha cabeça e me aproximou do pau, parando a poucos centímetros. — Vai, Inês, não tem problema, todas nós já fizemos isso. — disse a Maria. Olhei pra ela e ela fez um sinal com a cabeça me incentivando, não sei por quê, mas me aproximei e comecei a chupar ele enquanto ele segurava minha cabeça pra eu não tirar, ficou um minuto e tirou da minha boca. — Aqui está sua calcinha, senhorita. Peguei e fiquei com ela na mão até ele ir embora, aí coloquei. Dali fomos pra balada, depois de dançar um pouco fui pedir um cuba e vi o Marco num lado do balcão, e eu fui pro outro. Tava esperando pra pedir quando alguém colou em mim por trás, me virei e lá estava o Marco. — O que vai tomar, gostosa? Eu pago. — Não precisa. — Quero te pagar. — Tá bom. Enquanto esperava o drink, senti uma mão na minha bunda. — Para, por favor. — Não gostou? — Não. Serviram a bebida e voltei pras minhas amigas, mas em menos de um minuto o Marco tava atrás de mim dançando. Daí a pouco me agarrou pela cintura e me puxou pra perto dele dançando, me afastei e mandei ele parar, mas ele insistiu de novo e eu parei de novo, até que depois de umas tentativas continuei dançando colada nele, agarrada por trás pela cintura com uma mão e minha bunda encostada nele. Tentei me soltar um tempo depois, mas ele não deixou e logo começou a passar a mão na minha bunda com a outra mão. — Para, por favor. Ele parou, mas não demorou a voltar, umas três ou quatro vezes, até que sem saber por quê a situação tava me excitando e pra parar resolvi sair. — Vou lá fora fumar um cigarro. — Lá fora tá frio, te levo pra um lugar melhor. — Não, obrigada. Mas ele me agarrou pela cintura enquanto eu andava e me enfiou por uma porta, no fundo entramos numa sala que tinha um sofá e uma mesinha. — Aqui. pode fumar tranquila sem passar frio, pode sentar. Acendi um cigarro e sentei no sofá. - ei gata, você usa. - de vez em quando. - quer uma carreira. - tá bom. Fez duas carreiras, cheirou uma e depois eu cheirei a minha, quando me abaixei na mesa pra cheirar, minha bunda ficou à disposição dela e ela colocou uma mão começando a apalpar, quando levantei quis me afastar, mas ela me agarrou forte pela bunda e me puxou pra perto, me beijando na boca, me senti confusa na hora, mas deixei me beijar enquanto uma das mãos dela era dona da minha bunda, eu tinha uma mão no ombro dela e outra no peito, ela pegou a minha mão do peito e levou pra baixo, colocando no pau dela que já tava pra fora, quis afastar, mas ela me segurava com força, me fazendo acariciar, entre o beijo que ela tava me dando enquanto me apalpava a bunda, eu tava ficando com tesão e acabei segurando o pau dela. - já te peguei onde queria, sabia que essa noite você seria minha. Ela me beijou de novo enquanto continuava apalpando minha bunda com o vestido levantado e a mão por cima da calcinha. - agora você vai terminar o que começou antes. Ela empurrou minha cabeça pra baixo e sem resistir, me ajoelhei e comecei a chupar. - mmmm sim, assim mesmo, sua putinha. Eu não sabia se tava fazendo direito ou não, eu ia chupando e ela falava de tudo, putinha, vagabunda, gostosa, puta e isso me excitava. - um pouco mais rápido, puta, que vou gozar, sim assim, uffff, vou gozar. Fui tirar da boca, mas a mão dela na minha cabeça não deixou, empurrando e fazendo entrar até o fundo, descarregando todo o leite na minha boca, engasguei umas duas vezes, mas aguentei toda a descarga. - você foi maravilhosa, putinha. Eu ouvi, processando o que tinha acontecido, ainda ajoelhada. - te convido pra mais uma. Fez duas carreiras e quando eu tava cheirando, senti de novo uma mão na minha bunda, levantando meu vestido, quis me levantar, mas ela não deixou, empurrando com a outra mão minhas costas. - tava tão certo que ia te ver de novo e tocar sua Calcinha quando te devolvi. Continuo passando a mão na minha bunda, me deu um tapa forte. - Eu curto muito os travestis. Me puxa e me deita no sofá, eu era uma marionete, me deixava fazer tudo. Ele se sentou do meu lado e começou a me beijar enquanto continuava com a minha bunda. Afasto a calcinha pro lado e paro de me tocar por um momento, quando senti a mão dele na bunda de novo, notei algo molhado e de repente um dedo entrou de uma vez. - Para, isso não. - Shiiii, calma, relaxa, não vai me deixar na metade. - Não, por favor. Ele colou os lábios nos meus e começou a me beijar com força, e eu me deixei levar. Enquanto me beijava, o dedo entrava e saía da minha bunda, sentia uma pressão estranha, como uma dor suave e uma certa dose de prazer. Depois de um bom tempo assim, ele se levantou e fez mais duas carreiras. Quando cheirei a minha, já estava de novo de quatro, com a bunda empinada e ele tocando, com a calcinha de lado. Ele colocou uma mão nas minhas costas e eu me apoiei na mesa, e sem avisar, senti algo abrindo caminho na minha bunda, com uma dor forte. - Não, para, por favor, não sou gay, isso foi um erro. - Relaxa, slutty. - Não, para, tá doendo. - Calma, relaxa, daqui você sai bem comida e feliz. - Não, ahhh, dói, para. Marco continuou com o propósito dele, bem agarrado na minha cintura, começou a bombar cada vez mais rápido. Dos gritos de dor, passei aos poucos pra gemidos de prazer, e já me entreguei completamente pra ele. - Mmmm, minha slutty parece que tá gostando. Eu só gemia e dava pequenos gritinhos de prazer. Ele acelerou os movimentos, e eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda. - Vou gozar. - Dentro não, por favor. - Calma, tô de camisinha. Quando ele tirou, fiquei apoiada na mesa com as pernas tremendo por um tempo. Quando consegui me levantar, ele me agarrou pela cintura e me beijou na boca. - Você gostou, né, slutty? - Sim. - Naquela gaveta tem lenços umedecidos pra você se limpar um pouco, enquanto eu faço mais duas carreiras. Me limpei com os lenços, que ficaram manchados de sangue. misturada com marromzinho, ajeitei bem a calcinha e o vestido, guardei o meu, fumamos um cigarro e voltamos pra balada, ele foi pedir bebida e eu voltei pras minhas amigas. - cadê você, tava te procurando. - disse a Maria. - fui fumar um cigarro e me distraí conversando com o Marco. - eu saí lá fora e você não tava. - é que o Marco me levou pra uma sala onde dá pra fumar. Tava falando com ela quando o Marco chega e me traz um cuba livre pra mim, dou um gole e deixo numa prateleira e continuo falando com a Maria, o Marco me agarra pela cintura e me dá um beijão na boca na frente dela, que eu correspondi. Quando ele parou de me beijar, a Maria me agarrou pelo braço, puxou e me levou direto pro banheiro. - que porra foi aquele beijo com o Marco. - não sei, não esperava, me pegou de surpresa. - pois eu vi que você se deixou beijar, por algum motivo foi. - tá bom, fui fumar com ele num reservado, ele me chamou pra transar e começou a me apalpar a bunda e a me beijar, e eu me deixei levar, e quando me toquei, tava de joelhos chupando o pau dele e depois ele me comeu. - pera, tô alucinando, vocês transaram. - sim. - não acredito, mas ele te forçou, me fala a verdade. - não. - tô curiosa, você gostou. - sim. - não sei mais o que dizer, tô chocada. - me dá um abraço, preciso. A gente se abraçou forte por um tempo e umas lágrimas escaparam, voltamos pra pista de dança e eu dei um baita gole no cuba livre, larguei de novo, agarrei o pescoço do Marco e beijei ele na boca, ele me pegou pela cintura, fez eu pegar o cuba livre e me levou de novo pra sala, me convidou de novo e sentados no sofá começamos a nos beijar, tirei o pau dele e comecei a masturbar, ele começou a crescer na minha mão e quando tava bem duro, desci pra chupar, me ajoelhando de quatro no sofá, ele enfiou uma mão dentro da calcinha e começou a meter um dedo em mim, daí a pouco avisou que ia gozar, mas continuei no serviço até engolir todo o leite dele e deixar bem limpinho, tirei da minha boca e ia subir. - continua chupando, putinha, deixa ela dura de novo. Quando tava bem durinha, eu deito de barriga pra cima. - abre as pernas, promíscua. Ele colocou uma camisinha e começou a meter. - olha nos meus olhos enquanto eu te como. Eu olhava nos olhos dele enquanto ele ia entrando, mas quando começou a me socar, desviei o olhar. - não tira os olhos da minha cara, eu gosto de ver a cara de safada que vocês fazem. Depois de um tempo, ele gozou, levantou sem falar nada, eu me limpei e voltamos pra pista. Ele ficou no bar e eu fui com minhas amigas. Depois de um tempo, vi que ele não vinha e fui procurar. Peguei ele pela cintura, e ele tirou minha mão. - o que foi? Não vai dançar? - não, vai curtir com suas amigas. - o que houve? - nada, só me deixa. - me passa seu celular. - não, já vai. - mas o que houve pra ficar assim? - vou ser claro: pra mim você foi só mais uma puta, então vaza. Saí chorando, não esperava que ele dissesse isso. Fim.
3 comentários - Despedida de solteira gostosa
Literal, lo integran a la Noche de Chicas y termina volviendose una 😍