Minha primeira vez com um homem (gay)

Oi, sou o Daniel. Sou bissexual (embora ultimamente eu tenha sido mais passivo), atualmente tenho 24 anos. Moro com um coroa de 40 anos (faz 1 ano que moro com ele). Tenho 1,62m, sou loiro, tenho coxas grossas e uma bunda grande. Não tenho muita barriga. Meu cabelo é liso e um pouco comprido. Meu rosto é meio fino, então pareço um pouco feminino. Vou contar a próxima parte da minha história. Espero não ofender ninguém e espero que vocês fiquem com tesão. Continuando minha história, depois que a dona Rosa ficou me evitando por 4 semanas, mesmo dando pra ver que ela queria minha pica, comecei a ficar com muito mais vontade de provar uma pica, já que queria me sentir igual minha mãe e a Rosa, como uma puta gemendo e aproveitando. Tava pensando nisso no trabalho, era um sábado, então como sempre chegou o seu careca que sempre me convidava pra sair. Pra vocês terem uma ideia de como ele era, vou descrever: loiro, uns 1,85m, uns 40 anos, careca mas com barba. Talvez usasse esteroides porque era todo bombado. Era uma delícia, tinha uma Ford F-250 4x4. Bom, aconteceu o de sempre, o senhor foi educado comigo, mas dessa vez eu tava esperando o convite, e ele me chamou de novo pra aceitar um almoço. Esperei ele pedir a conta e então entreguei um papel escondido. Ele viu, guardou na carteira, não disse mais nada e foi embora, mas não sem antes me deixar meus 100 conto de gorjeta e um olhar pra minha bunda. O papel dizia: "Te espero amanhã no parque do Oxxo às 10 pro almoço." A noite toda fiquei ansioso pro dia seguinte chegar. Bom, o dia passou e na hora de sair me chamaram pra beber, mas recusei e fui pra casa. Já em casa, dormi. Chegou o dia, era um domingo. Acordei cedo, fui tomar banho, escovar os dentes e tal. Não tava com expectativas altas praquele dia, mesmo assim lavei minha buceta, depilei o cu. Era a primeira vez que depilava, foi estranho, mas fazer o quê, só por precaução. Não sabia o que vestir pra vê-lo, decidi pelo básico, algo confortável e um pouco à mostra pra ele me ver. Coloquei um short curto de algodão e um... calcinha curta igual uma regata e meus tênis, saí casual. Fui com tempo pro parque, naquela época não tinha celular então não sabia a hora exata, quando cheguei sentei num banco e esperei uns 3 minutos e finalmente ele chegou, vi ele vindo e fiquei com o cu na mão, ele tava de calça jeans, cinto de vaqueiro, botas e uma camiseta branca por dentro da calça, o que deixava ver os braços e os peitorais, e ele tava imponente, gostoso, uma delícia. PELADO: Oi, espero não ter te feito esperar muito. EU: Oi, de jeito nenhum, acabei de chegar. PELADO: Beleza, então bora. Fomos assim de caminhonete, ele foi gentil, abriu a porta pra mim e eu entrei, ele deu partida e começamos a conversar. PELADO: Me chamo Eduardo, é um prazer você aceitar meu convite, não sabe quanto esperei por esse momento. EU: Eu me chamo Daniel, mas pode me chamar de Dani, ultimamente tenho pensado no seu convite e algo em mim me disse pra aceitar, espero não me arrepender. EDUARDO: Acredita em mim, não vai se arrepender. Dava pra ver ele olhando minhas coxas enquanto ria de forma safada. Chegamos no lugar do almoço, um restaurante à beira-mar com um terraço muito bonito, e como era baixa temporada a gente tava praticamente sozinho no terraço. Nos atenderam bem, conversamos um pouco sobre coisas normais, tipo nossos gostos e tal. Até que chegamos no que importava. EDUARDO: Vou ser sincero, sou um homem casado, tenho 2 filhos, não sei se te incomoda o que vou te falar, não sei por que, mas você me faz sentir coisas que nunca senti, ultimamente me sinto sozinho porque minha esposa é meio difícil, queria saber se você quer sair comigo mesmo sabendo disso. Fiquei em choque, tava meio assustado pelo fato de ele ter esposa e filhos e se a gente fosse descoberto, mas por outro lado me dava tesão ser o amante e talvez seja porque me lembrou da minha mãe que era uma puta infiel e eu fiquei excitado. EU: Não sei o que dizer. É um elogio, mas a verdade é que não sou gay, só quero experimentar. EDUARDO: Diz que sim, se aceitar ser meu namorado você vai poder experimentar de tudo e acredite, eu te recompensarei muito bem. Ele colocou a mão na minha perna e me olhou como um lobo olha para uma ovelha indefesa. EU: como você pensa em me recompensar. EDUARDO: que tal se pra começar eu te comprar seu celular, o que você quiser, e depois disso a gente vê se a gente gosta do que rola. Ele começou a acariciar minhas coxas, eu não o impedi como sinal de que aceitava. EU: Acho ótimo, como eu te falei quero experimentar, que tal minha virgindade pelo celular e depois que aconteça o que tiver que acontecer. EDUARDO: SIM, acho justo, que tal a gente ir de uma vez. EU: mas vai ser com proteção. EDUARDO: seja como você disser. Saímos do restaurante com um trato fechado, achei que a gente fosse direto pra um hotel, mas não, fomos primeiro buscar meu celular, obviamente era um iPhone, não lembro qual era, mas ele me comprou o mais recente e o mais caro. Ele não me deu porque eu ainda não tinha pago. Então já eram umas 4 da tarde quando ele finalmente me levou pro matadouro, não fomos pra um hotel barato nem nada disso, ele me levou pra um hotel caro da região, tudo muito discreto e luxuoso, me fez passar por filho dele. Abriu a porta do quarto, e os dois quentes, só de entrar ele me agarrou a bunda, isso me esquentou um pouco mais, me virei e ele me carregou, me pendurei no pescoço dele e comecei a beijá-lo, ele apertando minha bunda com as mãozonas de macho alfa, chegamos na cama, minha bunda tá pulsando, e começou a aparecer o pau dele duro na calça, ele tirou a camisa, depois a calça e por último a cueca, então eu vi o que me tornaria uma puta pra sempre, o pau dele cheio de pelos não era muito comprido, uns 13 cm, mas era lindo, as bolas dele eram grandes e balançavam como bolas de touro, dava pra ver que ele tinha muito leite guardado, não quis ficar pra trás e comecei a me despir com vergonha e tudo, mas fiquei pelada, não queria que ele visse minha cara vermelha, então me virei e fiquei de quatro, ele viu a bunda branca e enorme que eu tinha e começou a tocar suavemente a raba, pelo visto ele já tinha tudo planejado, sabia que eu aceitaria o trato porque já tinha lubrificante e camisinha, simplesmente foi até a cômoda do quarto e pegou 1 pote de lubrificante e camisinhas, tudo isso sem falar uma única palavra desde que entramos, começou a brincar com meu cu primeiro, acariciava a entrada e de repente meteu 1 dedo, com o tempo meteu outro, e de repente me virei pra ver e ele já tinha colocado a camisinha pronto pra meter o pau, levantei mais a bunda e esperei ansiosa, ele começou a meter e doía muito, comecei a morder um travesseiro e de dor a cabeça foi o pior, depois meu cu foi relaxando, ele, muito cavalheiro, me fazia um amor gostoso e delicado, depois de um tempo meu cu acostumou e então ele começou a se mexer um pouco mais, tava gostoso mas dolorido, ele me pegou pela cintura e começou a me comer de quatro, cada vez mais forte, sentia as bolas dele batendo e começou a me comer até não poder mais, eu gemia que nem uma puta, minha cara tava vermelha e suada e de dor até saliva escorria, nem sei quanto tempo passou me comendo de quatro, mas minhas pernas já não aguentavam mais, ele me deitou na cama e gozou, os dois suados, ele mole de tanto meter e eu com o cu dolorido, me senti linda, desejada, puta, mas feliz.

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