Reencontrei minha ex após 15 anos - Parte 1

Me reencontrei com minha ex depois de 15 anos.Fala galera, boa tarde - esse é meu primeiro post depois de vários anos só lendo - e perdi outra conta onde tinha mais material - então criei coragem pra dar o primeiro passo e postar material nessa seção.INTRODUÇÃO Quem era a Mariel?Ela foi minha primeira namorada séria por vários meses, se a memória não falha, uns 2 anos mais ou menos. Conheci a Mariel quando tinha uns 17 anos, ela tinha 15. Eu sou de CABA e ela é da zona oeste. Começamos a conversar num chat por SMS (tô ficando velho, haja), e já éramos dois tarados desde o começo. Na verdade, o nome do chat era algo tipo "XXX Buenos Aires".

Começamos a trocar ideia, mais ou menos nessa época, eu queria causar uma boa impressão, e perguntei se ela era gordinha ou magrinha, se tinha uma bunda boa, essas coisas. Tudo virou putaria desde o início. E ela provavelmente respondeu algo como: "sei lá, isso você teria que ver", ou "se eu gosto ou não gosto". (Faz 15 anos, mas foi por aí, ela se deixava levar e, diante das minhas sacanagens, respondia coisas tipo "hummm, talvez eu goste disso").

Continuamos conversando, dias depois juntamos grana pra mandar fotos, porque naquela época custava mais crédito enviar foto. E aí me deparo com uma gatinha linda, branquinha, meio dark-emo, cabelo preto, e adorei pra caralho. Na verdade, sempre falava pra ela: "achei que você era um cara querendo me enganar", porque tinha gostado muito dela. E na internet naquela época, e ainda hoje, tinha muito maluco solto.

Seguimos conversando, nos esquentando, lembro bem claro que falava que ia ensinar ela a chupar pau, que ia apalpar toda a buceta dela e que ela ia chupar igual uma gatinha, e ela concordava, topava tudo, a mina era tarada.QUANDO E ONDE EU CONHECI ELA PESSOALMENTESemanas depois, chega o grande dia de nos vermos. Vou pra zona oeste, pego o trem em Once, tinha certeza que era ela, já tinha falado por telefone, tínhamos uma boa química e nos dávamos bem (e eu conhecia bem a carinha dela, a bunda de garota branquinha, e a mente de punheteira dela).

Tava nervoso, ainda era moleque, de memória nessa época eu pegava muita mina em balada, já tinha perdido a virgindade anos atrás, e já tinha recebido uns boquetes algumas vezes, mas até então não tinha uma namorada fixa ou alguém pra descarregar as fantasias de forma regular, era mais de vez em quando que algo rolava na prática. Com ela, a gente se dava muito muito bem nessa parada de fantasiar, e isso era novidade pra mim. Pelo chat, eu fantasiava com umas minas, mas nunca passava pra realidade.

Chego na estação de MERLO. Lá vem a Mariel: vestida com uma calça preta meio larga, uma camiseta branca ou parecida, uma jaqueta porque era inverno. Uma mochila de lona preta, escrita com corretivo de alguma banda, vários pins grudados na mochila, um ursinho pequeno também pendurado, estilo dark emo, os olhos maquiados tipo slutty, bem branquinha, cabelo preto meio cacheado preso, peitinhos pequenos que davam pra ver bem de menina, pernas bonitas (eu já conhecia aquela bunda branquinha de sweet girl por foto), altura de 1,50 mais ou menos, cara de menina rebelde do colégio, que de longe dava pra notar que tinha uma % masculina, daquelas que às vezes se mete em briga na escola, mas que de perto dava pra sentir o cheiro de mulher gatinha puta que saía de cada canto do corpo dela.

Tomamos uma Coca e saímos pra caminhar um pouco por Merlo. Conhecer a região (pra mim era tipo a selva, haha). Conversa vai, conversa vem, piada vai, piada vem, chega a hora de beijar. Na entrada de uma casa, enfio ela lá e beijo ela ali, tudo super gostoso, a gente se desejava os dois, ela tinha cheiro de sweet girl punheteira e uma boca muito muito doce e a língua bem curtinha mesmo (a gente tinha falado sobre isso, não sei se ela tinha). Aconteceu algo na língua (?). Ela passou a mão um pouco na minha bunda por cima da calça (tava morrendo de vontade disso). E continuamos andando por aí.

Pelo SMS eu tinha falado que queria que ela me chupasse, e desafiei ela, dizendo que não ia ter coragem, que era uma menina boazinha de colégio, que falava muito bla bla bla e que com certeza ia se mijar toda quando a gente se encontrasse — e ficava provocando ela com isso pra motivar, haja.

Numa dessas, andando, tem uma casa meio abandonada — em reforma — com uma parede aqui, outra ali, e ela fala: "vem, olha". Entramos e ela diz: "eu cumpro o que falo, e vou te provar". Ela se abaixa, desabotoa minha calça e, sem dizer nada, mete meu pau naquela boca quentinha de menina e começa a chupar, a babar tudo, a passar a língua olhando nos meus olhos, com os OLHOS BEM ABERTOS IGUAL MENININHA DE ANIME, pra ele ir ficando cada vez mais duro naquele frio do inverno dentro da boca dela, devorando bem meu pau, chupando gostoso meu pau, sem medo de ser vista chupando pau na rua (sim, escondidos numa casa em construção, mas na rua). Com a inexperiência de uma menina (eu também não tinha tanta experiência naquela época), mas com a coragem de uma puta gostosa.

Sim, ela já sabia que ia cumprir as ordens do papai, como eu chamava ela, e sozinha se abaixou, tirou meu pau na rua e começou a chupar. Pessoalmente, aquele tempo voou, ou eu gozei rápido, ou tava com medo de sermos vistos, ou era falta de experiência, ou tudo junto, haja. Fato é que não consegui sacanear direito como queria, mas curti pra caralho e enchi a boca dela de porra, porra que, COMO É A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA DELA, ELA ENGOLIU TUDO E LIMPOU MEU PAU IGUAL UMA MENINA BOA. Ela se levantou, lembro que depois de engolir porra e chupar pau, ela sempre passava a língua no lábio de baixo, como se tivesse limpando ou checando se não tinha sobrado nada, a gente se deu as mãos (talvez isso da mão) e continuamos andando mais um pouco.

Foi assim que conheci minha ex vários anos atrás. Em breve vou continuar contando um pouco mais dela. relação, pra que saibam e entendam sobre o reencontro que rolou nos primeiros dias de dezembro de 2024.Na próxima eu continuo contando! Valeu por ler, desde já!

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