PARTE 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5787123/Como-mi-mejor-amiga-se-convirtio-en-mi-amante---PARTE-1.htmlContinuando a história de como minha melhor amiga se tornou minha amante:
Depois do que rolou entre nós na noite do karaokê, a relação entre a gente mudou completamente. Nosso jeito ficou muito mais íntimo, as mensagens cheias de sensualidade, safadeza e duplo sentido. Mas na frente de todo mundo, continuávamos sendo só um par de bons amigos.
A gente tava sentado no nosso cantinho de sempre do café, aquele que a gente tinha tomado como nosso em tardes intermináveis de café e conversa. Mas hoje era diferente. Hoje, a lembrança daquela noite — o karaokê, as bebidas, o jeito que ela tinha me olhado quando a música parou — pairava sobre a gente como uma verdade não dita.
Tomei um gole devagar do meu café, ganhando um tempinho pra organizar meus pensamentos. Meus olhos se ergueram pra encontrar os dela, e lá estava de novo: aquela faísca, aquela conexão inegável que sempre esteve ali, mas que nunca tinha sido reconhecida até agora.
— O que você acha do que aconteceu? — ela perguntou, com a voz suave, mas carregada de uma ousadia que fez meu coração pular. A pergunta ficou flutuando no ar entre a gente, cheia de implicações. — Achei uma delícia — admiti, com a voz firme apesar da tempestade que tava se formando dentro de mim. — Foi uma noite muito especial.
Os lábios dela se curvaram num sorriso safado e ela se inclinou um pouco pra frente, apoiando os cotovelos na mesa. A blusa dela cedeu o suficiente pra me dar uma espiada no que tinha por baixo, e senti meu pulso acelerar.
— Você repetiria? — ela perguntou, com o tom leve, mas os olhos intensos. A pergunta me pegou de surpresa, e por um momento, não soube bem como responder. Mas aí vi o jeito que ela mordia o lábio inferior, o jeito que os dedos dela brincavam nervosamente na borda da xícara, e soube que ela tava tão ansiosa que nem eu.
Pisquei, surpreso. "O quê?", consegui balbuciar, mesmo sabendo exatamente o que ela queria dizer. Os olhos dela cravaram nos meus, escuros e cheios de intenção. Não precisava repetir. A pergunta já estava gravada na minha mente, se repetindo sem parar como uma música presa no repeat.
A verdade é que eu não conseguia parar de pensar naquilo: em como o corpo dela tinha sentido contra o meu naquela noite depois do karaokê. Não era só o ato físico; era o jeito que ela tinha me olhado depois, como se eu fosse a única coisa que importava no mundo. E agora, aqui estávamos, sentados um na frente do outro no nosso café de sempre, fingindo que nada tinha mudado. Mas tudo tinha mudado.
— Você disse — ela continuou, se inclinando um pouco pra frente, os lábios curvados num sorriso safado—. Que foi especial. Que você gostou. Vai deixar assim? Um momento só e pronto? Ou a gente vai fazer disso mais do que uma lembrança?
As palavras dela me acertaram como um soco no peito. Minha boca secou e senti o pulso acelerar. Ela não estava só me perguntando se eu queria de novo, estava me desafiando a admitir o quanto eu a desejava. A falar na cara, sem filtro.
— Sim — falei finalmente, baixo mas firme—. Sim, quero repetir.
O sorriso dela se abriu, e por um momento achei que ela fosse se inclinar sobre a mesa e me beijar na hora. Em vez disso, ela se recostou na cadeira, parecendo completamente satisfeita. — Então, o que a gente tá esperando?
Mas antes que eu pudesse responder, o celular dela vibrou forte em cima da mesa, quebrando a tensão. Ela olhou e a expressão passou de brincalhona pra frustrada num instante. — Preciso mandar uns arquivos urgentes do trabalho — murmurou, suspirando fundo. Depois me olhou, apertando os olhos de leve—. E se você vier lá em casa? Mando os documentos rápido, e depois... a gente continua com nossos planos.
Não hesitei. "Vamos", falei, com a voz rouca de tesão. Minha mente já estava a mil, imaginando todas as coisas que a gente podia fazer quando ficasse sozinho. Meu pau se mexeu dentro da calça, denunciando o quanto eu tava ansioso. Isso já não era mais só uma casualidade. Era algo real. Algo perigoso.
Fomos pra casa dela em silêncio, o ar entre a gente pesado de expectativa. Quando entramos, ela montou o notebook na mesa da sala rapidinho, os dedos voando pelo teclado enquanto trabalhava. Fiquei por perto, tentando me concentrar em qualquer coisa menos nela. Ela tava com uma blusa que abraçava as curvas dela nos lugares certos, e os óculos de leitura davam um ar de sofisticação que me deixava louco. Não consegui resistir. Cheguei por trás dela, colocando as mãos nos ombros dela. — Vou te ajudar a relaxar — murmurei, enquanto meus dedos massageavam os músculos dela. Minha mão deslizou pelo braço dela, roçando a borda da blusa. Depois, devagar e de propósito, enfiei por baixo do tecido, meus dedos tocando a pele quente do peito dela.
Ela deu um suspiro leve, a digitação hesitou por um instante. — Você é um sem-vergonha — sussurrou, mas não me parou. O mamilo dela endureceu debaixo das pontas dos meus dedos, eu rolei ele suavemente entre os dedos, e ela arqueou as costas, um gemido abafado escapou dos lábios dela. Ela tentou se manter focada no trabalho, mas a respiração ficou mais pesada a cada segundo. — Termina rápido — falei, com a voz rouca. — Porque não sei quanto tempo vou aguentar esperar.
Ela riu sem fôlego, virando a cabeça pra me olhar por cima do ombro. — Você é insaciável — brincou, mas os olhos dela estavam escuros de desejo.
Quando ela finalmente fechou o notebook, foi como se um interruptor tivesse sido acionado. Ela se levantou de repente, virando pra me encarar. Antes que eu pudesse dizer uma palavra, as mãos dela se enroscaram no meu cabelo, me puxando pra um beijo profundo e faminto. Eu gemi contra a boca dela, minhas mãos agarrando a cintura dela. enquanto a pressionava contra a borda da mesa.
Nossa química era elétrica, inegável. Cada toque, cada somido, só alimentava o fogo que ardia entre nós. Meus dedos encontraram a barra da saia dela, deslizando por baixo pra amassar a bunda dela. Ela gemeu na minha boca, se esfregando em mim como se não conseguisse chegar perto o suficiente.
Mas aí, o som de uma porta batendo quebrou o momento. A gente congelou, se afastando um do outro bem na hora que o irmão mais novo dela entrou no cômodo. O climão era palpável quando ele nos apresentou, as bochechas dela vermelhas de vergonha. Forcei um sorriso, apertando a mão dele enquanto tentava ignorar o calor que ainda ardia na minha.
Assim que ele sumiu escada acima, ela se virou pra mim, os olhos brilhando de safadeza. "Você não vai me deixar na mão assim, vai?", perguntou, o tom provocante mas mordaz.
"Nunca faria isso", respondi, segurando a mão dela. "Vamos pro meu apê".
A viagem até meu apartamento foi um tormento. Minha mão descansava na coxa dela, subindo cada vez mais até eu sentir o calor que irradiava do meio das pernas dela. Ela não me parou; pelo contrário, se aproximou e os dedos dela roçaram o volume crescente na minha calça. Cada sinal vermelho parecia uma eternidade, cada curva um teste pro meu autocontrole.
Quando finalmente cruzamos a porta do meu apê, foi como se a represa tivesse rompido. Pressionei ela contra a parede, capturando a boca dela num beijo ardente. Minhas mãos vagaram pelo corpo dela, desesperadas pra sentir cada centímetro. Levantei a saia dela, meus dedos engancharam na cintura da calcinha e puxaram pra baixo pelas pernas. Ela chutou pra longe, a respiração ofegante.
Lutei com o botão da minha calça, liberando meu pau com um gemido. Sem perder mais um segundo, dobrei ela sobre a bancada da cozinha, mandando ela abrir as pernas. Ela ofegou quando eu penetrei ela por trás num movimento rápido. O O calor da sua cavidade era indescritível, a umidade dela permitia que eu deslizasse com agilidade lá dentro. Penetrei fundo, com luxúria, com uma certa agressividade. Minhas estocadas se sincronizavam com os gemidos dela, que me faziam saber o quanto ela estava curtindo. Eu a segurava com uma mão na cintura e a outra puxando o cabelo dela para trás. Ela só se entregava ao prazer — Meu Deus — gemeu ela, jogando a cabeça para trás enquanto eu começava a me mover mais rápido. O apertamento dela era de tirar o fôlego, a umidade fazia cada estocada ser suave e embriagante. Agarrei os quadris dela, empurrando-me dentro dela num ritmo que deixou nós dois sem ar.
Os gemidos dela ficaram mais altos, mais frenéticos, até que finalmente ela gritou, o corpo tremendo de prazer. Eu gozei logo depois, me derramando dentro dela com um gemido intenso. Por um momento, ficamos assim, agarrados um ao outro enquanto recuperávamos o fôlego. Abracei ela por trás na mesma posição até sentir meu pau mole sair da buceta dela, e com ele caíram nossos fluidos.
Então, sem dizer uma palavra, levantei ela nos braços e a levei pro quarto. A noite estava longe de acabar, e nenhum de nós dois estava pronto pra parar. Ainda não.
Ficamos enroscados entre os lençóis e nossa respiração foi se acalmando devagar. A cabeça dela descansava no meu peito e os dedos dela faziam círculos preguiçosos na minha pele. O quarto estava em silêncio, exceto pelo som ocasional dos carros passando lá fora. Ainda dava pra sentir o calor do corpo dela pressionado contra o meu, um lembrete persistente do que a gente tinha acabado de compartilhar.
Ela se mexeu um pouco e se apoiou num cotovelo pra me olhar. O cabelo dela caía em ondas bagunçadas ao redor do rosto e tinha um brilho safado nos olhos que fez meu coração acelerar.
"Então", começou ela, com a voz baixa e provocante, "foi tão bom quanto você imaginava?" Eu ri baixinho e levantei a mão pra afasto uma mecha de cabelo do rosto dela. "Melhor".
O sorriso dela se alargou e ela se inclinou pra me beijar, lento e sensual. Os lábios dela demoraram nos meus, com gosto de paixão e algo só dela. Quando se afastou, os olhos dela encontraram os meus e eu vi a fome que ainda ardia neles.
"Bem", ela sussurrou, o hálito quente na minha pele. "Porque eu ainda não terminei com você".
Antes que eu pudesse responder, ela passou a perna por cima de mim, montando na minha cintura. Minhas mãos foram instintivamente pra cintura dela, segurando firme enquanto ela se inclinava pra me beijar de novo. Dessa vez, não foi lento nem terno, foi urgente, cheio de uma necessidade crua que ecoava a minha.
As mãos dela exploraram meu peito, as unhas arranhando de leve minha pele enquanto descia. Ela se sentou, o olhar fixo no meu enquanto alcançava entre nós, envolvendo os dedos em volta do meu pau que já endurecia. Um gemido escapou dos meus lábios enquanto ela me acariciava, o toque firme e deliberado.
"Você gosta disso?", ela perguntou, a voz pingando sedução. Eu só consegui balançar a cabeça, as palavras presas na garganta enquanto ela continuava fazendo a mágica dela. Ela sorriu, claramente adorando o poder que tinha sobre mim naquele momento.
Sem aviso, eu me coloquei por cima dela, abrindo as pernas dela enquanto a beijava. Como se fosse um ímã, ela foi me guiando pra dentro dela, me fazendo inteiramente dela.
"Porra", ela suspirou, a cabeça caindo pra trás nos travesseiros. Ela começou a se mexer, balançando o quadril em movimentos lentos e deliberados que me enlouqueciam. Eu olhei pra ela com os olhos semicerrados, hipnotizado pelo jeito que o corpo dela se movia.
Meu ritmo acelerou, os movimentos dela ficaram mais desesperados enquanto ela buscava a própria libertação. Eu empurrei fundo pra encontrar ela, cada movimento nos levando mais perto do limite.
"Mais forte", ela gemeu, a voz falhando enquanto se movia pra frente, querendo ser um só comigo. meu corpo.
Obedeci, agarrando a cintura dela com mais força enquanto metia nela, o som da pele batendo contra a pele enchendo o quarto. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais frenéticos, até que finalmente ela gozou, o corpo tremendo com a força do orgasmo.
Não demorei muito pra seguir ela, minha gozada me acertou que nem uma tsunami. Me enterrei fundo dentro dela, derramando tudo que tinha enquanto o prazer me consumia.
Quando acabou, ela se aninhou no meu peito, a respiração dela ofegante e descompassada. Ficamos assim por um tempo, ninguém falava nada, só curtindo o pós-gozo.
Finalmente, ela se sentou, me olhando com um sorriso suave. "Provavelmente eu deveria ir", ela disse, mas tinha um tom de relutância na voz. Franzindo a testa, não tava pronto pra noite acabar. "Fica", pedi, levantando a mão pra acariciar a bochecha dela.
Ela hesitou, os olhos dela procurando os meus. "Tem certeza?" "Absoluta", respondi.
Um sorrisinho puxou os lábios dela e ela concordou. Enrolei o braço em volta dela e puxei ela pra perto enquanto a gente pegava no sono…
A luz da manhã entrava pelas cortinas e espalhava um brilho quente pelo quarto todo. Acordei sentindo o peso do corpo dela pressionado contra o meu. Ela ainda tava dormindo, o peito subindo e descendo num ritmo constante.
Não consegui evitar um sorriso enquanto observava ela, me admirando de como ela parecia tão calma. A noite anterior tinha sido incrível, mas agora, na luz do dia, não conseguia tirar da cabeça aquele pensamento insistente. "Isso muda tudo".
Nossa amizade sempre tinha sido a base da nossa relação, mas agora tinha algo mais, algo mais profundo. E embora uma parte de mim tivesse animada, outra parte tava apavorada com o que isso significava pra gente.
Como se percebesse meus pensamentos, ela se mexeu e abriu os olhos. Piscou pra mim e um sorriso sonolento se espalhou pelo rosto dela. Bom dia", murmurou ela com a voz rouca de sono.
— Bom dia — respondi, afastando um fio de cabelo do rosto dela.
Tinha algo muito íntimo naquele momento, deitados juntos, nossos corpos ainda entrelaçados e nus. Parecia... bom.
Ela se espreguiçou preguiçosamente antes de se aninhar mais perto de mim, apoiando a cabeça no meu peito. — No que você está pensando? — perguntou, os dedos traçando padrões na minha pele.
Hesitei, sem saber como colocar meus pensamentos em palavras. Finalmente, decidi ser honesto. — Na gente — admiti. — No que está rolando agora.
Ela inclinou a cabeça para me olhar, a expressão suavizando. — Precisamos resolver tudo agora? Não podemos só... aproveitar isso?
Considerei as palavras dela, percebendo que talvez ela tivesse razão. Talvez não precisássemos ter todas as respostas ainda. Talvez, por enquanto, fosse suficiente só estar juntos.
Me inclinei para beijá-la, colocando todas as minhas emoções naquele gesto simples. Quando me afastei, ela sorriu para mim, os olhos brilhando com algo que eu não conseguia identificar. — Vamos ficar na cama o dia inteiro — sugeriu, com um brilho safado nos olhos. Sorri, incapaz de resistir à tentação. — Parece perfeito.
Passamos as horas seguintes perdidos um no outro, explorando cada centímetro dos nossos corpos e saboreando cada momento de intimidade. Cada toque, cada beijo, cada palavra trocada entre a gente parecia uma promessa, uma afirmação silenciosa do que estávamos construindo juntos.
Quando a tarde chegou, os dois estávamos famintos. Relutantemente, levantamos da cama sem nos vestir e fomos para a cozinha, procurando algo para comer na geladeira. Enquanto estávamos lado a lado, era impossível não reparar na nudez dela, no jeito que ela rebolava a bunda ao andar. Enquanto nos movíamos pela cozinha, nossos corpos se roçavam de vez em quando, mandando faíscas de eletricidade por mim. Era incrível como um Um toque tão simples podia acender um desejo tão intenso.
Já sentados à mesa, com os pratos vazios, ela se virou pra mim com uma expressão pensativa. "O que foi?", perguntei, notando o jeito que ela franzia a testa. Ela hesitou, depois respirou fundo. "Eu sei que a gente disse que não ia pensar muito nisso, mas... não consigo evitar de me perguntar. O que você acha que isso significa? Pra gente, quero dizer."
Olhei nos olhos dela. Estendi minha mão, convidando ela a pegar, e levantei, puxando ela pra perto de mim. Ela sentou com as pernas de cada lado das minhas. Eu podia sentir o calor da buceta dela na minha ereção pulsante. Não precisei dizer nada, ela só se deixou cair sobre mim, sentindo como nossos sexos se encaixavam perfeitamente. Ela soltou um gemido profundo ao sentir o corpo dela se juntar completamente ao meu. Os braços dela envolveram meu pescoço, eu sentia o coração dela batendo enquanto ela mexia os quadris como se a gente tivesse ensaiado pra essa cena perfeita.
Assim, sem perder a conexão entre a gente, eu peguei ela no colo e coloquei em cima da bancada da cozinha. Sem largar a penetração nem por um segundo. Ela me abraçava pelo pescoço e me envolvia com as pernas na cintura. Como se não quisesse que nada nos separasse. Minhas estocadas eram profundas, os gemidos dela, intensos. Em alguns momentos, eu sentia as unhas dela na minha pele. Até que uma corrente elétrica percorreu a gente, tensionando nossos corpos, ela apertando minha vara com a boceta, e uma explosão veio. Um gemido em uníssono mostrava a intensidade do orgasmo que a gente tava sentindo, eu senti minhas várias descargas dentro dela enquanto ela ainda não tinha controle do próprio corpo.
Ficamos abraçados, recuperando o fôlego…
Depois do que rolou entre nós na noite do karaokê, a relação entre a gente mudou completamente. Nosso jeito ficou muito mais íntimo, as mensagens cheias de sensualidade, safadeza e duplo sentido. Mas na frente de todo mundo, continuávamos sendo só um par de bons amigos.
A gente tava sentado no nosso cantinho de sempre do café, aquele que a gente tinha tomado como nosso em tardes intermináveis de café e conversa. Mas hoje era diferente. Hoje, a lembrança daquela noite — o karaokê, as bebidas, o jeito que ela tinha me olhado quando a música parou — pairava sobre a gente como uma verdade não dita.
Tomei um gole devagar do meu café, ganhando um tempinho pra organizar meus pensamentos. Meus olhos se ergueram pra encontrar os dela, e lá estava de novo: aquela faísca, aquela conexão inegável que sempre esteve ali, mas que nunca tinha sido reconhecida até agora.
— O que você acha do que aconteceu? — ela perguntou, com a voz suave, mas carregada de uma ousadia que fez meu coração pular. A pergunta ficou flutuando no ar entre a gente, cheia de implicações. — Achei uma delícia — admiti, com a voz firme apesar da tempestade que tava se formando dentro de mim. — Foi uma noite muito especial.
Os lábios dela se curvaram num sorriso safado e ela se inclinou um pouco pra frente, apoiando os cotovelos na mesa. A blusa dela cedeu o suficiente pra me dar uma espiada no que tinha por baixo, e senti meu pulso acelerar.
— Você repetiria? — ela perguntou, com o tom leve, mas os olhos intensos. A pergunta me pegou de surpresa, e por um momento, não soube bem como responder. Mas aí vi o jeito que ela mordia o lábio inferior, o jeito que os dedos dela brincavam nervosamente na borda da xícara, e soube que ela tava tão ansiosa que nem eu.
Pisquei, surpreso. "O quê?", consegui balbuciar, mesmo sabendo exatamente o que ela queria dizer. Os olhos dela cravaram nos meus, escuros e cheios de intenção. Não precisava repetir. A pergunta já estava gravada na minha mente, se repetindo sem parar como uma música presa no repeat.
A verdade é que eu não conseguia parar de pensar naquilo: em como o corpo dela tinha sentido contra o meu naquela noite depois do karaokê. Não era só o ato físico; era o jeito que ela tinha me olhado depois, como se eu fosse a única coisa que importava no mundo. E agora, aqui estávamos, sentados um na frente do outro no nosso café de sempre, fingindo que nada tinha mudado. Mas tudo tinha mudado.
— Você disse — ela continuou, se inclinando um pouco pra frente, os lábios curvados num sorriso safado—. Que foi especial. Que você gostou. Vai deixar assim? Um momento só e pronto? Ou a gente vai fazer disso mais do que uma lembrança?
As palavras dela me acertaram como um soco no peito. Minha boca secou e senti o pulso acelerar. Ela não estava só me perguntando se eu queria de novo, estava me desafiando a admitir o quanto eu a desejava. A falar na cara, sem filtro.
— Sim — falei finalmente, baixo mas firme—. Sim, quero repetir.
O sorriso dela se abriu, e por um momento achei que ela fosse se inclinar sobre a mesa e me beijar na hora. Em vez disso, ela se recostou na cadeira, parecendo completamente satisfeita. — Então, o que a gente tá esperando?
Mas antes que eu pudesse responder, o celular dela vibrou forte em cima da mesa, quebrando a tensão. Ela olhou e a expressão passou de brincalhona pra frustrada num instante. — Preciso mandar uns arquivos urgentes do trabalho — murmurou, suspirando fundo. Depois me olhou, apertando os olhos de leve—. E se você vier lá em casa? Mando os documentos rápido, e depois... a gente continua com nossos planos.
Não hesitei. "Vamos", falei, com a voz rouca de tesão. Minha mente já estava a mil, imaginando todas as coisas que a gente podia fazer quando ficasse sozinho. Meu pau se mexeu dentro da calça, denunciando o quanto eu tava ansioso. Isso já não era mais só uma casualidade. Era algo real. Algo perigoso.
Fomos pra casa dela em silêncio, o ar entre a gente pesado de expectativa. Quando entramos, ela montou o notebook na mesa da sala rapidinho, os dedos voando pelo teclado enquanto trabalhava. Fiquei por perto, tentando me concentrar em qualquer coisa menos nela. Ela tava com uma blusa que abraçava as curvas dela nos lugares certos, e os óculos de leitura davam um ar de sofisticação que me deixava louco. Não consegui resistir. Cheguei por trás dela, colocando as mãos nos ombros dela. — Vou te ajudar a relaxar — murmurei, enquanto meus dedos massageavam os músculos dela. Minha mão deslizou pelo braço dela, roçando a borda da blusa. Depois, devagar e de propósito, enfiei por baixo do tecido, meus dedos tocando a pele quente do peito dela.
Ela deu um suspiro leve, a digitação hesitou por um instante. — Você é um sem-vergonha — sussurrou, mas não me parou. O mamilo dela endureceu debaixo das pontas dos meus dedos, eu rolei ele suavemente entre os dedos, e ela arqueou as costas, um gemido abafado escapou dos lábios dela. Ela tentou se manter focada no trabalho, mas a respiração ficou mais pesada a cada segundo. — Termina rápido — falei, com a voz rouca. — Porque não sei quanto tempo vou aguentar esperar.
Ela riu sem fôlego, virando a cabeça pra me olhar por cima do ombro. — Você é insaciável — brincou, mas os olhos dela estavam escuros de desejo.
Quando ela finalmente fechou o notebook, foi como se um interruptor tivesse sido acionado. Ela se levantou de repente, virando pra me encarar. Antes que eu pudesse dizer uma palavra, as mãos dela se enroscaram no meu cabelo, me puxando pra um beijo profundo e faminto. Eu gemi contra a boca dela, minhas mãos agarrando a cintura dela. enquanto a pressionava contra a borda da mesa.
Nossa química era elétrica, inegável. Cada toque, cada somido, só alimentava o fogo que ardia entre nós. Meus dedos encontraram a barra da saia dela, deslizando por baixo pra amassar a bunda dela. Ela gemeu na minha boca, se esfregando em mim como se não conseguisse chegar perto o suficiente.
Mas aí, o som de uma porta batendo quebrou o momento. A gente congelou, se afastando um do outro bem na hora que o irmão mais novo dela entrou no cômodo. O climão era palpável quando ele nos apresentou, as bochechas dela vermelhas de vergonha. Forcei um sorriso, apertando a mão dele enquanto tentava ignorar o calor que ainda ardia na minha.
Assim que ele sumiu escada acima, ela se virou pra mim, os olhos brilhando de safadeza. "Você não vai me deixar na mão assim, vai?", perguntou, o tom provocante mas mordaz.
"Nunca faria isso", respondi, segurando a mão dela. "Vamos pro meu apê".
A viagem até meu apartamento foi um tormento. Minha mão descansava na coxa dela, subindo cada vez mais até eu sentir o calor que irradiava do meio das pernas dela. Ela não me parou; pelo contrário, se aproximou e os dedos dela roçaram o volume crescente na minha calça. Cada sinal vermelho parecia uma eternidade, cada curva um teste pro meu autocontrole.
Quando finalmente cruzamos a porta do meu apê, foi como se a represa tivesse rompido. Pressionei ela contra a parede, capturando a boca dela num beijo ardente. Minhas mãos vagaram pelo corpo dela, desesperadas pra sentir cada centímetro. Levantei a saia dela, meus dedos engancharam na cintura da calcinha e puxaram pra baixo pelas pernas. Ela chutou pra longe, a respiração ofegante.
Lutei com o botão da minha calça, liberando meu pau com um gemido. Sem perder mais um segundo, dobrei ela sobre a bancada da cozinha, mandando ela abrir as pernas. Ela ofegou quando eu penetrei ela por trás num movimento rápido. O O calor da sua cavidade era indescritível, a umidade dela permitia que eu deslizasse com agilidade lá dentro. Penetrei fundo, com luxúria, com uma certa agressividade. Minhas estocadas se sincronizavam com os gemidos dela, que me faziam saber o quanto ela estava curtindo. Eu a segurava com uma mão na cintura e a outra puxando o cabelo dela para trás. Ela só se entregava ao prazer — Meu Deus — gemeu ela, jogando a cabeça para trás enquanto eu começava a me mover mais rápido. O apertamento dela era de tirar o fôlego, a umidade fazia cada estocada ser suave e embriagante. Agarrei os quadris dela, empurrando-me dentro dela num ritmo que deixou nós dois sem ar.
Os gemidos dela ficaram mais altos, mais frenéticos, até que finalmente ela gritou, o corpo tremendo de prazer. Eu gozei logo depois, me derramando dentro dela com um gemido intenso. Por um momento, ficamos assim, agarrados um ao outro enquanto recuperávamos o fôlego. Abracei ela por trás na mesma posição até sentir meu pau mole sair da buceta dela, e com ele caíram nossos fluidos.
Então, sem dizer uma palavra, levantei ela nos braços e a levei pro quarto. A noite estava longe de acabar, e nenhum de nós dois estava pronto pra parar. Ainda não.
Ficamos enroscados entre os lençóis e nossa respiração foi se acalmando devagar. A cabeça dela descansava no meu peito e os dedos dela faziam círculos preguiçosos na minha pele. O quarto estava em silêncio, exceto pelo som ocasional dos carros passando lá fora. Ainda dava pra sentir o calor do corpo dela pressionado contra o meu, um lembrete persistente do que a gente tinha acabado de compartilhar.
Ela se mexeu um pouco e se apoiou num cotovelo pra me olhar. O cabelo dela caía em ondas bagunçadas ao redor do rosto e tinha um brilho safado nos olhos que fez meu coração acelerar.
"Então", começou ela, com a voz baixa e provocante, "foi tão bom quanto você imaginava?" Eu ri baixinho e levantei a mão pra afasto uma mecha de cabelo do rosto dela. "Melhor".
O sorriso dela se alargou e ela se inclinou pra me beijar, lento e sensual. Os lábios dela demoraram nos meus, com gosto de paixão e algo só dela. Quando se afastou, os olhos dela encontraram os meus e eu vi a fome que ainda ardia neles.
"Bem", ela sussurrou, o hálito quente na minha pele. "Porque eu ainda não terminei com você".
Antes que eu pudesse responder, ela passou a perna por cima de mim, montando na minha cintura. Minhas mãos foram instintivamente pra cintura dela, segurando firme enquanto ela se inclinava pra me beijar de novo. Dessa vez, não foi lento nem terno, foi urgente, cheio de uma necessidade crua que ecoava a minha.
As mãos dela exploraram meu peito, as unhas arranhando de leve minha pele enquanto descia. Ela se sentou, o olhar fixo no meu enquanto alcançava entre nós, envolvendo os dedos em volta do meu pau que já endurecia. Um gemido escapou dos meus lábios enquanto ela me acariciava, o toque firme e deliberado.
"Você gosta disso?", ela perguntou, a voz pingando sedução. Eu só consegui balançar a cabeça, as palavras presas na garganta enquanto ela continuava fazendo a mágica dela. Ela sorriu, claramente adorando o poder que tinha sobre mim naquele momento.
Sem aviso, eu me coloquei por cima dela, abrindo as pernas dela enquanto a beijava. Como se fosse um ímã, ela foi me guiando pra dentro dela, me fazendo inteiramente dela.
"Porra", ela suspirou, a cabeça caindo pra trás nos travesseiros. Ela começou a se mexer, balançando o quadril em movimentos lentos e deliberados que me enlouqueciam. Eu olhei pra ela com os olhos semicerrados, hipnotizado pelo jeito que o corpo dela se movia.
Meu ritmo acelerou, os movimentos dela ficaram mais desesperados enquanto ela buscava a própria libertação. Eu empurrei fundo pra encontrar ela, cada movimento nos levando mais perto do limite.
"Mais forte", ela gemeu, a voz falhando enquanto se movia pra frente, querendo ser um só comigo. meu corpo.
Obedeci, agarrando a cintura dela com mais força enquanto metia nela, o som da pele batendo contra a pele enchendo o quarto. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais frenéticos, até que finalmente ela gozou, o corpo tremendo com a força do orgasmo.
Não demorei muito pra seguir ela, minha gozada me acertou que nem uma tsunami. Me enterrei fundo dentro dela, derramando tudo que tinha enquanto o prazer me consumia.
Quando acabou, ela se aninhou no meu peito, a respiração dela ofegante e descompassada. Ficamos assim por um tempo, ninguém falava nada, só curtindo o pós-gozo.
Finalmente, ela se sentou, me olhando com um sorriso suave. "Provavelmente eu deveria ir", ela disse, mas tinha um tom de relutância na voz. Franzindo a testa, não tava pronto pra noite acabar. "Fica", pedi, levantando a mão pra acariciar a bochecha dela.
Ela hesitou, os olhos dela procurando os meus. "Tem certeza?" "Absoluta", respondi.
Um sorrisinho puxou os lábios dela e ela concordou. Enrolei o braço em volta dela e puxei ela pra perto enquanto a gente pegava no sono…
A luz da manhã entrava pelas cortinas e espalhava um brilho quente pelo quarto todo. Acordei sentindo o peso do corpo dela pressionado contra o meu. Ela ainda tava dormindo, o peito subindo e descendo num ritmo constante.
Não consegui evitar um sorriso enquanto observava ela, me admirando de como ela parecia tão calma. A noite anterior tinha sido incrível, mas agora, na luz do dia, não conseguia tirar da cabeça aquele pensamento insistente. "Isso muda tudo".
Nossa amizade sempre tinha sido a base da nossa relação, mas agora tinha algo mais, algo mais profundo. E embora uma parte de mim tivesse animada, outra parte tava apavorada com o que isso significava pra gente.
Como se percebesse meus pensamentos, ela se mexeu e abriu os olhos. Piscou pra mim e um sorriso sonolento se espalhou pelo rosto dela. Bom dia", murmurou ela com a voz rouca de sono.
— Bom dia — respondi, afastando um fio de cabelo do rosto dela.
Tinha algo muito íntimo naquele momento, deitados juntos, nossos corpos ainda entrelaçados e nus. Parecia... bom.
Ela se espreguiçou preguiçosamente antes de se aninhar mais perto de mim, apoiando a cabeça no meu peito. — No que você está pensando? — perguntou, os dedos traçando padrões na minha pele.
Hesitei, sem saber como colocar meus pensamentos em palavras. Finalmente, decidi ser honesto. — Na gente — admiti. — No que está rolando agora.
Ela inclinou a cabeça para me olhar, a expressão suavizando. — Precisamos resolver tudo agora? Não podemos só... aproveitar isso?
Considerei as palavras dela, percebendo que talvez ela tivesse razão. Talvez não precisássemos ter todas as respostas ainda. Talvez, por enquanto, fosse suficiente só estar juntos.
Me inclinei para beijá-la, colocando todas as minhas emoções naquele gesto simples. Quando me afastei, ela sorriu para mim, os olhos brilhando com algo que eu não conseguia identificar. — Vamos ficar na cama o dia inteiro — sugeriu, com um brilho safado nos olhos. Sorri, incapaz de resistir à tentação. — Parece perfeito.
Passamos as horas seguintes perdidos um no outro, explorando cada centímetro dos nossos corpos e saboreando cada momento de intimidade. Cada toque, cada beijo, cada palavra trocada entre a gente parecia uma promessa, uma afirmação silenciosa do que estávamos construindo juntos.
Quando a tarde chegou, os dois estávamos famintos. Relutantemente, levantamos da cama sem nos vestir e fomos para a cozinha, procurando algo para comer na geladeira. Enquanto estávamos lado a lado, era impossível não reparar na nudez dela, no jeito que ela rebolava a bunda ao andar. Enquanto nos movíamos pela cozinha, nossos corpos se roçavam de vez em quando, mandando faíscas de eletricidade por mim. Era incrível como um Um toque tão simples podia acender um desejo tão intenso.
Já sentados à mesa, com os pratos vazios, ela se virou pra mim com uma expressão pensativa. "O que foi?", perguntei, notando o jeito que ela franzia a testa. Ela hesitou, depois respirou fundo. "Eu sei que a gente disse que não ia pensar muito nisso, mas... não consigo evitar de me perguntar. O que você acha que isso significa? Pra gente, quero dizer."
Olhei nos olhos dela. Estendi minha mão, convidando ela a pegar, e levantei, puxando ela pra perto de mim. Ela sentou com as pernas de cada lado das minhas. Eu podia sentir o calor da buceta dela na minha ereção pulsante. Não precisei dizer nada, ela só se deixou cair sobre mim, sentindo como nossos sexos se encaixavam perfeitamente. Ela soltou um gemido profundo ao sentir o corpo dela se juntar completamente ao meu. Os braços dela envolveram meu pescoço, eu sentia o coração dela batendo enquanto ela mexia os quadris como se a gente tivesse ensaiado pra essa cena perfeita.
Assim, sem perder a conexão entre a gente, eu peguei ela no colo e coloquei em cima da bancada da cozinha. Sem largar a penetração nem por um segundo. Ela me abraçava pelo pescoço e me envolvia com as pernas na cintura. Como se não quisesse que nada nos separasse. Minhas estocadas eram profundas, os gemidos dela, intensos. Em alguns momentos, eu sentia as unhas dela na minha pele. Até que uma corrente elétrica percorreu a gente, tensionando nossos corpos, ela apertando minha vara com a boceta, e uma explosão veio. Um gemido em uníssono mostrava a intensidade do orgasmo que a gente tava sentindo, eu senti minhas várias descargas dentro dela enquanto ela ainda não tinha controle do próprio corpo.
Ficamos abraçados, recuperando o fôlego…
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