Não podia faltar encerrar o ano com uns chifres lindos!!! Tava com vontade de premiar meu marido por todas as alegrias que ele me proporcionou esse ano, e como ele merece, nada melhor que uns chifres bem dados. Pensei em surpreendê-lo com algum dos meus males, mas seria mais do mesmo, então tinha que ser algo novo e mais ousado. Não me vinha muita ideia até que, voltando das compras, cruzei com o Diego, o porteiro do prédio. Diego é um homem de 45 anos, não muito bonito, mas simpático, moreno, baixinho, mas com aquele olhar lascivo típico dos porteiros de prédio. Com toda a minha experiência, sabia que toda vez que o encontrava na calçada, ele me despia com os olhos, mas claro, nunca falava nada fora do lugar com medo de eu fazer um escândalo. Mais ainda, e vale contar, uma vez peguei ele tirando uma foto minha quando eu entrava no elevador e fingi que não vi. Quando ontem o encontrei e ele se ofereceu pra me ajudar com as sacolas, minha mente tarada fez um clique e imaginei o impacto que seria me entregar ao porteiro, revelando o quanto sou puta e expondo o quanto meu marido é um corno feliz. Era uma jogada perigosa, conhecendo a boca solta que os porteiros têm; se ele me comesse, com certeza os outros porteiros iam ficar sabendo, porque duvido que o Diego guardasse segredo. Fui pensando nisso tudo enquanto subia pra casa. Meu filho tava na casa dos meus pais e o corno tava vendo TV no quarto. Arrumei as compras e tomei um banho. Coloquei uma fio dental branca e uma camiseta e me preparei pra fazer um chimarrão. Enquanto tomava chimarrão, continuei pensando e comecei a ficar com tesão imaginando o Diego pelado. O tesão foi subindo e isso me decidiu. Enquanto meu corno via TV, liguei pra portaria e falei pro Diego que quando ele terminasse, subisse que eu tinha um presente pra ele. Separei uma garrafa de champanhe e umas coisas doces que seriam a desculpa pra ter chamado ele. O mais excitante era que o corno não fazia ideia do que tava rolando. Lá pras 19h, o Diego perguntou se podia subir porque ia embora. Eu disse sim. Entrei no quarto e meu marido já tinha dormido. Peguei na gaveta meu conjunto vermelho de renda e foi minha roupa pra receber o porteiro.Quando a campainha tocou, entreabri a porta e falei: entra. Ainda bem que ele não tem problema no coração, porque quando me viu ao passar pela porta quase teve um infarto. Meu conjunto é de duas peças de renda, o corpete é pezão, que deixa os peitos de fora, e a tanga é um triângulo que mal cobre a buceta, deixando ver dos lados parte dos lábios. Atrás é uma tira que enfia no meio da racha, deixando a bunda toda de fora. A cara dele tinha se transformado e ele nem conseguia falar. Eu, como se fosse distraída e como se fosse normal me ver assim, entreguei o pacote que tinha preparado pra ele. Diego estava pasmo e nem conseguiu juntar palavras pra me agradecer.
Aproveitando esse estado de choque do cara, me aproximei e agarrei direto o volume dele, que já tava bem avantajado. "Epa, Dieguito, que bela rola que você tem", sussurrei no ouvido dele enquanto beijava o pescoço. "Não vai fazer nada?", perguntei já toda puta. "Seu marido tá aí, puta?", ele perguntou saindo do silêncio. Como resposta, me ajoelhei, abaixei o zíper da calça jeans dele e puxei a rola dele, durinha. Uma rola linda, cabeçuda, brilhando de líquido pré-seminal. Enfiei toda na boca e senti o gemido profundo dele. "Isso, chupa!", ele disse enquanto puxava meu cabelo. Tirei a calça e a cueca dele. Diego tirou a camisa. Pelado, ele é um macho interessante. Peito e pernas bons, rola de bom tamanho e uns ovos lindos.
Coloquei um dos ovos na boca e ele ficou louco. Lambi o cu dele e isso o deixou doido. "Filha da puta, que puta! Quero arrebentar esse seu cu que me deixa louco!", ele dizia. Me levantei, peguei na mão dele e levei pro quarto. Não consigo descrever a cara de espanto e pânico dele quando viu meu marido dormindo na cama. Ele soltou minha mão e quis ir embora. Mas, rápida nos reflexos, sacudi meu marido pra acordar. A cena era bizarra: eu com os peitos de fora e de tanga, atrás. Meu Diego peladão e com o pau apontando pro teto. Meu marido abriu os olhos perdido, como todo mundo que acaba de acordar, e eu falei: Sai daí que vou dar pra um garanhão. Aí ele despertou e viu o Diego, que não sabia se corria ou metia o pau na buceta que tava na frente dos olhos dele. Vai, sai daí que meu macho tá fervendo, ordenei, e meu corno se ajeitou quase na beira da cama. Diego não entendia nada de cuckold, disso tenho certeza, mas minha buceta deixava ele louco, o pau dele tava estourando e meu corno me obedecia, então ele desistiu de sair correndo. Me joguei na cama e, pegando no pau dele e mostrando pro meu marido, falei: Olha que pau que o Diego tem, e eu tava comendo o teu, agora você vai ver como um macho de verdade me fode. Meu esposo tirou o short e a cueca e, como de costume, começou a se tocar. Enfiei o pauzão do Diego inteiro na boca e, ele parado no pé da cama, começou a foder minha boca. Deus, como a sua mulher chupa pau, ele disse pro meu marido, tratando ele de senhor, o que me fez rir. Quer que eu engula a porra da primeira gozada? Perguntei. Aiiii, meu Deus, sim! Ele falou animado. Continuou bombando minha boca até sentir que ele tava tenso, fiz um funil com meus lábios e senti o jato de porra fervendo descendo pela minha garganta. Não soltei até não sobrar nada de leite no pau dele. Com o que ainda tinha na boca, ordenei pro corno me beijar, passando a porra do meu macho pra ele. Nessa hora, meu marido gozou da punheta, enchendo as mãos e a cama de porra. Mandei ele limpar a mão com a língua, tomando o próprio leite. Filha da puta, puta demais é sua esposa, corno, disse o Diego entrando no jogo sem perceber. Beijei o Diego na boca e fiz ele chupar meus peitos e lamber minha buceta. O cara mexia a língua pra todo lado, chupando peitos, buceta e cu quase desesperado. Apertei a cara dele contra minha boceta e gozei, molhando tudo. Olhei pro pau do Diego e, surpresa, vi que tava duro de novo. Aí eu pude... Nota o pau que ele tem, longo e venoso. Desajeitado, subiu em mim e enfiou de uma estocada na minha buceta. Sua puta, que vagabunda você é, quantas picas você já deve ter comido, ele dizia se movendo todo tesudo. Deus, que pedaço de pau que esse filho da puta tem, falei pro meu marido olhando pra ele e mostrando minha cara de prazer. Ale começou outra punheta enquanto o cara me comia. Ele me dava picaçadas profundas, me fazendo gritar e gemer desesperada. Aí percebi que ele não tava de camisinha e tirei ele de cima de mim, com ele reclamando. Não fica bravo, quero que você me coma o cu, falei pra acalmá-lo. Sério, vai me dar o cu? Como resposta, olhei pro meu marido e ordenei: chupa bem a pica dele pra ele me foder, corno, e fica quietinho, hein, você tem que me agradecer por deixar você chupar uma pica enorme. Meu marido, gemendo com a punheta que tava batendo, obedeceu e engoliu o pauzão do meu macho. Beleza, solta, vagabunda, falei, porque minha bunda não pode esperar mais. Essa situação desfigurou o Diego, que enfiou no meu cu com violência. Toma, puta de merda, vou rasgar seu cu, viciada, toma. Doeu a violência dele, mas meu cu já é bem arrombado e logo veio o prazer de ser comida no cu. Literalmente, ele arrombou meu cu, e por ser a segunda gozada, foi uma foda longa e intensa. Foi um alívio quando senti a porrada dele entre xingamentos. Mesmo depois de acabar, ele continuava bombando, como se não quisesse nunca sair daquele cu que ele tava devorando. Caiu do meu lado, totalmente exausto. Limpei a pica dele com minha cara e cabelo. Olhei pro corno e a porra dele escorria pela pica toda, e como uma boa hotwife, limpei com carinho. Diego pediu pra tomar banho. Quando ele saiu, transamos e eu disse que se ele não contasse nada, podia me comer quando quisesse. Não sei se ele vai cumprir, mas o que tá feito, tá feito.
15 comentários - Humilhando o corno com o porteiro (amador real)