Como tantas vezes, a Gina controlava a situação do jeito dela, várias vezes alternava entre enfiar na buceta e tirar pra esfregar entre as nádegas, até que percebeu que era a hora, se inclinou ainda mais até a cabeça ficar no travesseiro e colocou meu pau duro como poucas vezes na porta do cu dela, eu consegui segurar ela pelos quadris enquanto ela pressionava pra trás, aos poucos meu pau começou a penetrar lá dentro, a dor gostosa que ela sentia se transformou num prazer inédito, o roçar da minha cabeça com a cavidade tão apertada me enlouquecia, quando as nádegas dela encostaram na minha pélvis ela ficou parada, respirou fundo como se estivesse se adaptando àquele órgão que a invadia, virou pra me olhar e no olhar perdido dela vi ela gozar como nunca antes. Conforme foi se acostumando a ter meu pau enfiado no cu, começou a se mexer, primeiro bem devagar pra depois ir aumentando o ritmo aos poucos, até que os dois gemíamos desesperadamente. Nesse ponto os movimentos já estavam intensos demais, quando ia pra frente meu pau saía quase todo e quando voltava enfiava até o fundo, num desses recuos ela se endireitou e se apoiou em mim, fazendo com que eu sentasse sobre minhas pernas, nessa posição eu gozei, entre espasmos intermináveis de prazer enchi o cu dela com meu leite quente. Depois de uns minutos de recuperação, onde só nos separava o som suave das nossas respirações, nos olhamos nos olhos. Um sorriso tímido se desenhou nos lábios dela. "Isso foi incrível", sussurrou, se apertando contra mim, mas pronta pra continuar e aproveitar ao máximo o tempo de hotel, sem mais delongas se ajoelhou de novo entre minhas pernas, começou a chupar meu pau meio mole com uma intensidade que me deixou sem fôlego. Com a mão livre, deslizou devagar um dedo lubrificado no meu cu. Um arrepio percorreu minhas costas. A sensação era nova e desconhecida, uma mistura de excitação e Nervosismo. A cada centímetro que o dedo dela avançava, meu corpo ficava tenso e relaxado ao mesmo tempo. Gina, percebendo minha reação, aumentou a pressão, girando o dedo em círculos. Minha respiração acelerou e um gemido escapou dos meus lábios. Quando já estava completamente dentro, levei uns segundos pra me acostumar com a sensação. Era diferente de tudo que eu já tinha experimentado antes, mas ao mesmo tempo, era incrivelmente gostoso. Enquanto meu corpo se adaptava, ela começou a mover o dedo num ritmo suave e constante. Ao mesmo tempo, continuava chupando meu pau com uma habilidade que me deixava louco, um arrepio de prazer percorreu meu corpo, e eu sabia que ia gozar. Gina olhou nos meus olhos, com um sorriso safado nos lábios. Ela se levantou e foi até a mesa de cabeceira, onde estava a bolsa dela. Tirou um vibrador, macio ao toque e com uma curva sensual. Mostrou pra mim, me convidando a tocar. Eu concordei com a cabeça, intrigado e meio envergonhado. Ela pegou o vibrador e aproximou da minha bunda, me acariciou suavemente, explorando cada centímetro. A sensação era nova e excitante. Num ponto, ela tirou o dedo e substituiu pelo vibrador. A transição foi suave e natural. Conforme meu corpo relaxava, Gina aumentou a pressão, deslizando o vibrador pra dentro de mim, e a sensação de ter o brinquedo no meu cu foi ainda mais intensa. Ao mesmo tempo, a língua dela se movia rápido na cabeça do meu pau. O prazer era tão intenso que eu me estremeci. Com um gemido, me agarrei nos lençóis. Gina, sem perder o ritmo, começou a mover o vibrador mais rápido e mais fundo. A combinação da boca dela com o brinquedo era uma experiência incrível. Eu me sentia flutuando, perdido num mar de sensações. Num momento de prazer supremo, gozei na boca dela, inundando ela com meu leite. Gina, olhando nos meus olhos, engoliu tudo, sem deixar cair uma gota sequer. O tempo passou rápido e chegou a hora de ir embora. Nos vestimos apressadamente, a excitação ainda era palpável no ar. O quarto estava na penumbra, iluminado só por uma luz fraca que vinha do corredor. Gina me parou com um beijo apaixonado. As mãos dela vagaram pelo meu corpo de novo e pararam na minha cintura. Com um movimento rápido, ela girou e se encostou na parede. Os olhos dela brilhavam de tesão enquanto sussurrava algo no meu ouvido que eu não consegui entender. E ali, com ela apoiada com as duas mãos na parede e a calça escorregando pelas pernas, deixando a bunda dela à mostra, eu já tava pronto pra comer ela de novo. As pernas dela tremiam, e ela gemia de novo, enquanto eu penetrava ela com força, sentindo cada músculo do corpo dela contra o meu. Com uma última estocada forte, gozei dentro dela de novo. Quando nos separamos, ela sorriu. "Acho que vou ter que lavar isso na mão", disse, apontando pra calça dela manchada com minha porra. A gente se beijou pela última vez naquela noite e ela foi embora.
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