Essa história começa numa tarde, numa avenida. Nós tava tudo no carro: meu pai, minha mãe, meu irmão Josué e minha irmã Yami. A gente tava quase chegando em casa quando, do nada, meu pai quis ultrapassar um caminhão na avenida, mas o caminhão conseguiu bater na traseira do carro, fazendo ele perder o controle. A gente capotou várias vezes até que, de repente, eu saí voando por uma janela e desmaiei. O próximo negócio foi acordar no hospital e perceber que eu tinha peitos. Foi aí que eu me assustei, até que minha família chegou, me viu lá e perguntou: "Tá bem?" Eu disse que sim, mas que me sentia estranho e que agora tinha corpo de mulher. Eles me explicaram que, enquanto eu tava desmaiado, os médicos não iam conseguir me salvar, mas podiam transferir minha consciência pra outro corpo. Minha mãe se ofereceu pro transplante porque ela não ia conseguir viver com a morte de um filho. E por isso eu tava ali, no corpo dela. Ouvindo isso, fiquei triste com a notícia, mas também estranho, porque agora eu ia ser mulher pelo tempo que me restasse de vida. Aí me levaram pra casa, e meu pai disse que agora eu podia começar a aprender a ser dona de casa e que podia dormir com meus irmãos. Depois disso, ele foi pro quarto dele descansar, e eu fiquei com minha irmã, que já tinha 18 anos. Pedi pra ela começar a me ensinar tudo, e a primeira coisa que ela me ensinou foi a me vestir como mulher. Ela disse que eu tinha que usar a roupa da mãe. Então fui pro banheiro e pude me ver no espelho pela primeira vez. Não acreditava que tinha o corpo da minha mãe. Mesmo com 37 anos, ela se cuidava muito. Tinha umas pernas lindas, com coxas grossas, uma bunda enorme e bem redondinha, abdômen liso com curvas deliciosas. Tirei a roupa que tava usando e pude ver os peitões enormes dela e uma buceta linda. Comecei a me tocar nos peitos pra ver qual era a sensação, e fiquei excitado. Acho que por sentir essas coisas pela primeira vez, isso me deixa excitado. Fácil, então comecei a brincar com os peitos e me tocar lá embaixo ao mesmo tempo até que gozei e jorrei fluidos. Depois de explorar o corpo da mamãe, fui tomar banho. Quando terminei, coloquei uma tanga e um shortinho super apertado que deixava minha bunda linda e minha buceta marcada. Não sei como as mulheres aguentam essas coisas. Terminei de me trocar e fui ver o que minha irmã tinha a dizer. Assim que cheguei, ela levantou minha blusa, deixando meus peitos de fora. Falei: "Ei, o que você está fazendo?" Ela disse que eu precisava usar um sutiã também. Respondi que só usaria quando saísse, e ela falou: "Ok, tudo bem, faz o que quiser, mamãe." Me senti estranho ouvindo ela me chamar assim, mas não falei nada. Minha família toda está tentando aceitar essa grande mudança, então, pra fazer ela rir, empurrei ela na cama, subi em cima dela e comecei a fazer cócegas. No meio da brincadeira, meu irmão entrou no quarto e nos viu rindo pra caramba. Meu irmão tinha só 15 anos. Ele quis entrar na brincadeira, e eu falei: "Pode fazer cócegas na sua irmã, porra, com licença." Eles ficaram brincando um tempo até que os dois se viraram contra mim. Minha irmã Yami segurou meus braços e meu irmão Josué começou a me fazer cócegas. Foi meio vergonhoso pra mim, porque de tanto rir, não conseguia parar de me mexer e pular pra me livrar dos dois. Com o movimento, meus peitos balançavam demais, e Josué tava olhando fixo pra eles. Consegui me soltar da Yami como pude, agarrei o Josué, joguei ele no chão e comecei a fazer cócegas nele, mas senti o pau dele cutucando minha buceta. Não podia acreditar que Josué tinha ficado excitado com os peitos da mamãe. Então saí de cima dele e falei que não queria mais brincar. Josué foi correndo pro quarto dele, e eu fiquei com a Yami conversando sobre coisas de mulher. O tempo passou, e fui me acostumando com o corpo de mulher e a ser como uma. Um dia, eu tava lavando a roupa de todo mundo, mas... Faltava a minha, então quando subi pro quarto meu e do Yami pra pegar umas roupas minhas, percebi que algumas calcinhas e cuecas minhas estavam cheias de porra. Fiquei surpresa e quis ver quem era o culpado, mas primeiro tinha que lavar a roupa. Deu 7 da noite quando terminei, e nisso fui ver o que o Josué tava fazendo — ele tava jogando no computador. Depois fui no quarto do meu pai e ele tava vendo futebol na TV, então fui conversar um pouco com Yami e perguntei: "Ei, você sabia que algumas calcinhas nossas estavam cheias de porra?" Yami disse que não sabia quem era, então propus fazer algo pra ver se o culpado era o Josué. Naquela noite, chamamos o Josué pra uma pijamada. Ficamos jogando e conversando até ficar bem tarde e fomos dormir. Eu dormi de um lado, Yami do outro e Josué no meio. Era aqui que nosso plano começava. Então Yami encostou a raba no Josué e eu também, ficamos apertando ele, enquanto fingíamos que tava dormindo. De repente, parei de sentir o Josué no meio e me virei pra ver pra onde ele foi. E qual não foi minha surpresa quando vi que o Josué tinha subido em cima da Yami e tava se masturbando na frente do rosto dela. Claro, Yami tava fingindo que tava dormindo, e eu não pude fazer nada, só olhar. Até que o Josué levantou a blusa da Yami e gozou tudo nela. Depois disso, abaixou a blusa dela e foi dormir. A noite passou e no dia seguinte falei pra Yami que pelo menos agora sabemos quem é o culpado. Yami ficou puta porque comigo ele não fez nada. Falei pra ela se acalmar e parar de deixar roupa jogada no quarto. No mesmo dia, à tarde, eu tinha que ir no supermercado comprar umas coisas, mas também queria saber como é a sensação de todos os homens te olharem. Então vesti uma legging justa e uma blusa normal pra sair, mas bem decotada, que deixava ver boa parte dos meus peitos. Quando já tava bem trocada, fui no supermercado e, mal cheguei, senti vários olhares em mim. Saí e era meio óbvio, porque a cada passo que eu dava, minhas tetas balançavam. Aí fui comprar as coisas que precisava, quando cheguei num corredor onde tinha um senhor escolhendo qual sabão levar. Aproveitei pra chegar perto e perguntei sobre o sabão que ele tava vendo. Quando ele virou pra me olhar, o olhar dele foi direto pras minhas tetas e ele disse que tava escolhendo entre aquele e outro. Depois, me virei pra pegar outro tipo de sabão, de costas pra ele, e ainda me inclinei pra dar uma vista melhor. Quando me virei de novo, já tinha formado um volume na calça. Falei que era melhor levar o sabão que peguei e fui embora.
No caminho pra casa, passei por uma casa abandonada onde ouvi gritos. Decidi me aproximar pra ver o que era. Quando entrei, tinham três mendigos. Perguntei: "Cês tão bem? É que ouvi uns gritos." Eles disseram que sim, só que um deles gritou porque torceu o tornozelo. Aí, educadamente, falei pro mendigo ferido se podia ver o tornozelo dele. Me agachei e comecei a massagear o tornozelo dele, mas não percebi que, enquanto eu tava abaixada, eles estavam de olho nas minhas tetas, que balançavam enquanto eu esfregava o tornozelo do cara. Quando me levantei, o mendigo ferido também levantou e me deu um abraço, mas me apertou tanto contra ele que até senti o pau dele no meu coxa, e ainda encostou a cara nas minhas tetas. Falei: "Ei, pode me soltar? É que já tenho que ir." Mas ele disse: "Por que não fica um tempo com a gente?" Nessa hora, um dos mendigos fechou a porta. Eu me assustei e falei: "Gente, sério, tenho que ir." Os dois mendigos me seguraram, mas eu disse que não precisava me agarrar daquele jeito, porque se eles queriam me estuprar, eu ia deixar de boa. Os mendigos ficaram surpresos, e eu comecei a tirar a blusa e o sutiã. Os três estavam babando pra ver minhas tetas. Dois deles se jogaram em mim e começaram a chupar meus bicos, enquanto o outro só ficou olhando. Vi e falei: "Ei, você, vem aqui, fica atrás de mim." Assim que ele ficou atrás de mim, eu abaixei o short e a tanga e mandei ele chupar minha buceta. Nessa altura, eu já tava soltando gemidos, mas aí foi quando dois deles começaram a me penetrar no cu e na buceta, enquanto eu tava fazendo um boquete foda no outro. Ficaram um tempão me violentando até que cada um gozou na minha boca. Era porra demais, não conseguia engolir tudo. No final, cada vagabundo ficou cansado e seco, e me agradeceram: "Valeu por isso, sua puta." Eu respondi: "De nada", e fui pra casa, mesmo no caminho lutando pra andar, minhas pernas tremiam, mas consegui.
Quando cheguei em casa, fui direto tomar banho porque tava fedendo a porra. Enquanto me lavava, percebi que aqueles vagabundos tinham me deixado bem arrombada, mas eu gostei. Foi a primeira vez que transei no corpo de uma mulher, e foi muito bom, mas também me senti estranho por estar no corpo da minha mãe. Depois terminei de me lavar, me troquei e fui deitar. Dormi, e no dia seguinte foi tudo normal como qualquer outro, até que deu 11 da noite e bateram na porta. Fui ver quem era, e eram os mesmos três vagabundos. Assim que abri a porta, os três me seguraram e taparam minha boca pra eu não gritar. Me amarraram e me deixaram na sala. Depois foram buscar meus irmãos e meu pai, trouxeram eles pra perto de mim e começaram a dizer pra não tentarmos chamar a polícia ou fugir, porque iam matar todo mundo, e que a gente tinha que obedecer. Meu pai recusou e tentou se soltar, mas bateram nele até ele calar a boca. Quando pararam, disseram: "Isso é o que você merece por ter uma esposa tão puta e não querer dividir ela com a gente. Agora você vai ter que ver isso." Um dos vagabundos ficou com meu pai, fazendo ele ver tudo o que ia rolar. Aí os outros dois vagabundos vieram pra cima de mim e começaram a me despir. Josué e Yami estavam vendo tudo, muito assustados, e eu falei pra eles fazerem tudo comigo. Que seja, mas que deixassem eles em paz. Aí um deles falou pra mim: "então cala a boca e começa a chupar". Ele tirou a rola pra fora e eu comecei a chupar, fingindo que não tava gostando, mas no fundo queria ser estuprada de novo. Daí outro vagabundo começou a foder minha buceta enquanto meus irmãos e meu pai viam tudo. Depois de um tempo, me deixaram em paz, mas começaram a falar que a Yami tava muito gostosa e começaram a passar a mão nela. Eu falei pra deixarem ela quieta, mas me deram um tapa e me obrigaram a chupar a rola de um, enquanto outro falou pra Yami: "já viu como seu pobre pai tá? Por que não dá um pouco de amor pra ele?" Jogaram ela na frente do pai, deixando ela de joelhos na frente dele, e falaram: "agora tira a rola dele e chupa". Meu pai não podia fazer nada, tava com a boca tampada e amarrado, mas também não parecia que ele não queria que a filha chupasse ele. Então Yami começou a chupar, e meu pai só soltava uns gemidos baixinhos. Nisso, o Josué teve uma ereção de me ver sendo estuprada e minha irmã com o pai. Aí me fizeram levantar e cuidar das necessidades do meu filho, mas eles não sabiam que era meu irmão. Me obrigaram a sentar nele e, quando o Josué viu minha bunda enorme caindo na rola dele, ficou com uma cara de felicidade. Não me surpreende, porque ele sempre enchia minhas calcinhas de porra. Então comecei a dar uns sentões tão gostosos que ele não aguentou muito e gozou, mas eu continuei sentando, tava muito quente. Enquanto isso, a Yami continuava chupando. Virei pra ver ela e vi como ela enfiava tudo até a garganta. Nesse momento, começaram a tirar o short e a calcinha dela e começaram a foder ela. Parece que ela gostou, porque não falou nada. Enquanto isso, eu continuei pulando em cima do Josué e consegui fazer ele gozar duas vezes dentro de mim. Quando vi que não dava mais, levantei, com toda a porra escorrendo entre minhas pernas. Os vagabundos, vendo que a gente já tinha acabado de foder, levaram o Josué pra um quarto e deixaram ele lá. que me colocaram junto com a Yami pra chupar a pica do meu pai e ele não aguentou mais e gozou, o sêmen caiu na minha cara e na da Yami. Depois disso, mandaram a Yami limpar o sêmen que eu tinha na buceta, isso me excitou tanto que eu gozei jorrando na cara da Yami. Quando tudo acabou, nos soltaram e disseram que iam levar coisas de valor e nunca mais voltariam. Fim.
No caminho pra casa, passei por uma casa abandonada onde ouvi gritos. Decidi me aproximar pra ver o que era. Quando entrei, tinham três mendigos. Perguntei: "Cês tão bem? É que ouvi uns gritos." Eles disseram que sim, só que um deles gritou porque torceu o tornozelo. Aí, educadamente, falei pro mendigo ferido se podia ver o tornozelo dele. Me agachei e comecei a massagear o tornozelo dele, mas não percebi que, enquanto eu tava abaixada, eles estavam de olho nas minhas tetas, que balançavam enquanto eu esfregava o tornozelo do cara. Quando me levantei, o mendigo ferido também levantou e me deu um abraço, mas me apertou tanto contra ele que até senti o pau dele no meu coxa, e ainda encostou a cara nas minhas tetas. Falei: "Ei, pode me soltar? É que já tenho que ir." Mas ele disse: "Por que não fica um tempo com a gente?" Nessa hora, um dos mendigos fechou a porta. Eu me assustei e falei: "Gente, sério, tenho que ir." Os dois mendigos me seguraram, mas eu disse que não precisava me agarrar daquele jeito, porque se eles queriam me estuprar, eu ia deixar de boa. Os mendigos ficaram surpresos, e eu comecei a tirar a blusa e o sutiã. Os três estavam babando pra ver minhas tetas. Dois deles se jogaram em mim e começaram a chupar meus bicos, enquanto o outro só ficou olhando. Vi e falei: "Ei, você, vem aqui, fica atrás de mim." Assim que ele ficou atrás de mim, eu abaixei o short e a tanga e mandei ele chupar minha buceta. Nessa altura, eu já tava soltando gemidos, mas aí foi quando dois deles começaram a me penetrar no cu e na buceta, enquanto eu tava fazendo um boquete foda no outro. Ficaram um tempão me violentando até que cada um gozou na minha boca. Era porra demais, não conseguia engolir tudo. No final, cada vagabundo ficou cansado e seco, e me agradeceram: "Valeu por isso, sua puta." Eu respondi: "De nada", e fui pra casa, mesmo no caminho lutando pra andar, minhas pernas tremiam, mas consegui.
Quando cheguei em casa, fui direto tomar banho porque tava fedendo a porra. Enquanto me lavava, percebi que aqueles vagabundos tinham me deixado bem arrombada, mas eu gostei. Foi a primeira vez que transei no corpo de uma mulher, e foi muito bom, mas também me senti estranho por estar no corpo da minha mãe. Depois terminei de me lavar, me troquei e fui deitar. Dormi, e no dia seguinte foi tudo normal como qualquer outro, até que deu 11 da noite e bateram na porta. Fui ver quem era, e eram os mesmos três vagabundos. Assim que abri a porta, os três me seguraram e taparam minha boca pra eu não gritar. Me amarraram e me deixaram na sala. Depois foram buscar meus irmãos e meu pai, trouxeram eles pra perto de mim e começaram a dizer pra não tentarmos chamar a polícia ou fugir, porque iam matar todo mundo, e que a gente tinha que obedecer. Meu pai recusou e tentou se soltar, mas bateram nele até ele calar a boca. Quando pararam, disseram: "Isso é o que você merece por ter uma esposa tão puta e não querer dividir ela com a gente. Agora você vai ter que ver isso." Um dos vagabundos ficou com meu pai, fazendo ele ver tudo o que ia rolar. Aí os outros dois vagabundos vieram pra cima de mim e começaram a me despir. Josué e Yami estavam vendo tudo, muito assustados, e eu falei pra eles fazerem tudo comigo. Que seja, mas que deixassem eles em paz. Aí um deles falou pra mim: "então cala a boca e começa a chupar". Ele tirou a rola pra fora e eu comecei a chupar, fingindo que não tava gostando, mas no fundo queria ser estuprada de novo. Daí outro vagabundo começou a foder minha buceta enquanto meus irmãos e meu pai viam tudo. Depois de um tempo, me deixaram em paz, mas começaram a falar que a Yami tava muito gostosa e começaram a passar a mão nela. Eu falei pra deixarem ela quieta, mas me deram um tapa e me obrigaram a chupar a rola de um, enquanto outro falou pra Yami: "já viu como seu pobre pai tá? Por que não dá um pouco de amor pra ele?" Jogaram ela na frente do pai, deixando ela de joelhos na frente dele, e falaram: "agora tira a rola dele e chupa". Meu pai não podia fazer nada, tava com a boca tampada e amarrado, mas também não parecia que ele não queria que a filha chupasse ele. Então Yami começou a chupar, e meu pai só soltava uns gemidos baixinhos. Nisso, o Josué teve uma ereção de me ver sendo estuprada e minha irmã com o pai. Aí me fizeram levantar e cuidar das necessidades do meu filho, mas eles não sabiam que era meu irmão. Me obrigaram a sentar nele e, quando o Josué viu minha bunda enorme caindo na rola dele, ficou com uma cara de felicidade. Não me surpreende, porque ele sempre enchia minhas calcinhas de porra. Então comecei a dar uns sentões tão gostosos que ele não aguentou muito e gozou, mas eu continuei sentando, tava muito quente. Enquanto isso, a Yami continuava chupando. Virei pra ver ela e vi como ela enfiava tudo até a garganta. Nesse momento, começaram a tirar o short e a calcinha dela e começaram a foder ela. Parece que ela gostou, porque não falou nada. Enquanto isso, eu continuei pulando em cima do Josué e consegui fazer ele gozar duas vezes dentro de mim. Quando vi que não dava mais, levantei, com toda a porra escorrendo entre minhas pernas. Os vagabundos, vendo que a gente já tinha acabado de foder, levaram o Josué pra um quarto e deixaram ele lá. que me colocaram junto com a Yami pra chupar a pica do meu pai e ele não aguentou mais e gozou, o sêmen caiu na minha cara e na da Yami. Depois disso, mandaram a Yami limpar o sêmen que eu tinha na buceta, isso me excitou tanto que eu gozei jorrando na cara da Yami. Quando tudo acabou, nos soltaram e disseram que iam levar coisas de valor e nunca mais voltariam. Fim.
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