Depois do jantar de Natal, começamos a beber e as mulheres sentaram bem longe dos homens. A gente tava conversando sobre tudo um pouco até que a esposa do meu cunhado Héctor começou a falar com duplo sentido sobre sexo. Num certo momento, já bem bêbadas, perguntei se elas costumavam fazer por trás. Minha cunhada e minha amiga se soltaram, balançando a cabeça que sim, mas a esposa do meu cunhado dizia que nunca quis fazer por ali porque doía muito. Aí eu falei que doía mesmo, mas de vez em quando, se eu queria alguma coisa, premiava meu marido pra conseguir, e todas nós caímos na risada. Já mais bêbadas, a conversa acalmou e continuamos bebendo. Eram 2 da manhã quando os convidados começaram a ir embora, e eu não vi meu marido, então fui pro quarto onde a gente tinha sido hospedado e vi ele todo bêbado dormindo, e meus filhos dormindo com as primas. A esposa do meu cunhado tava bem pra lá de Bagdá e também foi dormir. Só sobraram eu e meu cunhado. Continuamos bebendo o resto da garrafa e conversando até umas 4 da manhã. Eu mal me aguentava em pé, e ele me pegou pela cintura e me levou pra dentro de casa. Eu sentia a mão dele me agarrando às vezes embaixo da minha cintura, roçando minhas bundas gordas, e às vezes subia um pouco até a altura dos meus peitos. Mal chegamos na sala, eu caí. Meu cunhado tentou me levantar e não conseguiu porque eu sou gordinha, então ele me deitou no sofá enquanto meu vestido subia até acima das minhas bundas gordas, aparecendo minha calcinha fio dental vermelha de renda. Acho que aquilo excitou ele, porque eu vi ele tirar o pau pra fora da calça, tentando enfiar na minha boca. Tentei dizer não, mas nem tive tempo, ele meteu e continuou com o vai e vem na minha boca, como se tivesse me comendo. Cada vez o vai e vem era mais fundo, quase me engasgando, fazendo gesto de vômito. Rapidinho meu cunhado tirou e me ajeitou. em posição de puta no sofá, meus peitos, braços e cabeça pra cima do encosto e minhas pernas no assento, realçando minha bunda. Ouvi ele murmurando baixinho, desculpa cunhada, mas essa oportunidade eu não vou desperdiçar. Ele abriu minhas pernas puxando minha calcinha fio dental pro lado e deslizou o pau entre minhas bundas gordas até tocar meus lábios vaginais com a ponta do pau e com um empurrão meteu até o fundo. Tentei dizer algo, mas as palavras não saíam, achava que meu cunhado estava gemendo enquanto eu sentia aquele pau grande e grosso deslizando dentro de mim cada vez mais fundo na minha buceta, e pus as duas mãos no sofá. Ele apertou minhas bundas bem forte e com a outra mão puxava meu cabelo com força no ritmo das estocadas. Como pôde, ele abriu minhas bundas gordas e cuspiu no meio, deixando a saliva escorrer até meu cu. De repente tirou o pau da minha buceta e colocou na porta do meu cu e começou a pressionar, até que a ponta do pau entrou, e aí lembrei por que a esposa dele não queria dar o cu. Mordi forte o encosto do sofá enquanto ele começava a meter e tirar devagar, mas depois começou mais rápido. Cada vez as estocadas eram mais brutais. Eu tava chorando de dor, queria gritar, até a bebedeira passou e por sorte ele gozou bem rápido, deixando meu cu cheio de porra e bem dolorido. Depois começou a limpar meu cu pra ninguém desconfiar. Ajeitou minha calcinha por baixo do vestido e como pôde me levou até a cama, onde meu marido tava dormindo, e me deitou do lado dele, me cobriu e foi embora. No outro dia acordei perto do meio-dia, tudo girando na minha cabeça, da bebedeira da noite, e meu cu doía, tava todo rasgado e sangrando, o que me fez entender por que a esposa dele não deixava comer o cu dela. Como pude, fui tomar banho e continuei dormindo já que não conseguia andar de dor. Acordei umas 5 da tarde e a esposa do meu cunhado meu cunhado ao me ver andando me perguntou o que eu tinha e eu disse que caí durante a noite e estava doendo, mas que não lembrava de nada do dia anterior, meu cunhado me disse "você realmente não lembra de nada?" e eu disse que nem sabia como tinha chegado na cama
2 comentários - Bêbada e gostosa