O aproveitador 16 Eu dava e dava forte, peguei as duas pelas pernas e comecei a meter mais e mais forte, ai buceta, ai me dói, mas tá gostoso, eu sentia que ia gozar e de novo me segurei... Não aguentava mais, tava prestes a disparar... Fui até a Silvia e, assim deitada no sofá, levantei as pernas dela até o ombro e empurrei com força, conseguindo me alojar no cu dela... A Karina tava de pé e baixou a buceta até a boca da Silvia, que chupou a buceta dela como se fosse uma melancia, os líquidos da irmã escorrendo pelo rosto todo... Era inacreditável presenciar aquele ato de duas irmãs que compartilhavam a pica e comiam a buceta como se fosse um doce... Entrando e saindo daquele cuzinho apertado da Silvia, sentia como se não tivesse saído do cu da Karina, incrivelmente era a mesma sensação. A Karina, por sua vez, tava tendo orgasmos em série com a irmã chupando a buceta dela. Era mágico ver duas figuras femininas se contorcendo de prazer ao mesmo tempo, a Silvia com a pica no cu e a Karina com os dedos da irmã no cu e a língua na buceta dela... Não demorei pra sentir que ia gozar, então tirei meu cacete daquele cu e pedi pra elas se ajoelharem pro disparo. Carlos: de joelhos, vadias, aqui tá a porra de vocês pro café da manhã. Elas se abaixaram e de repente, sem avisar, eu disparei, regando a porra nos rostos jovens delas... A Karina foi a que recebeu em maior quantidade, mas a Silvia se jogou no rosto dela, lambendo cada gota de porra. A Karina, por sua vez, abriu bem a boca e chupou até deixar meu pau limpo, engoliu tudo que tinha ali... Carlos: vadias, vocês me proporcionaram uma manhã agradável... Vamos comprar umas coisas... Levei elas pra comprar os mantimentos enquanto todos os caras olhavam com luxúria, pois eram jovens e ingênuas... Depois levei elas pra comprar roupas pra ela e pras irmãs dela, pedi pra ela escolher, calcinha também, me aproximei e disse pras Meninas virgens também, levem pra elas umas calcinhas fio dental, porque quero que comecem a se vestir como putas... Elas vão ser minhas putas e quero que se vistam já como tal... Elas se olharam e riram, é o que todas nós queremos. Até a gente casar, vamos espremer toda a sua porra, somos safadas! Levei elas de volta pra casa e depois pros pontos... Angélica saiu pra nos receber e ajudar a descarregar a mercadoria, tava com um vestido verde-turquesa que destacava os peitos dessa moça linda, uns de tamanho avantajado, o vestido ia até o joelho mas com o que ela carregava subia um pouco mais e as pernas dela pareciam muito gostosas... Decidi levar ela de uma vez por todas e fazer dela minha puta também, já que pelo que tinha ouvido elas já tinham falado de transar com o benfeitor delas... Quando deixamos as últimas caixas, falei: Angy, por favor, vamos pro escritório, tenho umas coisas que quero que você me ajude com algo. Sim, Carlos, aviso a mãe e já vou. Vi ela se despedindo da mãe, fomos e no caminho conversamos sobre o ex-namorado dela, ela me contou que com o seu Julião só perdiam a virgindade pela metade, porque ele era um senhor de idade e quando via sangue no pau dele, tirava e na hora gozava nas costas dela... Assim tinha feito com as irmãs dela e com ela, que na real ela e o namorado não tinham feito porque ela sentia que tinha traído ele ao vender a virgindade pro seu Julião. Perguntei se ela não pensava em transar nunca, e ela disse que sim, mas que ainda tinha vergonha. E qual é sua fantasia sexual? Ela me olhou e ficou vermelha. Vamos, me fala, insisti. Ela sorriu e disse: sonhei 4 vezes que transo com 2 homens ao mesmo tempo. Ouvir isso me deixou no talo, na hora mandei mensagem pro meu amigo Sérgio, o tio da Blanquita, perguntei se ele me emprestava a casa dele, já que era perto dali e o motel ficava longe. Ele disse: claro, tá vazia, não tem ninguém, eu chego em uma hora, minha esposa tá viajando e a Blanquita tá com minhas filhas no curso de reforço. Excelente, pensei, uma hora é suficiente... Fui pra casa dele. de Sergio desceu do carro e pedia à Angélica que fizesse o mesmo. O licenciado aproveitador 17 Angélica: você tem outra casa? Carlos: não, Angy, essa casa é de um amigo, mas ele não está. Angélica: o que a gente faz aqui, don Carlos? Carlos: me chama do que quiser, menos don Carlos, deslizei minha mão no seu rosto lindo, ela ficou nervosa. Relaxa, mamita, Angy, quero fazer amor com você, quero te ter aqui e agora, me aproximei da boca dela e a beijei, ela correspondeu ao beijo... Meu pau estava duro de novo, deslizei minhas mãos sobre o vestido e o levantei, acariciando as pernas dela, tocando as nádegas, cobertas por uma calcinha de renda, afastei as nádegas dela e brinquei com a bunda dela, esfreguei aquele rabo por cima da calcinha, ela soltou os primeiros gemidos, mmmm, Licenciado, continue, eu farei o que o senhor mandar... sério?, então vamos lá, levantei o vestido totalmente e o tirei, deixando à mostra a calcinha fio-dental minúscula dela, não é à toa que o rabo dela aparecia tão marcado... Tirei o sutiã dela... Me abaixei para chupar os peitos dela, umas melancias grandes, ela estava excitada, os mamilos estavam durinhos. Angélica: mmmm, que gostoso, licenciado... Continue, por favor, já me molhei... Mmm, que delícia, eu adoro, licenciado... Carlos: sua putinha, se continuar assim vai ser a minha preferida, sua safada, como você está excitada, vira de costas, por favor, quero tirar essa calcinha vendo sua bunda, que eu vou furar primeiro, porque você me deixou de pau duro, e meu gozo tem que encher esse rabo, e olha que vou precisar de umas 7 gozadas para encher. Angélica: como o senhor mandar, licenciado, mas 7 é muito, vai transbordar... Beijei as costas dela lentamente e estiquei a língua para lamber toda a curva da coluna dela, mmmmm, ouvi de novo enquanto a pele daquela putinha se arrepiava... tão gostoso, meu pau estava duro pra caralho, não dava mais para esperar, desci até o cóccix dela, ela estava arrepiada, tinha estremecido, uma vez que foi pouco, mas tinha sentido algo que molhou a calcinha dela... Deslizei a calcinha por aquelas curvas enquanto minha língua explorava a fronteira com o cu dela... Ela abriu as nalgas pra que ela abaixasse, cheirava tasty, misteriosamente tava preparada, com aquele aroma tão delicioso... Caiu a calcinha fio dental e vi aquele orifício marrom e enrugado, minha língua não resistiu e lambi a rosquinha que tava ao meu alcance, ela estremeceu com aquela sensação nova, tava entregue por completo, continuei com as mãos naquelas nalgas que se abriram de par em par, ela gemia com ternura, minha língua se enterrava e abria caminho no cu dela, cuspi e com um dedo abri mais o acesso, mas não queria que ficasse tão largo a ponto de enterrar meu pau facilmente, porque sentia que não seria com meu pau a desvirginada e minha intenção era que fosse meu ferro o autor de tal façanha, então avisei que ia meter assim, ela não falou nada... Peguei as roupas e levei ela pro quarto de hóspedes, pedi pra ela ficar de bruços na cama e com um travesseiro na barriga pra bunda ficar mais empinada, falei continua abrindo com as mãos o máximo que puder, porque começa a perfuração, minha boneca... Angélica: sim, doutor, o que o senhor mandar. Carlos: olha só que bunda tasty, tão apertadinha, um manjar, boneca, como eu adoro, tô perplexo com esse tributo tasty que aceito de bom grado, boneca... Cuspi de novo no cu da minha boneca... E peguei meu pau, espalhando a saliva com a ponta... Em círculos eu movia meu pau, a bunda perfeita dela se contraía, ela abria e ele fechava, quando abriu, empurrei um pouco... Angélica: ai, não vai entrar, doutor. Carlos: calma, esse cabeçudo vai entrar. Dei outra estocada, e não entrava, cuspi de novo e repeti o exercício circular, quando ela se contraía, ela soltava o ar... Abre mais, ela esticou as nalgas ao máximo e eu introduzi um dedo de novo, uns sucos saíram do cu dela, tirei o dedo e, com uma estocada, finalmente entrou a cabeça... Angélica: ai, doutor, tá doendo, mas já entrou... Nunca tinha pensado em meter um pau no meu cu, mas isso me excita, molhou minha pussy, como eu queria que ele penetrasse minha pussy também. Carlos: vamos pra lá Angélica, primeiro deixa eu degustar essa iguaria digna de todas as minhas forças O licenciado aproveitador 18 Naquele instante o cu dela já tinha se adaptado, então tirei e voltei a meter meu ferro na caverninha... Ai! Consegui dizer... Tirei de novo e meti, entrando um pouco além da cabeça, ai agora entrou mais licenciado ela me expressou... Tirei e cuspi naquele cu... E cravei, agora foi até a metade, sem tirar empurrei um pouco mais... O cu dela cedeu, como aquele reto era estreito. Carlos: boneca, que gostoso e apertado é esse cu, tem um cu gostoso boneca, me fascina ser o primeiro. Me aprofundei no interior dela até tocar o fundo, minhas bolas batiam naquelas nádegas tão firmes... Aí começa o mete e tira lento e pouco, sem aprofundar, era assim que eu tava dando, ai licenciado, assim me queima mas vai fundo, você sabe o que sente e o que quer... Carlos: relaxa boneca, tá bem apertado esse cu tão delicioso... Boneca mmmm aaaaaáai boneca que gostoso. Angélica: vai licenciado não para não, enche o cu de porra. Assim continuei, o cu dela não cedia além do que já tinha dado. Peguei na cintura e com força cravei, batendo contra as nádegas dela e ela se movia cada vez melhor, tava gostando... Carlos: que delícia minha putinha, que gostoso tá esse cu boneca, vou gozar já não aguento mais, caralho, sua puta, recebe minha porra... Disparei! 4 vezes dentro dela e começou a transbordar o limite, saindo aquela porra, ela deslizou as mãos e recolheu o que pôde e lambeu... Angélica: licenciado, é gostoso, doeu mas acho que é questão de prática. Naquele momento Sergio invadiu a casa dela... Ela ficou nervosa, calma, ele não vem aqui, ele já sabe que tô comendo uma mina, ele me deu permissão... Vem cá, senta na cama e me masturba com esses peitos, sua safada... Cuspi no canal que aquelas tetas enormes formavam, e deslizava meu pau entre esses melões... Ela acompanhava o movimento... Endureceu de novo, me separei e me deitei na cama, pedi pra ela sentar no meu pau mas olhando pra mim para o lado oposto, me dando as costas, e ela assim o fez, e naquela buceta peluda se perdeu meu pauzão. Fiquei tentado a separar as nádegas dela e ver o cu irritado da mina... Meti 2 dedos de uma vez naquele cu irritado, doeu na garota... Tão gostoso que eu sentia as costas dela... Ela continuava cavalgando... Angélica: tá irritado, doutor, dói, mas que prazer seu pau tá dando pra minha buceta... Mmmm delicioso... Tô amando, doutor. Carlos: aproveita, boneca, tenho planos pros seus buracos... Mmm que gostoso você vai gemer, vai se cagar e mijar, vadia... Quando não aguentei e dei 3 tiros na buceta dela, que gostoso senti gozar naquela buceta enorme, não senti nenhuma apertura. Me vesti, ela começava a se vestir, mas pedi pra ela não fazer isso... Me aproximei do ouvido dela... E sussurrei: vou fechar um negócio com meu amigo, se ele aceitar, vamos meter as duas picas nos seus buracos... E vamos gozar dentro de você... Você também vai gozar, boneca... Não se assusta, o prazer que a gente vai te dar vai ser como você nunca imaginou, minha boneca... Os olhos dela saltaram e ela mordeu os lábios... Como a grande puta que ela estava se tornando. Carlos: saí e falei, desculpa, mano, mas é que o cu dela é tão gostoso e acabei de foder a vadia... Sergio: você trouxe a vadia da Susana, é uma mulherão, como a gente comeu da outra vez, ela topou 2 ménages, a vadia... Carlos: você é foda, mas essa não é a Susana, vem ver. A porta estava entreaberta, ele viu o espetáculo que minha boneca tava dando ao se limpar do meu gozo, viu os peitos balançando enquanto se limpava, a buceta peluda dela e as nádegas que tapavam o cu irritado... A gente mudou de lugar... Sergio: que filho da puta você é, caralho, é um mulherão, Susana o quê, essa é muito mais gostosa... Quanto pra dar uma foda nela?. Carlos: primeiro me diz, vocês gozaram dentro da Susana?. Sergio: a digna exigiu camisinha e então foi tudo com camisinha. Carlos Excelente, com a Angélica é a mesma coisa, você de camisinha e eu no pelo, sou o dono dela. Esse é o termo. Agora, quanto te pagaram pelas duas fodas com a Susana?
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