O licenciado aproveitador 10 Karlita, sabia muito bem que eu me referia a ela e não disse uma palavra, fomos tomar um sorvete, continuamos conversando, nos divertimos bastante... Levei a Karlita ao escritório e disse que ficaria fora a tarde toda, então deixei os arquivos com ela e fui aos pontos ver como estavam as visitas... Depois de fazer o percurso, um dos meus amigos estava me ligando, disse que queria me ver... Fui e ele me explicou que tinha um problema sério de dinheiro, expliquei que não tinha porque tinha comprado e feito investimentos, ele me implorou, era um problema sério com gente errada... Ele estava implorando quando entrou uma linda gostosa de corpo médio, branquinha, com uns peitos deliciosos e uma bunda pequena mas com umas nalgas redondinhas bem formadas, cabelo claro e cacheado... Algo parecido com a minha Karlita... Perguntei: é sua filha? Ele me olhou e disse: não, é minha sobrinha... Ele rapidamente disse: você não está pensando em...?, Eu disse: você precisa de dinheiro e eu quero uma garota virgem e parece que já encontrei... Traga ela em 2 horas no depósito e eu vou te levar uma mina de 28 anos, bem ninfomaníaca, é boa a desgraçada e você pode levá-la por 4 horas, arruma 2 clientes que te paguem por ficar com ela e aí você terá o dinheiro, em troca eu recebo 4 horas com essas carnes... Ele pensou mas não por muito tempo... Disse nervoso: tá certo, caralho, você ganha... Fui aos pontos e disse à Susana: quer ganhar mais dinheiro? Susana: claro! Carlos: tem dois caras que vão te pagar pra transar com eles. Susana: tá bom mas só dessa vez, não quero que você pense que sou uma puta. Carlos: você é uma puta e gosta disso, não se faz. Susana: então vamos. Cheguei no depósito, não deixei ela entrar, disse pra esperar no carro, o filho da puta do Sérgio me acompanhou até o carro enquanto me contava que disse à sobrinha que ela tinha que se comportar bem comigo e fazer o que eu mandasse porque eu ia ajudar eles a pagar e sair do problema, ele me disse que tinha contado a situação e ela ele tinha dito que a gente pra quem ele devia se dedicava a prostituir garotas novas como ela, e eu pergunto, você prefere uma vez ou muitas vezes? Fazendo referência a que vão usar o corpo dela, ela me respondeu com descanso uma vez, o filho da puta me disse, fui comprar um vestido e roupa íntima pra ela, também mandei ela tomar banho e ela vem até perfumada, caralho, tá com creminho no corpo, você vai se fuder, meu bom, haha sorrir, ela vai se fuder e vai engolir um pau bem grande, vou fazer dela minha puta, digo sobrinha por sobrinha que não, ela me disse, ah é tua sobrinha claro caralho, ela se chama Susana e tem uma bunda divina. Ah, já comeu ela? retruquei, não, como você acha, é minha sobrinha, mas o que se vê não se julga... Aquele filho da puta, quando viu ela, queria comer ela, Susana cumprimentou ele com aquele sorriso único e um flerte, ele disse pra ela, seu tio já te informou, claro entre ele e eu não tem segredo, espero que paguem bem, Sergio riu e disse, se você espremer bem eles, vão pagar mais de 10.000 cada um, obviamente tava mentindo, pagavam 140, mas aquele filho da puta queria tirar pra pagar a dívida dele e ela ficar com pouco, já que o trato incluía anal e ainda era um ménage, então com aquela montada o filho da puta pagava a dívida dele e ainda sobrava lucro. Mas enfim, trato é trato, entrei no depósito e lá tava a menina, esperando nervosa, coloquei o carro pra dentro do depósito, já que não tinha cama nem nada do tipo, falei pra ela sentar no banco do carona, comecei a conversar com ela, falei sou Carlos e você?, Blanca, ela disse. Carlos: Blanquita, posso te chamar de branquinha? Branquinha: sim Carlos: muito bem, então olha, minha intenção não é te machucar, só quero ajudar seu tio, e por consequência você também, mas preciso de um favor seu, entende? Branquinha: sim, seu Carlos, eu faço o que o senhor pedir. Carlos: que bom que você entende, preciso perguntar uma coisa pra saber como vai ser o favor, você é virgem? Branquinha: sim, seu Carlos, sou virgem, tenho namorado, mas nunca fizemos nada, nem uma carícia. Carlos: não me chama de seu Carlos, me chama Carlos: O Melhor não, me chama de Amo. Blanquita: sim, amo, como você quiser... Carlos: excelente, você já beijou? Blanquita: sim. Naquele momento minha cabeça esquentou, eu queria ser carinhoso com aquela garota, não sabia a idade dela nem queria saber, mas ao ouvir que ela nunca tinha transado, que nem a mão tinham posto na buceta dela e que o mais próximo era um beijo, abri a porta do carro e disse, neném, fica aí que eu vou me aproximar, abri a porta dela e me agachei ficando na altura do rostinho dela... Ela respirou ofegante, coloquei uma mão nas perninhas dela, ela começou a tremer... Disse que ela era linda... Me aproximei dos lábios doces dela e com um beijo carinhoso abri caminho para a confiança, ela me beijou devagar, não aguentei e minha língua abriu passagem por aquela boquinha, mmm, que delícia era a ingenuidade, peguei a cabeça dela e com força a puxei para mim, enfiando minha língua mais fundo, minha outra mão massageava as pernas dela... E a barriga, decidi subir para os peitos dela. Blanquita: mmmm, aaaaa! Se ouviu, me afastei e disse que ela estava ficando excitada, ela corou, levantei o rostinho dela, neném, não precisa ter vergonha, é normal. Blanquita: sim, amo. Continuei o beijo que se prolongou enquanto com minha mão apertava os peitos dela, com carinho os acariciava, sentia os biquinhos dela já endurecendo. Blanquita: mmmm, aaaaa, mmmmmm aaaaaaa. Carlos: você esquenta rápido, neném, o que você sente?... O licenciado aproveitador 11 Blanquita: sinto uma coceira na minha buceta. É uma sensação tipo cócegas. Continuei beijando e brincando com aqueles seios que ainda não via com meus olhos, mas sentia o quanto eram duros e macios. Blanquita: obrigada por me fazer sentir isso, tenho medo, mas sinceramente não sei como explicar isso que sinto. Carlos: eu que agradeço você estar curtindo isso, hoje você vai começar o caminho para ser uma putinha. Ela ficou chocada por um momento ao ouvir aquela palavra, mas eu agarrei as nádegas dela e as apertei, eram tão pequenas, tão deliciosas, eu não sabia como descrever aquele sentimento. Me sentei e mostrei meu amigo para ela, ela arregalou ainda mais os olhos lindos dela, eu quase ri da reação dela, mas eu estava tão tesudo que só queria meter naquela boquinha virgem. Peguei nos cabelos dela e mandei ela se ajoelhar, chupa isso como se fosse um pirulito, minha garota. Ela ficou nervosa, fechou os olhos e eu ordenei que abrisse e me olhasse enquanto chupava. Ela obedeceu e começou a chupar desajeitadamente, enfiava um pouco e sugava a vara que estava dura pra caralho. Eu sentia gostoso mesmo com aquela chupada atrapalhada. Carlos: abre bem essa boquinha, mamãe. Quando ela abriu, enfiei só a ponta do meu pau, porque ela não aguentava mais, deixei ali e falei: vadia, agora vou meter até a garganta, ok? Ela só balançou a cabeça, e eu empurrei mais um pouco até a metade. Ela quase vomitou, mas mandei ela aguentar. Fiquei parado dentro da boca dela, comecei a ver as lágrimas escorrendo dos olhos dela e pelas bordas dos lábios delicados. Vi os fluidos saindo da boca dela, aquela mistura de saliva e líquido do meu pau. Ela continuava me olhando com carinho, eu não aguentei e com uma estocada enfiei o resto do meu pau. As lágrimas dela caíram mais rápido, o vermelho quente nos olhos começou a aparecer, ela quase não conseguia respirar e tentou desesperadamente se afastar. Segurei a cabeça dela com força e deixei ela parada colada na minha pélvis... quando achei que era a hora, tirei aquela vara, ela tossiu e engoliu o ar que conseguiu... E enquanto isso, enfiei de novo com uma estocada brutal até o fundo, colada na minha pélvis, comecei o movimento de perfuração, metendo e tirando o mais rápido que podia, sem tirar tudo. Ela, com o olhar desesperado, parecia implorar para eu parar, mas eu adorava ver ela assim submissa... Glup glup glup! Era o som da saliva dela e do meu pau... Tirei o ferro e olhei pra ela. Carlos: você é minha puta, e eu vou arrebentar essa boquinha, vou encher ela de porra. Blanquita: minha boquinha tá doendo, não aguento mais, e essa saliva fica mais grossa na minha boca. Abre a boca, sua safada, vou continuar comendo sua boca. Assim continuei metendo e tirando, peguei a cabeça dela com as duas mãos e comecei a abaixar e levantar, devagar e depois eu acelerei o ritmo, glup glup glup! Ela já estava pronta pra qualquer coisa... Continuei cravando, perfurava aquela boquinha que já tinha cansado e por uns momentos apertava e raspava meu pau, uma dessas doeu e eu tirei. Carlos: eu sei que você tá cansada, vadia, mas seu dono ainda não gozou, então aguenta e não me machuca de novo, entendeu, vadia? Blanquita: sim, dono. Continuei o vai e vem, meu pau já tava inundado de saliva dela, comecei a sentir a cabeça do meu cacete inchar e dei uma estocada até o fundo, onde encostei na garganta e ali soltei meus 4 tiros de porra, tinha enchido a boquinha dela de leite, a roupa dela tinha ficado molhada com tantos fluidos que a boca dela não segurou, enquanto meu sêmen ela ia engolindo devagar, não foi tudo porque ela ainda era uma inocente, o máximo que conseguiu passou, o resto se espalhou, mas pegando as mãozinhas dela eu ensinei como com os dedinhos ela podia resgatar mais do meu sêmen e ensinei ela a curtir com minha porra, depois dessa cena magistral, ela começou a massagear o clitóris por cima da roupa. O safado do licenciado 12 Continuei brincando com o clitóris dessa menina, as pernas dela se desmanchavam de prazer, ela se contorcia, o vestido caiu no chão e pude apreciar aquele corpinho branco tão gostoso com um conjunto de ursinhos, o filho da puta do meu amigo sabia muito bem o que fazia ao comprar o conjunto pra uma menina como ela, fiquei a mil imaginando meter meu cacete naquela grutinha, que já tava toda molhada, me sentei no banco do carona, pedi pra ela ir sentando no meu pau devagarzinho. Ela se virou de costas pra mim, peguei as bundinhas dela e parei, falei, não, mamãe, quero que você me olhe, cura por favor, ela subiu de pernas abertas e pendurada nos meus ombros, ordenei que me olhasse o tempo todo com aqueles olhos lindos coloridos, tão linda que parecia, o próximo passo foi a descida dela, tão lenta quanto deliciosa, aos poucos ela começou a descer, ao sentir meu pau roçando os lábios da buceta dela ela parou, tremeu, os olhos dela demoraram tanto sensações em tão pouco tempo, vamos lá princesa, ela começou uma descida lenta, a glande estava apenas começando a entrar e ela parou, era tão estreito aquele lugar, úmido, quente, mas no fim apertado, ela me olhou como quem quer que aconteça mas não sabe o que fazer, eu a beijei, e me empurrei um pouco pra conseguir meter um pouco mais da glande, ela ofegou... Blanquita: tá doendo, é muito grande. Mas continua, amo. Carlos: Blanquita, não me chama mais assim, você tá prestes a me dar o que tem de mais precioso, sua buceta tá muito fechada por isso você sente isso, deixa eu meter minha carne nessa buceta pra você saber o que é fazer amor, minha menina, vou entrar até bater no seu hímen. Blanquita: eu desço e quando sentir que bateu, paro... Ela desceu e a glande nem tinha entrado direito e bateu... Peguei sua cinturinha e com a sensação da sua estreiteza sufocando minha glande, empurrei um pouco com força, minhas batidas aceleraram ao sentir a membrana guardiã da virgindade dela se rasgando, na hora ela gemeu de dor, ai, buceta, doeu, fiquei imóvel por um momento, era maravilhoso aquele calor da buceta dela. Terminei de baixá-la até entrar o pau todo, os olhos dela quase saltaram das órbitas... Calma, minha menina, já passou o pior... Fiquei parado, aquela buceta apertava deliciosamente meu pau, ela estava chocada, tinha um pau invadindo suas entranhas... Lentamente a levantei e ela se deixou cair devagar, subida lenta e descida lenta, era descomunal o quão apertada, o quão estreita era a buceta dela, com pelinhos claros, dava pra ver bem a buceta, claro que a menina tinha sangrado, mas começava a sair um líquido branco que estava dando um novo banho no meu cacete, ela começou a morder os lábios e a ofegar como uma puta com sede, começamos a acelerar o ritmo. Blanquita: assim, buceta, que gostoso, eu gosto, dói mas eu gosto, é gostoso. Assim, ai, buceta, mmmm. Carlos: que bom que você gosta, bonequinha, tá bem apertadinha, isso me encanta... Eu a peguei abraçada e me sentei, assim Como canguru, comecei o mete e tira mais forte, posicionei minhas mãos nas bundinhas dela e deslizava ela por todo o meu garrote, fazendo com que a buceta dela percorresse desde a dobra da minha pélvis até a base, arqueando o corpo e convulsionando, me mostrava que já estava curtindo... Era mágico, era maravilhoso... Introduzi no cu dela, de repente e sem avisar nem preparar aquele buraco, os dois indicadores, ela deu um sobressalto tão grande que aquele prazer que começava a sentir se foi... Doía, mas continuei cravando na buceta dela aquele ferro duro... Ela se limitou a gemer e se contorcer entre meus braços, quando finalmente teve o primeiro orgasmo, cravou as unhas nas minhas costas... Blanquita: acho que eu me mijei. Carlos: calma, meu amor, é normal, você teve um orgasmo. Blanquita: mmmm, é que é muito gostoso o que você faz comigo. Nisso, já tinha colocado 3 dedos no cu dela... Abaixei ela e ordenei que ficasse de costas para mim e apoiasse as mãos no banco... Sem tirar meus dedos que já tinham feito espaço no cu dela.
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