Eram umas 4 da manhã no bairro onde a Faby morava com o filho dela, só algumas luzinhas da rua estavam acesas e quase não dava pra ver nada na rua, o carro do Nelson estaciona na esquina, a poucos metros da casa da Faby.
— Uff, sua putinha, você foi deliciosa — exclama Nelson enquanto beija ela docemente nos lábios e passa a mão na perna dela — adorei você, bebê.
Isso era o fim de uma série de elogios cheios de sensualidade, erotismo e romance que o garoto fazia pra mulher que ainda estava atordoada e não acreditava no que tinha acabado de rolar na balada. Nelson, por outro lado, estava fascinado não só pela roupa da mulher, que fazia ela parecer uma verdadeira puta, mas também porque a atitude dela tava cada vez mais dócil e meiga com ele, uma combinação excitante das duas mulheres que viviam dentro da Faby: a mãe dedicada, doce e carente, e a puta fogosa que ficou escondida por tanto tempo.
— Você pediu pra eu ser puta — responde Faby rindo tímida, sentindo o hálito do garoto perto dos lábios dela — então fui puta. Além disso... — beija ele com aquele toque de paixão e safadeza que só ela tem — esse pauzão gostoso que você tem, não consigo negar nada. Fazia anos que não chegava em casa tão tarde — ri de novo, tímida, e beija ele na boca de novo, mas ao se separar faz a pergunta que tanto queria — você vai dormir comigo, né? — fala entre meiga e suplicante.
(Puxa, a putinha tá precisando demais, parece que muito tempo sem pinto tá afetando a autoestima dela, hahaha, pobre idiota, adoro ela assim, tão promíscua. Será que consigo ir longe com a minha manipulação?)
Os pensamentos de Nelson ficam cada vez mais tarados e ele sorri pra mulher, que olha esperando a resposta dele.
— Não sei, amor, é tarde e também não quero te incomodar, nem o seu "filhinho" — sorri meio divertido com a última parte, e ela ri junto, tímida — acho que o melhor é... Ir pra casa.
- Mas se você não é um incômodo - ela pega a mão dele que ainda está na perna dela - por favor, fica e vai embora antes do Juanito acordar, pra ele não desconfiar de nada… fim de semana eu não deixo ele acordar tarde e além disso - ela passa o dedo nos lábios dele e desliza até o nariz - se você quiser, a gente faz umas coisas gostosas no silêncio - ela ri tímida no final da frase.
- Sério, love? - ele fala num tom dominante, passando a mão pela perna dela, deslizando por baixo da saia, se aproximando dela de forma lasciva e beijando ela, enfiando a língua na boca dela e chupando os lábios enquanto sente a respiração ofegante e quente dela - você se deixaria comer pelo melhor amigo preto do seu bebezinho enquanto ele dorme a poucos metros de você?
Ela deixa ele chupar a língua dela e abre as pernas pra facilitar a mão dele subir - seria bem safado, né? Isso te excita, Nelson? - ela pergunta entre beijos, sentindo a mão do cara subir até roçar a buceta dela que tá à mostra, e sente os dedos dele roçarem os pelinhos da região íntima.
- Acho que o Juanito tem que se acostumar a ver que você é uma mulher feita e pode fazer o que quiser na vida - ele mantém os dedos só roçando os pelinhos dela sem se desgrudar dos lábios dela - olha só, você deixou ele feito um moleque mimado jogando no playstation dele - ele ri divertido - aposto que ainda leva o almoço e os lanches pro quarto dele, né?
- Bom, verdade, eu mimo ele demais, é meu único filho e por isso amo muito ele - ela tenta se afastar ao imaginar o pequeno dormindo sozinho em casa enquanto ela flerta com o amigo dele no carro depois de beber e foder numa balada, meio arrependida - ele é meu tesouro - ela sente dois dedos do cara deslizarem na bucetinha dela, abrindo um pouco, e ela solta um gemido pra se grudar de novo nele - já você, Nelson - um dedo entra devagar na buceta dela e fica parado enquanto ela fala - quero que você seja meu homem - ela diz ofegante.
- E Eu quero que você seja minha mulher, Faby" — diz ele sorrindo, mantendo o dedo médio dentro dela, fazendo movimentos circulares suaves — "mas pra isso você precisa entender que, se não deixar seu filho crescer, ele nunca vai se tornar um homem." Ele tira o dedo dela e se afasta um pouco, embora a mão ainda toque a perna dela, deixando um pouco da umidade interna dela espalhada ali. "Espero que você entenda. Ele é meu amigo, e o que eu mais quero é que ele amadureça. Pra isso, você precisa deixá-lo crescer e entender que a mãe dele pode fazer o que quiser da própria vida. E sim..." — ele enfia a mão nela de novo, agora cravando dois dedos suavemente na rachinha da mulher, que solta um gemido longo e quente, enquanto ele beija o pescoço dela docemente. "Você tem razão, me dá tesão te comer do lado do seu filho" — ri safado, enquanto deixa os dois dedos abrindo e fechando dentro dela.
Ela ofega, sentindo a buceta molhar e pulsar de desejo. "Bom, pode ser que tendo um homem de verdade na minha vida, o Juanito cresça e eu pare de mimar ele tanto." Beija ele, enfiando a língua na boca dele com vontade e fome, enquanto sente os dedos de Nelson explorando ela por dentro. "Então vamos nessa pra você me comer? Aposto que você fica igual um animal, e eu adoro isso."
— Com uma condição, meu amor.
— Qual, amor?
— Se eu vou entrar na sua casa, não vai ser mais como amigo do Juan, mas como seu convidado. Então, se eu te foder — e vou —, não quero que seu filho nos interrompa... mesmo que ele acorde ou algo assim. Porque me frustra ter você servida na cama e não poder te comer porque seu bebê está em casa. Espero que entenda, tá? — Ele olha nos olhos dela, onde vê um pouco de dúvida, mas ao ver o poder do garoto, o olhar dela se transforma em submissão. "Então vou te foder mesmo que seu filho acorde. Você é a mãe dele, e ele precisa aprender a te obedecer. Se ele tiver que voltar pra dormir pra não nos interromper, você manda ele, vale, coração?"
— Tá certo, amor. Parece um acordo justo — responde ela, submissa e meiga. "Além disso, ninguém gosta de ser interrompido no sexo, amor. Eu também não. quero isso, a partir de hoje você entra na minha casa como meu convidado e não mais como amiguinho dela, e vamos foder tudo o que você quiser
- Assim que eu gosto, gostosa - ele beija ela na boca com mais luxúria e liga o carro pra levar até a frente da casa dela e meter no garagem onde cabe 2 carros perfeitamente, eles descem do carro e sem fazer barulho nem acender as luzes continuam se beijando enquanto Faby guia o Nelson pela escuridão
Ela faz ele abraçar ela pela cintura colando o volume dele contra a bunda dela e assim vão andando devagar no escuro, em silêncio, enquanto ele beija o pescoço dela e apalpa o corpo dela enquanto sobem as escadas, direto pro quarto dela
O corredor tem 4 portas, a do canto do fundo é o quarto do Juan que dorme profundamente, a seguinte é um lavabo e do lado o quarto de visitas e na outra ponta do quarto do Juan, está a porta que vai direto pro quarto da Fabíola, aquele que o Nelson atravessou uns dias atrás e pôde aproveitar a primeira vez com ela, ele sorri ao lembrar
- Seu filho é um dorminhoco, bebê - ri e continua beijando e acariciando - não acorda por nada
- Assim ele não atrapalha enquanto a gente fode, love - responde Faby rindo baixinho enquanto se vira pra beijar ele e se pendura no pescoço dele enfiando a língua na boca dele e brincando com a dele enquanto esfrega o corpo contra o dele
Nelson pega ela pela cintura e ela envolve a dele enquanto ele levanta ela pela bunda até a cama sem parar de se beijar, Nelson senta na beira da cama e ela vai abrindo a camisa dele deixando o torso forte dele à mostra, iluminado só pela luz da lua que entra pelas frestas das cortinas
- Bem promíscua, você deixou minha pica bem leitada umas horas atrás mas... - ele tira ela de cima e sorri sentado já sem camisa e abaixando o zíper da calça e abrindo na frente dos olhos dela - sabe... - libera a pica preta enorme grossa e dura diante do olhar dela Fabiola, que passa a língua nos lábios e sorri pra ele toda safada — já tá duro de novo — ele ri, dominante e divertido com a cena da mulher — então você vai ter que botar essa boquinha e esses peitos de puta barata pra trabalhar, sua vagabunda — abre as pernas e se apoia com as mãos na cama, levantando mais a pica pra sua mulher
Ela tira o vestido de um puxão só, deixando ele em cima da cama e ficando só de salto, depois se ajoelha no chão e, olhando com tesão pro Nelson, pega no pau duro dele e sorri
— Que pica enorme você tem!
Começa a lamber ele como se fosse um pirulito, deslizando a língua por todo o tronco e saboreando a cabeça daquela pica preta enorme e dura, olhando pra ele como uma puta submisa e complacente enquanto esfrega os peitos duros, sentindo os bicos subirem e ficarem eretos e durinhos
— Adoro o seu gosto, Nelson
Exclama e continua chupando ele inteiro até dar uns engasgos leves, deixando a saliva escorrer pela pica e pegando ela com a língua desde a base, subindo de novo por todo o tronco e mergulhando de novo, repetindo o processo até deixar a pica brilhando de saliva. Desce pra chupar as bolas dele uma por uma, colocando elas na boca e curtindo o gosto delas, que já estão cheias de esperma de novo e que ela tá doida pra extrair
— Ahhhh assim, assim, Promiscuous, porra! Que puta boa você é — Nelson olha pra ela enquanto curte o espetáculo da mulher se acabando de boca na pica dele — Que gostosa você é! Boqueteira de luxo, ufff, você é boa nisso, sabia? (Você tem um futuro de puta, hehe) — pensa Nelson sem perder um segundo daquele show tão gostoso (quanto dinheiro vou fazer com você, Promiscuous)
Segura a cabeça dela e acaricia o cabelo dela com carinho (carinho que nem seu marido nem seu filho te dão) — sorri com esse pensamento (uma mulher tão carente, tão necessitada, tão desesperada pela atenção de um homem de verdade que se rebaixa a ser a puta de um preto) — continua sorrindo enquanto acaricia ela com ternura
Ela não para de Chupar ele – Cê gosta, meu amor, do jeito que eu como esse teu pedaço de carne? – Ela enfia tudo na boca, dando ainda mais ânsias, e quando solta, dá pra ver a pica do Nelson toda babada, com um monte de saliva escorrendo.
– Olha como você deixou minhas tetas – Ela aperta elas, olhando pra ele ainda com fios de saliva escorrendo da boca – Fode elas – exclama e prende a pica do Nelson entre os peitos, enquanto olha suplicante, massageando a vergonha dela entre eles – Fode elas, amor, come elas, gostoso.
– Usa elas você, bebê! – diz Nelson rindo da cena – Faz uma russa pra mim, amor! Quero que você use essas tetas do jeito que merecem ser usadas, do tamanho que são! – continua rindo enquanto sente a maciez dos peitos da Fabiola abraçando a pica dele.
Ela sobe e desce os peitos pesados, esfregando a pica dura do Nelson, olhando pra ele enquanto continua deixando cair fios de saliva da boca que molham a pica dele e que ela aperta com as tetas pra sentir como ela tá dura entre elas – Come elas, amor, fode minhas tetas – geme excitada – Me usa como sua putinha, bebê, vai.
– Que eu te use? – pergunta Nelson rindo – Não pede coisa que você não vai gostar no final – exclama com um sorriso dominador e puxa ela pelo cabelo, fazendo ela lamber a glande dele, a ponta da pica com a língua, enquanto curte os peitos da Fabiola massageando o tronco da pica dele – Assim, assim, Promíscua, porra! Como você é boa, você é minha Promíscua favorita de agora em diante, Fabiola.
Ela geme chupando toda a cabeça preta daquele pauzão enorme e, sem parar de mamar, continua pegando com as tetas o tronco endurecido, preto e cheio de veias do Nelson – Ser usada por você é uma delícia, bebê – diz enquanto enfia a glande pulsante na boca, e até sente a buceta dela soltando jorros de fluidos quentes e viscosos de tão excitada que tá. Num momento oportuno, ela roça os bicos dos peitos endurecidos no falo do Nelson e isso faz ela tremer enquanto sente os sucos quentes da buceta escorrendo por dentro das pernas.
– Assim, assim que eu gosto, porra! Continua com essa russa. Gostosa" — Nelson exclama enquanto levanta a calça do chão para colocar de lado e catar o celular no bolso. Ao encontrar, liga a câmera e começa a gravar Fabiola, que continua vidrada com o pau entre os peitos — "Assim, assim, putinha, você tá linda com esse pau preto na boca! Uma MILF branquinha madura com um baita negão" — ele exclama, grunhindo de prazer e rindo de satisfação.
— "O quê? O que você tá fazendo, Nelson?" — pergunta Fabiola nervosa, olhando pra ele e parando o que fazia.
— "O quê, amor? Isso aqui?" — Nelson pergunta rindo — "Não é nada, é só pra gente se divertir. O que você tá esperando? Por que parou? Eu não mandei você parar, linda" — ele diz num tom firme e autoritário, a voz rouca com um toque de doçura pra hipnotizar ainda mais a mulher — "Vai, amor, continua que você tá toda gostosa e safada fazendo isso" — Nelson não tira a câmera do celular do rosto dela.
Fabiola, hesitante e nervosa, mas inspirada pela voz dominante de Nelson, continua o espanhol, o que dissipa suas dúvidas e aumenta sua excitação. Ela esquece que está sendo gravada e lambe a glande de Nelson por conta própria, curtindo ainda mais o cheiro e o gosto, enchendo tudo de saliva.
— "Nelson, amor" — ela diz, com finas gotas de saliva nos lábios e no queixo — "promete que esse vídeo vai ser só seu" — ela fala e volta a chupar a ponta do pauzão que mantém abraçado entre os peitos, apertando com eles como se nada fosse, olhando pra câmera como uma mulher submissa e sorrindo com o pau bem preso entre os seios e a boca escorrendo saliva de um jeito sexy.
— "Claro, amor, é só pra mim" — ele diz sorrindo — "pra pensar em você quando estiver com o Juanito servindo o café da manhã dele e no gostoso que são os peitos da mamãe dele" — ele ri divertido com a última parte e sente uma mordidinha na ponta do pau que corta a diversão, mas a saliva e a língua da mulher curam aquela dorzinha na hora.
Ele continuava... gravando, dando zoom no rosto da Fabiola pra ela se ver claramente e dar pra notar que o rosto era dela, dava pra ver com clareza como ela usava a língua pra continuar saboreando o pênis enorme dele e as tetas dela esfregando em volta, dava pra ver na câmera o olhar vicioso de puta ninfomaníaca da Fabiola, que tava se deixando levar de novo pela libido dela, mesmo sendo gravada, mesmo com a beleza dela e o pauzão enorme enfeitando a cara e as tetas dela, dava pra notar no olhar dela a entrega, ela parecia, pra sorte do Nelson, uma daquelas atrizes milf pornô curtindo o pauzão jovem de um negão.
– Love, que coisas sujas você fala – diz ela ofegando e sorrindo pra câmera, Fabiola, olhando com tesão, feito uma puta enquanto saboreia a vergonha com as tetas e a boca – quero que você me coma com sua vergonha, love, que me faça gritar de prazer, bebê – exclama saboreando e olhando pra câmera, totalmente entregue e viciada – quero ser sua puta, bebê, quero que você me use como uma vagabunda de rua.
– Não dá pra ouvir – responde Nelson rindo – por que não fala mais alto, love, fala seu nome – ofega excitado – sua idade e de quem você é, mamãe – ri ofegando – vai, Promíscua, sei que você tá se molhando – ele continua gravando sem tirar a câmera dela.
– Me chamo Fabiola Menez, tenho 36 anos e sou a mãe do Juan Hansel Menez – diz ela ofegando e sorrindo pra câmera – e quero que o melhor amigo dele, o negão, me coma com a vergonha preta gostosa dele – mal termina, continua lambendo a ponta da pica do Nelson, que já brilha de tanta saliva que tem.
– Você fala de um jeito divino, Faby, porra! Mas pode ser mais puta, vai – instrui Nelson pra mulher, olhando dominador – se solta, isso vai ficar entre nós, love (claro, idiota) se solta, sei que você tem tesão nisso – diz rindo maliciosamente enquanto nos pensamentos dele ele já tinha exibido a Fabiola no grupo dos amigos.
Fabiola sorri excitada demais e responde ao pedido do Nelson.
“Sou a puta da mamãe de Juan Hansel Menez e aos meus 36 anos, adoro pica, mas a pretona, dura e quente pica do meu melhor amigo Nelson. Me chamo Fabiola Menez, mas pode me chamar de puta (dá uma lambida na glande), vagabunda (dá outra), puta (dá mais uma lambida) ou como você preferir, gato.
Ao gozar, sorri morbidamente enquanto esfrega com mais vontade as tetas na pica de Nelson e um dos seus dedos já toca seu clitóris duro e saltado, que escorre seus sucos quentes.
— Nossa, que vadia você é! Porra! Uma puta como você merece uma boa dose de porra por ser obediente — diz Nelson super excitado ao ouvir as palavras de Fabiola, e nisso sua pica endurecia mais, sentia como suas veias se marcavam e sobressaíam pulsando enquanto era molhada pelos lábios da mulher. Ela sente seu cheiro, sua umidade, seu calor, aquele aroma e gosto típicos de pica que ficavam impregnados no seu rosto, seu sabor e fedor deliciosos e excitantes para ela, que de novo, como naquela primeira noite, a fazia sentir mulher, a fazia sentir fêmea, a fazia sentir puta.
— Por que você pede porra, bebê? Vai, seja uma boa puta e peça o que você tanto gosta. É hora de aprender modos, você precisa saber como pedir sua dose de porra — exclama dominante e autoritário Nelson, olhando para ela e sem parar de gravar.
— Porque eu adoro, amor — responde ela obediente — adoro a porra que sai da sua deliciosa pica preta — lambe a pica como uma puta desesperada — porque com ela você me transforma na sua puta quente — dá novas lambidas sem tirar os olhos da câmera — vai, Nelson, enche como vagabunda os buracos de puta que eu tenho com sua pica gostosa e deixa eles cheios da sua porra saborosa — não para de lamber e olhar para a câmera e sente como Nelson fica mais duro e rosna ofegando de prazer — usa como a puta que eu sou e descarrega dentro de mim essa porra gostosa, viscosa e deliciosa que você carrega nesses ovo de macho tarado — dá uma última lambida longa e lenta por baixo da glande até o furinho da ponta da pica — me come, amor.
— Assim, vadia. Você me encanta! Porra! - exclama Nelson sorrindo de excitação e prazer, para o vídeo e joga o celular na cama, então tira o pau da boca de Fabiola e segura ela pelo braço enquanto vai beijando o pescoço dela e apalpando, percorrendo todas as curvas do corpo dela até chegar na bunda e agarrar com as mãos, amassando como um pêssego - agora você é minha puta, espero que cumpra sua promessa, sua vadiazinha, nada de interrupções de ninguém, ouviu?
- Não, meu amor, ninguém vai nos interromper enquanto você me usa como a puta que eu sou - responde Fabiola enquanto sente as mãos fortes do garoto nas nádegas dela e os beijos e lambidas no pescoço, no queixo e nos lábios - já quero você me enchendo de pau e porra quente - geme
- Você deu sua palavra, sua vadiazinha - declara emocionado e autoritário Nelson
- Sim, bebê, sou vadiazinha de palavra - geme submissa Fabiola
- Assim que eu gosto, puta - responde Nelson e beija ela profundamente por um longo tempo, molhando os lábios com a saliva dela enquanto as mãos percorrem cada detalhe do corpo da mulher, especialmente na bunda, aquela que ele curtiu muito na balada e que ainda tava com vontade, a língua dele se enroscava na dela, chupando os lábios carnudos e misturando as salivas, fazendo ela beber e bebendo dela, até que ele pega ela pela mão e começa a guiar, assim ela cola a bunda nele
- Faz isso, Nelson - geme animada
Nelson abre a porta que dá no corredor por onde entraram e caminha para fora empurrando ela com o pau ereto e preto se esfregando nas nádegas dela, enquanto não solta a mão dela
- Mete logo, bebê - exclama Fabiola gemendo - você me deixou ansiosa pra me foder - empurra a bunda contra ele
- Vou fazer isso, amor - responde Nelson enquanto beija a bochecha dela e sem soltar as mãos continua empurrando até sair no corredor e guiar ela direto pro quarto onde Juan já dorme
- Amor, sério? - pergunta nervosa Fabiola ao ver o destino onde ele a leva, sentindo medo mas também Uma chama de tesão e excitação acesa no peito dela
- O que você tá pensando, putinha? - pergunta Nelson sussurrando baixinho enquanto pisca um olho e não para de andar
- Que você me coma do lado do Juaninho - ela diz ofegante, baixinho
- Que doente você é, Faby! - responde em sussurros, rindo Nelson perto do rosto dela - quer que um preto te coma do lado do seu bebezinho? - beija a bochecha dela de novo enquanto ri, embora fosse evidente que Nelson queria isso, já que estavam na frente da porta do Juan, que estava entreaberta, por ordem da própria Fabíola
- Só com você sou assim tão doente e safada, Nelson - responde Fabíola sorrindo, olhando nervosa pra porta - além disso, dá pra ver que você quer fazer, senão por que me trouxe aqui? - sussurra rindo
- Não é que uma mãe daria tudo pelo filho? - pergunta Nelson rindo enquanto esfrega o pau entre as nádegas dela - o que será que ele pensaria se te visse entregar a raba pra um preto do mesmo colégio que ele frequenta? - pergunta Nelson no ouvido de Fabíola sem parar de se esfregar na bunda dela
- Não sei - ela diz mordendo os lábios ao sentir as esfregadas - mas agora não me importa mais nada além de sentir esse preto no meu cuzinho
- Que amor de mãe você tem - diz Nelson divertido e empurra a porta pra abrir um pouco mais, dá pra ver como o quarto vai se iluminando levemente pela pouca luz da lua que entra pelas janelas, já que tudo continua escuro
Então a porta se abre e na escuridão se vê iluminados só pelos contornos os móveis do quarto, assim como a cama e a silhueta de um volume, é o Juan que está dormindo, coberto só por um lençol
- O neném tá dormindo - solta Nelson com um tom debochado - não pode fazer barulho - continua empurrando ela por trás até levá-la à escrivaninha onde o Juan fazia as tarefas, além da cadeira onde ele se sentava pra fazê-las, pega esta última e a coloca de forma que fique de frente pro rosto dormindo do Juan - vamos lá, Faby, coloca as mãos na cadeira ou melhor ainda, coloca os cotovelos nela e levanta essa bunda gostosa o máximo que puder—
Fabiola obedece, apoiando os cotovelos e erguendo a bunda com as pernas bem esticadas, rebolando a cintura de forma lasciva enquanto finge não ver Juan e foca o olhar em Nelson— Cê gosta da minha bunda pequena, Nelson?
— Claro, putinha — responde Nelson, admirando a mulher oferecendo a bunda pra ele — agora aguenta esses gritos, mas se quero ouvir você gemer, vadia — pega Fabiola pela cintura e, com muita delicadeza, vira ela de modo que o rosto dela fique de frente pro filho, a só alguns centímetros, nua na frente dele, com um preto atrás apontando o pauzão direto pro cu apertado dela. Por um instante, um sentimento de remorso com amor maternal passa pela mente de Fabiola
(O que cê tava fazendo? Como chegou nisso? O que seu filho ia pensar? Cê tá machucando ele?)
Enquanto essas perguntas passam pela cabeça da Faby, Nelson molha os dedos com saliva e enfia um par deles no cu dela, pra lubrificar enquanto curte o momento. Depois de um tempo, segura o pau e aponta direto pro reto dela, começando a fazer pressão
— Nelson! Nelson! — exclama Fabiola sussurrando ao sentir aquela coisa enorme tentando invadir ela — para! acho que isso já tá errado — fala nervosa, mas mesmo assim não faz o menor movimento pra sair daquela posição — e se ele acordar? — sente a cabeça daquele pauzão beijando a entrada do cu dela e começando a abrir — Nelson, será que isso vai dar certo? — ofega mordendo os lábios
— O que cê acha, Faby? — diz Nelson parando um pouco a investida — vai, me fala.
— É que… — exclama ofegando e olhando pro filho dormindo — Juanzinho nunca me viu assim, nem com o pai dele! Tô louca! — ofega nervosa enquanto sente Nelson pressionar o pau de novo contra o cu dela, ela morde os lábios de novo em sinal de prazer — mas te negar essa bunda agora já seria errado, amor — prossegue ela cedendo cada vez mais ao prazer do que ao remorso de ser fodida na frente do filho dormindo — toma a decisão por mim, é o que um homem faz pela sua mina — conclui balançando a bunda suavemente, sentindo o cu abrir cada vez mais e deixar a ponta daquela pica enorme entrar
— Você disse que a gente não para a foda — ronca Nelson com um sussurro autoritário — foi o trato porque decidi ficar pra dormir com você — assim começa a meter mais a pica no cu da Fabíola, sentindo ele sugar a ponta já engolida e começando a deslizar o tronco dentro dela — agora, se ele acorda ou não, depende de você — segura ela pela cintura enquanto continua deslizando o tronco dentro do rabo dela — ele dorme que nem uma pedra, então só controla seus gritos — lambe a orelhinha dela e sussurra — mas eu quero ouvir você gemer — ao terminar a frase, a pica inteira do Nelson já está cravada na bunda da Fabíola, que pelo tesão e prazer que sente, ofega sentindo a buceta começar a soltar sucos que escorrem pelas pernas e caem no chão do quarto do próprio filho dela
— Ahhhh, ahhhhhhh, ahhhhh — ofega Fabíola de prazer enquanto sente a pica enorme do Nelson perfurar o cu dela, que resiste um pouco causando uma dor gostosa, os peitos começam a esfregar na cadeira com o vai e vem e ela pode sentir os bicos endurecidos roçando na cadeira, que já estão muito sensíveis, o clitóris inchado e quente escorre que nem torneira aberta, se misturando com os fluidos da vagina, encharcando ainda mais o chão — uffffff, Nelson, mais, mais — ofega reprimindo os gritos
— Ok, puta — ronca que nem um macho o Nelson e começa a montar ela devagar pelo cu, como a vadia que ela era, a pica entrava e saía do cu dela enquanto com as mãos ele abria a bunda dela de par em par
— Ahhhh, ahhhhhhh, ahhhhh — geme gostoso a Fabíola — assim, Nelson, assiiii, mete tua pica gostosa em mim ¡ahhhh! — geme sussurrando sentindo a carne dura do jovem amante foder ela
O pau preto do Nelson agora tem uma cabeça vermelha e lubrificada pelo atrito, fazendo o prepúcio descer até deixar o membro todo ereto exposto, aquela vara enorme de cor preta, agora mostra um tom rosado e musculoso, com as veias marcadas pela pressão que gera ao penetrar a bunda da Fabiola, que estava cada vez mais melada pelas enfiadas duras e suaves do amante, deixando ela tremendo de prazer, mas com as pernas bem esticadas e o rabo bem levantado
O Nelson sentia uma leve coceira, era uma sensação nova até pra ele, embora tenha durado só uns minutos, porque depois ele sentiu a lubrificação natural que o cu da Fabiola soltava, o que deixava ele ir mais fundo nela, aumentando o ritmo da cavalgada, igual nos filmes pornô que ele via em casa, riu ao se imaginar naquela tela montando a mãe do moleque que ele sempre enchia o saco e grunhiu de satisfação sem parar de meter
-Ahhhhhhh, ahhhh, ufffffff siiiiiiiim!- geme a Fabiola segurando os gritos enquanto sente a pica dura do Nelson se enfiar mais e mais fundo nela, se movendo ritmadamente com ele numa metida e tirada gostosa, fazendo os fluidos dela caírem ainda mais rápido no chão, ela dando a bunda e ele recebendo como um touro, até começou a se ouvir os corpos batendo de leve- ahhhh, sim papai, mais me dá mais- geme ela cheia de prazer
-O que foi, meu amor?- pergunta rindo o Nelson- o que foi, Promíscua? cadê aquele papo de "e se meu filho acordar"?- Nelson pergunta num tom de deboche mas urrando de satisfação, segura ela pelos ombros e começa a foder cada vez mais forte, mais gostoso, mais pesado, agora dava pra ouvir a pélvis batendo na bunda da Fabiola, estralando forte
-Ahhhhhhhh, que gostoso!- os sussurros da Fabiola viram gemidos normais, ainda consegue segurar os gritos mas o corpo dela tá quente demais, se sente suada tremendo de tesão, também escuta como os aplausos das bundas dela com a pélvis forte do Nelson ficam mais sonoros, aí ela solta uma risadinha sorrindo olhando pro Juanito dormindo - acho que…- ofega e olha pro Nelson em cima dela - ufffffff, vamos saber- morde os lábios tentando reprimir os gritos de prazer - Meu Deus! Não para! ufffffffff- ofega totalmente entregue
- O que que não?- rosna o Nelson quase como um possesso - anda, fala mais alto, não quer, sua putinha?-
- Ahhhhhhh ¡¡não para love, não para!!- ofega a Fabiola quase gritando já sem reprimir os gemidos
- Porra puta! vou gozar- brama o Nelson todo excitado - é isso que você quer puta, fala, fala na frente do seu filho- pega o cabelo da Fabiola e segura de um jeito que obriga ela a olhar pro Juan dormindo
- Ahhhhhhh ¡¡sim Nelson, siiiim!!- ofega já com uma voz mais solta a Fabiola mal se segurando pra não gritar - enche minha bunda de porra, joga seu esperma gostoso dentro do meu cu love!!- geme totalmente entregue
O Nelson levanta ela ainda mais segurando pelo cabelo, arqueando as costas dela e levantando o rosto pra olhar ela e colocando os peitos duros dela na altura do rosto do Juan dormindo, nessa pose ele começa a gozar jatos e jatos de sêmen, esperma e leitada dentro dela, sentindo como essa mistura queima, arde dentro do cu da Fabiola
- ¡¡Ahhhhhhhh, ahhhhhhhhh, ufffff!! ¡¡que gostoso Nelson, que delícia!!!- solta a Fabiola olhando nos olhos dele com gritos cheios de luxúria enquanto a boca dela escorre saliva pelos cantos - me deixa cheia!!- o corpo dela treme enquanto sente o cu sendo preenchido de porra quente, soltando gritos de prazer
O Nelson arruma a cadeira e senta nela e em cima dele senta a Fabiola sem tirar o pau do cu dela, ainda enchendo ela, pega o rosto dela e vira pra beijar ela nos lábios e quando termina de encher ela, para de beijar e olha pra ela com as testas grudadas - você arrasou meu amor- proclama o vitorioso e assim carrega ela e levanta levando ela pro quarto, não sem antes de arrumar a cadeira no lugar e abrir um pouco a janela do Juan pra liberar os cheiros
—Doces sonhos, Juanito — exclama Fabiola enquanto é levada pra cama, ainda empalada pelo cu e sorrindo pro filho, que ao ouvir os gritos mal se mexeu um pouco na cama.
— Uff, sua putinha, você foi deliciosa — exclama Nelson enquanto beija ela docemente nos lábios e passa a mão na perna dela — adorei você, bebê.
Isso era o fim de uma série de elogios cheios de sensualidade, erotismo e romance que o garoto fazia pra mulher que ainda estava atordoada e não acreditava no que tinha acabado de rolar na balada. Nelson, por outro lado, estava fascinado não só pela roupa da mulher, que fazia ela parecer uma verdadeira puta, mas também porque a atitude dela tava cada vez mais dócil e meiga com ele, uma combinação excitante das duas mulheres que viviam dentro da Faby: a mãe dedicada, doce e carente, e a puta fogosa que ficou escondida por tanto tempo.
— Você pediu pra eu ser puta — responde Faby rindo tímida, sentindo o hálito do garoto perto dos lábios dela — então fui puta. Além disso... — beija ele com aquele toque de paixão e safadeza que só ela tem — esse pauzão gostoso que você tem, não consigo negar nada. Fazia anos que não chegava em casa tão tarde — ri de novo, tímida, e beija ele na boca de novo, mas ao se separar faz a pergunta que tanto queria — você vai dormir comigo, né? — fala entre meiga e suplicante.
(Puxa, a putinha tá precisando demais, parece que muito tempo sem pinto tá afetando a autoestima dela, hahaha, pobre idiota, adoro ela assim, tão promíscua. Será que consigo ir longe com a minha manipulação?)
Os pensamentos de Nelson ficam cada vez mais tarados e ele sorri pra mulher, que olha esperando a resposta dele.
— Não sei, amor, é tarde e também não quero te incomodar, nem o seu "filhinho" — sorri meio divertido com a última parte, e ela ri junto, tímida — acho que o melhor é... Ir pra casa.
- Mas se você não é um incômodo - ela pega a mão dele que ainda está na perna dela - por favor, fica e vai embora antes do Juanito acordar, pra ele não desconfiar de nada… fim de semana eu não deixo ele acordar tarde e além disso - ela passa o dedo nos lábios dele e desliza até o nariz - se você quiser, a gente faz umas coisas gostosas no silêncio - ela ri tímida no final da frase.
- Sério, love? - ele fala num tom dominante, passando a mão pela perna dela, deslizando por baixo da saia, se aproximando dela de forma lasciva e beijando ela, enfiando a língua na boca dela e chupando os lábios enquanto sente a respiração ofegante e quente dela - você se deixaria comer pelo melhor amigo preto do seu bebezinho enquanto ele dorme a poucos metros de você?
Ela deixa ele chupar a língua dela e abre as pernas pra facilitar a mão dele subir - seria bem safado, né? Isso te excita, Nelson? - ela pergunta entre beijos, sentindo a mão do cara subir até roçar a buceta dela que tá à mostra, e sente os dedos dele roçarem os pelinhos da região íntima.
- Acho que o Juanito tem que se acostumar a ver que você é uma mulher feita e pode fazer o que quiser na vida - ele mantém os dedos só roçando os pelinhos dela sem se desgrudar dos lábios dela - olha só, você deixou ele feito um moleque mimado jogando no playstation dele - ele ri divertido - aposto que ainda leva o almoço e os lanches pro quarto dele, né?
- Bom, verdade, eu mimo ele demais, é meu único filho e por isso amo muito ele - ela tenta se afastar ao imaginar o pequeno dormindo sozinho em casa enquanto ela flerta com o amigo dele no carro depois de beber e foder numa balada, meio arrependida - ele é meu tesouro - ela sente dois dedos do cara deslizarem na bucetinha dela, abrindo um pouco, e ela solta um gemido pra se grudar de novo nele - já você, Nelson - um dedo entra devagar na buceta dela e fica parado enquanto ela fala - quero que você seja meu homem - ela diz ofegante.
- E Eu quero que você seja minha mulher, Faby" — diz ele sorrindo, mantendo o dedo médio dentro dela, fazendo movimentos circulares suaves — "mas pra isso você precisa entender que, se não deixar seu filho crescer, ele nunca vai se tornar um homem." Ele tira o dedo dela e se afasta um pouco, embora a mão ainda toque a perna dela, deixando um pouco da umidade interna dela espalhada ali. "Espero que você entenda. Ele é meu amigo, e o que eu mais quero é que ele amadureça. Pra isso, você precisa deixá-lo crescer e entender que a mãe dele pode fazer o que quiser da própria vida. E sim..." — ele enfia a mão nela de novo, agora cravando dois dedos suavemente na rachinha da mulher, que solta um gemido longo e quente, enquanto ele beija o pescoço dela docemente. "Você tem razão, me dá tesão te comer do lado do seu filho" — ri safado, enquanto deixa os dois dedos abrindo e fechando dentro dela.
Ela ofega, sentindo a buceta molhar e pulsar de desejo. "Bom, pode ser que tendo um homem de verdade na minha vida, o Juanito cresça e eu pare de mimar ele tanto." Beija ele, enfiando a língua na boca dele com vontade e fome, enquanto sente os dedos de Nelson explorando ela por dentro. "Então vamos nessa pra você me comer? Aposto que você fica igual um animal, e eu adoro isso."
— Com uma condição, meu amor.
— Qual, amor?
— Se eu vou entrar na sua casa, não vai ser mais como amigo do Juan, mas como seu convidado. Então, se eu te foder — e vou —, não quero que seu filho nos interrompa... mesmo que ele acorde ou algo assim. Porque me frustra ter você servida na cama e não poder te comer porque seu bebê está em casa. Espero que entenda, tá? — Ele olha nos olhos dela, onde vê um pouco de dúvida, mas ao ver o poder do garoto, o olhar dela se transforma em submissão. "Então vou te foder mesmo que seu filho acorde. Você é a mãe dele, e ele precisa aprender a te obedecer. Se ele tiver que voltar pra dormir pra não nos interromper, você manda ele, vale, coração?"
— Tá certo, amor. Parece um acordo justo — responde ela, submissa e meiga. "Além disso, ninguém gosta de ser interrompido no sexo, amor. Eu também não. quero isso, a partir de hoje você entra na minha casa como meu convidado e não mais como amiguinho dela, e vamos foder tudo o que você quiser
- Assim que eu gosto, gostosa - ele beija ela na boca com mais luxúria e liga o carro pra levar até a frente da casa dela e meter no garagem onde cabe 2 carros perfeitamente, eles descem do carro e sem fazer barulho nem acender as luzes continuam se beijando enquanto Faby guia o Nelson pela escuridão
Ela faz ele abraçar ela pela cintura colando o volume dele contra a bunda dela e assim vão andando devagar no escuro, em silêncio, enquanto ele beija o pescoço dela e apalpa o corpo dela enquanto sobem as escadas, direto pro quarto dela
O corredor tem 4 portas, a do canto do fundo é o quarto do Juan que dorme profundamente, a seguinte é um lavabo e do lado o quarto de visitas e na outra ponta do quarto do Juan, está a porta que vai direto pro quarto da Fabíola, aquele que o Nelson atravessou uns dias atrás e pôde aproveitar a primeira vez com ela, ele sorri ao lembrar
- Seu filho é um dorminhoco, bebê - ri e continua beijando e acariciando - não acorda por nada
- Assim ele não atrapalha enquanto a gente fode, love - responde Faby rindo baixinho enquanto se vira pra beijar ele e se pendura no pescoço dele enfiando a língua na boca dele e brincando com a dele enquanto esfrega o corpo contra o dele
Nelson pega ela pela cintura e ela envolve a dele enquanto ele levanta ela pela bunda até a cama sem parar de se beijar, Nelson senta na beira da cama e ela vai abrindo a camisa dele deixando o torso forte dele à mostra, iluminado só pela luz da lua que entra pelas frestas das cortinas
- Bem promíscua, você deixou minha pica bem leitada umas horas atrás mas... - ele tira ela de cima e sorri sentado já sem camisa e abaixando o zíper da calça e abrindo na frente dos olhos dela - sabe... - libera a pica preta enorme grossa e dura diante do olhar dela Fabiola, que passa a língua nos lábios e sorri pra ele toda safada — já tá duro de novo — ele ri, dominante e divertido com a cena da mulher — então você vai ter que botar essa boquinha e esses peitos de puta barata pra trabalhar, sua vagabunda — abre as pernas e se apoia com as mãos na cama, levantando mais a pica pra sua mulher
Ela tira o vestido de um puxão só, deixando ele em cima da cama e ficando só de salto, depois se ajoelha no chão e, olhando com tesão pro Nelson, pega no pau duro dele e sorri
— Que pica enorme você tem!
Começa a lamber ele como se fosse um pirulito, deslizando a língua por todo o tronco e saboreando a cabeça daquela pica preta enorme e dura, olhando pra ele como uma puta submisa e complacente enquanto esfrega os peitos duros, sentindo os bicos subirem e ficarem eretos e durinhos
— Adoro o seu gosto, Nelson
Exclama e continua chupando ele inteiro até dar uns engasgos leves, deixando a saliva escorrer pela pica e pegando ela com a língua desde a base, subindo de novo por todo o tronco e mergulhando de novo, repetindo o processo até deixar a pica brilhando de saliva. Desce pra chupar as bolas dele uma por uma, colocando elas na boca e curtindo o gosto delas, que já estão cheias de esperma de novo e que ela tá doida pra extrair
— Ahhhh assim, assim, Promiscuous, porra! Que puta boa você é — Nelson olha pra ela enquanto curte o espetáculo da mulher se acabando de boca na pica dele — Que gostosa você é! Boqueteira de luxo, ufff, você é boa nisso, sabia? (Você tem um futuro de puta, hehe) — pensa Nelson sem perder um segundo daquele show tão gostoso (quanto dinheiro vou fazer com você, Promiscuous)
Segura a cabeça dela e acaricia o cabelo dela com carinho (carinho que nem seu marido nem seu filho te dão) — sorri com esse pensamento (uma mulher tão carente, tão necessitada, tão desesperada pela atenção de um homem de verdade que se rebaixa a ser a puta de um preto) — continua sorrindo enquanto acaricia ela com ternura
Ela não para de Chupar ele – Cê gosta, meu amor, do jeito que eu como esse teu pedaço de carne? – Ela enfia tudo na boca, dando ainda mais ânsias, e quando solta, dá pra ver a pica do Nelson toda babada, com um monte de saliva escorrendo.
– Olha como você deixou minhas tetas – Ela aperta elas, olhando pra ele ainda com fios de saliva escorrendo da boca – Fode elas – exclama e prende a pica do Nelson entre os peitos, enquanto olha suplicante, massageando a vergonha dela entre eles – Fode elas, amor, come elas, gostoso.
– Usa elas você, bebê! – diz Nelson rindo da cena – Faz uma russa pra mim, amor! Quero que você use essas tetas do jeito que merecem ser usadas, do tamanho que são! – continua rindo enquanto sente a maciez dos peitos da Fabiola abraçando a pica dele.
Ela sobe e desce os peitos pesados, esfregando a pica dura do Nelson, olhando pra ele enquanto continua deixando cair fios de saliva da boca que molham a pica dele e que ela aperta com as tetas pra sentir como ela tá dura entre elas – Come elas, amor, fode minhas tetas – geme excitada – Me usa como sua putinha, bebê, vai.
– Que eu te use? – pergunta Nelson rindo – Não pede coisa que você não vai gostar no final – exclama com um sorriso dominador e puxa ela pelo cabelo, fazendo ela lamber a glande dele, a ponta da pica com a língua, enquanto curte os peitos da Fabiola massageando o tronco da pica dele – Assim, assim, Promíscua, porra! Como você é boa, você é minha Promíscua favorita de agora em diante, Fabiola.
Ela geme chupando toda a cabeça preta daquele pauzão enorme e, sem parar de mamar, continua pegando com as tetas o tronco endurecido, preto e cheio de veias do Nelson – Ser usada por você é uma delícia, bebê – diz enquanto enfia a glande pulsante na boca, e até sente a buceta dela soltando jorros de fluidos quentes e viscosos de tão excitada que tá. Num momento oportuno, ela roça os bicos dos peitos endurecidos no falo do Nelson e isso faz ela tremer enquanto sente os sucos quentes da buceta escorrendo por dentro das pernas.
– Assim, assim que eu gosto, porra! Continua com essa russa. Gostosa" — Nelson exclama enquanto levanta a calça do chão para colocar de lado e catar o celular no bolso. Ao encontrar, liga a câmera e começa a gravar Fabiola, que continua vidrada com o pau entre os peitos — "Assim, assim, putinha, você tá linda com esse pau preto na boca! Uma MILF branquinha madura com um baita negão" — ele exclama, grunhindo de prazer e rindo de satisfação.
— "O quê? O que você tá fazendo, Nelson?" — pergunta Fabiola nervosa, olhando pra ele e parando o que fazia.
— "O quê, amor? Isso aqui?" — Nelson pergunta rindo — "Não é nada, é só pra gente se divertir. O que você tá esperando? Por que parou? Eu não mandei você parar, linda" — ele diz num tom firme e autoritário, a voz rouca com um toque de doçura pra hipnotizar ainda mais a mulher — "Vai, amor, continua que você tá toda gostosa e safada fazendo isso" — Nelson não tira a câmera do celular do rosto dela.
Fabiola, hesitante e nervosa, mas inspirada pela voz dominante de Nelson, continua o espanhol, o que dissipa suas dúvidas e aumenta sua excitação. Ela esquece que está sendo gravada e lambe a glande de Nelson por conta própria, curtindo ainda mais o cheiro e o gosto, enchendo tudo de saliva.
— "Nelson, amor" — ela diz, com finas gotas de saliva nos lábios e no queixo — "promete que esse vídeo vai ser só seu" — ela fala e volta a chupar a ponta do pauzão que mantém abraçado entre os peitos, apertando com eles como se nada fosse, olhando pra câmera como uma mulher submissa e sorrindo com o pau bem preso entre os seios e a boca escorrendo saliva de um jeito sexy.
— "Claro, amor, é só pra mim" — ele diz sorrindo — "pra pensar em você quando estiver com o Juanito servindo o café da manhã dele e no gostoso que são os peitos da mamãe dele" — ele ri divertido com a última parte e sente uma mordidinha na ponta do pau que corta a diversão, mas a saliva e a língua da mulher curam aquela dorzinha na hora.
Ele continuava... gravando, dando zoom no rosto da Fabiola pra ela se ver claramente e dar pra notar que o rosto era dela, dava pra ver com clareza como ela usava a língua pra continuar saboreando o pênis enorme dele e as tetas dela esfregando em volta, dava pra ver na câmera o olhar vicioso de puta ninfomaníaca da Fabiola, que tava se deixando levar de novo pela libido dela, mesmo sendo gravada, mesmo com a beleza dela e o pauzão enorme enfeitando a cara e as tetas dela, dava pra notar no olhar dela a entrega, ela parecia, pra sorte do Nelson, uma daquelas atrizes milf pornô curtindo o pauzão jovem de um negão.
– Love, que coisas sujas você fala – diz ela ofegando e sorrindo pra câmera, Fabiola, olhando com tesão, feito uma puta enquanto saboreia a vergonha com as tetas e a boca – quero que você me coma com sua vergonha, love, que me faça gritar de prazer, bebê – exclama saboreando e olhando pra câmera, totalmente entregue e viciada – quero ser sua puta, bebê, quero que você me use como uma vagabunda de rua.
– Não dá pra ouvir – responde Nelson rindo – por que não fala mais alto, love, fala seu nome – ofega excitado – sua idade e de quem você é, mamãe – ri ofegando – vai, Promíscua, sei que você tá se molhando – ele continua gravando sem tirar a câmera dela.
– Me chamo Fabiola Menez, tenho 36 anos e sou a mãe do Juan Hansel Menez – diz ela ofegando e sorrindo pra câmera – e quero que o melhor amigo dele, o negão, me coma com a vergonha preta gostosa dele – mal termina, continua lambendo a ponta da pica do Nelson, que já brilha de tanta saliva que tem.
– Você fala de um jeito divino, Faby, porra! Mas pode ser mais puta, vai – instrui Nelson pra mulher, olhando dominador – se solta, isso vai ficar entre nós, love (claro, idiota) se solta, sei que você tem tesão nisso – diz rindo maliciosamente enquanto nos pensamentos dele ele já tinha exibido a Fabiola no grupo dos amigos.
Fabiola sorri excitada demais e responde ao pedido do Nelson.
“Sou a puta da mamãe de Juan Hansel Menez e aos meus 36 anos, adoro pica, mas a pretona, dura e quente pica do meu melhor amigo Nelson. Me chamo Fabiola Menez, mas pode me chamar de puta (dá uma lambida na glande), vagabunda (dá outra), puta (dá mais uma lambida) ou como você preferir, gato.
Ao gozar, sorri morbidamente enquanto esfrega com mais vontade as tetas na pica de Nelson e um dos seus dedos já toca seu clitóris duro e saltado, que escorre seus sucos quentes.
— Nossa, que vadia você é! Porra! Uma puta como você merece uma boa dose de porra por ser obediente — diz Nelson super excitado ao ouvir as palavras de Fabiola, e nisso sua pica endurecia mais, sentia como suas veias se marcavam e sobressaíam pulsando enquanto era molhada pelos lábios da mulher. Ela sente seu cheiro, sua umidade, seu calor, aquele aroma e gosto típicos de pica que ficavam impregnados no seu rosto, seu sabor e fedor deliciosos e excitantes para ela, que de novo, como naquela primeira noite, a fazia sentir mulher, a fazia sentir fêmea, a fazia sentir puta.
— Por que você pede porra, bebê? Vai, seja uma boa puta e peça o que você tanto gosta. É hora de aprender modos, você precisa saber como pedir sua dose de porra — exclama dominante e autoritário Nelson, olhando para ela e sem parar de gravar.
— Porque eu adoro, amor — responde ela obediente — adoro a porra que sai da sua deliciosa pica preta — lambe a pica como uma puta desesperada — porque com ela você me transforma na sua puta quente — dá novas lambidas sem tirar os olhos da câmera — vai, Nelson, enche como vagabunda os buracos de puta que eu tenho com sua pica gostosa e deixa eles cheios da sua porra saborosa — não para de lamber e olhar para a câmera e sente como Nelson fica mais duro e rosna ofegando de prazer — usa como a puta que eu sou e descarrega dentro de mim essa porra gostosa, viscosa e deliciosa que você carrega nesses ovo de macho tarado — dá uma última lambida longa e lenta por baixo da glande até o furinho da ponta da pica — me come, amor.
— Assim, vadia. Você me encanta! Porra! - exclama Nelson sorrindo de excitação e prazer, para o vídeo e joga o celular na cama, então tira o pau da boca de Fabiola e segura ela pelo braço enquanto vai beijando o pescoço dela e apalpando, percorrendo todas as curvas do corpo dela até chegar na bunda e agarrar com as mãos, amassando como um pêssego - agora você é minha puta, espero que cumpra sua promessa, sua vadiazinha, nada de interrupções de ninguém, ouviu?
- Não, meu amor, ninguém vai nos interromper enquanto você me usa como a puta que eu sou - responde Fabiola enquanto sente as mãos fortes do garoto nas nádegas dela e os beijos e lambidas no pescoço, no queixo e nos lábios - já quero você me enchendo de pau e porra quente - geme
- Você deu sua palavra, sua vadiazinha - declara emocionado e autoritário Nelson
- Sim, bebê, sou vadiazinha de palavra - geme submissa Fabiola
- Assim que eu gosto, puta - responde Nelson e beija ela profundamente por um longo tempo, molhando os lábios com a saliva dela enquanto as mãos percorrem cada detalhe do corpo da mulher, especialmente na bunda, aquela que ele curtiu muito na balada e que ainda tava com vontade, a língua dele se enroscava na dela, chupando os lábios carnudos e misturando as salivas, fazendo ela beber e bebendo dela, até que ele pega ela pela mão e começa a guiar, assim ela cola a bunda nele
- Faz isso, Nelson - geme animada
Nelson abre a porta que dá no corredor por onde entraram e caminha para fora empurrando ela com o pau ereto e preto se esfregando nas nádegas dela, enquanto não solta a mão dela
- Mete logo, bebê - exclama Fabiola gemendo - você me deixou ansiosa pra me foder - empurra a bunda contra ele
- Vou fazer isso, amor - responde Nelson enquanto beija a bochecha dela e sem soltar as mãos continua empurrando até sair no corredor e guiar ela direto pro quarto onde Juan já dorme
- Amor, sério? - pergunta nervosa Fabiola ao ver o destino onde ele a leva, sentindo medo mas também Uma chama de tesão e excitação acesa no peito dela
- O que você tá pensando, putinha? - pergunta Nelson sussurrando baixinho enquanto pisca um olho e não para de andar
- Que você me coma do lado do Juaninho - ela diz ofegante, baixinho
- Que doente você é, Faby! - responde em sussurros, rindo Nelson perto do rosto dela - quer que um preto te coma do lado do seu bebezinho? - beija a bochecha dela de novo enquanto ri, embora fosse evidente que Nelson queria isso, já que estavam na frente da porta do Juan, que estava entreaberta, por ordem da própria Fabíola
- Só com você sou assim tão doente e safada, Nelson - responde Fabíola sorrindo, olhando nervosa pra porta - além disso, dá pra ver que você quer fazer, senão por que me trouxe aqui? - sussurra rindo
- Não é que uma mãe daria tudo pelo filho? - pergunta Nelson rindo enquanto esfrega o pau entre as nádegas dela - o que será que ele pensaria se te visse entregar a raba pra um preto do mesmo colégio que ele frequenta? - pergunta Nelson no ouvido de Fabíola sem parar de se esfregar na bunda dela
- Não sei - ela diz mordendo os lábios ao sentir as esfregadas - mas agora não me importa mais nada além de sentir esse preto no meu cuzinho
- Que amor de mãe você tem - diz Nelson divertido e empurra a porta pra abrir um pouco mais, dá pra ver como o quarto vai se iluminando levemente pela pouca luz da lua que entra pelas janelas, já que tudo continua escuro
Então a porta se abre e na escuridão se vê iluminados só pelos contornos os móveis do quarto, assim como a cama e a silhueta de um volume, é o Juan que está dormindo, coberto só por um lençol
- O neném tá dormindo - solta Nelson com um tom debochado - não pode fazer barulho - continua empurrando ela por trás até levá-la à escrivaninha onde o Juan fazia as tarefas, além da cadeira onde ele se sentava pra fazê-las, pega esta última e a coloca de forma que fique de frente pro rosto dormindo do Juan - vamos lá, Faby, coloca as mãos na cadeira ou melhor ainda, coloca os cotovelos nela e levanta essa bunda gostosa o máximo que puder—
Fabiola obedece, apoiando os cotovelos e erguendo a bunda com as pernas bem esticadas, rebolando a cintura de forma lasciva enquanto finge não ver Juan e foca o olhar em Nelson— Cê gosta da minha bunda pequena, Nelson?
— Claro, putinha — responde Nelson, admirando a mulher oferecendo a bunda pra ele — agora aguenta esses gritos, mas se quero ouvir você gemer, vadia — pega Fabiola pela cintura e, com muita delicadeza, vira ela de modo que o rosto dela fique de frente pro filho, a só alguns centímetros, nua na frente dele, com um preto atrás apontando o pauzão direto pro cu apertado dela. Por um instante, um sentimento de remorso com amor maternal passa pela mente de Fabiola
(O que cê tava fazendo? Como chegou nisso? O que seu filho ia pensar? Cê tá machucando ele?)
Enquanto essas perguntas passam pela cabeça da Faby, Nelson molha os dedos com saliva e enfia um par deles no cu dela, pra lubrificar enquanto curte o momento. Depois de um tempo, segura o pau e aponta direto pro reto dela, começando a fazer pressão
— Nelson! Nelson! — exclama Fabiola sussurrando ao sentir aquela coisa enorme tentando invadir ela — para! acho que isso já tá errado — fala nervosa, mas mesmo assim não faz o menor movimento pra sair daquela posição — e se ele acordar? — sente a cabeça daquele pauzão beijando a entrada do cu dela e começando a abrir — Nelson, será que isso vai dar certo? — ofega mordendo os lábios
— O que cê acha, Faby? — diz Nelson parando um pouco a investida — vai, me fala.
— É que… — exclama ofegando e olhando pro filho dormindo — Juanzinho nunca me viu assim, nem com o pai dele! Tô louca! — ofega nervosa enquanto sente Nelson pressionar o pau de novo contra o cu dela, ela morde os lábios de novo em sinal de prazer — mas te negar essa bunda agora já seria errado, amor — prossegue ela cedendo cada vez mais ao prazer do que ao remorso de ser fodida na frente do filho dormindo — toma a decisão por mim, é o que um homem faz pela sua mina — conclui balançando a bunda suavemente, sentindo o cu abrir cada vez mais e deixar a ponta daquela pica enorme entrar
— Você disse que a gente não para a foda — ronca Nelson com um sussurro autoritário — foi o trato porque decidi ficar pra dormir com você — assim começa a meter mais a pica no cu da Fabíola, sentindo ele sugar a ponta já engolida e começando a deslizar o tronco dentro dela — agora, se ele acorda ou não, depende de você — segura ela pela cintura enquanto continua deslizando o tronco dentro do rabo dela — ele dorme que nem uma pedra, então só controla seus gritos — lambe a orelhinha dela e sussurra — mas eu quero ouvir você gemer — ao terminar a frase, a pica inteira do Nelson já está cravada na bunda da Fabíola, que pelo tesão e prazer que sente, ofega sentindo a buceta começar a soltar sucos que escorrem pelas pernas e caem no chão do quarto do próprio filho dela
— Ahhhh, ahhhhhhh, ahhhhh — ofega Fabíola de prazer enquanto sente a pica enorme do Nelson perfurar o cu dela, que resiste um pouco causando uma dor gostosa, os peitos começam a esfregar na cadeira com o vai e vem e ela pode sentir os bicos endurecidos roçando na cadeira, que já estão muito sensíveis, o clitóris inchado e quente escorre que nem torneira aberta, se misturando com os fluidos da vagina, encharcando ainda mais o chão — uffffff, Nelson, mais, mais — ofega reprimindo os gritos
— Ok, puta — ronca que nem um macho o Nelson e começa a montar ela devagar pelo cu, como a vadia que ela era, a pica entrava e saía do cu dela enquanto com as mãos ele abria a bunda dela de par em par
— Ahhhh, ahhhhhhh, ahhhhh — geme gostoso a Fabíola — assim, Nelson, assiiii, mete tua pica gostosa em mim ¡ahhhh! — geme sussurrando sentindo a carne dura do jovem amante foder ela
O pau preto do Nelson agora tem uma cabeça vermelha e lubrificada pelo atrito, fazendo o prepúcio descer até deixar o membro todo ereto exposto, aquela vara enorme de cor preta, agora mostra um tom rosado e musculoso, com as veias marcadas pela pressão que gera ao penetrar a bunda da Fabiola, que estava cada vez mais melada pelas enfiadas duras e suaves do amante, deixando ela tremendo de prazer, mas com as pernas bem esticadas e o rabo bem levantado
O Nelson sentia uma leve coceira, era uma sensação nova até pra ele, embora tenha durado só uns minutos, porque depois ele sentiu a lubrificação natural que o cu da Fabiola soltava, o que deixava ele ir mais fundo nela, aumentando o ritmo da cavalgada, igual nos filmes pornô que ele via em casa, riu ao se imaginar naquela tela montando a mãe do moleque que ele sempre enchia o saco e grunhiu de satisfação sem parar de meter
-Ahhhhhhh, ahhhh, ufffffff siiiiiiiim!- geme a Fabiola segurando os gritos enquanto sente a pica dura do Nelson se enfiar mais e mais fundo nela, se movendo ritmadamente com ele numa metida e tirada gostosa, fazendo os fluidos dela caírem ainda mais rápido no chão, ela dando a bunda e ele recebendo como um touro, até começou a se ouvir os corpos batendo de leve- ahhhh, sim papai, mais me dá mais- geme ela cheia de prazer
-O que foi, meu amor?- pergunta rindo o Nelson- o que foi, Promíscua? cadê aquele papo de "e se meu filho acordar"?- Nelson pergunta num tom de deboche mas urrando de satisfação, segura ela pelos ombros e começa a foder cada vez mais forte, mais gostoso, mais pesado, agora dava pra ouvir a pélvis batendo na bunda da Fabiola, estralando forte
-Ahhhhhhhh, que gostoso!- os sussurros da Fabiola viram gemidos normais, ainda consegue segurar os gritos mas o corpo dela tá quente demais, se sente suada tremendo de tesão, também escuta como os aplausos das bundas dela com a pélvis forte do Nelson ficam mais sonoros, aí ela solta uma risadinha sorrindo olhando pro Juanito dormindo - acho que…- ofega e olha pro Nelson em cima dela - ufffffff, vamos saber- morde os lábios tentando reprimir os gritos de prazer - Meu Deus! Não para! ufffffffff- ofega totalmente entregue
- O que que não?- rosna o Nelson quase como um possesso - anda, fala mais alto, não quer, sua putinha?-
- Ahhhhhhh ¡¡não para love, não para!!- ofega a Fabiola quase gritando já sem reprimir os gemidos
- Porra puta! vou gozar- brama o Nelson todo excitado - é isso que você quer puta, fala, fala na frente do seu filho- pega o cabelo da Fabiola e segura de um jeito que obriga ela a olhar pro Juan dormindo
- Ahhhhhhh ¡¡sim Nelson, siiiim!!- ofega já com uma voz mais solta a Fabiola mal se segurando pra não gritar - enche minha bunda de porra, joga seu esperma gostoso dentro do meu cu love!!- geme totalmente entregue
O Nelson levanta ela ainda mais segurando pelo cabelo, arqueando as costas dela e levantando o rosto pra olhar ela e colocando os peitos duros dela na altura do rosto do Juan dormindo, nessa pose ele começa a gozar jatos e jatos de sêmen, esperma e leitada dentro dela, sentindo como essa mistura queima, arde dentro do cu da Fabiola
- ¡¡Ahhhhhhhh, ahhhhhhhhh, ufffff!! ¡¡que gostoso Nelson, que delícia!!!- solta a Fabiola olhando nos olhos dele com gritos cheios de luxúria enquanto a boca dela escorre saliva pelos cantos - me deixa cheia!!- o corpo dela treme enquanto sente o cu sendo preenchido de porra quente, soltando gritos de prazer
O Nelson arruma a cadeira e senta nela e em cima dele senta a Fabiola sem tirar o pau do cu dela, ainda enchendo ela, pega o rosto dela e vira pra beijar ela nos lábios e quando termina de encher ela, para de beijar e olha pra ela com as testas grudadas - você arrasou meu amor- proclama o vitorioso e assim carrega ela e levanta levando ela pro quarto, não sem antes de arrumar a cadeira no lugar e abrir um pouco a janela do Juan pra liberar os cheiros
—Doces sonhos, Juanito — exclama Fabiola enquanto é levada pra cama, ainda empalada pelo cu e sorrindo pro filho, que ao ouvir os gritos mal se mexeu um pouco na cama.
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