Minha mãe, a Carla, insistiu pra eu convidar o Carlos pra jantar. Ele é o cara que não para de me perseguir na escola e na vizinhança há seis meses. Ela achava que, no fundo, ele era um bom menino e que a gente se daria bem se eu fizesse o convite. Tentei contar pra ela tudo que ele faz comigo, mas ela ignorou com aquela cara de boazinha de sempre e foi falar com o Carlos pessoalmente...
(Mamãe)... Carlos chegou pontualmente às 6 e mamãe o recebeu na porta. "Boa noite", respondeu Roger educadamente enquanto entregava à minha mãe uma rosa que tinha comprado de presente. "Que lindo... obrigada, Roger", respondeu mamãe, dando um beijo na bochecha dele. Carlos me olhou e sorriu enquanto mamãe cuidava da rosa. Era um cara encantador e sabia como fazer as pessoas ignorarem seus modos abusivos e ficarem do lado dele. "Agora, o que você diz ao nosso convidado?", perguntou mamãe me encarando. A atitude calma de Carlos não se abalou quando eu o cumprimentei de má vontade. Assim que mamãe se virou, ele me lançou um sorriso preocupado que me deixou nervosa na hora. De repente, ele quebrou o contato visual comigo e começou a olhar pra bunda da minha mãe.
enquanto ela terminava de arrumar a mesa. Eu ia falar algo, mas parei sabendo que o Carlos ia se esquivar fácil. Conforme a noite avançava, minha mãe se enfiou numa conversa com meu assediador e respondia sempre com doçura, não importava o que ele perguntasse. Carlos dava um jeito de elogiar minha mãe toda hora. Num certo ponto, nem sei se eles lembravam que eu ainda tava ali. Quando tentei falar algo, minha mãe me mandou calar a boca e disse pra não interromper o Carlos. Ele percebeu e deu um sorrisinho, quase de vitória, quando isso aconteceu. Aos poucos, Roger foi ficando mais ousado e transformou a conversa casual em um flerte descarado. "Esse look é muito bonitinho... você tá super na moda", ele dizia. Roger tava claramente de olho no decote da minha mãe,
entre outras coisas. Eu realmente não queria que ela se vestisse daquele jeito na frente do meu assediador, que estava se lambendo todo de olho. Esperava que ela o rejeitasse na hora, mas ela ficou toda encantada. Riu e corou em resposta às cantadas dele... até deixou ele pegar na mão dela por um momento. ... — Nossa, já está bem tarde — falei, tentando dar um fim naquilo. — Ah, meu Deus, realmente está — comentou a mamãe, que claramente tinha perdido a noção do tempo. Eu já estava quase na porta, quando ouvi a mamãe falar com o Roger de novo. "Sabe... provavelmente não deveria voltar pra casa tão tarde... você é mais que bem-vindo pra ficar aqui a noite, se quiser". A mamãe sorriu de orelha a orelha. — Que?! — Tive que segurar o grito. Carlos, que viu claramente meu desconforto, aceitou agradecido a oferta da minha mãe. "Legal! Você pode ficar no quarto dela", a mamãe, toda animada, deu meu quarto pro Carlos passar a noite, sem nem me perguntar como eu me sentia sobre isso. — Mas! — tentei reclamar, mas a mamãe me cortou na hora. — Claro que vai, afinal, ele é o convidado. Você fica bem no sofá por uma noite — declarou a mamãe com aquele tom elegante mas firme de sempre. Roger não conseguiu segurar o sorriso enquanto observava. ... Era umas 11 da noite. Eu estava arrumando o sofá, sem ajuda nenhuma da mamãe. Ela tava ocupada garantindo que o Roger ficasse confortável durante a noite e parecia não ter tempo pra mim. Ela se esforçou a noite toda pra puxar o saco do meu assediador e isso era perturbador. Ela insiste que é só uma amostra de hospitalidade, já que ele é nosso "convidado", mas claramente tinha alguma coisa rolando ali. Eu sabia que o Roger tava cantando a minha mãe pra me atormentar, mas ela não tava realmente afim dele... tava? Ela só tava agindo como uma boa anfitriã faria. ... Depois que a mamãe terminou de se preparar pra dormir, ela decidiu ver Como estava o Carlos uma última vez antes de ir dormir. Já tinha visto ele uma vez antes, pra garantir que tivesse tudo que precisava. O Roger com certeza tava recebendo toda a atenção dela. Ela nem reparou em mim. Enquanto isso, o Carlos tava deitado na minha cama, completamente pelado e batendo uma punheta com tudo. Ele viu que eu tinha deixado meu computador ligado quando entrei no quarto antes. Foi aí que decidiu gravar um vídeo com a webcam, dele se masturbando na frente da minha mãe na minha cama, e deixar pra ela encontrar no dia seguinte. ... Mamãe bateu de leve na porta e chamou o Carlos com doçura, que tava totalmente vidrado no que fazia. Como não ouviu resposta por um tempo, abriu a porta de vez, preocupada, e olhou pra dentro. Ele percebeu a porta abrindo e levantou os olhos, os olhos deles se encontraram. Mamãe deu um pulo de susto e tapou a boca com as mãos pra abafar o gemido. O pau do Roger se contraiu e endureceu mais um pouco ao ver os peitões grandes e durinhos da mamãe balançando pra cima dentro da lingerie sexy dela enquanto ela soltava o roupão.
Nenhum dos dois disse nada enquanto se olhavam. No começo, mamãe tentou desviar o olhar, mas ficou hipnotizada pelo corpo bem definido do Carlos e pelo físico enorme dele no geral. Carlos nem tentou e se deixou levar pela visão. A lingerie destacava muito bem todos os traços da mamãe. Ela percebeu o olhar pesado do Carlos e se atrapalhou um pouco, o que só piorou a situação. O pau do Roger agora estava completamente duro e mamãe já não conseguia evitar de olhar. Roger conseguiu se concentrar de novo e começou a falar. Sabia que se jogasse com cuidado, podia terminar muito, muito bem... em mais de um sentido. Ele agiu como se estivesse envergonhado e começou a se desculpar sem parar. Mamãe, meio aliviada por Roger ter começado a conversa, respondeu: "Ah, não, Carlos, você não tem que se desculpar. Eu é que invadi. Tô morrendo de vergonha". Ela viu que Carlos estava meio angustiado e foi se aproximando da cama devagar pra consolar ele. Carlos revelou que tava fantasiando com a mamãe enquanto se masturbava, dizendo que a ereção dele tava tão dura que não aguentava mais. A cara da mamãe ficou vermelha. Ela tentou não olhar diretamente, mas o pau inchado do meu assediador ainda tava no campo de visão dela. "Desculpa você ter visto meu pau... não foi minha intenção..." Carlos virou um pouco pro lado, só naquele momento fez um esforço pra esconder. Queria que mamãe tivesse uma boa visão até agora. "Tô meio envergonhado...", Roger desabou os ombros derrotado, "Não queria mesmo mostrar pra uma mulher tão gostosa o meu pau de aparência estranha". Roger fez a mamãe tentar animar ele impulsivamente. —Você não tem que ter vergonha, sério —ela deu um tapinha sem jeito no ombro dele. Carlos continuou: "Não parece que tem um formato estranho?". O pau do Carlos ficou duro o tempo todo e media fácil mais de 25 centímetros de comprimento, e era bem grosso também. grossa. Ela sabia exatamente que o que estava dizendo não era verdade. Mamãe sabia que homens jovens às vezes podiam se sentir inseguros sobre seus paus e sentiu a necessidade de tranquilizar meu assediador. "Claro que não!", respondeu com confiança enquanto se aproximava mais. Pela primeira vez, sentiu que "podia" olhar para o pau dele e o encarou bem e por um longo tempo. Não conseguiu evitar um suspiro quando viu de perto o pau pulsante de Roger e percebeu que ele era realmente daquele tamanho. Ela moveu os quadris discretamente ao vê-lo e sentiu que ficava mais molhada quanto mais olhava. "C... claramente não tem nada de errado com seu pau de jeito nenhum", murmurou mamãe tentando sair do transe. Ela se sentia nervosa, sabendo que o que dizia soava um pouco sujo. Mamãe tentou tornar a situação menos estranha. "Sabe, meu filho tinha preocupações parecidas... e o seu é ainda maior que o dele... então não tem com o que se preocupar." Ela falou timidamente, mas sorriu gentilmente para meu assediador. —Sério? — perguntou Carlos animado, enquanto o pau dele se contraía com o que ele tomou como um elogio da mãe dele. "Quanto maior?" Mamãe sentiu que talvez não fosse apropriado dizer, mas estava feliz em ver que o humor de Carlos melhorava, então decidiu responder honestamente. "Vamos ver..." Mamãe continuou comparando a rola do meu abusador com a minha. Quando pensou nisso, a de Roger era pelo menos o dobro do tamanho da minha rola... talvez até mais. Agora ela estava ainda mais impressionada com a rola de Roger.
(Meu micro-pau) ("Acho que o pau do meu filho é na verdade bem pequeno") Mamãe compartilhou a comparação dela com Carlos, que não conseguiu evitar rir triunfantemente. —Ei... vamos lá. Você não devia intimidar ele desse jeito —repreendeu Carlos com suavidade, mas no fundo ela não se sentiu nem um pouco irritada com a resposta dele. O plano de Carlos estava dando certo. Naquele momento, mamãe estava completamente obcecada pela rola de Roger, já que tinha falado sobre ela sem parar por quase 5 minutos. Além disso, ela estava sentada bem ao lado dele na cama do filho, a meros centímetros da ereção exposta e pulsante dele, com o roupão aberto e mantendo uma conversa casual. Meu assediador ainda conseguiu me dominar e me emascular sutilmente, o que foi uma vantagem. Mamãe nem pensou em como aquilo pareceria se eu tivesse entrado naquele momento. O pau de Carlos ficou duro como pedra o tempo todo. Ele disse pra mamãe que estava começando a sentir dor. Mamãe não tinha certeza do que deveria fazer, mas se viu estendendo a mão em direção à virilha do meu assediador. Carlos olhou com expectativa, sabendo que estava perto do seu objetivo.
Não tem nada de errado com uma punheta simples, né?", mamãe disse pra si mesma. A próxima coisa que ela soube foi que estava acariciando o próprio pau. Mamãe nem percebeu que Carlos estava sorrindo. Ela estava toda concentrada em cuidar daquele pauzão preto do meu valentão, que ela tanto desejava há um tempão. Carlos estava confiante e pronto pra agir. Ele pressionou os lábios contra os da mamãe, e os dois começaram oficialmente a se beijar. Mamãe mostrou que aprovava, acariciando o pau do Roger mais rápido enquanto se beijavam. Roger deu uma olhada rápida na webcam e mostrou o dedo do meio, bem na hora de enfiar e tirar a língua da boca da minha mãe. Fez a mamãe dar um boquete nele na mesma hora.
Meu quarto se encheu rapidamente do som indecente das línguas e lábios do meu abusador e da minha mãe se chocando. Ele apalpou o peito dela com força, e ela incentivou guiando as mãos dele. Roger estava feliz em acariciar os peitos da mamãe por cima da lingerie, encantado com como as tetas dela se erguiam contra o tecido. Roger passou a mão na buceta dela com uma das mãos enquanto a outra focava nas tetas. Carlos pretendia acariciar a mamãe inteira antes da noite acabar. Assim que enfiou um par de dedos na buceta dela, descobriu o quanto ela já estava molhada desde o começo. Mamãe, que tinha conseguido segurar qualquer gemido mais alto até agora, começou a gritar enquanto Carlos a excitava lá embaixo com maestria. "Caralho... Você devia estar com muito tesão há um tempão", brincou Carlos. Mamãe não conseguiu responder, só transmitir o prazer que estava sentindo. Carlos manteve a pressão e tirou os peitos dela da lingerie.
Imediatamente começou a acariciar e chupar os mamilos dela, decidido a fazê-la gemer ainda mais alto. Tirou os dedos da buceta dela e se concentrou só nas tetas dela, acariciando e chupando à vontade. Ele fez questão de que eu tivesse uma boa vista enquanto despia a minha mãe aos poucos. Depois de alguns minutos, mamãe balançava os quadris, sentindo falta de ter algo dentro dela. Era exatamente o que Carlos queria. "Tá pronta pro meu pau?", perguntou Carlos. Mamãe concordou com a cabeça, cheia de expectativa. "Quero ouvir você dizer", provocou ele ainda mais. "Quero o seu pau preto enorme! Quero que você me foda!" Ela já não aguentava mais. "Quer que o valentão do seu filho te coma?", zombou Roger. — Sim!... Meu Deus, sim! — garantiu mamãe.
Isso era tudo que Carlos queria ouvir. Ele enfiou a pica preta de 25 centímetros na buceta branca e apertada da mamãe na frente da câmera. Mamãe gemeu de puro prazer. A pica dele era vários centímetros maior do que qualquer outra que ela já tinha tomado antes, e o prazer era imensurável. Carlos não perdeu tempo, metendo pra dentro e pra fora, e a buceta da mamãe se agarrava na pica dele toda vez que ele tentava sair. A cama rangia sem parar sob o peso daquela transa apaixonada. Mamãe já não ligava mais pro volume, e seus gemidos se sincronizavam com as estocadas poderosas do Carlos. Depois de vários minutos de foda sem parar, eles se beijaram de novo com paixão. Chupar a saliva do Roger enquanto enfiava a pica deixou a mamãe incrivelmente tarada.
Carlos anunciou que estava prestes a gozar. Segurou ela com força pela bunda e meteu mais forte e mais rápido do que nunca. A cama rangia tão alto que parecia que ia quebrar. "Onde você quer meu leite?", perguntou Carlos se aproximando do clímax. "Devo tirar?" "Nãooo! Não! Não tira", mamãe protestou bem alto. "Eu quero dentro! Quero seu leite grosso, Carlos!", gritou mamãe, também perto do clímax. Carlos se empolgou com a resposta dela: "Ah, caralho! Quer que eu goze dentro de você sem tirar? O abusador do seu filho vai encher você com esse leite grosso!" Roger acelerou as metidas mais uma vez para preparar mamãe. Numa última estocada, Carlos abraçou ela com mais força do que nunca, chegou bem fundo no útero dela e gozou, fazendo mamãe gozar junto. "Aaahh!", gemeu mamãe como uma louca com a sensação. Ela sentiu um monte de porra potente do meu valentão jorrando sem parar dentro da buceta fértil dela. Se inclinou e beijou ele mais uma vez enquanto estava toda cheia. Se beijaram fundo enquanto Roger continuava gozando dentro dela por quase um minuto inteiro. Depois de despejar toda a carga, Carlos finalmente se retirou, revelando uma gozada grossa e generosa. A densidade e o volume do leite dele eram algo que mamãe nunca tinha visto antes.
... Menos de 10 minutos depois, a pica do Carlos tá dura de novo. Minha mãe ficou realmente impressionada com a virilidade dele, e ver a pica dele dura já é o suficiente pra fazer ela ficar molhada de novo. Eles transaram várias vezes naquela noite em todo tipo de posição. Cada vez, o Carlos gozava dentro da minha mãe. Minha cama ficou encharcada com os fluidos deles. Já era quase de manhã quando terminaram, e a buceta da minha mãe tava transbordando de porra do meu valentão. ... Na manhã seguinte... Acordei bem na hora de ver minha mãe se despedindo do Carlos enquanto ele saía de casa. Ela tava visivelmente de muito bom humor. Sem prestar muita atenção, fui pro meu quarto e sentei na frente do computador. Tinha um arquivo chamado "Olha esse fracote". Antes mesmo de abrir, recebo uma mensagem de texto do Carlos dizendo: "Pula lá pros 3 minutos... é aí que fica bom de verdade." Fim.
(Mamãe)... Carlos chegou pontualmente às 6 e mamãe o recebeu na porta. "Boa noite", respondeu Roger educadamente enquanto entregava à minha mãe uma rosa que tinha comprado de presente. "Que lindo... obrigada, Roger", respondeu mamãe, dando um beijo na bochecha dele. Carlos me olhou e sorriu enquanto mamãe cuidava da rosa. Era um cara encantador e sabia como fazer as pessoas ignorarem seus modos abusivos e ficarem do lado dele. "Agora, o que você diz ao nosso convidado?", perguntou mamãe me encarando. A atitude calma de Carlos não se abalou quando eu o cumprimentei de má vontade. Assim que mamãe se virou, ele me lançou um sorriso preocupado que me deixou nervosa na hora. De repente, ele quebrou o contato visual comigo e começou a olhar pra bunda da minha mãe.
enquanto ela terminava de arrumar a mesa. Eu ia falar algo, mas parei sabendo que o Carlos ia se esquivar fácil. Conforme a noite avançava, minha mãe se enfiou numa conversa com meu assediador e respondia sempre com doçura, não importava o que ele perguntasse. Carlos dava um jeito de elogiar minha mãe toda hora. Num certo ponto, nem sei se eles lembravam que eu ainda tava ali. Quando tentei falar algo, minha mãe me mandou calar a boca e disse pra não interromper o Carlos. Ele percebeu e deu um sorrisinho, quase de vitória, quando isso aconteceu. Aos poucos, Roger foi ficando mais ousado e transformou a conversa casual em um flerte descarado. "Esse look é muito bonitinho... você tá super na moda", ele dizia. Roger tava claramente de olho no decote da minha mãe,
entre outras coisas. Eu realmente não queria que ela se vestisse daquele jeito na frente do meu assediador, que estava se lambendo todo de olho. Esperava que ela o rejeitasse na hora, mas ela ficou toda encantada. Riu e corou em resposta às cantadas dele... até deixou ele pegar na mão dela por um momento. ... — Nossa, já está bem tarde — falei, tentando dar um fim naquilo. — Ah, meu Deus, realmente está — comentou a mamãe, que claramente tinha perdido a noção do tempo. Eu já estava quase na porta, quando ouvi a mamãe falar com o Roger de novo. "Sabe... provavelmente não deveria voltar pra casa tão tarde... você é mais que bem-vindo pra ficar aqui a noite, se quiser". A mamãe sorriu de orelha a orelha. — Que?! — Tive que segurar o grito. Carlos, que viu claramente meu desconforto, aceitou agradecido a oferta da minha mãe. "Legal! Você pode ficar no quarto dela", a mamãe, toda animada, deu meu quarto pro Carlos passar a noite, sem nem me perguntar como eu me sentia sobre isso. — Mas! — tentei reclamar, mas a mamãe me cortou na hora. — Claro que vai, afinal, ele é o convidado. Você fica bem no sofá por uma noite — declarou a mamãe com aquele tom elegante mas firme de sempre. Roger não conseguiu segurar o sorriso enquanto observava. ... Era umas 11 da noite. Eu estava arrumando o sofá, sem ajuda nenhuma da mamãe. Ela tava ocupada garantindo que o Roger ficasse confortável durante a noite e parecia não ter tempo pra mim. Ela se esforçou a noite toda pra puxar o saco do meu assediador e isso era perturbador. Ela insiste que é só uma amostra de hospitalidade, já que ele é nosso "convidado", mas claramente tinha alguma coisa rolando ali. Eu sabia que o Roger tava cantando a minha mãe pra me atormentar, mas ela não tava realmente afim dele... tava? Ela só tava agindo como uma boa anfitriã faria. ... Depois que a mamãe terminou de se preparar pra dormir, ela decidiu ver Como estava o Carlos uma última vez antes de ir dormir. Já tinha visto ele uma vez antes, pra garantir que tivesse tudo que precisava. O Roger com certeza tava recebendo toda a atenção dela. Ela nem reparou em mim. Enquanto isso, o Carlos tava deitado na minha cama, completamente pelado e batendo uma punheta com tudo. Ele viu que eu tinha deixado meu computador ligado quando entrei no quarto antes. Foi aí que decidiu gravar um vídeo com a webcam, dele se masturbando na frente da minha mãe na minha cama, e deixar pra ela encontrar no dia seguinte. ... Mamãe bateu de leve na porta e chamou o Carlos com doçura, que tava totalmente vidrado no que fazia. Como não ouviu resposta por um tempo, abriu a porta de vez, preocupada, e olhou pra dentro. Ele percebeu a porta abrindo e levantou os olhos, os olhos deles se encontraram. Mamãe deu um pulo de susto e tapou a boca com as mãos pra abafar o gemido. O pau do Roger se contraiu e endureceu mais um pouco ao ver os peitões grandes e durinhos da mamãe balançando pra cima dentro da lingerie sexy dela enquanto ela soltava o roupão.
Nenhum dos dois disse nada enquanto se olhavam. No começo, mamãe tentou desviar o olhar, mas ficou hipnotizada pelo corpo bem definido do Carlos e pelo físico enorme dele no geral. Carlos nem tentou e se deixou levar pela visão. A lingerie destacava muito bem todos os traços da mamãe. Ela percebeu o olhar pesado do Carlos e se atrapalhou um pouco, o que só piorou a situação. O pau do Roger agora estava completamente duro e mamãe já não conseguia evitar de olhar. Roger conseguiu se concentrar de novo e começou a falar. Sabia que se jogasse com cuidado, podia terminar muito, muito bem... em mais de um sentido. Ele agiu como se estivesse envergonhado e começou a se desculpar sem parar. Mamãe, meio aliviada por Roger ter começado a conversa, respondeu: "Ah, não, Carlos, você não tem que se desculpar. Eu é que invadi. Tô morrendo de vergonha". Ela viu que Carlos estava meio angustiado e foi se aproximando da cama devagar pra consolar ele. Carlos revelou que tava fantasiando com a mamãe enquanto se masturbava, dizendo que a ereção dele tava tão dura que não aguentava mais. A cara da mamãe ficou vermelha. Ela tentou não olhar diretamente, mas o pau inchado do meu assediador ainda tava no campo de visão dela. "Desculpa você ter visto meu pau... não foi minha intenção..." Carlos virou um pouco pro lado, só naquele momento fez um esforço pra esconder. Queria que mamãe tivesse uma boa visão até agora. "Tô meio envergonhado...", Roger desabou os ombros derrotado, "Não queria mesmo mostrar pra uma mulher tão gostosa o meu pau de aparência estranha". Roger fez a mamãe tentar animar ele impulsivamente. —Você não tem que ter vergonha, sério —ela deu um tapinha sem jeito no ombro dele. Carlos continuou: "Não parece que tem um formato estranho?". O pau do Carlos ficou duro o tempo todo e media fácil mais de 25 centímetros de comprimento, e era bem grosso também. grossa. Ela sabia exatamente que o que estava dizendo não era verdade. Mamãe sabia que homens jovens às vezes podiam se sentir inseguros sobre seus paus e sentiu a necessidade de tranquilizar meu assediador. "Claro que não!", respondeu com confiança enquanto se aproximava mais. Pela primeira vez, sentiu que "podia" olhar para o pau dele e o encarou bem e por um longo tempo. Não conseguiu evitar um suspiro quando viu de perto o pau pulsante de Roger e percebeu que ele era realmente daquele tamanho. Ela moveu os quadris discretamente ao vê-lo e sentiu que ficava mais molhada quanto mais olhava. "C... claramente não tem nada de errado com seu pau de jeito nenhum", murmurou mamãe tentando sair do transe. Ela se sentia nervosa, sabendo que o que dizia soava um pouco sujo. Mamãe tentou tornar a situação menos estranha. "Sabe, meu filho tinha preocupações parecidas... e o seu é ainda maior que o dele... então não tem com o que se preocupar." Ela falou timidamente, mas sorriu gentilmente para meu assediador. —Sério? — perguntou Carlos animado, enquanto o pau dele se contraía com o que ele tomou como um elogio da mãe dele. "Quanto maior?" Mamãe sentiu que talvez não fosse apropriado dizer, mas estava feliz em ver que o humor de Carlos melhorava, então decidiu responder honestamente. "Vamos ver..." Mamãe continuou comparando a rola do meu abusador com a minha. Quando pensou nisso, a de Roger era pelo menos o dobro do tamanho da minha rola... talvez até mais. Agora ela estava ainda mais impressionada com a rola de Roger.
(Meu micro-pau) ("Acho que o pau do meu filho é na verdade bem pequeno") Mamãe compartilhou a comparação dela com Carlos, que não conseguiu evitar rir triunfantemente. —Ei... vamos lá. Você não devia intimidar ele desse jeito —repreendeu Carlos com suavidade, mas no fundo ela não se sentiu nem um pouco irritada com a resposta dele. O plano de Carlos estava dando certo. Naquele momento, mamãe estava completamente obcecada pela rola de Roger, já que tinha falado sobre ela sem parar por quase 5 minutos. Além disso, ela estava sentada bem ao lado dele na cama do filho, a meros centímetros da ereção exposta e pulsante dele, com o roupão aberto e mantendo uma conversa casual. Meu assediador ainda conseguiu me dominar e me emascular sutilmente, o que foi uma vantagem. Mamãe nem pensou em como aquilo pareceria se eu tivesse entrado naquele momento. O pau de Carlos ficou duro como pedra o tempo todo. Ele disse pra mamãe que estava começando a sentir dor. Mamãe não tinha certeza do que deveria fazer, mas se viu estendendo a mão em direção à virilha do meu assediador. Carlos olhou com expectativa, sabendo que estava perto do seu objetivo.
Não tem nada de errado com uma punheta simples, né?", mamãe disse pra si mesma. A próxima coisa que ela soube foi que estava acariciando o próprio pau. Mamãe nem percebeu que Carlos estava sorrindo. Ela estava toda concentrada em cuidar daquele pauzão preto do meu valentão, que ela tanto desejava há um tempão. Carlos estava confiante e pronto pra agir. Ele pressionou os lábios contra os da mamãe, e os dois começaram oficialmente a se beijar. Mamãe mostrou que aprovava, acariciando o pau do Roger mais rápido enquanto se beijavam. Roger deu uma olhada rápida na webcam e mostrou o dedo do meio, bem na hora de enfiar e tirar a língua da boca da minha mãe. Fez a mamãe dar um boquete nele na mesma hora.
Meu quarto se encheu rapidamente do som indecente das línguas e lábios do meu abusador e da minha mãe se chocando. Ele apalpou o peito dela com força, e ela incentivou guiando as mãos dele. Roger estava feliz em acariciar os peitos da mamãe por cima da lingerie, encantado com como as tetas dela se erguiam contra o tecido. Roger passou a mão na buceta dela com uma das mãos enquanto a outra focava nas tetas. Carlos pretendia acariciar a mamãe inteira antes da noite acabar. Assim que enfiou um par de dedos na buceta dela, descobriu o quanto ela já estava molhada desde o começo. Mamãe, que tinha conseguido segurar qualquer gemido mais alto até agora, começou a gritar enquanto Carlos a excitava lá embaixo com maestria. "Caralho... Você devia estar com muito tesão há um tempão", brincou Carlos. Mamãe não conseguiu responder, só transmitir o prazer que estava sentindo. Carlos manteve a pressão e tirou os peitos dela da lingerie.
Imediatamente começou a acariciar e chupar os mamilos dela, decidido a fazê-la gemer ainda mais alto. Tirou os dedos da buceta dela e se concentrou só nas tetas dela, acariciando e chupando à vontade. Ele fez questão de que eu tivesse uma boa vista enquanto despia a minha mãe aos poucos. Depois de alguns minutos, mamãe balançava os quadris, sentindo falta de ter algo dentro dela. Era exatamente o que Carlos queria. "Tá pronta pro meu pau?", perguntou Carlos. Mamãe concordou com a cabeça, cheia de expectativa. "Quero ouvir você dizer", provocou ele ainda mais. "Quero o seu pau preto enorme! Quero que você me foda!" Ela já não aguentava mais. "Quer que o valentão do seu filho te coma?", zombou Roger. — Sim!... Meu Deus, sim! — garantiu mamãe.
Isso era tudo que Carlos queria ouvir. Ele enfiou a pica preta de 25 centímetros na buceta branca e apertada da mamãe na frente da câmera. Mamãe gemeu de puro prazer. A pica dele era vários centímetros maior do que qualquer outra que ela já tinha tomado antes, e o prazer era imensurável. Carlos não perdeu tempo, metendo pra dentro e pra fora, e a buceta da mamãe se agarrava na pica dele toda vez que ele tentava sair. A cama rangia sem parar sob o peso daquela transa apaixonada. Mamãe já não ligava mais pro volume, e seus gemidos se sincronizavam com as estocadas poderosas do Carlos. Depois de vários minutos de foda sem parar, eles se beijaram de novo com paixão. Chupar a saliva do Roger enquanto enfiava a pica deixou a mamãe incrivelmente tarada.
Carlos anunciou que estava prestes a gozar. Segurou ela com força pela bunda e meteu mais forte e mais rápido do que nunca. A cama rangia tão alto que parecia que ia quebrar. "Onde você quer meu leite?", perguntou Carlos se aproximando do clímax. "Devo tirar?" "Nãooo! Não! Não tira", mamãe protestou bem alto. "Eu quero dentro! Quero seu leite grosso, Carlos!", gritou mamãe, também perto do clímax. Carlos se empolgou com a resposta dela: "Ah, caralho! Quer que eu goze dentro de você sem tirar? O abusador do seu filho vai encher você com esse leite grosso!" Roger acelerou as metidas mais uma vez para preparar mamãe. Numa última estocada, Carlos abraçou ela com mais força do que nunca, chegou bem fundo no útero dela e gozou, fazendo mamãe gozar junto. "Aaahh!", gemeu mamãe como uma louca com a sensação. Ela sentiu um monte de porra potente do meu valentão jorrando sem parar dentro da buceta fértil dela. Se inclinou e beijou ele mais uma vez enquanto estava toda cheia. Se beijaram fundo enquanto Roger continuava gozando dentro dela por quase um minuto inteiro. Depois de despejar toda a carga, Carlos finalmente se retirou, revelando uma gozada grossa e generosa. A densidade e o volume do leite dele eram algo que mamãe nunca tinha visto antes.
... Menos de 10 minutos depois, a pica do Carlos tá dura de novo. Minha mãe ficou realmente impressionada com a virilidade dele, e ver a pica dele dura já é o suficiente pra fazer ela ficar molhada de novo. Eles transaram várias vezes naquela noite em todo tipo de posição. Cada vez, o Carlos gozava dentro da minha mãe. Minha cama ficou encharcada com os fluidos deles. Já era quase de manhã quando terminaram, e a buceta da minha mãe tava transbordando de porra do meu valentão. ... Na manhã seguinte... Acordei bem na hora de ver minha mãe se despedindo do Carlos enquanto ele saía de casa. Ela tava visivelmente de muito bom humor. Sem prestar muita atenção, fui pro meu quarto e sentei na frente do computador. Tinha um arquivo chamado "Olha esse fracote". Antes mesmo de abrir, recebo uma mensagem de texto do Carlos dizendo: "Pula lá pros 3 minutos... é aí que fica bom de verdade." Fim.
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