O licenciado tarado 4, 5 e 6

O licenciado safado 4 - Karla: por favor, agora vai devagar. Já arrombou meu cu, o que mais quer?. Carlos: deixa eu pensar, sua puta... E comecei o vai e vem devagar, dentro da bunda dela, tirava um pouco e enfiava de novo devagar... Karla: ai, dói, dói muito, tira por favor. Carlos: que apertado, sua putinha, você é bem estreitinha, mamãe, é um cu suculento, sente meu vai e vem, vagabunda, sente como eu me mexo dentro de você, mami. Karla: eu sinto, mas tá doendo. Você me levou pro céu e agora pro inferno. Carlos: não exagera, inferno você mal vai visitar... Acelerei a penetração, sentia o aperto da caverna dela e ao mesmo tempo ela ficava mais molhada, minha curiosidade me fez olhar e era sangue misturado com a merda do cu dela... Karla: vou me cagar, seu filho da puta, pelo amor de Deus, para... Continuei metendo como se não ouvisse o que ela implorava, enfiava com toda força, até bater no fundo, de repente não aguentei mais... Tirei tudo e tava cheio de merda e sangue. Carlos: vira, puta, e tira meu leite, goza na sua cara, meu leite. Karla: meu cu tá ardendo, maldito. Mesmo assim obedeceu e me masturbou, não demorei pra gozar, ela colocou o rosto e meu sêmen cobriu os óculos dela... Carlos: ei, queria gozar no seu cu, mas já tem muita coisa lá dentro... Kkkk. Karla: minha esposa tá chegando... Saí e fui sentar na sala, quando Arturo chegou me cumprimentou e à esposa dele, rapidamente foi pegar o dinheiro, me disse: licenciado, aqui estão 15 mil, tive que pegar 2 mil porque precisava, minha filha, mas não quero ficar mal, dei minha palavra e o senhor já fez muito em nos apoiar mesmo quando não temos todo o dinheiro, Karla interrompeu: velho, o licenciado disse que pode esperar a gente. Dom Arturo respondeu: não, véia, já consegui os 2 mil, o licenciado é muito gentil, mas não quero ficar mal... A cara de dona Karla dizia tudo... Tava com uma raiva porque tinha entregado tudo pra ele esperar e não adiantou nada... Eu me despedi e fui embora feliz... Muito feliz. Uma semana depois de ter aproveitado os prazeres sexuais com dona Karla, a Karlita apareceu no meu escritório. Eu iria naquele dia levar a resolução favorável para elas... A mesma que estava guardando numa pasta quando, minha secretária, uma senhora chamada Cleotilde, a gente chamava de Cleo... Me diz: "Doutor, tem uma moça chamada Karla te procurando, diz que o senhor está cuidando do caso dos pais dela..." Na hora eu falei hahaha manda entrar... Carlos: Karlita, bom dia! Que surpresa linda, menina. Corada, ela sorri pra mim e com voz meiga e doce me diz: "O senhor pode me dar uns minutos?"... Lá no fundo eu pensei: uns minutos? O dia inteiro se quiser, bonequinha! Carlos: claro que sim, senta aí. Karlita: tenho um problema, doutor. Carlos: fala, menina. Aliás, você não deveria estar no trabalho? Karlita: esse é o meu problema, doutor. Me mandaram embora do trabalho e, como o senhor sabe, não consigo pagar a escola só com o dinheiro que meus pais ganham. Preciso que o senhor me dê um emprego. Carlos: claro que sim, Karlita. Não tenho vagas, mas você pode me ajudar com os arquivos e cuidar da minha agenda pessoal. Karlita: obrigada, doutor, não vou te decepcionar. Carlos: pega esses dias pra organizar suas coisas e começa na semana que vem. Karlita: obrigada, doutor, o senhor é um anjo. Carlos: aqui só tem um anjo e é você! Se não acredita, olha no espelho. Karlita fica corada de novo e nervosa, começa a mexer as pernas como quem tá ansiosa... A saia dela na altura do joelho deixava ver aquelas canelas de novinha e as pernas depiladas... A blusa apertava aqueles peitos de tamanho médio... O cabelo cacheado castanho claro... E aquelas sardas no rosto já me deixavam louco... Tava carregado. Carlos: olha, tenho aqui a resolução favorável. Mais tarde vou levar pros seus pais. Karlita: que bom, doutor, obrigada pela ajuda. Meus pais hoje tiraram o dia de folga, voltam daqui a umas 3 horas pra casa. Carlos: muito bem, olha, passa com a Cleo pra ela te levar até a Areli, é filha da Cleo, ela vai te dar o contrato. Karlita: claro, doutor. Carlos, e se você me esperar na sala de espera, a gente vai junto levar os documentos pros seus pais. Karlita: sim, doutor. Nessa hora, chamei a Cleo e falei pra ela levar a Karlita com a filha dela pro contrato. E disse: depois volta aqui, por favor, pra gente redefinir as funções. Cleo: sim, doutor. Fiquei com o pau a mil, duríssimo, quando vi aquelas duas bundinhas indo embora, imaginei o prazer que a pequena Karlita ia me dar, tão novinha, tão doce, qual será o gosto dos sucos dela?, como será penetrar o cuzinho dela?, quais caras ela vai fazer quando eu meter fundo? Mas o que mais me deu tesão foi saber que ela era virgem, isso ia adicionar mais um tempero ao prazer... Nesse pensamento eu tava quando a Cleo entrou. Já tô aqui, doutor. A dona Cleo tava comigo desde o começo do escritório, uma senhora de 49 anos, muito bem conservada, a barriga um pouco saliente mas as pernas eram muito boas, uns peitos grandes, caídos pela idade, mas depois de ter me satisfeito com a dona Karla, eu já via as coroas de corpo bom com outros olhos. Eu tinha começado o escritório aos 23 anos, já tava há 10 anos, mas minha vida sexual tinha sido reprimida, em segundo plano, não tinha tempo. Agora, com estabilidade e uma boa carreira, acho que tava começando a sair meu lado mais tarado e depravado, igual um jovem sem limites. A dona Cleo tinha 38 anos quando eu contratei ela, e a filha dela 27, agora tava há 5 anos com a gente, tava lá desde que terminou a faculdade, e nunca tinha olhado pra nenhuma delas com outros olhos... Mas, bom, naquele dia a Karlita tinha chegado como um lembrete dos meus instintos, era o botão de pânico que bagunçou a tranquilidade do meu dia. Cleo: doutor, me diga o que a gente vai definir como novas funções. Carlos: vou ser sincero, Cleo, você tá comigo há 10 anos e não vou mentir pra você. A menina que vai ser contratada vai ser minha assistente pessoal. Então você vai ter menos funções, porque tudo relacionado a mim ela vai cuidar. O doutor aproveitador. Então tem duas opções: te mandar embora ou deixa ela com tudo que você tem de funções extras. Cleo: espero que não esteja pensando sério na primeira opção, ainda posso ser útil. Vendo o decote na blusa dela e esses peitos... Carlos: Se Cleo, concordo com você, ainda é útil, muito útil. Cleo percebeu, e na hora se inclinou um pouco mais pra me dar uma visão melhor do panorama... Cleo: vi você crescer esse escritório e não teve tempo pra si mesmo, nem casado é, precisa sair da rotina... Levantei da cadeira onde estava e coloquei o seguro, voltei e fiquei na frente da dona Cleo. Carlos: me diga o que mais pode fazer. Cleo: Doutor, não tô entendendo direito, mas se você quer que eu seja sua puta pra manter meu emprego, considere isso minha demissão. Ela se levantou, ficando na minha frente, com aquela saia justa e a blusa com o decote que uns minutos atrás tinha me oferecido como tributo visual. Carlos: Cleo, você tá me interpretando errado, não quero que seja minha puta pessoal, a única coisa que tô dizendo é que tenho um pau bem duro e preciso que me ajude a liberar o conteúdo. Cleo: repito, não sou uma puta, mas por outro lado, vi que você se dedicou ao trabalho e não teve tempo pro amor e essas coisas de sexo... Vou te fazer um boquete, mas como um favor especial e por gratidão pelo tempo que trabalhamos juntos. Abriu o zíper e tirou pra fora, massageava meu pau duro, e subia e descia o prepúcio tão gostoso que na hora senti um espasmo, pegou ele entre as mãos e acariciava devagar, na hora o líquido pré-ejaculatório apareceu. Se abaixou, ficando de joelhos na frente do meu pau duro. Cleo: tá dura, doutor, nossa, aquela menina te deixou no limite... Carlos: ela é linda, mas não quero me aproveitar dela, quero algo sério com essa garota. Cleo: tudo bem, não quero que me peça penetração vaginal, só vou tirar a carga de porra que você tá carregando. Carlos: não te foderia aqui, te faria gritar e não é conveniente a essa hora. Você Tira minha porra. Dito isso, estico a língua e comecei desde minhas bolas a dar uma lambida até a ponta da glande, ao chegar lá parou e sem separar a língua, engoliu a cabeça do pau e começou a chupar, maravilhoso, era maravilhoso!!! Parou e começou um vai e vem no ritmo dela, mas só chegava na metade da minha vara... A saliva começou a escorrer da boca dela, olhou pra cima, com os olhos lacrimejando, e sem parar de me olhar começou a engolir mais da metade. Vi as lágrimas escorrendo pelas bochechas dela, mas sem fazer careta... Aproveitei o contorno da boca molhada, babada, delicioso, simplesmente sentia que ia explodir... Ela enfiou tudo na boca, quando senti que queria respirar, segurei a cabeça dela e encostei bem na minha pélvis. Carlos: ei, sinto muito gostoso com todo esse pau na sua boca e não consigo demorar pra gozar, você já tá aqui, recebe meu leite. Sem dar chance pra mais nada, comecei a foder a boca dela, meti forte assim mesmo, sem respirar, dava pra ouvir aquelas estocadas brutais, porque a saliva já tinha inundado a boca dela por completo, escorria pelos lábios e molhava o tapete. Vi que ela não aguentava mais e tirei... Cleo: cara, você tá me afogando. Carlos: abre a boca, por favor. Ela obedeceu e com a boca bem aberta continuei furando, vai e vem, vai e vem, 2 vai e vem, 3, vai e vem, 4, mas na quinta vez senti o espasmo, e com 4 tiros direto na garganta, segurei ela e enfiei o membro inteiro até ela bater no fundo, foi quando soltei toda a carga, enchi a boca dela literalmente, mas como uma campeã, engoliu até a última gota e com aquela língua magistral limpou todo o contorno do meu pau mole e engoliu mais porra. Guardei minha vara no estojo dela e ela se levantou com os joelhos marcados pelo tapete. Carlos, então você vai cuidar dos pendências dos outros 2 advogados e vai ser a recepcionista, e vai ajudar no recrutamento de RH, vamos abrir uma área de recrutamento para nossos clientes, vai ser nova. Depois te explico. Pois é... Olha essa carinha que a dona Cleo tá fazendo. Deixa eu te dizer, você vai ganhar 1.000 a mais por mês. Cleo: Obrigada, doutor. Carlos: Quem agradece sou eu. Você faz um bom trabalho, merece. Depois desse momento incrível, a Karlita entrou e perguntou se podia me ajudar em algo. Como senti vontade de beijar ela, de abraçar ela... Mas tinha que me controlar. Não falei nada, preferi perguntar sobre ela, sobre a família dela. Então começou a história dos pais dela, que vieram de uma cidade no sul do país e perderam todo o dinheiro... Por isso estavam nessa situação. Com os documentos que eu levava, iam recuperar o dinheiro, as terras e outras posses. Carlos: E por que perderam tudo? Karlita: Meu pai enganou minha mãe por muitos anos com uma mulher que fez ele assinar uns papéis e tomou tudo dele. Ele tem duas gêmeas com essa mulher. Carlos: E eles vão querer minha ajuda com isso? Karlita: Sim, mas não sabem como te pedir pra ajudar e que vão te pagar por isso também, junto com o trabalho de agora. Carlos: Você me deu sua palavra e eu acredito em você. Mas então sua mãe já perdoou seu pai? Karlita: Sim, na verdade hoje eles foram na rodoviária buscar minhas primas... São filhas da única irmã do meu pai, ela é mais nova que ele, tem 44 anos, e minhas primas têm 28, 25, 24, 23, 19 e 15 anos. Elas vêm visitar com minha tia, claro. Carlos: Olha só... Que sorte. Karlita: Por quê? Carlos: Bom, imagino que elas venham pra ficar e trabalhar. Karlita: Elas vêm nos visitar e ver se tem algum trabalho. Carlos: Bom, elas poderiam cuidar de um negócio que tenho no bairro onde moro. Na verdade são dois: uma lavanderia e um mercadinho, dois pontos comerciais. Karlita: Elas vão ficar felizes, porque nenhuma tem estudo. Elas tinham ido pro norte e meu tio, marido da minha tia, faleceu e devia muito dinheiro. Tomaram tudo delas. E assim ficaram por muitos anos, até que meu pai entrou em contato e convidou elas pra vir visitar a gente. E ver se encontravam algo... Por isso só terminaram a escola e foram trabalhar. Licenciado aproveitador 6. Era excelente, tudo o que eu ouvia, não era um filme feito pra despertar minha luxúria, pra poder viver uma vida sexual louca com escravas submissas que fariam tudo que eu pedisse... Carlos: bom, já passou das horas, já é hora, Karlita. Ao chegar em casa, vimos seu Artur e dona Karla, que logo perguntou por que nós, Karlita e eu, estávamos juntos. Ela explicou toda a história e dona Karla ficou com dúvidas sobre o emprego, mas não falou nada, ainda mais agora que teria 7 bocas pra sustentar, e que bocas! Entramos e vi uma passarela, literalmente da mãe até a filha mais nova desfilando, cumprimentando o salvador da família. Se apresentaram: Susana, 28 anos, bem feita, um corpo gostoso, dava pra ver que era bem usado. A de 25 era Karina, uma jovem um pouco cheinha, baixinha, mas com uma raba espetacular, dava vontade de encher de porra quente... Silvia, de 24, era uma jovem de altura média, pele branca como a mãe, diferente das duas mais velhas, o corpo dela era esbelto, mas sem se destacar em bunda ou peitos... A de 23 tinha uns peitos deliciosos, acho que na hora eu salivei, com uma fonte tão gostosa, hummm, só de imaginar esfregando meu pau nessas tetas leitosas era impressionante, que coisa mais gostosa, a Angélica. Mas as duas mais novas do final pareciam ainda virgens ou pelo menos inocentes: Leydi, uma moreninha de peitos médios e pernas longas, mas não muito grossas, uma bundinha pequena, um rabo que se destacava com uma calça bem justa, e Jaqueline, a caçula, com um sorriso meigo quase infantil, olhos azuis e um corpo tão lisinho, uma delícia pra imaginação. Mas enfim, deixei os documentos e seu Artur me pediu pra ajudá-lo a recuperar as posses dele. Disse que sim, mas que era hora de falarmos sobre o pagamento. As novas familiares disseram que trabalhariam pra ajudar no pagamento, e logo se ofereceram pra me ajudar nos locais que eu tinha. Só tinha uma pessoa no comando, que já estava... Queria ir pra lá, e falei com dona Clara, a mãe das minhas futuras putas. Você vai ser quem administra e me presta contas, eu vou te ensinar como fazer isso. E cada filha, a gente divide: 2 pra lavanderia e 4 pro mercadinho. Perguntei se elas pensavam em estudar, e elas disseram que só a Jaqueline. Bom, depois a gente vê isso. Seu Arturo tava muito agradecido. Perguntei se elas tinham onde ficar, e elas disseram que aqui. Bom, como vão pros locais amanhã, falei: na minha casa vocês podem ficar um tempo até juntar pra um aluguel. Eu moro sozinho, e não me faria mal um pouco de companhia... Seu Arturo achou que era muito incômodo e insistiu que tava tudo bem, que ele mesmo levaria elas. Enfim, dona Clara e as filhas confiaram num novo lobo como eu, afinal de contas, inocentes. Porque tinham vivido sem televisão, sem contato com o mundo real, viviam à moda antiga. Muito conveniente pra mim... Chamei três táxis, porque nos acompanharam seu Arturo, a esposa e a filha. Chegamos e descemos as cinco caixinhas onde elas traziam as coisas e dois sacos. Parecia pouca bagagem. Mas tudo bem. Seu Arturo foi comprar comida, a Karlita acompanhou, e dona Carla e a cunhada ficaram na cozinha procurando os utensílios pra pôr a mesa. Como aquela casa tinha sido dos meus pais antes de se mudarem, tinha uma sala de jantar grande e móveis... Chamei dona Clara e as filhas, falei: tem três quartos disponíveis, um é o meu. Arrume as suas filhas, dona Clara. E ela disse: as pequenas comigo, Jaqueline e Leydi; Angélica e Silvia no outro; por último, Karina e Susanairian no último quarto. Elas colocaram as caixas nos quartos e eu deixei elas. Tava indo pra sala quando... Karla: "Ô, doutor, que gentileza a sua. Só te aviso: não tenta passar a perna na minha família." Carlos: "Dona Karla, olha, eu não fui passar a perna na senhora. A senhora precisava de um favor e eu de outro, fizemos uma troca. No final, não foi culpa minha que a senhora não precisou mais do meu favor..." Karla: "Olha, seu desgraçado, vou contar pro meu marido e tomara que ele te mate.

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