Frambu e seu coquetel da vida XVI

E chegou o grande dia da viagem pro Brasil com uma surpresa inesperada. A noite caiu, minha mãe começou a cozinhar umas batatas fritas com uns bifes na panela, a comida preferida da Guillermina. Sentamos nós quatro pra comer, minha mãe e meu pai estavam cada um de um lado meu e ficavam tocando na minha mão ou me olhavam e sorriam pra mim. Terminamos de jantar, eu ajudei meus pais a recolher tudo. A Guillermina, como se soubesse que eu ia embora amanhã, ficou mais tempo perto de mim. Quando terminei de limpar tudo, meus pais foram dormir se despedindo de nós duas, e eu tava indo pro meu quarto quando a Guillermina me toca por trás. Guille: — Fran... Fran... Eu: — O que foi, Guille? Guille: — Eu queria que a gente fizesse uma noite do pijama como a gente fez uma vez... Eu: — Mas é que... já não somos mais umas meninas, nossas noites do pijama eram vendo filmes de princesas ou algum desenho animado... Guille: — A gente podia ver um filme bom dessas plataformas que tem na TV. Eu: — Tá bom... vou me trocar no meu quarto enquanto mando uma mensagem pro Eze e preparo o sofá pra gente deitar ali, que é bem confortável e ainda dá uma vista maneira pra TV. Guille: — Eu também vou me trocar e volto aqui, depois ajeito. Fui pro meu quarto e, enquanto olhava meu celular que tinha deixado o Ezequiel sem falar com ele desde o dia anterior — entre a saída, acordar tão tarde, o almoço com os avós e tal — não tinha mandado nada pra ele e escrevi: "Oi amor... como você tá?" Daqui a pouco ele responde e sinto que chegam várias mensagens dele. "Oi Fran..." o jeito que ele escreveu parecia irritado, junto com outras mensagens anteriores: "Oi meu amor, como você tá?" "Oi coração doce de pêssego... o que você tá fazendo?" "Oi bebê, queria que a gente fizesse uma videochamada hoje à noite, mas tenta fechar a porta pra ninguém nos interromper!" "Oi minha vida... não leva a mal o que eu falei antes, mas queria te ver, só te ver como nas outras vezes" "Oi meu amor mais lindo... tô me preocupado... você não leu nem respondeu nenhuma das minhas mensagens. Tô ficando louco sem saber de você, amor" "Oi, gostosa... tô ligando pro seu pai e ele não atendeu... tô preocupado. Tomara que não tenha acontecido nada com você..." "Fran, meu amor... será que você encontrou seu ex? Tá com ele, por isso não responde?" "Pelo amor de Deus, amor. Preciso que você responda, tô ficando maluco..." E na hora eu liguei pra ele.
Eu: - Oi, meu amor...
Eze: - Fran? É você, Fran??
Eu: - Sim, sim... sou eu. Desculpa, mas só agora vi que todas as suas mensagens chegaram.
Eze: - Ai, bebê... pelo amor de Deus... você me deixou muito preocupado! O que aconteceu?
Eu: - Nada... nada, só que eu tava fazendo um monte de coisas na sexta. Fui na casa de uma amiga, daí fiquei na casa do meu pai, ele brigou com a minha irmã, depois à noite encontrei minhas amigas pra jantar e fomos comemorar.
Eze: - Ah... por isso você não respondia...
Eu: - Não, não... já te falei, só agora vi todas as suas mensagens. Eu achei estranho você não ter me escrito.
Eze: - Eu achei mais estranho ainda você não responder. Tava ficando puto, achando que você tinha voltado pro seu ex...
Eu: - Pelo amor de Deus, amor... não fala dele comigo!
Eze: - Por quê? O que aconteceu?
Eu: - Porque eu trombei com ele na balada que fui com minhas amigas...
Eze: - E aí? Esse idiota fez alguma coisa com você??? Encostou em você? Te beijou?
Eu: - Ele só insistiu pra dançar, e dancei um pouco com ele, mas assim que ele tentou passar dos limites, eu me afastei. E por sorte um colega da escola me trouxe pra casa.
Eze: - Ah... que bom, hein!
Eu: - Bom, mas fica tranquilo que tô bem e suas mensagens não tinham chegado... sabe que tô com muita saudade de você, meu amor?
Eze: - Ufffff... eu também, bebê... esperando esses poucos dias que faltam pra te ver...
Eu: - Ah... assim que passar as festas...
Eze: - Você vai comigo?
Eu: - Não, não. Nos primeiros dias de janeiro vou com meus pais e minha irmã pro México.
Eze: - Como assim vai pro México?
Eu: - Sim, sim... é que a gente sempre viaja nas férias, aproveitando que em janeiro meu pai tem menos trabalho e a gente não tem aula. Nós temos aulas... Eze: - Ah, Fran... mas e a gente? Eu: - A gente se vê no meu aniversário, que falta pouco, e talvez a gente passe uma festa juntos, love... Eze: - Isso eu adoraria pra caralho! Eu: - Bom, meu love... vou dormir... Eze: - Tá bom, minha vida. Descansa. Te amo Eu: - E eu também te amo, love! Beijinhos Desliguei e terminei de me trocar, fui pra sala. Guille estava no sofá com uma coberta que ela tinha pra quando sentia frio, e eu peguei a minha. A gente começou a ver um filme de comédia enquanto comia uns snacks e tomava refrigerante, limpava as mãos ou a boca com guardanapos de papel que a gente tinha trazido. Aos poucos, o sono foi vencendo a gente e acabamos dormindo. No dia seguinte, quando acordei, vi que a gente tava dormindo abraçada e minha mãe estava parada olhando pra gente com um sorriso e o celular na mão. Mãe: - Bom dia... que lindo foi acordar e ver vocês assim... Eu: - Bom dia, mãe... é que eu e a Guille fizemos nossa noite de irmãs e acabamos dormindo. Mãe: - Sim, sim... já vi... - ela olhava ao redor: as almofadas do sofá no chão, as plantas e enfeites da mesinha de centro estavam de lado, enquanto em cima tinha tigelas, copos e a jarra com suco espremido, guardanapos amassados e muitas migalhas - depois vocês duas arrumam tudo isso... Eu: - Tá bom, mamãe. Nisso, meu pai chega, pigarreando. Pai: - Bom dia... Mas o que aconteceu aqui? Teve festa ontem à noite e não me chamaram? Eu: - Bom dia, pai... a gente já vai arrumar tudo com a Guille... Pai: - Não, não, tesouro... é que fazia tempo que eu não via essa sala assim! Lembra, amor, quando elas fizeram aquela noite do pijama que tinham 15 meninas no total?? Mãe: - Como esquecer... acho que depois daquilo só permiti que fossem menos! Eu: - Por quê, mãe? Mãe: - Não deixaram a gente dormir a noite toda, eram barulhentas demais, muito bagunceiras e muito desorganizadas... eram suas amigas e também vieram as amigas da Guille: foi uma zona essa casa! Pai: - Foi lindo ver a cara da sua mãe na despertar... - imitando a voz da minha mãe quando ela se alterava - que bagunça é essa??? Ninguém sai daqui até arrumar tudo e blablablá... A gente riu e o Guille acordou Guille:- Bom dia... Pai:- Bom dia, meu amor mais pequeno Mãe:- Bom dia, tesouro, meu outro terremoto Guille:- É que a Fran e eu aproveitamos pra fazer nossa pijamada e... Pai:- Sem problema... eu ajudo vocês antes que as duas sejam castigadas! A gente juntou tudo aos poucos com minha irmã e meu pai, enquanto minha mãe preparava os cafés da manhã, papai foi pro quarto dele, quando ouço a campainha e vejo pela janela um táxi parado na nossa casa e abro e vejo o Ezequiel com uma mala parado, sorrindo pra mim. Eu:- Mas... que surpresa gostosa! Eze:- Meu amor... - a gente se beijava igual loucos e ele me levantou e sem parar de me beijar me acariciava suavemente pelos ombros e cabelo. Ele me soltou e olhou nos meus olhos, eu sorri - bom dia, meu amor. Gostou da surpresa? Eu:- Bom dia, amor... você me surpreendeu e amei. Adoro surpresas! Hmm... vem... vou te apresentar minha família - minha irmã tinha visto toda a nossa cena de beijo - ela é minha irmã Guillermina Eze:- Bom dia, é um prazer... - estendeu a mão pra ela Guille:- Oi, igualmente... Eu:- Paaaaaai... Maaaaaãe... Peguei ele pela mão e levei até a cozinha e quando minha mãe me viu de mãos dadas com meu namorado, ficou surpresa Eu:- Mãe... te apresento. Ele é meu namorado Ezequiel. Eze, ela é minha mãe.. Eze:- Que honra conhecer a senhora Mãe:- Obrigada, igualmente. Tanto minha filha quanto meu marido não param de falar de você e agora finalmente te conheço! Eze:- É um prazer estar na casa de vocês, senhora, e só vim pra ficar com sua filha antes dela ir pro Brasil Mãe:- Pode me chamar de Ana, Eze... quer tomar café da manhã com a gente?? Eze:- Sim, sim, se não for incômodo... Mãe:- Não, não é incômodo. Senta aí que vou levar tudo pra mesa Nisso vinha meu pai arrumando a gola da camisa e quando ele viu, achei que ia se surpreender por ele estar O filho do sócio dele chegou em casa e cumprimentou ele naturalmente.
Pai: — Eze, querido... bom dia... como foi o voo?
Eze: — Bom dia, Dom Martín... é um prazer estar aqui. Valeu pelas dicas pra chegar. Vocês têm uma casa linda e sua outra filha é uma graça.
Pai: — Obrigado... quer tomar café da manhã com a gente?
Eze: — Não acho certo, vim sem avisar e só queria ver a Fran e...
Pai: — Fica, Eze... você já é da família.
Mãe: — Aqui tá tudo pronto. Vamos, Eze, e como meu marido disse: você é da família, e um café da manhã pro namorado da minha filha ou meu futuro genro seria uma honra...
Ezequiel sorriu. Fomos pra mesa da sala de jantar e ele sentou do meu lado, acariciando minha mão.
Café da manhã os cinco. Quando terminei, levei nossas xícaras pra cozinha e peguei Eze pela mão até meu quarto.
Ao entrar e fechar a porta, ele me apertou contra o peito e me beijou com muita paixão e tesão. Sentia um calor imenso por baixo da minha roupa íntima e guiei a mão dele até minha buceta. Quando sentiu minha umidade com os dedos, ele desceu devagar meu short de pijama e minha calcinha, esfregou suavemente com um dedo, começou a acelerar um pouco e colocou mais um dedo. Eu gemia no ouvido dele.
Eze: — Ai, meu amor... mmmmmmmmm... tô morrendo de vontade de te comer.
Eu: — Mmmmmmmmmmmmmmmmmm... Sim, sim, quero que você faça isso...
Eze: — Aqui na sua casa?? Não quer que a gente vá pra outro lugar e...??
— Eu mordi a boca dele e fui tocando devagar no peito dele, desabotoando a camisa. Ezequiel ofegava devagar, e eu beijava lentamente o pescoço e o peito dele. Sentei ele na minha cama, fui até a porta, olhei pro corredor e vi que meus pais e minha irmã tinham ido embora. Tranquei a porta e me joguei em cima do corpo de Eze.
Eu: — A casa ficou só pra gente...
Eze: — Ufffff, meu amor... que tentador...
Eu: — Tá preparado pra isso..? E tirei a camiseta, deixando meus peitos livres. Ele começou a beijar, morder e chupar eles com desespero e carinho.
Eze: — Ai, meu deus... senti tanto a sua falta, amor... Sentia falta disso... pelo amor de deus... quero te comer... Eu:- É??? Você quer me comer?? Eze:- Uffff sim, love... trouxe meus preservativos e pra poder fazer todas as vezes que você quiser... E eu me joguei e ele caiu na minha cama ficando de barriga pra cima e eu roçava a cock enorme dele que tava quase saindo da calça e desabotoei e passei a mão pela cueca vermelha dele na cock enorme e quente que a ponta já aparecia, quando tirei ficou à minha mercê e eu comecei a acariciar devagarzinho e roçar com minha buceta molhada, fui tirando a cueca dele e rocei a cock com os lábios molhados da minha buceta e ele gemia e tentava fazer a cock entrar e mexia, de novo me mexia devagar em cima dele e ele gemia mais e a cock dele já queria entrar totalmente dentro de mim e fiz um movimento e tinha até a metade da cock dele dentro de mim sem nada Eze:- Tem certeza que quer fazer assim? Eu:- É que tenho curiosidade de como seria... eu nunca estive com ninguém Eze:- Eu também não, meu love. Sou só seu assim como você é só minha Eu:- Claro! Mas por favor, não goza dentro de mim... Eze:- Claro que não. Vou tentar não gozar porque quero ficar muito tempo dentro de você... Eu:- Uuuuuffff....- me joguei e beijava ele com desespero e ele tentava seguir meu ritmo enquanto eu me ajeitava pra cock dele entrar totalmente dentro de mim enquanto ele acariciava minhas coxas e minha bunda e eu soltei um gemido enorme de prazer ao sentir ele todo dentro Eze:- Uffff... love... isso é um sonho Eu:- Você gosta?- falando num tom doce e bem devagar no ouvido dele Eze:- Eu gosto de você, gosto de tudo em você, love... e você realizou minha fantasia de te sentir assim... pele com pele, love... Eu:- Mmmmmmmmmmmm... Eze:- Uuuuufff love... - enquanto eu cavalgava em cima dele meu cabelo caía pra frente e eu peguei e coloquei pro lado. Eze me olhava de vez em quando nos olhos e fechava de novo pra aproveitar aquele momento tão especial- você é tão gostosa, love... Eu:- Você gosta muito de mim? Eze:- Uuuuffff Muito! Demais é o quanto eu gosto de você... ouvir sua voz me enlouquece... e....
Eu: - Senti sua falta, meu amor...
Eze: - Eu também, meu amor... mmmmmmmmmmm Fran... pelo amor de Deus... vou gozar...
- ele roçava mais devagar e tirou o pau de dentro de mim, apoiando entre os lábios da minha buceta e minha barriga, e senti que saiu primeiro o líquido pré-seminal dele e ele começou a se tocar enquanto a gente se beijava, e saiu todo o sêmen dele, parecia uma fonte d'água com os jatos potentes que molhavam os dois corpos nos nossos abdomens.
Eze: - Meu amor... aí está o tesão que você me deixava...
Eu: - Você estava muito excitado?
Eze: - Ufffff não fala assim... que eu fico louco e quero de novo...
Eu: - Vamos tomar banho...
Eze: - Mas não podemos sair assim...
Eu: - Não tem ninguém em casa... fica tranquilo
E pegamos umas toalhas e fomos para o banheiro totalmente pelados.
Meus pais tinham o próprio banheiro pessoal: uma banheira grande tipo jacuzzi, do outro lado do banheiro só um chuveiro pequeno com box. Fui procurar algum líquido para espuma e encontrei em uma das gavetas, onde se via todos os objetos pessoais de higiene da minha mãe, um vibrador. Ao ver, fiquei vermelha e toquei nele. Ezequiel, ao me ver com aquilo na mão, sorriu com o olhar safado.
Eze: - Ah, bom... não te imaginava assim...
Eu: - Não, não... isso não é meu...
Eze: - Uffff pelo amor de Deus... você nunca fantasiou ser comida pelos dois lados?
Eu: - Não, não... talvez sim, minha mãe... porque esse é o banheiro dos meus pais e aqui tem um monte de coisas que já vi com minhas amigas numa loja dessas tipo sex shop.
Eze: - Ai pelo amor de Deus... sério que já foram comprar algo lá?
Eu: - Não, não... num shopping passeando, vimos umas roupas bem sexy e do lado tinha tudo isso... pelo amor de Deus, minha mãe me surpreende com tudo isso... é uma mulher que curte sexo pra valer
- eu remexia e tinha cremes, gel, plugs
Eze: - Você não gostaria de ir experimentando tudo aos poucos?
Eu: - E não sei... tenho medo de não gostar...
Eze: - Mas vai ser tudo aos poucos, se você não gostar, eu não faço e paro. Logo em seguida, eu: — Isso vai ficar pra outra hora. Vem comigo!
Eze: — Sou seu escravo e você minha dona... te sigo pra onde você quiser, amor
E eu o guiei até o chuveiro, abri as torneiras e tomamos banho juntos ali, ele segurava o consolador na mão. Toquei na água e entramos juntos no chuveiro, e ele me abraçou com as mãos tocando minha bunda, quando sinto ele encostar o consolador ali. Ele ia movendo devagar, assim como mexia o pau também, e eu sentia uma sensação indescritível e linda, mas me excitava muito e comecei a gemer.
Tomamos banho rápido, nos secamos e eu o guiei até o quarto dos meus pais. Fechei a porta, arrumei a cama toda e mandei o Eze sentar enquanto eu acariciava ele entre as pernas.
Eze: — Uuuuuuy, amor...
Eu: — Tá gostando?
Eze: — Você se excitou ao sentir duas picas pra você?
Eu: — Gostei muito de sentir ela ali, no meu cu, mas não sei se daria conta com duas
Eze: — Não, não tô falando de fazer um ménage, mas sim de você ter seu próprio consolador e a gente fazer isso
Eu: — Mmmmmmmmmmmm, isso eu gosto...
Eu comecei a lamber os ovos dele e o pau como se fosse um sorvete, ele gemia sem parar e roçava o consolador nas minhas costas. Me ajeitei melhor e sentia o consolador passando pelas minhas coxas e brincando com minha bunda. Enquanto chupava, gemia com o pau dele na boca.
Eze: — Vem, meu amor... vamos fazer isso. Vamos fazer um 69
Eu: — Ufffff... quer chupar minha buceta, coração?
Eze: — Siiiiii!!!!
Subi em cima da boca dele, me movia devagar e senti de novo o consolador perto do meu cu, roçando minhas coxas, e eu gemia enquanto mexia a barriga subindo e descendo da boca do Ezequiel
Eu: — Mmmmmmmmmmmmmmmmmm... aaaahhhhh...
Eze: — Ai, meu deus... como você é gostosa... ai, como eu gosto de te ver assim
— Nós dois gemíamos sem parar
— Aaayyy... Fran... mmmmmmmmmm, que boquinha gostosa, bebê!
Eu: — Mmmmmmmmmmm... tá gostando assim, amor?
— Comecei a lamber as pernas dele enquanto dava mordidinhas e beijava a barriga dele e entre as pernas
Eze: — Aaaaaaaagggghhh, meu amor... se continuar assim, vou gozar... Deus... para com isso...
Eu: - Mmmmmmmmmmmmm... - continuei lambendo mais devagar e tinha parado de passar o consolador porque ele tentava se segurar com as mãos nos meus músculos e enfiou desesperadamente a língua entre minhas pernas e fez o mesmo que eu fiz: dava mordidinhas suaves nos lábios da minha buceta e beijava e lambia entre minhas pernas. Nós dois tremíamos de tanta excitação.
Eu: - Aaaaaaayyyyyyy...
Eze: - Uuuuuuufffff... aaaaaggghhhhh...
As duas bocas se encheram dos nossos fluidos. Ele tinha a boca quase cobrindo completamente minha buceta e, ao tirar tudo, dava beijos nos meus lábios, igual quando me beijava na boca. Eu engoli tudo que saiu dele e lambi a ponta como se estivesse limpando os restos que ainda ficaram. Me levantei e me deitei no peito dele, e ele me abraçou enquanto trocávamos beijos suaves.
Eu: - Meu Deus... que lindo que foi isso.
Eze: - Verdade, né, meu amor... foi fantástico. Senti tanto a sua falta - enquanto me olhava nos olhos e acariciava minha bochecha - que horas você vai embora?
Eu: - Ah... é verdade... Hoje é meu voo! Acho que saímos daqui umas 12. E, sério, você me surpreendeu de estar aqui. Poder passar minhas últimas horas com você.
Eze: - Não fala assim... parece que não vamos mais nos ver. Eu estou e vou ficar até você ir, depois vou falar com seu pai sobre o assunto do trabalho e à noite já estarei no Uruguai.
Eu: - Meu pai sabia que você vinha? Porque acho que não vi ele surpreso de te ver.
Eze: - Claro... ele me convidou. Insistiu, falou com meu pai e, bom, comprei a passagem de um voo e vim. Não sabe a alegria que eu tive ontem à noite enquanto a gente conversava, mas não podia te contar; queria que fosse uma grande surpresa.
Eu: - E foi!! Foi uma grande e linda surpresa! Te amo.
Eze: - E eu te amo, amor...
Ficamos mais um tempo aproveitando um ao outro.
Levantamos, ele me ajudou a arrumar a cama toda e, enquanto eu organizava o banheiro, limpei e guardei o consolador da minha mãe no lugar dela. Também sequei o banheiro. Fui para meu quarto me trocar. Resolver a última coisa que me faltava e, ao sair de lá, vi o Ezequiel no banheiro menor ajeitando a gola da camisa.
Eu: — Adoro te ver assim, com essa camisa. Você tá lindo.
Eze: — Obrigado... você tá gostosa. Levou tudo que precisa?
Eu: — Sim, sim... preparamos tudo junto com a minha mãe. Além da minha passagem, meu passaporte, meu documento e o comprovante de pagamento da viagem. E bom, meu pai me deu um cartão de débito pra eu comprar o que quiser, assim não fico com tanta grana no bolso.
Eze: — Ahhh, isso é ótimo. Eu tenho uma coisa pra você, mas se eu te der, não abre até estar no Brasil ou no avião. Me escreve, me conta como tá e, se puder, me manda umas fotos, pode ser?
Eu: — Claro que sim, meu amor — me aproximei e passei meus braços pelo pescoço dele, beijando devagar suas bochechas e seu pescoço.
Eze: — Não, não Fran... tô me segurando pra não querer te ter nua perto de mim de novo, não me provoca.
Eu: — Será que te provoco tanto assim quando faço isso?
Eze: — Sim, minha linda... não é que eu não queira, mas me enlouquece ter você por perto e eu queria ficar assim o dia inteiro, contigo, transando, te beijando, sentir você nua em cima de mim ou eu em cima de você... que se você fizer isso, eu queria que não fosse embora pra passar todos esses dias juntos.
Eu: — Pena não ter te conhecido antes... não faria essa viagem, mas já tá paga e...
Eze: — Não, não fala isso... não é que eu não quero que você viaje, mas é difícil deixar você ir, assim como foi lá no Uruguai, vai ser aqui. Eu te quero e te amo, mas quero que você tenha sua liberdade, minha vida. Mas lembra que eu tô louco de amor por você.
Eu: — Obrigada... mesmo que não pareça, também não gostei de ir embora e te deixar assim lá no aeroporto, juro que teria ficado ali, deixando meu pai voltar sozinho... mas agora que terminei e que logo vou ser maior de idade, vou poder ir te ver direto e a gente vai poder ficar muito tempo junto.
Eze: — Adoro ouvir você dizer isso e... — meu celular tocou com uma mensagem do meu pai, li e dizia: "Oi, coelhinho. Já tá pronta? Quer que eu vá te buscar pra ir pro aeroporto?
Eu: – É meu pai, ele vai me buscar pra me levar pro aeroporto. Você vem comigo?
Eze: – Sim, claro, lógico
Ele levou minhas malas até a entrada enquanto eu pegava minha bolsa de mão com tudo que tinha guardado, junto com o envelope da carta que o Ezequiel me deu. Esperamos juntos na porta pelo meu pai, que chegou apressado
Pai: – Desculpa a demora, mas tô cheio de trampo e não queria deixar de ir me despedir da minha princesa. Como cê tá, Eze querido?
Eze: – Bem, bem... acompanhando sua filha... O senhor se importa se eu for com vocês pra me despedir dela lá?
Pai: – Pelo amor de Deus, não... claro que não me importo. Vamos... bora andando então
Pai e Eze colocaram minhas duas malas no carro, eu sentei na frente e o Ezequiel atrás. Pai sentou no banco do motorista, ligou o carro e saímos rumo ao aeroporto
Pai: – Já sabe, coelhinha, me mantém informada de tudo, não faz que não ouviu ou que não atende as ligações... seu número tem chamada internacional e roaming e não cobram nada a mais
Eu: – Sim, pai... vou manter todo mundo atualizado. Não se preocupem
Pai: – Perfeito, amor... e agora chegamos cedo pra fazer tudo com calma e, no fim, enquanto espera a hora, a gente toma alguma coisa na cafeteria do aeroporto, se vocês toparem...
Eu: – Talvez sim, pai... a gente vê depois... – Eu segurava minha bolsa apertada e senti o Ezequiel tocar meu ombro
Eze: – Fica tranquila, gostosa... a ideia do seu pai é boa, assim você fica mais calma e pode viajar mais relaxada, com tudo em ordem e no horário
Chegamos no aeroporto, pai desceu minhas duas malas, fechou o carro e fomos andando em direção ao portão de embarque. Comecei a ver caras conhecidas dos meus colegas e das famílias deles.
Quando chegamos numa área mais sossegada, sem tanta confusão, pai parou e falou:
Pai: – Acho que por aqui sua mãe disse que estaria, mas não tô vendo ela...
Eu: – Eu também não tô vendo...
Peguei meu celular e ia ligar pra ela quando entrei na multidão da família dos meus Apareceram meus três avós, minhas tias, minha mãe e minha irmã. Fiquei muito emocionada, comecei a cumprimentar um por um, chorava e abraçava forte. Depois de cumprimentar todo mundo, me afastei um pouco deles e fiquei com o Ezequiel um tempinho. Ele me abraçou pela cintura e eu abracei ele, me encostando no peito dele. Meu nonno se aproximou.

Nonno: - Então você é o namorado da minha netinha?
Eze: - Sim, senhor... é uma honra conhecê-lo! Sou Ezequiel, namorado da Francesca.
Nonno: - Dá pra ver que vocês se amam, pelo jeito que se tratam com carinho... meus parabéns, são um casal lindo - minha tia Dolores chegou perto com a câmera fotográfica.
Dolores: - Fran... que lindos vocês estão... podem olhar pra mim assim pra eu tirar umas fotos?
Eu: - Claro, tia... - a gente posou e ela tirou umas fotos, também junto com meu avô. Nisso, minha tia Samanta chegou e me cumprimentou com um beijo.
Samanta: - Fran... como você está linda... então ele é o famoso Ezequiel?
Dolores: - Sim, sim... viu?? Martin, nosso irmão, não parava de falar de você.
Eze: - Obrigado... é, sim. Vocês são uma família linda e obrigado pelos elogios.
Samanta: - Sua cara me é familiar... será que já te vi em algum lugar?
Dolores: - Não lembra que ele é o garoto da foto do "amor de verão"?
Samanta: - Mas... o quê? E aquela garota com quem ele estava, quem era?
Dolores: - Ai, irmã... aquela garota da foto é a Fran... sim, eu te falei e te mandei uma mensagem que nossa sobrinha virou famosa, e olha que seus pais te protegiam tanto, Fran... e um fotógrafo uruguaio tirou uma foto sua, e aqui ninguém para de falar de você e do seu namorado... vocês são lindos, gente!
Meu pai se aproximou.
Pai: - Você, corneta de avião... tira uma foto minha com a minha menina?
Dolores: - Da próxima vez que me chamar assim, vou postar na minha rede social e te marcar em todas as suas piores fotos.
Pai: - Então para de falar e tira umas fotos com a Fran!
Posei com meu pai sozinha, depois com ele e o nonno. Também com minhas duas tias, e o Ezequiel se ofereceu e tirou uma foto nossa de cinco: minhas duas tias, minha Papai, o nonno e eu. Minha mãe se aproximou e se ofereceu pra tirar uma foto, mas também com o Guille e o Eze. Vi que meu parceiro Lautaro vinha chegando e pedi pra ele tirar uma foto nossa também, junto com minha mãe. Já tava na hora, me despedi de todo mundo e na hora de cumprimentar o Ezequiel, ele me beijou na frente de todos. Minhas tias, meus pais e minha irmã tiraram várias fotos e aplaudiram felizes. Quando ele me soltou, o Eze disse:

— Te amo... te amo com minha alma e minha vida. Se cuida, minha preciosa.

Eu:
— Eu também te amo... vou me cuidar sempre. Amo vocês, família — falei em voz alta enquanto ia com minhas malas e minha bolsa pro check-in.

Naquele momento, depois de passar por toda a burocracia, passei pela Jazmín e acenamos do outro lado pras nossas famílias. A gente foi super emocionadas, abraçadas, em direção ao avião.

Chegaram umas fotos que minhas tias e meu pai tinham tirado enquanto eu caminhava e o abraço com minha amiga Jazmín. Também chegou uma foto de um número conhecido, onde eu tava me beijando com o Ezequiel. Quando vi o remetente, era o Blas. Um frio indescritível começou a me percorrer...

CONTINUA...

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