O Bully do Meu Filho III (Balada)

Era por volta de uma da manhã quando chegaram ao destino, estacionando na entrada da balada, onde Nelson desce e abre a porta para Faby num gesto de cavalheirismo, ela dá a mão e sorri ao descer do carro. Nelson joga as chaves pro manobrista como se fosse o dono do pedaço, que entra no carro pra estacionar.

Juntos, vão caminhando, Faby de braço dado com Nelson e não consegue evitar os olhares dos homens, velhos e jovens a examinam com tesão, os olhos brilham de desejo, era óbvio que mais de uma pica tinha endurecido ao vê-la, ainda mais com aquela roupa chamativa que ela escolheu usar naquela noite, tão provocante que destacava suas curvas e deixava pouco pra imaginação. Os homens a encaram mesmo ela estando acompanhada, as mulheres dos caras reclamam que eles tão olhando, dá pra sentir o ciúme e a inveja que uma mulher como ela provoca, ela ainda mexe a bunda com mais sensualidade e se gruda mais em Nelson pra todo mundo saber que ela tem dono.

"Gostosa"
"Que delícia você tá"
"Vadia, quero te comer"
"Maldito preto, divide essa rabuda"
"Essa MILF é boa demais"
"Essas sim são putas de verdade, nada de frescura"

Eram as várias frases que os homens soltavam entre sussurros ou gritos ao vê-la passar. Ela percebe como Nelson cumprimenta o segurança e ele deixa os dois entrarem sem fila, obviamente que alguns resmungos e assobios de raiva rolam, mas Nelson dá uma gargalhada divertida com a reação do povo.

"Já reservei, seus imbecis!"

Ele grita pros reclamões e entram no lugar, cheio de luzes neon que iluminam meio que o ambiente escuro, mesas lotadas de gente com bebida e cigarro em cima, alguns dançam, outros bebem e fumam, conversam entre si, tem uns joguinhos de azar, todo mundo se diverte pra caralho enquanto o som alto toma conta do lugar. Eles caminham pra uma área mais privada, sobem uns lances de escada e chegam nuns salões com sofás enormes, um cano na frente disso e mesas disponíveis pra colocar as coisas. Os drinks e os petiscos

Faby continua abraçada no Nelson, até beija a bochecha dele, porque como o lugar é mais espaçoso, ela sente de novo os olhares dos homens presentes. Se ia ser infiel, só seria com o amigo do filho dela e mais ninguém, embora também tivesse certeza de que não deveria estar ali e que deveria vazar dali o mais rápido possível.

Nelson ajuda ela a sentar no sofá, isso faz a minissaia do vestido da Faby subir, mostrando as pernas torneadas dela, e o decote deixa os peitões enormes quase escapando de lá.

— Cê tá um arraso, love!

exclama o Nelson todo animado ao ver ela sentada

— Cê gostou do lugar? É bonito, né? Aqui vem vários caras se divertir, mas, fica tranquila, é bem longe da escola, então ninguém da sala vem aqui.

Nelson mente, o lugar é frequentado não só por alunos do colégio, mas também por alguns professores e funcionários da escola, a mesma onde o filho dela estuda.

— Valeu, love

diz Faby, e depois beija a boca dele de leve, e em seguida procura na bolsa dela uma capinha branca que tinha trazido e se cobre com ela, porque ainda não se sentia totalmente à vontade.

— O Juanito nunca veio aqui, né?

pergunta ao ouvir que ninguém da escola frequenta o lugar, mas como era o melhor amigo dele que trouxe ela até ali, era óbvio que pelo menos o filho dela sabia da existência desse lugar.

— Melhor a gente ir embora, tá? A gente pode ficar em casa e, se você quiser…

Faby levanta meio nervosa e brinca com o dedo indicador dela nos lábios do Nelson

— … se divertir na minha cama em silêncio

ela olha pra ele com carinho enquanto termina a frase e depois chupa o dedo dela e continua esfregando na boca do garoto

— Adoro essa ideia, bebê, mas…

ele responde entre risadas enquanto saboreia o dedo da mulher

— … a parada aqui é você relaxar, se soltar…

o garoto começa a rodear o corpo dela pela cintura de um jeito sutil

— … você sempre viveu pelo seu filho, eu acho que já tá na hora de você viver pra você e se dar uns agrados

o garoto Ele segura firme nas nádegas dela enquanto sorri, e ela acena, meio tímida.

— Garçom! Me traz dois baldes de cerveja, geladas e das melhores que tiver, minha princesa merece o melhor. Anda, porra!

O garçom acena enquanto Nelson balança suavemente com a Faby numa dança com um toque romântico. Os baldes chegam, e o garçom abre duas, entregando-as ao cara, deixando o abridor na mesa e voltando pro seu lugar, esperando ordens.

— Saúde, gostosa!

— exclama Nelson, dando a cerveja dela pra Faby e brindando com ela.

— Porque hoje você vai se divertir, não tem nada de errado em esquecer do seu filho de vez em quando, love, tá?

Faby olha desconfiada, mas confia nele. Responde ao brinde, batendo a cerveja dela na dele, e dá um gole sutil enquanto se encosta nele pra continuar dançando no ritmo da música e bebendo ao mesmo tempo.

— Acho que você tem razão nessa de me divertir.

Ela sorri pro cara enquanto dançam ainda com suavidade.

— Então é isso que vou fazer. Afinal, nada de ruim vai acontecer. Saúde, love!

Ela bate animadamente o copo dela no dele e vira a cerveja inteira enquanto continua dançando, cada vez mais solta, dançando pro cara dela, pegando outra garrafa do balde e continuando a beber.

Os homens do lugar, incluindo os garçons, olhavam como a Faby dançava pro Nelson, que cada vez subia mais o tom, com gestos e movimentos mais sensuais, mais safados. Quase desejavam que ela tirasse a roupa, olhavam atentos, sem perder nenhum detalhe do espetáculo. Os volumes deles marcavam de excitação ao ver uma mulher assim, dançando daquele jeito tão gostoso. Se estivessem sozinhos, se masturbariam ali mesmo, sem dúvida, porque vários garçons já esfregavam o volume nas calças e os outros engoliam o desejo, enquanto as outras casais imitavam a mulher na tentativa de desviar a atenção dela dos homens.

— Viu, love? Não tem nada de errado.

Nelson continua de pé, admirando ela e saboreando com os lábios, passando a língua entre eles. Só aproveita se beber, bebê.

Ela se aproxima dele de novo e passa a mão por uma daquelas coxas grossas que ele tanto ama, por baixo da saia, roçando a buceta dela. Ao sentir a mão dele na vagina, ela se esfrega, se deixando esquentar pelo movimento. Ela foca no garoto, olha só pra ele, fixamente, enquanto se mexe.

Você me excita tanto, bebê.

Diz Faby enquanto beija ele e acaricia, se pendurando no pescoço dele, pra depois se virar, jogar a capa no sofá e começar a rebolando, mexendo a bunda contra ele.

Nunca me diverti assim.

Diz a mulher, sorrindo, e rebolando com mais vontade.

Isso! Assim, putinha, mexe essa bunda gostosa... vai, puta, faz pro teu papai. Porra, como você é boa!

Nelson exclama animado enquanto começa a apalpar aquele rabão dela e aproveita pra tocar cada centímetro do corpo dela enquanto vai se soltando mais com os drinks. Isso fascina ele, faz a mulher parecer mais puta.

Fabiola esfrega a bunda nele, o cu rebolando, abrindo as pernas inclinada, se apoiando nos joelhos e terminando a terceira cerveja da noite pra pegar mais uma. O cabelo dela balança no ritmo da dança, e ela olha excitada e tesuda pra Nelson enquanto aumenta a rebolada com movimentos mais safados e quentes.

Eu gosto de ser sua puta, Nelson.

Ela exclama se mexendo com mais vontade e sentindo os peitos balançando. Segura eles com as duas mãos pra não escaparem do decote enquanto continua se movendo pro garoto dela.

Nelson segura ela pela cintura e com a outra mão puxa o cabelo dela pra rebolá-la contra a parede.

Adoro que você goste, não é tão ruim ser puta de vez em quando.

Ele se aproxima do ouvido dela enquanto encosta o pau duro dele por baixo da calça entre as nádegas dela.

Na verdade, essa palavra tá mal usada.

Sussurra o garoto no ouvido dela.

Uma mulher gostar de sexo não tem nada de errado, são pessoas também, e igual a nós homens, podem foder quando, como e com quem quiserem. Eu acho que as mulheres são livres pra aproveitar. a vida, tanto quanto nós

Fabiola escuta atenta enquanto acena, já meio bêbada e terminando a quarta garrafa pra partir pra quinta. Sinceramente, nunca tinha pensado por esse lado, e tava se divertindo como não fazia há tempos.

Com uma mão, Faby se apoia na parede enquanto rebola a bunda no ritmo de Nelson.

— Cê acha mesmo isso, Nelson?

Pergunta sussurrando perto dos lábios do cara enquanto sente a pica dele cutucando a bunda dela. Os peitos dela colam na parede e se esfregam nela enquanto sente a pica do amante crescendo entre as nádegas dela.

— Não é errado ser uma puta?

Pergunta de um jeito meigo enquanto pensa por dentro (claro que é errado, pelo amor de Deus, quem cê pensa que eu sou? Mas adoro ver como ele fica excitado com essas palavras).

— Não tem nada de errado, amor, contanto que você curta e sinta prazer. A parada é você adorar, assim como eu adoro que você seja.

Sussurra o cara em resposta pra mina enquanto cola mais morbidamente o pau na bunda dela e sente algo endurecer atrás da raba dela.

Ela abre as pernas e deixa a saia subir pra mostrar as nádegas nuas, divididas só pelo fio da calcinha fio dental, e assim se esfrega com mais vontade contra o Nelson. Termina a quinta cerveja e pega mais uma pra continuar bebendo naquela posição.

— Prova, prova tuas palavras, querido.

Diz ela desafiadora enquanto esfrega a bunda com mais gosto contra ele.

— Me faz de puta na frente de todo mundo, bebê.

(O que diabos tá acontecendo comigo?) pensa, já mais tonta por causa de tanto álcool que consumiu. (Isso tá errado, com certeza é a cerveja, não vou beber mais.) Tenta abaixar a saia arrependida, mas as mãos do cara impedem. Ela olha pra ele implorando pra deixar ela abaixar a saia.

— Que foi, amor? Tá bem?

Exclama Nelson rindo, brincando com ela. Ele sabe que é a bebida, mas deixa a puta que mora dentro dela florescer de novo, como no quarto dele ou no carro. Ele sabe que ela tá ali, implorando pra sair. novo

ai, que fofa. o que foi? tava me chamando?

Nelson sussurra docemente pra mulher enquanto não para de sentir as nádegas nuas dela nele

vai, fala, love

ele sabia que o sentimento maternal e de decência dela lutava contra o pensamento impuro de puta ninfomaníaca que tava florescendo nela

vamos continuar dançando, mas deixa eu abaixar a saia, tá?

ela diz olhando pra ele suplicante e empurrando ele com a bunda pra trás pra conseguir abaixar a saia no pequeno espaço que se formava com a separação, até tinha parado de beber, a última cerveja vazia descansava na mesa

vamos, mas mais decente, né love? acho que a cerveja já subiu

ela sussurra rindo nervosa, tá corada, nervosa, e esperando que Nelson entenda o que ela sente, que não force ela a fazer alguma loucura ou ficar mais bêbada pra soltar a puta ninfomaníaca que tá escondida no fundo dela, aquela que só floresce com ele

ai, love! já te falei que você precisa aprender a viver a vida, seu filho vai crescer e no final vai embora e você sabe

Nelson larga o copo também, sabe que tá prestes a acontecer e quer ver o olhar consciente da mulher quando rolar

vai, putinha, me diz o que a putinha quer agora

ele esfrega o pau duro atrás dela, cutuca enquanto vê a mulher lutando com corpo e mente entre os desejos dela e a decência

vai ser nosso segredo, bebê?

pergunta Fabiola olhando pra ele suplicante

me promete que o Juanito nunca vai saber disso

ela diz sentindo o pau duro do garoto cutucando ela mais e mais

me promete e eu vou ser a puta mais obediente, mais safada e mais gostosa que você vai comer

o olhar dela é entre submissão e desejo, espera a resposta dele atenta enquanto o coração bate loucamente, a mil por hora, e o corpo nervoso não para de tremer

claro, love

responde rindo docemente o garoto

sou todo um cavalheiro, isso não vai sair daqui, você é minha mulher, e isso fica entre eu e você

Fabiola sorri pra ele enquanto levanta a saia de novo e deixa tudo totalmente exposta suas nádegas

então faz isso bebê, me come como uma puta aqui

não pode acreditar no que acabou de dizer, mas não tem volta (além disso, só Nelson e eu vamos saber e, honestamente, tô doida pra ele enfiar a pica dele de novo) pensa enquanto rebola as nádegas e até tira os peitos do decote pra cobrir os mamilos contra a parede, embora as tetas dela já estejam duríssimas e empinadas, os mamilos ficam duros só de sentir a parede fria, sente como eles afundam firmes nos seios dela

era isso aí amor, com confiança, você é minha mulher e sou eu quem vai te foder

exclama Nelson animado enquanto abaixa o zíper e tira o membro preto ereto e grosso, que ele aproxima entre as nádegas dela, roçando entre elas, querendo experimentar algo novo com ela

me diz bebê...

sussurra no ouvido dela

já te meteram por trás?

Fabiola sente a calcinha fio-dental resistir à ponta da pica quente e preta de Nelson, que falar assim no ouvido dela sempre a excitou e o cu dela pulsava desejoso desde a foda que tiveram no carro, a buceta escorria prazerosamente enquanto o clitóris ficava tenso e cutucava a frente da calcinha

guardei pra alguém especial como você amor

responde enquanto empurra as nádegas contra ele e o beija profundamente de língua, com tanto tesão e desejo que ao se separarem dá pra ver os fios de saliva brilhando na escuridão

ok amor, abre as nádegas pra mim, me deixa entrar

diz sussurrando no ouvido dela enquanto ela sente a pica cutucar o cu dela e a glande desse pênis enorme começa a roçar a pele, deixa ele molhado e lubrificado pra entrada

abre com as mãos amor

ordena ternamente no ouvido enquanto Fabiola segura uma nádega com uma mão e a separa, e com a outra abre a outra além de puxar a calcinha fio-dental pro lado e ficar totalmente exposta pro amante dela aos poucos, deixando ele ver a entrada anal, olhando pra ele com tesão e sentindo a pica ansiosa dele já querendo abrir o cu dela

então Nelson vai enfiando a pica preta dele aos poucos, essa pica penetra entre as nádegas da Fabiola e atravessa o cu dela lentamente, enquanto isso, ela sente algo duro e grosso atravessando e abrindo ela aos poucos, sente o reto dela enchendo e como a bunda vai ardendo a cada roçada

porra, caralho!!! ufffffff que buceta gostosa, amor! assim… assim… assim amor, relaxa o cu… deixa entrar

nisso o esfíncter dela relaxa com as palavras do Nelson que goza a cada empurrão que dá e deixa o intruso entrar mais e mais, cada vez mais, sente como cada centímetro dessa pica preta roça a pele da bunda dela

Aaaahhhhh

geme Fabiola sentindo como o cu dela num primeiro momento deixa enfiar aos poucos pra depois resistir lentamente, é uma sensação nova pra ela, de dor prazerosa, sente como a pica preta enorme do Nelson vai enfiando nela devagar, gemendo com a cara colada na parede, com as pernas tremendo de tesão e os peitos duros balançando no ar, os bicos eretos na vista de todo mundo enquanto a calcinha fio-dental dela rasga com o esforço que fazem juntos

Nelson consegue enfiar até a metade da pica na bunda dela e começa o vai e vem de mete e tira, mete e tira, devagar e acelerando o ritmo aos poucos

assim putinha eu adoro você, porra! gosto que você seja tão puta viu que não é tão ruim dar a bunda?

¡¡¡aaaahhhh!!! amor, com calma, amor… uuufffff

diz ela entre gemidos de prazer e dor, sente como ele se move enquanto se agarra abrindo o máximo que pode as nádegas e com a língua pra fora gemendo com a cara colada na parede, sente como cada vez invade mais e mais o interior dela e a dor prazerosa começa a virar só prazer

goza minha bunda pequena, amor ¡¡¡goza!!!

grita enquanto sente como centímetro por centímetro do pau do Nelson roça cada espaço do cu dela, o reto dela fica vermelho, se lubrifica e ao mesmo tempo gera um certo tesão, um certo prazer que se espalha do cu até os bicos dos peitos, é como se uma corrente elétrica percorresse todo o corpo dela, era o tesão de se sentir tão puta, tão usada, tão fodida, ela se sentia encorajada a ser assim a cada empurrão do seu vigoroso amante e a buceta dela também ficava molhada só pelo fato de estarem metendo no cu dela

assim! assim!

resfolega Nelson vigoroso

aaahhh porra!!! assim puta! eu amo você puta, eu amo você!

essas palavras fazem Fabiola soltar as nádegas e com uma mão na parede se empurrar contra ele pra que ele meta mais e mais fundo, os peitos dela balançam a cada metida e a outra mão dela roça o clitóris dela, duro e saliente, que escorre com os sucos vaginais, ela fecha os olhos enquanto sente o corpo trêmulo e se não fosse pela música, ela tinha certeza que daria pra ouvir o barulho das nádegas batendo contra a pélvis de Nelson

a música é alta e o lugar é escuro, só iluminado por luzes neon fracas, era um bom lugar pra foder, na verdade era muito comum vários casais transarem ali, porque os homens levavam suas namoradas, putas, amantes, amigas, ou o que fosse pra ter relações ali, até de forma incestuosa, Nelson sabia disso porque já tinha ido mais de uma vez foder ali e isso o deixava bestial, arrebentar o cu da mãe do Juan o excitava demais, era só mais um homem usando uma puta qualquer, como as várias que levavam ali pra foder

Nelson aumenta a cavalgada, fica mais forte, mais ereto, mais duro e tarado, e começa a massagear os peitos da mulher dele

aaahhh sim! assim bebê, assim! assim!!!

Fabiola treme de prazer entre gritos e gemidos, sente como o enorme pau preto de Nelson está prestes a entrar por completo, as mãos dele tocando nela fazem ela ter um orgasmo, jorrando no chão os fluidos quentes que escapam pelo clitóris dela como uma calha

mais bebê, mais!!!

o corpo suado dela encharca o vestido que cobre só a barriga e treme de tanto prazer que sente, se não fosse pelas mãos de Nelson segurando ela já teria caído no chão tanto tremor ver ela assim, deixa Nelson ainda mais excitado, que muda de atitude, agindo agora mais agressivo, tomando o controle total da situação assim, vadia! abre essa bunda e se entrega pro seu macho! ele agarra ela com força pelo cabelo e, como se quisesse arrancá-lo, começa a montar ela como se fosse uma puta barata da rua, daquelas que levam porrada pra saber que são putas e que, se tão gostando ou não, não importa, porque tão ali só como saco de porra ele fodia ela cada vez mais forte, sem piedade, sem carinho, sem amor, só com uma libido selvagem que mostrava o lado mais animal dele aaahhhh Fabiola sente o corpo trêmulo e a buceta dela continua escorrendo os fluidos pelas pernas, trêmula e suada, se agarra com as duas mãos na parede enquanto sente a cabeça indo pra trás e vê como o amante dela tá possuído pela situação, igual ela, que, como uma putinha no cio sendo satisfeita, mostra a boca ofegante e a língua babada escorrendo fios de saliva, desejando um beijo do macho dela enquanto sente o pauzão dele cravando mais fundo no cu quente dela assim, assim, vadia! te quero bem puta! quero que você seja a maior puta de todo esse lugar, gostosa! exclama Nelson, fascinado olhando os gestos da mulher masturba! masturba, vadia! quero que você se solte e goze aqui mesmo, nesse lugar! quero que seus sucos escorram pelas suas pernas e manchem o chão com eles! Nelson ordena com voz de comando, olhando pra ela, enquanto Fabiola, como pode, coloca a mão na buceta dela e, com dois dedos, começa a se masturbar, roçando o clitóris que tava todo inchado e vibrando demais a cada enfiada de dedos, ela sentia que se molhava mais e mais e, ao tirar eles, um pouco de suco quente e viscoso escapava da buceta dela enquanto escorria pelo clitóris e pelas pernas trêmulas, não parava de gemer que nem uma louca, gritava tomada de prazer mais, Nelson!!! mais, mais, mais!!! que puta você me deixa, amor!!! não para!!! as nádegas dela quicam contra ele com mais força enquanto o cu dela já engole completamente a pica dele, sente como se está até o fundo do cu, empurrando o interior dela

assim, assim! Promíscua! Porra!!!

dava pra ouvir o barulho da bunda dela batendo na pélvis dele

assim, vadia, assim! bate uma, quero que você goze agora

a pica ereta dele começava a inchar, ainda mais por causa do tesão de ver ela naquela postura tão puta, porque até ele se surpreendia que a Fabiola agisse daquele jeito, enquanto ela ficava de pé colada nele, abraçada no pescoço dele pra se segurar enquanto a pica dele entrava toda na bunda dela e ficava lá, sente aquele membro enorme pulsando forte e quente dentro do cu dela enquanto olha excitada pro Nelson, cada vez mais quente, a buceta dela solta um jorro imenso de fluidos vaginais, quase se mijando, assim se esguicha toda enquanto tem a pica toda do garoto enterrada no cu dela, tremendo de tanto prazer que sente

a buceta dela escorria muitos fluidos quentes enquanto as pernas dela pareciam ceder, por causa da foda tão intensa, nisso, a pica do Nelson entra mais fundo e dá a última estocada antes de soltar todo o esperma dentro dela

agora sim, vadia, bem, muito bem, você gozou, vadia! agora quero ver esse cu receber meu esperma!

diz o garoto extasiado sussurrando no ouvido dela

abre bem essa bunda, que quero gozar dentro de você!

Fabiola se empina toda no chão, sobre os próprios fluidos, se segurando como pode de quatro, pra continuar abrindo as nádegas com as mãos

me dá muita porra na bunda, Nelson! me dá muita, por favor!

Ela olha pra ele suplicante e cheia de tesão, sentindo o jovem amante meter mais fundo na bunda dela

Nelson começa a foder ela mais forte e deixa o pau dentro da bunda dela, deixa ela sentir ele por dentro, como ele mexe de forma suave, devagar, sem tirar mais da metade, gira um pouco raspando as paredes anais dela e então começa a se soltar, solta jorros e jorros de esperma que enchem a bunda da mulher, ela Sente como o fluido quente, viscoso, proibido e tabu começa a circular pela bunda dela e escorre para dentro do corpo dela.

Ela sorri ainda tremendo, mas grata pela sensação do esperma quente enchendo a bunda dela até o estômago, Nelson era o primeiro a ter aquela bundinha apertada e era uma sensação tão gostosa que ela não conseguia parar de sorrir.

Não entendo…
Ela diz entre gemidos
…pra que…você queria camisinha, amor…uffffff, isso é delicioso.

Ela sorri e sente o cu pulsando ainda com o pau dentro e cheio de porra.

Que idiota! Esqueci delas.
Solta Nelson rindo.
É que você me excita tanto, amor, que é difícil não gozar dentro de você.

Ele sussurra perto do ouvido dela e tira o pau devagar, ela geme com a sensação do atrito no cu. Nelson senta no sofá e Faby cai no chão extasiada, ainda ofegante e com o cu pulsando cheio de porra, dá pra ver a perfuração dura que o pau de Nelson fez nela, ela não consegue evitar gozar mais uma vez, solta muito líquido da buceta e isso faz com que parte do esperma que descansava no cu dela escape escorrendo pelas nádegas e pernas.

O chão fica todo manchado e um cheiro de sexo aromatiza o lugar de forma incrível, além de que, claro, Faby ainda tremia e o corpo dela estava encharcado de suor, resultado da boa fodida.

Assim, putinha, olha como você deixou meu pau.
Exclama Nelson olhando pra ela no chão e sorrindo de forma malvada.
Vai, limpa ele, tem que deixar limpinho… acho que você já sabe com o que, né?

O garoto ordena e a mulher, com o corpo ainda tremendo, se ajoelha de quatro e engatinha devagar até ficar de frente com o pau do garoto e pegar ele com as mãos, começa a lamber suavemente cada centímetro dele, saboreia todo o tronco duro e a pontinha, descendo de novo e limpando os ovos e as pernas dele, até as poucas gotas que tinham manchado a barriga.

Ela fazia isso levantando as gotinhas com a ponta da língua, olhando pra ele, até que só restasse nada. era a saliva brilhante dele por toda a pica enorme e os ovos, pra depois esfregar o tronco ainda duro nas bochechas dela

É uma delícia você gozar dentro de mim, amor

Ela diz sorrindo e esfregando o rosto na pica dele

Que isso, putinha! Uffff… você sim me esquenta, amor

Responde o garoto acariciando as bochechas dela e ajudando ela a se levantar

Vai pro banheiro e se lava

Ele a gira assim que ela fica de pé na frente dele

Olha pra você, tá toda cagada, parece uma puta de rua, amor

Ele puxa ela pra perto e dá um beijo suave nos lábios dela

Vou te esperar aqui pra gente ir pra casa, ela obedece e caminha pro banheiro ajeitando o vestido, cobrindo de novo os peitos e a bunda, ao chegar, se olha no espelho e sorri satisfeita, lava o rosto enquanto os pensamentos invadem a cabeça dela (vai ser só essa noite, Faby, nada de ruim vai acontecer) passa um pouco de maquiagem no rosto e um batom na boca e ajusta o vestido o melhor que pode, mas na parte de baixo porque a calcinha fio-dental tinha arrebentado e ela não podia se dar ao luxo de mostrar a bunda ao andar (bom, que mostre ainda mais, com certeza o Nelson vai me pegar e me levar) ri ainda se olhando no espelho enquanto olha a bunda coberta pelo vestido, ajusta os sapatos e sai de lá

Um homem negro, maduro, alto e grosso, enorme, que ia pro banheiro masculino vê ela passar e fica olhando

Uffff, caralho

Ele solta com a voz grossa e sem tirar os olhos dela

E aí? Quanto é a hora?

Ela para ao ouvir as perguntas dele e vira pra olhar

Nem se fosse tão fácil assim

Ela solta com uma risada debochada

Velho idiota

Sorri com desprezo enquanto retoma o caminho, mas de novo a mente dela é invadida por pensamentos tarados, ela tava excitada de novo, ser vista como uma puta e ainda mais desejável a acendia (que coisas que você pensa, Faby, pelo amor de Deus) pensa balançando um pouco a cabeça

O homem ainda fica olhando pra ela, massageando o membro enorme por cima da calça (caralho, que putinha gostosa, meu Deus, tá) Gostosa demais, porra!" Ele pensa enquanto ainda a observa e a ouve falar ("Que corpaço, ela deve cobrar caro mesmo, essa Promiscuous, além de metida a besta, a putinha kkk, isso me excita ainda mais").

"Isso é verdade"
Responde o sujeito ao vê-la se preparando para ir embora.

"Alguém como você não deve ser fácil nem barato"
Ele a encara, saboreando-a com a língua passando pelos lábios.

"Por isso te pergunto: quanto é a hora, princesa?"

Ela para por um momento e se lembra da voz de Nelson, então, por curiosidade, dá um pouco de corda pro homem que já tem o pau enorme marcado na calça.

"Acha que aguenta uma hora?"
Pergunta de forma provocante e desafiadora.
"Aposto que não dura nem 5 minutos"

Ela molha os lábios, se aproxima dele e passa o dedo no peito dele, olhando fixamente nos olhos.

"Por acaso você é daquelas putas que gostam de transar?"
Responde o sujeito rindo e observando a mulher flertar com ele.

"Que bom! Então..."
Ele a puxa pra perto, segurando-a com força pela cintura.
"Vamos nessa, porque eu tô cheio de leite há vários dias sem descarregar"

Ele passava a mão no pau duro e encostava nele nela pra que ela pudesse sentir.

"Já comi putas antes, novinhas e milf, mas..."
Ele dá um tapa na bunda dela e sente o perfume de Fabíola.
"...nenhuma tão gostosa quanto você, amor"

"De graça você não vai comer essa sobremesa, não, homem"
Ela diz rindo e se soltando do braço dele na cintura.
"Me diz quanto você oferece e aí a gente vê se você tem sorte"

("Não importa o valor que ele disser, vou falar que não dá e me livrar dele, mesmo essa brincadeira me excitando pra caralho") Ela pensa enquanto sorri pro homem com uma mão na cintura, sem tirar os olhos dele.

"Você não sabe quem eu sou, né, putinha?"
Responde o sujeito, divertido, sem parar de se tocar. Ele tira a carteira do bolso esquerdo da calça.

"Olha aqui, putinha..."
Ele balança a carteira na frente dela.
"Aqui tenho 200 dólares. Só por essa vez, vou te dar essa grana se você me chupar e engolir meu leite igual a Promiscuous que é que cê é

O cara abaixa o zíper da calça e tira as 2 notas de 100 da carteira

Isso não vai se repetir, mesmo que você valha, 200 por um boquete é muito, acredita, ninguém vai te pagar mais, esse é o preço de um menage

Ele ri sem tirar os olhos dela e com a mão enfiada na calça, enquanto ela olha pras 2 notas dançando na mão livre do homem e pensa, até exclama

E se eu deixar você fazer tudo que quiser, quanto?

(Preciso parar isso antes que saia do controle, vou só enrolando, nem pense que vai rolar) ela pensa e depois olha pro volume ainda escondido na calça do homem (mas é, é muita grana e parece que tem um negócio gostoso guardado ali)

Ele se aproxima e roça a bochecha dela, aproveitando pra olhar o decote e aquele corpaço de mulherão

Parece que você faz por hobby, Promiscuous, que bom que você curte seu trampo

Ele fala divertido entre risadas enquanto olha pra ela e tira outra nota de 100

300 é o que eu pago agora, porque posso e quero

Encosta o nariz no cabelo dela e aspira o perfume

E também porque você é bem putinha

Aproxima o rosto do dela e sorri maliciosamente

Mas como eu falei, não é algo que outros vão pagar

Dá um tapa suave nela sem tirar os olhos

Isso eu garanto

Sussurra no ouvido dela e ri sem se afastar

Ela se afasta dele e sorri de forma divertida

A gente vê

Abaixa a mão até a calça do homem e sobe o zíper de uma vez

Como putinha, eu sei meu valor

Se vira e sai rebolando a bunda de forma lasciva

Desculpa, gato, mas…

Levanta a mão como quem se despede

… ops, não dá pra você

Isso ela fala enquanto se vira pra olhar ele e rir divertida com o jogo

E pouco me importa quem você é

Tá bom…

Solta entre divertido e meio decepcionado o desconhecido

… essa chance não vai se repetir, Promiscuous

Ela se afasta sem dar mais atenção e ainda excitada pelo jogo de ser prostituta, o fato de um cara desses achar que ela valia tanto a deixava animada, nunca na sua nunca tinha agido daquele jeito tão provocante e safado, algo na mente dela mudava, como se seu lado amoroso de mãe estivesse se apagando

Ela se aproxima da mesa onde Nelson a esperava pronto e com o lugar já limpo, como se nada do que fizeram tivesse acontecido

— Pronta, amor?

Pergunta o garoto ao vê-la chegar

— Já tá pronta, amor? Vamos, tô cansado e quero descansar

Ele a recebe com a mão estendida

— Claro, bebê, vamos

Ela pega a mão dele e dá um beijo quente na boca, sabendo que aquele estranho ainda a observava

(Com certeza você deve estar desejando ser o Nelson) pensa ela sorrindo enquanto beija o garoto profundamente, depois se afasta da boca dele e, sem soltar a mão, se apoia no ombro dele

— Vamos pra casa dormir, amor

Eles saem do lugar, não sem antes ela dar um sorriso debochado para o estranho, que a olha e cai na gargalhada diante da atitude da mulher

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