Era sábado à noite, no dia seguinte... Juan via pelo chat do grupo que os caras não paravam de falar o quanto a milf que o Nelson fotografou era gostosa (que punheteiros de merda), pensava enquanto lia como diziam que ela era uma delícia e o quanto pagariam bem por umas horas com ela (mamãe sempre foi assim linda, chamava muita atenção onde quer que fosse, mas o Nelson passou do limite ao expor minha mãe como se fosse um pedaço de carne, isso me dá mais raiva, PORRA!). Juan não parava de xingar na cabeça por tudo que tava rolando (mas pelo menos já me livrei dele quando viu que minha mãe não era qualquer uma, mas sim uma mulher de família), se consolou na mente enquanto tava deitado no sofá, decidiu fechar o chat e ignorar, e começou a ver TikTok pra se distrair.
Enquanto isso, Fabiola, a mãe dele, tava na cozinha terminando os preparativos do jantar, com uma camiseta jeans e uma calça jeans que grudavam no corpo dela desenhando perfeitamente a silhueta e os cachos presos num rabo de cavalo e, claro, os óculos de armação vermelha que faziam ela parecer bem maternal.
— Vem, Juanito, comer — grita da sala com dois pratos na mão — o jantar já tá pronto — senta no lugar de sempre e deixa vazio o lugar que o marido ocupava — corre que é sua vez de agradecer, love — diz sorrindo pro filho que chega sorridente pra sentar no lugar bem na frente dela.
— Meu Deus, abençoa esses alimentos sagrados que a mamãe preparou com tanto love — Juan reza enquanto pensa no pai, que já faz vários meses que foi embora e tá no exterior trabalhando — e pelo meu pai, pra que cuide e proteja ele onde quer que esteja — e depois pensa na mãe, que pediu demissão recentemente do emprego pra achar algo que valha a pena — e te peço pela mamãe, pra que ela encontre um emprego melhor logo, amém! — termina a oração e sorri pra mãe, que devolve o sorriso.
— Amém — responde ela e se prepara pra jantar. aproveitar da comida junto com o filho, ela olha pra ele enquanto pensa em que diabos vai trabalhar agora que pediu demissão. Não era um salário grande e ela teria ficado lá, mas sem dúvida era trabalho demais pelo que pagavam. Além disso, desde que Juan nasceu, ela não tinha adquirido nenhuma experiência profissional e ficava mais difícil conseguir um emprego melhor. Embora Nelson tivesse falado de um lugar onde ela poderia ir hoje (espero que não seja um truque dele pra me ver a sós), pensa divertida e não consegue evitar sorrir. — E aí? Como você se tornou amigo do Nelson, bebê? E por que nunca me apresentou ele? — pergunta Faby intrigada ao filho, já que se ele tinha um amigo daquele tipo, por que não trazer pra casa ou algo assim.
— Hã? — Juan quase cospe a comida com a curiosidade da mãe. — Amigo do Nelson? Bom... — pensa numa resposta convincente. Nem fodendo que vai contar pra mãe que aquele cara era um valentão com ele. O que ela ia pensar, que ele é um fraco e não sabia se defender? — Ele é um amigo... da escola... é que sou tímido, mãe. Você sabe como eu sou no fundo... não saio muito, então por isso não te apresentei antes — tomara que isso seja suficiente pra convencer ela. (E falando naquele preto de merda, não me mandou mensagem nem nada... já fiz a tarefa dele e ele ainda não respondeu, que estranho, ele não é assim) pensa enquanto sorri falsamente pra mãe.
— Ah, beleza! Ele te defende dos valentões, bebê? — continua a conversa Faby com o filho. — Tava pensando em te colocar em aulas de boxe pra você se defender, mas pra isso preciso arrumar um novo emprego — solta com um suspiro leve. — Seu pai já faz tempo que manda dinheiro só pra cobrir as despesas — diz meio decepcionada, já que o marido trabalha pra caralho e é muito pão-duro com grana. — Sinto que ele exagera às vezes — ri brincando, fingindo esconder notas debaixo da mesa, o que faz Juan rir também. — Enfim, o que você acha? Gostaria de aprender a se defender, meu amor?
— Sério, mãe? Sério mesmo? Claro que sim! responde emocionado com as palavras da mãe (assim eu poderia quebrar a cara daquele preto de merda e calar ele por chamar minha mãe de puta) pensa Juan ainda mais animado, esboçando um sorriso — além disso, assim o Nelson não me defenderia tanto, coitado já deve estar cansado de sempre dar a cara por mim — ele ria imaginando que, de fato, (derrubaria o Nelson com uns sopapos na frente da escola toda, virando o herói do colégio) pensou e continuou falando — mas você vai conseguir um trampo bom, algo que tire proveito do que você tem, já vai ver mãe, confio em você... o pai também, eu sei... ele tá longe e às vezes não liga, mas sei que pensa na gente todo dia — Juan sorri pra mãe, animando ela com essas palavras
— Muito bem meu amor, assim que se fala, hoje vou começar a procurar escolas de boxe pra você, beleza? e espero conseguir um trampo bom logo — Faby sorri pro filho, mais animada com o que ele diz — gosto de te ver feliz amor, me motiva a seguir em frente — beija a testa dele, levantando a louça — vai, vai brincar enquanto eu limpo a sala e lavo os pratos
— Valeu pelo jantar mãe — exclama Juan contente e corre subindo pro quarto dele pra ligar o playstation e jogar, enquanto isso, Faby limpa e o celular dela toca, com uma mensagem, ela pega animada pensando que é o marido, mas na real, é uma mensagem do Nelson
“Faby, gata, te quero de mini e com um bom decote, vou passar aí daqui a pouco, vou ficar na frente da sua casa pra seu filho não me ver”
“Oi Nelson, beleza, vou estar pronta pra você”
Ela larga o celular e acelera a limpeza dos pratos e da sala pra correr se trocar e ficar gostosa, afinal, era um acordo que tinha com o amigo do filho, e uma diversão não ia fazer mal
— Juaninho, bebê, vou sair — fala da porta do quarto do filho — surgiu uma entrevista e preciso ir, ok? mãe talvez arrume um emprego mais rápido do que você pensa
— Sério mãe — responde o moleque sentado na cama dele emoção, olhando pra ela com um sorriso genuíno — que bom, mãe, sério! tô muito feliz por você — depois olha a hora na tela — mas já é meio tarde, que horas você vai chegar amanhã? —
— Não sei, bebê — responde ela com um pouco de nervosismo, nunca tinha mentido pro filho e muito menos pra sair com um cara — mas você dorme, tá? não se preocupa comigo, amanhã te conto como foi — beija a testa dele e vai pro quarto dela se arrumar pro encontro, tira a roupa e tira uma foto dela assim pra mandar pro Nelson
“Já me preparando, love😘”
Deixa o celular e entra no banho pensando no que o Nelson vai querer fazer com ela essa noite e não consegue evitar uma onda de emoções que fazem ela sorrir sem parar
Enquanto isso, o Nelson tava do lado de fora da casa conversando com os caras do grupo do WhatsApp, vestia roupa preta, uma camiseta justa no peito e uma calça preta amarrada com um cinto da mesma cor e fivela prateada brilhante, um blazer preto de 2 botões e tênis Converse que estragavam a imagem de cavalheiro que ele tentava passar, mesmo assim, dava pra ver que era um cara que malhava direto, porque sim, ele praticava boxe, como um extra, nisso chega a mensagem da Faby junto com a foto dela toda nua, de pé, sorrindo pra câmera (puta vadia) pensa rindo enquanto admira a imagem da mulher, guarda o celular com cuidado, porque ouve passos se aproximando
— Pronto, Nelson — exclama a Fabíola quando chega perto dele, andando com movimentos sexy, rebolando o quadril e deixando o vestido marcar o corpo dela, o corpo dela estava moldado por um vestido preto bem curto, que mal cobria as cadeiras, na frente um decote em estrela que cobria os peitos e as pontas da estrela unidas por fios pretos finos que passavam pelo peito e barriga dela, subindo tudo num colar em V e nas costas um Y cobria a parte superior das costas, enquanto a parte de baixo era coberta pelo vestido, que deixava ver leves toda vez que se expunha à luz, e claro, uns saltos médios simples, enquanto segurava uma jaqueta de couro pendurada na mão e sua bolsa, seus cachos estavam soltos e dessa vez, não usava os óculos, usava lentes de contato — cê gostou? — fala ela, desfilando pro cara com uma volta e deixando as costas coladas no peito dele, sorrindo perto do rosto dele
— Claro, Faby — solta Nelson com os olhos brilhando diante da mulher espetacular e empolgado com a presença dela — como não, se cê tá uma delícia, porra!! é uma preciosura, love, e cê sabe — um nervosismo trai ele, mas não pode perder a fachada de moleque durão — e eu te adoro — sente o pau começando a endurecer — vem, vamos no meu carro — solta o cara, pegando ela pela cintura
— Cê tem carro? — pergunta Fabiola, surpresa
— Não esperava, né? — solta rindo Nelson enquanto leva ela pro veículo dele, um VW Jetta preto
— Óbvio que não — fala ela rindo, surpresa — mas fico feliz que cê tem, embora não me importasse de levar o meu também
— É do meu velho — exclama Nelson, divertido — peguei sem ele perceber — abre a porta do carona pra ela subir e, fechando, dá a volta até o lugar do motorista e sobe agora, nisso aperta um botão e levanta os vidros fumê das janelas e tranca o carro — cê tá uma delícia, putinha — se aproxima dela, acariciando as bochechas dela e brincando com os cachos do cabelo dela
— Uai! cê é um moleque safado — exclama Fabiola pra pegar ele pelas bochechas e dar um beijo longo e profundo de língua, enfiando esta na boca de Nelson pra ele chupar e saborear enquanto os lábios ficam grudados e ao mesmo tempo, coloca as mãos no corpo dele pra ele poder tocar ela sem vergonha, Nelson então desliza as mãos pela silhueta de Fabiola, subindo pela cintura e ombros dela, segura o pescoço dela e solta o zíper do vestido, depois, como um moleque abrindo um presente, abre o decote dela, liberando os peitos dela peitos e dar uma leve lambida com a língua nos bicos que ainda estavam macios mas com intenção de endurecer, segura ela pela cintura e cola ela mais perto dele pra depois descer as mãos e apertar a bunda dela com as duas mãos, amassar as nádegas perfeitas dela olhando pra ela enquanto ainda lambe os bicos dela
Fabiola sente os peitos dela ficarem duros e a cada lambida que Nelson dá nos bicos dela, eles endurecem e apontam pra boca dele cada vez mais eretos, então aproveita pra soltar o cinto dele e liberar a pica enorme dele que já tava dura pela putaria que os dois estavam fazendo, e olhando fixo pra ele começa a bater uma pra ele com as duas mãos, roçando a aliança de casamento naquela pica jovem e preta vigorosa, de forma sutil escondendo a desesperação dela pra sentir ele de novo na boca dela, dentro dela
-Bem vadia, assim- diz Nelson enquanto vê a amante dele se entregando pra ele- já tá aprendendo o que seu papi quer, deixa eu te ajudar- segura ela pela cintura e como se fosse uma boneca, levanta ela e coloca ela em cima dele, esse movimento faz com que as costas da Faby batam na buzina e solte uns apitos na rua, os dois amantes riem divertidos com o pequeno acidente, com a mão direita, Nelson puxa a calcinha fio dental da Fabiola e coloca a cabeça do pau ereto dele na entrada da buceta dela, que escorre fluidos quentes por cima dele, lubrificando antes do ato sexual
-Safado- diz Faby rindo pra dar mais beijos de língua nele enquanto abre as pernas em cima do Nelson e sorri animada sabendo o que vem, o que ela vai sentir, a mesma coisa que sentiu ontem à noite- enfia em mim, quero que você me coma gostoso de novo amor- ela se mexe em círculos na ponta da pica dele, a buceta dela não para de cuspir sucos quentes e viscosos por cima dele, o olhar dela é de excitação, de uma mulher entregue totalmente ao amante dela- quando você quiser amor
-Puta que você é- Exclama Nelson rindo da empolgação e segurando ela pelas nádegas, a Pega na buzina pra ela soar de novo na rua, enquanto levanta ela e começa a penetrar a buceta quente da Fabiola, sente o pau deslizar com um pouco de dificuldade mas ajudado pela lubrificação natural da buceta da mulher, invade mais e mais até chegar no útero, abrindo caminho entre as carnes suculentas e quentes das paredes da buceta, aproveitando o interior quente da sua amante, com metade da pica dentro, deixa ela cair de uma vez, sentindo como estica ela por dentro e começa a fazer ela quicar em cima dele, segurando as nádegas dela com força, enquanto ela se ajeitava em cada estocada pra se mover melhor com o amante e beijar ele de novo com paixão e luxúria, deixando as salivas se misturarem nas bocas e saboreando o gosto das línguas, enquanto a pica preta enorme e dura do Nelson invade a buceta molhada e apertada da Fabiola
Faby abraça ele pelo pescoço, enquanto sobe e desce sentindo a penetração gostosa na sua xota molhada e quente, ouve a bunda dela batendo contra os ovos duros do Nelson e, excitada, entrega a língua pra ele, enfiando na boca dele pra ele chupar enquanto continua curtindo essa sensação gostosa na sua entreperna, se entrega aos beijos do amante enquanto sente a buceta sugar com mais vontade a pica preta enorme que tá metendo nela, igual uma ventosa quente e molhada, é tanto prazer que ela sente que quando separa os lábios dele, não para de ofegar, fios de saliva escorrem pelo canto da boca e pela ponta da língua — mais Nelson mais... Mete até o fundo que a sua puta adora — o corpo dela começa a tremer de prazer em cima dele enquanto o clitóris endurece e começa a sair devagar, molhado e quente
Nelson segura ela com força pela bunda e abre com as mãos presas em cada nádega enquanto faz ela quicar cada vez mais forte em cima dele, sentindo a pele dele bater na dela e a respiração dos dois ficar mais ofegante, mais profunda, mais forte, é Tanto esforço dos dois nos movimentos, tanta sacanagem e luxúria rolando naquele lugar, que o carro começa a balançar na rua, rangendo um pouco, com os vidros embaçados de ar quente. Qualquer um que passasse na rua saberia exatamente o que tá rolando lá dentro, mas isso não preocupa Nelson e Fabiola, que continuam entregues como dois amantes no prazer, no vai e vem da penetração de Nelson na buceta quente e molhada dela, que geme extasiada sentindo cada estocada que ele dá.
Ela geme, entregue totalmente a ele, o corpo suado treme de prazer, um prazer que ela nunca pensou que fosse sentir de novo. O clitóris dela escorria o fluido quente, vazando como uma pequena calha, vibrando a cada metida daquela pica enorme que invade e abre ela, que fode sem dó, que adora estar dentro dela.
— Que vontade de te sentir no meu Booty love! — grita Fabiola quase berrando, sentindo a bunda se abrir com a força das mãos poderosas de Nelson, pulando toda putinha em cima, enterrando o membro preto e quentão dentro dela, sentindo ele bater lá dentro.
A cock do Nelson é um mastro preto, ereto e duro, que atravessa o útero da Fabiola, que deixa o peso cair e o corpo seguir os movimentos instintivos do sexo. Dá pra ouvir as peles molhadas e suadas batendo uma na outra, enquanto Nelson massageia a bunda perfeita da Faby, sem parar de meter com força e tesão. Ele beija ela, enfiando a língua na boca dela e começa a chupar a saliva como se fosse um néctar quente e doce.
— Love, você me encanta, Faby… você é uma putinha, love… é assim que eu gosto, que você seja essa putinha com o colega de escola do seu filho — exclama Nelson entre gemidos de prazer, dando beijos suaves nos lábios dela sem parar de invadir o interior da mulher. (Vadia, você se mostrou bem promíscua, no fundo é mais puta do que uma mãe dedicada e devota de um filho perdedor.) o qual, não sabe que sua santa mãe está sendo usada como um brinquedo pelo seu bully negro) pensa enquanto olha nos olhos dela, esboçando um sorriso de satisfação e prazer porque tinha alcançado seu objetivo e melhor ainda, tinha repetido seu feito
Fabiola tira o vestido e fica completamente pelada em cima dele, só sua calcinha fio dental cobre com seus fios minúsculos sua cintura e parte de suas nádegas, ela pega um dos peitos e levanta para colocar na boca de Nelson e ele poder chupar enquanto a fode e assim, pelada, com o corpo suado e debilitado, mas quente e cheio de prazer, continua enfiando a pica quente do seu jovem amante, sente como sua buceta escorre seus sucos quentes e viscosos, banhando a pica que come, deixando-a mais lubrificada, para que ele possa penetrar ainda mais fundo nela
- Mmmm sim Nelson!!! adoro ser sua putinha!!! - Grita ela entre gemidos - adoro sentir sua pica preta na minha buceta quente!!! quero ser sua putinha por muito tempo!!!
- Sim love! você será - responde Nelson diante das palavras ardentes de sua amante (como você nem imagina, foxy) pensa morbidamente, tinha o peito dela na boca, sentia como o mamilo da mulher estava duro, ereto, lambe um pouco para degustá-lo, saboreá-lo com a língua e depois enroscá-lo com ela e com seus lábios começar a chupá-lo, sugá-lo, como se quisesse esvaziar o leite materno que um dia deu, enquanto sua outra mão amassava e massageava o outro peito, brincando com o mamilo, esticando-o e dando leves beliscões, brincando com ambos os seios da mulher, sentia sua respiração quente e excitada perto de seu ouvido, alternava entre os dois peitos para saboreá-los e apalpá-los, de vez em quando soltava uma mordida doce nos mamilos e isso fazia com que ela soltasse um gemido quente de satisfação, e sua outra mão, a que não brincava com o peito que não chupava, massageava suas nádegas e as fazia quicar entre elas, o carro se mexia cada vez mais rápido, com mais força, as pessoas que passavam só cochichavam ao ver como o carro se mexia e como os vidros embaçados escondiam a identidade dos amantes que gemiam e gritavam de prazer e seguiam seu caminho
Juan dormia tranquilamente, um sonho perturbador o acorda e ele se senta na cama assustado, agitado (mamãe saiu, né?) pensa enquanto pega o celular pra ver as horas, já são quase uma da manhã (que estranho, será que ela já chegou? cadê a mamãe? espero que esteja bem) se deita no travesseiro e tenta acalmar os pensamentos
-¡¡¡Aaaahhhhhh!!! ¡¡¡uuffff!!!- solta Fabiola gemidos de prazer sem fim- ¡¡¡siii!!! ¡¡¡chupa elas pra mim Nelson!!!- exclama excitada pro amante- olha como elas tão pra você meu amor, durinhas, empinadas e meus bicos, tomara que eu tivesse leite pra você beber meu leite materno- olha pra ele enquanto ele chupa os peitos dela com tesão, o rosto dele tá suado e vermelho de tanto esforço montando sem parar aquela pica pretona cheia de vigor e calor. ela sente o clitóris duro e saltado, quente, vibrando a cada metida que ele dá, enquanto se abraça fraca, tremendo e suada no pescoço do garoto sem se importar com mais nada, sorrindo de satisfação pelada em cima dele, recebendo gostosa a penetração que a enlouquece e faz ela se entregar mais a ele, a mente vazia e curtindo a sensação gostosa das metidas daquela pica preta e vigorosa na buceta quente dela, deixa o jovem pegar ela à vontade, uma ideia invade a cabeça dela (ser a mulher do melhor amigo do meu filho, não é uma ideia tão ruim afinal) e sorri com esse pensamento na cabeça, era a melhor sensação do mundo e ela não ia parar de se sentir assim
Juan tava quase dormindo de novo e um barulho perturba a paz momentânea dele, uns barulhos na rua, ele espiou pra ver o que tava causando aqueles rangidos e abrindo as cortinas vê o Jetta preto na rua com os vidros escuros totalmente embaçados
-¡¡¡Nossa!!!- exclama tapando a boca- parece que alguém tá se divertindo aí dentro- sorri com a expressão dele e depois olha ao redor da rua e resmunga — mas por que logo na frente da minha casa, não tinha outro lugar pra estacionar? mamãe pode chegar a qualquer momento e ver isso — de novo, o pensamento o frustra — embora já seja tarde, por que você não chega, mamãe? cadê você? carro idiota, sai daqui! por que tem que ficar na frente da minha casa? — fecha a cortina irritado e se cobre com os lençóis, bravo e preocupado com a mãe
Fabiola beija com luxúria e paixão Nelson, totalmente entregue a ele, com o corpo suado e tremendo em cima dele
— Que gostoso, Nelson, você me come tão gostoso — exclama ofegante, olhando nos olhos dele — nem meu marido consegue me deixar assim — ela vê os olhos do jovem brilharem ao ouvir a última expressão dela e sorri perversamente — você é mais safado que ele, mesmo sendo mais novo — olha pra ele com aquele sorriso malicioso e nota como as pupilas de Nelson se dilatam diante de tais palavras, sabe que está deixando ele mais excitado — adoro!!! adoro te entregar meu corpo de puta gostosa! adoro sentir sua piroca enorme e quente me enfiando! uffffffffff!!! — percebe como o garoto a penetra com mais vigor, com mais força a cada palavra que ela solta, a buceta dela recebe gostosa aquela carne dura, se molhando ainda mais, nunca se sentiu tão tesuda em toda a vida — essa puta vai ser sua sempre que você quiser! — a buceta dela jorra como nunca, ela até sente o cu pulsar com os roçados dos dedos de Nelson, como se quisessem abri-lo, e os peitos dela, duros, lisos e empinados, também não dão trégua, descansando na boca do jovem amante que a olha com muito tesão e luxúria, com um sorriso de homem que dominou completamente sua mulher
— Isso, puta, assim que eu gosto... caralho... vou gozar — exclama Nelson, totalmente enlouquecido, e acelera a fodida dura, fazendo Fabiola pular mais forte e cair com mais vontade em cima dele, sente o pau duro se esfregar com gosto nas paredes molhadas internas da mulher, que não para de gemer e olhar pra ele Forma provocante — Vamos, Promíscua! Me tira o leite! Deixa eu gozar dentro! — Ele resfolega do esforço e sente os ovos tensos, mostrando o que está prestes a acontecer — Você é meu saco de porra! É pra isso que você serve!
Aaaahhhhhhh!!! — Fabiola grita ofegante, sentindo aquelas estocadas brutais, arranha o teto do carro cravando as unhas, como se quisesse se pendurar pra dar sentadas com mais força na pica vigorosa que a penetra, ofegando com a língua pra fora, babando e escorrendo saliva na boca do amante, que suga cada fio daquele néctar doce que o enlouquece — Me enche de leite, bebê! Enche minha buceta de porra!!!
Dá um irmãozinho pro João!!! Sê pai do irmãozinho dele, Nelson!!! — Ela treme desesperada, suando toda pelada em cima do Nelson, que ao ouvir essas palavras saindo da voz doce de mãe casada e fiel, crava com mais vigor e força a pica nela, até os peitos duros dela quicam a cada estocada que recebe
Aaaahhhh!!! Porra!!! — Nelson tá completamente louco — Aaaahhhh!!! — Ele deixa ela cair de uma vez sobre ele e, abraçando-a pela cintura, segurando firme a bunda dela, deixa a pica ereta dentro dela e começa a soltar jorros de esperma quente dentro do útero, impregnando, enchendo ela com a porra viscosa, manchando todo o interior, marcando ela como propriedade dele
Fabiola sente o útero se enchendo daquele líquido viscoso e quente, daquele leite grosso e branco, e o calor invadindo todo o interior dela enquanto olha nos olhos dele, totalmente entregue e apaixonada por aquela sensação doce e gostosa
— Isso, putinha! Adoro você! Deus!!! — Nelson exclama satisfeito enquanto ainda descarrega a porra dentro dela — Você é minha puta favorita, bebê! — Solta mais e mais fios de esperma, sorrindo contente pelo serviço — Isso, Promíscua, adoro! Aaaahhh! — Ele a abaixa com cuidado, colocando ela no banco do carona, enquanto a pica negra ainda brilha parada, manchada pelos restos de sêmen e fluidos da buceta da Fabiola — olha como me deixou, Promiscuous — ela fala, olhando pra ele e sorrindo — o que tá esperando? minha pica não vai se limpar sozinha — diz, sorrindo perversamente de forma autoritária
Faby se ajoelha no banco do carona, levantando a bunda e começa a dar lambidas como se fosse um picolé, segurando com uma mão na base, enquanto olha nos olhos do seu jovem amante, limpando com a língua cada vestígio de porra no tronco duro, passando a língua por completo, subindo pra saborear a cabeça que ainda solta pequenas gotas brancas do buraquinho e ela pega com tesão, até passando a língua pelos lábios e boca, desce passando a língua no tronco ereto pra depois recolher com a língua a porra que caiu nas bolas recém-esvaziadas, entre as pernas e limpar até aquela que ficou na barriga, dá um beijo suave e gentil na ponta e chupa tudo de novo, saboreando dentro da boca todo aquele membro preto, deixando até que ultrapasse a garganta e faça ela dar uns leves engasgos, pra depois continuar passando os lábios com a língua escondida entre eles, por toda a pica, centímetro por centímetro, deixando ela brilhando com a saliva dela
— Assim, assim, Promiscuous, que bom, vi que aprendeu, me deixou a pica bem limpinha — Nelson incentiva, olhando aquele espetáculo no membro dele, como aquela mulher madura curte chupar a pica dura dele — isso, slutty, assim que se faz — acaricia ela ternamente no cabelo, como se fosse uma menina boa cumprindo seus deveres, dá um par de palmadas fortes na bunda dela empinada e senta ela gentilmente mas com força enquanto arruma as roupas e esconde o membro satisfeito debaixo da calça
— Bem, Promiscuous, isso me agradou pra começar — exclama Nelson de forma divertida e sente como o olhar da mulher ainda pousa na calça dele que ainda marca o volume ereto e duro — é que com você é difícil não ficar duro Ele diz e dá um beijo carinhoso nos lábios dela, sorrindo - é, você tava mesmo com vontade. Agora sim, vamos pra balada - coloca o cinto de segurança - aperta o cinto, bebê, que lá também vamos nos divertir. Amor, Faby devolve o beijo com doçura enquanto tenta se vestir de novo e arrumar o cabelo e o vestido.
- Pronta, bebê - diz ela, sorrindo, enquanto passa o dedo com o anel nos lábios dele - vamos nos divertir essa noite - morde os lábios e pega o cinto pra colocar, mas a mão de Nelson a segura.
- Você vai ver como vai ser assim, sua putinha - diz ele, divertido, soltando uma gargalhada enquanto a olha de forma dominante - mas antes de ir, traz um dinheiro, amor, porque não tenho muito e talvez - olha com tesão percorrendo o corpo dela - você tenha escondidos uns camisinhas - lambe os lábios de brincadeira - eu espero você no carro.
- Camisinhas? - exclama Faby, meio confusa, já que até agora nunca tinham usado - você quer meter com camisinha? - pega a bolsa e dá um tapinha nela, sorrindo pro cara - dinheiro aqui tenho bastante e uns cartões que meu marido deixou - exclama de forma divertida, sorrindo pra ele - não se preocupa com isso.
- Essa é a minha putinha! - exclama Nelson, animado ao ouvir ela falar - mas quero que você traga uns camisinhas, deve ter aí dentro de casa, né? Não se preocupa, amor... vamos nos divertir, gostosa... confia em mim, amor, espero você aqui - se estica pra abrir a porta e ela poder sair do carro enquanto a olha de forma safada.
Ela desce e caminha até casa com pressa pra ninguém ver (por que ele quer camisinhas?) pensa enquanto abre a porta de forma sorrateira. Por sorte, tinha umas escondidas atrás do sofá individual da sala. Anda até ele na ponta dos pés e enfia a mão numa pequena abertura do tecido pra pegar um punhado de preservativos, olha pra eles sorrindo com dúvida (com isso dá). Ajeita o sofá, escondendo a abertura, e de novo caminha em silêncio até a saída enquanto guarda 15 pacotes de camisinhas.
João não consegue pegar no sono, continua debruçado na janela enquanto se cobre com os lençóis, vê que o Jetta parou de balançar — já era hora — diz para si mesmo — parece que deram duro naquela puta — ri do próprio comentário e algo o desconcerta, a porta do carona se abre e ele vê sair uma mulher muito gostosa, uma mulher de verdade, sua silhueta não consegue esconder seus atributos deliciosos e ele sente uma ereção bater no short do pijama até que foca melhor a visão e um pensamento terrível o invade de novo — é minha mãe? — pergunta nervoso — que porra! por que minha mãe tá saindo desse carro? será que era ela que estavam comendo...? — balança a cabeça e tapa a boca para não completar a última pergunta, continua olhando perplexo pela janela e não vê pra que direção a mulher foi, mas parece que está vindo pra casa dele, não demora muito e ele vê de novo ela caminhando rebolando a cintura de um jeito sensual, embora não consiga tirar da cabeça que pode ser a mãe dele, a ereção se completa e ele abaixa a mão pra sentir o pau duro debaixo do short (mãe tá saindo com alguém? mãe tem um amante? mãe tá traindo meu pai?) a cabeça dele fica cheia de perguntas mas isso não impede que a mão dele esfregue de leve o pau duro imaginando que tipo de homem estava comendo a mãe dele, na frente da casa dele, dentro daquele Jetta preto, que parecia meio familiar
— Pronto, bebê — diz Fabíola para Nelson entrando no carro, fechando a porta e mostrando a bolsa com as camisinhas dentro, dando um sorriso lindo que fascina o garoto — o que a gente vai fazer hoje à noite?
— Já vai ver, meu amor — responde Nelson devolvendo o sorriso e ligando o carro pra dirigir até a balada onde passariam uma noite cheia de diversão (se você soubesse o que te espera, putinha, com esse seu corpo me vêm muitas ideias, ideias do que você pode fazer com o tempo enquanto procura um emprego formal, o que você pode gerar com esse corpo tão gostoso) — O que você tem? — pensa maliciosamente, com o olhar fixo na estrada e deixando Faby escolher a música, virando-se pra vê-la dançar enquanto ele sorri pra ela. (Se você soubesse, Juanito, o que espera sua mãe hoje à noite, o divertido que vai ser, o gostoso que vou me acabar com ela.)
— Tô toda ouvidos, amor — exclama Faby, sorrindo e dançando no banco no ritmo da música. Segura a mão de Nelson e coloca sobre as pernas dela, apertadas no vestido. — Que planos você tem?
— Calma, putinha — responde Nelson, rindo divertido. — Não seja impaciente ou vai estragar a surpresa — responde ainda rindo e de novo fixando o olhar na estrada enquanto a mão dele percorre a pele macia da mulher, passando a língua nos lábios com malícia. (Surpresa é o que você vai ter quando descobrir o que tenho planejado pra você, oh, Promíscua! Vou te deixar mais usada que um pano sujo) — pensa de forma malvada. (Pobre Juan, hahaha, pobre, pobre Juan, sinto tanta pena de você, sinto tanta dó, mas é culpa sua... devia ter sido mais homem e me parado... me impedir antes que eu conseguisse meu objetivo... isso é culpa sua... você me entregou pra sua mãe e eu só peguei algo que deixaram ali pra usar como bem entender, sua putinha) — sorri diante dos pensamentos tarados enquanto a mão aperta com força as pernas de Faby, que solta gemidos doces com os apertões. (É isso que tenho planejado, ah, Faby! Vou te arrebentar! Vou te deixar tão quebrada que você vai esquecer do cuzão do seu filho! E não vai sobrar nada da linda e meiga mãe que você supostamente é) — solta uma risada leve enquanto a cabeça se ilumina com ideias perversas e, sem hesitar, apertando a perna de Fabiola, planta um beijo doce e sedutor que deixa a mulher querendo mais, enquanto ele a olha sorrindo, travesso.
Enquanto isso, Fabiola, a mãe dele, tava na cozinha terminando os preparativos do jantar, com uma camiseta jeans e uma calça jeans que grudavam no corpo dela desenhando perfeitamente a silhueta e os cachos presos num rabo de cavalo e, claro, os óculos de armação vermelha que faziam ela parecer bem maternal.
— Vem, Juanito, comer — grita da sala com dois pratos na mão — o jantar já tá pronto — senta no lugar de sempre e deixa vazio o lugar que o marido ocupava — corre que é sua vez de agradecer, love — diz sorrindo pro filho que chega sorridente pra sentar no lugar bem na frente dela.
— Meu Deus, abençoa esses alimentos sagrados que a mamãe preparou com tanto love — Juan reza enquanto pensa no pai, que já faz vários meses que foi embora e tá no exterior trabalhando — e pelo meu pai, pra que cuide e proteja ele onde quer que esteja — e depois pensa na mãe, que pediu demissão recentemente do emprego pra achar algo que valha a pena — e te peço pela mamãe, pra que ela encontre um emprego melhor logo, amém! — termina a oração e sorri pra mãe, que devolve o sorriso.
— Amém — responde ela e se prepara pra jantar. aproveitar da comida junto com o filho, ela olha pra ele enquanto pensa em que diabos vai trabalhar agora que pediu demissão. Não era um salário grande e ela teria ficado lá, mas sem dúvida era trabalho demais pelo que pagavam. Além disso, desde que Juan nasceu, ela não tinha adquirido nenhuma experiência profissional e ficava mais difícil conseguir um emprego melhor. Embora Nelson tivesse falado de um lugar onde ela poderia ir hoje (espero que não seja um truque dele pra me ver a sós), pensa divertida e não consegue evitar sorrir. — E aí? Como você se tornou amigo do Nelson, bebê? E por que nunca me apresentou ele? — pergunta Faby intrigada ao filho, já que se ele tinha um amigo daquele tipo, por que não trazer pra casa ou algo assim.
— Hã? — Juan quase cospe a comida com a curiosidade da mãe. — Amigo do Nelson? Bom... — pensa numa resposta convincente. Nem fodendo que vai contar pra mãe que aquele cara era um valentão com ele. O que ela ia pensar, que ele é um fraco e não sabia se defender? — Ele é um amigo... da escola... é que sou tímido, mãe. Você sabe como eu sou no fundo... não saio muito, então por isso não te apresentei antes — tomara que isso seja suficiente pra convencer ela. (E falando naquele preto de merda, não me mandou mensagem nem nada... já fiz a tarefa dele e ele ainda não respondeu, que estranho, ele não é assim) pensa enquanto sorri falsamente pra mãe.
— Ah, beleza! Ele te defende dos valentões, bebê? — continua a conversa Faby com o filho. — Tava pensando em te colocar em aulas de boxe pra você se defender, mas pra isso preciso arrumar um novo emprego — solta com um suspiro leve. — Seu pai já faz tempo que manda dinheiro só pra cobrir as despesas — diz meio decepcionada, já que o marido trabalha pra caralho e é muito pão-duro com grana. — Sinto que ele exagera às vezes — ri brincando, fingindo esconder notas debaixo da mesa, o que faz Juan rir também. — Enfim, o que você acha? Gostaria de aprender a se defender, meu amor?
— Sério, mãe? Sério mesmo? Claro que sim! responde emocionado com as palavras da mãe (assim eu poderia quebrar a cara daquele preto de merda e calar ele por chamar minha mãe de puta) pensa Juan ainda mais animado, esboçando um sorriso — além disso, assim o Nelson não me defenderia tanto, coitado já deve estar cansado de sempre dar a cara por mim — ele ria imaginando que, de fato, (derrubaria o Nelson com uns sopapos na frente da escola toda, virando o herói do colégio) pensou e continuou falando — mas você vai conseguir um trampo bom, algo que tire proveito do que você tem, já vai ver mãe, confio em você... o pai também, eu sei... ele tá longe e às vezes não liga, mas sei que pensa na gente todo dia — Juan sorri pra mãe, animando ela com essas palavras
— Muito bem meu amor, assim que se fala, hoje vou começar a procurar escolas de boxe pra você, beleza? e espero conseguir um trampo bom logo — Faby sorri pro filho, mais animada com o que ele diz — gosto de te ver feliz amor, me motiva a seguir em frente — beija a testa dele, levantando a louça — vai, vai brincar enquanto eu limpo a sala e lavo os pratos
— Valeu pelo jantar mãe — exclama Juan contente e corre subindo pro quarto dele pra ligar o playstation e jogar, enquanto isso, Faby limpa e o celular dela toca, com uma mensagem, ela pega animada pensando que é o marido, mas na real, é uma mensagem do Nelson
“Faby, gata, te quero de mini e com um bom decote, vou passar aí daqui a pouco, vou ficar na frente da sua casa pra seu filho não me ver”
“Oi Nelson, beleza, vou estar pronta pra você”
Ela larga o celular e acelera a limpeza dos pratos e da sala pra correr se trocar e ficar gostosa, afinal, era um acordo que tinha com o amigo do filho, e uma diversão não ia fazer mal
— Juaninho, bebê, vou sair — fala da porta do quarto do filho — surgiu uma entrevista e preciso ir, ok? mãe talvez arrume um emprego mais rápido do que você pensa
— Sério mãe — responde o moleque sentado na cama dele emoção, olhando pra ela com um sorriso genuíno — que bom, mãe, sério! tô muito feliz por você — depois olha a hora na tela — mas já é meio tarde, que horas você vai chegar amanhã? —
— Não sei, bebê — responde ela com um pouco de nervosismo, nunca tinha mentido pro filho e muito menos pra sair com um cara — mas você dorme, tá? não se preocupa comigo, amanhã te conto como foi — beija a testa dele e vai pro quarto dela se arrumar pro encontro, tira a roupa e tira uma foto dela assim pra mandar pro Nelson
“Já me preparando, love😘”
Deixa o celular e entra no banho pensando no que o Nelson vai querer fazer com ela essa noite e não consegue evitar uma onda de emoções que fazem ela sorrir sem parar
Enquanto isso, o Nelson tava do lado de fora da casa conversando com os caras do grupo do WhatsApp, vestia roupa preta, uma camiseta justa no peito e uma calça preta amarrada com um cinto da mesma cor e fivela prateada brilhante, um blazer preto de 2 botões e tênis Converse que estragavam a imagem de cavalheiro que ele tentava passar, mesmo assim, dava pra ver que era um cara que malhava direto, porque sim, ele praticava boxe, como um extra, nisso chega a mensagem da Faby junto com a foto dela toda nua, de pé, sorrindo pra câmera (puta vadia) pensa rindo enquanto admira a imagem da mulher, guarda o celular com cuidado, porque ouve passos se aproximando
— Pronto, Nelson — exclama a Fabíola quando chega perto dele, andando com movimentos sexy, rebolando o quadril e deixando o vestido marcar o corpo dela, o corpo dela estava moldado por um vestido preto bem curto, que mal cobria as cadeiras, na frente um decote em estrela que cobria os peitos e as pontas da estrela unidas por fios pretos finos que passavam pelo peito e barriga dela, subindo tudo num colar em V e nas costas um Y cobria a parte superior das costas, enquanto a parte de baixo era coberta pelo vestido, que deixava ver leves toda vez que se expunha à luz, e claro, uns saltos médios simples, enquanto segurava uma jaqueta de couro pendurada na mão e sua bolsa, seus cachos estavam soltos e dessa vez, não usava os óculos, usava lentes de contato — cê gostou? — fala ela, desfilando pro cara com uma volta e deixando as costas coladas no peito dele, sorrindo perto do rosto dele
— Claro, Faby — solta Nelson com os olhos brilhando diante da mulher espetacular e empolgado com a presença dela — como não, se cê tá uma delícia, porra!! é uma preciosura, love, e cê sabe — um nervosismo trai ele, mas não pode perder a fachada de moleque durão — e eu te adoro — sente o pau começando a endurecer — vem, vamos no meu carro — solta o cara, pegando ela pela cintura
— Cê tem carro? — pergunta Fabiola, surpresa
— Não esperava, né? — solta rindo Nelson enquanto leva ela pro veículo dele, um VW Jetta preto
— Óbvio que não — fala ela rindo, surpresa — mas fico feliz que cê tem, embora não me importasse de levar o meu também
— É do meu velho — exclama Nelson, divertido — peguei sem ele perceber — abre a porta do carona pra ela subir e, fechando, dá a volta até o lugar do motorista e sobe agora, nisso aperta um botão e levanta os vidros fumê das janelas e tranca o carro — cê tá uma delícia, putinha — se aproxima dela, acariciando as bochechas dela e brincando com os cachos do cabelo dela
— Uai! cê é um moleque safado — exclama Fabiola pra pegar ele pelas bochechas e dar um beijo longo e profundo de língua, enfiando esta na boca de Nelson pra ele chupar e saborear enquanto os lábios ficam grudados e ao mesmo tempo, coloca as mãos no corpo dele pra ele poder tocar ela sem vergonha, Nelson então desliza as mãos pela silhueta de Fabiola, subindo pela cintura e ombros dela, segura o pescoço dela e solta o zíper do vestido, depois, como um moleque abrindo um presente, abre o decote dela, liberando os peitos dela peitos e dar uma leve lambida com a língua nos bicos que ainda estavam macios mas com intenção de endurecer, segura ela pela cintura e cola ela mais perto dele pra depois descer as mãos e apertar a bunda dela com as duas mãos, amassar as nádegas perfeitas dela olhando pra ela enquanto ainda lambe os bicos dela
Fabiola sente os peitos dela ficarem duros e a cada lambida que Nelson dá nos bicos dela, eles endurecem e apontam pra boca dele cada vez mais eretos, então aproveita pra soltar o cinto dele e liberar a pica enorme dele que já tava dura pela putaria que os dois estavam fazendo, e olhando fixo pra ele começa a bater uma pra ele com as duas mãos, roçando a aliança de casamento naquela pica jovem e preta vigorosa, de forma sutil escondendo a desesperação dela pra sentir ele de novo na boca dela, dentro dela
-Bem vadia, assim- diz Nelson enquanto vê a amante dele se entregando pra ele- já tá aprendendo o que seu papi quer, deixa eu te ajudar- segura ela pela cintura e como se fosse uma boneca, levanta ela e coloca ela em cima dele, esse movimento faz com que as costas da Faby batam na buzina e solte uns apitos na rua, os dois amantes riem divertidos com o pequeno acidente, com a mão direita, Nelson puxa a calcinha fio dental da Fabiola e coloca a cabeça do pau ereto dele na entrada da buceta dela, que escorre fluidos quentes por cima dele, lubrificando antes do ato sexual
-Safado- diz Faby rindo pra dar mais beijos de língua nele enquanto abre as pernas em cima do Nelson e sorri animada sabendo o que vem, o que ela vai sentir, a mesma coisa que sentiu ontem à noite- enfia em mim, quero que você me coma gostoso de novo amor- ela se mexe em círculos na ponta da pica dele, a buceta dela não para de cuspir sucos quentes e viscosos por cima dele, o olhar dela é de excitação, de uma mulher entregue totalmente ao amante dela- quando você quiser amor
-Puta que você é- Exclama Nelson rindo da empolgação e segurando ela pelas nádegas, a Pega na buzina pra ela soar de novo na rua, enquanto levanta ela e começa a penetrar a buceta quente da Fabiola, sente o pau deslizar com um pouco de dificuldade mas ajudado pela lubrificação natural da buceta da mulher, invade mais e mais até chegar no útero, abrindo caminho entre as carnes suculentas e quentes das paredes da buceta, aproveitando o interior quente da sua amante, com metade da pica dentro, deixa ela cair de uma vez, sentindo como estica ela por dentro e começa a fazer ela quicar em cima dele, segurando as nádegas dela com força, enquanto ela se ajeitava em cada estocada pra se mover melhor com o amante e beijar ele de novo com paixão e luxúria, deixando as salivas se misturarem nas bocas e saboreando o gosto das línguas, enquanto a pica preta enorme e dura do Nelson invade a buceta molhada e apertada da Fabiola
Faby abraça ele pelo pescoço, enquanto sobe e desce sentindo a penetração gostosa na sua xota molhada e quente, ouve a bunda dela batendo contra os ovos duros do Nelson e, excitada, entrega a língua pra ele, enfiando na boca dele pra ele chupar enquanto continua curtindo essa sensação gostosa na sua entreperna, se entrega aos beijos do amante enquanto sente a buceta sugar com mais vontade a pica preta enorme que tá metendo nela, igual uma ventosa quente e molhada, é tanto prazer que ela sente que quando separa os lábios dele, não para de ofegar, fios de saliva escorrem pelo canto da boca e pela ponta da língua — mais Nelson mais... Mete até o fundo que a sua puta adora — o corpo dela começa a tremer de prazer em cima dele enquanto o clitóris endurece e começa a sair devagar, molhado e quente
Nelson segura ela com força pela bunda e abre com as mãos presas em cada nádega enquanto faz ela quicar cada vez mais forte em cima dele, sentindo a pele dele bater na dela e a respiração dos dois ficar mais ofegante, mais profunda, mais forte, é Tanto esforço dos dois nos movimentos, tanta sacanagem e luxúria rolando naquele lugar, que o carro começa a balançar na rua, rangendo um pouco, com os vidros embaçados de ar quente. Qualquer um que passasse na rua saberia exatamente o que tá rolando lá dentro, mas isso não preocupa Nelson e Fabiola, que continuam entregues como dois amantes no prazer, no vai e vem da penetração de Nelson na buceta quente e molhada dela, que geme extasiada sentindo cada estocada que ele dá.
Ela geme, entregue totalmente a ele, o corpo suado treme de prazer, um prazer que ela nunca pensou que fosse sentir de novo. O clitóris dela escorria o fluido quente, vazando como uma pequena calha, vibrando a cada metida daquela pica enorme que invade e abre ela, que fode sem dó, que adora estar dentro dela.
— Que vontade de te sentir no meu Booty love! — grita Fabiola quase berrando, sentindo a bunda se abrir com a força das mãos poderosas de Nelson, pulando toda putinha em cima, enterrando o membro preto e quentão dentro dela, sentindo ele bater lá dentro.
A cock do Nelson é um mastro preto, ereto e duro, que atravessa o útero da Fabiola, que deixa o peso cair e o corpo seguir os movimentos instintivos do sexo. Dá pra ouvir as peles molhadas e suadas batendo uma na outra, enquanto Nelson massageia a bunda perfeita da Faby, sem parar de meter com força e tesão. Ele beija ela, enfiando a língua na boca dela e começa a chupar a saliva como se fosse um néctar quente e doce.
— Love, você me encanta, Faby… você é uma putinha, love… é assim que eu gosto, que você seja essa putinha com o colega de escola do seu filho — exclama Nelson entre gemidos de prazer, dando beijos suaves nos lábios dela sem parar de invadir o interior da mulher. (Vadia, você se mostrou bem promíscua, no fundo é mais puta do que uma mãe dedicada e devota de um filho perdedor.) o qual, não sabe que sua santa mãe está sendo usada como um brinquedo pelo seu bully negro) pensa enquanto olha nos olhos dela, esboçando um sorriso de satisfação e prazer porque tinha alcançado seu objetivo e melhor ainda, tinha repetido seu feito
Fabiola tira o vestido e fica completamente pelada em cima dele, só sua calcinha fio dental cobre com seus fios minúsculos sua cintura e parte de suas nádegas, ela pega um dos peitos e levanta para colocar na boca de Nelson e ele poder chupar enquanto a fode e assim, pelada, com o corpo suado e debilitado, mas quente e cheio de prazer, continua enfiando a pica quente do seu jovem amante, sente como sua buceta escorre seus sucos quentes e viscosos, banhando a pica que come, deixando-a mais lubrificada, para que ele possa penetrar ainda mais fundo nela
- Mmmm sim Nelson!!! adoro ser sua putinha!!! - Grita ela entre gemidos - adoro sentir sua pica preta na minha buceta quente!!! quero ser sua putinha por muito tempo!!!
- Sim love! você será - responde Nelson diante das palavras ardentes de sua amante (como você nem imagina, foxy) pensa morbidamente, tinha o peito dela na boca, sentia como o mamilo da mulher estava duro, ereto, lambe um pouco para degustá-lo, saboreá-lo com a língua e depois enroscá-lo com ela e com seus lábios começar a chupá-lo, sugá-lo, como se quisesse esvaziar o leite materno que um dia deu, enquanto sua outra mão amassava e massageava o outro peito, brincando com o mamilo, esticando-o e dando leves beliscões, brincando com ambos os seios da mulher, sentia sua respiração quente e excitada perto de seu ouvido, alternava entre os dois peitos para saboreá-los e apalpá-los, de vez em quando soltava uma mordida doce nos mamilos e isso fazia com que ela soltasse um gemido quente de satisfação, e sua outra mão, a que não brincava com o peito que não chupava, massageava suas nádegas e as fazia quicar entre elas, o carro se mexia cada vez mais rápido, com mais força, as pessoas que passavam só cochichavam ao ver como o carro se mexia e como os vidros embaçados escondiam a identidade dos amantes que gemiam e gritavam de prazer e seguiam seu caminho
Juan dormia tranquilamente, um sonho perturbador o acorda e ele se senta na cama assustado, agitado (mamãe saiu, né?) pensa enquanto pega o celular pra ver as horas, já são quase uma da manhã (que estranho, será que ela já chegou? cadê a mamãe? espero que esteja bem) se deita no travesseiro e tenta acalmar os pensamentos
-¡¡¡Aaaahhhhhh!!! ¡¡¡uuffff!!!- solta Fabiola gemidos de prazer sem fim- ¡¡¡siii!!! ¡¡¡chupa elas pra mim Nelson!!!- exclama excitada pro amante- olha como elas tão pra você meu amor, durinhas, empinadas e meus bicos, tomara que eu tivesse leite pra você beber meu leite materno- olha pra ele enquanto ele chupa os peitos dela com tesão, o rosto dele tá suado e vermelho de tanto esforço montando sem parar aquela pica pretona cheia de vigor e calor. ela sente o clitóris duro e saltado, quente, vibrando a cada metida que ele dá, enquanto se abraça fraca, tremendo e suada no pescoço do garoto sem se importar com mais nada, sorrindo de satisfação pelada em cima dele, recebendo gostosa a penetração que a enlouquece e faz ela se entregar mais a ele, a mente vazia e curtindo a sensação gostosa das metidas daquela pica preta e vigorosa na buceta quente dela, deixa o jovem pegar ela à vontade, uma ideia invade a cabeça dela (ser a mulher do melhor amigo do meu filho, não é uma ideia tão ruim afinal) e sorri com esse pensamento na cabeça, era a melhor sensação do mundo e ela não ia parar de se sentir assim
Juan tava quase dormindo de novo e um barulho perturba a paz momentânea dele, uns barulhos na rua, ele espiou pra ver o que tava causando aqueles rangidos e abrindo as cortinas vê o Jetta preto na rua com os vidros escuros totalmente embaçados
-¡¡¡Nossa!!!- exclama tapando a boca- parece que alguém tá se divertindo aí dentro- sorri com a expressão dele e depois olha ao redor da rua e resmunga — mas por que logo na frente da minha casa, não tinha outro lugar pra estacionar? mamãe pode chegar a qualquer momento e ver isso — de novo, o pensamento o frustra — embora já seja tarde, por que você não chega, mamãe? cadê você? carro idiota, sai daqui! por que tem que ficar na frente da minha casa? — fecha a cortina irritado e se cobre com os lençóis, bravo e preocupado com a mãe
Fabiola beija com luxúria e paixão Nelson, totalmente entregue a ele, com o corpo suado e tremendo em cima dele
— Que gostoso, Nelson, você me come tão gostoso — exclama ofegante, olhando nos olhos dele — nem meu marido consegue me deixar assim — ela vê os olhos do jovem brilharem ao ouvir a última expressão dela e sorri perversamente — você é mais safado que ele, mesmo sendo mais novo — olha pra ele com aquele sorriso malicioso e nota como as pupilas de Nelson se dilatam diante de tais palavras, sabe que está deixando ele mais excitado — adoro!!! adoro te entregar meu corpo de puta gostosa! adoro sentir sua piroca enorme e quente me enfiando! uffffffffff!!! — percebe como o garoto a penetra com mais vigor, com mais força a cada palavra que ela solta, a buceta dela recebe gostosa aquela carne dura, se molhando ainda mais, nunca se sentiu tão tesuda em toda a vida — essa puta vai ser sua sempre que você quiser! — a buceta dela jorra como nunca, ela até sente o cu pulsar com os roçados dos dedos de Nelson, como se quisessem abri-lo, e os peitos dela, duros, lisos e empinados, também não dão trégua, descansando na boca do jovem amante que a olha com muito tesão e luxúria, com um sorriso de homem que dominou completamente sua mulher
— Isso, puta, assim que eu gosto... caralho... vou gozar — exclama Nelson, totalmente enlouquecido, e acelera a fodida dura, fazendo Fabiola pular mais forte e cair com mais vontade em cima dele, sente o pau duro se esfregar com gosto nas paredes molhadas internas da mulher, que não para de gemer e olhar pra ele Forma provocante — Vamos, Promíscua! Me tira o leite! Deixa eu gozar dentro! — Ele resfolega do esforço e sente os ovos tensos, mostrando o que está prestes a acontecer — Você é meu saco de porra! É pra isso que você serve!
Aaaahhhhhhh!!! — Fabiola grita ofegante, sentindo aquelas estocadas brutais, arranha o teto do carro cravando as unhas, como se quisesse se pendurar pra dar sentadas com mais força na pica vigorosa que a penetra, ofegando com a língua pra fora, babando e escorrendo saliva na boca do amante, que suga cada fio daquele néctar doce que o enlouquece — Me enche de leite, bebê! Enche minha buceta de porra!!!
Dá um irmãozinho pro João!!! Sê pai do irmãozinho dele, Nelson!!! — Ela treme desesperada, suando toda pelada em cima do Nelson, que ao ouvir essas palavras saindo da voz doce de mãe casada e fiel, crava com mais vigor e força a pica nela, até os peitos duros dela quicam a cada estocada que recebe
Aaaahhhh!!! Porra!!! — Nelson tá completamente louco — Aaaahhhh!!! — Ele deixa ela cair de uma vez sobre ele e, abraçando-a pela cintura, segurando firme a bunda dela, deixa a pica ereta dentro dela e começa a soltar jorros de esperma quente dentro do útero, impregnando, enchendo ela com a porra viscosa, manchando todo o interior, marcando ela como propriedade dele
Fabiola sente o útero se enchendo daquele líquido viscoso e quente, daquele leite grosso e branco, e o calor invadindo todo o interior dela enquanto olha nos olhos dele, totalmente entregue e apaixonada por aquela sensação doce e gostosa
— Isso, putinha! Adoro você! Deus!!! — Nelson exclama satisfeito enquanto ainda descarrega a porra dentro dela — Você é minha puta favorita, bebê! — Solta mais e mais fios de esperma, sorrindo contente pelo serviço — Isso, Promíscua, adoro! Aaaahhh! — Ele a abaixa com cuidado, colocando ela no banco do carona, enquanto a pica negra ainda brilha parada, manchada pelos restos de sêmen e fluidos da buceta da Fabiola — olha como me deixou, Promiscuous — ela fala, olhando pra ele e sorrindo — o que tá esperando? minha pica não vai se limpar sozinha — diz, sorrindo perversamente de forma autoritária
Faby se ajoelha no banco do carona, levantando a bunda e começa a dar lambidas como se fosse um picolé, segurando com uma mão na base, enquanto olha nos olhos do seu jovem amante, limpando com a língua cada vestígio de porra no tronco duro, passando a língua por completo, subindo pra saborear a cabeça que ainda solta pequenas gotas brancas do buraquinho e ela pega com tesão, até passando a língua pelos lábios e boca, desce passando a língua no tronco ereto pra depois recolher com a língua a porra que caiu nas bolas recém-esvaziadas, entre as pernas e limpar até aquela que ficou na barriga, dá um beijo suave e gentil na ponta e chupa tudo de novo, saboreando dentro da boca todo aquele membro preto, deixando até que ultrapasse a garganta e faça ela dar uns leves engasgos, pra depois continuar passando os lábios com a língua escondida entre eles, por toda a pica, centímetro por centímetro, deixando ela brilhando com a saliva dela
— Assim, assim, Promiscuous, que bom, vi que aprendeu, me deixou a pica bem limpinha — Nelson incentiva, olhando aquele espetáculo no membro dele, como aquela mulher madura curte chupar a pica dura dele — isso, slutty, assim que se faz — acaricia ela ternamente no cabelo, como se fosse uma menina boa cumprindo seus deveres, dá um par de palmadas fortes na bunda dela empinada e senta ela gentilmente mas com força enquanto arruma as roupas e esconde o membro satisfeito debaixo da calça
— Bem, Promiscuous, isso me agradou pra começar — exclama Nelson de forma divertida e sente como o olhar da mulher ainda pousa na calça dele que ainda marca o volume ereto e duro — é que com você é difícil não ficar duro Ele diz e dá um beijo carinhoso nos lábios dela, sorrindo - é, você tava mesmo com vontade. Agora sim, vamos pra balada - coloca o cinto de segurança - aperta o cinto, bebê, que lá também vamos nos divertir. Amor, Faby devolve o beijo com doçura enquanto tenta se vestir de novo e arrumar o cabelo e o vestido.
- Pronta, bebê - diz ela, sorrindo, enquanto passa o dedo com o anel nos lábios dele - vamos nos divertir essa noite - morde os lábios e pega o cinto pra colocar, mas a mão de Nelson a segura.
- Você vai ver como vai ser assim, sua putinha - diz ele, divertido, soltando uma gargalhada enquanto a olha de forma dominante - mas antes de ir, traz um dinheiro, amor, porque não tenho muito e talvez - olha com tesão percorrendo o corpo dela - você tenha escondidos uns camisinhas - lambe os lábios de brincadeira - eu espero você no carro.
- Camisinhas? - exclama Faby, meio confusa, já que até agora nunca tinham usado - você quer meter com camisinha? - pega a bolsa e dá um tapinha nela, sorrindo pro cara - dinheiro aqui tenho bastante e uns cartões que meu marido deixou - exclama de forma divertida, sorrindo pra ele - não se preocupa com isso.
- Essa é a minha putinha! - exclama Nelson, animado ao ouvir ela falar - mas quero que você traga uns camisinhas, deve ter aí dentro de casa, né? Não se preocupa, amor... vamos nos divertir, gostosa... confia em mim, amor, espero você aqui - se estica pra abrir a porta e ela poder sair do carro enquanto a olha de forma safada.
Ela desce e caminha até casa com pressa pra ninguém ver (por que ele quer camisinhas?) pensa enquanto abre a porta de forma sorrateira. Por sorte, tinha umas escondidas atrás do sofá individual da sala. Anda até ele na ponta dos pés e enfia a mão numa pequena abertura do tecido pra pegar um punhado de preservativos, olha pra eles sorrindo com dúvida (com isso dá). Ajeita o sofá, escondendo a abertura, e de novo caminha em silêncio até a saída enquanto guarda 15 pacotes de camisinhas.
João não consegue pegar no sono, continua debruçado na janela enquanto se cobre com os lençóis, vê que o Jetta parou de balançar — já era hora — diz para si mesmo — parece que deram duro naquela puta — ri do próprio comentário e algo o desconcerta, a porta do carona se abre e ele vê sair uma mulher muito gostosa, uma mulher de verdade, sua silhueta não consegue esconder seus atributos deliciosos e ele sente uma ereção bater no short do pijama até que foca melhor a visão e um pensamento terrível o invade de novo — é minha mãe? — pergunta nervoso — que porra! por que minha mãe tá saindo desse carro? será que era ela que estavam comendo...? — balança a cabeça e tapa a boca para não completar a última pergunta, continua olhando perplexo pela janela e não vê pra que direção a mulher foi, mas parece que está vindo pra casa dele, não demora muito e ele vê de novo ela caminhando rebolando a cintura de um jeito sensual, embora não consiga tirar da cabeça que pode ser a mãe dele, a ereção se completa e ele abaixa a mão pra sentir o pau duro debaixo do short (mãe tá saindo com alguém? mãe tem um amante? mãe tá traindo meu pai?) a cabeça dele fica cheia de perguntas mas isso não impede que a mão dele esfregue de leve o pau duro imaginando que tipo de homem estava comendo a mãe dele, na frente da casa dele, dentro daquele Jetta preto, que parecia meio familiar
— Pronto, bebê — diz Fabíola para Nelson entrando no carro, fechando a porta e mostrando a bolsa com as camisinhas dentro, dando um sorriso lindo que fascina o garoto — o que a gente vai fazer hoje à noite?
— Já vai ver, meu amor — responde Nelson devolvendo o sorriso e ligando o carro pra dirigir até a balada onde passariam uma noite cheia de diversão (se você soubesse o que te espera, putinha, com esse seu corpo me vêm muitas ideias, ideias do que você pode fazer com o tempo enquanto procura um emprego formal, o que você pode gerar com esse corpo tão gostoso) — O que você tem? — pensa maliciosamente, com o olhar fixo na estrada e deixando Faby escolher a música, virando-se pra vê-la dançar enquanto ele sorri pra ela. (Se você soubesse, Juanito, o que espera sua mãe hoje à noite, o divertido que vai ser, o gostoso que vou me acabar com ela.)
— Tô toda ouvidos, amor — exclama Faby, sorrindo e dançando no banco no ritmo da música. Segura a mão de Nelson e coloca sobre as pernas dela, apertadas no vestido. — Que planos você tem?
— Calma, putinha — responde Nelson, rindo divertido. — Não seja impaciente ou vai estragar a surpresa — responde ainda rindo e de novo fixando o olhar na estrada enquanto a mão dele percorre a pele macia da mulher, passando a língua nos lábios com malícia. (Surpresa é o que você vai ter quando descobrir o que tenho planejado pra você, oh, Promíscua! Vou te deixar mais usada que um pano sujo) — pensa de forma malvada. (Pobre Juan, hahaha, pobre, pobre Juan, sinto tanta pena de você, sinto tanta dó, mas é culpa sua... devia ter sido mais homem e me parado... me impedir antes que eu conseguisse meu objetivo... isso é culpa sua... você me entregou pra sua mãe e eu só peguei algo que deixaram ali pra usar como bem entender, sua putinha) — sorri diante dos pensamentos tarados enquanto a mão aperta com força as pernas de Faby, que solta gemidos doces com os apertões. (É isso que tenho planejado, ah, Faby! Vou te arrebentar! Vou te deixar tão quebrada que você vai esquecer do cuzão do seu filho! E não vai sobrar nada da linda e meiga mãe que você supostamente é) — solta uma risada leve enquanto a cabeça se ilumina com ideias perversas e, sem hesitar, apertando a perna de Fabiola, planta um beijo doce e sedutor que deixa a mulher querendo mais, enquanto ele a olha sorrindo, travesso.
0 comentários - O Bully do Meu Filho II (Encontro)