Transformei minha esposa em puta e engravidaram ela

Olá, meu nome é Luis e devo confessar que foi muito difícil pra mim decidir escrever essa história de como gradualmente transformei minha esposa numa puta e como esse processo culminou em realizar uma fantasia: que minha esposa fosse engravidada por outro homem. Essa é uma história real que começou dois anos depois de casarmos e, como mencionei, consegui que minha esposa gradualmente não só aceitasse, mas desejasse ficar prenha, grávida, de outro homem. É a história de como minha esposa ficou obcecada em ser comida "no pelo" por outro cara e ele gozar dentro da buceta dela. Tanto que minha esposa queria engravidar de outro homem que ela estava disposta a aceitar as consequências de carregar no ventre um filho de outro e depois ter e criar esse filho.
Preciso deixar bem claro que tudo, absolutamente tudo o que minha esposa e eu fizemos foi com consentimento e pleno conhecimento do que ambos estávamos fazendo.
Como estão enganados aqueles que acham que convencer sua esposa a dar pra outro homem e ainda deixar que ele engravide ela é coisa de um dia pro outro. Transar com outro ou outra sendo casado é totalmente diferente da sua esposa aceitar voluntariamente ter mudanças sérias e temporais no corpo durante a gravidez e uma mudança permanente na vida dela como esposa e mãe e na sua como marido.
Minha esposa e eu temos um relacionamento de muito tempo, nos conhecemos há muitos anos, ficamos namorados no ensino médio e casamos muito jovens. Minha esposa Alba é muito gostosa, não é magra como se usa hoje, tem um corpo que chama atenção, os peitos dela são pequenos, nunca quis operar, tem uma bunda e pernas que despertam o apetite sexual e ainda mais quando ela usa saias curtas. A bunda dela dá água na boca de muito homem. De rosto muito bonito, muito branquinha, cabelo castanho e olhos castanhos. Não porque é minha esposa, mas desde o ensino médio e até hoje ela chama atenção onde a gente vai e se ela se veste um pouco mais provocante... mais ainda. E curiosamente, ela nunca gostou disso. raspar a buceta dela, panochita que deixa ela com cara de mais safada. Questão de gosto.
Logo depois de casados, enquanto transávamos, começaram as fantasias, a gente fantasiava com ela deixando outros homens verem ela nua, ela sabia o quanto isso me excitava e esquentava essa fantasia, enquanto eu metia e penetrava ela uma vez atrás da outra, perguntava se ela tinha notado como outros homens olhavam pra ela durante o dia, se ela pensava em como esses homens imaginavam ela nua, e se ela achava que eles ficariam com vontade de comer ela, ela esquentava e eu mais ainda, perguntava se ela não gostaria de ser vista nua, de saberem o quanto ela era boa e gostosa além de linda e sexy. Isso acendia ela, fazia ela ficar toda molhada e escorrendo e eu falava isso pra ela uma vez e outra, quantas vezes a gente fazia amor. Até que um dia sem saber como ela reagiria enquanto transávamos, sugeri por que a gente não tentava transformar nossa fantasia em realidade; no começo ela disse que eu era louco, que como eu ousava propor uma coisa daquela, que uma coisa era a gente conversar entre a gente e outra era ser de verdade. Não insisti naquele dia, voltei a tocar no assunto três dias depois falando o quanto isso me esquentaria, que me faria desejar ela mais, que ninguém tocaria nela só olhariam e que seria nosso segredo. Depois de insistir uma vez e outra, finalmente ela topou fazer o teste e logo depois a gente fez uma viagem e sugeri e ela aceitou que seria muito fácil se ela vestisse uma camisola transparente e pedíssemos room service no quarto do hotel, desse jeito ela poderia deixar um desconhecido ver ela quase nua sem consequências; eu ficaria no banheiro e deixaria a porta entreaberta pra poder ver. Quando o rapaz do serviço de quarto bateu, era um jovem que não acreditava no que via, Alba na frente dele com uma camisola rosa, de saia curta, calcinha minúscula, os peitos sustentados por um tecido bem fino e transparente que deixava ver os mamilos eretos dela, enquanto o jovem arrumava o serviço, minha esposa dava um jeito de desfilar na frente dele e, como eu tinha pedido, fingiu que deixava algo cair e se abaixou para pegar, de costas para ele, toda a redondeza da bundinha dela ficou exposta para o garçom ver. Tenho certeza de que naquele momento o jovem só pensava em como ia ser bom comer a minha esposa. Ele também deve ter pensado que tipo de puta tinha na frente dele. Funcionou e, depois que ele saiu do quarto, eu e minha esposa transamos como loucos, ela estava pegando fogo, a buceta dela escorria, não tinha dúvida de que a experiência tinha excitado os dois, enquanto eu comia ela e metia uma e outra vez, perguntava se ela tinha gostado de se comportar como uma gostosa, ela me respondia toda hora que no começo ficou nervosa, mas que depois, quando sentiu como se molhava na frente daquele estranho, só pensava em levar uma rola uma e outra vez. Transamos como nunca.

Esse jogo se repetiu por dois anos, cada vez a gente adicionava algo a mais, já não era só o "baby doll" transparente, agora era um roupão longo que, além de transparente, ficava aberto na frente, expondo à vista a bucetinha dela sem depilar, o contraste do branco neve transparente do roupão com o preto dos pelos pubianos esquentava qualquer um. Uma e outra vez, depois de se exibir, transávamos como loucos, aos poucos ela estava se tornando, sem perceber, uma puta, cada dia resistia menos às novidades, tinha nascido nela e crescia um desejo que viraria vício em se mostrar. Ela já era, sem saber, uma "exibicionista", tinha virado uma puta que gozava quando era olhada e se excitava com outros a vendo, e isso me deixava no fogo. Uma vez ela vestiu um "baby doll" tão curto e tão aberto em cima que deixava os dois peitos praticamente à mostra, e o pouco que cobria, aparecia. Embaixo, era tão curto que a saia nem metade da bunda cobria e, por consequência, deixava toda a mata preta dela à mostra na frente. descoberto. Não deixava nada à imaginação. A mudança nela tinha sido fenomenal, foi ela quem sugeriu que comprássemos aquela "fantasia" numa sex shop. Sem dúvida, a recatada sem perceber já era uma puta.
Agora, quando transávamos, já fantasiávamos não só com alguém a vendo nua, agora ela gostava que eu perguntasse o que ela era e me respondia uma e outra vez. Uma puta, sou putíssima, gosto de ser puta, sua puta, gosto que me vejam, gosto de me imaginar nua na frente de vários homens com seus paus duros pra fora, ela me dizia.
Já nessa época, os dois precisávamos de mais, queríamos experimentar algo novo e concordamos que na nossa próxima viagem eu faria os arranjos para que um massagista viesse ao nosso quarto dar uma massagem nela e, se ela não objetasse, o terapeuta continuaria a massagem em partes do corpo cada vez mais íntimas até onde ela quisesse. O dia chegou, fiz os arranjos necessários com um massagista que o concierge do hotel me recomendou, conversei com o massagista, um jovem musculoso e bonito, e combinamos as condições e o horário em que ele viria ao quarto do hotel. Ele estava empolgado, insistiu em perguntar se eu estava de acordo. Disse que claro.
Minha esposa e eu decidimos que o mais apropriado seria ela vestir um tipo de biquíni de duas peças. O massagista chegou com a maca, ela se deitou e eu fingi que lia uma revista, colocamos uma música tranquila no rádio do quarto, minha esposa se deitou de bruços e ele, Pablo, assim se chamava o massagista, começou aos poucos a deslizar as mãos sobre o corpo branco da minha esposa, as costas, as pernas, o pescoço, a cintura, sem eu perceber em que momento, Pablo baixou a mão e a colocou levemente por baixo da calcinha da minha esposa nas nádegas dela, ela não objetou, e mais, pude observar como ela se mexia levemente com prazer. Era um sinal, o sinal que Pablo precisava para ir mais além, mais fundo. Minha esposa tinha aceitado que, além de alguém vê-la nua, agora, ela aceitava que um estranho a tocasse, a apalpasse. O que começou com uma discreta carícia nas nádegas se transformou em uma frenética sarrada de pernas, cintura, pescoço. Pablo tirou a calcinha do biquíni da minha esposa, virou ela e, quando a teve à vista de barriga para cima, arrancou o sutiã, deixando-a pela primeira vez totalmente nua diante de um estranho. Minha esposa não fazia objeção, de vez em quando virava para me olhar como se buscasse minha aprovação, e eu cada vez sorria para ela como quem diz: continua, tá indo muito bem, e claro, cada vez meu pau ficava mais duro. Pablo a tinha à mercê, fazia o que queria e ela não opunha resistência. As mãos de Pablo acariciavam todo o corpo nu de Alba, ele pôs as mãos nas tetas dela e começou a beijar e depois a chupar os bicos, em seguida passou a mão no seu monte de Vênus, brincou com seus pelos negros. Com essa confiança, Pablo baixou as calças e a sunga e tirou o pau, um membro singular, grande e grosso, e o aproximou da boca da minha esposa. Ela a princípio resistiu, Pablo insistia, levando-o aos lábios carmesim dela até que ela cedeu, primeiro beijando a ponta do pau de Pablo e depois o metendo timidamente na boca. Segundos depois, Pablo aproveitou que Alba tinha consentido e metia e tirava da boca dela. Pablo teve que parar duas vezes para explicar à minha esposa como ela devia chupar. Devo mencionar que em todo o tempo de casados ela nunca tinha aceitado chupar meu pau, era virgem de boca. Então ela, não aguentando mais, explodiu e, sem perceber, atravessou a barreira de "esposa safada exibicionista" para "Alba, esposa e puta". Imediatamente depois, disse o que eu sempre tinha esperado, primeiro quase imperceptível: aaiii... aaiiiii... mmmmm... que gostoso... Alba me confessou que naquele momento só queria ser penetrada por ele para se sentir cravada num pau delicioso, e sem conseguir se controlar, saiu da boca dela: me mete, por favor. Conforme ela se excitava, subia o tom de voz e, gemendo, praticamente aos gritos suplicava: me come. dizia uma e outra vez, estou escorrendo, não aguento mais, preciso de você dentro de mim, por favor, não me deixe assim, me come, quero pica, enfia sua pica em mim, me faz sua putinha, por favor. Me come mas coloca camisinha, ela pediu. Naquele momento ela me contou, Alba: "senti que pela primeira vez meus lábios vaginais eram tocados por outra pica que não era a sua, hesitei, uma Alba queria ele dentro e a outra Alba, a outra eu tinha dúvidas, continuou me dizendo, fechei os olhos". Quando ela fechou os olhos eu vi como ela o beijou e o abraçou, bastou um movimento do quadril dela para o falo de Pablo entrar no buraco da vagina da minha esposa. Então ela começou a dizer:
Mais, me dá mais, enfia até o fundo
Te imploro.... Enfia mais
Ahhh, ahhhh que gostoso..... assim, assim ....
Não tira.... me dá mais forte, quero ser a putinha de outro
Pablo não resistiu e os dois gozaram quase juntos.
Alba já era uma verdadeira putinha.

Esse foi o início de uma nova vida. Sem dúvida. Tinha nascido uma putinha e não havia volta.

Continuamos com nossas experiências sexuais, já não lembro quantos hotéis visitamos embora os massagistas fossem esporádicos, a libido na minha esposa ia aumentando.
Logo depois do nascimento do nosso segundo filho, agora já estávamos no quinto ano do nosso casamento, uma noite de sexo eu perguntei se ela consideraria outro homem comê-la sem camisinha e gozar dentro dela. A simples menção da ideia não só a incomodou, ela se ofendeu e parou de falar comigo por vários dias, pedi desculpas uma e outra vez mesmo sabendo no fundo que a raiva e a resistência dela eram justamente uma reação para esconder o que ela realmente queria ou desejava. Fizemos as pazes, e voltamos ao normal, vida, sexo, exibicionismo uma e outra vez até que eu me animei de novo e encontrando o momento propício perguntei de novo se haveria alguma possibilidade de ela permitir que outro homem a comesse sem camisinha e descarregasse o leite dentro dela. A reação dela não foi como a primeira vez, ele me disse que ia pensar e me daria a resposta em alguns dias.
Foram os dias mais longos da minha vida, não ousava tocar no assunto de novo com medo de qual seria a reação dele. Até que uma noite na cama, enquanto eu brincava com a buceta dela, e ela ficava molhada, ela me abraçou e me beijou e disse: "e aquela ideia maluca que você teve, como você gostaria de colocar em prática?"
Depois de muita conversa, decidimos fazer. A pergunta era como e com quem. Combinamos que deveria ser com alguém desconhecido, de preferência fora da cidade ou da região onde moramos, e o mais importante: se ela ia deixar ser comida sem camisinha, como poderíamos garantir que ela não engravidasse e, mais importante ainda, se era um desconhecido, como garantir que a pessoa não fosse soropositiva. Os dias passaram e não achávamos solução para os dois "poréns" da nossa aventura. Conforme os dias passavam, nossa ansiedade e nossos desejos cresciam, não falávamos de outra coisa senão desse assunto, e quanto mais conversávamos, mais vontade dava.
Ainda sem encontrar resposta para nossas preocupações, uma noite saímos pra comemorar o aniversário da prima dela, Luisa. Fomos jantar e terminamos num bar na Zona Rosa. Ela, Alba, estava muito gostosa, tinha vestido uma daquelas saias curtas que deixam a maior parte das pernas e coxas bem torneadas à mostra, sem meia e só com uma calcinha que por trás se enfiava entre as duas nádegas redondas e lisas dela. De novo, os pelos pubianos faziam ela parecer ainda mais sexy ao aparecer por trás daquele tecido transparente da calcinha minúscula. Uma blusa com decote generoso na frente deixava à mostra os peitos dela, que, embora pequenos, eram firmes e de contorno singular. No calor das bebidas e enquanto dançávamos e eu levantava a saia dela e acariciava a bundinha, eu a beijei e disse: "gostosa, não aguento mais, não durmo pensando em como e quem pode te comer sem camisinha. Se você realmente me ama e tá disposta a fazer qualquer coisa por mim, em vez de procurar o como... não, a gente quer o "como se", ela não me entendeu e me disse, você tá bêbado ou tá me tirando uma onda, não te entendo e eu respondi, não, gata, não tô bêbado nem brincando, por que em vez de pensar em como você não engravida? a gente não pensa em como a gente faz pra você engravidar. Ela parou, travou na hora e me disse. Você tá me propondo que eu seja comida pra engravidar de outro homem, quer que outro cara me emprenhe que não seja você, quer que eu carregue na minha barriga o filho de outro homem, sabe o que você tá me pedindo? Você aguentaria ver minha barriga crescendo sabendo que o filho que eu carrego não é seu? Você tá louco? Por um momento eu não disse nada, mas segundos depois, que pareceram uma eternidade, não sei de onde tirei forças pra responder SIM, é isso mesmo que eu tô te pedindo…. Teve um silêncio sepulcral por uns instantes que pareceram minutos; Alba, que sem saber já era uma putinha escrava dos próprios desejos, me abraçou bem forte, colou os lábios nos meus e, sem eu acreditar no que ouvia, a gostosa me disse…. Se é isso que você quer, é isso que a gente faz, fode do jeito que você quiser, só me jura que esse vai ser nosso segredo…. E me falou "te amo, me leva pra casa, me come, tô muito tarada, tô morrendo de vontade de ter seu pau dentro de mim. Me faz sua putinha, vamos embora… Você pode imaginar como a gente transou chegando em casa. Sem contar pra minha esposa e tendo calculado o período de ovulação dela, organizei uma viagem de uma semana pra Riviera Maya, num lugar e hotel que uns amigos bem doidões me recomendaram. Duas semanas antes da viagem, dei um jeito de não transar com minha esposa. Queria que ela chegasse pegando fogo na Riviera Maya, e mais ainda, tinha entrado na minha cabeça que, já que ela tinha aceitado ser comida sem camisinha, eu queria ter certeza de que, se ela engravidasse, quem a engravidasse fosse outro e não eu. O assunto da AIDS não voltou a aparecer nas nossas conversas, e muito menos quando falamos da viagem. Me veio à cabeça várias vezes e não sei se de propósito Ah, não, eu apagava isso dos meus pensamentos e pensava em outra coisa. Pra resumir a história, chegamos no Hotel na Riviera Maya, um lugar com jardins e piscina espetaculares. Na primeira vez que descemos pra piscina, minha esposa chamou atenção, como tínhamos planejado, por causa do tamanho minúsculo do biquíni dela, que pouco deixava pra imaginação. A gente tinha combinado que ela flertaria com os homens que estivessem sozinhos. Qual não foi nossa surpresa que, ao redor da piscina, estava um grupo de cinco estrangeiros. A gente deu um jeito de ocupar umas espreguiçadeiras do lado deles. Eles falavam francês. Minha esposa tirou uma blusinha pequena, deixando à mostra o top do biquíni, que revelava mais da metade dos peitos dela. Ela se deitou de bruços e desamarrou o top. O espetáculo era incrível por causa do tamanho diminuto da calcinha do biquíni, que deixava ver toda a redondeza das nádegas dela, e sem o top, parecia que ela estava totalmente nua de bruços. Dois dos franceses não tiravam os olhos dela e comentavam algo entre si, acho que era sobre minha esposa. De repente, ela fez um movimento inesperado pra mim: ela se virou e, como se tivesse sido sem querer, deixou os peitos nus à mostra. Com lentidão, esticou a mão procurando o top, e com toda a intenção, pra que os franceses, que agora a observavam sem disfarce, a vissem. Ela demorou pra achar.

Aquele era o momento que eu esperava. Me levantei e sussurrei algo no ouvido da minha esposa: "Já volto, vou pegar umas bebidas no bar. Te deixo em boas mãos, aproveita agora que você tem a atenção deles e com certeza eles tão afim de você."

Minha esposa me contou que, depois que eu fui e saí do campo de visão dela, dois deles se aproximaram e, num espanhol bem ruim, começaram a conversar com ela. Minha esposa tinha estudado francês no colégio e, embora não conseguisse conversar, entendia muitas palavras, ou pelo menos achou que entendia. Um deles colocou a mão na coxa dela e, como ela não objetou, o outro fez o mesmo. A muito... A puta da minha esposa não perdeu tempo e pegou na mão de um deles e levou até a bucetinha dela, a mensagem era clara, praticamente dizia "me comam". Minha esposa enfiou a mão na bolsa de praia, tirou a chave do quarto e, sorrindo, entregou pra um deles e disse "dix heures", às dez.
Naquela noite descemos pra jantar na palapa do hotel, de novo minha esposa estava vestida de um jeito provocante pra caralho, uma saiinha curta meio transparente, sem calcinha. Nossos amigos estavam numa mesa no canto, só pude ver os que estavam de frente sorrindo maliciosamente e um deles levantou a chave discretamente e mostrou pra minha esposa de longe.
Jantamos e um pouco antes das 10:00 minha esposa me explicou que era o momento que a gente tava esperando, ela se levantou da mesa se fazendo notar e olhando pra eles, sorriu e foi andando até nossa cabana que ficava nos fundos da palapa. Como a gente tinha combinado, eu fui pra uma mesa do bar com um charuto, tipo dizendo "podem ficar à vontade, que eu vou fumar meu charuto e isso leva tempo".
Vi primeiro dois deles e depois outro se levantarem da mesa, o último a levantar entregou um celular pra um dos que ficaram sentados. Tenho certeza que era pra avisar sobre meus movimentos.
Alba me contou que pouco depois de entrar no quarto ouviu a chave na fechadura e, exatamente como ela tinha previsto, entraram os três franceses. Ela sorriu pra eles e os três safados se jogaram em cima dela, um beijando ela, outro enfiando a mão por baixo da saia e o terceiro agarrando os peitos dela e beijando, arrancaram o vestido dela e, como tinham previsto, por baixo do vestido só tinha nudez total. A Alba me conta como eles se beijaram, ficaram de putaria, um e depois outro enfiavam um dedo, dois dedos na buceta dela, pela primeira vez o cuzinho virgem de mulher casada tava sendo penetrado pelos dedos de uns estranhos; ela só ouvia que às vezes falavam em francês com ela, depois diziam palavras em inglês, francês e num espanhol bem ruim. Puta, vadia, vagabunda, de tudo chamavam ela, magnífica, belle, todos nus se revezavam pra minha esposa chupar a rola deles, ela não aguentava mais, me disse que nunca tinha sentido tanta vontade de ser comida, parecia que ela tava flutuando, me disse depois. O que falava um pouco de espanhol e dizia pra ela: você é gostosa, boa, muito boa, sua puta safada quando aproximou o pau na entrada da buceta dela, minha esposa que tava com os olhos semicerrados, abriu eles e claramente viu como aquele homão com uma rola muito maior que a minha começava a penetração sem camisinha, nisso ela me contou, veio na minha cabeça como um relâmpago que eu tava ovulando, que justamente aquela semana eram meus dias mais férteis... ela me contou que deixou escapar bem alto: "Luis, filho da puta, seu safado, você planejou sabendo que esses eram meus dias férteis... eu tô ovulando... tudo junto, a rola do francês na porta da minha xereca, saber que você tinha planejado os dias, tudo isso me deixou mais excitada ainda", ela me disse. Não aguentei mais, ela disse, e gritava pra eles: Quero ser sua puta, me mete, por favor, s'il vous plaît. Ahh meu Deus, nunca imaginei rolas tão grandes, quero todas elas. Assim... mais... forte... até o fundo... mais fundo. Quero toda a porra de vocês, quero ela dentro. Me engravidem, sou toda de vocês, sou sua escrava. Me façam um filho, não, não, não tira, me dá mais... mais. E assim, me comeram, um primeiro e depois outro e mais outro, ela me contou, primeiro na minha buceta e depois no meu cu, eu gritei, chorei, beijei eles, doeu muito quando me penetraram pelo rabo, mas eu tava tão safada, ela me disse, que uma e outra vez eu me mexia seguindo o ritmo das estocadas deles. Ela continuou me contando: uma e outra vez eu falava pra eles, assim, assim me comam, e sem pensar, comecei a gritar: sim, sou uma puta, me comam, me engravidem, quero que me prenhem, gozem dentro de mim, quero a porra de vocês, muita porra, quero ter um filho de um de vocês, sou uma puta, quero que façam minha barriga crescer. Ela me contou: um primeiro e depois outro. depois, e mais um, me encheram do líquido branco e grosso deles, um deles me disse Alba: acho que ele estava há muito tempo sem gozar, porque senti como ele me jorrava o que eu supus ser um rio de esperma, eram litros de sêmen dele. Quanto mais eu pensava que estavam me comendo sem camisinha e gozando dentro de mim, mais eu me excitava, contou Alba, uma e outra vez eu suplicava: assim, assim forte, me comam. Goza dentro de mim, sou uma puta, uma putíssima, sou sua puta, façam de mim o que quiserem…. Teve um momento em que eu tinha três paus dentro de mim, um na minha buceta, outro me empalava pelo cu enquanto eu chupava o terceiro. Quando tiraram de mim, eu estava exausta, ela disse: “foi só naquele momento que me veio à cabeça que três homens que eu não conhecia tinham me comido, eram estrangeiros e, embora bonitos, eu não sabia nada deles, me congelei, me disse minha esposa, fiquei fria de medo só de pensar que algum deles fosse soropositivo”.
Das seis noites que passamos no hotel, quatro noites os franceses ficaram no quarto comendo minha esposa, não teve um dos cinco que não a tivesse comido, e todos sem camisinha.
No último dia da nossa estadia, minha esposa Alba me perguntou se eu não notava algo estranho em um dos franceses, comentei que não, e ela disse, presta atenção, ele anda de um jeito muito delicado, já é a segunda vez que ele se separa dos amigos e anda bem misterioso atrás do bar. Mais uma vez, quando ele se levantou e andou para trás do bar, eu me levantei e fui para o lado oposto, de onde dava para ver a parte de trás do bar. Para minha surpresa, pude observar como o francês, um negro de altura extraordinária e muito musculoso, beijava um dos funcionários do bar, uma e outra vez, se beijavam e passavam as mãos um no corpo do outro. Era evidente, ele era homossexual.
Voltei e, com medo, perguntei à minha esposa se o francês negro tinha comido ela e gozado dentro dela, Para meu espanto, e sem saber o que dizer, ela respondeu que sim, que curiosamente tinha sido um dos que mais vezes tinha gozado dentro dela. Não consegui emitir palavra alguma e preferi ficar calado.
Uma vez de volta em casa, não voltamos a tocar no assunto por alguns dias, até que aos poucos começamos a comentar as experiências da viagem.
Não passava um dia sem que eu me lembrasse do negro francês beijando o funcionário do bar do hotel. Fiquei com dúvidas se tinha sido boa ideia a experiência da minha esposa com o negro homossexual.
Os dias passaram e, embora tentássemos não falar muito sobre o assunto, tenho certeza de que na mente da Alba o fantasma de ter ficado grávida estava sempre presente. Pelo menos eu pensava todos os dias nessa possibilidade, que consequências a nossa safadeza teria. A verdade é que o que estava feito, estava feito e não podíamos fazer nada agora. Tínhamos brincado com fogo sabendo quais podiam ser as consequências.
Chegou o dia que tanto esperávamos e ao mesmo tempo temíamos ou desejávamos. A Alba me disse uma manhã que já estava com mais de uma semana de atraso, muito raro nela porque sempre foi muito pontual com a menstruação.
Corremos para a farmácia e compramos um daqueles kits de teste de gravidez. E... a Alba estava grávida, tinha sido engravidada por um dos cinco franceses, qual deles não sabemos. Minha esposa está no quinto mês de gravidez e todos os exames que ela fez deram bem. Os dois estamos felizes por ter outro filho...

4 comentários - Transformei minha esposa em puta e engravidaram ela

corecu1 +2
Te la embarazó el negro francés. En el vientre de ella se está gestando un negrito imagina lo que vas a tener que pasar cuando nazca y crezca cornudito
Me encanto...como me hubiera gustado ver a mi esposa ser preñada por un negro pijudo!!!!
Un amigo mio me contó que su ex esposa le encantaba que se la follen desconocidos sin forro, que le daba igual quien fuera o que podrían llegar a tener, también me decía que se hacía cojer por vagabundos, que a ella no le importaba si se contagiaba de alg