Aconteceu que eu o vi numa noite em que tinha um jantar estilo churrasco, na sede social do sindicato, que era uma quadra de basquete, e coube a mim preparar os pães e as saladas, num quarto. Eu estava vestida com uma regata top sem sutiã e um short longo tipo pescador, que marcavam minhas curvas e empinavam minha bunda. Eu estava nessa quando entrou o Manuel, que estava nas churrasqueiras e, como fazia calor, só vestia um shortinho apertado e bem sujo. Eu olhei pra ele, e ele percebeu. Eu tinha notado o tremendo volume que o pau dele fazia debaixo do short, fiquei vermelha, demais, e fiquei olhando fixo pra ele como se estivesse em êxtase. E ele, todo descolado, me disse: "Quando quiser provar, é só pedir". E, se aproximando de mim, apertou uma das minhas tetas e beliscou o bico, o que me provocou uma excitação tremenda, com os dois bicos ficando duros e os lábios da minha buceta inchando, a ponto de eu temer que aparecesse, porque eu também estava com pouca roupa, bem apertada.
Eu quis reagir e sair daquela situação, e agradeci a ele pela ajuda que tinha me dado. "Você vai ter que ser muito grata", ele disse me abraçando e apertando minha bunda, eu não resisti. Nisso, ele foi de novo para as churrasqueiras, me deixando com uma excitação terrível, que não me deixava em paz e me levava a continuar tentando vê-lo a noite toda, o que eu fazia escondido sempre que podia para poder ver aquele volume enorme.
Quando tudo terminou, ficaram poucos de nós trabalhando, era 1h da manhã, mas a noite estava bem quente. Me preparei pra ir até meu carro, mas antes, claro, fui dar uma espiada pra ver onde o Manuel estava.
Quando estava prestes a subir no carro, eu o vejo, atravessando a rua em direção ao ponto de ônibus. Aproximei o carro até ele e ofereci uma carona até a casa dele, e ele aceitou de bom grado. Me disse que tinha outra ideia de como me agradecer pela ajuda que ele me deu, e começou a passar a mão nas minhas pernas e na minha barriga, roçando nos meus peitos, e eu sem resistir. Ele me guiou por uns bairros bem escuros, e me contou que mora num quartinho desde que se separou da mulher. Chegamos numa vila, quase, e ele me fez parar na frente de uma casa bem mal cuidada, com um corredor na lateral, me indicando que ele morava no fundo.
Quase me ordenou que descesse, o que eu fiz, e o acompanhasse pelo corredor, me sentia excitada só de pensar em ser penetrada por um pau daquele tamanho.
Chegamos a um quarto bem imundo e bagunçado, e ele falou comigo, me perguntou se eu queria aquela pica dentro de mim, tirando ela pra fora me mostrou, fiquei impressionada de ver, torta pra direita, com uma cabeça enorme e grossa, ele pegou minha mão e fez eu segurar, e me disse, implora pra eu meter, eu implorei, por favor eu queria que ele me penetrasse, aí ele arrancou minha roupa, me deixando só de fio dental, já nua ele chupou meus peitos e passou a língua pelo meu pescoço e por toda a barriga e a buceta, eu já queria ele dentro de mim, mesmo com muito medo, de repente ele parou e disse, - pra ficar bem dura e de pé, você tem que chupar, então me abaixei e segurei, tive que usar as duas mãos, me lembrei da ferramentinha do meu marido, comecei a chupar e lamber, senti o gosto salgado e amargo, já que não cabia tudo na minha boca, e senti as veias dele inchando e ficando mais dura e comprida.
Deitei com as pernas abertas pra ele meter de uma vez, e ele me disse — fica registrado que foi você que me implorou pra meter na sua buceta, se você quer, vai ser com a condição de me emprestar a bunda depois, nãooo, me diz, só se depois você deixar eu arrebentar seu cu, aí eu meto agora por frente. Eu tava desesperada de tesão esperando ele me penetrar, que eu falei que sim, mas que metesse logo.
Nisso senti uma ardência tremenda na minha entrada, ele estava pressionando com a cabeça da pica e me estourando, mas foi se ajeitando e conseguiu entrar aos poucos dentro de mim, que sentia como me preenchia por completo e rasgava minha buceta a cada tentativa de ir mais fundo, a dor e a ardência eram insuportáveis, mas sentia no fundo uma pulsação de prazer que ia aumentando, explodindo no meu primeiro orgasmo sem que ele tivesse enfiado metade da pica dentro de mim.
Depois desse orgasmo, ficou mais fácil ele entrar com o pau inteiro dentro de mim, eu achava que ele ia enfiar até no meu estômago, me fazia sentir muito puta, e começou o vai e vem, primeiro devagar e depois com mais velocidade, enquanto eu me sentia no paraíso, com uma dor do caralho mas um prazer imenso, chegando ao orgasmo de novo, enquanto ele continuava me furando, apertava meus peitos e depois me abraçou inteira, eu cruzei as pernas nas costas dele pra sentir ainda mais, e a gente começou a se beijar e a língua dele fazia na minha boca e na minha garganta, a mesma coisa que o pau dele na minha buceta.
De repente senti o pau dele dentro de mim começando a pulsar, inchando ainda mais, e sentindo um calor imenso, senti minha buceta sendo inundada por jorros enormes de porra quente e grossa, não tive tempo de reclamar, e tirando ele de dentro, guardou os 2 últimos jorros pra esguichar na minha boca, que ele me obrigou a abrir, sentindo o gosto amargo e sujo daquilo, e me beijando de repente, mexeu com a língua a porra dentro da minha boca, me fazendo engolir.
Ficamos os dois exaustos jogados na cama e ele me ofereceu um cigarro, e a gente conversou — ele me perguntou se eu tinha gostado, — claro que sim.
Ele me acariciava e apalpava meus peitos, dizendo: "você tem uns peitos e uma bunda lindos", tentando me tocar e me apalpar o máximo que podia. Fiquei excitada de novo e acariciei o pênis flácido dele e os testículos. Ele me obrigou, segurando minha cabeça, a começar a chupar de novo. Por um bom tempo, chupando e descendo até os testículos, ele começou a endurecer de novo, e eu desejava ser penetrada de novo, sentia uma vontade incontrolável de tê-lo me furando. Mas ele me agarrou e me virou, me colocando de quatro, começou a meter um dedo no meu cu. Eu me deixei levar, ele meteu 2 dedos salivados, e continuava tentando alargar o anel do meu cu, depois meteu 3 dedos. Depois de um tempo, senti ele se posicionar atrás de mim e, segurando o pau com as duas mãos, começou a tentar penetrar meu cu. A dor já era insuportável, até que senti ele se abrir como uma flor e permitir a entrada da cabeça lá dentro. Minha sensação era de que estavam me partindo ao meio, e ainda por cima minha buceta ardia da invasão anterior. Ele penetrou mais facilmente agora, e começou a se mover quase dentro dos meus intestinos, achei que estavam revirando minhas entranhas, e meu cu ardia a cada investida, sentindo as bolas dele batendo nas minhas nádegas. Ele até me dava tapas com a mão aberta na minha bunda, gritando que delícia de cu que eu dava pra ele. Me entreguei num torpor de prazer e dor por um bom tempo, até sentir de novo meu ventre sendo preenchido por um líquido quente em jatos potentes que não acabavam nunca. Fiquei como desmaiada, jogada na cama.
Levantei com muita dificuldade, minhas pernas doíam, e me vesti, ele me ajudou, enquanto continuava me beijando e me apalpando, disse, te vejo de volta na próxima reunião do sindicato.
1 comentários - adoro homem bem dotado