Depois que tive minha filha, em pouco tempo recuperei meu peso e voltei a ter aquela raba que meu amigo tanto gostava.
Então toda vez que ele vinha me ver, eu vestia uma legging preta quase transparente que marcava bem a redondeza da minha bunda. Mas tinha um detalhe. Eu puxava ela bem pra cima pra entrar na minha fresta e meus glúteos ficarem separados pela legging que violava minha rabeta.
Meu marido tem uma piroca linda, só pra dar uma descrita. Eu sento no sofá e ele fica na minha frente com o pau duro, aí eu consigo colocar uma mão na base e a outra logo em seguida, e ainda sobra um pedaço de rola.
Quando a gente começou a ficar, eu amava ver ele andar pelado com aquele pedaço de carne balançando. Não parava de bater uma pra ele e chupar ele. Eu largava qualquer coisa só pra ter aquela pica nas minhas mãos.
Mas o tempo passou e, como alguns casais, a gente começou a se entender meio mal. E pra uma mulher, por mais puta que seja, se tratam ela mal, ela começa a perder o interesse.
Como eu disse no começo, ele me comia quando chegava em casa, mas eu não sentia nada, aquela pica que me deixava louca já não era mais a mesma.
E aí chegaram os chifres. A primeira vez foi com um colega de trabalho. Depois do expediente, fui na casa dele e tomei uma pirocada gostosa. Tava louca, chupei aquela pica como uma desesperada e falei todas as putarias que um homem quer ouvir. Engoli o leite dele e deixei ele arrebentar meu cu. Foi quase uma hora de transar que nem uns bichos, pra depois voltar pra casa e dar um beijo no meu marido — um beijo com a boca que minutos antes tinha chupado uma pica e se enchido de porra.
Cheguei em casa toda excitada e, depois de tirar a roupa do trampo, fui de fio dental e sutiã pra sala, sentei no colo dele e fiquei provocando pra gente transar de novo. Mas fechei os olhos e fiquei pensando no meu colega de trabalho. Entreguei a bunda de novo, tava dilatada, aberta e vermelha. Meu marido enfiou tudo e a diferença foi que deixei ele gozar tudo dentro do meu buraquinho.
Eu suspeitei que algo tava rolando, porque cheguei mais puta do que nunca, e toda hora pedia pra ele me comer. Mas sem perguntar nada, ele só continuou metendo pelo resto do dia até chegar a noite, quando uma das minhas irmãs ia vir jantar em casa.
E aqui fica bom, porque minha irmã mais nova é uma gostosa em todos os sentidos. Ela é boa, é linda e é a maior piranha que vocês podem imaginar.
Ela tá de namorada há muito tempo, mas é a maior infiel que pode existir.
Marcela tem 22 anos, loira com uma pele bem branquinha. Umas tetas enormes que nenhuma de nós tem. Olhinhos claros, boquinha de quem manda bem e uma raba que recebe elogio do mundo inteiro. Obviamente também passou pela pica do meu melhor amigo Claudio. E até hoje, às vezes, fico sabendo que eles costumam ter encontros com muito sexo.
Mais de uma vez meu marido (Fernando) fez comentários sobre minha irmã. Na verdade, aqui vamos citar algumas delas, já que somos muitas. Mas aos poucos vamos incluir a Marcela e a Lúcia. Fernando, eu sei que ficava de pau duro por elas duas. E eu usava isso pra deixar ele excitado. Enquanto me comia, eu falava pra ele imaginar que eu sou a Marcela e que ele tá comendo ela. E ele ficava todo duro.
Quando minha irmã vinha em casa, eu não parava de olhar pra bunda e pras tetas dela. E de vez em quando, a mão do meu marido ia pros atributos da minha irmã, e ela, sem medo, aceitava e até procurava que ele fizesse isso na minha frente.
Eu só ria e ficava com tesão vendo meu próprio marido dar um tapa na bunda da minha irmãzinha ou simplesmente afundar a cara nos peitos dela.
Chego naquela noite em casa, eu e Fernando estávamos muito cansados e relaxados depois da trepada maratona que tivemos o dia inteiro. E eu mais ainda, que comecei na saída do trabalho com meu colega de serviço.
Marcela chegou lá pras 20:30 da noite, vestida com uma calça preta, tênis, uma regata branca e decotada.
Nós com o Fernando estávamos bem à vontade em casa, ele pelado e só de short de futebol sem cueca, então dava pra ver bem o pau dele. Eu de regata sem sutiã e uma legging vermelha bem enfiada na bunda.
Fernando foi comprar e eu fiquei batendo papo com minha irmã. E claro que eu tinha que contar pra ela a minha aventura que tive na saída do trampo.
G: não sabe, sua burra. Comi meu colega hoje na saída do trampo.
M: nãooooo, cê posta? Kkkkk
G: Sim, e foi muito bom, me deu uma sacudida que não aguentava mais depois.
M: mas como foi?
G: Ele já tava me procurando faz um tempo e, pra ser sincera, com o Fernando não estamos muito bem. Hoje a gente tava no intervalo sozinhos e ele começou a falar um monte de coisa, a conversa foi esquentando até ficar quase sexual. Aí ele trancou a porta da sala e me beijou que nem um desesperado. Eu sentei na mesa e ele ficou entre minhas pernas, passou a mão em tudo. Eu peguei na pica dele e tava linda, queria muito chupar, mas tava com medo de alguém ver. Então falei pra ele que na saída queria que me comesse, se fosse homem.
M: e aí, gordaaaa… muito braba. Deixou o coitado de pau duro.
G: sim, durante as horas ele não parava de encostar em mim ou passar por trás e pegar na minha bunda. A gente começou a se esquentar e já nossos colegas percebiam.
M: e onde ele te comeu?
G; saímos do trampo e fomos no carro dele até a casa dele, no caminho fui apalpando a cock dele por cima da calça. Chegamos na casa dele e, mal entramos, ele me jogou contra a porta, arrancou minha camisa e chupou meus peitos, depois me virou e eu com as mãos apoiadas na porta, ele começou a baixar minha calça e puxou minha calcinha fio dental e chupou minha pussy, você não sabe o prazer que me deu, ele enfiava a língua na minha pussy, me deixava louca, em pouco tempo tava toda molhada.
M: e como ela tava com a pica?
G: Ei, gordinha, cê só se importa com a pica, haha.
M: hahaha e então, teu marido tem uma rola linda, imagino que tu procura paus que sejam parecidos?
G: filha da puta, cê gosta da pica do Fernando? Chupa ela quando ele vier e para de encher o saco haha
M: não me diga que mal chegou e já quer me foder com esse pau duro kkkk
G: Faz isso, se ele te pegar, eu tenho desculpas pra pegar outros.
M: quem mais você quer comer?
G: Quem me pintar pra foder, eu comeria o Claudio de novo.
M: kkkkk ontem eu peguei o Claudio kkkk
G: boludaaaa… vocês dois ainda tão transando?
M: óbvio, e você não tem ideia. Quando meu namorado trabalha de noite, ele chega em casa e me dá uma pica que me deixa besta.
G: e aí, gordaaaa… me deu vontade de comer ele agora.
M: e a gente podia montar algo e ver no que dá.
G: sim, mas eu quero comer ele sozinha.
Nisso, ouvimos meu marido chegando da compra na rotisseria, arrumamos a mesa e jantamos normalmente.
A gente conversou sobre tudo um pouco, e o Fernando não tirava os olhos das tetas da minha irmã, e a putinha ainda juntava mais as tetas dela pra fazer o Fer olhar ainda mais.
Eu não consegui me segurar e falo pra ela.
G: cê curte as tetas da minha irmã, amor?
F: e olha, é verdade sim, a bunda, os peitos, essa barriga chapada…
M: ah, beleza, esse cara não tem vergonha na cara, fica me zuando na frente da esposa dele.
G: É um babaca de merda. Faz uma coisa, irmãzinha, tira os peitos dela e mostra pra ele, pra ele parar de encher o saco.
M: Cê tá falando sério? Mas olha se ela quer me tocar?
G: eu seguro as mãos dela, você faz a sua parte.
F: vai lá, quero ver esses peitos lindos.
G: beleza, senta no sofá com as mãos ao lado do corpo.
Fernando foi e sentou, a situação já estava lhe dando uma ereção que dava pra ver de longe, e a Marcela ficava zoando ele por causa disso.
M: Epa, cunhado, ainda não tirei nada e você já tá com ela dura!
F: tira tudo e deixa eu ver como tu é gostosa.
Marcela lentamente tirou a regata e ficou só de sutiã. Eu, sentada ao lado do meu marido, observava ele comendo minha irmãzinha com os olhos.
Ela colocou as mãos atrás das costas e soltou o sutiã, liberando aqueles peitões enormes, dois peitos grandes, de pele branquinha e bicos rosadinhos.
Aos poucos, ela se aproximou do meu marido e, com os peitos na frente dos olhos dele, começou a massageá-los, balançando-os bem na cara dele. A pica do Fer tava dura, só se ouvia silêncio, e eu não consegui evitar: num segundo, meu marido segurava minha irmã mais nova pelo rabão gordo, em pé, toda envolvida naquela legging preta super apertada. E bem devagar, começou a chupar os peitos dela. A putinha da minha irmã jogou a cabeça pra trás, fechou os olhos e apertava o cunhado pra ele não parar. Uns gemidos começaram a sair da boquinha dela.
Eu olhava pra eles, ficava excitada vendo eles tão tesudos e sem se importar que eu estivesse ali. Soavam as palmadas na bunda que o Fernando dava no rabo da Marcela. Eu só levantei e fui pra outro lado da casa. Sentia ciúmes, raiva, mas me toquei na buceta e ela tava molhada, me excitava saber que do outro lado estava meu marido prestes a foder minha irmã.
Fui pra cozinha, eles não tavam nem aí que eu tava ali, só ouvia o Fernando falando.
F: meu amor, que peitos lindos, tira tudo, vaiTira.
M: ai nãoooo para, para. Não dá.
F: vai, boluda, olha como eu tô
M: ai filho da puta, que cock linda, papai
Naquele momento não se ouviu mais nada além do meu marido gemendo igual um filho da puta. E eu percebi que minha irmã tava chupando a pica dele. Dava pra ouvir as lambidas e o barulhinho da boca dela chupando tão rápido.
Espiei a sala e lá estavam os dois. Ele sentado no sofá, acompanhando com a mão o sobe e desce da cabeça da minha irmã na pélvis dele. Minha irmã de joelhos entre as pernas dele, com a legging arriada até a metade, deixando a bunda dela no ar com uma fio dental branca. Minha irmã tava muito louca, chupava e parava pra falar umas paradas tipo
M: aiiiiii que pau gostoso, vou enfiar na sua buceta, papi.
Apertava ela com muita força e ela esfregava a cara na pica do Fer. Os dois estavam muito tarados. Eu não sabia o que fazer, queria ir embora e deixar eles se pegando sozinhos, queria ir transar com outra pessoa ou só queria ver como eles se davam prazer, meu marido e minha própria irmã.
Voltei pra cozinha e fiquei com muito tesão ouvindo eles, sentindo minha irmã chupando o pau de quem é meu marido há tantos anos.
Já tínhamos compartilhado uns caras ruins com minha irmã, mas nunca um parceiro tão firme como agora.
Não sei se eu teria coragem de fazer um ménage com os dois, era muito extremo transar com minha irmã e, na real, minha buceta não sabia se era pra tanto. Entre os gemidos da casa, mandei mensagem pro meu melhor amigo Cláudio. Sentia que era a hora de dar pra ele.
G: Oi, gordão, como cê tá?
C: Oi gordinha, bem bem. E você?
G: Eu aqui em casa? Cê tá ocupado?
C: não não, o que foi?
G: não, nada, queria dar umas voltas. Vem me buscar?
C: Beleza, então. Mas juro que não vai dar nada.
G: Sim, mas quando você vier eu te conto. Buzina e eu saio.
C: beleza, gordita, em 10 minutos tô aí.
Decidi.colocar algo que marque bem minha bunda, saio da cozinha pro quarto e a Marcela me encara, ela estava de fio dental e com os peitos de fora.
Ela para na minha frente e, preocupada, me diz:
M: me ferrei, me desculpa, gordelícia
Depois de me dizer isso, ela me abraça, os peitos dela se apoiaram no meu peito e eu só peguei ela pela cintura, quase onde começava a bunda redonda e empinada dela.
Eu falo pra ela bem tranquilo, como se não tivesse rolando nada.
G: mas por que gordinha?
M: Era só um jogo e olha como eu tô. Quase que eu como teu marido. Sou uma idiota.
G: hahaha se isso aconteceu, foi porque eu queria que rolasse
M: sério? (ela me olhou surpresa)
G: óbvio, além disso você curtiu chupar a pica do meu marido kkkk
M: ah, sim! Ela é gostosa e grande.
G: o Claudio vem me buscar, deixo vocês foderem
M: ai filha da putaaaa. Vai comer ela?
G: Tomara que sim. Se você comer meu marido, me dá desculpa pra comer o Cláudio.
M: vou te dar essa desculpa. E se quiser dar uma olhadinha, fuck you incentivo visual. Essa raba nunca falha, haha.
Ela se virou e me mostrou aquela bunda linda que a gostosa tem. Me instigou a pegar na bochecha da bunda dela. E ela foi de novo com o Fernando.
Entrei pra trocar de roupa, peguei uma leggins preta, por baixo uma fio dental vermelha, uma regata estampada comprida e decotada, tênis e saí do quarto.
Ao sair, me deparo com uma cena que nunca vou esquecer. Meu marido sentado no sofá e minha irmã em cima dele, ainda de tanguinha, pulando na piroca dura e cheia de veias do Fernando. Ele segurava a bunda da Marcela pra acompanhar o movimento e, de vez em quando, dava um tapa forte nos glúteos que arrancava um gemido agonizante da puta da minha irmã. Eles se beijavam enquanto ela era penetrada, beijos desesperados de língua e respiração ofegante.
Minha buceta ficou toda molhada, não sei por que me excitava tanto ver eles transando. Me aproximei e sentei do lado deles. Meu marido colocou a mão entre minhas pernas e a Marcela me olhou e sorriu com um sorriso quase debochado e provocante. Ela me encarava fixo enquanto enfiava com mais força o pau do Fernando, gemia com gritos de prazer e não tirava os olhos de mim.
Enquanto meu marido continuava acariciando minha buceta por cima da legging, só consegui falar pra eles.
G: como vocês estão me deixando com tesão
M: haha e eu? Que tô me acabando nessa piroca linda. Ai simmmmm que prazer.
F: Você gosta da sua cunhada?
M: adoro sua pirota, cunhado
Eu queria esquentar mais meu marido, então fiquei atrás da Marcela, segurei os ombros dela, e ela endireitou o corpo, encostando as costas no meu peito. Comecei a beijar o pescoço dela e peguei com as mãos os peitos dela, com os mamilos rosados.
Marce só fazia movimentos circulares com a rola enfiada na buceta dela. Fernando ficava olhando a gente até que eu beijei minha irmã na boca, um beijo de língua bem lésbico, a gente se excitou tanto que a Marcela levantou e a gente começou a se beijar em pé na frente do meu marido, que tava pelado sentado no sofá com a rola dura. Coloquei minha irmã de frente pro Fer e enquanto a gente transava, eu segurava aquela bunda linda. Chupei os peitos dela e enfiei meus dedos na buceta molhada dela.
As coisas ficaram violentas quando ela me disse rindo.
M: vou comer seu marido, seu corno manso
Eu peguei ela pelos cabelos e joguei no sofá, ela ficou sentada e peguei de novo naquela cabeleira loira e macia e respondi com minha cara colada na dela.
G: óbvio que você vai dar pra ele, já que sempre foi a mais puta de todas.
M: haha olha como eu tô com a buceta toda molhada (ela enfiou o dedo na buceta e tirou todo molhado dos sucos vaginais dela e enfiou na minha boca, eu chupei)
G: quantas picas já passaram por aí, irmãzinha, né?
M: muitas picas e agora a do teu marido.
Se eu atirasse direto na pica do Fernando, que continuava sentado olhando pra nós duas. Comecei a me afastar até ouvir a buzina lá fora de casa. Olhei pra eles e falei.
G: bom, vou deixar vocês transarem, tô indo
Fernando me olhou surpreso, achando que eu ia ficar pra fazer um menage com os dois. Ele segurava minha irmã pela nuca e me perguntou pra onde eu ia.
Eu só vesti uma jaquetinha e puxei bem minha legging pra ela enfiar no meu cu e falei pra ela
G: Que importa pra você. Você comeu minha irmã, eu tenho coisas pra fazer.
Abri a porta e pude ouvir, enquanto trancava a chave, minha irmã gritar de prazer de novo. Mais uma vez, ela tava sendo dominada pela pica do meu marido.
Fui me aproximando do carro do Cláudio, e ia sorrindo pra ele.
Entrei no carro e não aguentava mais de tesão. Tinha a imagem da minha irmã pelada sendo comida pelo meu próprio marido.
Cumprimentei ele com um beijo no canto da boca, o que deixou meu amigo surpreso e ele me perguntou.
C: o que foi?
G: Vamos pra um motel.
C: quêêê?
G: Dirige, vamos pra um hotel ou algum lugar.
Claudio deu a partida no carro e começou a dirigir. Eu tirei a jaqueta e joguei no banco de trás. Olho pro Claudio e falo: estaciona um pouco aqui.
Era uma rua deserta, sem ninguém na calçada, a meia quadra da minha casa. Avancei no meu amigo e comecei a beijar ele. Ele correspondeu ao beijo e a gente ficou se beijando por um bom tempo, um beijo muito quente, língua brigando fora das nossas bocas, as mãos dele foram pros meus peitos e eu coloquei uma mão no pau dele, tava duro, empinado, bem ereto, e eu apertava ele contra a calça. Na pressa, comecei a tirar, soltei ele e tava lindo. Me abaixei e comecei a chupar. Engoli ele e me engasguei com aquele pau. Sem soltar o pau dele e batendo uma, me levantei, olhei nos olhos dele e falei
G: Na minha casa, a Marcela e o Fernando tão transando. Quero que você me leve pra um hotel e me coma toda.
C: he? Como vocês estão transando?
G: sim, sim… tão se pegando na minha própria casa. E agora quero que você me dê e me deixe toda cheia de porra.
Cláudio não entendia nada, queria perguntar mais sobre o que tava rolando, mas eu continuei chupando a pica dele.
Até que ele me fez levantar, ligou o carro e fomos para um hotel. No caminho, ficamos nos apalpando. E eu, feita uma puta descarada, pensando que naquele momento minha irmã estava comendo meu marido. Só me acomodei no banco, abri minhas pernas olhando pro Claudio, que continuava dirigindo, comecei a meter minha mão por baixo da minha legging e a enfiar meus dedos na minha buceta molhada. Olhava bem fixo pra ele e falava.
- Vou ser sua putinha, gordinho. Quero essa porra toda aqui dentro.
Claudio não aguentou mais, parou o carro no acostamento, numa avenida pouco movimentada. Abaixou a calça e a cueca, e o pau dele tava vermelho de tão duro. Ele arrancou minha roupa e me pôs por cima dele, eu enfiei o pau e comecei a beijá-lo. A gente transava como loucos, como desesperados, sem medo de ser visto. O carro balançava e eu gemia.
Meu melhor amigo tava me penetrando, o pau dele tava duro e firme, muito duro, e eu sentia ele bem fundo dentro de mim. Eu tava sentada em cima dele, minha bunda batia no volante a cada subida e descida do meu corpo no pau do meu amigo. As mãos do Claudio apertavam meus glúteos, minha regata levantada por cima dos meus peitos, deixando eles apoiados no peito dele, e minhas mãos seguravam a nuca dele, cara a cara, ofegantes, respirando o mesmo ar quente dentro do carro. O cheiro de sexo e os vidros começando a embaçar com o suor dos dois. Beijos de língua bem obscenos e nojentos, beijos de amantes. A gente não tava fazendo amor, era só sexo selvagem, ele me controlava com o pau dele e eu me entregava abrindo as pernas e deixando ele fazer o que quisesse na minha buceta.
O ritmo acelerou e as mãos dele batiam na minha bunda, dava pra ouvir as palmadas no meu rabo, meus gemidos de prazer, minhas palavras de uma puta que largou o marido pra ser comida pelo melhor amigo dele. Eu provocava ele pra fazer o que quisesse comigo, pra ele saber que eu era só dele, da minha boca saíam palavras sujas e vulgares que ninguém imaginaria que uma garota como eu poderia dizer. Vai, filho da puta, me arrebenta! Me dá toda essa pica! Sou sua puta!
Claudio agarrou com força minha bunda e apertou minhas nádegas, abrindo elas e metendo e tirando o pau dele, começou a chupar meus peitos, meus bicos estavam duros, bem eretos e molhados das lambidas que ele dava. Eu apertei a cabeça dele nos meus peitos esperando o que vinha. Uma sensação gostosa que me arrancou um grito muito forte de prazer e me deixou rendida, apoiando minhas costas no volante. Meus peitos à vista de Claudio, que continuava tocando eles e o pau dele dentro de mim, minha pussy toda molhada. Consegui sentir um jorro longo de porra dentro de mim, que inundou minha buceta, transbordou daquele líquido grosso e pegajoso que eu tanto gosto de engolir. Com o pênis dele ainda dentro de mim, eu mexia minha pelve em movimentos circulares e com meus dedos tirava um pouco de porra da minha buceta e, olhando nos olhos dele, colocava aquele dedo na boca para provar aquela porra grossa que ele acabava de deixar dentro de mim.
Então toda vez que ele vinha me ver, eu vestia uma legging preta quase transparente que marcava bem a redondeza da minha bunda. Mas tinha um detalhe. Eu puxava ela bem pra cima pra entrar na minha fresta e meus glúteos ficarem separados pela legging que violava minha rabeta.
Meu marido tem uma piroca linda, só pra dar uma descrita. Eu sento no sofá e ele fica na minha frente com o pau duro, aí eu consigo colocar uma mão na base e a outra logo em seguida, e ainda sobra um pedaço de rola.
Quando a gente começou a ficar, eu amava ver ele andar pelado com aquele pedaço de carne balançando. Não parava de bater uma pra ele e chupar ele. Eu largava qualquer coisa só pra ter aquela pica nas minhas mãos.
Mas o tempo passou e, como alguns casais, a gente começou a se entender meio mal. E pra uma mulher, por mais puta que seja, se tratam ela mal, ela começa a perder o interesse.
Como eu disse no começo, ele me comia quando chegava em casa, mas eu não sentia nada, aquela pica que me deixava louca já não era mais a mesma.
E aí chegaram os chifres. A primeira vez foi com um colega de trabalho. Depois do expediente, fui na casa dele e tomei uma pirocada gostosa. Tava louca, chupei aquela pica como uma desesperada e falei todas as putarias que um homem quer ouvir. Engoli o leite dele e deixei ele arrebentar meu cu. Foi quase uma hora de transar que nem uns bichos, pra depois voltar pra casa e dar um beijo no meu marido — um beijo com a boca que minutos antes tinha chupado uma pica e se enchido de porra.
Cheguei em casa toda excitada e, depois de tirar a roupa do trampo, fui de fio dental e sutiã pra sala, sentei no colo dele e fiquei provocando pra gente transar de novo. Mas fechei os olhos e fiquei pensando no meu colega de trabalho. Entreguei a bunda de novo, tava dilatada, aberta e vermelha. Meu marido enfiou tudo e a diferença foi que deixei ele gozar tudo dentro do meu buraquinho.
Eu suspeitei que algo tava rolando, porque cheguei mais puta do que nunca, e toda hora pedia pra ele me comer. Mas sem perguntar nada, ele só continuou metendo pelo resto do dia até chegar a noite, quando uma das minhas irmãs ia vir jantar em casa.
E aqui fica bom, porque minha irmã mais nova é uma gostosa em todos os sentidos. Ela é boa, é linda e é a maior piranha que vocês podem imaginar.
Ela tá de namorada há muito tempo, mas é a maior infiel que pode existir.
Marcela tem 22 anos, loira com uma pele bem branquinha. Umas tetas enormes que nenhuma de nós tem. Olhinhos claros, boquinha de quem manda bem e uma raba que recebe elogio do mundo inteiro. Obviamente também passou pela pica do meu melhor amigo Claudio. E até hoje, às vezes, fico sabendo que eles costumam ter encontros com muito sexo.
Mais de uma vez meu marido (Fernando) fez comentários sobre minha irmã. Na verdade, aqui vamos citar algumas delas, já que somos muitas. Mas aos poucos vamos incluir a Marcela e a Lúcia. Fernando, eu sei que ficava de pau duro por elas duas. E eu usava isso pra deixar ele excitado. Enquanto me comia, eu falava pra ele imaginar que eu sou a Marcela e que ele tá comendo ela. E ele ficava todo duro.
Quando minha irmã vinha em casa, eu não parava de olhar pra bunda e pras tetas dela. E de vez em quando, a mão do meu marido ia pros atributos da minha irmã, e ela, sem medo, aceitava e até procurava que ele fizesse isso na minha frente.
Eu só ria e ficava com tesão vendo meu próprio marido dar um tapa na bunda da minha irmãzinha ou simplesmente afundar a cara nos peitos dela.
Chego naquela noite em casa, eu e Fernando estávamos muito cansados e relaxados depois da trepada maratona que tivemos o dia inteiro. E eu mais ainda, que comecei na saída do trabalho com meu colega de serviço.
Marcela chegou lá pras 20:30 da noite, vestida com uma calça preta, tênis, uma regata branca e decotada.
Nós com o Fernando estávamos bem à vontade em casa, ele pelado e só de short de futebol sem cueca, então dava pra ver bem o pau dele. Eu de regata sem sutiã e uma legging vermelha bem enfiada na bunda.
Fernando foi comprar e eu fiquei batendo papo com minha irmã. E claro que eu tinha que contar pra ela a minha aventura que tive na saída do trampo.
G: não sabe, sua burra. Comi meu colega hoje na saída do trampo.
M: nãooooo, cê posta? Kkkkk
G: Sim, e foi muito bom, me deu uma sacudida que não aguentava mais depois.
M: mas como foi?
G: Ele já tava me procurando faz um tempo e, pra ser sincera, com o Fernando não estamos muito bem. Hoje a gente tava no intervalo sozinhos e ele começou a falar um monte de coisa, a conversa foi esquentando até ficar quase sexual. Aí ele trancou a porta da sala e me beijou que nem um desesperado. Eu sentei na mesa e ele ficou entre minhas pernas, passou a mão em tudo. Eu peguei na pica dele e tava linda, queria muito chupar, mas tava com medo de alguém ver. Então falei pra ele que na saída queria que me comesse, se fosse homem.
M: e aí, gordaaaa… muito braba. Deixou o coitado de pau duro.
G: sim, durante as horas ele não parava de encostar em mim ou passar por trás e pegar na minha bunda. A gente começou a se esquentar e já nossos colegas percebiam.
M: e onde ele te comeu?
G; saímos do trampo e fomos no carro dele até a casa dele, no caminho fui apalpando a cock dele por cima da calça. Chegamos na casa dele e, mal entramos, ele me jogou contra a porta, arrancou minha camisa e chupou meus peitos, depois me virou e eu com as mãos apoiadas na porta, ele começou a baixar minha calça e puxou minha calcinha fio dental e chupou minha pussy, você não sabe o prazer que me deu, ele enfiava a língua na minha pussy, me deixava louca, em pouco tempo tava toda molhada.
M: e como ela tava com a pica?
G: Ei, gordinha, cê só se importa com a pica, haha.
M: hahaha e então, teu marido tem uma rola linda, imagino que tu procura paus que sejam parecidos?
G: filha da puta, cê gosta da pica do Fernando? Chupa ela quando ele vier e para de encher o saco haha
M: não me diga que mal chegou e já quer me foder com esse pau duro kkkk
G: Faz isso, se ele te pegar, eu tenho desculpas pra pegar outros.
M: quem mais você quer comer?
G: Quem me pintar pra foder, eu comeria o Claudio de novo.
M: kkkkk ontem eu peguei o Claudio kkkk
G: boludaaaa… vocês dois ainda tão transando?
M: óbvio, e você não tem ideia. Quando meu namorado trabalha de noite, ele chega em casa e me dá uma pica que me deixa besta.
G: e aí, gordaaaa… me deu vontade de comer ele agora.
M: e a gente podia montar algo e ver no que dá.
G: sim, mas eu quero comer ele sozinha.
Nisso, ouvimos meu marido chegando da compra na rotisseria, arrumamos a mesa e jantamos normalmente.
A gente conversou sobre tudo um pouco, e o Fernando não tirava os olhos das tetas da minha irmã, e a putinha ainda juntava mais as tetas dela pra fazer o Fer olhar ainda mais.
Eu não consegui me segurar e falo pra ela.
G: cê curte as tetas da minha irmã, amor?
F: e olha, é verdade sim, a bunda, os peitos, essa barriga chapada…
M: ah, beleza, esse cara não tem vergonha na cara, fica me zuando na frente da esposa dele.
G: É um babaca de merda. Faz uma coisa, irmãzinha, tira os peitos dela e mostra pra ele, pra ele parar de encher o saco.
M: Cê tá falando sério? Mas olha se ela quer me tocar?
G: eu seguro as mãos dela, você faz a sua parte.
F: vai lá, quero ver esses peitos lindos.
G: beleza, senta no sofá com as mãos ao lado do corpo.
Fernando foi e sentou, a situação já estava lhe dando uma ereção que dava pra ver de longe, e a Marcela ficava zoando ele por causa disso.
M: Epa, cunhado, ainda não tirei nada e você já tá com ela dura!
F: tira tudo e deixa eu ver como tu é gostosa.
Marcela lentamente tirou a regata e ficou só de sutiã. Eu, sentada ao lado do meu marido, observava ele comendo minha irmãzinha com os olhos.
Ela colocou as mãos atrás das costas e soltou o sutiã, liberando aqueles peitões enormes, dois peitos grandes, de pele branquinha e bicos rosadinhos.
Aos poucos, ela se aproximou do meu marido e, com os peitos na frente dos olhos dele, começou a massageá-los, balançando-os bem na cara dele. A pica do Fer tava dura, só se ouvia silêncio, e eu não consegui evitar: num segundo, meu marido segurava minha irmã mais nova pelo rabão gordo, em pé, toda envolvida naquela legging preta super apertada. E bem devagar, começou a chupar os peitos dela. A putinha da minha irmã jogou a cabeça pra trás, fechou os olhos e apertava o cunhado pra ele não parar. Uns gemidos começaram a sair da boquinha dela.
Eu olhava pra eles, ficava excitada vendo eles tão tesudos e sem se importar que eu estivesse ali. Soavam as palmadas na bunda que o Fernando dava no rabo da Marcela. Eu só levantei e fui pra outro lado da casa. Sentia ciúmes, raiva, mas me toquei na buceta e ela tava molhada, me excitava saber que do outro lado estava meu marido prestes a foder minha irmã.
Fui pra cozinha, eles não tavam nem aí que eu tava ali, só ouvia o Fernando falando.
F: meu amor, que peitos lindos, tira tudo, vaiTira.
M: ai nãoooo para, para. Não dá.
F: vai, boluda, olha como eu tô
M: ai filho da puta, que cock linda, papai
Naquele momento não se ouviu mais nada além do meu marido gemendo igual um filho da puta. E eu percebi que minha irmã tava chupando a pica dele. Dava pra ouvir as lambidas e o barulhinho da boca dela chupando tão rápido.
Espiei a sala e lá estavam os dois. Ele sentado no sofá, acompanhando com a mão o sobe e desce da cabeça da minha irmã na pélvis dele. Minha irmã de joelhos entre as pernas dele, com a legging arriada até a metade, deixando a bunda dela no ar com uma fio dental branca. Minha irmã tava muito louca, chupava e parava pra falar umas paradas tipo
M: aiiiiii que pau gostoso, vou enfiar na sua buceta, papi.
Apertava ela com muita força e ela esfregava a cara na pica do Fer. Os dois estavam muito tarados. Eu não sabia o que fazer, queria ir embora e deixar eles se pegando sozinhos, queria ir transar com outra pessoa ou só queria ver como eles se davam prazer, meu marido e minha própria irmã.
Voltei pra cozinha e fiquei com muito tesão ouvindo eles, sentindo minha irmã chupando o pau de quem é meu marido há tantos anos.
Já tínhamos compartilhado uns caras ruins com minha irmã, mas nunca um parceiro tão firme como agora.
Não sei se eu teria coragem de fazer um ménage com os dois, era muito extremo transar com minha irmã e, na real, minha buceta não sabia se era pra tanto. Entre os gemidos da casa, mandei mensagem pro meu melhor amigo Cláudio. Sentia que era a hora de dar pra ele.
G: Oi, gordão, como cê tá?
C: Oi gordinha, bem bem. E você?
G: Eu aqui em casa? Cê tá ocupado?
C: não não, o que foi?
G: não, nada, queria dar umas voltas. Vem me buscar?
C: Beleza, então. Mas juro que não vai dar nada.
G: Sim, mas quando você vier eu te conto. Buzina e eu saio.
C: beleza, gordita, em 10 minutos tô aí.
Decidi.colocar algo que marque bem minha bunda, saio da cozinha pro quarto e a Marcela me encara, ela estava de fio dental e com os peitos de fora.
Ela para na minha frente e, preocupada, me diz:
M: me ferrei, me desculpa, gordelícia
Depois de me dizer isso, ela me abraça, os peitos dela se apoiaram no meu peito e eu só peguei ela pela cintura, quase onde começava a bunda redonda e empinada dela.
Eu falo pra ela bem tranquilo, como se não tivesse rolando nada.
G: mas por que gordinha?
M: Era só um jogo e olha como eu tô. Quase que eu como teu marido. Sou uma idiota.
G: hahaha se isso aconteceu, foi porque eu queria que rolasse
M: sério? (ela me olhou surpresa)
G: óbvio, além disso você curtiu chupar a pica do meu marido kkkk
M: ah, sim! Ela é gostosa e grande.
G: o Claudio vem me buscar, deixo vocês foderem
M: ai filha da putaaaa. Vai comer ela?
G: Tomara que sim. Se você comer meu marido, me dá desculpa pra comer o Cláudio.
M: vou te dar essa desculpa. E se quiser dar uma olhadinha, fuck you incentivo visual. Essa raba nunca falha, haha.
Ela se virou e me mostrou aquela bunda linda que a gostosa tem. Me instigou a pegar na bochecha da bunda dela. E ela foi de novo com o Fernando.
Entrei pra trocar de roupa, peguei uma leggins preta, por baixo uma fio dental vermelha, uma regata estampada comprida e decotada, tênis e saí do quarto.
Ao sair, me deparo com uma cena que nunca vou esquecer. Meu marido sentado no sofá e minha irmã em cima dele, ainda de tanguinha, pulando na piroca dura e cheia de veias do Fernando. Ele segurava a bunda da Marcela pra acompanhar o movimento e, de vez em quando, dava um tapa forte nos glúteos que arrancava um gemido agonizante da puta da minha irmã. Eles se beijavam enquanto ela era penetrada, beijos desesperados de língua e respiração ofegante.
Minha buceta ficou toda molhada, não sei por que me excitava tanto ver eles transando. Me aproximei e sentei do lado deles. Meu marido colocou a mão entre minhas pernas e a Marcela me olhou e sorriu com um sorriso quase debochado e provocante. Ela me encarava fixo enquanto enfiava com mais força o pau do Fernando, gemia com gritos de prazer e não tirava os olhos de mim.
Enquanto meu marido continuava acariciando minha buceta por cima da legging, só consegui falar pra eles.
G: como vocês estão me deixando com tesão
M: haha e eu? Que tô me acabando nessa piroca linda. Ai simmmmm que prazer.
F: Você gosta da sua cunhada?
M: adoro sua pirota, cunhado
Eu queria esquentar mais meu marido, então fiquei atrás da Marcela, segurei os ombros dela, e ela endireitou o corpo, encostando as costas no meu peito. Comecei a beijar o pescoço dela e peguei com as mãos os peitos dela, com os mamilos rosados.
Marce só fazia movimentos circulares com a rola enfiada na buceta dela. Fernando ficava olhando a gente até que eu beijei minha irmã na boca, um beijo de língua bem lésbico, a gente se excitou tanto que a Marcela levantou e a gente começou a se beijar em pé na frente do meu marido, que tava pelado sentado no sofá com a rola dura. Coloquei minha irmã de frente pro Fer e enquanto a gente transava, eu segurava aquela bunda linda. Chupei os peitos dela e enfiei meus dedos na buceta molhada dela.
As coisas ficaram violentas quando ela me disse rindo.
M: vou comer seu marido, seu corno manso
Eu peguei ela pelos cabelos e joguei no sofá, ela ficou sentada e peguei de novo naquela cabeleira loira e macia e respondi com minha cara colada na dela.
G: óbvio que você vai dar pra ele, já que sempre foi a mais puta de todas.
M: haha olha como eu tô com a buceta toda molhada (ela enfiou o dedo na buceta e tirou todo molhado dos sucos vaginais dela e enfiou na minha boca, eu chupei)
G: quantas picas já passaram por aí, irmãzinha, né?
M: muitas picas e agora a do teu marido.
Se eu atirasse direto na pica do Fernando, que continuava sentado olhando pra nós duas. Comecei a me afastar até ouvir a buzina lá fora de casa. Olhei pra eles e falei.
G: bom, vou deixar vocês transarem, tô indo
Fernando me olhou surpreso, achando que eu ia ficar pra fazer um menage com os dois. Ele segurava minha irmã pela nuca e me perguntou pra onde eu ia.
Eu só vesti uma jaquetinha e puxei bem minha legging pra ela enfiar no meu cu e falei pra ela
G: Que importa pra você. Você comeu minha irmã, eu tenho coisas pra fazer.
Abri a porta e pude ouvir, enquanto trancava a chave, minha irmã gritar de prazer de novo. Mais uma vez, ela tava sendo dominada pela pica do meu marido.
Fui me aproximando do carro do Cláudio, e ia sorrindo pra ele.
Entrei no carro e não aguentava mais de tesão. Tinha a imagem da minha irmã pelada sendo comida pelo meu próprio marido.
Cumprimentei ele com um beijo no canto da boca, o que deixou meu amigo surpreso e ele me perguntou.
C: o que foi?
G: Vamos pra um motel.
C: quêêê?
G: Dirige, vamos pra um hotel ou algum lugar.
Claudio deu a partida no carro e começou a dirigir. Eu tirei a jaqueta e joguei no banco de trás. Olho pro Claudio e falo: estaciona um pouco aqui.
Era uma rua deserta, sem ninguém na calçada, a meia quadra da minha casa. Avancei no meu amigo e comecei a beijar ele. Ele correspondeu ao beijo e a gente ficou se beijando por um bom tempo, um beijo muito quente, língua brigando fora das nossas bocas, as mãos dele foram pros meus peitos e eu coloquei uma mão no pau dele, tava duro, empinado, bem ereto, e eu apertava ele contra a calça. Na pressa, comecei a tirar, soltei ele e tava lindo. Me abaixei e comecei a chupar. Engoli ele e me engasguei com aquele pau. Sem soltar o pau dele e batendo uma, me levantei, olhei nos olhos dele e falei
G: Na minha casa, a Marcela e o Fernando tão transando. Quero que você me leve pra um hotel e me coma toda.
C: he? Como vocês estão transando?
G: sim, sim… tão se pegando na minha própria casa. E agora quero que você me dê e me deixe toda cheia de porra.
Cláudio não entendia nada, queria perguntar mais sobre o que tava rolando, mas eu continuei chupando a pica dele.
Até que ele me fez levantar, ligou o carro e fomos para um hotel. No caminho, ficamos nos apalpando. E eu, feita uma puta descarada, pensando que naquele momento minha irmã estava comendo meu marido. Só me acomodei no banco, abri minhas pernas olhando pro Claudio, que continuava dirigindo, comecei a meter minha mão por baixo da minha legging e a enfiar meus dedos na minha buceta molhada. Olhava bem fixo pra ele e falava.
- Vou ser sua putinha, gordinho. Quero essa porra toda aqui dentro.
Claudio não aguentou mais, parou o carro no acostamento, numa avenida pouco movimentada. Abaixou a calça e a cueca, e o pau dele tava vermelho de tão duro. Ele arrancou minha roupa e me pôs por cima dele, eu enfiei o pau e comecei a beijá-lo. A gente transava como loucos, como desesperados, sem medo de ser visto. O carro balançava e eu gemia.
Meu melhor amigo tava me penetrando, o pau dele tava duro e firme, muito duro, e eu sentia ele bem fundo dentro de mim. Eu tava sentada em cima dele, minha bunda batia no volante a cada subida e descida do meu corpo no pau do meu amigo. As mãos do Claudio apertavam meus glúteos, minha regata levantada por cima dos meus peitos, deixando eles apoiados no peito dele, e minhas mãos seguravam a nuca dele, cara a cara, ofegantes, respirando o mesmo ar quente dentro do carro. O cheiro de sexo e os vidros começando a embaçar com o suor dos dois. Beijos de língua bem obscenos e nojentos, beijos de amantes. A gente não tava fazendo amor, era só sexo selvagem, ele me controlava com o pau dele e eu me entregava abrindo as pernas e deixando ele fazer o que quisesse na minha buceta.
O ritmo acelerou e as mãos dele batiam na minha bunda, dava pra ouvir as palmadas no meu rabo, meus gemidos de prazer, minhas palavras de uma puta que largou o marido pra ser comida pelo melhor amigo dele. Eu provocava ele pra fazer o que quisesse comigo, pra ele saber que eu era só dele, da minha boca saíam palavras sujas e vulgares que ninguém imaginaria que uma garota como eu poderia dizer. Vai, filho da puta, me arrebenta! Me dá toda essa pica! Sou sua puta!
Claudio agarrou com força minha bunda e apertou minhas nádegas, abrindo elas e metendo e tirando o pau dele, começou a chupar meus peitos, meus bicos estavam duros, bem eretos e molhados das lambidas que ele dava. Eu apertei a cabeça dele nos meus peitos esperando o que vinha. Uma sensação gostosa que me arrancou um grito muito forte de prazer e me deixou rendida, apoiando minhas costas no volante. Meus peitos à vista de Claudio, que continuava tocando eles e o pau dele dentro de mim, minha pussy toda molhada. Consegui sentir um jorro longo de porra dentro de mim, que inundou minha buceta, transbordou daquele líquido grosso e pegajoso que eu tanto gosto de engolir. Com o pênis dele ainda dentro de mim, eu mexia minha pelve em movimentos circulares e com meus dedos tirava um pouco de porra da minha buceta e, olhando nos olhos dele, colocava aquele dedo na boca para provar aquela porra grossa que ele acabava de deixar dentro de mim.
6 comentários - Meu marido comeu minha irmã na minha frente e eu, o amigo
De no estar en el trabajo aún me clavo tremenda paja dedicada a ti