Frambu e seu coquetel de vida XIV

No capítulo anterior, eu e minha mãe estávamos preocupadas com meu pai e as ligações misteriosas dele. Aqui vou contar o que aconteceu. Minha mãe ligava, e o celular do meu pai dava desligado ou fora da área de cobertura. Ela insistiu mais algumas vezes e deixou uma mensagem: "Oi, amor, como você está? Queria saber se você vem jantar ou a que horas vai chegar. Te amo." E minha mãe continuou arrumando as roupas e outras coisas que precisava guardar. Eu fui para o meu quarto mandar mensagens para o Ezequiel: "Oi, amor, como você está? Queria saber como estão as coisas sobre o seu irmão. Sabe o que aconteceu?" Comecei a olhar as fotos que minhas amigas da revista uruguaia tinham me mandado e passei para o Ezequiel, escrevendo: "Olha... quando minhas amigas e minha irmã me mostraram as fotos, quase morri porque pensei que minha mãe ia ficar brava ou chateada por eu ter sido fotografada, já que ela é muito reservada e não gosta que a gente fique exposta, porque meu pai é muito conhecido e nunca quis que tirassem fotos da gente para nos proteger, por sermos menores de idade." Coloquei uma música no computador e coloquei os fones de ouvido enquanto arrumava algumas coisas de lugar, sem perceber que tinha deixado meu celular na mesinha de cabeceira e ele estava recebendo mensagens. Quando passei pela mesinha para guardar umas dedicatórias das minhas amigas, vi meu celular com mensagens. Tirei os fones e comecei a ler. Tinha a resposta do Ezequiel: "Oi, gostosa. Tô bem, apressado pra te ver. Sobre meu irmão, não sei, não saberia te dizer porque meu pai é muito calado pra algumas coisas, mas ele me disse que tinha uma viagem de emergência, então acho que deve estar no Brasil, deve ter ido com meu irmão. Uau... não acredito nessas fotos, você tá linda. A gente fica muito bem junto. Quando vi as fotos, também fiquei meio desconfortável, mas ao lembrar daquele momento, estando com você, amor... já até quero ampliar e ter essas imagens comigo em casa pra todo mundo ver! Te amo. Ler a resposta do Ezequiel, pensei: "Mais do que no Brasil, o Ricardo deve estar aqui na Argentina... será que o Barti tem algo a ver com isso? Só espero que o pai dele não seja meio máfia, querendo vingança ou... ai, Deus..." Mandei uma mensagem pro meu pai: "Oi pai, como você tá? Onde você se meteu? Vem jantar?" Daqui a pouco chegou a resposta dele: "Oi meu anjinho, bem, bem. Tô terminando uns negócios e já vou. Sim, sim, vou jantar. Preparem algo gostoso pra mim. Te amo, minha Fran." Eu já imaginava o pior. Fui pra cozinha e vi a mamãe preparando um molho bolonhesa enquanto minha irmã estava na sala, deitada no sofá grande com o celular. Eu: - Precisa de ajuda, mãe? Mãe: - Não, não, love, obrigada... Vocês acham melhor comer isso com uns raviólis ou sorrentinos? Eu: - O que são sorrentinos? - minha mãe começou a rir - Do que você tá rindo? Mãe: - Lembrei quando você tinha cinco anos e fomos jantar, pedimos com seu pai o prato do dia que era sorrentinos e você disse - ela riu de novo - quero provar os "correntinos" - minha mãe tava morrendo de rir. Eu: - Ai, não pode rir de mim... Mãe: - É que foi tão fofo aquele momento! Porque você falou com aquela voz decidida de que queria comer "correntinos"! As duas rimos e ela continuou cozinhando. Fui sentar com minha irmã no sofá e ela, longe de me mandar embora como sempre faz, aceitou dividir o espaço e colocou a cabeça no meu colo enquanto mexia no celular, as pernas dela penduradas no braço do sofá. Ficamos um tempão nos nossos celulares porque eu tava escrevendo pras minhas amigas quando vimos meu pai chegar no carro dele. E a gente vê pela janela que ele desce com mais alguém. Papai entrou animado e sorrindo. Papai: - Boa noite, minhas lindas. Trouxe um amigo - passou com o Ricardo, o pai do Ezequiel. Eu e minha irmã fomos cumprimentar. Ricardo: - Boa noite, meninas... Guille: - Oi, boa noite. Sou a Guillermina, prazer. Ricardo: - Obrigado, querida. O prazer é meu, sou o Ricardo. Eu: - Oi, Ricardo. Boa noite. Como vai? Ricardo:- Oi Francesca... como você tá, gata? Tudo bem? Eu:- Sim, sim, tudo bem. Pode entrar... pode entrar... Ricardo:- Pode me tratar por tu, sei da relação que seu filho e você têm. Então não tenha medo de me chamar de Rick ou Ricky... Eu:- Tudo bem. Seu filho é um amor de pessoa e vejo que puxou a você, a ti... Ricardo:- Obrigado... isso me lisonjeia Meu pai tinha ido ver minha mãe e nisso ele vem com ela e se apresentam, ambos se cumprimentam e meu pai o convida para entrar, Ricardo vai pro escritório que ele tinha e eu fiquei na sala e mandei uma mensagem de novo pro Eze "amor, seu pai tá aqui em casa junto com o meu. Além disso, me surpreendi porque ele disse que podia chamar ele de Rick ou Ricky. Mas eu vejo ele como um homem tão respeitado quanto o meu, que não sei se vou conseguir chamar assim. Te amo muito" Daqui a pouco ele respondeu "meu amor, olha só o Don Rick foi pra sua casa e não me disse nada, teria ido com ele só pra te ver e ficarmos juntos. Posso te fazer uma videochamada?" "Ah amor... já já a gente se vê. Agora não, não posso porque vamos jantar. Te escrevo assim que estiver livre" Minha mãe nos chamou pra comer e nisso saem Ricardo e meu pai Mãe:- Quer ficar pra jantar com a gente? Sirvo pras meninas e depois sirvo pro senhor Ricardo:- Não, não... eu vim assim sem avisar, não acho justo que... Pai:- Mas não, Ricky querido. Senta e vamos comer. Além disso, assim você conta como tão as coisas nossas lá Minha mãe continuou servindo e eles falavam de negócios e também riam Minha mãe sentou e a gente comia em silêncio pra não interromper eles Ricardo:- Sinceramente, isso tá uma delícia, Anabella Mãe:- Muito obrigada... pode me tratar por tu, por Ana, Ricky Ricardo:- Tá bem, Ana. E aí, como a Fran tá se preparando pros 18? O Eze me contou que ele vai vir comemorar aqui com você e gostei da ideia e... Pai:- Por que vocês não vêm todos com sua esposa e seus outros filhos? Ricardo:- Mas não, Martincho... seriam seis pessoas e é o aniversário da sua filha Pai:- Tenho uma casa que um amigo desocupou e se for pelo espaço, vocês todos vão ficar bem confortáveis lá Ricardo:- Beleza, Martincho deixa eu falar com a minha mulher e a gente vê Eu:- Adoraria que vocês viessem todos, assim conheço sua mulher, a mãe do Eze e seus outros filhos, os irmãos dele Ricardo:- Valeu... a verdade é que são uma família fantástica. A comida tava muito gostosa, mas já preciso ir Pai:- Te levo até onde eles tão! Ricardo:- Não, não... Pai:- É um minuto Ricardo:- Beleza... valeu, Martin Ricardo se despediu, agradeceu de novo pela comida e foi com o pai até o carro e foram embora Minha mãe e minha irmã juntaram os pratos, copos e outros utensílios que a gente usou Enquanto minha irmã limpava a mesa, me aproximei da minha mãe falando bem baixinho Eu:- Mãe... Será que o Barti tem algo a ver com o irmão do Eze ou é algum assunto com o Ricardo? Mãe:- Ah, não sei, Fran, o Barto já é grande e tem que assumir as consequências se fez alguma merda ou fez algo errado Eu:- Tá bom... como você quiser, mãe! Me virei e continuei limpando a cozinha e a bancada Quando terminamos tudo nós três, cada uma foi pro seu quarto e eu na hora mandei mensagem pro Eze "Oi amor, já tô livre e pronta pra você..." Coloquei meu moletom, pentei o cabelo antes de deitar e fiquei esperando a resposta do Ezequiel ou uma ligação dele. Peguei meu notebook pra conversar com a Natali Eu:- Oi Naranji Nati:- Oi Frambu, minha amiga famosa Eu:- Ah, fala isso não... sou a mesma de sempre! Nati:- Siiim, mas você é mais conhecida e querida que as famosas da Argentina toda, pelo menos aqui na nossa cidade!- a gente riu- O que você tava fazendo? Eu:- Esperando o Ezequiel me ligar, porque a gente combinou de fazer videochamada... e você, o que tava fazendo? Nati:- Terminando tudo pra Literatura. Amanhã é o último dia e se eu tiver a pasta completa e entregar todos os trabalhos, já vou estar livre que nem você. Então se amanhã eu já tiver aprovada, à noite a gente sai pra comemorar! Eu:- E as outras? A Ingrid? A Rosário? A Emma? Nati:- Todas já tão aprovadas! Só faltava entregar as pastas e fazer a última prova de Psicologia da Emma, de Biologia da Ingrid e da Rosario... já tá tudo... ainda bem que ela tem você e a Jaz, se salvou! Porque senão ia ficar tudo! Eu: - Ahhhh, beleza, beleza... então amanhã, que é sexta, vamos sair pra tomar algo pra comemorar. Vou deixar você se concentrar e amanhã a gente se vê! Nati: - Fechou, linda. Beijinhos pro meu cunhado. A gente riu e desligou. Nisso, o Eze me manda uma mensagem: "Oi, meu amor... só vi sua mensagem agora. Tava com minha nonna porque ela tá preocupada com meu pai, que não responde. Meu velho tá com o seu? Porque desde hoje à tarde ele não fala nada nem pra minha mãe, nem pra avó dele, nem pra mim. Te amo, linda, me desculpa mas hoje não vou conseguir falar." "Fica tranquilo. Sim, seu pai esteve aqui em casa, ficou pra jantar, eles conversaram no escritório e na mesa, e umas quarenta minutos atrás eles saíram e o meu também não voltou. Já tô começando a ficar preocupada. Dá um beijo na sua nonna e assim que eu souber de algo, te aviso." Eu tava inquieta porque com certeza tanto meu pai quanto o Ricardo tão atrás do Barti, pelo que meu pai falou, embora pelo que minha mãe dizia, ele nunca tinha ficado com grana. E se for vingança do meu pai pelo mal que ele fez, quando minha mãe traiu ele quando a gente era criança... era coisa demais rodando na minha cabeça. Lá pras 23h, ouço o carro do meu pai e ele desce, fecha devagar e trava. Quando ele entra, vou logo receber ele. Eu: - Paaai... cadê você? Pai: - Oi, coelhinho... o que cê tá fazendo acordada? Eu: - Cadê você? Cadê o Ricky? Pai: - Ahhhh, o Ricky, seu sogro, tá num hotel já descansando. Tivemos muuuuuito trabalho. Eu: - Que tipo de trabalho? Pai: - Reuniões, amor... como sempre, reuniões! Eu: - Mas o que foi aquela conversa que eu ouvi ontem com alguém? Quem você queria pegar? Quem vocês querem pegar?? Pai: - Fran, filha... tô cansado! Eu: - Por favor, pai... quem vocês pegaram ou tentaram pegar??? favor... me responde, Pai:
- No segurança e no ex da sua mãe. Aquele filho da puta machucou e bateu brutalmente no filho do Ricardo, irmão do seu namorado. Além disso, apertamos os dois. Aquele gorila e o Bartolomé!
Eu: - Mas pai... o que vocês fizeram com eles??
Pai: - Um baita susto. Uma bela lição! Não pode se meter com a minha família, agora que eu e o Ricardo vamos ser consogros, também não vão se meter com eles!
Fiquei calada, sem dizer uma palavra.
Eu: - Que susto foi esse? O que vocês fizeram com eles?
Pai: - Um amigo do Marcelo avisou que eles estavam aqui em San Luis e estavam voltando pra Mendoza quando fecharam o carro deles e desceram uns caras nossos e apontaram as armas, pensando que iam sequestrá-los, e deram uma surra boa nos dois. E deixaram um bilhete dizendo que se continuassem se metendo onde não deviam, iam acabar mortos!
Eu: - Ai, pai... não acredito... não, vocês não deviam ter feito isso!!
Pai: - Claro que sim... aquele cara se meteu em tudo, matou sua avó, se intrometeu na minha vida e quase acabou com o relacionamento com sua mãe. Eu precisava descontar minha raiva naquele merda...
Eu: - Como assim descontar sua raiva? Você também foi confrontar ele?
Pai: - Já deu, love... me deixa ir dormir...
Eu: - Não te conhecia assim, pai...
Pai: - Mas não te entendo, filha... aquele animal quase deixou seu cunhado à beira da morte e você defende ele
Eu: - Não, pai... eu não defendo o segurança, mas... por que o Barti?
Pai: - Porque foi tudo por causa dele. Bartolomé estava resolvendo um negócio e foi confrontar o Valentino, irmão do seu namorado, e o segurança daquele covarde bateu nele selvagemente. E quando o Ricardo me contou e me mostrou a foto de quem era, fiquei louco. Disse que ajudaria ele a fazer justiça com as próprias mãos. Então pronto... já tá tudo certo
Eu: - Mas e a polícia? E a justiça? Vocês podem ser presos, você e o Ricardo!
Pai: - Impossível... acho que ele não vai se atrever, porque vai ser pior pra ele
Eu: - Ai, pai... não, chega
Pai: - Não defende aquele imbecil, Francesca. Pensa Na sua avó, pensa na nossa família... ele não era nada nosso e com a nossa família, ninguém se mete. Papai me abraçou, mas eu sentia uma dor por dentro pelo carinho que tinha pelo Barti, mas não estava nada feliz pelo que ele tinha feito com a nossa família.
Eu: - Tá bem, pai... desculpa. Cê tem razão!
Papai: - Valeu, meu amor... vamos dormir?
Eu: - Sim, sim... descansa aí, pai.
Papai: - Você também, meu anjo!

Fui pro meu quarto e mandei uma mensagem pro Eze:
"Oi, meu amor, meu pai chegou e me contou tudo sobre o que rolou: nossos pais apertaram os dois caras que se meteram e bateram no seu irmão, e que fizeram tanto mal pras duas famílias. Te amo, meu amor."

Ele leu na hora e me ligou.
Eze: - Oi, meu amor...
Eu: - Oi, amor...
Eze: - Que loucura... meu pai não me contou isso que rolou com meu irmão!
Eu: - Ué... eu meti os pés pelas mãos e te contei.
Eze: - Não, não, melhor assim... pra saber o que meu velho tava aprontando. Mas se ele já fez o dele, tomara que amanhã volte pra casa pra ficar aqui com minha avó e minha mãe, porque não curto nada ele sair sem falar o que vai fazer!
Eu: - Eu também fiquei doida e perguntei sem parar, até ele me contar.
Eze: - Bom, agora que a gente sabe o que nossos pais estavam fazendo, e você? Já vai dormir, meu amor?
Eu: - Sim, sim... tô de regaton e shortinho.
Eze: - Eu tô sem camisa e de short, e ouvindo sua voz me faz sentir mais calor do que já faz e do que eu já tô sentindo.
Eu: - Ah, é? Cê tá com muito calor?
Eze: - Uuuuufff... não fala assim comigo... vou ter que me tocar pensando em você, não sabe a vontade louca que eu tô de estar juntos e te comer: tô ficando doido!
Eu: - Agora vou botar no vídeo pra você me ver.
- E entramos em videochamada -
- Cê tá me vendo aí?
Eze: - Siiim, tô te vendo, meu amor... como eu anseio estar aí contigo, te ter nos meus braços e fazer aquilo que ficou pendente.
Eu: - O que ficou pendente?
Eze: - Ué, sei lá... você disse que queria fazer algo, mas não deu tempo e você decidiu deixar pra depois. Próxima, lembra o que vai ser?
Eu: - Vou ter que me esforçar pra lembrar o que ia te fazer
Eze: - Ufffff, eu só quero ficar contigo... o resto a gente vai levando devagar
Eu: - Adoro o que você tá me dizendo!!
Eze: - É que eu tô louco de amor por você, amor... adorei compartilhar tudo com você! E... então, te conto as atividades que tô vendo pra quando for te visitar?
Eu: - Sim, claro... lógico
Eze: - Vi que perto da sua cidade, tem outra cidade mais afastada que é bem famosa e tem várias atividades como trilha, cavalgada, tirolesa e andar de barco num rio... sei lá, eu queria fazer tudo porque nunca fiz, e você?
Eu: - Eu só fui na tirolesa um ou dois anos atrás pra comemorar o aniversário de um dos irmãozinhos da minha amiga Jasmim. O resto a gente não fez
Eze: - Então você toparia a gente ir junto?
Eu: - Sim... sim, eu gostaria
Eze: - Não te sinto muito animada, amor... se não gostou da minha ideia, não reservo e a gente vai vendo o que fazer depois...
Eu: - É que primeiro quero ficar com você e depois a gente organiza. Talvez eu te leve numa vinícola que meu pai foi e tem um lugar bem bonito perto pra passear e conhecer
Eze: - Pra tudo que você quiser, vou dizer sim! Se eu tô com você, já é mais que suficiente!! Fran, amor...
Eu: - Fala, amor...
Eze: - Não quero que você leve a mal, mas te vendo aí me olhando e te vendo assim, não aguento a vontade de me tocar e de gozar...
Eu: - Ah é?? Tá com tesão??
Eze: - Uuuuuuyyyyy... não fala nesse tom que me deixa mais louco...
Eu: - E aqui já tô sentindo muito calor - tirei a regata e, como não tava de sutiã nem nada por baixo, quando abaixei os braços, meus peitos pareceram quicar
Eze: - Ai Fran... pelo amor de deus... você tá uma gostosa... desculpa, você sempre é uma gostosa, mas te ver assim, na minha frente, me encanta muito mais! Eu tô sem camiseta e tirei meu short, fiquei só de cueca, mas já tá me incomodando e vou ter que tirar pra ficar mais confortável
Eu: - Siiiiiim, tira tudo Eze:- Uyyyy amor... faço o que você pedir, minha vida
Eu:- Dessa vez que estiver com você, quero montar você devagarinho e ficar em cima olhando nos seus olhos... assim...
- Ajeitei meu notebook pra ter o ângulo de estar por cima dele e eu me mexia lentamente
Eze:- Ah Fran... pelo amor de Deus... como eu sinto sua falta e desejo loucamente te beijar inteira e devorar esse corpo lindo que você tem... e nessa posição que você tá, você tá me deixando louco de tesão...
Eu:- Tá gostando?? - Comecei a acariciar meus peitos devagar, amassava, apertava e mexia em direção à tela
Eze:- Uuuuuffff.... pelo amor de Deus... Ah Fran.... aaaaiiiii
Eu:- Mmmmmmmmmmmmmmm- enfiei um dedo na minha buceta e me esfregava e gemia baixinho e aumentei um pouco mais até ouvir que ele estava no clímax total
Eze:- Ah siiiim... siiiim meu amor.... aaaaaaaiiiii... mmmmmmmmmmmm... pelo amor de Deus Fran... - ele gemia de prazer e me mostrava como gozava- tava há muito tempo muito muito carregado e gostei de poder gozar com você, assim desse jeito. Porque as outras vezes a gente esteve junto!
Eu:- Lembro daquela vez no hotel onde a gente parou com meu pai e você gozou no banheiro murmurando meu nome... você tava muito tarado naquela vez
Eze:- Ah que vergonha... não me faz lembrar!!! É que a gente ia ou tava quase transando na sua cama e seu pai te chamou e eu aproveitei mas nunca pensei que você fosse me ver fazendo um ato tão vergonhoso!
Eu:- Já te falei que gostei de ver você gozar pensando em mim, pensando no meu corpo ou na situação que a gente viveu. Eu amei!
Eze:- Tá falando sério, princesa?
Eu:- Sim, amor. Claro!! Foi assim!
Eze:- É que é a primeira vez que ouço uma mulher dizer que gosta de me ver gozar. É que eu... eu tive outras namoradas e nenhuma gostava de me ver fazendo isso
Eu:- Percebi que você já tinha feito isso com outras mulheres ou minas
Eze:- Mas com você é totalmente diferente, meu amor... você é única!
Eu:- Já conheço esse papinho. É o que todo cara fala pras gostosas as que saem Eze: - Não, nãoooo... sério, meu amor. Tô te falando a verdade. Com outras minas que eu fiquei, quase no primeiro encontro ou saída já tinha comido e transado. Já com você foi diferente, porque te respeitei e esperei você estar pronta, não te pressionei, mas acho que você percebeu que... Eu: - Na praia, quando a gente foi e entrou na água, você me pegou e me apertou contra seu corpo, senti seu pau durão! Eze: - Se naquele momento você tivesse dito sim, eu teria te comido... mas você me rejeitou e aí entendi que tinha que trabalhar e te dar espaço. Eu: - Lembra daquela noite depois que eu tava preocupada com meu pai? Eze: - Uuuuufff... como esquecer! Te tive no meu carro a centímetros e te acariciei, você me deu sinal verde pra tocar seus peitos e enfiei um dedo entre seu short e sua calcinha que tava encharcada. Eu: - Aí... naquele momento você queria que a gente transasse? Eze: - Siiiiim, sim, sim, claro, linda... tava doido por você. Eu: - Uffffff... quando senti sua mão percorrendo meu corpo, fiquei louca! Eze: - Ficou muito louca? Eu: - Siiim... muito... Eze: - Uuuufff... pelo amor de Deus... Eu: - Muito louca... - enquanto apertava um dos meus peitos e com a outra mão mostrava como acariciava minha buceta. Eze: - Ai, gostosa... pelo amor de Deus... Eu: - Te deixo tão tesudo assim?? Eze: - Tô com meu pau durão de novo... você não sabe como eu anseio e desejo te sentir bem juntinho de mim... Ambos nos tocávamos imaginando e quando eu tava no clímax total, não ouvi alguém abrir a porta do meu quarto. CONTINUA...

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