Enojada e infiel

Isso começou um dia que meu marido ia fazer aniversário. Caiu no meio da semana e ele tava no trampo. Quis surpreender ele e convidar pra jantar quando saísse do serviço. Comprei uma fio dental de renda branca bem linda, depilei minha buceta e vesti um vestido preto soltinho que batia no meio da coxa, com um decote que caía provocativamente na ponta dos meus peitos, cobrindo só o necessário. Pintei a boca de vermelho, dando um ar sexy pra minha boca, com um toque bem sensual e nada vulgar. Resumindo, me preparei pra dar uma noite de prazer pra ele no aniversário. Falei com ele antes e ele topou. Combinamos de nos encontrar num shopping e fiquei esperando ele lá.
O tempo passou e ela não chegava, liguei pra ela e ela não atendia, e depois de um tempo ela me ligou pra dizer que tava cheia de trabalho e que não ia poder ir… eu tava puta, arrasada e triste, ela se ofereceu pra me mandar um Uber pra ir pra casa e eu mandei ela tomar no cu, falei pra ela nem se preocupar, saí de lá quase chorando e peguei um táxi.
O taxista era um cara maduro. Desde que entrei, percebi que ele me olhava mais do que o normal. Ele desceu pra abrir a porta do táxi, abriu a da frente e, claro, eu entrei atrás. Senti ele me varrendo com o olhar e se lambendo quando virei de costas.
Já no caminho e por causa do trânsito, ele começou a falar comigo. Dizia coisas comuns, tipo pra onde eu ia, de onde vinha, o que eu fazia. Depois começou a tentar subir o tom da conversa, me perguntando se eu tinha namorado. Falei que tinha marido, mas que era um imbecil. Ele sorriu e me olhou pelo retrovisor e disse: “Se eu fosse ele, cuidaria melhor de você. Quem não ia querer ter uma mulher como você?”
Por quê? Eu perguntei pra ela.
Porque você é gostosa, e não se ofende, mas tem um corpo que outras mulheres com certeza te invejam.
Acho que não, se fosse assim, ela me daria mais atenção, eu disse.
Sério, te mostro na hora que você quiser.
Como? Eu perguntei pra ela
Pois te levo pra onde você quiser pra ver como pode atrair quem quiser. Gosto do seu rosto, você é muito gostosa, mas suas pernas…
Minhas pernas, que eu perguntei ingenuamente.
Pois é… você tá muito gostosa, se um dia quiser sair
Não sei se era a raiva, a frustração ou o tédio de uma vida conjugal monótona e cada vez mais chata, mas sentir aquele homem me despindo com o olhar e sei lá o que ele imaginava de mim me deu curiosidade e começou a me deixar com tesão. Eu tava com medo, mas também curiosa pra ver até onde aquilo ia se eu desse corda. Então me decidi e passei pro banco da frente, entre o lugar dele e o do carona. Quando fiz isso de propósito, apoiei a bunda no braço dele, e ele colocou a mão numa das minhas pernas "pra me ajudar a sentar".

Ele apontou com o olhar pra calça dele e eu pude ver o desenho de um pau comprido e grosso pra um dos lados, apontando pra mim.
Ai, meu Deus! Falei e me virei pra janela, sem querer abri as pernas e coloquei uma mão no meio delas e a outra na boca.
enquanto eu passava meus dedos pelas minhas pernas e levantava devagar minha saia, quase mostrando a ele minha calcinha fio dental de renda branca e aquela pequena mancha de umidade do meu mel de mulher que já tinha se formado.
Te faria sentir mulher, docinho.
Só de pensar em ser infiel e imaginar tudo que ele poderia fazer comigo já me deixava muito molhada. Abri mais minhas pernas e falei pra ele me levar pra outro lugar.
Ele se desviou e fomos para um hotel.
Enojada e infiel

Ele começou me beijando com ternura, acariciando meu corpo, depois me beijou com mais força e tirou meus peitos pra fora, cobrindo eles com a palma da mão áspera e calejada. Ele puxava e apertava meus bicos com a ponta dos dedos, e era uma delícia. Eu me deixei levar. Ele se abaixou e, como se soubesse que aquilo me mata... começou a chupar minhas tetas. Primeiro, enfiou todo o meu peitinho na boca, e depois a língua dele desenhava o formato dos meus bicos duros. As mãos dele massageavam minha bunda por baixo do vestido... já tinha me dominado.
Me soltei do abraço dele e caí de joelhos na altura da barriga dele, puxei o cinto, desabotoei a calça e puxei tudo pra baixo de uma vez… um pau enorme se libertou! Agora eu entendia por que chamavam ele de “o cavalo”. Fiquei paralisada, e ele sorriu, colocando aquele membro gigante na minha boca. Meu marido tinha me ensinado a chupar, mas não um daquele tamanho. Então fui devagar: primeiro beijos, depois a ponta, e fui enfiando centímetro por centímetro o pau dele, até que chegou na minha garganta e eu senti um ânsia, como se fosse vomitar. Ele tirou e disse “desculpa”… Eu segurei as nádegas dele e enfiei de novo o mais fundo que pude. Peguei as mãos dele e coloquei na minha cabeça, mostrando que queria que ele me comesse pela boca. E foi o que ele fez, e isso excitou ele pra caralho. Eu olhava pra cima com meus olhos lacrimejando de tão fundo que ele metia, e a cara de luxúria dele dizia tudo.
Depois me levantei e fui até a beira da cama, já só de tanguinha. Empinei minha bundinha do jeito mais gostoso que consegui, convidando ele pra se esbaldar. Ele massageou o pau e se jogou em cima de mim igual bicho no cio. Isso me excitou ainda mais, e fiquei parada esperando pra ver o que ele ia fazer comigo.
Olha só!! Você tá toda molhada, gostosa!! Vou acabar com essa vontade de trepar que você tá sentindo!!
Eu só mordi os lábios e, devagar, deslizei minha calcinha fio dental pelas minhas nádegas macias. Quando desci, senti uns fios fininhos do meu néctar de mulher se soltando entre o tecido e minha buceta quente.
Ele enfiou a língua pra fora e lambeu os lábios, e eu pude ver o pau dele inchando ao máximo, cheio de veias grossas por todo lado. Ele me pegou pela cintura, abriu minhas nádegas e enfiou a língua, lambendo do meu clitóris até o cu. A sensação era divina, parecia uma puta no cio, eu tremia toda e já tava gemendo.
Mete logo essa pica! Eu gritei
Eu me acomodei, apoiando a bunda e as mãos na beirada da cama, e ele enfiou a cabeça do pau dele devagar no meu buraquinho apertado e quente, foi enfiando centímetro por centímetro até chegar no fundo. Assim, em pé do jeito que eu tava, abri as pernas o máximo que pude pra dar entrada. Depois, ele tirou até a metade e meteu de novo com um empurrão firme e forte até o fundo. Eu gritei e me agarrei com força nos cobertores.
Como você quer que eu te coma? Devagarzinho que nem o inútil do seu marido, ou com força que nem um garanhão deve comer uma mulher tão gostosa como você?
Eu me ajoelhei de quatro na cama, virei pra olhar ele por cima do ombro, abri minha bunda com as duas mãos e falei...
Me faz gritar, me faz sentir mulher!!
Ele me deu um tapa forte na bunda que deixou a mão marcada, primeiro deixou a cabeça do pau colossal dele entrar, e depois enfiou tudo de uma vez, num ritmo gostoso, mas firme e duro, sem piedade me enchia e chegava no fundo, eu me sentia cheia e comecei primeiro a gemer, depois ele acelerou as investidas e eu comecei a gritar de prazer.
Siii, me dá, me dá, me dá!!
Não tira ela de dentro!!
Faz de mim sua!!
Eu gritava com ela.
Ele me comeu com força e sem piedade, me pegou com as duas mãos pelos cabelos e me puxou pra perto dele, passou os braços por baixo das minhas pernas e me levantou, me empalando com o pauzão dele, assim ele foi mais fundo... me comeu mais rápido e mais forte, e eu senti nós dois gozando juntos. Ele tirou o pau de dentro de mim e um jato generoso de esperma escorreu da minha buceta misturado com a minha porra de mulher. Eu caí na cama de pernas abertas, com a xota ainda pulsando.
Depois a gente tomou banho e ele foi me deixar em casa. Naquele dia, meu marido chegou de madrugada com bafo de cachaça e falou: "Não fica brava, vou te compensar...

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