Terapia a Dois - Parte 4

Tenho certeza de que vão pensar que algo inevitavelmente deu errado depois daquele dia. Que nossos planos não funcionaram. Que o que queríamos fazer, o tipo de relação que decidimos ter, era tão malvisto e tão antinatural aos olhos da sociedade que teria sido um ato de justiça quando tudo inevitavelmente desmoronou.

Mas não. Estariam errados se pensassem isso. A disciplina e a vontade que Camilo e eu colocamos na nossa nova relação foi impressionante. Incrível.

Camilo sabia que a única coisa que precisava fazer para não causar problemas era não passar dos limites. Com ninguém. Com nenhum dos colegas dele, ou namorada que tivesse, ou professora. Ele sabia que uma vez por semana vinha me ver, eu tirava o tesão que ele tanto precisava, e ele voltava pra vida dele, pronto e renovado pra enfrentar mais uma semana.

E eu sabia, da minha parte, que meu problema de abandono que sentia do meu marido já tinha ficado em segundo plano, bem distante. Nem me afetava mais. Eu não ficava mais triste durante a semana, não me sentia mais insatisfeita com minha vida de casal. Sentia o Diego cada vez mais longe, e menos importante. Sabia muito bem que assim que eu começava a me sentir um pouco mal, logo ia receber o Camilo em casa. E ele ia me fazer sentir o que tinha me feito falta todos aqueles dias. Recebê-lo e o garoto, também com a carga de tesão da semana inteira, me comer docemente. Ou me violentar selvagemente. Não me importava. O que ele quisesse estava bom e me fazia feliz.

Nós dois nos amávamos e nos recarregávamos, uma vez por semana sem falta, por duas ou três horinhas à tarde. E assim ficamos por anos, com algumas interrupções por causa de férias ou doenças eventuais de um ou outro, mas bem. Felizes. Estupidamente apaixonados um pelo outro e totalmente viciados no que nos dávamos.

Às vezes, ao longo desses primeiros quatro ou cinco anos depois que nos conhecemos, acontecia do Camilo ter conhecido uma alguma mina e ele tinha começado a namorar. E ele me contava isso de boa quando vinha na minha casa. Me mostrava fotos dos rolês deles. Não me incomodava. Pelo contrário, me fazia bem ver ele feliz. Eu não sentia ciúmes da vida do Camilo fora da minha casa. Eu não tava ali pra isso. Eu tava ali pra satisfazer meu macho. Nenhuma dessas outras minas ia conseguir dar pra ele o que eu dava, não eram concorrência pra mim. Elas eram algo que o Camilo precisava ter pra fingir que levava uma vida normal.

E olha que ele levava mesmo. Vão dizer que era uma idiotice, sim, e eu sei como soa, mas tenho que me render aos resultados: os problemas do Camilo praticamente sumiram depois que ele começou a ficar comigo. A ficar comigo como a mulher dele, como a puta dele, é isso que quero dizer. Nunca, jamais, em todos esses anos, ele teve algum problema com colega, nem de novo com alguma mina. Na verdade, eu ouvia que ele tratava todas muito bem. E tinha feito amigos novos. Tinha mudado pra melhor. Só tinha precisado de mim, do meu corpo e do meu amor. Alguém que tivesse a coragem e a vontade que eu tinha, que tivesse o desejo de me submeter completamente a ele.

Luísa, a mãe dele, tava nas nuvens de felicidade quando a gente falava do Camilo, do docinho dela. Do filhinho que uma vez por semana enchia todos os meus buracos de mulher com a porra gostosa dele. Claro que ela não sabia. Só tava encantada com o bem que minha terapia fazia pra ele, e agradecida por a gente ter se conhecido. Vivia me dizendo que via ele tão bem e tão mudado, que eu tinha salvado a vida dele. Eu só sorria e agradecia, falando que ela também tinha feito a parte dela nos dias que não tinha terapia. Na real, pensando bem, o Camilo foi quem salvou a minha vida. A vida interior, quero dizer, que também tem quase o mesmo valor.

Várias vezes a Luísa tentou me pagar, com o que podia, mas eu sempre recusei. Sempre dizendo o quanto era um prazer pra mim poder ajudar o Camilo e fazer com que ele ficasse um pouco melhor a cada dia. Não menti pra ele. Nunca menti, só escondi parte da verdade.

Por mim, minha vida continuava bem. Muito bem, na verdade. Minhas frustrações e inseguranças também tinham sumido, graças ao Camilo. Claro que eu ainda aparentava ser a esposa do Diego, mas por dentro eu já não sentia mais isso. Eu já não era esposa de ninguém. Só era a puta do Camilo, e com isso já me bastava. E se eu me esforçasse e continuasse colocando amor e tesão, tinha certeza que uma hora meu macho lindo ia me promover a mulher dele. Mas ainda não.

Diego era um cara que eu já não queria mais, como parceiro ou amante, e que só vivia lá em casa pra fingir que o relacionamento ainda existia. Nunca brigamos, nunca discutimos, mas também nunca percebeu o que eu fazia, nem parecia se importar muito com a pouca bola que a gente já se dava. Sim, de vez em quando, em alguma noite na nossa cama, a gente transava. E sim, às vezes eu até fingia um orgasmo pra ele. O que o Camilo tinha me pedido, de só deixar minha boca pro meu marido, era realmente impraticável, ia causar mais problemas do que outra coisa. Se o Diego quisesse me foder, era melhor eu deixar. Fingir que ainda sentia alguma coisa. Que tudo continuava bem e normal. Dar a ele a satisfação de que tinha me feito gozar. Fazer de conta que eu curtia o pau dele. Era melhor assim. Nunca contei pro Camilo que o Diego ainda transava comigo de vez em quando. Preferi deixar ele com a ideia de que minha buceta e minha raba eram exclusivamente dele. Até porque ele também nunca me perguntava nada sobre meu marido. Não ligava.

E pra mim, o Diego importava cada vez menos.

A gente manteve as visitas semanais, com as pausas que já comentei, por mais de 5 anos. Nesse tempo, vi o Camilo crescer e se tornar um homem. Um homem lindo. Um macho forte e perfeito, no meu ponto de vista. Um cara que sabia o que queria de mim e pegava. E que sabia amar e satisfazer muito bem a mulher que se entregava pra ele. Dava. Já tinham passado mais de cinco anos e nós dois ainda nos amávamos loucamente… de duas a três horinhas por semana, de cada vez. Mas com isso a gente se virava.

Eu adorava recebê-lo em casa nos dias que sabia que ele vinha. A Luisa já fazia um tempão que deixava ele vir sozinho em casa, pro ritual semanal da nossa terapia, que ela achava que era só conversar e dar conselhos. Adorava receber meu macho toda bonita e bem arrumadinha pra ele. Amava dar a melhor versão de mim e do meu corpo, pra que ele nunca deixasse de ficar tesudo comigo. Arrumei bastante o cabelo e por um tempo pintei pra ele. Até tirei do armário vários dos meus vestidinhos mais sexys e lingerie bem chamativa, daquelas que eu usava quando era nova com o Diego, mas dessa vez pro Camilo. E ele adorava como a putinha dele se arrumava, como a mulher dele queria ficar gostosa e atraente pra ele.
Terapia a Dois - Parte 4Não vou dar muitos detalhes de tudo que a gente fez. Não é porque tenho vergonha, muito pelo contrário. É que é tanta coisa que fizemos. Mais de cinco anos de amor e tesão, de submissão e dominação. Não dá pra contar tudo e tem coisas que fiz com o Camilo que são tão privadas, tão íntimas e tão docemente perversas que nós dois combinamos de levar para o túmulo.

Mas posso contar que lembro muito, muito bem da primeira vez que meu machinho teve sexo anal comigo. Foi pouco tempo depois que a gente tinha começado a trepar, quando ele me disse, quando falou que queria me sentir ali. Eu sorri pra ele e claro que disse que sim, que tudo que ele quisesse eu ia dar. Fui pegar um lubrificante íntimo que eu tinha guardado e trouxe pra sala, pedindo pra ele ser bonzinho e passar no meu cu. O Camilo adorou passar em mim e eu adorei sentir.

Ele me fez sentir aquela pica, dura como pedra e lubrificada como seda, bem, bem fundo no meu rabo. O Camilo empurrava minha cara com força contra as almofadas do sofá pra eu gritar tudo que quisesse… e olha que ele me fez gritar. No começo, admito, foram gritos de dor de rasgar, mas quando me acostumei com a presença da pica dele no meu cuzinho apertado, logo viraram gemidos de prazer profundo. O Camilo amava minha bunda, minhas cadeiras largas, minhas nádegas firmes… e claro, adorava encher meu cu com aquela pica maravilhosa, enchendo meus intestinos com o amor e o leite dele, como a puta que eu era.
maduraEssa primeira vez, meu macho me deu um orgasmo anal que até hoje eu sinto. Senti, não me perguntem por que, até borboletas no estômago de tão fundo que ele tava metendo e estimulando. Até que eu explodi de prazer junto com ele, ao sentir o cum quente dele dentro de mim. Me deu ânsia e quase vomitei ali mesmo de tanto prazer, um êxtase quase epiléptico. Sentir meu macho me usar tão brutalmente e o prazer que minha buceta dava pra ele foi demais.

Claro que, assim que começamos a nos ver e a transar quando ele vinha em casa, logo Camilo quis começar a me comer na minha cama de casal, a que eu ainda dividia com o Diego. Ele dizia que o excitava muito comer a mulher de outro na cama do outro. Eu sorria e deixava. Devo admitir que no começo também me excitava. Trair meu marido assim, na nossa cama. Chifrá-lo tão docemente com um macho tão excepcional, que era tudo que o Diego já não era pra mim.

A primeira vez que Camilo me comeu na nossa cama foi lindo e gostoso como sempre, mas na segunda vez, na visita seguinte, meu macho já tinha perdido toda a timidez de fazer ali e me tomou por completo. Transamos como animais na cama do meu marido, deixando ela toda bagunçada, cheia de manchas dos nossos fluidos e lençóis revirados pra todo lado. No último orgasmo dele naquele dia, pra selar o ritual de como ele tinha roubado a esposa de outro, depois de me comer, Camilo começou a se masturbar e pegou na minha mão, apontando com cuidado e depositando todo o cum dele no meu anel de casamento, que ainda estava no meu dedo. Eu sorria pra ele, morta de prazer ao ver, enquanto ele gozava no anel e nos meus dedos, soltando um monte de xingamentos baixinho pro corno do Diego.

Quando ele terminou de gozar, nós sorrimos, nos beijamos e ele pediu pra eu tirar o anel. Quando eu tirei o anel dourado, todo sujo e escorrendo o sêmen do meu novo macho e dono, com um sorrisinho no rosto... A pícara me disse pra enfiar bem fundo no meu cu. E deixar lá até o Diego perceber que eu não tava usando ele.

Eu, com outro sorriso cúmplice, claro que obedeci. Sinto uma vergonha imensa, mas imensa de admitir, então não vou fazer isso. Não vou dizer exatamente quanto tempo o Diego demorou pra perceber que eu não tava com meu anel no dedo. Nem vou dar uma pista do número de dias. Não horas. Dias.

Depois disso, no dia que o Camilo veio à tarde e me viu de novo com o anel, meio que não gostou nada. A gente tava na sala, já tinha se despido e tava se beijando gostoso no sofá, quando ele parou. Pegou minha mão e, com cuidado, tirou o anel que tava incomodando ele. Com um sorriso que eu já conhecia, jogou no chão, se levantou, deu uns passos pra trás e, apontando com o pau, começou a mijar em cima.

Quando reclamei da poça que ele tava fazendo no chão da sala, ele mandou eu calar a boca e olhar. Eu obedeci, sentindo um oceano de tesão dentro de mim ao ver a cena. Não achei que o Camilo tivesse esvaziado a bexiga toda, foram só uns segundos, mas quando cortou o jato, me olhou e puxou meu cabelo comprido. Me arrastou de onde eu tava sentada até o chão, esfregando minha cara na poça de mijo que ele tinha deixado em cima do meu anel de casamento. Rosnando, mandou eu limpar tudo.

Eu sorri pra ele e obedeci, lambendo, chupando e tomando todo o líquido dele do chão. Meu macho ainda não tava satisfeito, então, sorrindo, sentou no sofá e colocou um dos pés descalços na minha cara, me apertando mais contra o chão molhado, dizendo que eu não ia levantar até não sobrar nada. A gente se sorriu docemente enquanto eu cumpria minha tarefa e ele se masturbava devagar, curtindo ver a putinha dele tão obediente.

Quando terminei, o Camilo me deu uma fodida violentíssima no sofá, que me fez ver estrelas. dor e prazer. E quando ele terminou de encher minha buceta com o esperma dele, depois de a gente se recuperar um pouquinho, ele me mandou pegar o anel do chão. Eu obedeci e ele me puxou pelos cabelos até o banheiro, me guiando com puxões que me davam uma dor gostosa que eu amava. Ele levantou a tampa do vaso, nós dois estávamos pelados na frente dele, e mandou eu jogar o anel ali. Que não queria ver aquilo nunca mais. Que odiava ver aquele símbolo do amor que eu tinha tido por outro.

Eu olhei pro Camilo, dei uma última olhada no meu anel de casamento na minha mão e simplesmente deixei ele cair no vaso. O Camilo não precisou se despedir dele. Assim que o anel caiu na água, rápido e sem dizer nada, ele apertou a descarga e o anel sumiu pra sempre. Ele mandou eu contar pro meu marido que tinha perdido e pronto. Eu sorri pra ele e falei que sim.

Como já estávamos no banheiro, entramos os dois no chuveiro. A gente não costumava fazer isso, porque o Camilo não gostava de tomar banho depois das nossas atividades em casa. Na verdade, o que ele não queria era voltar limpinho pra casa dele pra não levantar suspeitas. Preferia tomar banho lá quando chegasse. Mas os dois estávamos meio sujos com o xixi dele, então entramos debaixo d'água. Eu não resisti e, antes de ensaboar e lavar, me ajoelhei na frente do meu machinho e pedi pra ele terminar de me dar o xixi dele, que não guardasse aquilo dentro. O Camilo, sorrindo, falou que eu era a putinha linda dele e logo senti o calor do mijo dele no meu rosto e na minha pele. Também abri a boca pra continuar tomando. A gente se sorriu, se olhando nos olhos, os dois loucos de tesão e amor um pelo outro.

Comemoramos essa novidade que a gente tinha descoberto que ambos curtíamos, dando mais uma transa gostosa na cama que eu costumava dividir com quem era meu marido.

O Camilo vinha em casa uma vez por semana, mas um par de vezes por ano a gente tinha a sorte de o Diego, graças à empresa dele, ter que viajar pro interior quando a firma ia pra alguma exposição ou reunião. Não ficava fora por muitos dias, passava 2 ou 3 dias no máximo, mas com o Camilo dava pra planejar direitinho. A gente arrumava uma boa desculpa pra ele contar pra mãe dele e ele vinha pra casa, passar noites inteiras onde a gente podia se dar todo o nosso amor, sem depender daquelas duas horinhas do relógio.

Acordar do lado do meu macho era glorioso. Não dava pra começar o dia de jeito melhor. Eu adorava, já que tinha ele tanto tempo em casa, imaginar e brincar que eu já era a mulher dele e que a gente morava junto. E o Camilo adorava como eu cuidava dele e cozinhava, além do tempo que a gente passava junto conversando, vendo TV ou qualquer coisa. Era uma mudança linda na nossa rotina de só transar e transar, e nós dois curtíamos muito. Era uma pena que só podiam ser uns pouquíssimos dias por ano, mas era o que a gente tinha.

Minha separação e divórcio do Diego, finalmente, aconteceu por causa do Camilo. Mas não do jeito que vocês devem estar imaginando.

Aconteceu no começo do ano passado. O Camilo já estava grande. Grande e gostoso, como sempre. Feito um homem que continuava me deixando louca de amor como no primeiro dia. Já tinha terminado o colégio fazia tempo, já tinha 20 anos, quase 21. Tava começando a faculdade. Isso me enchia de orgulho, além de ele ser meu homem e eu amá-lo, poder ver como um garoto que tinha começado com tantos problemas desde pequeno conseguiu superar tudo e hoje era um cara incrível.

Ele ainda morava com a Luísa e a gente ainda tinha nossas visitas semanais. Mas no começo daquele ano, um dia o Camilo veio em casa e eu notei ele preocupado. Ele me contou que a mãe dele disse que ia se mudar pra outro lugar, pra outro bairro, pra ficar mais perto da família dela. O Camilo não queria saber de se mudar, então de repente se viu na necessidade de arrumar um apartamento e um emprego.

Eu não hesitei. Não me perguntem por quê, mas eu sabia que um dia assim ia chegar em algum momento. momento, e chegou. Falei docemente pro Camilo que com o trampo eu não podia ajudar, que ele tinha que conseguir por conta própria, mas sorri pra ele e falei que ia finalmente me separar do Diego. E quando isso acontecesse, queria que ele viesse morar comigo em casa.

Meu docinho love ficou com os olhinhos brilhando de felicidade. A gente se beijou e se abraçou tão ternamente. Não só a mulher dele finalmente ia largar o marido, como ele também ia se mudar com ela de uma vez. E que a gente fosse finalmente um casal. Já tava na hora. Já dava pra fazer. Ia ser complicado, principalmente se a Luisa descobrisse, mas já era bem mais fácil de rolar. O love que a gente se deu naquela tarde não consigo explicar, me faltam palavras.

O processo ia demorar, eu sabia que ia ter tempo até a Luisa arrumar um lugar pra se mudar, com os poucos recursos que ela tinha. Mesmo assim, botei a mão na massa bem rápido. Na semana seguinte, uma noite sentei com o Diego e falei pra ele.

Falei que queria me divorciar. Que não era que eu não amava ele, mas que já não sentia a mesma coisa e que tava muito triste e sozinha. Diego tentou me convencer, mas eu fiquei bem quietinha. Quando ele perguntou se tinha outro homem na minha vida, timidamente falei que sim. Ele perguntou quem era e eu falei que era um cara que conheci no Tinder, que a gente já tinha se visto algumas vezes. Que não aguentava mais esconder e que pra mim já era. Que eu queria ficar com essa outra pessoa. Ele perguntou mais detalhes e eu inventei alguém, um cara mais velho que eu, que morava um pouco longe.

A gente conversou muito naquela noite, até que Diego finalmente desistiu e aceitou o que eu tava falando, aceitando também que talvez fosse uma boa hora pra se divorciar, se as coisas iam ser assim, pra gente fazer de boa e sem briga. Ele também confessou que tava desgastado na nossa relação, que me amava, mas que ele também sentia que fazia muito tempo que não era a mesma coisa. Me falou que era uma pena depois de tanto Anos de casados terminar assim, mas já que nós dois queríamos, era melhor desse jeito.

A gente se deu um abraço longo e cheio de amor, que eu senti de verdade e retribuí do mesmo jeito, nos beijamos e decidimos fazer isso. Ele disse pra eu não me preocupar, que ia dar um jeito de ir pra casa de um amigo enquanto arrumava outro lugar.

Tudo tinha dado certo. Diego saiu de casa dez dias depois, fazendo várias viagens pra levar as coisas dele. Claro que ainda tinha muita coisa, mas com o tempo ele ia levando tudo. No mês seguinte, pelos advogados, começamos toda a papelada do divórcio formal.

E nesse mesmo mês, meu gostoso finalmente se mudou pra minha casa. Depois de tantos anos de love e espera até o momento chegar. Ele também tinha dito pra mãe dele que tinha arrumado um lugar com um amigo pra dividir as despesas. E já tinha conseguido um emprego num escritório.

Naquela noite, a primeira noite dele na minha casa, como meu homem, a gente deitou junto e ficou se olhando e sorrindo, conversando baixinho sem precisar de palavras, dizendo tudo o quanto a gente se amava. Naquela noite, finalmente depois de tanto tempo, foi a nossa primeira noite como casal e o love que a gente fez naquela que desde então foi a nossa cama foi inigualável.

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