precisava dar uma foda

Há 5 dias eu estava em casa, sozinha, à noite. Meu marido tinha viajado por 2 dias. Eu estava só, mas meu corpo precisava de algo que fizesse queimar o fogo que eu sentia.
Tomei banho e me toquei enquanto a água escorria pelo meu corpo, mas não foi suficiente, eu precisava de sexo. Então vesti um vestido curto, uma fio dental, salto alto e fui pra um bar. Tinha umas poucas pessoas, mas algo me chamou a atenção... um cara alto, moreno, com uma boca gostosa, que estava sentado no balcão do bar.
Comecei a olhar pra ele dando mole, ele se aproximou e me ofereceu cerveja, depois disse que se chamava Héctor. Era um gostoso que eu precisava ter na minha cama. A gente ficou conversando um tempão e eu sempre fingindo interesse, tava doida pra sentir o corpo dele colado no meu. Enquanto a gente bebia, falei no ouvido dele: "tô toda quente, papai". Passei a mão por cima da calça dele, ele me olhou de um jeito bem safado e falou: "hoje eu vou te transformar na minha putinha".
Com a buceta molhada e precisando de pau, saímos do bar pra minha casa. Não consegui passar da sala, ele tirou minha roupa enquanto me beijava no sofá, foi descendo pelo meu pescoço, meus peitos, minha barriga e enquanto isso enfiava os dedos na minha buceta, até que desceu e começou a chupá-la... Mmm, ele fazia tão gostoso, a língua dele massageava meu clitóris e os dedos brincavam com a minha xota enquanto eu gemia, gritava e pedia mais, o bom é que ele continuava fazendo cada vez mais gostoso, era cada vez mais intenso, mais quente, que eu não consegui me segurar e gozei na boca dele.
Papi, quero te dar um boquete" falei pra ele sentar. Ele tava com uma cara bem safada e um pau delicioso, que me deixa molhada só de lembrar. Me ajoelhei na frente dele, meti o pau bem duro devagarinho na minha boca, fazia sucções com meus lábios na glande e depois chupava ele inteiro, molhando com minha saliva. Desci até as bolas e chupei elas enquanto batia uma pra ele. Adorei ouvir ele de prazer, então cada vez eu ia mais fundo, sem pressa, bem molhadinho, sentindo como ele era gostoso de olhar nos olhos enquanto o pau dele tocava minha garganta.
Eu queria mais, queria sentir todo o calor dele, a grossura dele dentro de mim, fazer ele saber que era meu dono. Levei ele pro meu quarto, quando ele entrou viu uma foto do meu marido no móvel que tenho no meu dormitório "ah quem é essa puta? seu marido?" ele me perguntou, eu disse que sim e ele me colocou de quatro apoiada no móvel olhando pra foto. Ele voltou a lamber minha buceta e depois meteu o pau dele de uma vez só, me agarrava pela cintura, me comia com força, me dava tapas na bunda com muita violência, me fazia gritar de dor e prazer. "É assim que você gosta, puta?", "sim, papi, é assim que eu adoro", ele metia o pau sem piedade "me diz quem te come com força", "você, papi, e mais ninguém". Ele começou a puxar meu cabelo e a meter o pau no meu cu, com a outra mão me penetrava na buceta e esfregava meu clitóris, fazia como se fosse um animal, com isso eu gozei de novo, minha buceta escorria e eu gemia como uma gostosa
Depois ela me deitou na cama e com minhas perninhas no ombro me deu mais uma vez a piroca, eu amava e precisava sentir mais do que ela podia me fazer. Ela me agarrava o pescoço, me chamava de puta, puta e um monte de coisa gostosa. Eu tava em êxtase, "ai papai, tô gozando", ela disse que também ia gozar, eu gritava pra ela encher minhas tetas de porra, até que senti quando ela gozou e com as contrações da minha buceta senti a porra quente dela escorrendo pelas minhas tetas.
Deitou-se ao meu lado e eu ajudei limpando a pica com a minha boca, naquela noite a gente transou mais algumas vezes, ele me fez ter uns orgasmos deliciosos, além de encher a minha buceta e o meu cu de porra.
precisava dar uma foda

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