
Meu nome, ou melhor, meu nome era Samael. Eu tinha uma vida normal de um adolescente de 16 anos, nunca tive namorada e muito menos transei, mas tinha muitos amigos e era um bom aluno. Mas os problemas começaram quando atropelei uma velha vestida de cigana perto da estrada. Não sei o que ela estava fazendo ali, não tentei fugir, pelo contrário, desci e tentei ajudar ela. Mas só recebi que ela pegasse minha testa e dissesse algo que eu não entendi. Não eram murmúrios, ela claramente estava dizendo algo numa língua que eu não compreendia e assim, simplesmente, acordei.... Algo estava errado, meu peito estava muito pesado, eu me sentia menor e meu cabelo, que sempre foi curto, estava tampando meu rosto. Rapidamente corri por um quarto feminino desconhecido até chegar ao banheiro e a primeira coisa que vi foi.....

- Que merda? - disse com uma voz mais aguda que claramente não era minha - Quem sou eu? Como resposta, ouvi um grito do outro lado do corredor - Filha, você tá bem? - claramente era a mãe dessa garota - Eu não podia deixar de responder, isso geraria mais dúvidas e eu não queria que aquela mulher entrasse - ahm, sim, mãe - falei, me sentindo extremamente estranho com as palavras e a voz que saíam daquela boca de lábios sexys - num instante, sozinho, eu só caí da cama. - ok, bebê, a gente te espera - ela disse enquanto eu ouvia passos se afastando. Suspirei, que estranho isso era, mas... eu tinha que aceitar que... ela era uma garota muito gostosa, os peitos mais enormes que eu já vi e uma bunda firme, grande e redonda, com uma barriga e um rosto lindos, era uma beleza do caralho... eu precisava investigar... esse corpo


Uau, olha como elas pulam!

Nem nos pornôs era tão fácil ver umas tetas assim tão...deliciosas, era inacreditável. Quantos anos essa mina tinha? Fiquei investigando ela pelada pelo quarto e na escrivaninha achei o crachá da escola dela. O nome era Alice, 16 anos, mas segundo a identificação, logo faria 17...O que tão dando pra essas garotas hoje em dia? - Filha, desce logo! - a mãe gritou de novo - vai esfriar. - Já vou! - respondi - tô me trocando. Continuei abrindo as gavetas, numa delas achei algo que claramente ela usava pra se divertir, mas isso a gente chega depois. Desci com roupa e vesti a primeira coisa que achei, mesmo que ficasse meio...apertada.

E por Deus, como é difícil usar salto alto, mas instintivamente peguei eles como se soubesse que ficaria bem com o que eu estava vestindo. Saí do quarto sentindo um pouco da bunda exposta, era estranho, parecia que mesmo sem ter as lembranças da garota, eu tinha os instintos e costumes dela, então me movia com naturalidade de salto e por uma casa desconhecida. Devo dizer que a casa era de classe média, bem diferente da minha casa enorme de antes, mas não era ruim. Chegando na sala de jantar, vi a mãe da Alice, era uma mulher madura e gostosa vestida de escritório, uma milf em toda a extensão da palavra e a cara exata de como essa garota ficaria quando tivesse quarenta e poucos anos.

— Que três? — disse ela — Não te via com essa saia desde os teus 13 anos, ainda bem que o Cristian já foi pra oficina, porque ele ficaria uma fera te vendo assim. — É, é que eu não sabia o que vestir e achei isso — falei tentando soar natural, não queria levantar suspeitas. — Cristian, meu? — Você sabe — disse ela, irritada — vocês deviam se dar melhor, ele te ama como uma filha, mesmo sendo teu padrasto. O padrasto... ok, mais informação. — Já toma café e abaixa mais essa saia, tá aparecendo muito o teu rabo. Já tô atrasada pro banco e tenho que te deixar no colégio — ordenou ela — e quando o Cristian for te buscar na academia, usa tua roupa de treino. Se ele souber que te deixei ir assim pra escola, a gente se ferra as duas. — Sim — respondi. Droga, se ela me deixa nas aulas e ele vai me buscar, não vou poder ir pra minha maldita casa ver como tá meu verdadeiro eu. A escola foi normal, foi fácil identificar as melhores amigas dela, outras gostosas como ela (embora não tanto). No começo foi estranho andar pelos corredores, mas acho que por instinto comecei a me sentir bem roubando olhares e vendo caras tão bobos que nem percebiam que tinham uma ereção. Minha bunda aparecia um pouco e meus peitos pulavam a cada passo que eu dava, eu era a rainha daquele lugar. Acontece que as amigas dela iam pra uma academia a uma quadra da escola depois das aulas, com ela. Também roubamos olhares como na escola, mas aconteceu algo estranho: eu sei que suava e minha pele brilhava, sei também que íamos as três de decote, comigo na frente como as melhores tetas, bunda e beleza sexual, mas por que só olhavam pra mim? Como se fossem hipnotizados, não paravam de me encarar e se aproximar pra falar comigo. Tinha acabado, elas estavam no banho e eu fiquei lá fora seguindo o conselho de não me trocar.

Nossa, eu estava suando, mas o cheiro dessa garota era doce. -Oi- disse um zelador da pracinha- Você tá sozinha? -Tô esperando meu pai- eu disse- Ele chega a qualquer momento. Droga, um tarado. -Pra onde você vai?- ele perguntou. -Pra casa- eu respondi, mais nervosa. Ele se aproximou e aspirou fundo, parecia que o nariz dele tremia e os olhos dele dilatavam. Então, rapidamente, ele me pegou de surpresa pelos peitos e começou a amassá-los com as mãos grossas e grandes. -Que porra?- eu parei porque ele enfiou a língua nojenta dele na minha boca e os braços dele tiraram meus peitos pra fora do top esportivo. Eu sentia o hálito dele de cachaça barata e minhas pernas ficaram fracas. Eu sei que é errado, mas senti que algo tava molhado lá embaixo e, o que é pior, comecei a tocar a língua dele com a minha.

Por que eu faço isso? —pensei— é como se fosse um instinto animal, como se eu estivesse no automático. Sentia o pau dele fazendo uma barraca na calça encostando na minha barriga, como era grande... Com a mão dele, ele pegou a minha e levou até lá. Era cedo e estávamos numa área com muitas lojas fechadas, era compreensível que ninguém nos visse, o que não era compreensível foi: por que eu comecei a bater uma pra ele por cima da calça? Nisso, o celular da Alice tocou e me tirou do transe, era o padrasto dela que com certeza estava esperando do lado de fora. Rápido, acertei ele com o joelho nas bolas, derrubando ele no chão, e corri. Me senti mais idiota correndo até olhar pra baixo e ver que meus peitos continuavam de fora; com um movimento rápido, guardei eles e corri mais rápido. O que aconteceu com aquele cara? O que aconteceu comigo? Foi como se nós dois tivéssemos caído nos nossos instintos mais selvagens. O que teria acontecido se o telefone não tivesse tocado? Isso me lembrou que ele ainda estava tocando, se era o padrasto dela, e atendi ainda correndo —Já cheguei, tô bem na porta— ouvi uma voz rouca e grave —Suas amigas precisam de carona? Caralho, esqueci delas, sei que elas vão ficar bem, ele só queria a mim, assim como aparentemente toda a academia —Não, elas vão por conta própria— já tô correndo pra lá— respondi— tchau. Desliguei. Ao chegar no carro dele, levantei a mão como cumprimento e entrei, não diria nada sobre o porteiro, seria chamar atenção e provocar briga, além disso ele poderia dizer que eu comecei a masturbar ele por cima da calça e correspondi o beijo safado dele. —Aconteceu alguma coisa?— ele disse— parece que você correu muito. Percebi que tinha começado a suar pra caralho, olhei pra baixo e notei uma mancha que não era de suor, mas sim de um líquido na entreperna, que imediatamente tampei com a mochila dele —não é nada, pai— respondi esquecendo que ele não é pai, é padrasto— só queria fazer um cardio a mais. Acho que ele não notou o "pai", ele estava com as pupilas igualmente dilatadas e não parava de olhar pros meus peitos —Bom— disse hipnotizado— então vamos, sua mãe não chega até as 9, então... que teremos 5 horas a casa só pra nós dois. Ok—falei sem saber ao que ela se referia completamente. Chegamos em casa e subi pra tomar banho, me trocar e principalmente escovar os dentes rápido. Ele, por outro lado, ficou na sala me vendo subir. Peguei uma roupa da Alice e escolhi uma blusa curta e um shortinho pequeno, mas discreto; de qualquer forma, não pretendia descer com ele. Mas meu deus, como eu tava morrendo de fome, só tinha passado meia hora desde que cheguei e, de tanto pensar, tinha ignorado a fome pós-treino. Desci tranquila pra procurar algo pra comer. Descendo as escadas, percebi que não coloquei sutiã por causa do costume de ser homem e nunca usar um. Tanto faz, era meu padrasto, com certeza sempre me via assim. Vi ele na sala, tava sem camisa, o corpo peludo e uma barriga de muita cerveja. Devo admitir que vi um charme maduro, um urso maduro, mesmo que me pese aceitar. Ele virou, mas não pareceu dar importância, e fui rápido pra geladeira. Tava agachada, por algum motivo tava com vontade de uma salada, acho que eram os instintos dela ainda em mim, claramente ela cuidava da figura e não a culpo. Procurava o que pegar pra fazer uma salada, respeitaria a dieta dela no fim das contas, mas de repente senti um tapa na bunda — Ai! — gritei enquanto me endireitava e virava pra ver meu agressor, caralho, as tetas dela sem sutiã pulam ainda mais — Que foi?

—Achei que você não ia descer, sua putinha — disse ele se aproximando de mim —. Tá com fome? Tenho uma coisa pra você. Ele me pegou pelos braços e me levou pra sala de jantar enquanto eu gemia por causa da dor da mão dele nos meus pulsos. Agora eu percebia a diferença de força entre um cara e uma garota. — Não, não quero — supliquei —. Me solta. — Vamos brincar de novo assim? — perguntou com voz dominante —. Você já desperdiçou um tempo precioso lá em cima e eu já te falei que sua mãe chega em algumas horas. Preciso descansar pelo menos 20 minutos pra dar pra ela também, você sabe que ela sempre me deixa seco. Deus, esse cara fode com a mãe e com a filha. Pelo que entendi, ela aceita e gosta, sei disso pelo que ele disse e pelo jeito que o corpo dela reage a ele, ficou molhada na hora. Fiquei paralisada, não conseguiria escapar dele e, mesmo se conseguisse, isso levantaria ainda mais suspeitas. O que eu deveria fazer? Como se ele me desse a resposta, começou a levantar minha blusa. — Não — respondi resistindo.

- Já te falei que chega de brincadeira, vamos direto pro sexo, depois a gente tem mais tempo pra brincar - disse com voz firme. Eu não conseguia escapar e, se chamasse atenção, o que aconteceria? Achei que copiar a vida dela como se nada fosse até voltar pro meu corpo seria fácil, até divertido. Mas isso? Se eu quiser voltar pro meu corpo e, principalmente, não ser vista como uma maluca e poder sair pra me encontrar, eu tinha que ceder, não tinha escolha, além de que a excitação do corpo nubla minha mente. Afrouxei minhas mãos e deixei que ela levantasse minha blusa e começasse a me beijar enquanto estava atrás de mim e apalpava meus peitos.

Instintivamente eu mexia minha cintura pra trás como se procurasse a pica dele, caralho, essa mina é uma ninfomaníaca. - Faz tempo que a gente não transa na cozinha - ela disse antes de começar a me beijar de um jeito obsceno - se comporta ou eu vou te punir. Eu não aguentava mais, meu juízo tava nublado e eu simplesmente cedi aos meus instintos... não, aos instintos dela. Ela puxou meu short pra baixo e depois minha calcinha, porra, eu nunca nem transei com uma mulher e agora vou ter uma pica dentro de mim, de repente senti um arrepio que começou no meu cu e percorreu todo o meu corpo.

Esse maldito... TÁ METENDO A LÍNGUA NO MEU CU? Ai, meu Deus — gemi entre surpresa e prazer. Como resposta, ele enfiou mais fundo e fez movimentos circulares no meu ânus e reto, enquanto com a mão enfiava os dedos na minha buceta. Não aguentei mais... eu ia gozar. Sério que é assim que uma garota se sente o tempo todo? Caralho. — Já, por favor — falei com muito prazer, era mais um suspiro entrecortado que com certeza dava mais motivos pra ele continuar do que parar. Virei e pensei em usar a mão pra afastar a cabeça dele do meu cu, mas como se não conseguisse controlar, fiz o contrário e apertei ainda mais. Sentia o rosto inteiro dele no meu cu, ele parou de enfiar os dedos na minha buceta e colocou as duas mãos nas minhas cadeiras pra se apoiar melhor e se esfregar ainda mais na minha bunda. Sentia a língua dele entrando cada vez mais fundo, e sem conseguir evitar, usei a mão que não empurrava ele e comecei a me masturbar numa buceta que eu não tinha antes. Tava tão molhada e viscosa, ele fazia movimentos mais brutos e eu também com a mão, até que... tudo ficou branco por um segundo, senti uma corrente elétrica pelo corpo inteiro, me endireitei enquanto tremia toda... era um orgasmo, e dos fortes. Jorrou um esguicho enorme da minha buceta e caí em cima da mesa com os pés pendurados. Algo quebrou na minha mente de homem e eu soube que faria tudo o que ele quisesse... ah, Alice, como eu te entendia naquele momento.

Espero alguns segundos, ainda que não o suficiente, quando senti algo que não eram dedos acariciando a buceta, era o pau dele, Deus, como era grossa aquela cabeça, eu estava começando a suar e ele simplesmente me atacou, enfiando pra dentro, endireitei as pernas de novo e gemi. Minha cabeça balançava pra frente e pra trás a cada estocada e eu gemia como uma puta, não sei se os vizinhos ouviam, espero que não, mas parecia que ele não ligava, então eu também não. De repente, ele pegou meus dois braços enquanto continuava me penetrando e os colocou pra trás, como se fosse a pose típica de alguém sendo preso, só que sem algemas me segurando, em vez disso, uma única mão dele agarrou meus dois pulsos e os manteve firmes, enquanto a outra, que ficou livre, pegou meu cabelo e começou a puxar com força, eu tive que olhar, então virei com esforço e vejo esse homem obeso e peludo me comendo rápido e com força.

- Sim, papai - gritei entre gemidos, sem nem perceber - aaaah aaahhh aahhhh. E entre esses gritos onde eu não conseguia articular palavras... gozei de novo numa explosão tão excitante quanto a anterior... - Meu Deus! - gritei enquanto jorrava por trás - ai... ai... ai... Comecei a respirar como se tivesse corrido 10 quilômetros sem parar.



Ouço ele mover uma cadeira e se sentar, não precisava ser especialista pra saber, ou ele queria que eu pulasse na pica dele, que agora dava pra ver inteira e puta merda, é impressionante, grossa e cheia de veias com uma cabeça grande, ou queria que eu chupasse aquela pica, acho que já era decisão minha, né? Me abaixei e comecei a chupar, com medo de não fazer direito (por algum motivo do nada me importei que ele se sentisse bem), mas de novo o instinto me guiou, sabia que tava indo bem porque assim como eu pego minha cabeça que se movia pra cima e pra baixo com a pica dele que agora tava molhada pela minha buceta e saliva. Minha buceta? Minha saliva? Quando foi que comecei a pensar assim?

Mas não consegui continuar pensando nisso, porque rapidinho senti uma necessidade, certo, eu tenho duas tetas gigantes, sempre via isso nos pornôs e sempre quis ter uma.... bom, acho que em vez de ter uma russa famosa, eu que tinha que fazer o espanhol, e fiz, coloquei aquela pica entre minhas tetas que por uns momentos era comida e sumia por esses dois pedaços enormes de carne, quando sumia, a cabeça voltava a aparecer e eu chupava e sugava até que rapidinho ele gozou, pegou minha cabeça e me fez engolir a pica inteira e soltou uma quantidade de porra que encheu minhas bochechas, ia cuspir, abri a boca pra fazer isso, mas em vez disso só mantive a cabeça erguida e a boca aberta, ele viu e pareceu ficar ainda mais excitado por ver minha boca cheia de sêmen.... o sêmen dele, e então engoli. Deus, era um gosto estranho, meio agridoce, mas.... não era ruim; não, não era nada ruim. O pau dele murchou um pouco depois da explosão de sabor na minha boca, chupei até ele reanimar, me levantei e subi em cima dele, começando a pular sem parar, só às vezes rebolando minhas cadeiras com a pica dele dentro. Espera.... será que ainda tinha sêmen quando eu sentei? Não quero sentir gravidez nunca, caralho, vou ter que comprar a pílula do dia seguinte. Mas não podia me preocupar, minhas cadeiras e minha buceta ainda pediam mais e foi isso que eu dei a elas, sabendo que compraria uma pílula anticoncepcional, continuei pulando e falei: -Goza dentro, papai- De onde sai isso?- me dá seu leite quente, papai -Ah, que puta você é- ele disse- Você é minha putinha pessoal? -Sim, papai, sim, eu sou- respondi, desejando tanto sentir o leite quente e fedido dele escorrendo por dentro que nem me questionava mais o que eu dizia- me dá, vamos gozar juntos E como se ele me obedecesse, a gente gemeu numa explosão de prazer e senti aquela porra dentro de mim.

Fiquei alguns segundos deitada nele ainda com o pau dele dentro de mim, respirávamos ofegantes até que ele me fez levantar com os braços, quase caí, mas ele me segurou. —Vai tomar banho, limpa isso e vai comprar uma pílula— ordenou como se tivesse lido minha mente há pouco —já vou tomar banho e, aliás... Eu me sentei em outra cadeira da sala enquanto minhas pernas recuperavam a força, caralho, a porra do gozo continuava saindo da buceta fazendo uma poça pequena na cadeira, também devia limpar isso.


- Tua mãe tem inventário no banco e precisa passar na casa da avó depois, meus amigos vão vir "ver o jogo" - disse ele fazendo aspas no ar com as mãos e ainda nu, o pau dele balançando de um lado pro outro - Então não faz planos porque você precisa nos atender. Já estava começando a me sentir humilhada pelo que fizemos, então só assenti com a cabeça despenteada. Com certeza eles só vão vir pra eu servir petiscos e passar umas cervejas, duvido que ele conte o que faz comigo, no fim das contas sou a enteada dele, 30 anos mais nova, ele não ia se arriscar a um deles falar demais. - Bem, faz o que eu te falei - me disse enquanto abria a geladeira e pegava uma bebida eletrolítica - eu vou tomar banho e ficar no meu quarto, garante que a cozinha não fique com cheiro... de porra kkkkkkkk. Eu fiz, tomei banho, tentei tirar o esperma que ainda estava dentro, me vesti com roupas mais quentes, não quero esbarrar em outro porteiro e não me controlar, e limpei tudo, usei desinfetante, perfumei o ambiente deixando as janelas abertas pra ajudar na ventilação e fui comprar minha pílula na farmácia que ficava a uns 10 minutos segundo o aplicativo do celular dele (bendito desbloqueio por digital que me deixa usar). Não sabia que lá eu veria algo que me deixaria gelada.... CONTINUA
3 comentários - De homem a peituda parte 1