mais um capítulo dessa história depravada
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO PELOS VOSSOS PONTOS E COMENTÁRIOS
Naquele dia percebi que eu mesmo tinha me condenado e, apesar de tudo, a Andrea tinha toda a razão. Essa coisa de ser viado estava me dando muito prazer e, como ela bem dizia, apesar das consequências, eu gozava mais do que sendo macho. Por mais que doesse, eu já tinha me acostumado a andar de pernas bambas, e agora me ver no espelho totalmente depilado me fazia sentir mulherzinha, e isso fazia meu cu bater como se pedisse pra ser penetrado. Foi assim que arrumei a casa toda, limpei, perfumei e até troquei os lençóis da nossa cama pra que o Samuel usasse. A Andrea me fez ajudar na cozinha, me colocou um avental e um shortinho bem apertado que se enfiava entre minhas nádegas e tinha certeza que marcava minha calcinha fio dental. Assim fiquei pronto pra receber o Samuel, e quando ele chegou, minhas palavras foram desnecessárias. Claro que fui eu quem serviu a mesa e o vinho. Dessa vez não teve nenhum flerte, a Andrea já tinha recebido ele como se estivesse sozinha em casa. Fiquei sentado na frente deles, sendo só um espectador. Levantei a mesa e, quando voltei, eles já estavam no nosso quarto, de onde a Andrea me chamou. Ao entrar, o Samuel já estava sem roupa, sentado na cama com aquela pica enorme nas mãos da minha namorada.
Andrea, vem me ajudar com isso. O Samuel não curte viado, mas com você ele vai abrir uma exceção, porque você parece uma menininha.
Tirei a regata e o shortinho e me ajoelhei ao lado dela, tinha a impressão de que o Samuel estava me fazendo um favor deixando eu chupar a pica dele e foi assim que ele me fez sentir, a Andrea lambia as bolas dele e quando abri minha boca ele segurou minha cabeça e enfiou a pica na minha boca me fazendo engolir até a garganta, o que doeu pra caralho e mesmo assim ele continuava empurrando, eu tava quase sem ar e percebi que ele fez eu engolir ela inteira já que meus lábios tinham chegado nas bolas dele, ele disse algo que eu não entendi mas logo começou a tirar e meter de novo na minha boca, ele tava me destruindo e a Andrea via de perto as lágrimas caindo do meu rosto, então pra parar ele eu implorei pra ele me comer, na hora ele tirou a pica da minha boca e naquele momento eu só queria que ele não fosse tão violento com minha bunda e eu pedia isso enquanto ficava de quatro, mesmo sabendo que talvez ele não me entendesse e sinceramente até hoje não sei se ele entendeu ou não porque mesmo com meu cu já aberto, ele arrebentou, encostou a pica com tudo e enterrou, senti meu cu rangendo conforme aquela pica entrava, puxei todo o ar que consegui e claro que gritei, quando gritei o Samuel esmagou minha cabeça no travesseiro e continuou metendo a pica
andrea, te falei que eu ia destruir isso, amor. até apaguei a sua rola, amor.
Era verdade, tentei aguentar, mas não conseguia, minhas bolinhas faziam mais volume do que ela, me sentia uma verdadeira mulher e isso me consolava em meio a tanto sofrimento, o Samuel estava rasgando meu cu e o prazer não chegava nunca, é difícil descrever o que eu sentia com cada pirocada, sensações misturadas de prazer e gozo por me sentir totalmente derrotado e o sofrimento que isso implicava.
Andrea, amor, quer que eu tire ela pra você?
nãooo, deixa ele, ele tá me destruindo
não entendia nada do que o samuel falava enquanto me arrombava, a andrea veio pro meu lado, segurou minha carinha e me deu um beijo, não parou até o samuel finalmente conseguir esvaziar as bolas dentro de mim, naquele momento eu não sentia nem minhas pernas, tremia e minha buceta pulsava enquanto sentia o ar entrando pelo buraco aberto
Andrea... uff, olha como você deixou a bunda do meu marido, o filho da puta continua pedindo pica, enfia de novo nela.
não, não, chega por favorrrrr aiii aiii nãooo
samuel fez o que ela mandou, me enfiou a pica até o fundo enquanto ria e gozava vendo eu me contorcer e lacrimejar como uma mocinha, assim ele me levantou e me colocou por cima dele, eu me sentia uma bonequinha, ele segurou minha cintura e fez eu mesma me empalar na pica enorme dele até ele cansar e me tirar de cima, me deixou cair ao lado da cama, onde a andrea subiu, não sei como eles dois transaram, eu estava jogado no chão com minha bunda doendo, assim fui engatinhando até o banheiro, abri o chuveiro e me deitei embaixo, a água quente fazia estragos no meu cu destruído, eu tinha me deitado de bruços na banheira e não parei até conseguir que a água batesse no meu cu aberto, o prazer enorme de sentir a água quente entrando no meu cu que eu abria com as minhas mãos, quando saí do banheiro a andrea já estava prenha, mal me assomei e pude ver ela se contorcendo de dor e prazer montando na pica do javier, ela estava louca, gemia como uma gata no cio, eu sabia que aquela pica estava esticando a pussy dela ao máximo e não queria imaginar o que faria com a bunda dela, morria de vontade de ver o samuel destruindo o cu da minha amada namorada, aquele cu e aquela pussy nunca mais seriam meus, agora eu, o perdedor, o corno viado, teria que me contentar em ser a escrava dela pra ficar do lado dela, naquele momento eu a invejava, via com quanto amor ele comia ela e queria que ele fizesse o mesmo comigo, minha bunda começou a pulsar e minha pica ficou dura, senti minha pica reviver, na hora comecei a me masturbar quase escondido, não demorei nada pra gozar umas gotinhas, quase tinha esvaziado minhas bolas na banheira, fui mancando até a sala e tomei uma cerveja, já tinha colocado de novo uma calcinha fio dental e o avental, tive que sentar de lado, embora a água quente do chuveiro tivesse acalmado a dor, mesmo não sendo tão intensa, meu cu continuava doendo muito, isso também me fazia sentir humilhado, coisa que eu desprezava, eu queria que o samuel me tratasse como a sandra, mas obviamente ele me Ele me desprezava e só queria me usar como depósito de porra, por algum motivo isso me excitava até o infinito. Deitei de bruços no sofá pra descansar, já era tarde demais e eu dava como certo que o Samuel ia se apossar da minha mina e continuar fazendo dela dele na nossa cama.
espero que vocês curtam muito
OBRIGADO PELOS VOSSOS PONTOS E COMENTÁRIOS
Naquele dia percebi que eu mesmo tinha me condenado e, apesar de tudo, a Andrea tinha toda a razão. Essa coisa de ser viado estava me dando muito prazer e, como ela bem dizia, apesar das consequências, eu gozava mais do que sendo macho. Por mais que doesse, eu já tinha me acostumado a andar de pernas bambas, e agora me ver no espelho totalmente depilado me fazia sentir mulherzinha, e isso fazia meu cu bater como se pedisse pra ser penetrado. Foi assim que arrumei a casa toda, limpei, perfumei e até troquei os lençóis da nossa cama pra que o Samuel usasse. A Andrea me fez ajudar na cozinha, me colocou um avental e um shortinho bem apertado que se enfiava entre minhas nádegas e tinha certeza que marcava minha calcinha fio dental. Assim fiquei pronto pra receber o Samuel, e quando ele chegou, minhas palavras foram desnecessárias. Claro que fui eu quem serviu a mesa e o vinho. Dessa vez não teve nenhum flerte, a Andrea já tinha recebido ele como se estivesse sozinha em casa. Fiquei sentado na frente deles, sendo só um espectador. Levantei a mesa e, quando voltei, eles já estavam no nosso quarto, de onde a Andrea me chamou. Ao entrar, o Samuel já estava sem roupa, sentado na cama com aquela pica enorme nas mãos da minha namorada.
Andrea, vem me ajudar com isso. O Samuel não curte viado, mas com você ele vai abrir uma exceção, porque você parece uma menininha.
Tirei a regata e o shortinho e me ajoelhei ao lado dela, tinha a impressão de que o Samuel estava me fazendo um favor deixando eu chupar a pica dele e foi assim que ele me fez sentir, a Andrea lambia as bolas dele e quando abri minha boca ele segurou minha cabeça e enfiou a pica na minha boca me fazendo engolir até a garganta, o que doeu pra caralho e mesmo assim ele continuava empurrando, eu tava quase sem ar e percebi que ele fez eu engolir ela inteira já que meus lábios tinham chegado nas bolas dele, ele disse algo que eu não entendi mas logo começou a tirar e meter de novo na minha boca, ele tava me destruindo e a Andrea via de perto as lágrimas caindo do meu rosto, então pra parar ele eu implorei pra ele me comer, na hora ele tirou a pica da minha boca e naquele momento eu só queria que ele não fosse tão violento com minha bunda e eu pedia isso enquanto ficava de quatro, mesmo sabendo que talvez ele não me entendesse e sinceramente até hoje não sei se ele entendeu ou não porque mesmo com meu cu já aberto, ele arrebentou, encostou a pica com tudo e enterrou, senti meu cu rangendo conforme aquela pica entrava, puxei todo o ar que consegui e claro que gritei, quando gritei o Samuel esmagou minha cabeça no travesseiro e continuou metendo a pica
andrea, te falei que eu ia destruir isso, amor. até apaguei a sua rola, amor.
Era verdade, tentei aguentar, mas não conseguia, minhas bolinhas faziam mais volume do que ela, me sentia uma verdadeira mulher e isso me consolava em meio a tanto sofrimento, o Samuel estava rasgando meu cu e o prazer não chegava nunca, é difícil descrever o que eu sentia com cada pirocada, sensações misturadas de prazer e gozo por me sentir totalmente derrotado e o sofrimento que isso implicava.
Andrea, amor, quer que eu tire ela pra você?
nãooo, deixa ele, ele tá me destruindo
não entendia nada do que o samuel falava enquanto me arrombava, a andrea veio pro meu lado, segurou minha carinha e me deu um beijo, não parou até o samuel finalmente conseguir esvaziar as bolas dentro de mim, naquele momento eu não sentia nem minhas pernas, tremia e minha buceta pulsava enquanto sentia o ar entrando pelo buraco aberto
Andrea... uff, olha como você deixou a bunda do meu marido, o filho da puta continua pedindo pica, enfia de novo nela.
não, não, chega por favorrrrr aiii aiii nãooo
samuel fez o que ela mandou, me enfiou a pica até o fundo enquanto ria e gozava vendo eu me contorcer e lacrimejar como uma mocinha, assim ele me levantou e me colocou por cima dele, eu me sentia uma bonequinha, ele segurou minha cintura e fez eu mesma me empalar na pica enorme dele até ele cansar e me tirar de cima, me deixou cair ao lado da cama, onde a andrea subiu, não sei como eles dois transaram, eu estava jogado no chão com minha bunda doendo, assim fui engatinhando até o banheiro, abri o chuveiro e me deitei embaixo, a água quente fazia estragos no meu cu destruído, eu tinha me deitado de bruços na banheira e não parei até conseguir que a água batesse no meu cu aberto, o prazer enorme de sentir a água quente entrando no meu cu que eu abria com as minhas mãos, quando saí do banheiro a andrea já estava prenha, mal me assomei e pude ver ela se contorcendo de dor e prazer montando na pica do javier, ela estava louca, gemia como uma gata no cio, eu sabia que aquela pica estava esticando a pussy dela ao máximo e não queria imaginar o que faria com a bunda dela, morria de vontade de ver o samuel destruindo o cu da minha amada namorada, aquele cu e aquela pussy nunca mais seriam meus, agora eu, o perdedor, o corno viado, teria que me contentar em ser a escrava dela pra ficar do lado dela, naquele momento eu a invejava, via com quanto amor ele comia ela e queria que ele fizesse o mesmo comigo, minha bunda começou a pulsar e minha pica ficou dura, senti minha pica reviver, na hora comecei a me masturbar quase escondido, não demorei nada pra gozar umas gotinhas, quase tinha esvaziado minhas bolas na banheira, fui mancando até a sala e tomei uma cerveja, já tinha colocado de novo uma calcinha fio dental e o avental, tive que sentar de lado, embora a água quente do chuveiro tivesse acalmado a dor, mesmo não sendo tão intensa, meu cu continuava doendo muito, isso também me fazia sentir humilhado, coisa que eu desprezava, eu queria que o samuel me tratasse como a sandra, mas obviamente ele me Ele me desprezava e só queria me usar como depósito de porra, por algum motivo isso me excitava até o infinito. Deitei de bruços no sofá pra descansar, já era tarde demais e eu dava como certo que o Samuel ia se apossar da minha mina e continuar fazendo dela dele na nossa cama.
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