Ato de Fim de Ano

Na sexta passada teve a formatura de fim de ano da minha sobrinha e afilhada. Ela pediu explicitamente pra eu ir, e é difícil dizer não pra ela. É o mesmo colégio onde eu e minha irmã estudamos. Toda vez que entro lá, sou invadido por lembranças e fico pensando como as coisas seriam diferentes se eu soubesse o que sei hoje, ou tivesse tido mais confiança, haja. Mas enfim, depois de encontrar alguns professores que tive (inacreditável que não se aposentaram) e eles comentarem como minha sobrinha é uma aluna bem diferente do que eu era, fui aproveitar o evento.

O interessante foi quando uma inspetora subiu no palco pra pedir que todo mundo se sentasse. Reconheci na hora: era uma garota que estava um ano atrás de mim, muito tímida e gente boa, meio nerd. Lembro que na época do colégio ela usava óculos fundo de garrafa e sempre prendia o cabelo loiro e cacheado num rabo de cavalo. Diferente da maioria das garotas, ela usava a saia do uniforme até abaixo do joelho e a camiseta sempre parecia um ou dois tamanhos maior, escondendo o corpo que dava pra ver que era cheinho e com uns peitões bonitos.

Desde que ela começou a falar, não consegui tirar os olhos dela. Ela ainda tinha traços daquela garota, mas estava diferente: sem os óculos, cabelo solto, e mesmo com um vestido longo, mostrava um pouco mais de um decote lindo. Em vários momentos, nossos olhares se cruzaram enquanto ela falava, parada no palco, e dava pra ver que ela desviava o olhar quando me encontrava e ficava vermelha.

Minha sobrinha participou da primeira parte do evento, e a maior parte da minha família foi embora depois da apresentação dela. Só ficaram minha irmã e meu cunhado. Aí, no intervalo, aproveitei pra me aproximar dela.

Y: Oi Sabri, lembra de mim?
S: Lau! claro que vou lembrar, você tá do mesmo jeito, além disso
Y: sem pelo kkk
S: bom, mas com barba e esse visual fica muito gostosa em você
Y: Valeu, desculpa falar assim, mas tu tá uma gostosa.
S: ah, obrigada — ficando toda vermelha e sorrindo nervosa — não vou negar que sempre quis que o Lule (era meu apelido no colégio) me dissesse que eu era uma gostosa, hehe.
Y: Naquela época você também tinha seu charme, mas você não se misturava muito com nosso grupo e eu era meio tímido.
S: é verdade, mas pô, teu grupo era meio fechado, principalmente as minas não deixavam a gente chegar perto, mas a gente ia te ver competir direto — eu competia na natação do colégio —
Y: sim, lembro que vocês iam, morria de vergonha com aquela sunguinha haha

S: preciso te confessar uma coisa - se aproximando mais de mim, garantindo que ninguém ouvisse o que ia dizer - tinha umas fotos tuas de um torneio e foram elas que me fizeram começar a experimentar no meu corpo, digamos assim.
Y: uau, que honra - totalmente surpreso com essa confissão que não esperava - mas eu não tive essa sorte, lembro de um acampamento em Gesell que você tava de bermuda de homem e camiseta.

S: se naquela época eu não tava muito satisfeita com meu corpo e me sentia mal
Y: e agora?
S: e agora eu gosto mais de você
Y: repito, você é uma gostosa e deve chover candidato atrás de você.
S: devia te contar que desde que casei, só chovem propostas do meu marido, mas tenho que admitir que não sei se é pela atitude ou o quê, mas tenho várias propostas sim.
Y: e você aceita elas?
S: hahaha já aceitei algumas, quando vale a pena — ela se aproximou de novo de mim — ou quando é uma matéria pendente.
Y: Mas olha só que piranha a preceptora ficou.
Tradução:
"haha não acredito que eu falei isso

Y: é bom saber disso também
Já deu uma volta pelo colégio?
Y: não, minha sobrinha falou que ia me levar pra conhecer a área nova, mas tá lá de papinho com as amigas e eu aqui entretido com a preceptora.
S: bom, se você quiser e sua sobrinha não ficar com raiva, a preceptora pode te levar.
Y: - olha, minha sobrinha continuava entretida - vai lá, vamos, aceito o convite.
Começamos a andar em direção à área nova, que ficava separada de toda a parte do auditório e do lado de fora, onde estava todo mundo. Quando nos afastamos da galera, ela pegou na minha mão. Notei que ela estava nervosa e com a mão gelada. Ela me mostrou os pátios novos, as salas de aula, e chegamos na biblioteca, que estava fechada, mas isso não a impediu. Ela levantou a tampinha de um teclado que tinha ali e, ao digitar um código, destravou a porta.
S: a gente tem que ter isso por via das dúvidas, tá ligado?
Entrei e fiquei surpreso com o tamanho, e logo ouvi o barulhinho do tabuleiro de novo quando me virei pra ver o que tava rolando. Sabrina se jogou em cima de mim e começou a me beijar, claro que não resisti, muito pelo contrário, abracei ela com força e respondi enfiando minha língua dentro da boca dela. Aos poucos, minhas mãos começaram a percorrer o corpo dela, me surpreendi como ela era firme pra ser uma gordinha gostosa. Num momento, ela se afastou ofegante pra me olhar.
S: desculpa, mas o colégio inteiro eu quis te beijar e você nunca chegou em mim, e eu não queria que isso acontecesse de novo.
Y: tava esperando o momento certo pra te beijar e morrendo de vontade de te levar pro meu apê ou pra um hotel.
S: Não aguento esse hotel, aqui não vai vir ninguém, depois a gente vai pra onde você quiser.
Acabo de falar isso e a preceptora que tinha sido uma nerd na minha infância se ajoelhou, puxou minha rola pra fora da calça e começou a chupar com desespero, mas fazia tudo perfeito, nunca os dentes dela roçaram na minha rola e ela engolia inteira. Quando fazia isso, eu sentia a língua dela brincando com minhas bolas. Queria dizer que a gente ficou um tempão assim, mas a real é que ela fez tão bem que eu não aguentei muito. Falei que ia gozar e a única coisa que ela fez foi enfiar a rola inteira na boca e me olhar com aqueles olhos verdes lindos que ela tinha. Só fechou eles por uns segundos quando o primeiro jato de porra foi direto pra garganta dela. Foram vários jatos e ela nunca ameaçou tirar a rola da boca, nem parou de me olhar. Quando tirou, mostrou a boquinha dela sem uma gota de porra, passou a língua na minha rola e subiu pra me beijar com o gosto da minha gozo.
Y: agora é sua vez de aproveitar...
Levei ela até uma mesa e levantei ela, levantei o vestido dela, ela tava com uma calcinha de algodão azul que dava pra ver que tava completamente molhada, mandei ela levantar a raba e tirei a calcinha, deixando na minha frente uma pussy gorda com pelinhos mas bem cuidada, brilhava de tão molhada que tava e antes que ela falasse qualquer coisa, mergulhei entre as pernas dela pra chupar tudo. As mãos dela me apertavam contra ela quando veio o primeiro orgasmo, quase me deixou sem ar, mas continuei chupando e veio o segundo.
S: por favor me diz que já tá dura de novo
Y: muito dura, Sabri
S: então me fode, por favor, me fode, lule.
Y: não tenho camisinha
S: não importa, você não vai me passar nada, né?
Y: tranqui, sem problema.
S: enche ela então, por favor, mete ela toda
Não me fiz de difícil, meu pau ficou na altura da buceta dela de forma perfeita e entrou com uma facilidade incrível, de tão molhada que ela tava. Começamos a nos mexer, abaixei as alças do vestido dela e soltei o sutiã. Apareceram uns peitos lindos, grandes, com auréola pequena e os bicos bem durinhos. Comecei a chupá-los e, pra minha surpresa, saiu um pouco de leite. Ela confessou que ainda tava amamentando a filha dela, e isso me deixou ainda mais excitado. Comecei a comer ela com mais força.
S: pelo amor de deus, isso é melhor do que quando eu te imaginava na minha cama
Y: E eu me arrependo de não ter estado na sua cama antes.
S: não para, por favor, não para, que eu vou gozar de novo, sim, sim, sim
Y: vou gozar também
acaba, acaba, me enche toda, por favor. Quero seu gozo na minha buceta. Inunda ela.
As mãos dela me agarraram na bunda, as unhas cravaram nas minhas nádegas enquanto eu gozava dentro dela e podia sentir o orgasmo dela. Quando nos acalmamos, ficamos nos beijando com meu pau ainda dentro dela. A gente só saiu do transe quando ouviu umas pessoas se aproximando e começamos a arrumar a roupa rápido. Peguei a calcinha molhada dela antes que ela percebesse e guardei. Saímos do lugar ainda nos ajeitando a roupa.
S: A calcinha fica de prêmio pra você ou vai me devolver?
Y: se você quer ela, vai ter que vir buscar ela em casa.
S: hoje não posso, tão me esperando
Y: bom, quando você quiser
S: amanhã, falo pra ela que vou dormir na casa de uma colega porque moro longe e sou toda sua a noite inteira, o que acha?
Y: Adoro.
Anotei meu telefone no celular dela e voltamos pra reunião. Não sei quanto tempo tinha passado, mas pra mim não foi muito, mas o ato já tava terminando. Quando minha sobrinha me viu, veio correndo me abraçar, e minha irmã já veio me enchendo o saco como sempre, perguntando onde eu tinha me metido. Eu tava inventando uma história quando a Sabri passou, cumprimentou minha sobrinha que deu um abraço nela.
S:Angela, você foi demais!
A: Valeu, prece! Meus velhos você já conhece, mas deixa eu te apresentar meu tio Lau.
S: oi, prazer — dava pra ver um sorriso safado e por dentro eu ficava louco sabendo que ela tava com a buceta no ar na frente de todos os pais, cheia do meu gozo — mas a gente já se conhecia
A: Como é que vocês se conheciam? TIO! - meio puta -
Y: Acho que a gente se conhecia da escola, você vinha aqui também, né?
Claro, mas um ano mais gostosas que vocês. Me surpreende você lembrar, bom, um prazer te ver.
Y: o prazer é todo meu!
Minha sobrinha se afastou um pouco com meu cunhado e quando eu ia avançar, minha irmã me segurou pelo braço.
C: Tu é um filho da puta, com a preceptora, sério?
Y: não sei do que você tá falando
C: não sou otária, a única coisa que peço é não meter a tua sobrinha em encrenca, senão te mato!
Y: Sou um santo.
Minha irmã caiu na gargalhada, me deu um beijo na bochecha e saímos abraçados rumo a um restaurante pra jantar.
À noite, enquanto eu tava arrumando as coisas pra deitar, chegou uma mensagem da Sabri.
S: adorei o de hoje e tô ansiosa pra amanhã
Y: Eu também, não te escrevi pra não te trazer problema.
Meu marido já dormiu?
Y: então posso te dizer que você me surpreendeu hoje e eu curti pra caralho
Você me surpreendeu e fiquei com vontade de mais. Quando cheguei, ainda tava com tesão e tentei me aliviar. E mesmo sendo lindo você chupar toda a minha buceta que você encheu, continuo com tesão e me tocando, igual quando eu tava no colégio.
Y: não sei o que me excita mais, saber que você tá se tocando agora ou que você se tocava na escola.
S: você vai me comer muito amanhã?
Y: Muito!
Toma, pra você pensar em mim de noite.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Chegou uma foto e um vídeo. Na foto, ela tava de cima, dava pra ver que tava num sofá com um topzinho com o peito de fora. E o vídeo era ela de perna aberta, toda molhada, se tocando.

5 comentários - Ato de Fim de Ano

kokiCD
Muy buen relato y muy bien escrito
+ 10